Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Thumbnail

Torcedores devem observar orientações de acesso e trânsito para o jogo Gama x São José, no Bezerrão

Torcedores que forem ao Estádio Valmir Campelo Bezerra, o Bezerrão, no Gama, neste domingo (16), para a partida entre Gama e São José-RS, devem ficar atentos às orientações de acesso, trânsito e segurança previstas para o evento. O jogo, válido pela Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, começa às 16h, com abertura dos portões duas horas antes, às 14h. A previsão é de público de até 16,4 mil pessoas, de acordo com os organizadores. O Planejamento Operacional prevê orientações para a chegada e a saída dos torcedores. A partida será realizada com torcida única do Gama, conforme acordo entre as agremiações. O acesso do público ocorrerá pelos setores Oeste, Leste, Norte e Sul do estádio. Delegações, profissionais de imprensa e demais credenciados utilizarão acessos específicos.  Haverá operação para organizar o fluxo de veículos nas imediações do Bezerrão | Foto: Divulgação A orientação é para que os torcedores cheguem com antecedência e, sempre que possível, utilizem transporte coletivo ou compartilhado. A medida contribui para reduzir a concentração de veículos nas vias próximas ao estádio, especialmente no período que antecede a abertura dos portões. Trânsito e embarque Nas imediações do Bezerrão, haverá operação para organizar o fluxo de veículos e pedestres e preservar as áreas destinadas à circulação de ambulâncias e delegações. Haverá bloqueio e controle do trânsito na via do Fórum, nas proximidades do acesso ao Instituto Educacional de Brasília (Ineb), até o semáforo da região. Motoristas que circularem pelo local devem observar a sinalização e as orientações dos agentes. Táxis e veículos de transporte por aplicativo deverão utilizar o estacionamento público externo ao Estádio Bezerrão para embarque e desembarque de passageiros. A utilização da área indicada evita paradas em locais que possam comprometer o fluxo de veículos e a circulação segura dos pedestres. Itens proibidos Antes de sair de casa, o torcedor deve conferir os objetos cuja entrada será proibida. Não será permitido o acesso com: * Garrafas plásticas, copos e recipientes de vidro; * Objetos perfurocortantes, espetinhos, espetos, palitos ou hastes pontiagudas de qualquer material; * Alimentos ou bebidas acondicionados em latas metálicas; * Fogos de artifício, tanto para utilização em ambientes internos quanto externos; * Bandeiras, faixas e instrumentos de percussão de torcidas organizadas que não estejam expressamente autorizados para a partida. Para este jogo, está vedada a entrada de materiais pertencentes à torcida organizada Ira Jovem. Materiais da Torcida Rasta do Gama estão autorizados na arquibancada Norte. Também não é permitido fumar no interior do estádio. A venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos é proibida. Para os demais torcedores, a comercialização de bebidas alcoólicas será permitida somente até 15 minutos do segundo tempo, e o consumo, até os 30 minutos finais da partida. Vestimentas Será permitido o acesso com camisas das equipes participantes da partida e com roupas neutras. Camisas de outros clubes ou de torcidas organizadas que não tenham relação com o jogo não serão permitidas. O ingresso com camisas da Seleção Brasileira poderá ser restringido pelas equipes responsáveis pela segurança, caso a vestimenta seja identificada, no contexto da partida, como elemento capaz de provocar conflito ou associação com torcida adversária. Segurança O público deve seguir a sinalização instalada no entorno e as orientações das equipes responsáveis pelo evento, especialmente durante os períodos de maior movimentação na abertura dos portões e após o término da partida, previsto para as 18h. A recomendação é evitar aglomerações desnecessárias, não bloquear vias ou acessos de emergência e não portar objetos proibidos. Condutas violentas ou que configurem infrações poderão resultar nas medidas previstas em lei. Imprensa Profissionais de imprensa previamente credenciados terão acesso pelo portão de serviço localizado ao lado da escadaria principal do estádio, no Setor Oeste.    

Ler mais...

Thumbnail

DF estabelece novo fluxo de atendimento de saúde mental à população em situação de rua

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou, de forma inovadora, o Modelo de Cuidado Humanizado Integrado no Distrito Federal. Regido pela Lei nº 7.923/26, o sistema estabelece um fluxo assistencial e estrutura de apoio para o acolhimento e tratamento de pessoas em situação de rua, com foco em saúde física e mental, e dependência química. A partir da sua regulamentação, pelo Decreto nº 49.089/26, a norma estrutura fases sucessivas e a integração de diversos órgãos do GDF, para garantir que cada pessoa seja atendida de acordo com suas necessidades específicas de maneira humanizada. O acolhimento passa a ter como regra o caráter voluntário, com internação involuntária apenas em situações excepcionais de risco iminente à vida, violência ou negligência extrema com autocuidados básicos. Triagem ajuda a identificar os casos em que há necessidade de internação, mas o foco é adesão voluntária ao tratamento | Foto: Divulgação/Sedes-DF O fluxo assistencial é iniciado com a pré-triagem, realizada por equipe multidisciplinar das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em busca ativa na rua, visando prioritariamente à adesão voluntária. Se identificados sinais de alerta para necessidade de internação involuntária, aciona-se a equipe especializada. O passo seguinte do fluxo é a triagem, feita por assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros e motorista, com a avaliação da necessidade de internação involuntária e, se caso necessário, acionamento do Samu. A internação involuntária ocorrerá em caráter excepcional, por determinação médica, observando os critérios previstos na Resolução CFM nº 2.057/ 2013. A internação psiquiátrica involuntária deverá, no prazo de 72 horas, ser comunicada ao Ministério Público. Na próxima etapa, o Núcleo de Saúde Mental (Nusam) da SES-DF vai intervir e remover para uma unidade de pronto atendimento (UPA) a pessoa em situação de rua, se houver risco de morte iminente e necessidade de estabilização clínica. Posteriormente, caso necessário, o paciente será encaminhado à Unidade de Cuidados Clínicos em Saúde Mental do Hospital São Vicente de Paula (HSVP). A partir da internação no HSVP, a equipe médica avalia e determina a conduta que pode envolver alta referenciada — para continuidade do tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de referência da residência ou internação de até 90 dias. A partir desse momento, a Sedes-DF dará continuidade ao acolhimento com o acompanhamento no Sistema Único de Assistência Social (Suas), acesso aos programas socioassistenciais e inserção nos serviços das demais políticas para promover a saída qualificada da situação de rua, com preservação da autonomia e do projeto de vida da pessoa atendida. Pelo novo fluxo, quando a pessoa for conduzida à autoridade policial em razão da prática de infração penal que envolva agressão a alguém ou dano ao patrimônio e houver indícios de que a conduta possa estar relacionada a quadro psicótico agudo ou a outro transtorno mental capaz de comprometer, parcial ou totalmente, sua capacidade de compreender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, a autoridade policial poderá acionar o Samu para que a equipe do Núcleo de Saúde Mental possa apoiar a avaliação do quadro e indicar, conforme o caso, necessidade de remoção para unidade de saúde, referência hospitalar em saúde mental, para avaliação médica especializada e possível indicação de internação involuntária Política distrital Decreto regulamenta a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua | Foto: Arquivo/Agência Brasília Além de criar um fluxo assistencial para o acolhimento e tratamento de pessoas em situação de rua com foco em saúde mental e dependência química no DF, o Decreto nº 49.089/2026 que regulamenta a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua também organiza as competências dos órgãos do GDF na execução dos serviços voltados para esse público e fortalece a atuação intersetorial entre saúde, assistência social e direitos humanos. Entre outros pontos, a medida amplia o acesso a redes de apoio, identificação civil e políticas habitacionais. De acordo com o decreto, a coordenação e articulação político-administrativa entre os órgãos e entidades da administração pública distrital e a sociedade civil ficará sob a responsabilidade da Casa Civil. À Sedes-DF caberá a execução das ações de assistência e ação social, transferência de renda, inclusão social e segurança alimentar e nutricional destinadas à população em situação de rua; assegurar a continuidade do acompanhamento no Suas e o acesso aos programas socioassistenciais; e garantir o atendimento nos 18 restaurantes comunitários e unidades de acolhimento, observados os requisitos de segurança e proteção às mulheres. A Lei Distrital nº 7.923/2026 institui diretrizes para o acolhimento humanizado e atenção integral à população em situação de rua no Distrito Federal, como atuação integrada e coordenada entre os órgãos e entidades da administração pública e a sociedade civil; abordagem ativa, qualificada e humanizada da população em situação de rua; produção, integração e transparência de dados para subsidiar a formulação e a avaliação de políticas públicas; capacitação permanente dos agentes públicos; prevenção da violência; articulação com o sistema de justiça para promoção do acesso a direitos; promoção de soluções de moradia digna e inclusão produtiva; e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde para a população em situação de rua, assegurada a atuação articulada das equipes de Consultório na Rua, das Equipes de Saúde da Família e dos demais pontos da Rede de Atenção à Saúde.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

Ler mais...

Thumbnail

Hfaus tem sua criação formalizada por decreto

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus), sob a gestão do Instituto Brasília Ambiental, se tornou oficialmente política pública no Distrito Federal. A formalização aconteceu por meio do Decreto 49.095/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) esta semana. O decreto regulamenta o Serviço de Atendimento Médico-Veterinário e de Reabilitação de Fauna Silvestre. O decreto deixa claro que são objetivos do Hfaus: executar programa de recepção, triagem, marcação, transporte, atendimento veterinário, acondicionamento, reabilitação e apoio na destinação da fauna silvestre. Além disso, faz parte do escopo a realização de consultas, exames, cirurgias, tratamentos e procedimentos de diagnóstico por imagem. O decreto deixa claro que são objetivos do Hfaus: executar programa de recepção, triagem, marcação, transporte, atendimento veterinário, acondicionamento, reabilitação e apoio na destinação da fauna silvestre | Foto: Divulgação O chefe da Gerência de Fauna do Brasília Ambiental, Rodrigo Santos, explica a importância desse marco legal. “O decreto faz com que o Hfaus passe a existir formalmente como política de Estado. Essa formalização dá segurança à continuidade do oferecimento desse serviço”, esclarece. Segundo o gestor, por mais que proteger a fauna faça parte da função do Brasília Ambiental, há a necessidade da institucionalização do serviço por meio de uma legislação. Fato que está explícito nas diretrizes do Hfaus constantes no decreto: “atuar prioritariamente no recebimento de animais silvestres nativos, assegurar o bem-estar animal e a aplicação de protocolos veterinários adequados durante todo o período de permanência no hospital”. O Hfaus está em funcionamento desde fevereiro de 2024. No primeiro ano, atendeu a 1.800 animais. No segundo, foram 2.700; e, somando-se os atendimentos até o final do primeiro semestre deste ano, o total chega a 6 mil atendimentos. “Foi uma escalada. No início, o serviço era algo novo; houve o período de adaptação. Mas agora, que foi estabelecida a confiança na prestação desse serviço, a demanda, que já existia, está totalmente vindo à tona”, esclarece Santos. O gestor lembra também que o Hfaus não atende apenas ao Distrito Federal, mas amplia seu atendimento a várias cidades de Goiás, como Luziânia,  chegando também a municípios mineiros, como Unaí. O Brasília Ambiental já está trabalhando na possível transferência do Hfaus, que hoje funciona em Taguatinga, para dentro de uma de suas unidades de conservação: o Parque Ecológico Burle Marx, localizado no Noroeste/Asa Norte. A ideia é que, no novo espaço, possa acontecer a ampliação do atendimento.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

Ler mais...

Thumbnail

Manual atualiza orientações para profissionais que atuam no enfrentamento à violência doméstica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Profissionais e instituições que atuam no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher passam a contar com uma versão atualizada do Manual do Grupo Refletir. Elaborado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), o material reúne orientações para a implementação e o aperfeiçoamento de grupos reflexivos destinados a homens autores de violência doméstica. O conteúdo pode ser acessado neste link. Com a revisão, o conteúdo passa a refletir as adaptações realizadas a partir da experiência prática das equipes responsáveis pelo programa. Além de orientar a atuação dos facilitadores, o documento permite que procedimentos e conhecimentos acumulados no Distrito Federal sejam consultados e adaptados, observadas as características e necessidades de cada instituição. O documento também reúne práticas adotadas pela equipe técnica ao longo do desenvolvimento do trabalho, com orientações para a condução dos encontros e para o acompanhamento dos participantes.  Publicação pode subsidiar atuação de magistrados, integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública, SSP e demais profissionais que atuam no enfrentamento à violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF De acesso público, a publicação pode ser utilizada por magistrados, integrantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, da segurança pública, psicólogos, assistentes sociais, pesquisadores, gestores e facilitadores de grupos reflexivos, além de outros profissionais que integram a rede de enfrentamento à violência contra a mulher. O material funciona como uma referência técnica para auxiliar instituições interessadas em estruturar grupos reflexivos, com foco na responsabilização dos autores, na mudança de comportamentos e na prevenção de novas situações de violência. Atuação integrada  A atualização do manual é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre a SSP-DF e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), parceria voltada ao desenvolvimento de ações relacionadas à responsabilização de autores de violência doméstica e à prevenção da reincidência. O Grupo Refletir é desenvolvido no âmbito da segurança pública do Distrito Federal e trabalha com homens autores de violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa integra as ações de prevenção à violência contra a mulher desenvolvidas pela SSP-DF e utiliza encontros reflexivos como instrumento para abordar temas relacionados a gênero, violência, relações interpessoais, legislação e autorresponsabilização. Referência para outros profissionais O primeiro Manual do Grupo Refletir foi lançado em 2020 com o objetivo de reunir histórico, diretrizes e metodologia para a realização dos grupos reflexivos. Desde então, a experiência desenvolvida no Distrito Federal tem sido compartilhada com outras instituições e profissionais interessados na implantação de iniciativas semelhantes. A SSP-DF criou o Grupo Refletir em 2018. No mesmo ano, a iniciativa recebeu do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) reconhecimento nacional como prática inovadora de enfrentamento à violência contra as mulheres, desenvolvida por profissionais de segurança pública.  *Com informações da SSP-DF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador