Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Ações de prevenção contra a febre oropouche são intensificadas no DF 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Você já ouviu falar na febre oropouche? Essa doença viral é transmitida principalmente por um inseto conhecido como mosquito-pólvora, porém ainda não é tão conhecida no Centro-Oeste porque, por muitos anos, ocorreu principalmente na região amazônica. Em 2026, Goiás registrou o primeiro caso dessa doença em Anápolis, cidade localizada a cerca de 150 quilômetros de Brasília. O paciente era um homem adulto que apresentou sintomas parecidos com os da dengue — febre, tontura e erupção cutânea — e se recuperou após receber atendimento na rede pública de saúde. A proximidade de Anápolis com a capital federal motivou a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) a fortalecer a atuação da Vigilância Ambiental, criando estratégias para identificar o inseto vetor e prevenir os casos.  Imagem do mosquito-pólvora, transmissor da febre Oropouche: "Ainda não sabemos se existe esse tipo de mosquito aqui. Estamos nos antecipando à ocorrência de casos", diz o biólogo Israel Moreira, da Diretoria de Vigilância Ambiental da SES-DF | Foto: Divulgação/SES-DF O biólogo Israel Moreira, da Diretoria de Vigilância Ambiental da SES-DF, enfatiza que a secretaria está agindo de forma preventiva. “Ainda não sabemos se existe esse tipo de mosquito aqui. Por isso o serviço de vigilância é tão importante. Estamos nos antecipando à ocorrência de casos. Se detectarmos a presença do vetor, podemos fazer ações de controle e prevenção, além de orientar a população sobre os cuidados que devem ser tomados”. Diferentemente da dengue, da zika e da chikungunya, a febre oropouche não é transmitida pelo Aedes aegypti, mas principalmente pelo inseto Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora. Esse inseto é 20 vezes menor que o Aedes e se reproduz principalmente em ambientes úmidos com matéria orgânica, como folhas e restos de frutas. Para identificar a possível presença do mosquito-pólvora no DF, a SES-DF elaborou, em conjunto com o Ministério da Saúde, um curso teórico e prático de coleta e identificação do inseto. O objetivo é capacitar os profissionais da Vigilância Ambiental da SES-DF para que conheçam melhor as características da biologia do vetor: seu ciclo de vida, quais são os criadouros preferenciais e como ocorre a sua reprodução. Sintomas e tratamento da doença A febre oropouche apresenta como principais sintomas febre, dor de cabeça intensa, dores no corpo, náusea, diarreia e fraqueza intensa. Alguns pacientes também podem apresentar sintomas como tontura, dor atrás dos olhos, calafrios, sensibilidade à luz e vômitos. O diagnóstico muitas vezes é dificultado justamente pela semelhança desse quadro clínico com o da dengue. Por isso, é necessário realizar avaliação clínica e exames laboratoriais para confirmar a presença do vírus. Uma característica da febre Oropouche é o retorno dos sintomas após uma melhora, o que pode ocorrer em até 60% dos casos. Caso a pessoa apresente algum sintoma de febre oropouche, é necessário procurar atendimento médico de emergência em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou em um hospital para que seja realizado o tratamento sintomático com uso de analgésicos, antitérmicos e hidratação. Não existe tratamento específico. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico. O diagnóstico é realizado por investigação clínica e laboratorial, com coleta de amostras para exames específicos. *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

Reforço na vacinação contra o sarampo orienta sobre a importância da prevenção

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Manter a vacinação em dia é a principal forma de proteção contra o sarampo. No Distrito Federal, não houve registro de casos confirmados da doença até outubro de 2026, e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforça a orientação para que a população confira a caderneta de vacinação e procure uma unidade de saúde caso esteja com alguma dose pendente. A recomendação ganha importância diante da identificação de casos importados em outras unidades da Federação brasileiras. Segundo dados do Ministério da Saúde, até 5 de outubro, foram confirmados 52 casos importados de sarampo no país: 41 em São Paulo, dez no Amazonas e um no Rio de Janeiro. No DF, até a 37ª Semana Epidemiológica, foram notificados 29 casos suspeitos, todos descartados. Em 2025, foi confirmado um caso na capital federal, em uma mulher entre 30 e 39 anos com histórico de viagem internacional. A paciente não precisou de hospitalização e se recuperou sem complicações.  Vacina é a principal forma de prevenção e está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS): Foto: Divulgação/SES-DF Vacinação é a principal proteção A vacina contra o sarampo faz parte do calendário do Sistema Único de Saúde (SUS) e está disponível gratuitamente em mais de 130 salas de vacinação do Distrito Federal. Confira os locais de vacinação. De janeiro ao início de outubro, foram aplicadas mais de 89 mil doses da vacina tríplice viral no DF, considerando todas as faixas etárias previstas no calendário de vacinação. Dados da Rede de Frio da SES-DF apontam que, até agosto, a cobertura vacinal entre crianças de 1 ano era de 90,9% para a primeira dose e de 78,7% para a segunda. A meta é alcançar 95% em ambas. Para receber a vacina, basta apresentar um documento com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. A equipe da unidade verifica o histórico e orienta sobre a necessidade de doses.  Arte: Divulgação Quem deve se vacinar ⇒ Pessoas de 1 a 29 anos que não foram vacinadas ou não têm como comprovar a vacinação devem receber duas doses da vacina tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre elas. ⇒ Para pessoas de 30 a 59 anos sem comprovação de vacinação, é indicada uma dose. ⇒ Quem tem registro de duas doses da vacina tríplice viral, ou de uma dose da tríplice viral e uma da tetraviral, não precisa receber doses adicionais. ⇒ Profissionais de saúde, independentemente da idade, devem ter duas doses da vacina tríplice viral comprovadas. ⇒ Pessoas com 60 anos ou mais não têm indicação de vacinação de rotina contra o sarampo, conforme o calendário vigente. Conheça os sinais Embora a vacinação seja a principal medida de prevenção, também é importante conhecer os sintomas. O sarampo pode provocar febre alta, coriza, conjuntivite sem secreção purulenta e manchas vermelhas na pele, que geralmente começam no rosto e se espalham pelo corpo. Também podem aparecer as chamadas manchas de Koplik, pequenos pontos esbranquiçados na parte interna da boca. A transmissão ocorre pelo ar, por meio de tosse, espirro, fala ou respiração de pessoas infectadas. Em caso de sintomas compatíveis com a doença, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), que é a principal porta de entrada para atendimento. Em situações de agravamento, a pessoa deve buscar uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou hospital da rede pública. O diagnóstico é realizado por investigação clínica e laboratorial, com coleta de amostras para exames específicos. No DF, o material é encaminhado ao Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF). Locais de vacinação Os locais de vacinação no DF estão disponíveis na página da Secretaria de Saúde. A vacina contra o Sarampo está disponível nos locais onde são aplicadas as vacinas de rotina. *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

QualificaDF certifica 1,5 mil alunos em cursos gratuitos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Aprender uma profissão, conquistar o primeiro emprego ou abrir o próprio negócio. Esses são alguns dos caminhos que os cursos do QualificaDF podem abrir para os alunos. Nesta sexta-feira (9/10), o programa certificou 1,5 mil participantes que concluíram o segundo ciclo de formação. A cerimônia ocorreu no Setor de Clubes Esportivos Sul, em Brasília, com a participação da governadora Celina Leão. “A qualificação é fundamental. É o primeiro passo para mudar de vida", comemorou a chefe do Executivo. Os programas QualificaDF e do RenovaDF já formaram mais de 400 mil pessoas no Distrito Federal. Celina Leão: “A qualificação é fundamental. É o primeiro passo para mudar de vida" | Foto: Luh Fiúza/GDF O QualificaDF oferece formação profissional em diferentes áreas, como beleza e estética, administração, tecnologia, saúde e artesanato. Entre os cursos gratuitos estão cabeleireiro, manicure e pedicure; maquiagem; auxiliar administrativo; recursos humanos; design gráfico; manutenção de celular; atendente de farmácia; e cuidador de pessoa idosa. "A qualificação transforma vidas por meio do emprego. É importante a política pública gerar oportunidades e mudar a realidade de quem participa do programa" Thales Mendes, secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda Durante a cerimônia, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, destacou a importância dos cursos para ampliar as oportunidades profissionais. “A presença das famílias demonstra que esse trabalho vale a pena. A qualificação transforma vidas por meio do emprego. É importante a política pública gerar oportunidades e mudar a realidade de quem participa do programa”, afirmou. Novos caminhos Aos 57 anos, Ivanilda Nunes, moradora de Santa Maria, realizou o sonho de aprender a costurar. Dona de casa, ela concluiu o curso do QualificaDF de corte e costura e já planeja dar os próximos passos para trabalhar na área. “Eu não sabia nem mexer na máquina. Aprendi a cortar, tirar molde e fazer vestidos. Quero aprender mais e, quem sabe, montar meu próprio ateliê em Santa Maria”, contou.  Morador de Santa Maria, Luciano Rocha, de 48 anos, também pretende continuar estudando. Depois de concluir o curso de panificação, ele planeja se inscrever em novas formações oferecidas pelo programa. “Agora, pretendo estudar confeitaria e elétrica predial. Vou continuar fazendo cursos pelo QualificaDF”, disse. Ivanilda Nunes se formou no curso de coste e costura e planeja abrir o próprio ateliê em Santa Maria | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Oportunidades de trabalho O professor Fábio da Silva, de 49 anos, ministra o curso de operador de microcomputador. Morador de Ceilândia, ele destaca que os alunos aprendem a usar ferramentas importantes para o trabalho, como Word e Excel. “Fico feliz porque muita gente chega ao curso sem saber ligar o computador e termina aprendendo a usar ferramentas como o Excel. Isso é muito importante porque o conhecimento em informática pode abrir portas no mercado de trabalho”, explicou.  

Ler mais...

Thumbnail

Fiéis celebram Dia de Nossa Senhora Aparecida na Esplanada dos Ministérios

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A fé e a devoção a Nossa Senhora Aparecida marcaram as celebrações desta segunda-feira (12/10), na Esplanada dos Ministérios. A missa solene em homenagem à padroeira do Brasil foi presidida pelo cardeal Dom Paulo Cezar Costa, arcebispo de Brasília, e contou com a presença da governadora Celina Leão. “É um dia importante para a comunidade católica. O cardeal falou sobre respeito, tolerância e a importância de não criar divisões entre pessoas que pensam diferente. Somos todos irmãos, e o verdadeiro amor aceita as diferenças”, afirmou a chefe do Executivo.  Celina Leão: "Somos todos irmãos, e o verdadeiro amor aceita as diferenças" | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília Devoção à padroeira Após a celebração da missa, os participantes acompanharam a procissão luminosa em homenagem à padroeira do Brasil. Moradora do Paranoá, a técnica de enfermagem Maria Sônia de Arruda Silva, de 55 anos, participa todos os anos das festividades. Devota da santa, ela elogiou a organização do evento e a participação do público nesta edição. “Venho sempre, desde 2007, e este ano está ainda mais bonito. Prepararam tudo com mais carinho e o evento está maravilhoso, com mais pessoas”, contou. A programação começou pela manhã e incluiu o Terço da Alvorada, a Corrida da Padroeira, a Missa das Crianças e o Santo Rosário. As festividades terminaram à noite, com show de Frei Gilson. A entrada foi 1 kg de alimento não perecível. A técnica de enfermagem Maria Sônia de Arruda Silva destacou o capricho na preparação da procissão deste ano O estudante de psicologia Fabrício de Arruda Lima, de 24 anos, também destacou as melhorias na estrutura da festa. “Venho desde criança. É um evento lindo e este ano está ainda mais especial. Percebi mudanças nos telões e uma organização melhor. É muito importante reunir a comunidade católica do DF e mostrar a força e a união dos cristãos”, disse o morador do Paranoá.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador