Seminário Maio Laranja capacita profissionais do esporte para prevenção da violência contra crianças e adolescentes
A Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), em parceria com o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), promoveu nesta quarta-feira (3) o Seminário Maio Laranja, iniciativa voltada para a conscientização e o enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. O encontro reuniu voluntários do projeto Esporte Social. Organizado pela Coordenação da Infância e da Juventude do TJDFT, o seminário teve como objetivo capacitar os profissionais para identificar sinais de violência, acolher vítimas de forma adequada e realizar os encaminhamentos necessários à rede de proteção. Entre os assuntos abordados no seminário estiveram estratégias de prevenção, acolhimento e encaminhamento de casos de violência contra crianças e adolescentes | Fotos: Divulgação/SEL-DF A programação foi conduzida por Nayara Ferreira, pedagoga da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), que abordou estratégias de prevenção, acolhimento e encaminhamento de casos de violência contra crianças e adolescentes, destacando a importância da atuação integrada entre os profissionais que trabalham diretamente com o público infantojuvenil e a rede de proteção. Durante o evento, foi distribuído o guia inédito Orientações para profissionais da rede de proteção diante de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. O material foi apresentado pelo psicólogo Reginaldo Torres, da Assessoria da Coordenação da Infância e da Juventude do TJDFT, e oferece orientações práticas para profissionais que trabalham com crianças e adolescentes, auxiliando no acolhimento, na notificação e no encaminhamento de casos de violência de maneira humanizada e responsável. Também foi disponibilizada uma versão digital da publicação, que integra as ações da campanha Maio Laranja: Mês da Infância Protegida. "O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social e também de cuidado com a nossa juventude" Renato Junqueira, secretário de Esporte e Lazer Para o secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, o esporte também desempenha papel fundamental na proteção de crianças e adolescentes. “Os voluntários que atuam nos nossos programas esportivos estão diariamente próximos de milhares de crianças e adolescentes. Capacitar essas equipes significa fortalecer a rede de proteção e garantir que eles estejam preparados para identificar sinais de violência, acolher as vítimas e encaminhá-las aos órgãos competentes. O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social e também de cuidado com a nossa juventude", destacou o secretário. Entre os participantes estava Shayulle Borges, voluntária do programa e que faz parte do projeto PBJJ do Gama, que ressalta a relevância da capacitação para o trabalho desenvolvido com os alunos. “Foi muito importante participar desse seminário porque, infelizmente, esse é um assunto que não é lembrado diariamente, mas que precisa estar sempre presente na nossa atenção. Agora me sinto mais preparada para trabalhar esse tema com as crianças e adolescentes e, caso eu me depare com alguma situação de violência, sei como agir e quais caminhos seguir para ajudar da forma correta", afirmou. Ao longo da programação, os participantes tiveram acesso a informações sobre os direitos das crianças e dos adolescentes, os principais sinais de violência, os protocolos de atendimento e os mecanismos de denúncia e proteção existentes no Distrito Federal. *Com informações da SEL-DF
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Faixas liberadas sob viadutos do Eixão melhoram o tráfego da região
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), executora da obra de reforma, recuperação estrutural e revitalização dos viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário (DF-002) norte — próximo ao Buraco do Tatu, concluiu a penúltima etapa da obra e autorizou a liberação para o trânsito de veículos nas faixas de rolamento inferiores dos viadutos no último domingo (31). A liberação foi realizada pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), órgão responsável pelas rodovias distritais. De acordo com o órgão, desde a liberação do tráfego, há três dias, houve uma significativa melhora no trânsito local. A liberação de parte do trânsito no viaduto beneficiou motoristas e pedestres | Foto: Divulgação/Novacap “Sabemos que a obra nestes viadutos demandaria mais tempo do que o previsto inicialmente por causa das condições que foram encontradas por dentro deles quando iniciaram as obras, e por isso, a liberação do trânsito foi muito aguardada por quem trafega pela região diariamente. Isso é natural. Mas agora já podemos observar uma melhora significativa no trânsito ali no final do Eixão Norte para o Sul”, contou o presidente do DER/DF, Fauzi Nacfur Junior. O comerciante João Carlos Zenoto, de 46 anos, que passa por este trecho do Eixão todos os dias para ir ao trabalho, atestou a melhoria após a liberação do tráfego. “Passo por aqui todos os dias e devo admitir que, de domingo pra cá, a nossa condição como motorista por aqui melhorou consideravelmente. Sei que não é a liberação total ainda, mas já ajudou muito”, disse. A melhoria veio também para os pedestres. Na segunda-feira (1º), a travessia para os transeuntes também sofreu alteração. A passagem passou a ser por cima do viaduto 10, localizada mais próxima dos pontos de ônibus e das passarelas de pedestres existentes no local. "Atravessar o Eixão sempre é perigoso, então ter por onde passar com segurança deixa a gente mais tranquila" Maria Rita Dias, técnica em enfermagem A técnica em enfermagem Maria Rita Dias, 25 anos, disse se sentir mais segura agora, podendo atravessar por cima do viaduto, perto da parada de ônibus. “A gente fica mais tranquila quando sabe que não só os motoristas foram beneficiados com a liberação do trânsito, mas que pensaram em nós também. Atravessar o Eixão sempre é perigoso, então ter por onde passar com segurança deixa a gente mais tranquila, com certeza”, desabafou. Histórico e conclusão da obra A obra nos viadutos 10 e 11 do Eixo Rodoviário foi iniciada em junho de 2024, com orçamento inicial de R$ 13,5 milhões. Logo no início, em inspeção minuciosa, foram verificadas diversas anomalias constatadas dentro das estruturas. Era uma situação muito pior do que a prevista e que se podia ver externamente, com patologias graves na estrutura de concreto armado dos dois viadutos, que estavam em estado iminente de colapso estrutural, ou seja, tal qual ocorreu com o viaduto da Galeria dos Estados. A atuação do GDF foi estratégica para prevenir acidentes futuros, garantindo a estabilidade das estruturas antes mesmo de outras manutenções previstas na região “Tínhamos que agir rápido e decidir o que faríamos diante daquela situação alarmante. Há seis anos, tínhamos visto um pedaço do viaduto sobre a Galeria dos Estados cair, e não podíamos permitir que algo semelhante acontecesse mais uma vez”, comentou o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. [LEIA_TAMBEM]A Novacap, então, rapidamente solicitou o apoio da Defesa Civil do DF, que junto com os corpos técnicos da contratada e da companhia, interditaram os viadutos imediatamente por motivo de segurança pública. Desta forma, foi necessária a formalização de aditivo ao contrato, incluindo serviços que não haviam sido previstos e ampliando o prazo de execução, com o valor final investido nos serviços reajustado para R$ 24,3 milhões e o prazo de conclusão total da obra previsto para meados de 2026. A atuação antecipada da Novacap nestes viadutos foi estratégica para prevenir acidentes futuros, garantindo a estabilidade das estruturas antes mesmo de outras manutenções previstas na região. O foco da companhia é sempre assegurar a durabilidade do patrimônio público e a segurança dos usuários que trafegam pelo local. “É fato que a população não compreende o porquê do prazo estipulado inicialmente ter sido estendido e não entende também o acréscimo no valor informado no começo da obra. Mas tudo está documentado e atestado pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que acompanhou cada etapa e que viu, sempre in loco, a necessidade de todo o trabalho que fizemos aqui: o de, praticamente refazer o viadutos”, esclareceu o diretor-presidente Fernando Leite. No viaduto 10, os serviços de concretagem estão praticamente finalizados, restando apenas a execução dos guarda-rodas e o acabamento, com pintura dos pilares e da laje inferior Agora, a obra encontra-se na última etapa, que é a conclusão. No viaduto 10, os serviços de concretagem estão praticamente finalizados, restando apenas a execução dos guarda-rodas e o acabamento, com pintura dos pilares e da laje inferior. O viaduto 11 apresenta estágio semelhante, com os serviços de acabamento nos pilares e na laje inferior. O prazo para conclusão total é julho de 2026. Programa de Manutenção de Obras de Artes Especiais (OAEs) Em fevereiro de 2019, o Governo do Distrito Federal anunciou a instituição de um grupo técnico para vistoriar os mais de 700 viadutos da capital federal e disseminar a cultura da manutenção. Além de engenheiros e técnicos do GDF, o grupo é composto por especialistas de diversas entidades da sociedade civil e estudantes de instituições universitárias. Desde a queda do viaduto do Eixão, em fevereiro de 2018, já foram vistoriados 160 viadutos, incluindo todos do relatório do TCDF. A Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), a Novacap e o DER-DF seguem atuando na inspeção e elaboração de projetos de recuperação de pontes e viadutos dentro de seus limites operacionais e considerando as limitações de orçamento e pessoal. *Com informações da Novacap
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Brasília Ambiental comemora 19 anos de existência
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GDF reforça segurança durante etapa brasileira da Volleyball Nations League 2026 em Brasília
A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) garante a segurança da etapa brasileira da Volleyball Nations League (VNL) 2026, competição oficial promovida pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB) e pela Volleyball World, realizada no Ginásio Nilson Nelson, em Brasília. O evento internacional contempla duas etapas da competição: a VNL Feminina, entre os dias 3 e 7 de junho, e a VNL Masculina, de 10 a 14 de junho. Ao longo das duas semanas, a capital federal recebe delegações de diversos países, equipes de arbitragem, dirigentes esportivos, representantes da organização, patrocinadores, profissionais da imprensa nacional e internacional, além de milhares de torcedores. Para garantir a segurança dos participantes e do público, a PMDF emprega efetivo em diversas frentes de atuação. As ações incluem o reforço do policiamento ostensivo nas imediações do Ginásio Nilson Nelson, o acompanhamento das atividades relacionadas ao evento e a realização de escoltas das delegações internacionais durante seus deslocamentos pela capital federal. As equipes policiais atuam de forma integrada, promovendo a segurança dos atletas e delegações | Foto: Divulgação/PMDF As equipes policiais atuam de forma integrada, promovendo a segurança dos atletas, membros das comissões técnicas, autoridades e espectadores, assegurando a tranquilidade necessária para a realização da competição. A Volleyball Nations League reúne algumas das principais seleções do voleibol mundial. Na etapa realizada em Brasília participam as seleções femininas do Brasil, Itália, Holanda, Turquia, Bulgária e República Dominicana. Já na competição masculina estarão em quadra as seleções do Brasil, Argentina, Sérvia, Irã, Bélgica e Bulgária. A atuação da Polícia Militar do Distrito Federal reforça o compromisso da corporação com a segurança de grandes eventos nacionais e internacionais, contribuindo para que Brasília permaneça como referência na realização de competições esportivas de alto nível e na recepção de visitantes de diversas partes do mundo. *Com informações da PMDF
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Frio pode aumentar dores crônicas e afetar a rotina de pacientes
Com a chegada dos meses mais frios, Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, já sabe que precisará adaptar a rotina. Paciente do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) há oito anos, ela convive com fibromialgia e artrose nas mãos e sente no próprio corpo os impactos desse período. “Quando chega esta época, eu já me escondo dentro de casa. Fico encolhida, deitada, porque tudo dói”. Os sintomas de Cláudia são compartilhados por muitas pessoas que convivem com doenças crônicas. Com a chegada do inverno, além do aumento dos casos de doenças respiratórias, cresce a queixa de rigidez muscular, desconforto nas articulações e piora de sintomas já existentes. Cláudia Cordeiro da Silva, de 60 anos, tem fibromialgia e artrose e sofre com a chegada do frio | Foto: Divulgação IgesDF Segundo a reumatologista do HRSM, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Rafaela Cruz, essa piora nem sempre está relacionada ao agravamento da doença. Na maioria das vezes, está associada às respostas naturais do organismo diante das temperaturas mais baixas. “A musculatura fica mais rígida e menos elástica, o que pode gerar desconforto durante os movimentos e os alongamentos”, explica a especialista. Além disso, para preservar o calor corporal, o organismo reduz a circulação sanguínea em regiões mais periféricas, como mãos e pés. Essa adaptação pode aumentar a sensibilidade e intensificar a percepção da dor em algumas pessoas. Rafaela ressalta que a influência do frio varia de indivíduo para indivíduo: “O frio e a dor são experiências muito subjetivas. Algumas pessoas sentem um impacto maior das baixas temperaturas, enquanto outras praticamente não percebem diferença”. Movimento e proteção ajudam a reduzir desconfortos Durante os meses mais frios, também é comum diminuir a prática de atividades físicas, permanecer mais tempo sentado e evitar sair de casa. No entanto, a redução dos movimentos pode favorecer a perda de mobilidade e intensificar desconfortos já existentes. “Quando nos movimentamos, melhoramos a circulação sanguínea e favorecemos a chegada de oxigênio aos tecidos, inclusive nas extremidades do corpo. Por isso, permanecer ativo e aquecido ajuda a reduzir a rigidez muscular e a sensação de dor”, orienta a médica. Embora não pratique exercícios físicos regularmente, Cláudia procura manter uma rotina ativa. Sempre que possível, faz seus deslocamentos a pé e adota cuidados simples para enfrentar os dias mais frios. “Eu procuro caminhar quando preciso resolver alguma coisa e nunca saio sem me agasalhar bem. Percebo que, quando me mantenho aquecida e me movimento um pouco mais, as dores ficam mais suportáveis”, conta. Outro cuidado importante, segundo a especialista, é a hidratação. Mesmo com a redução da sensação de sede durante o inverno, o consumo adequado de água continua sendo fundamental para o funcionamento do organismo e para a saúde muscular e articular. “Com medidas simples, como permanecer ativo, hidratado e protegido do frio, é possível minimizar os efeitos das baixas temperaturas e atravessar o inverno com mais conforto e qualidade de vida”, conclui Rafaela. Onde buscar atendimento? Pessoas que apresentam dores persistentes nas articulações, músculos ou coluna devem procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da residência para avaliação inicial. Após consulta e exames, caso haja necessidade, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado em reumatologia ou outras especialidades da rede pública de saúde.
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Pacientes com pressão alta precisam redobrar os cuidados nos dias frios
Pessoas com hipertensão precisam redobrar os cuidados durante os períodos de frio, quando mudanças naturais do organismo e alterações na rotina podem favorecer o aumento da pressão arterial. Com a chegada dos dias mais frios no Distrito Federal, especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), alertam para a importância de monitorar a pressão e manter hábitos saudáveis. Nesta semana, o Distrito Federal registrou a menor temperatura do ano e, com a aproximação do inverno, que começa oficialmente em 21 de junho, a previsão é de continuidade do clima ameno nos próximos dias. As baixas temperaturas provocam reações fisiológicas no organismo, como tremores e contração dos vasos sanguíneos, o que pode elevar a pressão arterial. Por isso, além das mudanças de hábitos típicas da estação, o período exige atenção especial de pessoas que convivem com hipertensão. O cardiologista do HBDF, Matheus Cunha explica que essas respostas do organismo ao frio são naturais, mas podem representar riscos para pacientes hipertensos. “Existem relatos de que a incidência de infarto agudo do miocárdio e acidente vascular cerebral (AVC) seja maior durante os meses mais frios. Essas são algumas das principais complicações associadas à pressão arterial elevada. Portanto, mesmo que o clima não seja um fator determinante, ele pode ter uma relação indireta com esses eventos”, afirma. As baixas temperaturas provocam reações fisiológicas no organismo, como tremores e contração dos vasos sanguíneos, o que pode elevar a pressão arterial | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o especialista, as mudanças de comportamento comuns nessa época do ano também podem contribuir para o aumento da pressão arterial. “Durante os períodos de frio, as pessoas tendem a consumir mais alimentos quentes, gordurosos e ultraprocessados. Além disso, a prática de atividade física e a ingestão de água costumam diminuir”, exemplifica. Por isso, o cardiologista recomenda que pacientes com hipertensão monitorem a pressão arterial com regularidade, especialmente nos dias de temperaturas mais baixas. De acordo com dados do Ministério da Saúde, cerca de 30% da população brasileira convive com a hipertensão arterial. A estimativa é de que metade dessas pessoas sequer saiba que possui a doença. A condição faz com que o coração trabalhe mais para bombear sangue por todo o organismo. Prevenção e cuidados O controle da pressão arterial está diretamente relacionado à adoção de hábitos saudáveis. Entre as principais recomendações estão: - Manter o peso adequado; - Reduzir o consumo de sal, priorizando temperos naturais; - Praticar atividade física regularmente; - Reservar tempo para lazer e descanso; - Não fumar; - Moderar o consumo de bebidas alcoólicas; - Reduzir a ingestão de alimentos gordurosos; - Controlar doenças crônicas, como diabetes. Qualquer cidadão pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima de casa ou do trabalho para aferir a pressão arterial, geralmente sem necessidade de agendamento. O serviço está disponível em todas as UBSs e faz parte da porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é aproveitar a visita para realizar o cadastro na unidade e, se necessário, iniciar o acompanhamento para o controle da hipertensão. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Bebês prematuros celebram a primeira Copa do Mundo com ensaio especial
Toucas, adereços inspirados no futebol e muitos registros para guardar no coração transformaram a rotina da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Com o tema “Minha 1ª Copa”, bebês prematuros participaram de um ensaio fotográfico especial que levou leveza e emoção para famílias que vivem os desafios da internação neonatal. A ação foi idealizada pela equipe da unidade neonatal do hospital, que frequentemente promove registros temáticos para celebrar datas especiais e criar memórias afetivas para pais e responsáveis. Desta vez, a proximidade da Copa do Mundo serviu de inspiração para o cenário montado especialmente para os recém-nascidos. “Normalmente realizamos ensaios voltados para as festas juninas, mas este ano surgiu a ideia de fazer algo diferente. É um trabalho construído em equipe, em que cada profissional contribui com sugestões e, no final, sempre nasce algo muito bonito”, explica Lorena Mendes, chefe do Serviço de Enfermagem da UTIN. Com o tema “Minha 1ª Copa”, bebês prematuros participaram de um ensaio fotográfico especial no Hospital de Santa Maria | Foto: Divulgação IgesDF Segundo a enfermeira rotineira da unidade, Thayná Cid, todas as ações comemorativas são planejadas com atenção especial ao aspecto emocional das famílias. “Sempre pensamos que essas são datas que os pais gostariam de estar vivendo em casa, reunidos e celebrando. Como isso nem sempre é possível, buscamos tornar esse período mais leve e acolhedor”, afirma. Ela destaca que os registros se transformam em lembranças carregadas de significado. “São fotos que vão acompanhar essas famílias para sempre. No futuro, elas poderão olhar para esses momentos e lembrar de tudo o que superaram juntos. Acabam se tornando um símbolo de vitória”, ressalta. Entre os bebês fotografados estava a pequena Liz Prado, nascida com 36 semanas de gestação e diagnosticada com uma cardiopatia. Prestes a ser transferida para outra unidade para dar continuidade ao tratamento, ela protagonizou um dos momentos mais emocionantes da ação. “Eu não fazia ideia de que elas estavam preparando isso. Quando vi as fotos, fiquei encantada" Liliane Prado, mãe de bebê prematuro “Eu não fazia ideia de que elas estavam preparando isso. Quando vi as fotos, fiquei encantada. O pai dela também adorou e até pensou que fosse montagem. Ver a Liz daquele jeito, tão linda, deixou meu coração muito feliz”, conta a mãe, Liliane Prado. Para Liliane, que acompanha diariamente a luta da filha pela recuperação, o ensaio representou um marco especial antes da transferência da recém-nascida. “Fechou esse ciclo com chave de ouro”, comemora. *Com informações do Iges/DF
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Materiais reaproveitados viram espaços de bem-estar em UPAs no DF
Estruturas retiradas durante obras do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ganharam uma nova função: se transformaram em locais de convivência e descanso nas unidades de pronto atendimento (UPAs), administradas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). A proposta une sustentabilidade, reaproveitamento de recursos e atenção ao bem-estar de profissionais e pacientes. As primeiras instalações já foram entregues nas UPAs de Recanto das Emas e Ceilândia II. Os locais contam com bancos para descanso, tomadas para carregamento de dispositivos eletrônicos e paisagismo pensado para tornar o ambiente mais acolhedor. Além de servirem como ponto de pausa para colaboradores, também podem ser utilizados em atividades terapêuticas, fisioterapia e ações ao ar livre com pacientes. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher. Para a chefe do núcleo, Paula Paiva, a criação desses locais representa mais um avanço no compromisso institucional com as pessoas. Segundo ela, os espaços foram planejados para oferecer momentos de descanso e recuperação emocional em unidades marcadas por alta demanda assistencial. A proposta surgiu a partir de uma demanda identificada pelo Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher | Foto: Divulgação/IgesDF “Investir em áreas voltadas ao descanso é investir diretamente na saúde física e mental dos profissionais que diariamente se dedicam ao cuidado da população”, destaca. Um dos diferenciais está no reaproveitamento de componentes retirados de uma área do HBDF, que atualmente passa por reformas para receber o novo centro cirúrgico da unidade. De acordo com a gerente de manutenção e infraestrutura, Tatiana Tostes, a proposta surgiu da necessidade de dar uma destinação útil aos elementos removidos durante a obra. A partir da atuação integrada entre equipes de projetos, manutenção, infraestrutura, obras e fiscalização, foi possível transformar um desafio operacional em solução inovadora. “Conseguimos unir sustentabilidade, economia de recursos e humanização em um único projeto. Todo o planejamento foi realizado para que o benefício pudesse chegar a todas as UPAs da rede e também ao Hospital Cidade do Sol”, explica. Responsável pela execução das intervenções, o gerente de Obras e Fiscalização, Matheus Martins, afirma que as entregas ocorreram entre abril e junho nas UPAs de Ceilândia II e Recanto das Emas e que novas unidades já recebem melhorias. “As obras já foram iniciadas nas UPAs de Ceilândia I, Vicente Pires e Riacho Fundo, que serão as próximas a receber os espaços”, informa. Na UPA de Recanto das Emas, a novidade rapidamente passou a fazer parte da rotina dos colaboradores. Para a gerente da unidade, Idê Ingrid Rodrigues, a iniciativa representa um cuidado que vai além da assistência. “Acredito que investir em espaços voltados ao bem-estar dos colaboradores é também pensar na qualidade da assistência prestada aos pacientes. Quando nossos profissionais se sentem acolhidos, valorizados e têm um ambiente adequado para momentos de descanso e integração, conseguimos fortalecer o atendimento humanizado e oferecer uma assistência ainda melhor à população”, afirma. Mais do que uma obra física, o projeto simboliza uma nova forma de pensar a infraestrutura institucional, transformando estruturas que antes seriam descartadas em locais capazes de promover acolhimento, saúde e qualidade de vida para quem cuida e para quem é cuidado. Para o superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel, a iniciativa demonstra como olhar para as pessoas e para o meio ambiente pode contribuir diretamente para a promoção da saúde. “Mais do que construir ambientes, buscamos criar locais que gerem acolhimento, conforto e qualidade de vida. Esse projeto mostra que é possível aliar eficiência, sustentabilidade e humanização em benefício das pessoas”, completa. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Concessionária de transporte do DF é a primeira a aderir a pacto pela integridade empresarial
A Viação Marechal passa a integrar o Pacto Brasil pela Integridade Empresarial, iniciativa da Controladoria-Geral da União (CGU) voltada para o fortalecimento da ética, da transparência e das boas práticas no ambiente corporativo. A empresa é a primeira concessionária de transporte público do Distrito Federal a se tornar signatária do programa, conquistando um reconhecimento de abrangência nacional. O Pacto Brasil reúne empresas e entidades privadas que assumem, voluntariamente, compromisso público com a integridade em todo o ciclo de negócios. A adesão é formalizada por meio de termo assinado pela liderança executiva da empresa e seguida da realização de autoavaliação das medidas de integridade adotadas pela organização. A empresa é a primeira concessionária de transporte público do Distrito Federal a se tornar signatária do programa, conquistando um reconhecimento de abrangência nacional | Foto: Divulgação/ Viação Marechal “Aderir ao Pacto Brasil é a confirmação de que estamos no caminho certo. A integridade não é um requisito formal para a empresa, é um valor que orienta nossas decisões e nossas relações com todos os públicos com quem nos relacionamos. Ser a primeira concessionária de transporte público do DF a integrar esse movimento nacional é motivo de muito orgulho e de responsabilidade”, afirma Anna Dantas, compliance officer da concessionária. A adesão representa o reconhecimento nacional do trabalho desenvolvido na estruturação do Programa de Integridade da Marechal e reforça uma cultura organizacional pautada pela ética, pelo cumprimento das normas e pela responsabilidade nas relações com colaboradores, usuários, fornecedores e o Poder Público. Criado pela CGU, o Pacto Brasil tem como objetivos ampliar o fomento à integridade no setor privado brasileiro, disseminar conhecimento sobre o tema e conscientizar as organizações sobre a relevância das boas práticas de conformidade. *Com informações da Semob-DF
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Limpeza no Lago Paranoá retira 280 kg de resíduos
Na manhã desta quarta-feira (3), a Polícia Militar do Distrito Federal, por meio da Companhia Lacustre do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), realizou uma operação de limpeza e preservação ambiental no Lago Paranoá, nas proximidades da Ponte JK. A ação ocorreu entre 8h e 12h e contou com o apoio do Grupo de Resposta Rápida (GRR) da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Equipes especializadas atuaram na retirada de resíduos sólidos acumulados nas margens e no fundo do lago | Foto: Divulgação/PMDF A operação mobilizou cerca de 20 mergulhadores e equipes especializadas, que atuaram na retirada de resíduos sólidos acumulados nas margens e no fundo do lago, contribuindo para a preservação ambiental e a manutenção do lago. Além de contribuir para a preservação da qualidade da água, a retirada desses resíduos reduz os riscos à fauna aquática, evita a degradação dos habitats, fortalece a segurança da navegação e das atividades esportivas e recreativas realizadas no Lago Paranoá, além de preservar um dos mais importantes cartões-postais de Brasília. Durante a ação, os mergulhadores realizaram buscas subaquáticas em áreas de difícil acesso, localizando e removendo materiais que permaneciam ocultos sob a superfície e que poderiam causar impactos ambientais por longos períodos. Com a operação, a Polícia Militar do DF reforça a importância da conscientização da população sobre o descarte correto de lixo Ao término da operação, foram retirados aproximadamente 280 quilos de resíduos sólidos. Entre os materiais recolhidos estavam garrafas plásticas, latas, embalagens diversas, peças metálicas, pneus e até mesmo uma televisão descartada irregularmente no espelho d’água, evidenciando os impactos causados pelo descarte inadequado de resíduos. A quantidade e a diversidade dos objetos encontrados reforçam a importância da conscientização da população sobre o descarte correto de lixo. Muitos dos materiais recolhidos podem levar décadas para se decompor, causando danos significativos ao ecossistema aquático. A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio da Companhia Lacustre do BPMA, reafirma seu compromisso com a proteção dos recursos naturais e destaca a importância da participação da sociedade na preservação ambiental, por meio de práticas responsáveis que contribuam para a conservação do Lago Paranoá para as futuras gerações. *Com informações da PMDF
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Mais de 125 toneladas de entulho são retiradas em áreas de Ceilândia
Ceilândia segue recebendo uma força-tarefa de zeladoria, infraestrutura e recuperação viária em diversas regiões administrativas. As ações fazem parte das ordens de serviço assinadas pela governadora em exercício Celina Leão durante o lançamento do programa GDF na Sua Porta, realizado nesta semana na cidade, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal com melhorias urbanas, mobilidade e manutenção dos espaços públicos. Ao longo da semana, equipes da Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Novacap, GDF Presente, SLU e demais órgãos do Governo do Distrito Federal, executaram serviços de tapa-buracos, recuperação asfáltica, limpeza urbana, remoção de entulho, implantação de bloquetes e manutenção de áreas públicas em diferentes setores da cidade. 125 toneladas de entulho retiradas de áreas de Ceilândia | Fotos: Divulgação/Adm. Regional de Ceilândia Um dos destaques da operação foi a retirada de mais de 125 toneladas de entulho em diferentes pontos de Ceilândia. Somente na Via N-1 Norte foram recolhidas 45 toneladas de resíduos. Outras 42 toneladas foram removidas na EQNP 28/32, no Setor P Sul, além de 38 toneladas retiradas na EQNP 01/05, no Setor P Norte. Também houve ações de limpeza e remoção de entulho na EQNO 17/18, EQNO 03/05, EQNM 05/07 e QNO 10 Área Especial. Na área de mobilidade urbana e recuperação viária, as equipes utilizaram aproximadamente 31 toneladas de massa asfáltica em serviços executados em diversos pontos de Ceilândia. As ações contemplaram trechos como QNO 15 conjuntos C e D, QNP 26 conjunto P, QNQ 2 conjunto 6, EQNO 3/5 Setor O, além de conjuntos da QNO 13 e QNO 5. Os serviços também incluíram operações de tapa-buracos com caminhões térmicos nas regiões da QNP 36, EQNP 13/17, QNO 11, QNO 7, QNP 13, EQNN 18/20, EQNM 2/4 e vias de acesso da QNM 22. Força-tarefa do GDF repara vias públicas de Ceilândia [LEIA_TAMBEM] 31 toneladas quantidade e massa asfáltica utilizada em reparos em vias públicas de Ceilândia As equipes ainda realizaram obras e manutenções importantes para a infraestrutura urbana, como reposição de tampa em caixa subterrânea na CNM 2, reparos em conjuntos de boca de lobo na Avenida MN3 e na QNN 32, implantação de calçadas na QNM 12 e construção de bases para estacionamento na EQNO 03/05 e Via M-2 Sul. Na área de urbanização e espaços públicos, foram executadas ações de roçagem, capina, jardinagem e limpeza em praças públicas, canteiros centrais e áreas comunitárias. Houve manutenção na Praça da EQNM 5/7, limpeza no ponto de táxi da Avenida Hélio Prates, coleta de galhos no canteiro central da via e serviços de jardinagem ao longo da avenida. A força-tarefa também deu continuidade às obras de implantação de bloquetes sextavados na Praça Pública da EQNO 3/5, no Setor O, além da descarga de novos materiais para ampliação dos serviços no local. Outro destaque da semana foi a continuidade da demolição do antigo posto de gasolina na Avenida Hélio Prates, acompanhada da remoção de resíduos e limpeza da área, contribuindo para a revitalização urbana e melhoria da segurança no espaço. As ações reforçam o compromisso do Governo do Distrito Federal com a manutenção da cidade, a melhoria da mobilidade urbana e a promoção de mais qualidade de vida para a população de Ceilândia. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Servidores do GDF debatem parceria para educação ambiental e proteção do Cerrado
Representantes da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF) e da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com a participação do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), reuniram-se na terça-feira (2) para discutir a criação de uma parceria voltada para o desenvolvimento de ações de educação ambiental, manejo de fauna silvestre e proteção e conservação do Cerrado no Distrito Federal. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população. Os participantes também avaliaram possibilidades de apoio institucional e financeiro por meio do Fundo Único de Meio Ambiente (Funam), com o objetivo de viabilizar projetos alinhados à política ambiental do Distrito Federal. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou que a articulação entre os órgãos do GDF é essencial para ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas ao meio ambiente. "Quando diferentes áreas do governo trabalham de forma coordenada, conseguimos transformar planejamento em resultados concretos para a população. Essa parceria fortalece a capacidade do Estado de proteger o patrimônio ambiental do Distrito Federal e de desenvolver ações que geram benefícios permanentes para as atuais e futuras gerações", afirmou. Durante o encontro, foram apresentadas propostas que poderão ser executadas em conjunto para ampliar as ações de conscientização ambiental, fortalecer a formação cidadã e promover a sustentabilidade junto à comunidade escolar e à população | Foto: Divulgação/Sema-DF O secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, Rafael Santana, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos para ampliar o alcance das políticas ambientais. "A integração entre a Sema e a PMDF fortalece as ações de educação ambiental, a proteção da fauna silvestre e a conservação do Cerrado. Quando os órgãos atuam de forma coordenada, conseguimos potencializar resultados e levar à população iniciativas cada vez mais efetivas em favor da sustentabilidade e da preservação dos nossos recursos naturais", comentou. O 2º tenente QOPM, Huggo de Alcântara Barros Bueno, do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), destacou que o encontro contribuiu para ampliar a cooperação entre os órgãos. "A aproximação entre a PMDF e a Sema fortalece as ações de proteção ambiental no Distrito Federal e amplia as possibilidades de atuação conjunta em projetos de educação ambiental, conservação do Cerrado e preservação da fauna silvestre", disse. A reunião reforçou a integração entre os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e evidenciou a importância da atuação transversal na construção e execução de políticas ambientais. A cooperação entre a Sema e a PMDF poderá contribuir para a ampliação das ações de educação ambiental, o fortalecimento da proteção da fauna silvestre, a conservação do Cerrado e a promoção de iniciativas voltadas para o desenvolvimento sustentável, beneficiando diretamente a população do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente do Distrito Federal (Sema-DF)
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Parque da Cidade ganha nova pista de velocidade
A primeira pista de velocidade do Distrito Federal foi inaugurada, nesta quarta-feira (3), no Estacionamento 10 do Parque da Cidade. O equipamento foi doado pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) como legado dos Jogos da Juventude 2025. A novidade incentiva a prática esportiva, desafia corredores da capital e fortalece o leque de atrações do maior parque urbano da América Latina, que recebe mais de 60 mil pessoas aos finais de semana. O secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira, salientou que o dispositivo desperta o interesse pelo atletismo e pode ser usado em ações educativas e projetos sociais. “Recebemos mais de 60 mil pessoas aos finais de semana. São diversas assessorias de corrida utilizando o parque. Tenho certeza de que esse equipamento esportivo vai agregar muito valor para todos. O atletismo tem dado muitas alegrias para o Brasil e para Brasília”, comentou. Pista foi inaugurada nesta quarta-feira (3), no Parque da Cidade | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O equipamento consiste em um radar movido por energia solar e um trecho de 30 metros marcado no chão. Ao passar pelo ponto de captação, o radar registra a velocidade do participante em quilômetros por hora e exibe o resultado instantaneamente em um painel eletrônico. Interessados podem monitorar os resultados por meio de um aplicativo, disponibilizado por QR Code. Criador da pista, o ex-atleta olímpico Fabiano Pessanha explicou que a operação é mantida com energia solar de modo ininterrupto. Além disso, o ponto de medição permanece sempre no mesmo local, garantindo precisão nos resultados. “Está a quatro metros do radar. Independentemente de de onde a pessoa venha correndo, quando ela passar exatamente pelo ponto demarcado, verá sua velocidade imediatamente no display, com uma casa decimal”, pontuou. “É uma diversão, uma brincadeira que, no fundo, incentiva as pessoas a praticarem mais atividade física e a se movimentarem mais", destaca Marco La Porta, presidente do COB Segundo o presidente do COB, Marco La Porta, o sistema poderá auxiliar na identificação de atletas com potencial de alto rendimento. “Existe a possibilidade de inserir os resultados e compará-los com os de outras pessoas, o que acaba criando um grande banco de detecção de talentos. Quando aparece um resultado fora da normalidade, podemos acompanhar mais de perto e identificar possíveis talentos que estavam escondidos”, disse. “É uma diversão, uma brincadeira que, no fundo, incentiva as pessoas a praticarem mais atividade física e a se movimentarem mais.” “Amo esse espaço e acho que essa pista vai ser um grande legado para quem pratica e ama esporte. Ajuda a gente a fazer testes de velocidade e até a descobrir novos talentos no atletismo", afirmou Aline Trancoso Oliveira A pista de velocidade foi bem recebida pela comunidade. A servidora pública Aline Trancoso Oliveira, 40 anos, corre no Parque da Cidade há mais de uma década e já planeja os dias em que utilizará o equipamento para medir o desempenho. “Amo esse espaço e acho que essa pista vai ser um grande legado para quem pratica e ama esporte. Ajuda a gente a fazer testes de velocidade e até a descobrir novos talentos no atletismo", afirmou.
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GDF na Sua Porta ultrapassa 6 mil atendimentos nos três primeiros dias em Ceilândia
O programa GDF na Sua Porta encerrou, nesta quarta-feira (4), o terceiro dia de atendimentos em Ceilândia com um saldo expressivo: mais de 6 mil pessoas atendidas desde o início da ação. Em média, mais de 2 mil cidadãos foram beneficiados por dia pelos serviços oferecidos por mais de 40 órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A iniciativa está sendo realizada na Praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika, na área central da cidade, sempre das 9h às 16h, levando diversos serviços públicos para mais perto da população e facilitando o acesso a atendimentos essenciais. Devido ao feriado e ao ponto facultativo desta quinta-feira (5) e sexta-feira (6), respectivamente, além do fim de semana, a ação fará uma pausa temporária. Os atendimentos serão retomados na próxima segunda-feira, dia 8 de junho, e seguirão até sexta-feira, dia 12. Em média, mais de 2 mil cidadãos foram beneficiados por dia pelos serviços oferecidos por mais de 40 órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao longo dos três primeiros dias, moradores de Ceilândia tiveram acesso a uma ampla rede de serviços nas áreas de saúde, cidadania, assistência social, emprego, educação, esporte e orientação pública. Entre os atendimentos oferecidos estão vacinação, colocação do método contraceptivo implanon, atendimento odontológico, emissão da Carteira de Identidade, serviços do Detran-DF, Agência do Trabalhador, apoio à mulher, assistência social, Defensoria Pública, Cras, consultas oftalmológicas, procedimentos do Na Hora, matrículas para o Centro Olímpico de Ceilândia, agendamento para castração de animais, entre diversos outros serviços. A expectativa é de que milhares de novos atendimentos sejam realizados na próxima semana, reforçando o compromisso do Governo do Distrito Federal de aproximar os serviços públicos da população e garantir mais acesso, comodidade e cidadania para os moradores da região. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Novo horário de atendimento
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Campanha Junho Vermelho levará doação de sangue à Praça do Buriti
Como parte das ações do Junho Vermelho, campanha nacional de conscientização sobre a importância da doação de sangue, o Governo do Distrito Federal promove, na próxima terça-feira (9), das 9h às 16h, na Praça do Buriti, o GDF Sangue Bom, uma grande mobilização solidária voltada para o incentivo à doação de sangue. A iniciativa é realizada pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiss), em parceria com a Fundação Hemocentro de Brasília com o apoio do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Secretaria de Atendimento à Comunidade (Seac-DF). A programação contará com coleta de sangue realizada pela equipe do Hemocentro de Brasília, além de ações educativas, atividades de conscientização, cidadania e mobilização social. O evento GDF Sangue Bom será uma grande mobilização solidária voltada para o incentivo à doação de sangue | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Um dos destaques da campanha será a participação voluntária de 36 garis do Distrito Federal, que doarão sangue durante a ação, reforçando a importância da solidariedade e do compromisso coletivo com a vida. O evento também contará com a presença do Garizinho, personagem educativo do SLU, promovendo atividades de conscientização e educação voltadas à população. A programação terá ainda apresentações do Teatro do Detran, levando informação e conscientização de forma lúdica e interativa para crianças, jovens e adultos. A expectativa é reunir servidores, parceiros, voluntários e a população em geral em uma grande corrente de solidariedade durante o Junho Vermelho, fortalecendo a conscientização sobre a importância da doação regular de sangue. "Doar sangue é um gesto simples, rápido e que pode salvar até quatro vidas" Fabrício Faleiro, primeiro-cavalheiro do DF “Doar sangue é um gesto simples, rápido e que pode salvar até quatro vidas. Queremos sensibilizar a população para que a doação deixe de ser um ato isolado e se torne um hábito permanente de amor ao próximo”, destaca o primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro. Segundo a Fundação Hemocentro de Brasília, os estoques de sangue precisam ser mantidos continuamente abastecidos para atender pacientes em tratamentos, cirurgias, emergências e outras demandas da rede de saúde. Os interessados em participar podem agendar a doação antecipadamente, garantindo maior comodidade e mais agilidade no atendimento. *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social
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IgesDF abre seleção para áreas estratégicas da saúde com salários de até R$ 16 mil
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro de reserva em áreas consideradas estratégicas para o funcionamento da rede pública de saúde. As oportunidades são para analista de faturamento, analista de humanização, médico cirurgião de cabeça e pescoço e fisioterapeuta neonatal e pediátrico. As remunerações variam entre R$ 4.451,35 e R$ 16.030,94, conforme o cargo e a carga horária prevista em edital. As contratações poderão ocorrer em regime determinado, indeterminado ou intermitente, de acordo com a necessidade das unidades administradas pelo instituto. Todos os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. As oportunidades são para analista de faturamento, analista de humanização, médico cirurgião de cabeça e pescoço e fisioterapeuta neonatal e pediátrico | Foto: Divulgação/IgesDF Áreas administrativas e gestão hospitalar O Edital nº 041/2026 prevê cadastro de reserva para Analista I — Faturamento, cargo voltado para o suporte administrativo e financeiro relacionado aos procedimentos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A remuneração é de R$ 4.451,35 para jornada mínima de 40 horas semanais. Para participar, é necessário possuir ensino superior completo, curso de faturamento hospitalar, capacitação no Sistema Eletrônico de Informações (SEI) e experiência mínima de seis meses em faturamento no âmbito do SUS. Já o Edital nº 042/2026 contempla cadastro de reserva para Analista I — Humanização, também com remuneração de R$ 4.451,35 e carga horária mínima de 40 horas semanais. A oportunidade é destinada a profissionais das áreas de administração, gestão hospitalar, psicologia, serviço social, enfermagem, recursos humanos, comunicação social e pedagogia, com experiência em atendimento em ambiente hospitalar ou clínicas médicas e formação relacionada à Política Nacional de Humanização. Assistência especializada O Edital nº 043/2026 prevê cadastro de reserva para médico cirurgião de cabeça e pescoço, com remuneração bruta de R$ 16.030,94 para carga horária mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em medicina, registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência médica com Registro de Qualificação de Especialista (RQE) ou título reconhecido pela especialidade, além de experiência mínima comprovada na área. Também está aberta seleção para fisioterapeuta neonatal e pediátrico, prevista no Edital nº 044/2026, com remuneração de R$ 5.259,97 e jornada mínima de 30 horas semanais. Para participar, é exigida graduação em Fisioterapia, especialização ou residência concluída nas áreas neonatal e/ou pediátrica, registro profissional ativo e experiência hospitalar mínima de seis meses. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, disponível em processoseletivo.igesdf.org.br, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os editais têm como objetivo a formação de cadastro de reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial e administrativa das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF reforça áreas ligadas à assistência especializada, gestão hospitalar e experiência do paciente, fortalecendo equipes que atuam diretamente na qualidade do cuidado prestado à população do Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Obras do Caps do Gama entram em fase de acabamento
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Operação na DF-001 apreende veículos irregulares
A Polícia Militar do Distrito Federal, por meio do Pelotão de Motociclistas do Batalhão de Policiamento Rodoviário (BPRv), realizou a Operação Rodovia Segura na rodovia DF-001, na altura do quilômetro 83, na manhã desta quarta-feira (3). A ação teve como foco fiscalizar e retirar de circulação condutores e veículos em situação irregular. Durante o ponto de bloqueio, as equipes policiais constataram diversas irregularidades administrativas e condutas que geravam risco na rodovia. O balanço final da produtividade da operação integrada registrou os seguintes dados: 510 veículos abordados; 50 veículos removidos ao depósito da Via Brasília; 155 autos de infração de trânsito aplicados; 21 condutores inabilitados flagrados; 16 motoristas com a CNH vencida identificados; 14 vistorias veiculares realizadas. Operação Rodovia Segura, na manhã desta quarta-feira (3), retirou de circulação 50 veículos em situação irregular | Foto: Divulgação/PMDF A corporação contou com o apoio de 14 guinchos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) para realizar o transporte dos veículos até o depósito. Todas as medidas cabíveis foram adotadas pelas equipes do BPRv diretamente no local da blitz, garantindo o cumprimento da legislação de trânsito e reforçando a segurança dos motoristas que utilizam a via. *Com informações da PMDF
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Projetos do bicicletário e ciclovia da Rodoviária do Plano Piloto passam por audiência pública
A construção de um bicicletário e da ligação cicloviária na Rodoviária do Plano Piloto entrou em fase decisiva dos projetos, após a audiência pública promovida pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) nesta quarta-feira (3). Os próximos passos serão fazer os ajustes finais na proposta para que a obra possa ser executada. Projeção mostra área com pista demarcada e o percurso delineado na Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Divulgação/Semob-DF Durante a audiência, realizada no auditório do Ministério Público (MPDFT), a secretaria apresentou os projetos e recebeu sugestões da comunidade. Faltam poucos detalhes, como aprimorar a sinalização nas travessias e definir como será a iluminação da ciclovia no interior da rodoviária. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade” Sandra Holanda, secretária de Transporte e Mobilidade De acordo com o projeto, o bicicletário ficará na parte externa do terminal, atrás do local onde fica o Na Hora, próximo da alça oeste da rodoviária. Os ciclistas terão acesso ao equipamento também pela área interna, favorecendo quem chegar de bike pelo metrô. O bicicletário terá o nome de Raul Aragão, em homenagem ao ativista da ciclomobilidade que foi vítima fatal de atropelamento em outubro de 2017. O percurso A ciclovia, que passará por dentro da rodoviária, terá a maior parte do percurso na margem da Via N1 (lado Norte), no sentido de saída da Esplanada em direção à Torre de TV. O objetivo é possibilitar que o ciclista atravesse pedalando em segurança, do sentido leste para o oeste do terminal, sem precisar passar pelas plataformas de embarque e desembarque de passageiros. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade”, avalia a secretária de Transporte e Mobilidade, Sandra Holanda. “E a importância desse projeto se torna ainda maior por se tratar da Rodoviária do Plano Piloto, que é um ponto de integração de diversos modos de transporte. Com a ciclovia e o bicicletário, a rodoviária se consolida como um terminal multimodal, que agora será também um terminal cicloviário.” [LEIA_TAMBEM]No encontro, o promotor Dênio Augusto Moura, da Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística, falou sobre a importância de o debate ocorrer no Dia Mundial da Bicicleta, comemorado em 3 de junho, e enfatizou: “Temos algumas condicionantes pelo fato de a Rodoviária ser parte da área tombada de Brasília, e por isso foi importantíssimo esse trabalho conjunto da Semob, Ministério Público, Iphan e Rede Urbanidade”. A audiência pública foi transmitida ao vivo pela internet e está disponível para consultas no canal da Semob-DF no Youtube. Todas as manifestações serão respondidas em relatório que será elaborado pela equipe técnica e publicado em breve no site da secretaria. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
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Redes de assistência social, educação e trabalho garantem ao DF o topo em ranking de desenvolvimento humano
O Distrito Federal alcançou o topo do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do Brasil em 2024, com a marca histórica de 0,866, e conquistou a faixa de "muito alto desenvolvimento humano", acima do resultado nacional (0,805). Esse índice não é apenas uma estatística fria em um relatório. Por trás dos números que medem saúde, educação e renda estão milhares de vidas que encontram na rede de proteção e incentivo do Governo do Distrito Federal (GDF) a força necessária para reescrever as próprias histórias. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul chega a atender quase 30 mil famílias por ano “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa" Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social Entre 2021 e 2024, o índice brasiliense teve avanço de 0,043, ou 5,2%, quando ficou em 0,823. Em 2012, o resultado do DF era de 0,824. O IDHM, uma adaptação do índice global para avaliar a realidade das unidades federativas e municípios, avalia o bem-estar e o progresso de longo prazo da população. A escala varia de 0 a 1 e é calculada com base no desempenho em três dimensões fundamentais do desenvolvimento humano: a garantia de uma vida longa e saudável (longevidade e saúde), o acesso ao conhecimento (educação) e um padrão de vida decente (renda e trabalho). O Radar IDHM 2024 é o documento com os dados mais recentes. A publicação é elaborada pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), em parceria com a Fundação João Pinheiro (FJP) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para sustentar esse topo e transformar o vigor econômico em bem-estar social nas regiões administrativas, o GDF atua de forma integrada: a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) lidera uma rede de proteção com programas inovadores como o Cartão Prato Cheio e o DF Social, que garantem segurança alimentar e dignidade; a Secretaria de Educação impulsiona os índices educacionais com a menor taxa de analfabetismo do país e o avanço histórico do programa Alfaletrando, que já alfabetizou 65% das crianças até o 2º ano; enquanto a Secretaria de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet) fecha o ciclo de desenvolvimento humano, ao fomentar a autonomia financeira por meio da capacitação profissional do QualificaDF e da revitalização comunitária do RenovaDF. Gerente do Cras de Samambaia Sul, Paolo Sousa: "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação” Luz no fim do túnel A cozinheira Diana Patrícia Moura sabe bem o que esse amparo significa. Diagnosticada com uma doença grave em outubro do ano passado, ela se viu impossibilitada de trabalhar. Sem renda, morando de aluguel e focada no tratamento médico, o medo da fome bateu à porta. A resposta veio por meio do Cartão Prato Cheio, que garante R$ 250 mensais para a compra de alimentos a 130 mil famílias no DF, em 18 parcelas. "Vai ajudar muito, porque tem que pagar aluguel, né? Fora o aluguel, o mais caro é a comida. Então, vai ser bem-vindo", desabafa a moradora de Samambaia Sul, agora com a tranquilidade de ter o alimento garantido durante sua luta pela saúde. O diferencial de acolher os cidadãos nos momentos mais críticos e garantir o mínimo para recomeçar é o que sustenta essa ampla rede de apoio. A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, explica que para muitas pessoas o Estado é a única porta possível a bater. “Para as famílias que mais precisam, as políticas sociais talvez sejam as únicas formas de garantir o mínimo, como a comida na mesa, com o benefício do Cartão Prato Cheio, o Cartão Gás e o DF Social, que complementam a renda e reduzem o impacto nos orçamentos dessas pessoas”. Tamires Nigre, mãe de recém-nascida, sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio O amparo, no entanto, não se restringe à transferência de renda, mas exige um olhar humanizado que atua na raiz do bem-estar social. “Seja com um pernoite no Hotel Social para garantir dignidade e oportunidades para outras políticas públicas ou com acompanhamento adequado dos Cras, além de garantir direitos, essas políticas socioassistenciais reconstroem vidas e também previnem vulnerabilidades e reduzem as mazelas, melhorando a qualidade de vida para toda a população do DF”, complementa a secretária. "A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda" Tamires Negre, dona de casa, mãe de recém-nascida Essa reconstrução de vidas busca, acima de tudo, construir uma ponte para a autonomia. Tamires Negre, mãe de uma recém-nascida de apenas 22 dias, vive em uma casa com seis pessoas e já sentiu o alívio de ter a alimentação da família assegurada pelo Prato Cheio. Agora, a dona de casa precisa da Bolsa Natalidade, que oferece kit com enxoval e R$ 200 para famílias vulneráveis, para ajudar nas despesas com a bebê. "Ajuda muito. A gente foi a uma consulta da neném e precisa de um remedinho, que não tenho como comprar neste momento. Mas, quando vier, esse benefício vai dar uma ajuda", relata a moradora de Samambaia Norte, que encontra na rede de assistência um amparo para o desgaste físico e mental da maternidade. Nas trincheiras do atendimento diário, gestores testemunham essas transformações de perto. Paolo Sousa, gerente do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de Samambaia Sul — unidade que chega a atender quase 30 mil famílias por ano —, explica a dimensão desse impacto. "Há famílias que tinham uma condição precária de alimentação e, hoje, após o Prato Cheio, têm dignidade na alimentação”, relata. Autonomia e desligamento dos benefícios O objetivo central, no entanto, é devolver a independência aos cidadãos. O diretor se emociona ao contar sobre as famílias que pedem o desligamento voluntário dos benefícios porque alcançaram a autonomia. “O nosso trabalho gera frutos", comemora. Ele relembra o agradecimento recente de uma mãe atendida na unidade: "Ela falou: 'Muito obrigado, porque vocês, enquanto equipamento público, nos proporcionaram acesso ao estudo'. Com o dinheiro que ela recebia, ela se qualificou, conseguiu pagar um estudo mínimo para a filha, que depois passou em um concurso”, conta Sousa. Avanço alcançado pelas famílias depois de receber desmistifica preconceito de muitas pessoas sobre os programas sociais Para o diretor, o avanço real dessas pessoas desmistifica qualquer preconceito sobre os programas sociais. "Isso tira a ideia que, infelizmente, muitas pessoas têm de que quem recebe algum benefício fica acomodado. Não, isso não existe. Hoje os números mostram a diferença. Os programas de transferência de renda trazem, sim, autonomia para que essas famílias consigam sair da insegurança alimentar e gerir a própria vida", completa. Educação é o pontapé inicial Para que as famílias consigam dar esse salto definitivo, a base educacional é imprescindível. Hoje, o DF tem a menor taxa de analfabetismo do país para maiores de 15 anos e pode celebrar a marca de 65% das crianças alfabetizadas ao fim do 2º ano do ensino fundamental, índice que supera a meta nacional. "Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF” Iêdes Soares Braga, secretária de Educação interina Ao refletir sobre como essas salas de aula constroem a liderança do DF no desenvolvimento humano, a secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, enfatiza que o conhecimento é o principal instrumento de transformação social e desenvolvimento humano. “Quando ampliamos o acesso à escola, fortalecemos a alfabetização, garantimos a permanência dos estudantes e investimos na formação profissional, estamos impactando diretamente a qualidade de vida da população." Os avanços educacionais do Distrito Federal refletem não apenas em melhores indicadores de escolaridade, mas também em mais oportunidades, geração de renda, inclusão social e perspectivas de futuro para nossos jovens. Cada estudante que permanece na escola e conclui sua trajetória educacional representa um avanço concreto para o desenvolvimento humano do DF”, avalia a secretária. Novos capítulos [LEIA_TAMBEM]Com cidadãos amparados e educados, as portas do mercado se abrem, completando o ciclo virtuoso que impulsiona o IDHM. Apenas nos primeiros meses de 2026, as agências do Trabalhador disponibilizaram quase 25 mil vagas de emprego. Em paralelo, o vigor econômico se comprova nos números do programa Emprega DF, programa de incentivo do GDF que dá benefícios fiscais a empresas que investem, mantêm e geram emprego no DF. Além de alcançar firmas já instaladas na capital federal, a iniciativa procura atrair novos empreendimentos e, assim, alavancar a economia local. Entre 2019 e 2024, houve aumento superior a 3.200% na geração de empregos diretos (saltando de 321 para 10.608 postos), além de crescimento dos investimentos de empresas, de R$ 37,1 milhões para R$ 189,3 milhões. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, explica a engrenagem por trás dessa economia pulsante: “O Distrito Federal tem se consolidado como um lugar cada vez mais atrativo para viver, trabalhar e investir. Além da localização estratégica e da diversidade econômica, o DF conta com pessoas empreendedoras e dispostas a aproveitar novas oportunidades. A expectativa é seguir ampliando a geração de empregos, fortalecendo os negócios locais e levando mais qualificação profissional para todas as regiões administrativas. Quando criamos oportunidades perto de onde as pessoas vivem, impulsionamos o desenvolvimento e melhoramos a qualidade de vida de toda a população".
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Semana do Meio Ambiente terá feira de orquídeas, aula de yoga e ações de educação ambiental no JBB
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Obesidade infantil exige atenção das famílias aos primeiros sinais
Foi dentro de casa que a assistente administrativa Thaynara Aguiar percebeu que algo não estava bem com a filha, Vallentina Louzeiro, de 7 anos. “Ela comia muito rápido e em grandes quantidades. Muitas vezes, repetia a refeição e, se sobrasse comida do irmão, também queria comer. Foi quando comecei a entender que precisava olhar para aquela situação com mais atenção”, relembra. A preocupação aumentou à medida que os sinais se tornavam mais evidentes. Além do ganho de peso, Vallentina passou a sentir dores nos joelhos e enfrentou comentários desagradáveis na escola. “Como mãe, fiquei muito preocupada. Ver minha filha tão pequena sofrendo com dores e sendo alvo de 'brincadeiras' por causa do peso me fez perceber que era hora de agir”, conta. Dores nas pernas, dificuldade para acompanhar brincadeiras, mudanças no comportamento e sofrimento emocional são alguns dos sinais de alerta para a obesidade infantil. O problema vem aparecendo cada vez mais cedo entre crianças e adolescentes. O alerta ganha ainda mais relevância diante de um cenário preocupante: segundo relatório recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), uma em cada cinco crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos está acima do peso no mundo. Ao todo, são cerca de 391 milhões de jovens nessa condição, sendo que quase metade já convive com a obesidade. No Dia da Conscientização Contra a Obesidade Infantil, celebrado nesta quarta-feira (3), especialistas do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), reforçam a importância da adoção de hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida e do olhar atento das famílias. Dores nas pernas, dificuldade para acompanhar brincadeiras, mudanças no comportamento e sofrimento emocional são alguns dos sinais de alerta para a obesidade infantil | Foto: Divulgação/IgesDF Pequenas mudanças, grandes resultados Segundo o pediatra do HRSM, Luis Henrique Costa, o aumento dos casos de excesso de peso entre crianças está diretamente relacionado às mudanças no estilo de vida observadas nos últimos anos. “Atualmente, alimentos industrializados, congelados e prontos para consumo costumam ser mais acessíveis e práticos do que opções frescas. Quando isso se soma ao excesso de tempo diante das telas, à redução das atividades físicas e a hábitos alimentares inadequados, o resultado é o crescimento dos índices de sobrepeso e obesidade infantil”, explica. Segundo o especialista, o excesso de peso na infância pode aumentar o risco de problemas como hipertensão, diabetes, dores articulares, alterações hormonais e impactos emocionais que podem acompanhar a criança ao longo da vida. No caso da Vallentina, a mudança começou dentro de casa. A mãe, Thaynara, revisou a rotina alimentar da família retirando refrigerantes, doces e outros produtos ultraprocessados do dia a dia. Também passou a orientar a filha a comer com mais calma e a respeitar os sinais de saciedade. “Entendi que ela consumia aquilo que estava disponível. Então, a responsabilidade também era minha. Começamos a fazer escolhas melhores e a construir uma relação mais equilibrada com a comida”, afirma. Com as mudanças na rotina, Vallentina perdeu cerca de cinco quilos e passou a apresentar mais disposição, melhora no bem-estar e mais qualidade de vida. A nutricionista da unidade, Ingrid Oliveira, destaca que a prevenção começa dentro de casa e não depende de mudanças radicais. Segundo ela, pequenas escolhas feitas diariamente podem fazer grande diferença na saúde das crianças. “Quanto mais colorido for o prato, melhor. Frutas, legumes e verduras devem fazer parte da alimentação do dia a dia”, orienta. Ingrid ressalta que os impactos de uma alimentação inadequada vão muito além do ganho de peso. De acordo com a especialista, o organismo não foi preparado para receber tantos alimentos ultraprocessados e produtos artificiais. “Esse consumo excessivo pode comprometer o crescimento, a saúde óssea, o equilíbrio hormonal e até o bem-estar emocional de crianças e adolescentes. Por isso, estimular hábitos saudáveis desde cedo é uma forma de promover mais saúde e qualidade de vida ao longo dos anos”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Escolas públicas do Distrito Federal formam guardiões do meio ambiente
No Dia Nacional da Educação Ambiental, celebrado em 3 de junho, escolas da rede pública do Distrito Federal mostram como a educação ambiental faz parte do cotidiano pedagógico da rede. De hortas agroecológicas a projetos que conectam nascentes do Cerrado ao Oceano Atlântico, estudantes de diferentes regiões aprendem, na prática, sobre preservação, sustentabilidade e cuidado com os recursos naturais. Projeto Horta e Alimentação Saudável, desenvolvido na EC Beija-Flor, leva as crianças a conhecerem processos de plantio e manejo de mudas | Foto: Tereza Silva/SEEDF “A educação ambiental não é um tema isolado no currículo, mas um eixo fundamental para formar cidadãos responsáveis e preparados para os desafios do século 21”, afirma a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga. “Continuamos o legado de transformação, garantindo que cada estudante do DF desenvolva não apenas conhecimento, mas valores de preservação e cuidado com o planeta, especialmente nas regiões de maior vulnerabilidade.” Aprendizado nasce da terra Na Escola Classe (EC) Beija-Flor, na Asa Norte, a educação ambiental faz parte da rotina escolar. Por meio do projeto Horta e Alimentação Saudável, estudantes acompanham o cultivo de hortaliças, plantas medicinais e espécies nativas do Cerrado em espaços utilizados como ambientes de aprendizagem. “Um ser que não está conectado à natureza tem uma parte da sua educação ceifada” Tereza da Silva, diretora da Escola Classe Beija-Flor Além de conhecer processos como germinação, plantio e manejo de mudas, os alunos desenvolvem práticas relacionadas ao cuidado com o meio ambiente e à valorização da biodiversidade local. A diretora da unidade, Tereza Marques Cardoso da Silva, lembra que a proposta contribui diretamente para a formação dos estudantes: “Nós somos natureza, e aí precisamos nos conectar a essa natureza, pois essa conectividade é a nossa formação integral. Um ser que não está conectado à natureza tem uma parte da sua educação ceifada”. A escola também participa de ações de plantio de árvores na Serrinha do Paranoá, ampliando as experiências de educação ambiental para além do ambiente escolar. Do Cerrado ao oceano [LEIA_TAMBEM]A dimensão socioambiental também atravessa fronteiras linguísticas. Na Escola Bilíngue do Plano Piloto (EBPP), referência no atendimento a estudantes surdos, o projeto Missão Guardiões do Mar demonstra que a preservação dos oceanos começa nas nascentes do Cerrado. Com o tema “Vereda (a)mar: conexões visuais entre céu, Cerrado e mar”, os estudantes utilizam ferramentas como o Google Earth para mapear o trajeto das bacias hidrográficas e compreender como o cuidado com os mananciais locais reflete diretamente na saúde do Oceano Atlântico. Toda a mediação é feita em Libras, garantindo que o aprendizado sobre responsabilidade socioambiental seja plenamente inclusivo. A data, instituída pela Lei Federal nº 12.633/2012, integra o calendário oficial da educação brasileira e reforça a importância de iniciativas voltadas à conscientização ambiental. Nas escolas da rede pública do Distrito Federal, esse trabalho é desenvolvido ao longo de todo o ano por meio de projetos que aproximam os estudantes do Cerrado, da sustentabilidade e da preservação dos recursos naturais. *Com informações da Secretaria de Educação
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Obras do Caps do Gama entram em fase de acabamento
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) prepara a entrega do primeiro Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III do Gama, beneficiando a população de aproximadamente 140 mil habitantes da região. A inauguração concretizará o investimento de R$ 3,6 milhões descentralizados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), reforçando a proposta de ampliação do cuidado próximo à comunidade. Localizada no setor norte da cidade, a unidade integra o Sistema Único de Saúde (SUS) como o 19º Caps do Distrito Federal e o segundo na modalidade Caps III. Um local de acolhimento e apoio às pessoas que enfrentam sofrimento psíquico intenso. O modelo III especifica uma unidade de funcionamento 24 horas, com atendimento voltado a maiores de 18 anos, com transtornos mentais graves e persistentes. Estrutura da obra Desde a concepção da planta, o projeto foi pensado para atender às demandas específicas da unidade, assim como garantir acessibilidade às pessoas com deficiência. Em um terreno amplo de 3,5 mil m², a construção ocupa aproximadamente 740 m² e valoriza espaços de convivência, com integração entre a área externa e interna. Em um terreno amplo de 3,5 mil m², a construção ocupa aproximadamente 740 m² e valoriza espaços de convivência, com integração entre a área externa e interna | Foto: Divulgação/Novacap A estrutura conta com farmácia, enfermaria, banheiros e vestiários, espaço de convivência interno, jardins externos, salas de atividades coletivas e atendimento individualizado, refeitório, cozinha e quarto de plantão com banheiro, para repouso dos profissionais, além das demais instalações obrigatórias. Entre os serviços oferecidos estão acolhimento inicial, atendimentos individuais e em grupo, intervenções em crises, ações farmacológicas e não farmacológicas, oficinas terapêuticas, visitas domiciliares, apoio às famílias e atividades comunitárias. "Esta entrega representa um momento histórico para o SUS do Distrito Federal e demonstra o nosso compromisso com o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e com a política de saúde mental. Essa unidade do Caps Gama foi muito esperada pela população, e é uma alegria enorme poder, com ela, ofertar mais acesso às pessoas com sofrimento psíquico no DF" afirma Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental. Com a inauguração do Caps, a população do Gama, estimada em cerca de 140 mil habitantes, passará a contar com atendimento mais próximo, sem a necessidade de deslocamento até o Recanto das Emas. A Administração Regional do Gama celebra o investimento na saúde mental, na prevenção e no cuidado com os moradores. “O Caps representa um avanço histórico para o Gama. Saúde mental é uma necessidade real da nossa população, e esse equipamento vai trazer acolhimento, tratamento e dignidade para muitas famílias que hoje enfrentam dificuldades sem o suporte adequado”, afirma a administradora Thábata Almeida. Joana Ferreira, 30 anos, moradora da região, conta que havia desistido de procurar ajuda devido à longa distância que precisava percorrer até o centro mais próximo. “Essa nova unidade me encorajou, pois agora o tratamento vai ser viável”, compartilha. “Essa entrega representa o resultado de uma atuação conjunta entre a Novacap e a Secretaria de Saúde, unindo infraestrutura e política pública para ampliar o acesso da população a um atendimento humanizado e de qualidade. Nosso compromisso é garantir que obras como essa cheguem às regiões que mais precisam, fortalecendo a rede pública de saúde do Distrito Federal”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap
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Com apoio da FAPDF, UnB desenvolve tecnologia para aproximar idosos dos serviços digitais de saúde
Em um cotidiano cada vez mais digital, marcar consultas, acessar exames, buscar informações confiáveis e utilizar serviços de saúde pela internet já faz parte da rotina de muitas pessoas. Para parte da população idosa, no entanto, essas ferramentas ainda podem representar uma barreira. Foi para enfrentar esse desafio que surgiu o Digihealth Techkit, projeto desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Tech Learning (2023). A iniciativa reúne aplicativo, e-book, conteúdos interativos, jogos educativos e códigos QR para ajudar adultos a partir de 45 anos e pessoas idosas do Distrito Federal a desenvolverem habilidades digitais voltadas para o cuidado com a própria saúde. A professora Camila Alves Areda: “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo” | Foto: Divulgação/FAPDF O projeto é coordenado pela professora Camila Alves Areda, do curso de Farmácia da UnB, do Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (Profnit) e do Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica (PPGasfar). Para Camila, esse investimento foi estratégico para aproximar a pesquisa das demandas reais da população. “O apoio da FAPDF foi fundamental para transformar a proposta em uma solução concreta, validada e adaptada à realidade da população do Distrito Federal. O fomento permitiu aprimorar a tecnologia, desenvolver materiais educativos, realizar testes com usuários reais e fortalecer a integração entre pesquisa, inovação e impacto social”, destaca Camila. Para a professora, o investimento em projetos como o Digihealth Techkit demonstra a importância de políticas públicas de fomento à ciência, tecnologia e inovação voltadas a desafios sociais concretos. “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo”, afirma. Educação O Digihealth é um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível O nome do projeto combina dois conceitos: Digihealth, ligado à saúde digital, e Techkit, que significa kit de ferramentas. Na prática, trata-se de um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível. A iniciativa é desenvolvida pela Universidade de Brasília, por meio da Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde e da Universidade do Envelhecer (UniSER/UnB). “O projeto surgiu porque percebemos que muitas pessoas idosas ainda enfrentam dificuldades para utilizar tecnologias que hoje fazem parte do acesso à saúde, como aplicativos, exames digitais e teleatendimento. Isso pode gerar exclusão, dependência e dificuldade no cuidado com a própria saúde”, explica a professora. Segundo Camila, a proposta busca aproximar esse público das soluções digitais de forma gradual. “Nosso objetivo foi criar uma solução simples, acessível e adaptada à realidade desse público, promovendo inclusão digital, autonomia e mais qualidade de vida”, afirma. Como funciona O projeto propõe ferramentas educativas digitais voltadas para o desenvolvimento da chamada literacia digital em saúde. O termo pode parecer técnico, mas significa, de forma simples, a capacidade de usar tecnologias digitais para buscar informações confiáveis, acessar serviços e tomar decisões mais seguras sobre o próprio cuidado. “O Digihealth Techkit é um conjunto de ferramentas educativas digitais criado para ensinar, de forma simples e acessível, como utilizar tecnologias relacionadas à saúde. Na prática, a pessoa idosa aprende a acessar aplicativos, utilizar serviços digitais de saúde, consultar informações e desenvolver mais autonomia no cuidado com a própria saúde”, explica a coordenadora. O aplicativo foi criado pensando em dar mais autonomia a idosos que têm dificuldade em acessar tecnologia para realizar atividades cotidianas O aplicativo está em nível de maturidade tecnológica 7, também conhecido como TRL 7, indicando que uma solução já se encontra em estágio avançado de desenvolvimento, com protótipo em funcionamento e testes em ambiente real. Atualmente, a ferramenta passa por aprimoramentos constantes e avaliações com usuários, etapa fundamental antes de sua futura disponibilização para download. Além do aplicativo, o projeto prevê a adaptação do e-book Digihealth BSB, estruturado a partir do conceito japonês Ikigai, associado à busca por propósito, sentido e realização na vida. No projeto, essa ideia é aplicada à promoção de um envelhecimento mais ativo, saudável e conectado, relacionando saúde digital, autocuidado, aprendizagem ao longo da vida e participação social. Tecnologia pensada com e para pessoas idosas Um dos diferenciais do projeto é o desenvolvimento de uma tecnologia centrada no usuário. Isso significa que o aplicativo e os materiais são pensados a partir das necessidades reais das pessoas que irão utilizá-los, especialmente aquelas que não tiveram contato frequente com tecnologias digitais ao longo da vida. Para isso, a equipe trabalha com linguagem simples, navegação intuitiva, recursos visuais acessíveis e organização didática das informações. A proposta também considera aspectos como tamanho de letras, facilidade de compreensão, usabilidade e adaptação cultural ao contexto brasileiro. A construção do projeto também conta com a participação dos próprios usuários. A validação do protótipo envolve pessoas idosas da comunidade do Distrito Federal, incluindo participantes e egressos do Curso de Educador Político Social em Gerontologia, vinculado à UniSER/UnB. Esse processo permite que a equipe identifique dificuldades reais de uso, ajuste a linguagem e aprimore a experiência de navegação. O Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem Para tornar o aprendizado mais dinâmico, o Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem. Também são utilizados códigos QR, que podem ser lidos pela câmera do celular e direcionam o usuário para conteúdos digitais. “Essas ferramentas tornam o aprendizado mais leve, prático e estimulante. Os jogos educativos aumentam o engajamento e ajudam na fixação do conteúdo, enquanto os QR codes e conteúdos interativos facilitam o acesso às informações e incentivam a participação ativa da pessoa idosa no processo de aprendizagem”, afirma a professora. Envelhecimento inteligente e conexão internacional O aplicativo também dialoga com o conceito de envelhecimento inteligente, tradução de smart ageing. A ideia está relacionada ao uso de tecnologias, soluções de design e estratégias educacionais para promover mais independência, inclusão, segurança e qualidade de vida à medida que a população envelhece. O Digihealth Techkit integra a versão brasileira da plataforma SmartAgeCare, projeto internacional com origem na Universidade do Porto e na 4Humanz Consultancy and Research, desenvolvido no âmbito do programa Erasmus+ e com participação de instituições de diversos países europeus. A parceria com a UnB, por meio da UniSER, permite adaptar, traduzir e reinventar para o cenário brasileiro soluções voltadas à população idosa. No Distrito Federal, a proposta coloca Brasília em posição estratégica no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o envelhecimento, especialmente na interface entre saúde, educação, inovação e inclusão digital. Mais segurança para cuidar da própria saúde Entre os principais impactos esperados está o fortalecimento da autonomia da população idosa. Ao aprender a utilizar ferramentas digitais, a pessoa pode acessar exames, marcar consultas, buscar informações confiáveis, acompanhar orientações e participar de forma mais ativa do próprio cuidado. "Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros" Camila Alves, professora do curso de Farmácia da UnB “Esperamos mais autonomia, segurança e participação ativa no cuidado com a própria saúde. Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros”, ressalta Camila. A inclusão digital também tem impacto emocional e social. Ao dominar recursos tecnológicos, a pessoa idosa pode se sentir mais segura, confiante e integrada à sociedade. Para a coordenadora, esse processo contribui para fortalecer a autoestima e reduzir o sentimento de exclusão. *Com informações da FAPDF
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Inscrições abertas para técnicos e assistentes que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) abriu as inscrições para o processo de seleção de técnicos e assistentes técnicos que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026. Os interessados podem se candidatar até o dia 15 de junho. Os profissionais selecionados integrarão as comissões técnicas responsáveis por orientar, preparar e acompanhar os estudantes-atletas que defenderão o Distrito Federal na maior competição escolar do país. A atuação desses profissionais é decisiva para o desenvolvimento esportivo dos participantes e para o fortalecimento das equipes durante a competição. Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) abriu as inscrições para o processo de seleção de técnicos e assistentes técnicos que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026 | Foto: Victor Bandeira, Ascom/SEEDF Podem participar da seleção professores e técnicos das redes pública e privada de ensino do Distrito Federal interessados em atuar nas modalidades coletivas, conforme os critérios estabelecidos no Regulamento Geral dos Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF) 2026. As inscrições são realizadas por meio de formulário eletrônico, com envio do plano de trabalho e da documentação comprobatória exigida em arquivo único no formato PDF. Cronograma: • 2 a 15 de junho de 2026 – Inscrições e envio da documentação; • 16 a 30 de junho de 2026 – Análise Documental; • 3 de julho de 2026 – Divulgação do resultado. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)
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Ceilândia: R$ 423 milhões transformam mobilidade urbana e acessibilidade
A retomada das obras das calçadas e da ciclovia da M2 reforça o conjunto de investimentos que vêm transformando a mobilidade urbana e a acessibilidade em Ceilândia. A intervenção, executada pela empresa responsável pelo projeto, ganha ainda mais relevância neste período em que se celebra o Dia Mundial da Bicicleta, destacando a importância de incentivar meios de transporte sustentáveis e seguros. Obras de mobilidade urbana na M2 vão melhorar a circulação de ciclistas na cidade | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A retomada das obras da ciclovia da M2 reforça esse compromisso e simboliza a construção de uma cidade mais inclusiva, preparada para atender pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência” Fernando Leite, presidente da Novacap Enquanto o programa GDF na Sua Porta leva mais de 40 serviços públicos diretamente à população, as obras de infraestrutura seguem avançando em diversas regiões da cidade. Por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o Governo do Distrito Federal tem ampliado a rede de calçadas e ciclovias, garantindo melhores condições de circulação para pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência. “Estamos trabalhando para garantir mais acessibilidade, segurança e qualidade de vida à população, com investimentos em calçadas, ciclovias e requalificação dos espaços públicos. A retomada das obras da ciclovia da M2 reforça esse compromisso e simboliza a construção de uma cidade mais inclusiva, preparada para atender pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência”, diz o presidente da Novacap, Fernando Leite. Desde 2019, Ceilândia atingiu um marco histórico na área de acessibilidade, chegando a 110 quilômetros de calçadas entregues até março de 2026. O resultado consolida um dos maiores avanços em infraestrutura urbana da maior região administrativa do Distrito Federal. Milhares de moradores serão beneficiados com os investimentos em infraestrutura espalhados por toda a cidade Considerando as obras já concluídas, as que estão em execução e aquelas em fase de contratação e licitação, os investimentos destinados à cidade já ultrapassam R$ 423 milhões. Os recursos são aplicados em diversas frentes, com destaque para obras de infraestrutura, mobilidade urbana, acessibilidade, requalificação viária e espaços públicos. Obras por toda parte Somente em janeiro de 2026, foram entregues quatro quilômetros de novas calçadas na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia, um dos locais com maior fluxo de pessoas da região. Ao longo de 2025, diversos outros pontos da cidade também receberam novas estruturas para pedestres, beneficiando milhares de moradores. Entre os locais contemplados estão as regiões da EQNM 02/04, QNM 13 (CILC), EQNP 1/5, 11 e 28/32, EQNN 4/6, 18/20, 22/24 e QNN 27, além da Praça dos Eucaliptos. [LEIA_TAMBEM]As melhorias também chegaram ao Setor O, contemplando as quadras QNO 01/03, QNO 6, EQNO 18/19 e EQNO 17/18, incluindo áreas próximas a unidades de ensino e ao Parque Recreativo do Setor O. Outras regiões beneficiadas incluem o Setor de Indústrias de Ceilândia, a Universidade de Brasília (UnB), o Instituto Federal de Brasília (IFB), a Área de Desenvolvimento do P Sul e importantes ligações viárias, como o trecho entre a Via P5 e a Avenida N2 Sul, próximo à Escola Técnica de Ceilândia. Também foram executadas obras ao longo da Via N1 Sul, nas conexões entre as vias N1 e N2 Sul, no canteiro central da N2 Sul e na ligação da passarela da BR-070, ao lado do terminal do Setor O, facilitando o acesso da população ao Centro de Ensino Especial 02, à Feira Permanente, ao Centro de Saúde nº 7 e à 24ª Delegacia de Polícia. Com a retomada das obras da ciclovia da M2 e a continuidade dos investimentos em infraestrutura urbana, Ceilândia segue avançando na construção de uma cidade mais acessível, segura e preparada para atender às necessidades da população. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Indicadores de Acolhimento da Secretaria da Mulher - 2
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Trânsito terá alterações para a celebração de Corpus Christi
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Trânsito terá alterações para a celebração de Corpus Christi
Em razão da celebração de Corpus Christi, que ocorrerá nesta quinta-feira (4), nas proximidades da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, serão realizadas interdições nas vias da Esplanada dos Ministérios. As ações de trânsito serão executadas pela Polícia Militar (PMDF), com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Arte: Detran-DF As interdições terão início às 23h59 desta quarta-feira (3). O Detran-DF fará o fechamento dos estacionamentos da Catedral, da Cúria e dos blocos A e B da Esplanada dos Ministérios. Os agentes de trânsito também farão o bloqueio de três faixas das vias N1 e S1, próximas ao canteiro central, no trecho do quadrante em frente à Catedral. As demais faixas permanecerão liberadas para a circulação de veículos. A via de ligação entre as vias N1 e S1, na altura do Museu da República, será reservada para o estacionamento de táxi. Interdições para a realização da procissão Na quinta-feira (4), após a missa, prevista para as 17h, a PMDF realizará novas intervenções viárias para a passagem da procissão dos fiéis. A via S1 será bloqueada na altura do Museu da República e o fluxo de veículos será desviado para a via L2 Sul. Na via N1, serão bloqueados os acessos pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte. Também haverá interdição na altura do Bloco R, com desvio do trânsito para a Avenida José Sarney. Além disso, todas as saídas dos estacionamentos dos ministérios voltadas para a via N1 serão fechadas temporariamente. A previsão é que as alterações no trânsito ocorram até as 20h30. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)
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Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
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Túnel Rei Pelé completa 3 anos com menos congestionamento e mais espaço para pedestres no centro de Taguatinga
O Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal. Inaugurado em 5 de junho de 2023, o complexo viário recebeu investimento de R$ 275 milhões, separou o fluxo de carros, ônibus e pedestres no centro da cidade e eliminou um dos principais pontos de congestionamento da região. A passagem subterrânea faz parte do Corredor Eixo Oeste e liga a Avenida Elmo Serejo à Estrada Parque Taguatinga (EPTG), com três faixas de rolamento em cada sentido. Na superfície, o boulevard de Taguatinga passou a reunir calçadas acessíveis, estacionamentos, ciclovia, paisagismo, iluminação e faixas exclusivas para ônibus, separando os fluxos que antes disputavam o mesmo espaço. Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Para quem atravessava o centro de Taguatinga antes da obra, a principal mudança foi no tempo de deslocamento. O administrador regional de Taguatinga, Ezequias Pereira da Silva, lembra que o problema não estava na distância, mas no cruzamento intenso entre veículos, ônibus e pedestres. “O trecho é de apenas 1 quilômetro, mas o engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga”, afirmou. “O engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga” Ezequias Pereira da Silma, administrador regional de Taguatinga Moradora do DF há mais de 40 anos, a aposentada Guilhermina Pereira de Macedo, de 60 anos, também comemora a diferença na rotina de quem anda a pé pelo centro da cidade. Antes, segundo ela, atravessar as pistas exigia atenção redobrada, principalmente para idosos e crianças. “Agora está melhor, sem comparação. A gente passa sem medo de ser atropelada. Está muito bom mesmo”, disse. O aposentado Joaquim Rodrigues, de 66 anos, acompanhou a expansão de Taguatinga desde a época em que uma rotatória organizava o trânsito no centro da cidade. Para ele, o túnel deu nova organização a uma área que se tornou ponto de passagem de moradores de várias regiões do DF. “Era caótico. O trânsito vinha de várias cidades vizinhas, como Ceilândia e Samambaia. Estava insuportável. A obra é muito útil para a mobilidade das pessoas e para a urbanização”, resumiu. Comércio O impacto também é sentido por quem trabalha no centro de Taguatinga. Lojista na cidade há 38 anos, Geraldo César de Araújo afirma que a passagem subterrânea melhorou o fluxo de veículos e deixou a região mais livre. “Hoje nós temos a ligação por baixo para os carros de passeio, e isso dá um melhor fluxo de veículos no centro de Taguatinga”, avaliou. Segundo Geraldo, Taguatinga sempre teve papel estratégico por ligar várias cidades e concentrar serviços, lojas e shoppings. Com o túnel e o boulevard, ele vê uma região central mais organizada para moradores, trabalhadores e consumidores. “A cidade ficou mais livre. O trânsito sentido norte-sul ficou mais livre nesse ponto beneficiado pelo túnel”, acrescentou. Boulevard Na superfície, o boulevard mudou a paisagem do centro de Taguatinga. A Novacap executou o paisagismo do espaço, com cerca de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês. A área também ganhou calçadas acessíveis, ciclovia, iluminação, estacionamentos reorganizados e espaços de convivência. Paisagismo do boulevard conta com de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês A estudante Alessandra Dalva Almeida de Oliveira, 16, passa pela região com frequência e disse que a nova configuração deixou o centro mais organizado. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também”, observou. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também” Alessandra Dalva Almeida, estudante A mãe dela, Ilene Batista de Almeida, 46, trabalha como segurança, pega ônibus no centro de Taguatinga e também faz faculdade na região. Para ela, a separação dos fluxos foi o principal ganho. “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo”, afirma. O aposentado Hidelmar Amaro da Silva, que chegou a Brasília em 1968 e morou por muitos anos em Taguatinga, também vê diferença expressiva na mobilidade. “Facilitou bastante a vida das pessoas aqui de Taguatinga e desafogou muito o trânsito. Foi muito bom fazer esse túnel”, destacou. Monitoramento Além da nova organização viária, o Túnel Rei Pelé conta com monitoramento permanente. A Central de Controle Operacional acompanha o tráfego 24 horas por dia, com 20 câmeras instaladas no interior da passagem subterrânea e nos acessos. As imagens são transmitidas em tempo real para a central, onde agentes monitoram o fluxo de veículos e podem acionar equipes em caso de acidente, pane mecânica ou outra ocorrência. Ilene Batista de Almeida, segurança: “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo” A estrutura conta com apoio de órgãos de trânsito e segurança. Há agentes de plantão e guincho de prontidão para atuação rápida, além de câmeras capazes de auxiliar na identificação de infrações, como circulação irregular de pedestres, ciclistas, ônibus e caminhões dentro do túnel.
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Projeto Acelera Tech forma alunos em Santa Maria
Em parceria com o Instituto Bem Viver DF, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) promove nesta sexta (6), em Santa Maria, a cerimônia de formatura da primeira etapa da segunda edição do projeto Acelera Tech. Projeto investe em capacitação nas áreas de tecnologia, inovação e economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Esta etapa marca o início de um cronograma que também contemplará outras regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal ao longo dos próximos meses. A iniciativa oferece formação em tecnologia e inovação, contribuindo para o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. “O Acelera Tech representa uma oportunidade concreta para que jovens e adultos desenvolvam novas habilidades e estejam mais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais digital”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia celebra a conclusão de mais uma etapa do projeto, que levou conhecimento e capacitação a jovens da região administrativa de Santa Maria, promovendo acesso a conteúdos voltados à tecnologia, inovação e economia digital. Durante o mês de maio, os alunos participaram de cursos nas áreas de informática, design gráfico e edição de vídeos mobile, adquirindo conhecimentos práticos voltados para a empregabilidade, para o empreendedorismo e para o uso estratégico das ferramentas digitais. Iniciativas como o Acelera Tech, reforça Rafael Vitorino, são estratégicas para ampliar o acesso à ciência e à tecnologia, estimular a formação de talentos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico do DF por meio da educação e da inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta quarta-feira (3), a cerimônia de encerramento do Curso de Inteligência de Segurança Pública (Cisp) 2026. O curso teve como foco a qualificação profissional voltada para produção de conhecimento para assessoramento de decisões e ao fortalecimento das ações de segurança pública. O curso reuniu 40 representantes das forças de segurança, órgãos de controle, sistema de justiça e instituições parceiras. A edição de 2026 ficou marcada por um fato inédito: pela primeira vez, o curso registrou grande participação feminina entre os participantes concluintes, sendo 15 do total de 40 alunos. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras | Foto: Divulgação/SSP-DF O dado representa um avanço significativo na ampliação da presença feminina em uma área historicamente ocupada predominantemente por homens e reforça o compromisso da SSP-DF com a valorização da diversidade e da equidade de oportunidades nos espaços estratégicos da segurança pública. “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização" Paulo André Vieira Monteiro, secretário-executivo de Segurança Pública “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização. O DF alcançou um patamar que é motivo de orgulho para todos nós: o de unidade da Federação mais segura do país. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo, baseado na integração, no compartilhamento de conhecimento e no compromisso de servidores que se dedicam diariamente à segurança da população. Esse resultado também é fruto do trabalho de vocês”, afirmou o secretário-executivo de Segurança Pública do Distrito Federal, Paulo André Vieira Monteiro. Durante a formação, os alunos participaram de atividades voltadas para produção de conhecimento, análise de cenários, gestão da informação, metodologias de inteligência e tecnologias aplicadas à segurança pública. O conteúdo foi complementado pelo Ciclo de Palestras de Segurança Pública, que reuniu especialistas de referência nacional para debater temas como inteligência artificial, operações cibernéticas, integração institucional e os desafios contemporâneos da atividade de inteligência. Para o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Gilberto Maranhão, o curso vai além da qualificação técnica e fortalece uma rede permanente de cooperação entre os profissionais que atuam na área. “A inteligência moderna exige integração, inovação e compartilhamento de conhecimento. O CISP proporciona esse ambiente de troca de experiências entre instituições e contribui para o desenvolvimento de profissionais cada vez mais preparados para atuar diante dos desafios atuais da segurança pública”, ressaltou. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras, fortalecendo a cultura de integração e a produção de conhecimento compartilhado, princípios fundamentais do modelo de Segurança Integral adotado pelo Governo do Distrito Federal. “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições" Rodrigo de Aquino, diretor-adjunto da Abin “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições. Nenhum órgão consegue cumprir sua missão isoladamente. É justamente a troca de informações e o fortalecimento das redes de cooperação que tornam o Sistema Brasileiro de Inteligência mais eficiente. O Distrito Federal tem se destacado nesse processo, demonstrando seu compromisso com a integração e com o fortalecimento da atividade de inteligência. Aos formandos, deixo os parabéns e a certeza de que, a partir de agora, passam a integrar essa importante rede de profissionais responsáveis por promover a sinergia necessária para a proteção do Estado e da sociedade”, afirmou o diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Rodrigo de Aquino. Para o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, “o Cisp vai muito além de uma capacitação técnica. Quem conclui esse curso passa a integrar uma rede de profissionais comprometidos com a inteligência de segurança pública. A inteligência conecta pessoas, fortalece instituições e amplia nossa capacidade de enfrentar desafios. Hoje, vocês passam a fazer parte dessa rede de confiança e cooperação que contribui diretamente para os resultados da segurança pública no Distrito Federal”. *Com informações da SSP-DF
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
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DF é reconhecido como a UF mais segura do país em redução histórica do número de crimes letais
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O ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou a terceira edição do Encontro do Brincar, na sexta-feira (29/5). O evento técnico-científico reuniu profissionais da saúde, educação, brinquedistas e estudantes para discutir a importância do ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta, em celebração ao Dia Internacional do Brincar (28/5). Grupo da organização do evento com a palestrante da conferência de abertura e membros da mesa-redonda | Fotos: Divulgação/HCB "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos" Valdenize Tiziani, diretora executiva do HCB Na abertura das atividades, a diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, relembrou a evolução histórica da criança como sujeito de direitos e destacou a mudança de paradigma dentro da medicina. Segundo a diretora, historicamente, o saber médico priorizava o diagnóstico em detrimento da identidade do paciente. "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos", contextualizou Tiziani. Hoje, o HCB fundamenta suas práticas em diretrizes legais de proteção, como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. A abordagem científica sobre o tema também pauta a maneira como o hospital desenha a jornada do cuidado dos pacientes. A gerente de Pesquisa do HCB, Cristiane Salviano, ressaltou que a instituição trata o lúdico com rigor técnico. O hospital conta com uma arquitetura planejada e serviços estruturados para que o brincar seja um indutor do desenvolvimento infantil, integrando a ciência do brincar à rotina hospitalar. Atualmente, o HCB dispõe de oito brinquedotecas: cinco localizadas nas alas de internação (Golfinho, Baleia, Tartaruga, Gaivota e Caranguejo) e três nos ambulatórios (Pampa, Pantanal e Sertão), com livre acesso a pacientes e familiares. Cristiane Salviano, gerente de Pesquisa do HCB, ressaltou que a instituição trata o brincar como um indutor do desenvolvimento infantil Brinquedotecas e a construção da cidadania A conferência de abertura, intitulada "O papel do brincar no ambiente hospitalar de crianças e adolescentes", foi ministrada por Maria Célia Malta Campos, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP) e presidenta da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri). A palestrante defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos”. Para ela, a criança utiliza a brincadeira para elaborar e evocar experiências vividas, enquanto o adulto e o idoso utilizam o lúdico como ferramenta de projeção e criatividade. "O adulto pode viajar para outro planeta, ir para o futuro, devanear", explicou. Campos enfatizou que é na brincadeira que a criança constrói sua própria identidade, sem imitar o comportamento adulto. Para ela, a brincadeira é o primeiro "laboratório de cidadania", porque é por meio dos jogos e interações que se aprende a tomar decisões coletivas, respeitar o espaço alheio, exercer o direito de fala e responsabilizar-se pelas próprias ações. A professora Maria Célia Malta Campos defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos” Conforme a especialista, marcos legais recentes, como o Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016) e a Parentalidade Positiva (Lei nº 14.826/2024), têm pressionado os agentes públicos a estruturarem políticas para essa fase da vida. A professora criticou a visão utilitarista da sociedade, que tende a desvalorizar atividades que não geram produtividade imediata. "Quando pensamos em qualidade de vida e saúde mental e física, o brincar assume outro valor. O hospital funciona como uma ‘bolha’ que desafia essa ideologia social", afirmou, defendendo a formação técnica rigorosa para quem atua no setor. Práticas integradas de humanização no HCB O evento promoveu ainda uma mesa-redonda mediada por Lucy Marina Oliveira, assistente de Promoção da Saúde do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), organização social de saúde (OSS) gestora do HCB. O debate reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir a intersetoralidade no cuidado pediátrico e o compromisso com a infância repleta de cultura e lazer. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé" Luciana Monte, médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB A médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB, Luciana Monte, compartilhou os resultados do projeto "Na Pontinha do Pé", que desde 2016 leva sessões de balé clássico com voluntárias ao hospital. Ela destacou a necessidade de adotar a linguagem lúdica para estabelecer vínculos terapêuticos eficazes. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé. Eu explicava que o oxigênio era como se fosse um 'elefante' para que o paciente aceitasse a máscara de forma leve", relatou. A integração entre as equipes assistenciais e a pedagogia hospitalar foi o ponto central da intervenção de Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado ao Paciente Oncohematológico. Borges explicou que a ambientação do HCB é utilizada estrategicamente para preservar a identidade da criança durante o tratamento, adequando as ações educativas a cada fase do desenvolvimento. [LEIA_TAMBEM]Na área de reabilitação física, o terapeuta ocupacional Tulio Medina demonstrou como o ambiente externo do hospital pode se transformar em recurso terapêutico. Ao propor charadas e a criação de histórias baseadas no cenário ao redor, o profissional estimula a imaginação e as funções motoras dos pacientes mesmo sem o uso de aparelhos convencionais. Fechando as discussões, Fabíola Gonzaga de Freitas, gerente da Atenção às Aprendizagens da Secretaria de Educação (SEEDF), apresentou o panorama das Classes Hospitalares, que atuam em parceria com a SES-DF para garantir a continuidade do atendimento pedagógico dos estudantes internados. Conforme a especialista, a iniciativa dialoga com as diretrizes do Currículo em Movimento e com o projeto Plenarinha, que introduz conceitos de participação política e controle social desde a educação infantil. *Com informações do HCB
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
A partir de agora, todos os restaurantes comunitários do DF contam com reforço significativo na segurança, por meio do funcionamento de circuitos de câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), o DF 360º, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa possibilita o acompanhamento em tempo real pelas unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Com início em setembro do ano passado, os dispositivos transmitem imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e para as centrais de monitoramento remoto (CMRs) da PMDF. A conclusão da instalação dos circuitos de câmeras ocorreu no final de maio, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos restaurantes. A única exceção é a unidade de Ceilândia Centro (DJ Jamaika), que aguarda a ativação da câmera. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades. “Ou seja, a integração ao sistema da Secretaria de Segurança Pública vai otimizar e garantir ainda mais a segurança nesses espaços, onde circulam milhares de pessoas diariamente”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A titular lembra, ainda, que outras medidas já vêm sendo implementadas pela Sedes com o objetivo de aprimorar a gestão e a segurança nos restaurantes. “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”, pontuou Giselle. Funcionamento Os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição. Atualmente, 17 dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) —, com funcionamento todos os dias da semana. O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF
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Funcionamento do Detran-DF nesta quinta-feira (4) no feriado de Corpus Christi, e no ponto facultativo de sexta-feira (5)
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