Hotel Social completa um ano de funcionamento com mais de 63 mil atendimentos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Nesta quinta-feira (23/7), o Hotel Social do Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan), primeira instituição de acolhimento de pernoite permanente do Distrito Federal, completa um ano de funcionamento. Nesse período, foram prestados mais de 63 mil acolhimentos de pessoas em situação de rua ou em situação de desabrigo temporário. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o serviço funciona das 19h às 7h, com a oferta de duas refeições diárias (jantar e café da manhã), local para fazer higiene pessoal, guardar os pertences e dormir em camas com lençóis e cobertores limpos. O Hotel Social do Saan também conta com um local específico para abrigar animais de estimação dos acolhidos durante a noite. A medida reconhece o vínculo afetivo entre as pessoas e seus animais e supera uma das principais barreiras de acesso ao acolhimento. Em solenidade para marcar o primeiro ano do serviço, na quarta-feira (22), a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, destacou a importância do serviço para garantir dignidade às pessoas em situação de rua no DF. “Um ano de acolhimento. O poder de nada serve, se não for para servir. Completar um ano com mais de 63 mil acolhimentos demonstra que o Hotel Social se consolidou como uma política pública importante para a proteção das pessoas em situação de rua. Nosso compromisso é oferecer um atendimento humanizado, integrado à rede socioassistencial”, comemorou. O Hotel Social faz parte do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, na modalidade pernoite, que atende pessoas que necessitam de proteção imediata | Foto: Divulgação/Sedes-DF O Hotel Social atende até 200 pessoas todas as noites, incluindo finais de semana e feriados. No local, os acolhidos têm acesso a orientações e encaminhamentos para a rede de assistência social e demais políticas públicas de outras áreas, como saúde, educação e trabalho. Juliana Alves, presidente do Instituto Mãos Solidárias, organização da sociedade civil (OSC) que executa o serviço de acolhimento de pernoite no Hotel Social do Saan em parceria com a Sedes, ressalta que a criação do acolhimento aumenta o acesso direto desse público às políticas públicas. “Executar uma política pública não é apenas cumprir metas. É fazer com que direitos previstos no papel cheguem verdadeiramente à vida das pessoas por meio de acolhimento, alimentação, segurança e respeito. Queremos continuar aperfeiçoando o serviço e garantindo que o Hotel Social seja reconhecido não apenas pela quantidade de pessoas que acolhe, mas pela dignidade com que cada pessoa é acolhida”, reforça. Hotel Social O Hotel Social faz parte do Serviço de Acolhimento para Adultos e Famílias, na modalidade pernoite, que atende pessoas que necessitam de proteção imediata, mas que não demandam ou não desejam acolhimento de longa permanência. Nesse caso, o foco é o público em situação de rua. No Saan, o serviço é executado pelo Instituto Mãos Solidárias. No Hotel Social de Taguatinga, inaugurado no início do ano, o acolhimento é realizado pela OSC Coletivo da Cidade. O acolhimento de pernoite foi criado em resposta a uma demanda histórica do Movimento Nacional da População em Situação de Rua e de entidades da rede de proteção social. O serviço adota o modelo de livre acesso, sem necessidade de regulação prévia de vagas, reduz barreiras de acesso aos serviços de acolhimento e amplia a capacidade de resposta do Sistema Único de Assistência Social (Suas). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Riacho Fundo recebe espetáculo que traz reflexão sobre a condição humana
Entre os dias 31 deste mês e 2 de agosto, o espetáculo Janelas estará em cartaz no Riacho Fundo. Com entrada gratuita, a montagem, de Glednna Fernanda e Alzira Bosaipo, propõe uma reflexão sobre a condição humana a partir de uma releitura contemporânea dos sete pecados capitais. Montagem faz referência aos chamados sete pecados capitais, discutindo temas como alienação, culpa e desafios da vida contemporânea | Foto: Divulgação A peça é livremente inspirada em O Processo, de Franz Kafka, e utiliza os sete pecados capitais como alegorias para discutir temas como culpa, alienação, burocracia, relações de trabalho e os desafios da vida contemporânea. O texto dialoga com o teatro do absurdo e incorpora recursos como projeções, vídeos e referências às linguagens digitais para aproximar o público das questões apresentadas em cena. Além das apresentações, o projeto promove uma oficina de construção dramatúrgica, ampliando as ações de formação artística e incentivando o desenvolvimento de novos talentos locais. O espetáculo também fortalece a produção cultural da região e amplia o acesso da população às artes cênicas, contribuindo para a formação de público, a valorização dos artistas locais e o fortalecimento do sentimento de pertencimento da comunidade. A peça reúne os atores Alzira Bosaipo e Jhony Gomantos, em uma proposta que transita por diferentes estéticas teatrais e convida o público a refletir sobre os desafios e contradições da sociedade contemporânea. As apresentações contarão ainda com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e interpretação em Libras. Serviço Janelas → Data: de 31 deste mês a 2 de agosto → Horários: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h → Local: Salão Comunitário do Riacho Fundo (ao lado da administração regional) → Entrada gratuita, com retirada de ingressos por este link → Classificação indicativa: 14 anos.
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Conselhos gestores de unidades de conservação
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Formulário para pesquisa
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