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Brasília Tech Hub impulsiona inovação e gera 13 mil empregos

Nesta quinta-feira (25), o Governo do Distrito Federal (GDF) lançou o Brasília Tech Hub — Distrito de Tecnologia e Inovação Antonio Fábio Ribeiro, localizado no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic). O projeto é uma das principais iniciativas voltadas para a inovação e o desenvolvimento do Distrito Federal e visa consolidar o DF como um polo tecnológico de referência no país. Durante o lançamento, a governadora Celina Leão exaltou a vocação do DF: “Não há outra cidade que tenha vocação, logística, água e energia como nós podemos disponibilizar para o setor” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O Brasília Tech Hub tem o objetivo de ocupar o Biotic por meio da concentração de empresas de tecnologia, centros de inovação e iniciativas que fomentem o ecossistema de inovação local. O nome do projeto, Antonio Fábio Ribeiro, remete ao ex-presidente do Sindicato das Indústrias da Informação do Distrito Federal (Sinfor-DF), um dos grandes entusiastas da criação de um parque tecnológico em Brasília, falecido em 2012.     Durante a solenidade, a governadora Celina Leão anunciou que o local será o grande centro de tecnologia e inovação da América Latina dentro de anos. “Não há outra cidade que tenha vocação, logística, água e energia como nós podemos disponibilizar para o setor”, declarou. O Brasília Tech Hub ocupará uma área de mais de 100 mil metros quadrados dentro do BIOTIC. O novo empreendimento terá a capacidade de abrigar 65 empresas de tecnologia e gerar mais de 13 mil empregos no setor, com investimento previsto de mais de R$ 1 bilhão da iniciativa privada na construção de centros de inovação, startups, edifícios corporativos e centros de pesquisa e desenvolvimento.  Ocupação qualificada “Quando olhamos para países como Israel, China e Estados Unidos, vemos essa estrutura como peça central, e tenho certeza de que Brasília consolida esse movimento com o Biotic e com o Brasília Tech Hub” Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAP-DF “Não tem nenhum estado fazendo aquilo que o Distrito Federal pode fazer na vanguarda da tecnologia e da inovação tecnológica”, enfatizou Celina Leão. “Esse parque aqui é um marco para nossa economia.” O empreendimento, que vai ocupar uma área superior a 100 mil metros quadrados dentro do Biotic, foi concebido para acelerar a ocupação qualificada do parque, conectando empresas, universidades, centros de pesquisa e poder público em um mesmo ecossistema de inovação. O lançamento também simboliza a concretização de um projeto aguardado há mais de duas décadas pelo setor produtivo de tecnologia da capital federal, que historicamente defendia a implantação de um ambiente estruturado para inovação no Distrito Federal. “Todo ecossistema de inovação consolidado no mundo tem um parque tecnológico como motor desse desenvolvimento”, pontuou o diretor-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), Leonardo Reisman. “Quando olhamos para países como Israel, China e Estados Unidos, vemos essa estrutura como peça central, e tenho certeza de que Brasília consolida esse movimento com o Biotic e com o Brasília Tech Hub.” Aquecimento da economia Gustavo Dias Henrique, presidente do Biotic: “Este será um ambiente de academia, de mentes, de desenvolvimento de pensamentos e de prática para buscar solução para vida das pessoas” “Aqui serão gerados empregos, serão geradas rendas e produtos que vão diversificar a nossa matriz econômica” Júlio César Reis, presidente da Terracap De acordo com o presidente da Terracap, Júlio César Reis, o Biotic — definido por ele como o “braço operacional e executivo” da Terracap na área de tecnologia — representa uma evolução importante para a economia do Distrito Federal. “Aqui serão gerados empregos, serão geradas rendas e produtos que vão diversificar a nossa matriz econômica”, reforça. “Isso faz parte de uma política da Terracap de diversificação de seus produtos, de separar aquilo que é diferente e de dar um maior retorno à sociedade.” Na mesma linha, o presidente do Biotic, Gustavo Dias Henrique, afirmou que o Brasília Tech Hub tem a capacidade de revolucionar o Distrito Federal: “As pessoas vão ver aqui um lugar com muitas mentes criativas, com muitos jovens com ideias revolucionárias e disruptivas. Este será um ambiente de academia, de mentes, de desenvolvimento de pensamentos e de prática para buscar solução para vida das pessoas”. Capacidade ampliada [LEIA_TAMBEM]Além da atração de startups e empresas consolidadas do setor, o Brasília Tech Hub foi desenhado para fomentar pesquisa aplicada, desenvolvimento de soluções tecnológicas e transferência de conhecimento para diferentes áreas da administração pública e da iniciativa privada, ampliando a capacidade de inovação local. De acordo com o presidente do Sinfor-DF, Carlos Jacobino Lima, o Distrito Federal tem grandes oportunidades na área de tecnologia para serem aproveitadas não apenas com a iniciativa privada, mas também na prestação de serviços à população. “Temos a chance de endereçar assuntos na área de segurança pública, educação, saúde, com o uso de inteligência artificial, computação, big data e blockchain, ferramentas que ampliam a potencialidade no atendimento ao cidadão”, explicou. A expectativa é que o empreendimento auxilie na retenção de mão de obra qualificada no Distrito Federal, criando oportunidades para profissionais formados em universidades locais e reduzindo a evasão de talentos para outros centros tecnológicos do país. Fixação de talentos Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o Distrito Federal conta com mão de obra qualificada na área de tecnologia, mas, às vezes, perde pessoal para a oferta de outros estados. Com o Brasília Tech Hub e com a consolidação de empresas na cidade, avalia, haverá uma transformação desse cenário. “É mais emprego, mais eficiência, mais tecnologia chegando e mais desenvolvimento econômico para o Distrito Federal” Clemilton Oliveira, secretário de Governança Digital e Integração “Em Brasília, temos grandes empresas, temos uma academia forte e uma base para realmente transformar a cidade em um novo Vale do Silício”, comentou, enquanto citava a transição tecnológica de alguns órgãos do governo e da importância do desenvolvimento e integração tecnológicos das pastas. O secretário de Governança Digital e Integração do Distrito Federal, Clemilton Oliveira, destacou o compromisso do governo com o desenvolvimento tecnológico do DF, começando pela criação de uma pasta específica para tratar do tema. “Este é um momento muito especial para o setor produtivo e para o Distrito Federal, que vai ter um parque tecnológico que realmente vai influenciar esse país”, comentou. “É mais emprego, mais eficiência, mais tecnologia chegando e mais desenvolvimento econômico para o Distrito Federal.”  

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Aberta licitação com 107 imóveis e 16 lotes no Residencial das Sucupiras

No próximo dia 10 de julho, a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap) realiza mais uma licitação pública de imóveis, desta vez com 107 oportunidades distribuídas por regiões consolidadas e em crescimento do Distrito Federal: Águas Claras, Brasília, Ceilândia, Guará, Jardim Botânico, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia, Santa Maria, Setor de Indústria e Abastecimento e Sobradinho. O Edital nº 09/2026 está disponível no site da Terracap, clique aqui. Podem participar pessoas físicas e jurídicas. As propostas serão recebidas entre 9h e 10h, no auditório do Edifício-Sede da Terracap, e também podem ser enviadas online. A caução, correspondente a 5% do valor do lote, deve ser recolhida em qualquer agência do BRB até o dia 9 de julho. O evento será transmitido ao vivo pelo canal da Terracap no YouTube. Comprar um imóvel pela Terracap é sinônimo de segurança jurídica: o comprador recebe escritura pública, em um processo transparente de concorrência pública, sem intermediários. E as condições de financiamento pela própria empresa são um diferencial real: juros de apenas 0,2% ao mês para imóveis residenciais unifamiliares e 0,25% ao mês para os demais usos, com prazos que chegam a 240 meses — bem abaixo do que o mercado convencional pratica. Comprar um imóvel pela Terracap é sinônimo de segurança jurídica: o comprador recebe escritura pública, em um processo transparente de concorrência pública, sem intermediários | Foto: Divulgação/Terracap Residencial das Sucupiras O grande destaque da licitação é, mais uma vez, o Residencial das Sucupiras, no Jardim Botânico. Integrante do complexo urbanístico Aldeias do Cerrado, o empreendimento retorna ao portfólio com 16 lotes residenciais, com metragens entre 420 m² e 482 m² e valores a partir de R$ 317 mil, com entrada mínima de R$ 15.850 e saldo financiável em até 240 meses com juros de apenas 0,2% ao mês. O Sucupiras é o segundo residencial do Aldeias do Cerrado a ser comercializado pela Terracap e já conquistou reconhecimento no mercado pelo padrão diferenciado de infraestrutura. O local contará com infraestrutura completa, com ampla área de lazer, que inclui campo de futebol, quadra de tênis, quadra poliesportiva, espaço gourmet, salão de festas, espaço fitness, quiosque com churrasqueira e ainda uma praça de 946,03 m². A segurança é garantida por portaria com acesso controlado e única, bem como sistema viário projetado para proporcionar privacidade, tranquilidade e segurança aos futuros moradores. A localização é outro trunfo: posicionado estrategicamente a poucos minutos da Ponte JK e do Lago Sul, entre a BR-251 e a DF-140, o complexo está em região que concentra investimentos em obras de mobilidade. Para quem pensa em valorização patrimonial de longo prazo, poucos endereços no DF reúnem tantos atrativos em um único investimento. Samambaia, Riacho Fundo II e Recanto das Emas Com a maior fatia da licitação, Samambaia concentra 43 imóveis, distribuídos entre lotes mistos e comerciais em diferentes setores da cidade. Os lotes têm metragens variadas, com destaque para as unidades de uso misto nas Quadras Norte e Sul (QN e QS), que permitem desde habitação unifamiliar até instalação de comércio, serviços, indústria e uso institucional. Os valores partem de R$ 127 mil, com entradas a partir de R$ 6.350, e chegam a mais de R$ 1,4 milhão para os lotes de maior porte, com saldo financiável em até 180 meses. Samambaia é uma das regiões mais populosas e bem servidas do DF, com infraestrutura urbana consolidada, forte comércio local e acesso privilegiado à BR-060, o que garante mobilidade para toda a cidade e potencial contínuo de valorização. No Riacho Fundo II, o edital apresenta 5 lotes mistos, todos com destinação que combina uso comercial, de serviços, institucional, industrial e residencial. As metragens variam de 91 m² a 2.449 m², com valores entre R$ 154 mil e R$ 2,64 milhões. O lote de maior porte, com quase 2.450 m², é especialmente atrativo para empreendimentos de médio e grande porte. A região tem se desenvolvido de forma consistente e conta com infraestrutura urbana em expansão, tornando-se opção estratégica para investidores. O Recanto das Emas, por sua vez, entra na licitação com 6 imóveis de uso misto e comercial, voltados para comércio, serviços, atividade institucional e industrial. Os lotes têm entre 80 m² e 1.552 m², com valores a partir de R$ 81.800 — com entrada de R$ 4.090 — e chegando a R$ 1,29 milhão para as unidades de maior área, com caução de R$ 64.500. Os imóveis estão localizados em vias de grande fluxo, como a Avenida Recanto das Emas e a Avenida Monjolo, endereços com vocação clara para negócios e atendimento ao público. *Com informações da Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap)

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Centro Pop Taguatinga ganha horta medicinal comunitária

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) de Taguatinga vai realizar, na manhã desta sexta-feira (26), das 9h às 15h, a implantação de uma horta agroflorestal de plantas medicinais em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O objetivo é fortalecer vínculos sociais e comunitários de pessoas em situação de rua, promovendo autonomia, pertencimento e autoestima entre o público. “Já temos um projeto semelhante desenvolvido com sucesso no Centro de Referência de Assistência Social [Creas] de Ceilândia. Agora, sua expansão reflete os esforços do Governo do Distrito Federal para fortalecer direitos básicos à população em situação de rua”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A pasta é a responsável pela gestão dos centros Pop e outras unidades públicas de assistência social do DF. “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social   “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social”, acrescentou. A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos integra as Práticas Integrativas em Saúde da Secretaria de Saúde do DF, promovendo saúde, agroecologia e agricultura comunitária. O projeto é implementado em unidades básicas de saúde e outros órgãos do GDF. [LEIA_TAMBEM] Serviço Implantação da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos no Centro Pop de Taguatinga Horário: 9h às 15h Endereço: QNF 24 A/E nº 02 Mód. A – Taguatinga Norte   *Com informações da Sedes/DF

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Investimento de 12 milhões para levar energia a mais de 6 mil famílias

Mais de 6 mil famílias da 26 de Setembro serão beneficiadas por um novo ciclo de intervenção na infraestrutura elétrica da região. A segunda etapa da regularização do fornecimento de energia foi anunciada pela governadora Celina Leão nesta quinta-feira (25), com investimento de R$ 12 milhões para adequação e modernização da rede local, em parceria com a Neoenergia Brasília, concessionária responsável pelo serviço. “Esse ato de hoje vai garantir a distribuição de energia elétrica para milhares de pessoas e reforçar uma rede que já existe, mas que hoje é insuficiente. Um dos principais problemas da 26 de Setembro é a queda constante de energia, e essa obra vai resolver essa questão, além de dar mais qualidade às novas habitações”, afirma a chefe do Executivo. "Um dos principais problemas da 26 de Setembro é a queda constante de energia, e essa obra vai resolver essa questão, além de dar mais qualidade às novas habitações”, destacou a governadora Celina Leão | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa contemplará mais de 6 mil unidades consumidoras localizadas entre as ruas 2 e 6 da região. A intervenção integra o processo de substituição de ligações clandestinas por uma rede regularizada e dimensionada para atender às necessidades da população. O presidente da Neoenergia, Frederico Candian, destacou que a iniciativa garante mais segurança e qualidade no fornecimento de energia para os moradores. “Essa parceria com o GDF permite não apenas a melhoria do fornecimento, mas também o fortalecimento do comércio local, a geração de oportunidades de emprego e mais satisfação para a população, que passa a ter mais dignidade e cidadania. A partir da regularização, essas famílias também poderão contar com comprovante de endereço, o que é um avanço importante para todos”, afirmou. O projeto prevê a instalação de novos postes, cabos e transformadores, além da implantação de medidores individuais e do cadastramento dos moradores junto à distribuidora. Com a regularização, os consumidores passarão a contar com acesso oficial à energia elétrica, medição individualizada e cobrança de acordo com o consumo real. O projeto prevê a instalação de novos postes, cabos e transformadores, além da implantação de medidores individuais e do cadastramento dos moradores junto à distribuidora “Serão cerca de seis meses de obras. Estamos iniciando os trabalhos hoje com nossas equipes. Serão quase mil postes instalados e cerca de 200 transformadores para atender a população da 26 de Setembro. Ao todo, mais de 25 mil pessoas serão beneficiadas ao longo do período de junho até dezembro, quando as obras estarão em execução. Com o crescimento da região, a rede também ficará preparada para futuras conexões, tanto de novas residências quanto de comércios e pequenas indústrias”, disse Candian.   Atualmente, a Rua 1 e trechos da Avenida Principal já possuem atendimento regularizado. Com isso, mais de 1,4 mil residências foram beneficiadas. Moradora da Avenida JK, conhecida como Rua 6 Principal, a servidora pública Noemi Ornelas, de 60 anos, afirma que a regularização da energia elétrica representa reconhecimento para a comunidade. “É dignidade para nós. Falta muita luz aqui. Já chegamos a ficar uma semana sem energia e perdemos alimentos porque estragou tudo dentro de casa. Com essa regularização, as coisas vão melhorar. Queremos morar em um lugar regularizado, pagar por um serviço que é nosso e poder comprar nossas coisas sem essa preocupação”, destaca. “É dignidade para nós. Falta muita luz aqui. Já chegamos a ficar uma semana sem energia e perdemos alimentos porque estragou tudo dentro de casa. Com essa regularização, as coisas vão melhorar", diz a servidora pública Noemi Ornelas Morador da 26 de Setembro há sete anos, o corretor de imóveis Marcelo Soares, de 45 anos, afirma que a comunidade precisa da iniciativa, já que ainda enfrenta prejuízos frequentes com a queima de eletrodomésticos. “Ainda queima muito equipamento, motor de portão, eletrodomésticos. Com isso, a gente ganha mais conforto e menos preocupação com queda de energia e prejuízos. A iluminação pública também vai melhorar, porque há muitos pontos aqui que ainda são muito escuros. Então, para nós, é uma grande conquista”, diz. Ele destaca ainda que a regularização traz impactos que vão além da infraestrutura. “A gente acredita que todo mundo que vem para cá busca um lar. Cada passo dado nos anima. Com a energia regularizada, vem também mais segurança, até jurídica, porque você passa a ter conta de luz no seu nome e comprovante de residência. Isso agrega muito para todos os moradores.” Ações contínuas A nova etapa dá continuidade ao trabalho iniciado no ano passado pelo Governo do Distrito Federal, que investiu R$ 2,2 milhões na regularização do Trecho 1 da 26 de Setembro, que abrange as ruas 1 e 1/2 até o tronco paralelo à DF-001. Na ocasião, mais de 1,8 mil famílias foram beneficiadas, com execução e fiscalização técnica realizadas pela Neoenergia. "Com a energia regularizada, vem também mais segurança, até jurídica, porque você passa a ter conta de luz no seu nome e comprovante de residência. Isso agrega muito para todos os moradores", ressalta Marcelo Soares, morador do assentamento há sete anos A ação integra o programa Energia Cidadã, desenvolvido pela Neoenergia em parceria com o programa Energia Legal, do GDF. Nos últimos cinco anos, a iniciativa já garantiu o acesso à energia regularizada para mais de 52 mil famílias do DF e beneficiou cerca de 156 mil pessoas. Até 2029, está prevista a ampliação do programa para levar energia segura e regularizada a outras 40 mil famílias em diferentes regiões do Distrito Federal. Cidade com certidão de nascimento Na ocasião, a governadora Celina Leão destacou a criação da região administrativa 26 de Setembro. Recentemente, foram assinados o requerimento de Procedimento de Regularização Fundiária Urbana (Reurb) e a ordem de serviço que autoriza ações para a conclusão do processo de criação da cidade. “Estamos falando de uma cidade em processo de criação na Câmara Distrital. Foi um projeto de lei que nós encaminhamos e que reconhece esse novo momento do 26 de Setembro. Desde que assumi o governo, trouxemos para cá a primeira grande obra de infraestrutura, que foi o asfalto da avenida principal, além da construção de uma unidade básica de saúde. Tenho certeza de que essa nova rede de energia é definitiva, dimensionada para o tamanho que a cidade está projetada para ter, e que ela traz dignidade para a população daqui”, conclui Celina Leão.

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