Sequenciamento genômico identificou presença da variante Delta no DF
A equipe de Biologia Molecular do Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) analisou 67 amostras de casos positivos para o novo coronavírus Sars-CoV-2 e detectou a presença da variante Delta em seis amostras. Já na maior parte dos casos analisados a predominância foi da variante Gama, que surgiu em Manaus, no Amazonas. A análise das amostras é uma medida importante no combate à pandemia e que reforça as estratégias de vigilância em saúde em relação ao surgimento de novas variantes do coronavírus | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF Até o momento, não é possível afirmar se nos casos positivos para a variante de origem indiana a infecção ocorreu por transmissão comunitária. Os casos foram identificados em três homens e três mulheres, com idade entre 20 e 59 anos. Quatro são residentes em Planaltina, um de Santa Maria e um do Plano Piloto. As coletas dos materiais foram realizadas nos dias 12 (um paciente), 14 (quatro pacientes) e 16 de julho (um paciente). [Olho texto=”“Entendemos o comportamento do vírus a partir de análises laboratoriais e esses estudos subsidiam o monitoramento de variantes virais do Sars-CoV-2 circulantes no DF, possibilitando ações de vigilância mais intensivas de combate à pandemia”” assinatura=”Grasiela Araújo da Silva, diretora do Lacen-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O sequenciamento genômico foi encerrado na última terça-feira (20). De acordo com a diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo da Silva, a análise das amostras é uma medida importante no combate à pandemia e que reforça as estratégias de vigilância em saúde em relação ao surgimento de novas variantes do coronavírus. “Entendemos o comportamento do vírus a partir de análises laboratoriais, como fizemos em diversas oportunidades. E esses estudos subsidiam o monitoramento de variantes virais do Sars-CoV-2 circulantes no Distrito Federal, possibilitando ações de vigilância mais intensivas de combate à pandemia do novo coronavírus”, explica. Investigação epidemiológica Após a confirmação do Lacen, a Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde iniciou a investigação sobre a origem dos casos e, até o momento, já fez contato, por telefone, com três infectados. Desses, dois não viajaram ou tiveram contato com pessoas que viajaram. Um também não viajou, porém teve contato com uma pessoa que esteve no estado da Bahia. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo a Vigilância Epidemiológica, um dos pacientes apresentou falta de ar, mas não foi hospitalizado. Todos os pacientes contatados foram devidamente orientados e informaram estar cumprindo, ou ter cumprido isolamento domiciliar. Nenhum está internado. A variante Delta surgiu na Índia e, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), já circula em mais de 111 países. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Vigilância Sanitária faz ações educativas em 400 panificadoras
Durante a visita às panificadoras, equipes da Vigilância Sanitária passaram orientações aos profissionais | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde A Diretoria de Vigilância Sanitária do Distrito Federal (Divisa) elaborou e executou um programa de vigilância sanitária de caráter preliminar e educativo destinado às panificadoras de todo o Distrito Federal. “O programa foi procedido para homenagear os profissionais da panificação, tendo em vista que o Dia do Panificador é comemorado nacionalmente em 8 de julho. Por isso, nossa ação ocorreu no período de 5 a 9 de julho, na Semana da Panificação”, explica o diretor da Vigilância Sanitária, Hércules Ribeiro. Com a ação, a Vigilância Sanitária visitou 400 panificadoras orientando sobre boas práticas de panificação e, sobretudo, sobre a segurança e a saúde do panificador. “Também foram repassados ensinamentos sobre os cuidados de limpeza em relação à prevenção da covid-19, pois esses cuidados não podem ser ignorados”, informa Hércules Ribeiro. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] As informações foram repassadas a 798 padeiros, que receberam instruções como higienização das mãos e da região do nariz, uso de máscaras faciais, distanciamento, limpeza constante de superfícies, vacinação e uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), entre outras. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Pregão Eletrônico nº. 17/2021
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Hospitais de campanha do DF contam com simulação realística
Os pacientes acometidos pela covid-19, uma doença nova que apresenta complicações severas, recebem atenção especial das equipes de assistência. Por conta disso, essas pessoas são atendidas por equipes compostas por profissionais multidisciplinares. Nos laboratórios de simulação realística, os profissionais que atuam nos hospitais de campanha são preparados para agir em qualquer situação mais complicada ou de emergência | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Saúde-DF Para qualificar ainda mais as equipes, a Mediall Brasil, gestora dos hospitais de campanha da Ceilândia, do Gama e do Autódromo, implantou em cada um deles um laboratório de simulação realística, onde estruturou um leito com bonecos e simuladores, para treinamento contínuo das equipes nesses protocolos assistenciais. [Olho texto=”“Realizamos vários treinamentos específicos, mas, nos dias em que não há treinamento, uma equipe fica no laboratório para sanar qualquer dúvida dos profissionais durante o expediente”” assinatura=”Leandro Queza, enfermeiro e gerente do Núcleo de Ensino e Pesquisa Regional DF da Mediall Brasil” esquerda_direita_centro=”direita”] “Este laboratório abrange todos os profissionais que estão atuando nos três hospitais para melhor capacitá-los, pois assim estarão preparados em qualquer situação mais complicada ou de emergência”, explica o enfermeiro Leandro Queza, gerente do Núcleo de Ensino e Pesquisa Regional DF da Mediall Brasil. A ideia é conectar todos os profissionais a um mesmo caminho, numa mesma direção, voltada para a recuperação dos pacientes. O espaço fica aberto de segunda a sexta, das 8h às 18h, para atender todos os colaboradores e orientá-los com informações. “Realizamos vários treinamentos específicos, mas, nos dias em que não há treinamento, uma equipe de colaboradores fica no laboratório para sanar qualquer dúvida que aparecer dos nossos profissionais durante o expediente”, informa. De acordo com Leandro, são feitos levantamentos com as equipes para descobrir quais são as principais dúvidas que ocorrem durante os atendimentos. Com base nisso, são ofertadas as capacitações e treinamentos com 100% da equipe. Um leito com bonecos e simuladores possibilita o treinamento contínuo das equipes nos protocolos assistenciais específicos para os casos de covid-19 “Depois do treinamento, nossos colaboradores fazem uma avaliação, e aqueles que não alcançam 85% de aproveitamento refazem a capacitação. É um ganho para a carreira profissional, principalmente no caso de recém-formados, e para os pacientes, que recebem atendimento cada vez mais qualificado”, avalia. A finalidade da Mediall Brasil é capacitar os colaboradores para melhor atender os pacientes. Dentro da complexidade dos três hospitais de campanha, há mais de dez classes profissionais atuando junto a cada paciente, e são mais de 1,3 mil profissionais envolvidos nas operações das três unidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Treinamentos Por meio do laboratório de simulação realística é possível realizar mais de 50 treinamentos, como manejo das vias aéreas, oxigenoterapia, infusão de medicamentos, banho de leito, ventilação mecânica, recrutamento motor e alveolar, emergências cardiológicas e manejo de paciente crítico no leito de suporte ventilatório pulmonar. O laboratório também possibilita a realização de treinamentos em processos administrativos de gestão da segurança do paciente, dispensação de medicamentos, farmacovigilância e procedimentos assistenciais, como intubação orotraqueal e ventilação mecânica. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES)
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