Pequim compartilha experiências de combate à pandemia e apoio econômico
Na terceira de uma série de videoconferências envolvendo médicos da Secretaria de Estado de Saúde do DF e especialistas chineses, voltaram a ser debatidas as ações de combate ao novo coronavírus e a mitigação de seus efeitos, sofridos por países do mundo inteira. De acordo com o diretor do Hospital Ditan, Li Ang, o sucesso no tratamento da Covid-19, em Pequim, ocorreu por conta do diagnóstico dos sintomas nos pacientes e da realização de testes de rotina, sob coordenação de um grupo gestor de especialistas, que indicaram onde alocar os recursos para o tratamento correto. “O tratamento, baseado no controle da infecção, suportes hemodinâmico, ventilatório e nutritivo, aliado ao uso de remédios e suporte psicológico, se mostrou efetivo para a recuperação das pessoas afetadas”, destacou. Quanto a prevenção e controle da doença, foram reforçadas as estratégias de distanciamento e isolamento social, quarentena para casos suspeitos e confirmados sem gravidade, testes em massa, uso de máscaras e vigilância comunitária, além do sistema em que os próprios moradores notificam as autoridades sobre os casos existentes. “As decisões do governo local foram tomadas após ouvir os especialistas. Foram destacadas clínicas, hospitais e profissionais exclusivamente para o tratamento da doença”, explicou Yang Peng, diretor do CDC Pequim. Economia A subchefe da Comissão para Desenvolvimento e Reforma Municipal de Pequim, Li Yuan, apresentou uma visão geral do apoio governamental aos negócios locais. O método adotado pela capital chinesa se mostrou eficaz no suporte a pequenas e médias empresas durante a pandemia. Pequim implementou estratégias multifacetadas para diminuir custos para empresas, como a redução de valores de alugueis e de impostos, o aumento da oferta de crédito e a facilitação de financiamentos. Para evitar demissões em massa, o governo local ofereceu subsídios financeiros correspondentes aos salários pagos aos funcionários das pequenas e médias empresas. Em contrapartida, as empresas forneceram capacitação aos empregados e garantiram que os mesmos não seriam demitidos. A chefe do Escritório de Assuntos Internacionais da Governadoria do DF, Renata Zuquim, destacou a importância desta união entre Brasília e Pequim, apontando a solidariedade como fator decisivo na superação da pandemia de Covid-19. “Chaoyang, distrito de Pequim, tem irmanação com Brasília desde 2010 e, desde a missão oficial do Governo do Distrito Federal à China no ano passado, temos estreitado nossos laços. Neste momento crítico para todos, os países têm praticado a solidariedade e cooperação para enfrentar os problemas decorrentes da pandemia da Covid-19”, afirmou Renata Zuquim. Relações internacionais Organizado pelo Escritório de Assuntos Internacionais de Pequim, a teleconferência contou com a participação de médicos do Hospital Ditan, localizado em Pequim, na China; de profissionais do Centro de Saúde Global do Centro de Controle e Prevenção de Saúde; e do Departamento de Desenvolvimento e Reforma Municipal da capital chinesa, que compartilharam experiências com profissionais da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal e do Escritório de Assuntos Internacionais da Governadoria do DF, e com 60 participantes de 30 cidades-irmãs de Pequim ao redor do mundo. O encontro foi realizado na terça, 21. *Com informações do Escritório de Assuntos Internacionais
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Administração reforça limpeza em paradas de ônibus do Recanto das Emas
Manutenção de paradas de ônibus é intensificada no Recanto das Emas / Foto: RA Recanto das Emas O Governo do Distrito Federal (GDF) mantém o foco na proteção de famílias contra a dengue. Ações das mais variadas têm sido executadas, diariamente, para combater o avanço da doença nas cidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para contribuir neste momento crucial de enfrentamento, a Administração do Recanto das Emas passou a realizar, de maneira constante, a manutenção das paradas de ônibus. Lavagem com caminhão-pipa e limpeza dos pontos mais movimentados da cidade são duas das atividades intensificadas. O administrador do Recanto das Emas, Carlos Dalvan, enfatizou que a conservação desses espaços públicos são fatores estratégicos para vencer a doença. “Faremos a nossa parte em transformar esse tipo de ação em algo contínuo da administração”, destacou. As primeiras paradas de ônibus que receberam a manutenção foram aquelas localizadas na Avenida Recanto das Emas, trecho de maior circulação de passageiros, pedestres e transporte público. A administração também reforça que os serviços essenciais à comunidade, como operações tapa-buracos e podas de árvores, continuam a ser normalmente realizadas na cidade. * Com informações da Administração do Recanto das Emas
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Hospital Regional da Asa Norte amplia a câmara fria
Pensando na pandemia do novo coronavírus e com o objetivo de manter a segurança de profissionais e outros pacientes, além de evitar a proliferação do vírus causador da Covid-19, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) criou a Sala de Isolamento de Cadáveres de Covid-19. O ambiente é composto por quatro salas de 20 m², sendo duas refrigeradas, além de um salão e do expurgo, local onde os profissionais se trocam. A sala de isolamento de cadáveres possui capacidade para até 40 corpos e foi construída exclusivamente para acomodar vítimas do coronavírus. “Não podemos confundir essa sala de isolamento com as câmaras frias que ficam dentro da sala de Anatomia Patológica, que é onde são colocados os corpos de pacientes sem Covid-19. Esse é um ambiente novo e diferente, que está previsto no Plano de Contingência do Hran. Todo o hospital está passando por uma estruturação para ser referência nos casos de coronavírus”, explica o médico e assessor da superintendência da Região de Saúde Central, Elvis Adriano Oliveira. Apesar da grande capacidade de acomodação, os corpos devem ser retirados antes de completar 24 horas do óbito. Essa é uma norma do Protocolo de Manuseio de Cadáveres criado especificamente para os casos de Covid-19. “Estamos preparados para acomodar os mortos de Covid-19. Não queremos entrar em colapso como em outros estados, em que os mortos ficam juntos dos pacientes porque não tem um local apropriado para acomodação dos corpos”, avalia Elvis. A sala já está em operação, mas, felizmente, ainda não foi utilizada, pois não houve nenhum óbito no Hran na última semana, quando o local ficou pronto. Somente o expurgo ainda falta ser finalizado, o que deve ocorrer até o final da semana. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Relação dos empreendimentos comerciais de fauna autorizados no DF
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