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Dia de Finados altera o trânsito no DF

Em razão do Dia de Finados, celebrado na segunda-feira (2/11), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) fará intervenções em vias próximas aos cemitérios de Brazlândia, Planaltina, Sobradinho e Taguatinga. As operações começam neste sábado (31) e seguem até segunda. Veja, abaixo, as principais alterações.  Brazlândia Imagens: Divulgação/Detran-DF Em Brazlândia, será implantada sinalização temporária na via de acesso ao cemitério, com o objetivo de organizar o tráfego e coibir o estacionamento irregular. A partir de sábado, as equipes de fiscalização atuarão nas imediações do local para garantir a segurança de condutores e pedestres. Planaltina   Em Planaltina, haverá interdição parcial da via em frente ao Cemitério Santa Rita. Além de implantar a sinalização viária, os agentes de trânsito também atuarão na região para orientar os motoristas, auxiliar na travessia de pedestres e garantir a fluidez do tráfego. Sobradinho II   Em Sobradinho II, serão realizadas interdições na via em frente ao cemitério, com sinalização temporária para orientar os condutores e pedestres. Um trecho do acostamento ficará liberado para o estacionamento de veículos. Na via de acesso ao cemitério, haverá uma área de estacionamento destinada a pessoas com deficiência e idosos. De sábado a segunda-feira, equipes do Detran-DF vão auxiliar na travessia de pedestres e atuar no controle de tráfego para garantir a segurança viária e coibir infrações. Taguatinga   Em Taguatinga Norte, na Avenida Hélio Prates, nas proximidades do Cemitério São Francisco de Assis, as equipes darão início à implantação de sinalização temporária nesta sexta-feira (30), às 23h59. Até segunda-feira, o estacionamento em frente ao cemitério será utilizado como área de embarque e desembarque, além disso, parte do espaço também será destinada a vendedores ambulantes. No Setor H Norte, próximo à entrada do cemitério, haverá interdições para a implantação de sentido único de circulação para melhorar a fluidez. De sábado a segunda-feira, agentes de trânsito vão auxiliar a travessia de pedestres e atuar no controle de tráfego, em pontos fixos e fazendo o patrulhamento na região.   *Com informações do Detran-DF  

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GDF realiza quinto transporte de coração no ano

Um coração foi transportado em aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) até a Base Aérea de Brasília. De lá, o Sentinela 01 realizou o transporte do órgão até o Instituto de Cardiologia e Transplantes do Distrito Federal (ICTDF). A parceria entre o Detran-DF e a Central Estadual de Transplantes contribui para agilizar o transporte de órgãos, etapa essencial para viabilizar os transplantes realizados no Distrito Federal. Balanço Esta foi a quinta operação de transporte de coração realizada neste ano. Desde 2010, o Sentinela 01 já transportou 87 corações, reforçando a importância do serviço aéreo prestado pelo Detran-DF no apoio às ações de transplantes. *Com informações do Detran-DF  

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Hospital de Base é selecionado para receber tecnologia de suporte cardíaco e respiratório

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) está entre as dez unidades públicas de saúde do Brasil selecionadas para participar do projeto Ressuscita, do Hospital Sírio-Libanês. A iniciativa prevê a capacitação de profissionais e a disponibilização de duas tecnologias distintas para ampliar os recursos de atendimento a pacientes em situações de emergência. Nesta quarta-feira (28), profissionais do HBDF iniciaram a capacitação para utilizar a oxigenação por membrana extracorpórea (Ecmo), tecnologia que oferece suporte temporário às funções dos pulmões e, em determinadas situações, do coração. O chefe da Hemodinâmica do Hospital de Base, Gabriel Kanhouche, explica que o recurso amplia as possibilidades de assistência em situações críticas. “O Ecmo vai ajudar na estabilização de pacientes, dando mais tempo para a equipe buscar alternativas de tratamento e aumentando as chances de sobrevivência”, detalha. A iniciativa prevê a capacitação de profissionais e a disponibilização de duas tecnologias distintas para ampliar os recursos de atendimento a pacientes em situações de emergência | Foto: Divulgação/IgesDF O projeto também contempla aparelhos com uma finalidade diferente. O Hospital de Base já recebeu dois dispositivos de compressão torácica automática, conhecidos como AutoPulse, que auxiliam nas manobras de reanimação cardiopulmonar. Os equipamentos serão utilizados pelas equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no socorro a pessoas com parada cardíaca, inclusive durante o transporte até a unidade hospitalar. Segundo Gabriel, a proposta é integrar o trabalho das equipes de resgate à assistência especializada, garantindo a continuidade dos cuidados desde os primeiros socorros. “A mortalidade de pacientes que sofrem paradas cardíacas fora do hospital é alta, chegando a 40%. A ideia do projeto é iniciar um atendimento especializado já com as equipes de salvamento e dar prosseguimento no hospital de referência, e o Base está na vanguarda desses atendimentos”, afirma. O treinamento para utilização do Ecmo envolverá profissionais da Hemodinâmica e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) coronariana. A previsão é que o recurso esteja disponível para atendimento à população no primeiro semestre de 2027. “O Ecmo vai ajudar na estabilização de pacientes, dando mais tempo para a equipe buscar alternativas de tratamento e aumentando as chances de sobrevivência” Gabriel Kanhouche, chefe da Hemodinâmica do Hospital de Base Entenda como funciona o Ecmo A sigla Ecmo vem do inglês Extracorporeal Membrane Oxygenation. O equipamento utiliza um circuito externo que retira o sangue do organismo, realiza as trocas gasosas e o devolve oxigenado ao paciente. Esse processo permite substituir temporariamente parte das funções pulmonares e, em determinadas modalidades, também oferecer suporte à circulação sanguínea. Assim, a equipe médica ganha tempo para tratar a condição responsável pelo agravamento do quadro clínico. O recurso pode ser indicado em casos específicos de insuficiência respiratória grave ou falência cardíaca, quando os tratamentos convencionais não são suficientes. Entre as condições que podem exigir esse suporte estão pneumonia grave, síndrome respiratória aguda, hipertensão pulmonar e infecção generalizada, conforme a avaliação clínica de cada paciente. A tecnologia ganhou destaque durante a pandemia de Covid-19, quando foi utilizada no tratamento de pessoas com insuficiência respiratória grave, como ocorreu com o ator e comediante Paulo Gustavo. “Quando um pulmão está inflamado, por exemplo, as trocas gasosas não vão acontecer corretamente e vai faltar oxigênio no sangue. Nesse caso, o Ecmo vai assumir essa função e respirar pelo paciente”, esclarece Gabriel.   *Com informações do IgesDF

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