Veja a rota do fumacê nesta quarta-feira (31)
Arte: Agência Brasília
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Planos de ação e relatórios da Ouvidoria-Geral do DF
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Pais devem ficar atentos ao peso na mochila dos estudantes
Em meio a expectativa e preparativos para o retorno às aulas da rede pública, marcado para 19 de fevereiro, pais e responsáveis devem estar atentos aos cuidados com o peso excessivo das mochilas que os estudantes carregam diariamente. A Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso das mochilas a menos de 10% do peso corporal, a fim de evitar eventuais riscos associados à postura inadequada. A OMS orienta que crianças e jovens em idade escolar (dos 6 aos 18 anos) devem limitar o peso de suas mochilas a menos de 10% do peso corporal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A fisioterapeuta Polyane Magalhães, da Policlínica do Hospital Regional do Gama (HRG), explica que a manutenção de uma postura inadequada no transporte de materiais escolares pode acarretar consequências sérias para a saúde a longo prazo, impactando o desenvolvimento físico e causando desconforto no dia a dia dos estudantes. “Os primeiros indicativos que temos dessa sobrecarga são as alterações posturais, como inclinações do tronco para frente, tensões nos ombros e na coluna cervical”, detalha. “E se a criança começar a se queixar de dor na coluna, o ideal é procurar um especialista”, completa. A servidora orienta aos pais que optem, no ato da compra do material escolar, pelas mochilas de duas alças. “Essas propiciam a distribuição correta do peso, diferentemente daquelas que contam com apenas uma alça transversal. Essas não são boas para a postura”, diz. [Olho texto=”O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Também é preciso estar atento à postura em sala de aula. O ideal é que a criança ou adolescente sente com a coluna lombar apoiada no encosto da cadeira e com o joelho reto. Outro cuidado é evitar ficar sentado por longos períodos. “Aproveite os intervalos das aulas para se levantar, caminhar um pouco, esticar as pernas”, sugere a fisioterapeuta. As mesmas orientações valem para o uso de computadores e celulares em casa durante os estudos, onde é recomendado evitar sentar-se em flexão mantida, ou seja, curvada. “É importante frisar a importância da atividade física como aliada nesses casos, uma vez que o sedentarismo contribui para agravar os sintomas de dores e prejuízos funcionais”, completa.
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Estatuto da Pessoa com Diabetes garante direitos no Distrito Federal
Já está em vigor no Distrito Federal o Estatuto da Pessoa com Diabetes, criado pela lei nº 7.409, sancionada pelo governador Ibaneis Rocha e publicada no Diário Oficial do DF (DODF) do dia 18 deste mês. O estatuto assegura direitos aos pacientes diagnosticados com diabetes, como acesso aos serviços de saúde pública e prioridade de atendimento. Aproximadamente 115 mil pessoas fazem acompanhamento de diabetes nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). “A nova lei normatiza práticas que já adotamos no âmbito da Secretaria de Saúde. Temos o orgulho de termos aqui um tratamento que é referência nacional”, afirma a subsecretária de Assistência Integral à Saúde, Lara Nunes. Ela destaca o uso do Libre, equipamento para monitorar os níveis de glicemia no sangue. Os pacientes também contam com bombas de insulina. Pacientes com diabetes no DF têm acesso a tratamentos com o Libre e com bombas de insulina | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde O uso desses equipamentos é orientado pelos profissionais da SES-DF. O acompanhamento é feito em unidades especializadas no tratamento da doença, como o Centro Especializado em Diabetes, Hipertensão e Insuficiência Cardíaca (Cedhic), o Centro de Atenção ao Diabetes e Hipertensão Adulto (Cadh) e o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedoh). A rede de 176 unidades básicas de saúde (UBSs) funciona tanto como porta de entrada quanto para o acompanhamento de quem está com a doença crônica controlada. Em caso de necessidade, o encaminhamento a um endocrinologista é rápido. “Todo paciente com diabetes tipo 1 é prioritário. Não há atraso para consulta com o especialista”, garante a endocrinologista Flávia Melo, referência técnica distrital da área. A SES-DF conta com 73 médicos endocrinologistas, 23 deles voltados para atendimentos pediátricos. Além disso, profissionais de diversas especialidades fazem o acompanhamento geral da saúde dos pacientes, e há ambulatórios para tratamento de complicações da doença, como o “pé diabético” e a retinopatia. Também são realizadas ações educativas, inclusive em escolas, em parceria com a Secretaria de Educação. A Secretaria de Saúde conta com 73 médicos endocrinologistas | Foto: Thaís Cavalcante/ Agência Saúde Diabetes: o que é e como evitar A diabetes é caracterizada por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente e pode levar a complicações no coração, nas artérias, nos olhos, nos rins e nos nervos. A doença pode ter diversas causas, que determinam o seu tipo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A diabetes tipo 1 atinge de 5% a 10% dos pacientes. Nesse caso, as células produtoras de insulina são destruídas pelo próprio corpo. Já os demais 90% são acometidos pelo tipo 2, quando há deficiência na produção de insulina ou resistência à insulina. Também há a diabetes gestacional, que pode ou não persistir após o parto. Além disso, determinados tipos de doenças, uso de medicação, drogas, produtos químicos ou problemas genéticos podem levar a um quadro de diabetes. A melhor forma de prevenir a diabetes é praticar atividades físicas regularmente, manter uma alimentação saudável e evitar o consumo de álcool, tabaco e drogas. Além disso, é fundamental fazer exames regularmente para acompanhar a glicose no sangue. *Com informações da Secretaria de Saúde
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