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Ceilândia abre ponto noturno de vacinação contra a covid-19
O Distrito Federal terá mais um ponto noturno para vacinação. Além da Praça dos Cristais, no Setor Militar Urbano (SMU), que funciona na modalidade drive-thru, a sala de vacina da Unidade Básica de Saúde 7 (UBS) de Ceilândia, na QNO 10 Área Especial E e D, passa a funcionar nesta quarta-feira (4), das 18h às 22h, para imunizar a população contra a covid-19. O atendimento na unidade será para pedestres. Para se vacinar na UBS 7 de Ceilândia não é necessário morar na região | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde “A estratégia da vacinação noturna é para atendermos a necessidade da população da Região de Saúde Oeste que trabalha em outras regiões durante o dia, e que quando retorna para casa à noite as UBS já encerraram as atividades. Pensando nisso, resolvemos ampliar esse atendimento para conseguir imunizar a nossa população o mais rápido possível”, explica a superintendente da Região de Saúde Oeste, Lucilene Florêncio. A região oeste é formada pelas cidades de Ceilândia, Brazlândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. No entanto, para se vacinar não é necessário residir em uma dessas localidades. Lucilene Florêncio destaca, ainda, que “Ceilândia foi muito acometida pela covid-19 e isso nos obriga a ter um olhar diferenciado que possa salvar e proteger mais vidas”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Na UBS 7 haverá aplicação da primeira dose para o público da faixa etária atual e a segunda dose das vacinas Pfizer-BioNTech e AstraZeneca para aqueles que estão no prazo de receber a dose de reforço. *Com informações da Secretaria de Saúde
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O canto que acalma os pacientes mentais no Riacho Fundo
Com o objetivo de criar interação com os pacientes, acolher e diminuir a ansiedade de cada um, o projeto Meu Canto foi retomado nesta terça-feira (3) no Instituto de Saúde Mental (ISM), no Riacho Fundo. Enquanto aguarda atendimento no ambulatório, o público pode se distrair com uma dupla de cantores in loco. Criado há três anos, o projeto ficou parado devido à pandemia. Após cada música, abre-se um debate para que todos participem e coloquem ideias e percepções para o grupo presente sobre as letras e significados. A atividade é oferecida todas as terças-feiras, às 8h30. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes | Foto: Geovana Albuquerque/Secretaria de Saúde “Este é um projeto muito bacana, música é vida e este é um momento de leveza, em que todos os pacientes e servidores começam o dia com alegria e tranquilidade. Além disso, é um projeto que acolhe, traz confiança e liberdade de expressão para os pacientes, que se sentem à vontade para expor suas ideias. O maior foco é a interação do paciente, pois a música ajuda até mesmo em seu prognóstico”, explica o diretor de Atenção Secundária da Região Centro-Sul, Thiago Braga. A musicoterapia foi implantada na Região Centro-Sul por ideia da superintendente Flávia Oliveira e também ocorre no Hospital Regional do Guará há um ano. Iniciativa Nesta terça-feira as músicas escolhidas para serem cantadas foram Mais Uma Vez (Renato Russo) e Anunciação (Alceu Valença). O paciente Robson José da Silva, de 42 anos, gostou muito de participar do projeto Meu Canto. “Essa é uma iniciativa maravilhosa, um momento de acolhimento que é tão bom que a gente nem vê o tempo passar enquanto espera para ser atendido. Achei essa iniciativa muito legal, acho que deveria ser implantado em todos os hospitais”, avalia. A música fica por conta dos psicólogos Aristóteles de Oliveira e Simone Duarte. Eles cantam as canções e propõem as reflexões para os pacientes. “A arte sempre foi utilizada como terapia, sempre investimos em arte como método terapêutico. O principal objetivo do Meu Canto é relaxar os pacientes em um momento de leveza e tranquilidade, reduzir a ansiedade para que eles cheguem nas consultas mais tranquilos e menos introspectivos, pois já foram estimulados com a música”, ressalta Aristóteles. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Simone acredita que o Meu Canto possui dois vieses, sendo um voltado para o lugar de expressão, de cantar, e o outro no sentido de lugar no mundo, de existir e ser importante. “Queremos que as pessoas entendam que elas têm seu lugar e podem ser ouvidas. A música alcança isso”, conclui. O Instituto de Saúde Mental possui equipe multidisciplinar composta por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, enfermeiros e assistentes sociais e atende pacientes regulados que estejam com quadro clínico estável. *Com informações da Secretaria de Saúde
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