Lançado protocolo para atendimento e investigação de crimes envolvendo pessoas com deficiência
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) lança, nesta quarta-feira (23/9), um Procedimento Operacional Padrão (POP) voltado para o acolhimento e a investigação de crimes envolvendo pessoas com deficiência. A iniciativa estabelece parâmetros específicos para uma investigação criminal protetiva, com foco nas necessidades e na proteção das vítimas. Procedimentos visam ao aprimoramento das investigações, mantendo a apuração segura e respeitosa | Foto: Divulgação/PCDF O documento reúne orientações para o atendimento especializado, contribuindo para um serviço policial mais acessível, humanizado e adequado às necessidades desse público. A proposta também busca aprimorar a investigação, favorecendo a obtenção de informações de forma mais eficiente, segura e respeitosa. O POP estabelece condutas institucionais padronizadas e oferece maior segurança aos servidores durante o atendimento e a investigação, reduzindo falhas procedimentais decorrentes da ausência de parâmetros específicos para essa atuação. A iniciativa está alinhada aos princípios da dignidade da pessoa humana, igualdade, não discriminação, acessibilidade e proteção integral das pessoas com deficiência. O documento observa ainda as diretrizes da Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incorporada ao ordenamento jurídico brasileiro com status de emenda constitucional, e da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Segundo a PCDF, o novo procedimento representa uma iniciativa inédita na instituição voltada ao letramento institucional sobre a temática da deficiência, ao fortalecimento do acolhimento das vítimas e ao aprimoramento das investigações envolvendo pessoas com deficiência. *Com informações da Polícia Civil do DF
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Rede integra órgãos do DF para localizar desaparecidos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A primeira sessão da Rede Integrada de Atendimento Humanizado ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap) reuniu, na segunda-feira (21/9), no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), representantes de órgãos de segurança, saúde, assistência social, justiça e direitos humanos. Coordenada pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), por meio da Subsecretaria de Integração e Segurança Cidadã (Sisec), a iniciativa busca tornar mais rápida e integrada a resposta do estado aos casos de desaparecimento e ampliar o acolhimento às famílias. A Polícia Civil do DF é um dos órgãos que participam da rede de resgate de pessoas desaparecidas | Foto: Arquivo/Agência Brasília Participaram do encontro representantes das polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF), do Corpo de Bombeiros (CBMDF), das secretarias de Saúde (SES-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF) e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV). Durante a reunião, foram apresentados o cenário dos desaparecimentos no DF, os avanços após a instituição da política distrital pelo Decreto nº 47.653/2025 e as principais frentes de atuação da rede. Entre os encaminhamentos, estão a definição de pontos focais pelas instituições, a formalização de fluxos de trabalho e o aprimoramento do compartilhamento de informações. Também foi discutido o uso de tecnologias, como o DF-360, para apoiar ações de busca, localização e identificação. A proposta é reduzir o tempo de resposta desde o registro do desaparecimento e ampliar a capacidade de atuação integrada dos órgãos. A Ridesap está organizada em quatro eixos: Prevenção e mobilização social; Busca, localização e identificação; Proteção, assistência e atenção humanizada; e Dados, tecnologia e informação. A atuação considera ainda públicos que podem estar em maior situação de vulnerabilidade, como crianças e adolescentes, pessoas em situação de rua, migrantes, vítimas de violência e possíveis vítimas de tráfico de pessoas. Além da localização, a rede prevê o fortalecimento do atendimento às famílias, com orientação, encaminhamentos e apoio articulado entre os serviços públicos. Como próximos passos, estão previstas novas reuniões para acompanhar os encaminhamentos, consolidar os fluxos entre as instituições, ampliar a integração de dados e fortalecer a política distrital de enfrentamento ao desaparecimento de pessoas. *Com informações da SSP-DF
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Regularização fundiária garante escritura definitiva à Igreja Batista Central de Taguatinga
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Depois de anos de espera pela regularização definitiva da área onde está instalada sua sede, a Igreja Batista Central de Taguatinga (IBCT), localizada às margens de Vicente Pires, tem, agora, a escritura do imóvel. A conclusão do processo foi celebrada no último domingo (20/9), durante o Culto da Vitória, que reuniu gerações de uma comunidade que não apenas acompanhou, mas participou ativamente da construção dessa história. A IBCT utilizava o terreno amparada por um termo de cessão e buscava uma solução que permitisse a aquisição definitiva do imóvel | Foto: Divulgação Ao longo dos anos, membros da igreja participaram das obras, acompanharam projetos e estiveram presentes em reuniões ligadas à busca pela regularização do imóvel. Grande parte dos fiéis é formada por moradores de Vicente Pires, região cuja história também mantém forte relação com processos de regularização fundiária. Até a conclusão do processo, a IBCT utilizava o terreno amparada por um termo de cessão e buscava uma solução que permitisse a aquisição definitiva do imóvel. A regularização contou com a atuação da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), responsável pela gestão de grande parte das terras públicas do Distrito Federal e pela condução dos procedimentos necessários à destinação e comercialização de imóveis sob sua administração. “A regularização desse templo tem uma importância muito grande para quem frequenta a igreja e também para quem vive em Vicente Pires. Como morador da região e membro da igreja, vejo que uma área regularizada traz segurança, permite planejar o futuro e fortalece o trabalho que é desenvolvido aqui. Não é apenas uma conquista documental. É a garantia de que um espaço que acolhe famílias, promove atividades e presta serviços à comunidade possa continuar cumprindo esse papel com tranquilidade e segurança jurídica”, afirma Marcelo Souto, morador de Vicente Pires e administrador da IBCT. “Como morador da região e membro da igreja, vejo que uma área regularizada traz segurança, permite planejar o futuro e fortalece o trabalho que é desenvolvido aqui” Marcelo Souto, administrador da IBCT Com a conclusão das etapas e a aquisição definitiva da área, a igreja passou a contar com a segurança jurídica proporcionada pela escritura, encerrando um período de espera e abrindo a possibilidade de planejar o futuro da instituição e do espaço com maior segurança. Uma construção coletiva Fundada em 13 de outubro de 1962, na QNA, em Taguatinga, a Igreja Batista Central chega aos 64 anos com uma história ligada à formação de famílias, ao acolhimento de pessoas e à realização de atividades religiosas e comunitárias. A atual sede, na EPTG, foi inaugurada em 26 de dezembro de 2010, em uma área de aproximadamente quatro mil metros quadrados. Desde então, o espaço passou a receber cultos, encontros, atividades de formação e ações destinadas à comunidade. 1962 Ano de fundação da Igreja Batista Central A construção e a consolidação da sede, no entanto, não foram conduzidas a distância pelos fiéis. A comunidade participou das obras, dos projetos e das reuniões realizadas ao longo dessa trajetória. O envolvimento criou um sentimento de pertencimento que ficou evidente durante o Culto da Vitória. Por isso, a escritura tem um significado que ultrapassa a formalização da propriedade. Ela dá segurança jurídica a um espaço que foi construído material e afetivamente por diferentes gerações e cuja regularização foi acompanhada de perto pelos próprios membros da igreja. “Este é um momento de muita gratidão. Foram muitos anos de espera, trabalho, oração e perseverança. Hoje celebramos não apenas a conquista de um documento, mas o resultado de uma caminhada que envolveu muitas pessoas e diferentes etapas. Somos gratos a todos que contribuíram para que chegássemos até aqui e, de maneira especial, à Terracap por sua colaboração nesse processo”, afirmou o pastor Matheus Guerra, presidente da IBCT. A escritura do imóvel representa o resultado de uma caminhada que envolveu muitas pessoas e diferentes etapas Representando a Terracap, participaram da celebração o diretor comercial da companhia, Renato Leal, e a presidente da Comissão Permanente de Venda Direta (Coved), Kenya Cristina Alves. A atuação da agência foi reconhecida durante o culto como parte do processo que possibilitou à instituição alcançar a regularização definitiva do imóvel. *Com informações da Terracap
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Encontro com o Cerrado 2026 reúne academia, sociedade e gestão pública na UnDF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em alusão ao Mês do Cerrado, a sede da Universidade do Distrito Federal (UnDF), no Lago Norte, sediará, no próximo dia 30/9, o “Encontro com o Cerrado 2026: Universidade, território e oportunidades para o futuro”. O evento, concebido de forma colaborativa com o Conselho Deliberativo da Reserva da Biosfera do Cerrado/Unesco e diversas instituições parceiras, reunirá até 200 participantes. Com caráter estritamente técnico, acadêmico e propositivo, o seminário tem como eixo central o fortalecimento do diálogo intersetorial entre produtores rurais, comunidade científica, órgãos de gestão, controle e organizações da sociedade civil. A programação busca dar visibilidade a iniciativas de conservação, manejo sustentável e desenvolvimento territorial regenerativo no Distrito Federal e entorno. O evento, concebido de forma colaborativa, reunirá até 200 participantes | Foto: Divulgação/UnDF O evento está estruturado em três ambientes integrados, combinando debate conceitual, aprendizagem prática e contato direto com a sociobiodiversidade. Veja abaixo. - Plenária técnica e deliberativa: espaço dedicado ao debate de diretrizes estratégicas, governança colaborativa e resiliência territorial. O ponto alto da agenda deliberativa será a instauração da mesa técnica sobre a concepção da Escola do Cerrado, projeto articulado conjuntamente pela UnDF, IPEDF, Seagri, Emater-DF, Sema, Brasília Ambiental, MPF, SPU e demais órgãos. - Oficinas práticas paralelas: atividades focadas na troca de conhecimentos operacionais, incluindo coleta de sementes nativas, produção de mudas, manejo de áreas de restauração, convivência com a fauna silvestre e gestão territorial de mananciais. - Exposições e Espaço Sabores do Cerrado: feira de sociobiodiversidade com demonstração e comercialização de produtos da agricultura familiar e extrativismo sustentável, como derivados de baunilhas nativas, produtos da meliponicultura e artesanatos regionais. O encontro destaca o papel fundamental da Reserva da Biosfera do Cerrado (RBC) — reconhecida pela Unesco — como instrumento de planejamento e articulação territorial. O modelo reforça a integração entre a conservação ecossistêmica e o desenvolvimento socioeconômico sustentável, evidenciando o protagonismo dos produtores rurais e comunidades locais na preservação dos recursos hídricos e da biodiversidade do bioma. *Com informações da UnDF
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