Resultados da pesquisa

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Hospital de Base desenvolve tratamento inédito com células-tronco para regenerar traqueia e laringe

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Pacientes que desenvolveram lesões graves na traqueia ou na laringe após traqueostomias, intubações prolongadas ou outros procedimentos podem ganhar uma nova alternativa de tratamento. O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) está desenvolvendo uma técnica inédita no Brasil que utiliza células-tronco do próprio paciente para estimular a regeneração dos tecidos lesionados e reduzir o risco de novas complicações.  O cirurgião torácico Humberto Alves de Oliveira diz que a necessidade de uma nova técnica mais eficaz ficou evidente após a pandemia de Covid-19 | Fotos: Divulgação/IgesDF O estudo busca oferecer uma opção para pessoas que já esgotaram outras possibilidades terapêuticas e convivem com limitações para respirar, falar e realizar atividades simples do dia a dia.   "Esses casos costumam deixar sequelas permanentes e dificultam atividades simples do dia a dia. Nossa expectativa é oferecer esperança a centenas, talvez milhares de pessoas no Brasil e em outros países que vivem traqueostomizadas e ainda não encontraram uma solução eficaz para o problema" Humberto Alves de Oliveira, cirurgião torácico do Hospital de Base  Responsável pelo desenvolvimento da técnica, o cirurgião torácico Humberto Alves de Oliveira, do Hospital de Base, explica que a necessidade de uma alternativa mais eficaz se tornou ainda mais evidente após a pandemia de Covid-19, quando aumentou o número de pacientes com sequelas provocadas por longos períodos de intubação. "Complicações podem ocorrer sempre que a intubação é necessária, seja em casos de doenças graves, traumas ou outras situações clínicas. Temos um grande número de pacientes internados em UTIs em todo o país, e uma parcela significativa deles pode desenvolver lesões na traqueia ou na laringe." Entre essas complicações está a estenose, caracterizada pelo estreitamento anormal das vias aéreas. A condição compromete a respiração e a fala, e pode surgir após traumas ou períodos prolongados de intubação. A proposta do tratamento é utilizar células-tronco retiradas do próprio paciente para estimular a regeneração adequada dos tecidos lesionados, diminuindo o risco de formação de uma nova estenose. Ao todo, 30 pacientes participarão do estudo. Segundo Humberto, os primeiros resultados são animadores. "Esses casos costumam deixar sequelas permanentes e dificultam atividades simples do dia a dia. Nossa expectativa é oferecer esperança a centenas, talvez milhares de pessoas no Brasil e em outros países que vivem traqueostomizadas e ainda não encontraram uma solução eficaz para o problema." Além da assistência aos pacientes, o projeto também tem foco na produção e na disseminação do conhecimento científico. Com apoio da Diretoria de Ensino, Pesquisa e Inovação (Diep) do IgesDF, as cirurgias são transmitidas ao vivo pelo YouTube, permitindo que profissionais de saúde acompanhem a técnica e contribuam para o avanço da pesquisa.  Dotadas de elevada capacidade de regeneração, as células-tronco favorecem a recuperação do tecido, tornando o processo de cicatrização mais eficiente Como funciona o procedimento Embora o potencial regenerativo das células-tronco já seja amplamente reconhecido pela ciência, esta é a primeira vez que a tecnologia é aplicada no Brasil para o tratamento de lesões na traqueia e na laringe. Segundo Humberto, todo o protocolo foi aprovado pelos órgãos responsáveis pela pesquisa e fiscalização.  "Esse tratamento será indicado para pessoas que já esgotaram as possibilidades cirúrgicas e clínicas disponíveis. Nossa expectativa é promover a regeneração adequada dos tecidos e devolver qualidade de vida a essas pessoas" Antônio Bonaparte, chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do Hospital de Base As células-tronco possuem elevada capacidade de regeneração e atuam estimulando a produção de moléculas que favorecem a cicatrização dos tecidos lesionados. "Quando aplicadas na área da lesão, elas estimulam a produção de novas moléculas e favorecem a recuperação do tecido, tornando o processo de cicatrização mais eficiente." As células são retiradas do próprio paciente durante a cirurgia. Inicialmente, a equipe coleta pequenas porções de tecido adiposo, geralmente da região abdominal. A partir desse material, é preparado o concentrado de células-tronco aplicado diretamente na área lesionada. Após o procedimento, todos os participantes serão acompanhados periodicamente pela equipe do Hospital de Base para avaliar a evolução clínica e documentar os resultados do estudo. O chefe do Serviço de Cirurgia Torácica do HBDF, Antônio Bonaparte, afirma que a técnica poderá ampliar as possibilidades de tratamento para pacientes com lesões complexas. "Esse tratamento será indicado para pessoas que já esgotaram as possibilidades cirúrgicas e clínicas disponíveis. São pacientes que passaram por diversos procedimentos sem sucesso e convivem com casos extremamente complexos. Nossa expectativa é promover a regeneração adequada dos tecidos e devolver qualidade de vida a essas pessoas."  *Com informações do IgesDF

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Apresentação e discussão do RIVI Morada do Sol

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Saiba como ter acesso a benefício que disponibiliza auxílio mensal de R$ 150

O programa DF Social consiste no repasse mensal de R$ 150 para famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. O auxílio é direcionado a núcleos familiares com renda per capita mensal igual ou inferior a R$ 810,50, valor que equivale a meio salário mínimo. Para ter acesso ao programa, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único. A inclusão dos beneficiários ocorre de forma automática, de acordo com o cruzamento de dados declarados no sistema e a disponibilidade orçamentária, não sendo necessário realizar pedido formal de ingresso.  As famílias precisam estar inscritas no Cadastro Único para ter acesso ao benefício do programa social | Foto: Renato Raphael/Divulgação Famílias que integravam o antigo programa DF Sem Miséria (DFSM) até outubro de 2021 podem receber valores complementares, desde que a soma das quantias do Bolsa Família e do DF Social seja inferior ao montante recebido anteriormente pelo DFSM. O cronograma de liberação do auxílio ocorre no primeiro dia útil do mês subsequente ao da folha de pagamento. O valor referente ao mês de julho, por exemplo, é depositado no primeiro dia útil de agosto, salvo exceções operacionais. A movimentação dos valores exige a abertura de uma conta social gratuita junto ao Banco de Brasília (BRB), procedimento que pode ser feito pelo aplicativo BRB Mobile (disponível para sistemas Android e iOS). Após a abertura da conta, o prazo de emissão do cartão magnético é de dez a 15 dias. O cidadão deve consultar o portal do GDF Social para verificar a unidade bancária de retirada do documento, além de confirmar a seleção no programa. O saldo pode ser movimentado por saques ou transações digitais via aplicativo, como Pix e pagamento de boletos. Os critérios normativos para o ingresso no programa são: I – Inscrição regular no Cadastro Único; II – Renda familiar per capita mensal igual ou inferior a meio salário mínimo; III – Residência declarada no Distrito Federal. Requisitos complementares para a concessão: I – Ausência de pendências ou processos de fiscalização cadastral da família; II – Inclusão do CPF do Responsável Familiar (RF) no Cadastro Único; III – Abertura de conta social no BRB pelo responsável familiar. Em cenários de limitação orçamentária, a prioridade para o atendimento segue a ordem abaixo: I – Famílias vindas do programa DF Sem Miséria em outubro de 2021, com renda per capita mensal de até R$ 140, enquanto mantida a condição; II – Famílias monoparentais chefiadas por mulheres com crianças de até 6 anos; III – Famílias com crianças de até 6 anos; IV – Famílias com pessoas com deficiência; V – Famílias com pessoas idosas; VI – Pessoas ou famílias em situação de rua. A classificação interna de cada grupo prioritário adota como critério de desempate a maior idade do responsável familiar registrado no Cadastro Único.  

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Jogo Flamengo x Olímpia oferece 60 vagas de trabalho para ambulantes

Na segunda-feira (13), será aberto o cadastro para ambulantes trabalharem durante o jogo Flamengo x Olímpia, marcado para o dia 17 deste mês na Arena Estádio Mané Garrincha. Os interessados em obter a licença de trabalho devem comparecer, das 9h às 17h, ao SAM Lote A, Bloco B, Asa Norte, com original e cópia de documento pessoal com foto e comprovante de endereço no nome do ambulante, ou declaração de residência. Serão oferecidas 30 vagas para barracas e 30 para circulantes. Caso o número de inscrições seja maior do que a quantidade de vagas ofertadas, será realizado sorteio pelo aplicativo Sorteio Fácil, imediatamente após o término do horário previsto para as inscrições. A divulgação dos ambulantes contemplados será feita no dia 14, no período da tarde, neste site. As licenças dos habilitados serão entregues no dia 17, no Anexo do Buriti, das 9h às 16h, onde serão repassadas orientações sobre o trabalho nos eventos.  Os ambulantes que estiverem sem licença ou em desacordo com as regulamentações podem ser multados. Aqueles que descumprirem as regras previstas no edital ficam impedidos de participar dos próximos três chamamentos. Sendo reincidente, perderá o direito de participar de eventos. Mais informações podem ser conferidas aqui. 

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