Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Alimentação também faz diferença nos dias de calor intenso

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Os brasilienses devem enfrentar mais um fim de semana de calor intenso e baixa umidade do ar. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), o Distrito Federal está sob alerta de perigo devido à baixa umidade relativa do ar, que pode chegar a 20% em algumas regiões. Nesse cenário, manter a hidratação vai além de beber água. A alimentação também pode contribuir para a reposição de líquidos. A nutricionista do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Laryssa Paz, explica que frutas, verduras e legumes ricos em água são aliados importantes nos dias mais quentes. “Parte da nossa hidratação vem dos alimentos, especialmente daqueles naturalmente ricos em água. Frutas, verduras e legumes podem ser grandes aliados durante os períodos mais quentes”, destaca. Entre as frutas, boas opções são: melancia, melão, laranja, tangerina, morango, abacaxi, pêssego e mamão. No grupo dos vegetais: pepino, tomate, alface, abobrinha, chuchu, cenoura e folhas em geral também contribuem para a ingestão de líquidos. Leite e preparações à base de alimentos in natura ou minimamente processados podem complementar a hidratação. Laryssa Paz, nutricionista: “Parte da nossa hidratação vem dos alimentos, especialmente daqueles naturalmente ricos em água" | Fotos: Divulgação   O farmacêutico Gustavo Vasconcelos conta que, até pouco tempo, não costumava associar a alimentação aos cuidados necessários durante períodos de calor intenso. “Quando o tempo fica muito quente e seco, minha principal preocupação sempre foi lembrar de beber água ao longo do dia. Eu não tinha o hábito de pensar que frutas, verduras e outros alimentos também contribuem para a hidratação”, relata. De acordo com o Ministério da Saúde, a maior parte das frutas apresenta entre 80% e 90% de água em sua composição. Verduras e legumes também apresentam elevado teor de água e podem contribuir para a hidratação do organismo. Calor também exige cuidado com os alimentos Se, por um lado, alguns alimentos auxiliam na hidratação, por outro, as altas temperaturas exigem atenção redobrada com a conservação. O calor favorece a multiplicação de microrganismos quando os alimentos permanecem por períodos prolongados em condições inadequadas de armazenamento. “O calor, por si só, não causa intoxicação alimentar, mas cria condições favoráveis à proliferação de microrganismos quando os alimentos permanecem por muito tempo em temperatura inadequada”, alerta Laryssa. O cuidado deve ser reforçado, principalmente com carnes, ovos, leite e derivados, maionese e outras preparações perecíveis. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) orienta que alimentos quentes sejam mantidos acima de 60°C e os frios, abaixo de 5°C. Também é importante reduzir o intervalo entre o preparo e o consumo. Se, por um lado, alguns alimentos auxiliam na hidratação, por outro, as altas temperaturas exigem atenção redobrada com a conservação   Organização da geladeira A forma como os alimentos são armazenados também interfere na segurança e na qualidade das refeições. Alguns cuidados simples ajudam a preservar os produtos e reduzir o risco de contaminação: Não sobrecarregar as prateleiras, permitindo a circulação do ar frio; Evitar bloquear as saídas de ventilação do equipamento; Armazenar os alimentos em recipientes limpos e tampados; Dar preferência a potes de vidro, que facilitam a conservação e a visualização dos alimentos; Identificar as preparações com a data de preparo; Manter os alimentos mais antigos na parte da frente para facilitar o consumo; Evitar abrir a porta da geladeira sem necessidade; Manter alimentos crus separados daqueles prontos para consumo; Verificar regularmente os prazos de validade e descartar produtos com alterações de odor, cor ou textura. Segundo a nutricionista, refeições preparadas que não serão consumidas imediatamente devem ser refrigeradas o mais rápido possível. Para facilitar a compreensão, ela resume a orientação em uma fórmula simples: Calor + tempo + alimento = maior risco de multiplicação de microrganismos. “Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a prevenir problemas e garantem mais bem-estar”, conclui.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Painel reúne dados sobre atendimentos a pessoas em situação de violência no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, o Agosto Lilás, a rede pública de saúde amplia seu rastreio de atendimentos às vítimas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a consolidar os dados da assistência em um único painel, que mostra detalhes, como região administrativa, gênero e faixa etária dos pacientes. "Agora, vemos, em forma de gráficos e números, o tamanho da demanda que chega para a saúde. É possível também quantificar e qualificar melhor os perfis de pessoas em situação de violência. É uma forma de desenhar a política pública", explica a assistente social da Subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Elizabeth Maulaz.  Perfil da violência No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs). É possível localizar a unidade mais próxima por meio do CEP residencial. No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs) | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Painel de Monitoramento dos Atendimentos às Pessoas em Situação de Violência permite organizar esses atendimentos. Nos gráficos, é possível verificar, por exemplo, que as mulheres são as maiores vítimas. As adultas representam 40,73% do total dos pacientes. O segundo grupo mais afetado é o de meninas (13,41%) e o de adolescentes do sexo feminino (13,15%). Só depois vêm os meninos (10,74%), adolescentes (8,90%) e adultos (8,75%) do sexo masculino. Essa predominância das mulheres entre as vítimas se mantém entre os idosos: do total de atendimentos, 3,08% foram de mulheres idosas, contra 1,24% que representam os homens. Ao todo, em seis meses deste ano, foram 16.357 (70,36%) atendimentos ao sexo feminino e 6.890 (29,64%) ao público masculino. Destaca-se que o número de atendimentos supera a quantidade de pessoas acompanhadas porque uma mesma pessoa pode receber mais de um tipo de assistência. Os dados são referentes a diferentes serviços, como terapias em grupo, atendimento multiprofissional, consultas e atividades educativas. Na visão de Maulaz, são informações que ajudam a compreender os desafios enfrentados. "A cultura é a rocha mais difícil de ser abalada em uma sociedade. Precisamos de um trabalho contínuo de sensibilização pelo fim da violência e do feminicídio." Serviços na rede pública Além dos centros especializados, a população do Distrito Federal tem à disposição outros serviços de cuidado a pessoas em situação de violência. Das unidades básicas de saúde (UBSs) às ambulâncias, passando pelas emergências dos hospitais e pelas policlínicas, os profissionais estão preparados para identificar situações de violência, seja física, psicológica ou até patrimonial. Outros atos, como abandono, negligência, trabalho infantil e tráfico de seres humanos, estão no foco da Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas em Situação de Violência da SES-DF, lançada em 2025. O documento também prevê ações educativas tanto para servidores quanto para a sociedade.    *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Thumbnail

UnDF recebe Moção de Louvor em sessão solene da Câmara Legislativa

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Em celebração pelos cinco anos de inauguração da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) concedeu à instituição uma Moção de Louvor durante sessão solene realizada na última sexta-feira (14/8), no plenário da Casa. A homenagem reconheceu a relevância da universidade para a educação pública superior e sua contribuição para o desenvolvimento social do Distrito Federal.  Presidida pelo deputado distrital Gabriel Magno, membro da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF, a solenidade teve como objetivo destacar a importância da UnDF e valorizar a educação pública superior no Distrito Federal. Compuseram a mesa de honra a reitora interina da UnDF, professora Fernanda Marsaro, além de representantes do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), da seção sindical dos docentes da UnDF (SinDUnDF) e do corpo discente da universidade. A cerimônia também contou com a participação de servidores técnico-administrativos, docentes e discentes da UnDF, além de convidados ligados à área da educação. Durante os discursos, foram destacadas iniciativas da universidade voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior público, às políticas de assistência e permanência estudantil e à valorização dos profissionais que integram a instituição, tanto das carreiras técnico-administrativas quanto docentes.   *Com informações da UnDF

Ler mais...

Thumbnail

Fisioterapia pélvica ajuda mulheres a retomar a rotina após cirurgias ginecológicas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A recuperação após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional exige cuidados que vão além do repouso. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o serviço de Fisioterapia em Saúde da Mulher acolhe e acompanha mulheres nessas e em outras situações, contribuindo para uma recuperação mais segura e para a retomada gradual das atividades do dia a dia. Entre as abordagens oferecidas está a fisioterapia pélvica, voltada à musculatura do assoalho pélvico, responsável pela sustentação de órgãos como bexiga, útero e intestino. Alterações nessa região podem ocorrer após cirurgias, gestações e partos e provocar sintomas como incontinência urinária, dores, sensação de peso vaginal e dificuldades funcionais. Segundo a fisioterapeuta Giovanna Cassaro, muitas mulheres convivem com esses sintomas sem saber que existem formas de tratamento. "O objetivo é orientar, reabilitar e ajudá-las a identificar possíveis disfunções para que façam o tratamento adequado”, explica. Além do trabalho específico com a musculatura pélvica, o acompanhamento fisioterapêutico contribui para prevenir complicações, reduzir desconfortos e recuperar a funcionalidade, favorecendo um retorno mais seguro à rotina. Reabilitação que faz diferença Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM | Foto: Divulgação/IgesDF Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM. Antes da cirurgia, os sangramentos intensos afetavam diretamente sua qualidade de vida. Durante a recuperação, ela encontrou na fisioterapia mais um apoio para retomar as atividades. “Os sangramentos eram muito intensos e impactavam diretamente minha qualidade de vida. Desde o primeiro atendimento, me senti acolhida e os fisioterapeutas têm contribuído muito para minha recuperação”, relata. Embora seguir as orientações de repouso seja importante após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional, permanecer muito tempo sem se movimentar pode dificultar a recuperação. Por isso, a equipe incentiva a movimentação gradual, sempre respeitando os limites da paciente e as recomendações médicas. “Nos primeiros dias, pode ser comum sentir desconforto na região operada, principalmente quando as orientações não são seguidas. Ao realizar as atividades de forma ergonômica e adaptada, a tendência é melhorar progressivamente, proporcionando mais liberdade à paciente”, explica Giovanna. Entre as orientações estão a maneira adequada de levantar da cama, pequenas caminhadas ao longo do dia e exercícios respiratórios, que auxiliam na oxigenação do organismo e na redução da tensão muscular. A ativação da musculatura abdominal e do assoalho pélvico também pode fazer parte da recuperação. “São exercícios simples, mas que auxiliam no suporte da musculatura, na estabilidade do corpo e na recuperação funcional da paciente”, destaca a fisioterapeuta. Cuidados durante a recuperação Alguns hábitos também podem contribuir para uma recuperação mais confortável, como manter uma boa hidratação, consumir fibras conforme orientação nutricional e evitar esforço excessivo durante a evacuação. Após cirurgias ginecológicas, também é fundamental respeitar as recomendações da equipe assistencial. Entre os cuidados estão evitar carregar peso nas primeiras semanas, cumprir o período de repouso indicado, não retomar atividades físicas sem liberação médica e seguir corretamente as orientações sobre atividade sexual. A retomada das atividades deve ocorrer gradualmente, respeitando as condições e necessidades de cada paciente. Informação como aliada do cuidado Para reforçar as orientações oferecidas às mulheres, o Serviço de Saúde Funcional (Sesaf) desenvolveu a cartilha “Recuperação Pélvica e Funcional”, que reúne informações sobre o processo de reabilitação, sinais de alerta, cuidados e exercícios que podem auxiliar durante esse período. O material também apresenta situações em que é necessário procurar atendimento especializado, contribuindo para a identificação precoce de possíveis alterações e para a busca pelo cuidado adequado. Dessa forma, a cartilha complementa o trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional e amplia o acesso das pacientes a informações importantes para uma recuperação mais segura e consciente.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador