Guará e Ceilândia terão ação de acolhimento à população em situação de rua nesta sexta (31)
Nesta sexta-feira (31), a partir das 9h, servidores estarão no Guará e em Ceilândia para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado pelas pessoas atendidas ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados a um depósito no SIA (Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Acompanhe, abaixo, os pontos demarcados para a ação desta sexta. Guará ⇒ Próximo ao SRIA II QE 36 ⇒ Alça de acesso da Epia para a EPGU ⇒ Atrás da Estação de Tratamento da Caesb ⇒ QE 44, em frente ao Conjunto X ⇒ Próximo ao SRIA II QE 44 ⇒ QE 50 conjuntos C/D ⇒ Próximo ao SRIA II Conjunto P ⇒ SRIA II QE 38 em frente ao Conjunto T ⇒ QE 38, Área Especial 6 ⇒ QE 40 Conjunto R, canteiro central, em frente à Igreja Ebenezer ⇒ QE 24 Conjunto E, Casa 1 Ceilândia ⇒ Lote não cercado na QNN 17 Conjunto B ⇒ QNN 11, área verde ⇒ CNN 1, área pavimentada aberta ⇒ QNN 1, canteiro central da Avenida Hélio Prates ⇒ EQNM 17/19, na área pavimentada próxima ao Quiosque 2 ⇒ Próximo à UBS 10 ⇒ QNP 1, área verde próxima à Feira do Produtor ⇒ EQNN 17/19 Bloco D, área verde ⇒ QNN 37/QNN 29, fundos do Iesb.
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Resultado definitivo da seleção do programa Pontes para o Mundo é publicado
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Educação (SEEDF) divulgou, nesta quarta-feira (29), o resultado definitivo da seleção do programa Pontes para o Mundo. A relação dos 400 estudantes selecionados foi publicada nos sites da SEEDF e do programa. Os contemplados participarão de um intercâmbio no Reino Unido, Canadá, França e Espanha, no segundo semestre deste ano. Após a publicação do resultado, os alunos selecionados deverão acompanhar as orientações da secretaria e cumprir as próximas etapas do processo, que incluem a entrega de atestado de saúde e da autorização de viagem, a participação nas reuniões preparatórias, a emissão do passaporte e os demais procedimentos necessários para o embarque. Os prazos de cada fase serão informados aos estudantes e seus responsáveis pelos canais oficiais do programa. Estudantes selecionados pelo Pontes para o Mundo deverão acompanhar as orientações da Secretaria de Educação e cumprir as próximas etapas do processo e os demais procedimentos necessários para o embarque | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Além disso, será necessário apresentar a documentação prevista no edital e nas orientações complementares do programa, incluindo os documentos pessoais do aluno e dos responsáveis, bem como as autorizações exigidas para a viagem internacional. O intercâmbio terá duração aproximada de três meses. Durante esse período, os participantes frequentarão instituições de ensino e participarão de atividades acadêmicas e culturais no país de destino. *Com informações da Secretaria de Educação
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Mudanças após os 40 anos podem afetar a qualidade de vida da mulher
Aos 57 anos, a assistente administrativa Ieda Soares percebeu que a menopausa trouxe mudanças que ela não esperava. Cansaço, dificuldade de concentração e alterações no corpo passaram a fazer parte da rotina. O que parecia ser apenas uma fase passageira mostrou a importância de compreender as transformações do organismo e buscar orientação médica. Ieda Soares, assistente administrativa: no início, ela sentiu cansaço, dificuldade de concentração e alterações no corpo | Fotos: Divulgação "No início, achei que seria um alívio, mas vieram outros desafios: cansaço, dificuldade de concentração e mudanças no corpo. É uma fase em que você precisa se conhecer de verdade e buscar orientação médica adequada", relata Ieda. A experiência dela é semelhante à de milhões de mulheres. Ondas de calor repentinas, alterações no sono, diminuição da libido e dificuldade de concentração estão entre os sintomas que podem surgir a partir dos 40 anos. Muitas vezes, eles são confundidos com estresse, excesso de trabalho ou até depressão, quando, na verdade, podem indicar o início do climatério, período de transição que antecede a menopausa. "É semelhante à adolescência. Assim como a puberdade não acontece de um dia para o outro, essa transição também ocorre ao longo de vários anos. A menopausa, que é a última menstruação, é apenas um evento dentro desse processo" Ana Carolina Ramiro, ginecologista e obstetra do Hospital Regional de Santa Maria A ginecologista e obstetra Carolina Ramiro, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), explica que climatério e menopausa não são sinônimos. O climatério corresponde a todo o processo de transição hormonal vivido pela mulher, enquanto a menopausa é a última menstruação, confirmada após 12 meses consecutivos sem ciclo menstrual. "É semelhante à adolescência. Assim como a puberdade não acontece de um dia para o outro, essa transição também ocorre ao longo de vários anos. A menopausa, que é a última menstruação, é apenas um evento dentro desse processo", esclarece. Reposição hormonal pode ser uma aliada Segundo a médica, a redução da produção hormonal costuma começar entre os 40 e 45 anos e pode provocar diferentes sintomas. O mais importante é que a mulher não normalize esse desconforto e procure atendimento médico quando as alterações começarem a interferir na qualidade de vida. Durante muitos anos, a terapia de reposição hormonal foi cercada por dúvidas e receios. Atualmente, as evidências científicas mostram que, para a maioria das mulheres, o tratamento pode ser feito com segurança, desde que seja indicado e acompanhado por um profissional. "Hoje sabemos que é um protocolo seguro para a grande maioria das pacientes. Existem contraindicações específicas, como casos de câncer de mama ativo ou histórico da doença, mas cada mulher deve ser avaliada individualmente", explica Ana Carolina. Além de aliviar sintomas como ondas de calor, insônia e alterações de humor, a reposição hormonal também contribui para a proteção da saúde óssea e cardiovascular. Outro benefício é a prevenção da síndrome geniturinária da menopausa, condição que provoca ressecamento e afinamento dos tecidos da região genital e urinária. Ana Carolina Ramiro, ginecologista e obstetra do HRSM: "Atividades como musculação, pilates e exercícios de resistência são muito importantes. Elas ajudam a preservar a massa muscular e a fortalecer os ossos" Reposição hormonal não substitui hábitos saudáveis Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de mulheres estarão na fase pós-menopausa até 2030. O dado reforça a importância de ampliar o acesso à informação e ao acompanhamento médico para que essa etapa da vida seja vivida com mais saúde e qualidade. Apesar dos benefícios da reposição hormonal, Ana Carolina Ramiro ressalta que o tratamento deve estar associado à adoção de hábitos saudáveis. "Atividades como musculação, pilates e exercícios de resistência são muito importantes. Elas ajudam a preservar a massa muscular e a fortalecer os ossos. Ter uma alimentação equilibrada também desempenha papel essencial para a saúde e o bem-estar", destaca. Além da prática regular de atividade física e de uma alimentação equilibrada, manter o acompanhamento ginecológico permite identificar precocemente as mudanças hormonais e definir, de forma individualizada, o tratamento mais adequado para cada mulher.
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Projeto oferece acolhimento a familiares e acompanhantes internados
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma internação transforma a rotina de toda a família. Enquanto o paciente enfrenta o tratamento e o processo de recuperação, familiares e acompanhantes também convivem com a preocupação, o desgaste emocional e longos períodos dentro do ambiente hospitalar. Para acolher quem permanece ao lado dos pacientes, o Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública de saúde do Distrito Federal. A ação foi realizada na última terça-feira (28), no Pronto-Socorro do Hospital de Base (HBDF). Durante a atividade, os participantes realizaram exercícios de respiração guiada, alongamentos, técnicas de relaxamento e momentos de escuta. As ações proporcionaram uma pausa na rotina intensa vivida dentro do ambiente hospitalar e reforçaram que quem acompanha o paciente também precisa de cuidado. O Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) | Foto: Divulgação/Iges-DF Para a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, acolher os acompanhantes fortalece toda a rede de apoio ao paciente. "Muitas vezes, o acompanhante passa dias no hospital, dorme pouco, se movimenta pouco e vive sob intensa carga emocional. Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada", afirma. Além das atividades de bem-estar, os participantes responderam a uma pesquisa para mapear o interesse em cursos gratuitos de capacitação profissional. A expectativa é que as primeiras turmas sejam realizadas em parceria com o Sebrae e, futuramente, também contem com a participação da Coordenação Multiprofissional do Hospital de Base. "Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada" Letícia Ângelo, chefe do Núcleo de Humanização do HBDF Projeto terá encontros quinzenais A previsão é que os encontros ocorram a cada quinze dias. Com base nas respostas obtidas na primeira ação, será definido o calendário das próximas atividades e das capacitações. A expectativa é que o Cuidar de Quem Cuida se torne uma estratégia permanente de assistência aos familiares e possa ser ampliado para outras unidades administradas pelo IgesDF. *Com informações do IgesDF
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