Passeio mostra como Brasília se transformou no berço do rock nacional
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Celebrado em 13 de julho, o Dia Mundial do Rock é uma oportunidade para revisitar a história de um dos gêneros musicais mais marcantes do país. E poucos lugares representam tão bem esse legado quanto Brasília. Berço de bandas que revolucionaram o cenário musical brasileiro, a capital federal preserva essa memória por meio da Rota Brasília Capital do Rock, um roteiro turístico que reúne locais emblemáticos da trajetória de artistas e grupos que fizeram da cidade uma referência nacional do gênero. A Rota Brasília Capital do Rock foi desenvolvida pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) em parceria com a Upis (União Pioneira de Integração Social). O roteiro tem curadoria do músico Philippe Seabra, um dos fundadores da Plebe Rude e um dos principais representantes da cena do rock brasiliense, além de produção de Tata Cavalcante. Durante o passeio, visitantes receberão um miniguia gratuito e conhecerão os locais que marcaram o surgimento e a consolidação de Brasília como berço do rock nacional | Foto: Divulgação/Setur-DF A iniciativa reúne pesquisa histórica e cultural para apresentar aos visitantes os locais que marcaram o surgimento e a consolidação de Brasília como berço do rock nacional. O roteiro conta com um miniguia gratuito que orienta moradores e visitantes a explorar os principais pontos ligados ao rock brasiliense. O material está disponível no site da Setur-DF e apresenta informações sobre cada parada do roteiro, além de curiosidades e do contexto histórico. Viagem pela memória da capital Mais do que um passeio, a Rota Brasília Capital do Rock proporciona uma verdadeira viagem pela memória cultural da cidade. O percurso passa por locais que marcaram a trajetória de bandas como Legião Urbana, Capital Inicial, Plebe Rude, Raimundos e outras que projetaram Brasília para todo o Brasil, fortalecendo a identidade cultural da capital e ampliando as opções de turismo de experiência. A rota conta com mais de 40 pontos sinalizados, distribuídos por diferentes regiões do Distrito Federal, permitindo que o visitante conheça os cenários onde nasceram histórias, músicas e movimentos que ajudaram a consolidar Brasília como a Capital do Rock. Além de valorizar o patrimônio cultural brasiliense, o roteiro fortalece o turismo cultural e criativo ao transformar a história da música em uma experiência acessível para diferentes públicos. O miniguia reúne mapas, informações práticas e sugestões de visitação, tornando o passeio ainda mais completo para quem deseja conhecer Brasília sob uma nova perspectiva. Miniguias temáticos A Rota Brasília Capital do Rock faz parte da Coleção Rotas Brasília, um conjunto de miniguias temáticos elaborados pela Setur-DF para incentivar moradores e turistas a descobrirem diferentes experiências na capital. Além da rota dedicada ao rock, a coleção reúne roteiros voltados ao turismo de natureza, gastronomia, cicloturismo, enoturismo, turismo religioso, turismo infantil e diversas outras temáticas, ampliando as possibilidades de conhecer o Distrito Federal de forma organizada e autoguiada. *Com informações da Setur-DF
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Inscrições para programa de startups seguem abertas até 3 de setembro
As inscrições para programa de startups estão abertas até 3 de setembro deste ano. A chamada pública prevê apoio até 100 projetos inovadores desenvolvidos por startups do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Entorno (Ride). O programa tem como objetivo impulsionar soluções, produtos, serviços e processos com potencial de impacto econômico, social e tecnológico. Podem participar pessoas físicas ou empresas com projetos e vínculo com o DF ou com a Ride. No caso de pessoa física, se a proposta for aprovada, será necessário constituir empresa com sede no DF ou na Ride para a contratação e o recebimento dos recursos. As startups selecionadas também contarão com capacitações, mentorias, acompanhamento técnico e ações de conexão com instituições, empresas e investidores. O edital contempla projetos em áreas como agronegócio, cidades inteligentes e sustentáveis, economia criativa, educação, energia, saúde, biotecnologia, inteligência artificial, internet das coisas, governo digital, logística e demais tecnologias emergentes. As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do programa. Clique aqui e acesse o edital completo.
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Espaços públicos recuperados pelo GDF na Sua Porta passam a integrar rotina de moradores do Itapoã
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O campo de futebol com grama sintética recebe crianças e projetos esportivos. Nos parquinhos, avós acompanham os netos durante as brincadeiras. Nos pontos de encontro comunitário (PECs), moradores praticam exercícios ao ar livre. Os espaços fazem parte do conjunto de intervenções executadas no Itapoã a partir das ordens de serviço assinadas durante o lançamento do programa GDF na Sua Porta. Parque infantil renovado é uma das novidades proporcionadas pelo GDF na Sua Porta à população do Itapoã | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Segundo a Administração Regional do Itapoã, foram concluídos os serviços de manutenção dos PECs e dos parques infantis, a instalação do campo sintético, a recuperação dos abrigos de passageiros da DF-250 e a iluminação da pista de atletismo. As intervenções estavam entre as demandas apresentadas pela região durante a primeira edição do programa. A dona de casa Eunice dos Santos comemora: “Esse espaço ficou muito bom para quem precisa fazer exercício e não pode pagar uma academia” Os equipamentos já fazem parte do cotidiano da comunidade. A dona de casa Eunice Ferreira dos Santos, de 58 anos, frequenta um dos PECs e leva os netos ao parquinho. Para ela, os espaços oferecem uma opção de atividade física e lazer perto de casa. “Esse espaço ficou muito bom para quem precisa fazer exercício e não pode pagar uma academia”, afirma. “A quadra também ficou boa para os jovens, e eu trago as crianças para brincar de manhã ou no fim da tarde. Elas se divertem, gastam energia e ficam menos tempo na frente das telas.” Paulinho Brasília, técnico de futebol: “Uma estrutura como essa beneficia a comunidade e permite que projetos sociais atendam essas crianças” Além dos equipamentos infantis e de ginástica, a comunidade passou a contar com um campo de grama sintética no Itapoã Parque. O técnico de futebol Paulo Araújo dos Santos, conhecido como Paulinho Brasília, pretende abrir no local um novo núcleo do instituto esportivo que dirige. Com 37 anos de experiência no futebol, ele avalia que a estrutura pode ampliar o acesso de crianças e adolescentes a atividades gratuitas. “A maioria dos pais não tem condições de pagar uma escola particular de futebol”, aponta. “Uma estrutura como essa beneficia a comunidade e permite que projetos sociais atendam essas crianças”. Segundo o treinador, o piso sintético também contribui para o desenvolvimento técnico dos jogadores. Como a bola se desloca com maior velocidade, os alunos precisam aprimorar o domínio e o controle durante os treinamentos. “O esporte tem uma importância muito grande na formação da criança e do adolescente”, avalia ele. “Quanto mais campos forem abertos, mais jovens poderão participar de atividades esportivas e permanecer ligados à escola e aos projetos.” Convivência e cuidado José Ribamar da Luz, aposentado: “As pessoas precisam sair mais de casa e ocupar esses ambientes” O aposentado José Ribamar Felix da Luz, 69, pratica atividades físicas desde os 51 anos. Embora tenha reduzido o ritmo por orientação médica, ele mantém as caminhadas e defende que a população utilize e preserve os espaços públicos. “Jovens e idosos vêm ao PEC para fazer exercício, descansar e ter um momento de lazer”, diz. “As pessoas precisam sair mais de casa e ocupar esses ambientes. É um benefício para toda a população, mas também é preciso cuidar do que é nosso.” Acesso ao comércio Outra intervenção autorizada durante o lançamento do programa foi a abertura de vagas de estacionamento na marginal da DF-250. Comerciantes da região afirmam que o espaço facilitou o acesso de clientes e as operações de carga e descarga. O empresário Adilson de Andrade elogia as mudanças: “Agora ficou mais fácil para quem compra, para os lojistas e para as empresas que fazem as entregas” O empresário Adilson Ferreira de Andrade, 59, relata que a falta de vagas afastava consumidores, especialmente idosos e pessoas com dificuldade de locomoção. Em alguns casos, caminhões precisavam parar na pista para descarregar mercadorias. “Era uma demanda antiga”, lembra. “O cliente chegava, não encontrava onde parar e acabava procurando outro lugar. Agora ficou mais fácil para quem compra, para os lojistas e para as empresas que fazem as entregas.” Morador do Itapoã há mais de 20 anos, o borracheiro Tarcísio Vieira Rocha, 77, também percebeu mudanças na organização do trânsito. Antes da abertura das vagas, veículos estacionados diante do estabelecimento dificultavam a entrada de clientes. “Para uma borracharia, é essencial deixar a entrada livre”, pontua. “Quando um carro parava na frente, não havia como outro veículo chegar para fazer o serviço. O estacionamento ajudou a organizar essa área comercial.” Do papel ao uso cotidiano O GDF na Sua Porta foi lançado no Itapoã com a assinatura de 17 documentos, dos quais 15 eram ordens de serviço para obras e serviços de infraestrutura e manutenção urbana. Entre as medidas previstas estavam a substituição de seis parques infantis, a manutenção dos equipamentos de sete PECs, a construção do campo sintético no Itapoã Parque e intervenções na iluminação pública. A pista do Centro de Atletismo do Itapoã foi incluída no programa LED no Jogo. As ordens de serviço também previam a instalação de 45 braços e 45 luminárias em diferentes pontos da região. O GDF na Sua Porta reúne órgãos públicos nas regiões administrativas para receber demandas, prestar serviços e encaminhar solicitações que dependam de outras providências. No Itapoã, parte das intervenções definidas na primeira edição já foi concluída e está em uso pela comunidade.
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