Agências do trabalhador oferecem 1.953 vagas nesta terça-feira (18)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (18), 1.953 vagas a candidatos em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho. As chances contemplam profissionais de diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência, incluindo quem busca o primeiro emprego. O maior salário entre as vagas ofertadas é para o cargo de calceteiro, com dez vagas na Asa Sul e remuneração de R$ 3,4 mil, além dos benefícios. Outro cargo que se destaca pela quantidade de vagas oferecidas é o de operador de empilhadeira, com 180 oportunidades. A remuneração chega a R$ 2,4 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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IgesDF abre seleção para área financeira e enfermagem em nefrologia
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para dois novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para analista financeiro e enfermeiro com atuação em nefrologia, com remunerações de até R$ 5.119,06. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas são de 40 horas semanais para o cargo de analista financeiro e 36 horas para enfermeiro. Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, conforme previsão em Acordo Coletivo de Trabalho (na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento de alimentação no local de trabalho), além de auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio maternidade e paternidade estendidos e auxílio funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Contratação dos profissionais será por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo IgesDF | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF Área financeira O Edital nº 089/2026 prevê cadastro de reserva para Analista II – Financeiro, com remuneração bruta de R$ 5.119,06 e carga horária mínima de 40 horas semanais. Para concorrer, é necessário ter graduação em administração, ciências contábeis, economia ou gestão financeira, reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), além de pós-graduação completa ou em andamento em finanças, controladoria, gestão financeira, aministração hospitalar ou gestão em saúde. O edital também exige experiência mínima de seis meses como analista na área financeira e no acompanhamento de indicadores. Entre os requisitos desejáveis estão cursos de gestão financeira ou rotinas financeiras e de Excel, além de experiência no setor financeiro em ambiente hospitalar. Enfermagem em nefrologia O Edital nº 090/2026 é destinado à formação de cadastro de reserva para enfermeiro com atuação em nefrologia, com remuneração bruta de R$ 4.894,57 e jornada mínima de 36 horas semanais. Os candidatos devem ter graduação em enfermagem reconhecida pelo MEC, registro no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses na assistência a pacientes da especialidade. A pós-graduação completa em enfermagem em nefrologia é considerada um diferencial na seleção. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo endereço Processo Seletivo - IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os editais têm como objetivo a formação de cadastro de reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF amplia seu banco de profissionais para fortalecer tanto a gestão dos recursos institucionais quanto a assistência especializada aos pacientes com doenças renais. *Com informações do IgesDF
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Águas Claras, Jardim Botânico e Samambaia terão desligamento de energia nesta sexta-feira (21)
Águas Claras, Jardim Botânico e Samambaia terão o fornecimento de energia interrompido nesta sexta-feira (21) para a execução de serviços de manutenção da rede elétrica. A interrupção é necessária para garantir a segurança das equipes responsáveis pelos trabalhos e da população. Em Águas Claras, a interrupção ocorrerá das 9h às 10h, na Quadra 106, Lotes 03 e 04. Já das 11h às 12h, o serviço será realizado na Avenida Jequitibá, Lote 885, e na Rua 37 Sul, Lote 10. No Jardim Botânico, o fornecimento ficará temporariamente suspenso das 10h às 16h, no Condomínio Ouro Vermelho I, Quadra 08, e no Ouro Vermelho II, Quadra 11, Lotes 15, 16 e 17. Em Samambaia, o fornecimento de energia será interrompido das 9h às 13h, no Núcleo Rural Lage Jiboia, Chácara Pôr do Sol. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Curso capacita profissionais para atendimento humanizado em casos de desaparecimento
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Esta segunda-feira (17/8) marcou a abertura da segunda edição do Curso Básico de Atendimento Humanizado ao Desaparecimento de Pessoas, promovido pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A formação, coordenada pela Subsecretaria de Integração de Políticas Públicas de Segurança (Subisp), reúne 45 profissionais da secretaria, das polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Capacitação é ministrada na Egov e envolve profissionais de diferentes áeras de atuação | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Ministrado na Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), o curso vai até 28 de agosto e tem carga horária de 40 horas-aula, no período das 14h às 18h. A capacitação é voltada principalmente aos profissionais que atuam na linha de frente e fazem os primeiros encaminhamentos após a comunicação de um desaparecimento. Regilene Rozal, secretária-executiva de Políticas de Segurança Pública: “A ideia é que essas corporações estejam mais bem-preparadas para prestar esse primeiro atendimento para que a gente tenha, a partir do registro da ocorrência, um melhor direcionamento das investigações e dos primeiros atos” Com a proposta de qualificar a atuação das equipes para que o atendimento às vítimas e aos familiares seja ético, empático e tecnicamente adequado, a integração busca promover procedimentos padronizados entre as instituições e reduzir o intervalo entre o registro da ocorrência e a adoção das primeiras medidas de busca, etapa considerada relevante para a localização da pessoa desaparecida. De acordo com a secretária-executiva institucional e de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira Rozal, a metodologia consiste em abordar os procedimentos que devem ser adotados pelas corporações de acordo com suas atribuições. A gestora lembra que policiais de diferentes áreas da PCDF participam da capacitação — incluindo profissionais das unidades especializadas e das circunscricionais responsáveis pelo registro das ocorrências — e que a programação do curso inclui exposições e visitas a órgãos e instituições relacionadas à pauta do desaparecimento de pessoas. “É um curso que vai qualificar a nossa primeira resposta aos desaparecimentos aqui no Distrito Federal”, reforça. “A ideia é que essas corporações estejam mais bem-preparadas para prestar esse primeiro atendimento para que a gente tenha, a partir do registro da ocorrência, um melhor direcionamento das investigações e dos primeiros atos.” Atualização profissional O terceiro sargente do CBMF Lucas Souza participa da formação: “É importante fazer esses cursos para atender melhor a população e saber como agir em situações em que nos deparamos com familiares de pessoas desaparecidas” Entre os participantes está a agente da PCDF Alessandra Oliveira, de 47 anos. Para ela, o conteúdo das aulas pode contribuir diretamente para o trabalho desenvolvido na delegacia, especialmente no contato com familiares de pessoas desaparecidas. “Esse curso vai ser de suma importância para tratarmos da integração dos familiares de maneira mais humanizada e atualizada durante as ocorrências”, avalia. Também aluno da formação, o terceiro sargento do CBMDF Lucas Gabriel Souza, 36, ressalta a importância de levar os conhecimentos adquiridos para outros integrantes da corporação, sempre atualizando as formas de abordagem profissional: “É importante fazer esses cursos para atender melhor a população e saber como agir em situações em que nos deparamos com familiares de pessoas desaparecidas. Assim podemos levar essas informações atualizadas para o nosso quartel e expandir para os outros militares também”. Política distrital A iniciativa está inserida na Política Distrital de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas, instituída pelo Decreto nº 47.653, de 2 de setembro de 2025. A norma estabelece, entre seus princípios, a prioridade e o caráter de urgência na busca e localização de pessoas desaparecidas, a proteção e assistência integral às vítimas e familiares, e a continuidade das buscas até a localização física ou científica. A política distrital também está alinhada à Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas, criada pela Lei Federal nº 13.812/2019. A legislação instituiu ainda o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas, destinado a reunir e integrar informações sobre os casos para contribuir com as buscas e com a gestão dos dados pelas instituições responsáveis. A capacitação é financiada pelo Fundo de Segurança Pública do Distrito Federal (Fusp-DF) e integra o programa de formação continuada dos profissionais da segurança pública. A iniciativa também faz parte do fortalecimento da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas, que reúne instituições envolvidas na prevenção, no atendimento e nas ações de busca. O DF também participa de mecanismos nacionais de resposta rápida. Em julho deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que o Distrito Federal estava entre as unidades da Federação que acionaram o Alerta Amber, ferramenta destinada à divulgação de informações sobre crianças e adolescentes desaparecidos em situação de risco iminente.
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