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Campanha Solidariedade Salva beneficia instituições sociais e leva apoio às comunidades

O Instituto Alimentando Vidas, o Instituto Reviver — localizado na Chácara Santa Luiza —, e a Administração Regional do Paranoá receberam doação de alimentos via campanha Solidariedade Salva, promovida pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis) e capitaneada pelo primeiro-cavalheiro do DF, Fabrício Faleiro. Esta é mais uma ação de apoio do GDF a instituições e comunidades que atuam diretamente no acolhimento e no atendimento de famílias em situação de vulnerabilidade. A ação busca fortalecer o trabalho desenvolvido pelas instituições e ampliar o alcance das iniciativas voltadas à promoção da dignidade, da cidadania e da segurança alimentar. A campanha Solidariedade Salva tem se consolidado como uma importante rede de mobilização social, conectando parceiros, voluntários, empresas e instituições comprometidas com a construção de uma sociedade mais solidária e humana. A campanha Solidariedade Salva atua na segurança alimentar e no incentivo a ações sociais em equipamentos públicos | Fotos: Divulgação/Ceiis Além de contribuir para o atendimento das famílias assistidas, a iniciativa fortalece organizações e equipamentos públicos que desempenham papel fundamental nas comunidades, oferecendo acolhimento, apoio e oportunidades para pessoas que enfrentam diferentes situações de vulnerabilidade. A ação reafirma o compromisso da Ceiis com o desenvolvimento social e com a construção de políticas que aproximam o poder público das necessidades reais da população, fortalecendo parcerias e ampliando o impacto positivo das ações sociais em todo o Distrito Federal. “Cada ação solidária carrega muito mais do que alimentos; leva acolhimento, dignidade e esperança para quem enfrenta momentos difíceis”, ressalta Fabrício Faleiro. “Ver instituições sendo fortalecidas e famílias sendo alcançadas nos mostra que pequenos gestos, quando feitos em conjunto, podem gerar grandes transformações sociais.”  *Com informações da Ceiis  

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Paranoá recebe primeira edição do Movimente nas Cidades de 2026

O Paranoá recebeu, nessa terça (23), a primeira edição do Movimente nas Cidades em 2026. A ação, promovida pelo Sebrae-DF, em parceria com a Secretaria da Mulher (SMDF), reúne empresárias, gestores públicos e especialistas para debater estratégias de fortalecimento dos negócios locais e fomentar a participação feminina no mercado. O evento ocorreu de forma gratuita na quadra coberta da Praça Central do Paranoá, ao lado da administração regional. O Movimente nas Cidades é um desdobramento do Movimente, programa lançado em 2024 que reuniu mais de 2 mil participantes e resultou na construção da Agenda do Empreendedorismo Feminino do DF, composta por 11 eixos temáticos e 51 propostas. Agora, a ação se expande para diferentes regiões administrativas, promovendo capacitações, trocas de experiências e soluções para que empreendedoras possam ter mais oportunidades para alavancar seus negócios. Segundo a secretária da Mulher interina, Jackeline Aguiar, o Movimente percorreu todo o território brasiliense com o propósito de fortalecer pequenos negócios locais, em especial aqueles geridos por mulheres, bem como articular conexões entre empreendedoras, governo, parceiros e instituições da área. “Esse programa oferece mais do que capacitação profissional, mas também orientação qualificada, acesso a serviços e fortalecimento de redes de apoio, para que essas mulheres tenham autonomia financeira e uma vida de sucesso”, enfatiza.  A ação percorreu diversas regiões administrativas ao longo de 2025 e se consolidou como um dos principais instrumentos da política distrital de apoio ao empreendedorismo feminino, com participação ativa da Secretaria da Mulher, em todas as etapas do ciclo. O projeto realizou 14 edições, contemplando localidades como São Sebastião/Jardim Botânico, Guará, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Riacho Fundo II, Santa Maria, Gama, Arniqueira, Núcleo Bandeirante/Candangolândia, Vicente Pires, Ceilândia e, encerrando o ciclo, o empresariado de Sobradinho/Sobradinho II/Fercal. A iniciativa ainda contou com uma edição especial promovida durante a AgroBrasília, na região do PAD/DF. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Nota Legal tem R$ 179,9 milhões à espera dos donos

Até esta quarta-feira (23), 133,9 mil cadastrados no Nota Legal já haviam indicado seus dados; desses, 43,5 mil o fizeram pela primeira vez. Em dinheiro, o total passava dos R$ 37 milhões. A maioria indicou conta corrente (93,02%) e é pessoa física (92,86%). O processo é bem simples: basta entrar no portal do programa, inserir seus dados previamente cadastrados, ir até a aba Depósito Bancário e seguir as orientações. Só pode reivindicar a devolução quem tem pelo menos R$ 25 de saldo. E mais: o contribuinte só poderá indicar conta bancária em seu nome. Não serão transferidos valores para contas de terceiros. Tabela de valores já indicados | Fonte: Seec-DF O Plano Piloto é a região administrativa que registra mais designações de informações bancárias, com 21,2 mil. Em seguida, vêm Ceilândia, com 11,8 mil; Taguatinga (10,3 mil) e Águas Claras (9,5 mil). A Secretaria de Economia (Seec-DF) lembra que ainda há 972,3 mil contribuintes que não se manifestaram — eles têm direito a pedir a devolução de R$ 179,9 milhões. No Plano Piloto, são 125,7 mil contribuintes com direito a R$ 36,8 milhões. Em Ceilândia, são 86,4 mil com direito a R$ 10 milhões. [LEIA_TAMBEM]Exigir a inclusão do CPF nas notas de compras tem dado retorno: a média por beneficiário é de R$ 276,81. O programa também tem um caráter educativo e cidadão, por incentivar a emissão de cupons fiscais por parte das empresas que vendem produtos ou prestam algum tipo de serviço. Ele também garante até R$ 7 milhões em prêmios (em dois sorteios anuais) e permite abater os créditos acumulados no pagamento do IPTU ou IPVA. Os contribuintes também podem doar seus créditos para as entidades cadastradas no Nota Solidária (atualmente, são 22 entidades cadastradas neste programa específico). Para requerer a devolução em dinheiro, os contribuintes também não podem ter débitos em aberto junto ao Governo do Distrito Federal (GDF). Os pagamentos estão previstos para a partir setembro.  *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)

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Agropecuária do DF mantém patamar histórico e movimenta R$ 5,8 bilhões em 2025

A agropecuária do Distrito Federal segue demonstrando força e estabilidade. Em 2025, o Valor Bruto da Produção (VBP) alcançou R$ 5,8 bilhões, mantendo patamar semelhante ao registrado em 2024. Desde 2016, início da série histórica do levantamento, a riqueza gerada no campo mais que dobrou, saindo de R$ 2,3 bilhões para os atuais R$ 5,8 bilhões.  Produção de hortaliças: o campo segue como um dos pilares da economia do Distrito Federal | Fotos: Divulgação/Emater-DF  O indicador é calculado anualmente pela Emater-DF com base nos dados de mais de 300 cadeias produtivas rurais do Distrito Federal. Da produção de grãos às hortaliças, passando pela pecuária, fruticultura, floricultura e silvicultura, o campo segue como um dos pilares da economia do Distrito Federal.  “Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto, construído diariamente pelos produtores e técnicos da Emater-DF. É um retrato da riqueza gerada pelas famílias rurais e da importância econômica da agropecuária para o abastecimento e geração de renda no DF” Cleison Duval, presidente da Emater-DF  Elaborado pela Emater-DF, o relatório consolida informações levantadas diretamente nas propriedades rurais pelos extensionistas da empresa, que são repassadas à Gerência de Desenvolvimento Econômico (Gedec) e calculados com base nos preços médios de comercialização apurados pela Gerência de Comercialização e Organização Rural (Gecor). O resultado oferece um retrato detalhado da riqueza gerada no campo e da contribuição da agropecuária para a economia do Distrito Federal.  Força da pecuária A pecuária segue como a principal atividade econômica rural do DF, respondendo por aproximadamente R$ 2,2 bilhões do VBP total. O segmento é impulsionado principalmente pela carne de ave industrial, produção de ovos férteis de galinha, carne de suíno industrial e carne bovina. As grandes culturas aparecem em seguida, movimentando cerca de R$ 1,7 bilhão, com destaque para soja, milho, feijão e milho destinado à silagem. O resultado reforça a importância do DF como importante polo produtor de grãos do país. A olericultura, tradicional vocação agrícola da região, gerou aproximadamente R$ 1,4 bilhão, sendo o DF autossuficiente na produção de hortaliças/folhosas. Entre as culturas de maior valor econômico estão tomate, alface, morango, couve e cenoura.   Para a Emater-DF, o levantamento evidencia a capacidade produtiva do campo e o trabalho conjunto realizado para transformar conhecimento técnico em resultados econômicos A floricultura também registrou desempenho expressivo, com cerca de R$ 265 milhões em produção, consolidando o DF como grande mercado consumidor de plantas ornamentais e flores. Já a fruticultura respondeu por aproximadamente R$ 240 milhões, enquanto a silvicultura somou cerca de R$ 28 milhões, demonstrando a diversidade das atividades desenvolvidas pelos produtores rurais do Distrito Federal.  Indicadores da força do agro [LEIA_TAMBEM]Para o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, o levantamento evidencia a capacidade produtiva do campo e o trabalho conjunto realizado para transformar conhecimento técnico em resultados econômicos. “O Valor Bruto da Produção Agropecuária é um dos principais indicadores da força do agro no Distrito Federal", observa."Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto, construído diariamente pelos produtores e técnicos da Emater-DF. É um retrato da riqueza gerada pelas famílias rurais e da importância econômica da agropecuária para o abastecimento e geração de renda no DF”. De acordo com Jair Tostes, da Gerência de Desenvolvimento Econômico da Emater-DF, responsável pela consolidação dos dados, as cadeias estão divididas em seis grupos: grandes culturas (grãos), fruticultura, olericultura (hortaliças), floricultura, silvicultura e pecuária. “Na média, o Valor Bruto da Produção se manteve estável, mas algumas cadeias tiveram aumento significativo”, aponta o extensionista. O técnico cita como exemplo a pecuária, que inclui 21 produtos — como carne suína e bovina, ovos, leite, entre outros. “O VBP total da pecuária foi de R$ 2,2 bilhões, e, de 2024 pra cá, tivemos uma elevação da produção de 5,05%”, aponta Jair. Além de mensurar o valor bruto na agropecuária, o relatório serve como ferramenta estratégica para o planejamento de políticas públicas, identificação de tendências produtivas e definição de ações voltadas para o fortalecimento do setor rural. *Com informações da Emater-DF

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