Capacitação para o Sistema Eletrônico de Informações – SEI
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Campanha de multivacinação no DF registra mais de 208 mil doses aplicadas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Encerrada em 1º de setembro, a campanha de multivacinação de 2026 registrou 208.389 doses aplicadas em crianças, adolescentes, adultos e idosos desde 3 de agosto. O número representa um acréscimo de 10% em relação ao mesmo período de 2025. A campanha focou, principalmente, no público infantojuvenil com esquemas vacinais incompletos, sem deixar de lado a proteção de adultos e idosos. Embora a adesão tenha aumentado, a gerente da Rede de Frio da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Tereza Luiza Pereira, explica que quem ainda não se vacinou pode procurar as unidades de saúde. “O DF apresenta baixa adesão para as vacinas do calendário básico infantil. Esse cenário acende o alerta para o risco de retorno de algumas doenças no território nacional, como o sarampo, atualmente com circulação viral no estado de São Paulo". Segundo a especialista, a vacinação continua sendo a maneira mais eficaz de impedir que doenças retornem e impactem o coletivo. "Quanto mais pessoas imunizadas, menos chances um vírus tem de encontrar um ambiente suscetível para se espalhar e adoecer a população local." Doses durante todo o ano A vacinação continua disponível durante todo o ano em diversas unidades de saúde do DF, de segunda a sexta-feira e, em alguns pontos, também aos sábados. Os locais e os horários de funcionamento estão disponíveis na página de locais de vacinação da SES-DF. “A campanha foi um incentivo para estimular a vacinação e aumentar o número de doses aplicadas. Mas a população pode continuar procurando as unidades básicas de saúde (UBSs) mesmo fora desse período. O importante é deixar o cartão atualizado!”, destaca a gerente. *Com informações da SES-DF
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DF amplia capacidade de monitoramento de doenças
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Treze laboratórios da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) passam, ao longo de 2026, por uma capacitação conduzida pelo Laboratório Central de Saúde Pública do DF (Lacen-DF) para ampliar a capacidade de monitoramento de doenças causadas por microrganismos. O objetivo é garantir maior precisão em diagnósticos de doenças como meningite, tuberculose e infecções bacterianas, com possibilidade de ampliação para quadros causados por vírus e fungos. A chefe do Núcleo de Bacteriologia da Gerência de Biologia Médica do Lacen-DF, Glaura Caldo, explica que o ganho da capacitação é duplo. “A qualificação foca na capacidade dessas unidades em entregarem diagnósticos cada vez mais adequados para o paciente e, ao mesmo tempo, também tenham a capacidade de triar as bactérias necessárias para a vigilância epidemiológica", explica. Isso significa que exames coletados de pacientes em qualquer unidade da SES-DF, seja um hospital, uma unidade básica de saúde (UBS) ou um ambulatório, podem resultar em alertas sobre a presença de um novo tipo de doença na população. Teste prático O treinamento envolve um teste prático. O Lacen-DF envia amostras-teste para serem analisadas como se fossem exames de pacientes. Em seguida, os laboratórios regionais, a maioria localizada nos hospitais da SES-DF, precisam entregar o resultado. São avaliados tanto o tempo para a liberação do resultado quanto a precisão dos diagnósticos. O objetivo da iniciativa é garantir maior precisão em diagnósticos de doenças como meningite, tuberculose e infecções bacterianas, com possibilidade de ampliação para quadros causados por vírus e fungos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Também entra no foco a capacidade de utilização de equipamentos disponíveis nos laboratórios regionais, como o MicroScan WalkAway, capaz de fazer a identificação de bactérias e seu perfil de sensibilidade aos antimicrobianos. "Fazemos um controle de qualidade com cepas bem diferentes, incluindo amostras raras. Podemos ter a certeza que a população está muito bem assistida em todos os laboratórios. Mas sempre queremos aprimorar", conta Glaura Caldo. Profissionais que passam pela avaliação também aprovam a metodologia. “É uma espécie de ensaio de proficiência. Além de treinar os profissionais que estão fazendo os exames, conseguimos padronizar os laboratórios da rede”, opina o biomédico do Núcleo de Patologia Clínica do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), Samuel Araújo. O HRT tem o maior laboratório regional sob gestão direta da SES-DF, com 200 a 300 amostras para cultura microbiológica avaliadas por dia. A padronização é uma meta do Lacen-DF. Periodicamente, os resultados são discutidos com representantes dos 13 laboratórios para proposição de melhorias e troca de experiências. Um ganho mútuo de conhecimento. “Aprendemos com as melhores práticas. Incorporamos, por exemplo, conhecimentos sobre um processo para diferenciação de bactérias”, conta o biomédico do HRT. Além do HRT, também participam das capacitações servidores lotados nos setores de microbiologia dos laboratórios dos hospitais regionais de Planaltina (HRPl), Sobradinho (HRS), da Região Leste (HRL), Asa Norte (Hran), Guará (HRGu), Gama (HRG), Samambaia (HRSam), Ceilândia (HRC) e Brazlândia (HRBz), no Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib), no Laboratório Regional do Guará e no Laboratório Regional de Ceilândia. Juntos, esses laboratórios e o Lacen-DF integram uma rede que realiza mais de 15 milhões de exames ao ano. Novas tecnologias, mais serviços A diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes, ressalta que, ao longo dos anos, houve avanços nas técnicas empregadas, o que permite aprimorar os serviços à população. “A entrega aumentou graças ao advento da automação e de equipamentos que produzem muitos exames por minuto”, conta. Novos serviços também foram adicionados à rede. Hoje, o Lacen-DF é capaz de fazer a vigilância genômica das amostras. "É um passo que permite detectar o tipo de bactéria ou de vírus e saber até se é o caso de uma nova cepa", explica a diretora. Essa capacidade é especialmente necessária para a dengue, que tem quatro tipos já identificados. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Projeto O DF Que a Gente Quer apresenta novos estudos para planejar o futuro do Distrito Federal
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O projeto O DF que a Gente Quer entra em uma nova fase com a consolidação de estudos e propostas que poderão contribuir para o planejamento do futuro do Distrito Federal. A iniciativa reúne dados, estudos técnicos e contribuições da sociedade para compreender melhor as necessidades e potencialidades das 37 regiões administrativas. Entre as próximas entregas estão duas publicações estratégicas. O Panorama do Desenvolvimento do Distrito Federal 2026 reunirá indicadores, análises e cenários sobre o território. Já o livro O DF que a Gente Quer em 2040, será lançado no dia 29 de setembro, às 19h, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), e apresentará diagnósticos e propostas para um desenvolvimento sustentável e de longo prazo. A nova etapa também terá um olhar especial para Água Quente e Fercal, que receberão um projeto-piloto de vulnerabilidade urbana. A proposta é identificar desafios e oportunidades relacionados a áreas como infraestrutura, habitação, mobilidade e regularização fundiária, ajudando a definir prioridades para futuras intervenções. O trabalho aproveita contribuições reunidas ao longo do projeto, incluindo o hackatown das Regiões Administrativas, as câmaras técnicas do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF), estudos com apoio metodológico da Fundação Dom Cabral e o evento de legitimação. Ao todo, cerca de 2,5 mil pessoas devem ser diretamente envolvidas ou beneficiadas pelas atividades. Ao integrar ciência, tecnologia, inovação e participação social, o projeto O DF que a Gente Quer amplia a produção de conhecimento sobre o território e cria novas ferramentas para apoiar decisões e políticas públicas. Para a Secti-DF, a iniciativa reforça a importância de transformar dados e conhecimento em soluções capazes de contribuir para um Distrito Federal mais planejado, integrado e preparado para os desafios do futuro. Serviço Lançamento do livro O DF Que a Gente Quer em 2040 Data: 29 de setembro Horário: das 19h às 21h Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) Endereço: Setor de Indústrias Gráficas, Plano Piloto Participação: Por convite. *Com informações da Secti-DF
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