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Gigantes da saúde: a luta dos profissionais contra o coronavírus

Ha sete anos no Samu e no Aeromédico, a médica Gabriela Botár vê a oportunidade de crescer pessoal, espiritual e profissionalmente diante da dificuldade: “É preciso apreender, desaprender, ressignificar. Acredito que depois do coronavírus seremos humanos e profissionais melhores” | Fotos: Breno Esaki e Geovana Albuquerque/ Secretaria de Saúde Medo e saudade. Dois sentimentos que se misturam à força e à coragem de quem precisa lidar, diariamente, com pacientes diagnosticados ou com suspeita de infecção de coronavírus. Profissionais que precisaram abrir mão da família, de cuidados pessoais, da quarentena em favor da segurança daqueles que amam e em nome do atendimento rápido e eficaz a quem precisa ser tratado. Força e coragem, aliás, são duas coisas que a médica Milene Dantas Diogo tenta repassar, diariamente, aos 64 médicos que ela coordena como chefe substituta do serviço de clínica médica do Hospital de Base, uma das unidades de referência para atendimento de pacientes com coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Montei um grupo no WhatsApp para tentar solucionar problemas que apareçam e atualizar os profissionais sobre mudanças operacionais e de logística. Quando quem está na ponta tem apoio imediato, as coisas ficam mais fáceis de serem carregadas”, observa. À frente do serviço de clínica médica do Base, Milene Dantas desabafa: “Estou mais fragilizada como mãe do que como médica” A médica fala com muita segurança sobre o processo de trabalho. Mas, ao comentar sobre as mudanças que precisou fazer no ciclo familiar, não consegue conter o choro. “Estou mais fragilizada como mãe do que como médica. Porque, no trabalho, a gente monta o cenário, traça as estratégias e vai para cima. Em casa, com filhos adolescentes sempre proativos, não sei como estão processando isso e me preocupo do ponto de vista emocional e psicológico”, desabafa. Mãe de três filhos, com idades de 8, 13 e 16 anos, Milena conta que precisou reorganizar tudo em casa. Ficou com apenas uma das empregadas, a que cuida das crianças, já que o marido também é médico e atua no Hospital de Base. A saudade da mãe também aperta. “Toda sexta-feira ela buscava meus filhos na escola e ia almoçar com a gente. Agora, só podemos nos ver pelas chamadas de vídeo”, conta, com a voz embargada. Em casa, precisou desenvolver novas tarefas, como cuidar do jardim, da piscina e até mesmo cortar os cabelos dos filhos. Longe de quem ama A enfermeira Gabriela Alves Rodrigues tomou uma atitude ainda mais severa: está longe do marido e dos filhos há pouco mais de 20 dias. Ela está em casa, sozinha, enquanto o restante da família foi morar com a sogra. “Não tem sido fácil”, resume. Ela conta que, no trabalho, muita coisa também mudou. Além dos treinamentos constantes, o medo e a angústia passaram a fazer parte da rotina. “Pensamos, o tempo todo, que nossos familiares e colegas de trabalho podem adoecer e até morrer por isso”, destaca, acrescentando que recebe apoio psicológico no Hospital de Base, onde trabalha. Referência Gerente de Assistência Clínica no Hospital Regional da Asa Norte, referência para atendimento da Covid-19, a médica Francielle Pulcinelli Martins conta que oscila os pensamentos entre a normalidade e o medo. “A rotina no Hran sempre foi pesada, com muitos atendimentos. Mas, agora tem o medo como agravante, pois sabemos que o vírus é extremamente contagioso. Temos medo, mesmo tomando todos os cuidados”, observa. Francielli Pulcinelli: “Tento relaxar fazendo brincadeiras com as crianças em casa” Mesmo com esse sentimento, em casa ela tenta tranquilizar os dois filhos, de 4 e 6 anos de idade. “Tento relaxar fazendo brincadeiras com as crianças em casa”, conta a médica. Ela diz que sempre deu muito valor aos momentos em família e às reuniões com pais, irmãos, sobrinhos e amigos. “Hoje, vejo ainda mais o valor imenso que isso tem”, frisa. Também na linha de frente no atendimento, a enfermeira Gabrielle Pessoa mostra as marcas que ficam no rosto ao fim de um plantão. “São horas e horas paramentada. Muitas vezes não vamos ao banheiro, não bebemos água, esquecemos de nós em prol dos outros”, destaca. Para amenizar a carga, Gabrielle busca fazer coisas de que gosta para se desligar de tudo o que vê no hospital. “Amo minha profissão, estou empenhada e disposta para enfrentar tudo isso. Mas, de algum modo, toda essa instabilidade nos comove como ser humano”, destaca. A enfermeira conta que anda mais sensível desde que começaram a surgir os primeiros casos no DF. “Choro com mais frequência, estou ansiosa. Querendo ou não temos sentimento de medo, incerteza, insegurança, por ser algo novo”, diz ela, que acrescenta: “Hoje, valorizo ainda mais o abraço, como demonstração de afeto. Sinto falta do contato com o outro, do aperto de mão, do beijo no rosto, das conversas mais próximas. Detalhes que antes passavam despercebidos.” Apesar de todo esse sentimento misturado, Gabrielle diz se sentir lisonjeada em estar na linha de frente. “Isso irá me acrescentar muito profissionalmente. É um momento histórico, em que todos estão empenhados, desde serviços gerais até a alta complexidade”, destaca. Atendimento remoto A médica reguladora e intervencionista do Samu e do Aeromédico, Gabriela Botár atua no serviço há sete anos. Ela conta já ter vivido situações extremas no trabalho, com vários atendimentos seguidos durante o plantão, em locais de difícil acesso e que exigiam resiliência, mas nada comparado ao que tem vivido hoje. Para ela, uma das grandes dificuldades é precisar se atualizar rapidamente para os atendimentos, pois a doença é nova. “E, por se tratar de um vírus altamente contagioso, precisamos tomar os cuidados especiais em relação ao uso de EPIs [equipamentos de proteção individual], higienização da viatura e de materiais.” Doação e segurança: profissionais de saúde agem como verdadeiros anjos da guarda quando o assunto é preservar e salvar vidas Ela conta que se distanciou de familiares e amigos. “Foi a decisão mais sensata, já que estou na linha de frente. Para amenizar essa situação, faço vídeo chamada para eles quando estou de folga. Não é a mesma coisa de tê-los pessoalmente, mas é o que tem me ajudado no quesito saudade”, conta. Para diminuir a pressão, ela diz que tem buscado alívio na espiritualidade, contato com plantas e animais, lendo sobre assuntos diversos. “Faço terapia online, exercícios físicos em casa e tento refletir sobre o que tudo isso tem a nos ensinar. O momento é delicado e exige serenidade e equilíbrio dos profissionais de saúde. É preciso apreender, desaprender, construir, reconstruir, inventar, reinventar e, principalmente, ressignificar. Acredito que depois do coronavírus seremos humanos e profissionais melhores”, finaliza. Também no Samu, o condutor de viaturas Cleiton Souza conta que a rotina de trabalho mudou com a chegada do novo vírus. “O núcleo de educação sempre abordou uso de equipamento de proteção individual, mas agora aumentou a preocupação no retorno à base, preocupando com a higienização de utensílios e móveis”, conta. O retorno para casa, onde mora com esposa e uma filha, também passou a ter cuidados a mais. “Troco a roupa, ainda na base, ao fim do expediente e levo para casa, separada em uma sacola. E já coloco para lavar imediatamente”, detalha. Ele conta que também tem buscado coisas para aumentar a imunidade, como melhorar alimentação.   * Material originalmente publicado no site da Secretaria de Saúde

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Como usar e higienizar máscaras caseiras

Boca e nariz devem sempre estar totalmente cobertos pela máscara, que só pode ser tocada depois de higiene bem feita nas mãos, ensina especialista | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Com o objetivo de se proteger do novo coronavírus, causador da doença Covid-19, a população brasileira deu início a uma busca frenética por máscaras, o que levou à escassez do equipamento de proteção no mercado. Em consequência, a confecção caseira tem se tornado uma alternativa também no Distrito Federal. Leia a nota técnica da Anvisa sobre o uso de máscaras Gerente de Risco da Vigilância Sanitária do DF, Fabiana de Mattos Rodrigues ensina que alguns cuidados são essenciais na produção da máscara. A começar pela escolha do tecido, que deve ser hipoalergênico, à base de algodão, além de espesso e resistente. “O primeiro passo é a escolha do tecido. Depois, ter o cuidado para que a máscara cubra totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”, orienta Fabiana. A especialista reitera, contudo, que a principal prevenção contra o novo vírus continua sendo não sair de casa, segundo orientação reiterada do Ministério da Saúde. “Mas, se for preciso fazê-lo, usar a máscara corretamente e sempre com a distância social de, no mínimo, um metro. Importante também não sairmos só com uma máscara, levarmos sempre mais uma. Como é de tecido, ao respirarmos e conversarmos ela molha e perde a barreira de proteção. Daí devemos trocar.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Mas, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como usar e fazer a higienização da máscara caseira. Por isso, a Agência Brasília explorou o assunto com a gerente da Vigilância Sanitária, de modo a apontar o que está certo e o que está errado no uso do equipamento. Veja o questionário com a especialista: Por quanto tempo podemos usar a máscara caseira? O ideal é de, no máximo, três horas. Qual a duração deste tipo de máscara? Devemos fazer uma inspeção, diariamente, para avaliar a qualidade do tecido, verificando se está danificado. Posso compartilhar minha máscara? Não. O uso da máscara é individual. Não devemos compartilhá-la nem com mães ou filhos, mesmo após lavá-las. Quais cuidados tomar ao colocar e retirar a máscara? O uso da máscara aumenta a tendência de colocar as mãos no rosto. Antes de tocar na máscara, devemos higienizar as mãos. Por isso devemos sempre sair com um frasco de álcool gel. O ideal é usarmos a máscara de lacinho, mas, se tivermos as de elástico atrás da orelha, é preciso higienizar as mãos antes de tirar as máscaras. Quais outros cuidados devo ter? Não deixar a máscara pendurada no pescoço ou braço porque, assim, ela está suscetível a sujeira. Se eu precisar tirar a máscara por um período, o que devo fazer? Devo colocá-la em um saquinho. Como guardar a máscara após lavar? Em um saquinho individual, fechando-o após lavar. Como armazenar a máscara usada? Em um saquinho, também. Devemos levar um saquinho para guardá-la até chegar em casa. Como fazer a lavagem? Quando chegamos com a máscara suja em um saquinho, tiramos e colocamos de molho com um pouco de água sanitária e sabão. Deixar de molho de 20 a 30 minutos, depois esfregamos, enxaguamos e colocamos para secar. O molho pode ser na água quente? Não, porque pode prejudicar a trama do tecido, danificando-o. Precisa secar ao sol? Não. Depois de seca, o que fazemos com a máscara? Devemos passar ferro e guardá-la em um saquinho.

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Órgãos de Segurança e Saúde visitam complexo da Papuda

Dentro do quadro de ações prioritárias no combate ao novo coronavírus no sistema prisional do Distrito Federal, equipes da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), e da Secretaria de Saúde (SES) visitaram as instalações do Complexo Prisional da Papuda na manhã de hoje (11/4). Nessa visita, os técnicos da SES puderam avaliar quais os melhores locais para a instalação de um hospital de campanha dedicado ao atendimento de presos que porventura evoluam para um quadro mais grave. ”A instalação, com a maior brevidade possível, de um hospital de campanha, dentro da área do Complexo da Papuda, nos permitirá dar apoio ainda mais apropriado àqueles que porventura tenha seu quadro clínico degradado”, assegurou Anderson Torres, secretário de Segurança Pública do DF. Segundo ele, inúmeras precauções necessárias vêm sendo tomadas, por meio de isolamento dos infectados e dos 166 detentos idosos do grupo de risco, da limpeza diária das instalações e agora com nova desinfecção das celas, a partir desta segunda. ”Segunda-feira receberemos apoio da Vigilância Sanitária para desinfecção das celas e de todo o presídio e, a partir de quarta-feira, seremos apoiados pelas tropas militares do Comando Militar do Planalto, também na tarefa de desinfecção continuada dos ambientes” concluiu Torres. No momento, não há nenhum caso preocupante dentro do sistema prisional, tanto de detentos quanto de agentes. Até a noite de quinta-feira (9), já estavam confirmados 13 casos de contaminação entre os agentes e seis entre os detentos. Diante disso, e visando conter uma eventual onda de propagação do vírus, foi feita ontem (10) uma testagem em massa de 332 internos da ala onde ocorreu a contaminação inicial, além de outros 126 policiais penais. Os resultados desses últimos testes dependem de confirmação da SES, que realiza agora a fase de exames laboratoriais. Após o término da visita de hoje, será elaborado pela equipe da SES um diagrama, com as propostas de instalação do Hospital de Campanha, o qual será enviado para a SSP já nesta segunda-feira próxima para que seja dado andamento acelerado ao processo. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informa que está em fase de planejamento e avaliação técnica a montagem de um hospital de campanha no Complexo Penitenciário da Papuda, em parceria com a Secretaria do Sistema Penitenciário, para atender casos de Covid-19. A estrutura proposta será composta de 10 leitos com suporte de ventilação mecânica e 30 leitos de retaguarda para internação. Essa estrutura visa reforçar o serviço de saúde já existente no complexo e dar suporte para quaisquer necessidades que possam surgir. * Com informações da SSP/DF

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Medidas de enfrentamento ao coronavírus ganham reforço nos presídios

A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em trabalho conjunto com a Secretaria de Saúde (SES), vem intensificando a aplicação de testes em parte dos internos, assim como nos policiais penais que trabalham em escala de plantão. O objetivo é prevenir a proliferação do coronavírus no sistema penitenciário do Distrito Federal. A ação foi necessária desde que o primeiro agente penal foi testado positivamente para a presença do vírus. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, as medidas de prevenção e enfrentamento serão intensificadas daqui para frente. ”Infelizmente, a partir do momento em que tomamos conhecimento que um policial penal estaria infectado, sabíamos que a chance de outros testarem positivo, tanto agentes quanto presos, era grande, o que demandava medidas ainda mais urgentes. Testagem rápida dos casos suspeitos, isolamento dos contaminados, incrementos das medidas de higiene e desinfecção das instalações, bem como a instalação urgente de um hospital de campanha junto ao Complexo da Papuda foram algumas das minhas determinações ”. Até o momento, 13 agentes penais e seis internos foram confirmados com a doença. Os 332 internos da ala em que os contaminados estavam e 126 agentes já foram submetidos a testes rápidos para diagnóstico do coronavírus.  A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) aguarda o resultado final dos testes. De acordo com a SES, os resultados dos testes rápidos necessitam de contraprova, ou seja, de avaliação epidemiológica e realização de exame PCR de Covid-19, uma vez que os testes de antígenos precisam de uma confirmação clínica e laboratorial. Os agentes já confirmados estão afastados, os reeducandos da ala dos contaminados foram isolados dos demais apenados. Não há registros de casos graves entre eles. As celas estão sendo higienizadas diariamente com Hipoclorito de Sódio, componente da água sanitária. O banho de sol tem sido feito em separado e por mais tempo.   Torres destaca o profissionalismo dos profissionais da Sesipe, pois mesmo neste momento crítico, com o cancelamento de visitas e com o maior rigor nas medidas de contenção e higiene, se mantiveram firmes. ”É preciso ressaltar o trabalho incansável dos nossos policiais penais, pois têm sido de um profissionalismo e dedicação à toda prova, verdadeiros heróis desta guerra. Destaco igualmente as parcerias com a Secretaria de Saúde,  a Vara de Execuções Penais e o Ministério Público do Distrito Federal, que prontamente entenderam a urgência e a relevância do problema e têm nos atendido prontamente, não importando o dia ou a hora”. Prevenção Desde que os primeiros casos de contaminação pelo coronavírus foram detectados no DF, a Sesipe tem adotado uma série de medidas para resguardar os agentes e exercer o dever do Estado de garantir o bem-estar dos sentenciados. ”Há semanas, estamos dia e noite lutando para conter o avanço do vírus no nosso sistema prisional. Trata-se de uma missão que requer muita coordenação e dedicação, pois, assim como os demais estados do Brasil, enfrentamos problemas de superlotação. Entretanto, contamos com profissionais extremamente qualificados e que nos ajudam diariamente nos desafios de lidar com a terceira maior população carcerária do país”, destaca o Subsecretário do Sistema Penitenciário Adval Matos As visitas aos reeducandos estão suspensas até o esta sexta-feira (10). A medida está sendo reavaliada. A suspensão, iniciada em 12 de março, está alinhada às ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas para a prevenção do contágio pelo novo coronavírus. As transferências de pessoas presas – homens e mulheres – da Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP), localizada na sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), no Parque da Cidade, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) ou Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), estão ocorrendo uma vez por semana. Anteriormente, eram feitas duas vezes por semana. Ao chegar às unidades prisionais, todos passam por triagem, que inclui vacinação e avaliação, realizada por equipe de saúde – composta por médicos, enfermeiros e outros profissionais da área. Essa medida também foi intensificada para identificação de possíveis casos de contaminação pelo coronavírus. Também foi implementada a quarentena pelo período de 14 dias aos presos recém-chegados às duas unidades. Somente após este período eles são encaminhados para a convivência comum com outros presos. Caso o interno apresente sintomas da doença, a equipe médica faz avaliação para verificar se haverá necessidade de encaminhamento para o hospital ou isolamento em uma cela em separado. Um consultório específico para tratar pacientes com sintomas da doença foi montado no CDP. A mesma atenção está sendo dada pelas equipes de saúde das demais unidades prisionais. Todos os idosos das seis unidades prisionais do DF foram transferidos para o CDP, exceto mulheres internas da PFDF, e estão isolados da massa carcerária. A higienização de celas e viaturas foi reforçada. Cartilhas e material informativos foram distribuídos a servidores. As informações foram repassadas aos reeducandos. A Sesipe está seguindo orientações dos profissionais da Secretaria de Saúde do DF (SES), específicas para o ambiente carcerário, por meio de palestras e vídeos enviados por meio de WhatsApp. * Com informações da SSP/DF

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Quase cinco mil imóveis vistoriados em um único dia

| Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde Todos os dias é possível ver um agente da Vigilância Ambiental nas ruas em combate à dengue. Uma vez por semana esse exército de servidores recebe o apoio de diversas áreas do GDF e, juntos, formam uma força-tarefa para eliminar o mosquito Aedes aegypti. Nesta quinta-feira (8), as vistorias foram reforçadas em Planaltina, Fercal, Granja do Torto, Vila Planalto, Águas Claras, Areal, Estrutural, Brazlândia, Sobradinho I e II. No total, 4.682 imóveis foram vistoriados nessas dez regiões administrativas. Um trabalho que contou com a parceria de órgãos que compõem a Sala Distrital de Enfrentamento às Doenças Transmitidas pelo Aedes, como o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria das Cidades, as administrações regionais e diversos outros parceiros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na ação, agentes da Vigilância Ambiental e militares do Corpo de Bombeiros vistoriaram imóveis e orientaram os moradores. “Durante esse período de isolamento social, em que as pessoas estão mais em casa, a gente aproveita para reforçar a importância dos moradores tirarem pelo menos dez minutos da semana para vistoriarem, dentro da residência e nos quintais, para verificar se realmente não existe nenhum depósito que possa acumular água”, explicou o diretor de Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues. Em 360 imóveis inspecionados foi necessário fazer o tratamento com uso de larvicida. A medida é necessária para evitar o surgimento do mosquito em alguns depósitos, que podem servir para a proliferação do mosquito. A força-tarefa é feita sempre aos sábados, mas, devido ao feriado, a ação desta semana foi antecipada. As cidades contempladas são aquelas que apresentam mais incidência de dengue. “Nossas ações de combate continuam sendo intensificadas. Além da inspeção feita de casa em casa, verificando potenciais criadouros e fazendo a sua devida remoção, também é realizada a limpeza urbana próxima aos domicílios pelo SLU, o que nos ajuda a eliminar esses possíveis depósitos. A maioria dos criadouros continua sendo encontrada nos quintais das residências”, disse o subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage. Dados O mais recente boletim da dengue aponta que o DF registrou 16.230 casos prováveis da doença até 28 de março. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve um aumento de 100,21%, quando foram contabilizados 8.100 casos. Uma das explicações para o crescimento é o tipo de vírus que tem circulado no DF. | Foto: Breno Esaki / Agência Brasília “No ano passado havia maior circulação do sorotipo 2 da dengue, que causa maior letalidade. Neste ano, a predominância apresentada é do sorotipo 1, que acomete mais pessoas e causa menos mortes”, explica o subsecretário. O DF registrou oito óbitos por dengue neste ano, contra 12 no mesmo período do ano passado. Reforço Devido ao decreto publicado pelo governador Ibaneis Rocha, houve a necessidade de contratação de agentes de saúde, por meio de processo seletivo. A Vigilância Ambiental recebeu o reforço de mais 335 profissionais. Eles passaram por treinamento teórico e prático. Outros 265 agentes contratados iniciarão o treinamento e, em breve, estarão nas ruas. As ações promovidas pela Sala Distrital de Combate à Dengue incluem ainda a utilização de drones para verificação de terrenos com edificações fechadas ou abandonadas e, também, de helicópteros. Além da retirada de carros abandonados pelas ruas de todo o Distrito Federal. O carro do fumacê transita nas regiões administrativas todos os dias, durante a madrugada (das 5h30 às 9h30) e no final do dia (das 17h30 às 21h30).   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Saúde prepara espaço que receberá 200 leitos no Mané Garrincha

A Secretaria de Saúde já tem empresa contratada para realização da readequação do Estádio Nacional Mané Garrincha, que irá receber 200 leitos de retaguarda para pacientes do coronavírus. A dispensa de licitação, no valor de R$ 5.092.313, 27, publicada na edição extra do Diário Oficial de quinta-feira (9) autoriza a empresa CONTARPP Engenharia LTDA, especializada em construção civil, a realizar as obras necessárias para a implementação do Hospital de Campanha. A área que passa por readequações é de aproximadamente 6 mil metros quadrados e, depois de pronta, receberá 200 leitos para pacientes que já tiveram alta dos leitos com suporte respiratório nas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), mas ainda estão em recuperação e não podem voltar para casa. “O sistema de saúde está preparado para defender e proteger as pessoas. Caso a situação piore, teremos um hospital de retaguarda à disposição da população”, garantiu Francisco Araújo, secretário de Saúde. Nesta semana, também foi aberta a dispensa de licitação para a contratação de todo o suporte necessário ao funcionamento desses leitos. O processo prevê a locação de equipamentos, gerenciamento técnico, assistência médica multiprofissional de forma ininterrupta, com manutenção e insumos necessários para o funcionamento dos equipamentos, incluindo computadores e impressoras.    Essas contratações fazem parte das ações do governo do Distrito Federal para o enfrentamento da Covid-19. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Lojas de móveis e eletrodomésticos voltam a funcionar no DF

As lojas de móveis e eletrodomésticos estão liberadas pelo Governo do Distrito Federal a retomar seus trabalhos, interrompidos desde o começo do mês em razão da pandemia de Covid-19. A autorização para a recolocação do setor entre as atividades comerciais passíveis de funcionamento foi anunciada no Decreto nº 40.612, publicado em edição extra do Diário Oficial do DF desta quinta-feira (9). Leia a íntegra do novo decreto Segundo o novo documento, o ramo comercial responsável pela venda de itens como fogão, geladeira, cama, sofá e outros móveis para casa e escritório passa a ser incluído no Decreto nº 40.583, de 1º de abril de 2020, que determinava o fechamento do comércio no DF e restringia o funcionamento de alguns setores da economia. O ramo de imóveis e eletrodomésticos não estava entre as permissões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além dessas lojas, fica autorizada a volta das atividades do Sistema S. Dele fazem parte os serviços nacionais de Aprendizagem Industrial (Senai); do Comércio (Sesc); da Indústria (Sesi); de Aprendizagem do Comércio (Senac); de Aprendizagem Rural (Senar); de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop); de Transporte (Sest); de Aprendizagem do Transporte (Senat); e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). A liberação de todas as atividades comerciais descritas passam a valer a partir da data de publicação do decreto.

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Fábrica Social vai comprar material para a confecção de máscaras

Em caráter emergencial e solidário, o retorno das atividades do Programa Fábrica Social foi autorizado pela Secretaria de Educação do Distrito Federal. A ideia, a princípio, é produzir máscaras cirúrgicas e outros materiais do segmento hospitalar para proteção dos servidores da Saúde, bombeiros, idosos em situação de vulnerabilidade e da Segurança Pública. Nesta quinta-feira (9/4), a SEEDF lançou o aviso de dispensa de licitação no Diário Oficial do DF para a compra urgente de tecido não tecido (TNT), lastex, amarrilho plástico e agulhas para a produção dos insumos necessários à proteção da saúde no combate à pandemia da covid-19. Desde terça-feira, (7/4) as 140 alunas do Programa já voltaram as atividades (70 no período da manhã e 70 à tarde). Foram produzidas 3 mil máscaras cirúrgicas e 2 mil de pano até agora. “Com o retorno das atividades ampliamos a capacidade de produção destes insumos. As nossas alunas estão cumprindo uma missão extraordinária: cada máscara produzida é uma vida que pode ser salva. Todas estão atuando sob as normas de segurança, com orientações do Corpo de Bombeiros, o uso de máscaras e toda a assepsia necessária”, esclarece a subsecretária de Integração Social, Thereza de Lamare. Nas quartas-feiras, os bombeiros vão até à Fábrica Social para conversar e orientar sobre o coronavírus com as alunas, todas com menos de 60 anos e fora do grupo de risco. Elas têm a oportunidade de tirar dúvidas e os profissionais de observar e identificar qualquer sintoma, para tomar as providências, caso necessário, e, assim, evitar qualquer risco de disseminação. Além disso, estão mantendo a distância recomendada umas das outras para trabalhar. “Cada aluna pode chegar a produzir em média de 70 a 100 máscaras por dia. No entanto, elas estão se adaptando ao tipo de material, à forma como deve ser costurado, para, aos poucos, irem adquirindo as habilidades necessárias para alcançar a meta. Estamos em fase de planejamento para destinações e prazos. Temos um compromisso de atender a Secretaria de Saúde, neste primeiro momento”, conta a subsecretária. Para dispensa de licitação A compra dos materiais pela SEEDF, autorizada no DODF desta quinta-feira, está estimada em R$ 141.311,69. Os interessados na venda dos materiais para a Secretaria de Educação terão até às 15 horas do dia 13 de abril para enviar documentação e proposta ao e-mail: pregoeiro.gdf@gmail.com ou entregar na sala nº 104 do endereço: SBN Quadra 02 Bloco C – Edifício Phenícia, Asa Norte. *Com informações da Secretaria de Educação

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Vigilância Sanitária orienta feirantes sobre cuidados durante a pandemia

Para combater o coronavírus e evitar a disseminação da doença durante a Semana Santa, todas feiras permanentes do Distrito Federal estão sendo fiscalizadas pela Vigilância Sanitária até segunda-feira (13), com foco principal nas peixarias. O objetivo é orientar os feirantes sobre os cuidados indispensáveis para reduzir os riscos de contaminação, como manter o distanciamento entre as pessoas e fornecer álcool em gel aos clientes. Nesta quarta-feira (8), durante uma das inspeções na Feira Permanente de Taguatinga, a Vigilância Sanitária encontrou alguns estabelecimentos descumprindo as normas de segurança e prevenção ao coronavírus. Entre elas, a dificuldade de feirantes manterem a distância em espaços fechados, além do uso incorreto de máscaras pelos vendedores. “Só se pega na parte de trás da máscara, e não na parte de frente. E as que são transparentes, com uma camada só, protegem muito pouco. É recomendável pelo menos um filtro de TNT, que resolve melhor. Mas o uso delas, por si só, não elimina a necessidade de manter a distância”, orientou o gerente de Alimentos da Vigilância Sanitária, André Godoy. Distância essa que também não foi respeitada pelas pessoas que circulavam na feira. Apesar de um dos estabelecimentos ter feito divisórias com fita adesiva no chão, para facilitar que os visitantes mantivessem o distanciamento, a iniciativa não foi respeitada. Mesmo situação pode ser observada para a placa com informações, ignorada pelos consumidores que se escoravam nos balcões. “A Semana Santa está chegando e as peixarias vão ficar mais cheias. Por isso, estamos pedindo para higienizarem os balcões a cada 30 minutos e respeitar o distanciamento de dois metros nas filas. Se tiver aglomerações, evitem ir à feira ou levar a família, especialmente idosos. Lembrando que o melhor fiscal nesse momento é a população”, alertou o gerente. Todos orientações para as feiras permanentes durante a pandemia foram descritas na nota técnica elaborada pela Gerência de Alimentos da Diretoria de Vigilância Sanitária. Cópias do documento foram entregues na Feira Permanente de Taguatinga um dia antes da ação. Segurança O feirante Paulo Frazão considera a fiscalização importante para garantir uma segurança a mais aos trabalhadores e a população. Ele trabalha no estabelecimento que promoveu a iniciativa de separar com fitas adesivas os espaços para cada pessoa ficar. “Estamos tentando organizar, respeitando o distanciamento, usando álcool em gel e máscaras. Mas essa presença física da Vigilância Sanitária ajuda bastante, para mostrar como temos que nos prevenir”, disse Paulo. “É importante que a população e os estabelecimentos realmente sigam as orientações técnicas. É o momento de cada um fazer sua parte, com distanciamento social, lavar as mãos com água e sabão, para que possamos, juntos, enfrentar e superar essa pandemia”, destacou a gerente de Apoio à Fiscalização da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa), Márcia Olivé. De acordo com a gestora, 18 notas técnicas foram elaboradas para cada estabelecimento que oferece serviços essenciais a população, com o objetivo de impedir a disseminação da Covid-19. “É necessário que cumpram com o recomendado. Em março, atendemos 146 denúncias de ouvidorias e descobrimos oito estabelecimentos fabricando de forma clandestina álcool em gel, sendo autuados e interditados”, informou a gerente. Reabertura As 23 feiras permanentes do Distrito Federal voltaram a receber clientes no dia 4 de abril. Os espaços foram retomados após a publicação do Decreto n°40.587, que autoriza o funcionamento desses locais, neste momento, exclusivamente para a comercialização de gêneros alimentícios de consumo humano ou animal. A abertura foi feita de forma consciente e segura, pois o Governo do Distrito Federal higienizou as feiras como medida de combate à proliferação da Covid-19. O público também tem recebido todas as orientações, inclusive com aferição de temperatura na entrada das feiras feita pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). Os procedimentos são necessários para garantir que tudo transcorra com a maior segurança. * com informações da Secretaria de Saúde

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GDF recebe cinco respiradores para enfrentar a Covid-19

| Foto: Renato Alves / Agência Brasília                           O Governo do Distrito Federal recebeu nesta quarta-feira (8) cinco respiradores que vão ajudar no combate ao coronavírus. A doação foi oficializada pela manhã, por iniciativa da sociedade civil organizada representada pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal (Codese-DF). A assinatura de doação dos equipamentos aconteceu no Salão Nobre do Palácio do Buriti e contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, do secretário de Saúde, Francisco Araújo, e do presidente do Codese-DF, Paulo Roberto de Morais Muniz. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “É um gesto em favor da população do DF que agradecemos muito”, disse o chefe do Executivo. “São equipamentos necessários não só no tratamento do coronavírus, mas que depois serão úteis para atender a população do DF em outros tratamentos.” Os respiradores são fundamentais no tratamento de pacientes com Covid-19, a doença causada pelo novo vírus. Sua principal função é ajudar os pulmões a inspirar e expirar o oxigênio quando a pessoa perde a capacidade de operar normalmente seu sistema respiratório. Daí a eventual falta desses aparelhos nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) ter sido a grande preocupação das autoridades de saúde quando aumentar a procura de pacientes por tratamento. Para o presidente do Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico do Distrito Federal, Paulo Muniz, o governador Ibaneis Rocha tem sido vanguardista, em nível nacional, quando o assunto é o enfrentamento à pandemia. | Foto: Renato Alves / Agência Brasília “Parabéns pelas atitudes que o senhor tem tomando, governador, com decisões à frente da situação. Nós [setor econômico] temos sentido [o baque das medidas de restrição comercial], mas compreendemos que é um trabalho muito importante pela curva, porque está dando resultado”, elogiou. A entidade também disponibilizou, por meio da campanha “Juntos pelo DF”, cerca de R$ 38 mil para a Universidade de Brasília (UnB), recurso que será usado na fabricação de máscaras de acetato. São equipamentos de material transparente, muito usadas por profissionais da área de saúde. No mesmo sentido, o Codese irá doar para alunos da Fábrica Social material para confecção de máscaras de tecido e aventais, que serão doados para Secretaria de Saúde. Além dessa doação, equipes do próprio conselho orientarão os estudantes a respeito da manufatura. Esse tipo de iniciativa tem feito diferença nesses difíceis tempos de pandemia. “Juntos nós vamos construir o DF que queremos”, destacou Muniz. Envolvendo empresas, associações, entidades e pessoas principalmente ligadas à construção civil, a campanha “Juntos pelo DF”, que está em curso, já arrecadou mais de R$ 280,5 mil. No site www.juntospelodf.com.br é possível fazer doações financeiras por transferência bancária.

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Guerreiros da Saúde do DF vão ganhar hospedagem em hotéis para descansar da luta diária

O governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha anuncia nesta quarta (8) três ações que beneficiam diretamente os profissionais de saúde que lidam direto com pacientes suspeitos e/ou diagnosticados com a Covid-19. Numa articulação entre as pastas da Saúde, Economia e Turismo, que há mais de uma semana vem trabalhando no assunto, o GDF vai disponibilizar diárias na rede hoteleira para que médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem, além de outros profissionais que atuam diretamente com cuidados aos pacientes vítimas da pandemia, possam preservar sua saúde e de seus familiares com instalações próximas ao trabalho nos hospitais referenciados, para o combate ao Coronavírus. Essa iniciativa faz parte de um pacote de ações que envolvem ainda, assistência psicológica e prioridade na testagem rápida para o diagnóstico da Covid-19. “Estas ações tem como principal objetivo reforçar a importância desses verdadeiros guerreiros, que sacrificam suas vidas e o convívio com suas famílias para salvar vidas”, destacou Francisco Araujo , Secretário de Saúde do DF. Para o Secretário de Economia “ esse recurso que será aplicado não representa gastos e sim, investimento naquilo que há de mais precioso no serviço público que é seu servidor e a missão que ele desempenha. O profissional de saúde está no front dessa luta e, portanto, deve ter toda atenção do governo do DF”, finalizou. Para a Secretária do Turismo Vanessa Mendonça, “essa ação mostra a preocupação do governador Ibaneis com o ser humano que está por trás do profissional e, ao mesmo tempo, repercute no aquecimento da atividade hoteleira, na medida em que preserva postos de trabalho no setor”, conclui. * Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF solicita acesso às certidões de óbito que mencionam coronavírus

O Governo do Distrito Federal solicitou, nesta terça-feira (7), a inclusão do poder Executivo local na rotina de envio diário das declarações de óbitos confirmados e suspeitos do novo coronavírus. Segundo o ofício enviado para a Corregedoria do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), a medida é necessária em função da atual pandemia causada pela Covid-19 e esse monitoramento será de extrema relevância para a Vigilância em Saúde. Ainda de acordo com o documento endereçado ao desembargador Humberto Adjuto Ulhôa, caso os dados coletados pelos cartórios de registro civil do DF sejam enviados para a Subsecretaria de Vigilância em Saúde, o órgão terá uma melhor compreensão do impacto da pandemia na capital.

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Lacen zera fila de espera por resultados de diagnósticos da Covid-19

O Distrito Federal tem zerado diariamente a fila de espera para exames de diagnóstico do coronavírus. O tempo para conseguir o resultado reduziu, em média, de 72 horas, para até 24 horas. Tudo graças ao comprometimento dos profissionais do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). A unidade, responsável pela realização dos exames de detecção da Covid-19, passou a funcionar 24 horas para dar mais agilidade aos processos. Com a mudança nas atividades do Lacen e o aporte de recursos humanos da Secretaria de Saúde, em torno de 350 exames são feitos por dia para detectar a Covid-19 na população do DF. A capacidade é chegar a mil, caso sejam utilizados os novos equipamentos disponibilizados pela parceria com a Universidade de Brasília (UnB). Até o momento, cerca de 4,5 mil testes foram realizados desde os primeiros exames para identificar os casos de coronavírus no Distrito Federal. A dedicação dos servidores para alcançar esse patamar foi elogiada, nesta terça-feira (7), pelo secretário de Saúde, Francisco Araújo, que realizou uma visita técnica nas instalações. “Desde que o Lacen passou a funcionar 24 horas, deu uma forte agilidade nos resultados dos exames para a comunidade brasiliense”, afirmou o gestor. “Isso nunca houve na história do Lacen, de ter resultado no mesmo dia e a fila estar zerada”, destacou. Na avaliação do gestor, mesmo em meio a pandemia, a população pode se sentir segura com o trabalho realizado pelos servidores e instituições renomadas como a UnB, que tem apoiado os trabalhos para detectar a doença. “Temos bons profissionais e instituições que tem o respeito da sociedade. Junto com o governo, conseguimos produzir o resultado que a população precisa, para ter a tranquilidade em meio a pandemia”, ressaltou Francisco Araújo. Mudança De acordo com o diretor do Lacen, Jorge Chamon, a mudança promovida na unidade alterou a rotina dos 60 profissionais que atuam no Laboratório Central. Alguns escolheram até dormir no local de trabalho, em beliches e camas disponíveis aos servidores, para manter o expediente durante as 24 horas de serviço para analisar os exames de Covid-19. “Tudo é por uma causa maior, e tem contribuído bastante para mantermos essa quantidade de entregas. Sem dúvida, o esforço não é em vão, e tem melhorado muito os processos. Inclusive, temos inspirado outros laboratórios do país a ampliar para 24 horas”, comentou Chamon. Apoio Para que as medidas de combate ao Covid-19 tenham ainda mais eficiência, Francisco Araújo pediu o apoio do Ministério da Saúde nas ações locais de enfrentamento a doença. O que inclui mais recursos para a Secretaria de Saúde poder liberar leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para pacientes com a Covid-19. “É importante que eles liberem os leitos de UTI que pedimos para credenciar, que são 319. O país está no meio de uma pandemia e o que os estados e o Distrito Federal precisam é de apoio”, ressaltou o secretário de Saúde, que também defendeu a continuidade do isolamento social. Na última semana, o Ministério da Saúde fez um alerta sobre o risco de aceleração descontrolada do número de doentes pelo novo coronavírus nas próximas semanas, nos estados do Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas e o DF. O anúncio provocou insegurança na população. “Discordamos veementemente da posição do Ministério, de colocar essa situação que nem existe na literatura, de aceleração descontrolada. Todo o esforço que estamos fazendo é de controle da situação”, reforçou o gestor. Teste rápidos Durante a visita técnica, Francisco Araújo também lembrou que mais testes rápidos para a Covid-19 estão em processo de aquisição pela pasta. “Estaremos colocando 300 mil deles para poder testar ainda mais pessoas no DF e dar mais celeridade a esse processo. Mas, atualmente, o Lacen é onde fazemos o maior número de testes”, informou. O subsecretário de Vigilância à Saúde, Eduardo Hage, explica que os testes rápidos são baseados em reação imunológica e demoram até 30 minutos para ficarem prontos. Enquanto os do Lacen, de biologia molecular, são mais complexos e dispendiosos. “Os testes no Lacen também são a partir da entrada da amostra e processados no mesmo dia. Mas não teremos um tempo de realização desse exame de mais de 24 horas. Todas as amostras que entram aqui, já tem o resultado”, comentou Hage. A expectativa dos gestores é que os processos para aquisição dos testes rápidos sejam finalizados até a próxima semana, para então serem distribuídos a toda a rede pública de saúde. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Boletim de Pessoal – Abril de 2020

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A origem da saúde em Brasília

Tudo começou nos anos 50 do século passado | Foto:  Edson Porto / Arquivo pessoal Em evidência nestes tempos sombrios que parecem ter emergido das páginas do romance existencialista A Peste, do escritor franco-argelino Albert Camus, os aguerridos profissionais da saúde do DF têm muito do que se orgulhar quando se trata da história do sistema hospitalar surgido na nova capital. Trata-se de passado marcado pela vanguarda, empenho e dedicação de pioneiros do setor que fizeram e, como mostram os dias atuais, fazem toda a diferença. Tudo começou em meados dos anos 50. Com aquele que foi oficialmente o primeiro médico a pisar solo candango, o carioca Ernesto Silva (1914-2010). E, por ostentar condição tão peculiar – ou seja, a de ser um dos exploradores da região – até o final de seus 95 anos de vida, ele seria lembrado pela alcunha de o “pioneiro do antes”. Cabe o registro de que Dr. Ernesto, também militar, de fato só iria arregaçar as mangas em prol da saúde no DF em meados dos anos 50, quando assumiu uma das diretorias da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Homem de confiança de JK, fora encarregado pelo presidente de implantar as diretrizes não apenas da saúde na cidade surgida do nada, no meio do Cerrado, mas também do plano educacional. [Olho texto=”“Como Brasília era realmente um famoso terreno de obras, os acidentes de trabalho começavam a surgir diária e assustadoramente”” assinatura=”Edson Porto, pioneiro do setor de saúde pública no DF, sobre o HJKO” esquerda_direita_centro=”direita”] “Assumi o cargo por mérito, sem indicação política, já que Juscelino sabia que eu conhecia bem a região”, lembraria anos depois. Nascida sob a égide da modernidade, o Plano de Saúde do DF, assim como outros elementos sociais indispensáveis para o funcionamento de uma cidade, era para ter sido essencialmente “uma obra original, isenta de erros e vícios, adaptada à rápida transformação por que passa o mundo”, como Ernesto Silva escreveu no livro História de Brasília – Um sonho, uma esperança, uma realidade. Modernismo “assustador” Gaúcho de Pelotas que chegou a Brasília no final dos anos 60 para fazer parte do quadro do Hospital de Base – na época chamado de Hospital Distrital –, o médico aposentado Cláudio Luiz Viegas, hoje com 74 anos, recorda que o conceito modernista da então nova capital do país assustou um bocado de gente. Para ele, a cidade estava muito à frente de muitos governantes que a tiveram sob comando, bem como dos profissionais que chegaram à nova cidade para trabalhar em diversos segmentos. “Muitos não estavam preparados”, avalia o profissional da saúde, que chegou aos 24 anos à capital federal. Ele atuou primeiro como clínico geral e, depois, passou a se dedicar à pneumologia. Os primeiros postos e atendimentos Assim como quase tudo no começo de Brasília, a saúde no DF teve início com um empurrão da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), a partir da criação de um departamento que prestou relevantes serviços à coletividade. Resumia-se a um mero barraco de madeira construído no acampamento da empresa, o que viria a ser o primeiro núcleo hospitalar do Planalto Central. “Hospital Distrital”: o Base em seus primórdios | Foto: Arquivo Público Em tempos de coronavírus, o Departamento de Saúde da Novacap, sob direção do Dr. Jairo de Almeida, ainda nos primórdios da cidade prestou inúmeros serviços de natureza preventiva junto à jovem população que se formava. A partir de um convênio firmado com o Ministério da Saúde, por meio do Departamento de Endemias Rurais (DNERu), manteve em sua sede um intenso serviço de vacinação contra variólica, paralisia infantil e combate a viroses como sarampo, caxumba e rubéola. E não apenas isso. Um ambulatório oferecia medicamentos de urgência, aplicação de injeções e até pequenas cirurgias. No acampamento do Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Industriários (Iapi), localizado entre a Candangolândia e a então Cidade Livre (hoje, Núcleo Bandeirante), seria montado também em madeira outro posto pioneiro de saúde que atendia os trabalhadores em peso. “Havia um só médico, recém-formado, mas dedicado e prestativo”, lembraria Ernesto Silva em suas memórias. Era o jovem médico mineiro Edson Porto, mineiro de Araguari, que acabara de chegar de Goiânia, aos 26 anos. “Brasília foi uma necessidade de sobrevivência, força de contingência, não pelo fato de acreditar na cidade”, admitiria o médico ao Programa de História Oral do Arquivo Público, gravado em fevereiro de 1989. “Como todo médico, ou qualquer iniciante de uma carreira, eu tinha ambição de me projetar, de me realizar dentro daquela atividade. Como não havia a possibilidade de trabalhar em Goiânia naqueles primeiros anos, me ofereci para dar assistência em Brasília”, confessaria. O Hospital Juscelino Kubistchek de Oliveira, primeira grande estrutura de saúde do DF, na década de 1950 | Foto: Arquivo Público E foi bem ali, no acampamento do Iapi, que em julho de 1957 seria inaugurado o Hospital Juscelino Kubistchek de Oliveira (HJKO), a primeira unidade hospitalar robusta do gênero na cidade, que prestaria inestimáveis “serviços durante a construção da cidade”, como o próprio Ernesto Silva recordaria. Visitado pouco antes de sua inauguração pelo presidente de Portugal, Craveiro Lopes, o hospital prestava assistência médica, cirúrgica e odontológica a particulares, servidores e operários que precisavam fazer o exame médico para a admissão ao serviço. “Nenhuma empresa podia dar emprego sem a apresentação da Carteira de Saúde”, registra Ernesto, também em suas memórias. Convergência médica Estrategicamente localizado no DF, o HJKO cuidava dos milhares de candangos que chegavam à cidade todos os dias para trabalhar nas obras da nova capital. Em 1968, com a inauguração do Hospital Distrital (atual Hospital de Base), o espaço viraria um posto de saúde. Em 1974, o antigo hospital de madeira parou de funcionar. “O hospital HJKO foi feito realmente como um projeto interessante, na linha hospital de campanha, com 40 leitos, funcionando as quatro clínicas básicas: médica, cirúrgica, pediatria e gineco-obstetríca”, conta o pioneiro Edson Porto no depoimento ao ArPDF. “Como Brasília era realmente um famoso terreno de obra, os acidentes de trabalho começavam a surgir diariamente e assustadoramente. Foi então que, quando inaugurado o hospital, foi providenciado imediatamente a instalação de um serviço de ortopedia para atendimento nesses casos”, relata. Vale destacar o que todos os pioneiros da área de saúde gostam de frisar: o extraordinário serviço prestado pelo Hospital Volante das Pioneiras Sociais, entregue à população em 26 de outubro de 1957. “Sua atuação foi muito valiosa quando, em 7 de junho de 1958, a Novacap iniciou o assentamento em Taguatinga da enorme população que se havia instalado ao longo da estrada Brasília-Anápolis, junto ao Núcleo Bandeirante”, reconhece Ernesto Silva. “Até que se inaugurasse o Hospital São Vicente de Paulo, em 1959, o Hospital Volante das Pioneiras resolvia todos os casos simples naquela cidade-satélite”, acrescenta. O hospital-base Inaugurado em 12 de setembro de 1960, quando se comemora o nascimento de JK, o Hospital de Base (na origem chamado de Hospital Distrital, vale lembrar) surgiu para ser, como o próprio nome entrega, a base de todo o “Plano Médico-Hospitalar” do DF, atendendo os habitantes do Plano Piloto. Dotado de equipamentos de ponta e todas as especialidades, fazia parte de um moderno e avançado modelo de instituição idealizado pelo médico Bandeira de Mello, um funcionário do Ministério da Saúde contratado pela Novacap àquela época. O sistema de atendimento médico previa ainda a construção de outros onze hospitais gerais e seis instituições rurais espalhados pela cidade e suas satélites, hoje denominadas de regiões administrativas do Entorno. “Era um sistema bem organizado e centralizado, com ramificações para todos os hospitais, mas que ficou prejudicado, de certa forma, pelo inchaço da cidade, dez anos depois de sua inauguração – o que aconteceu, com a determinação definitiva da vinda das embaixadas e de todos os ministérios nos anos 70”, lamenta o médico aposentado Claudio Luiz Viegas, autor do livro Fragmentos – Cinquenta anos de residência médica no Hospital de Base. Hospital de Base em seus primeiros dias, na década de 1960 | Foto: Arquivo Público Referência na região central do país, com mais de 600 mil atendimentos anuais no pronto-socorro e no ambulatório, o Hospital de Base marcou e norteou toda uma geração de profissionais da saúde  que vieram de várias partes do Brasil tentar a sorte no Cerrado. Foi o que aconteceu com o paulista de origem árabe Hélcio Luiz Miziara, o primeiro patologista de Brasília e um dos primeiros médicos legistas do DF. “Assinei contrato com a FHDF [Fundação Hospitalar do Distrito Federal] em janeiro de 1961, depois de ser escolhido entre três candidatos de alto nível”, conta o pioneiro, que está prestes a completar 86 anos. “O Hospital de Base contava com um staff de alta qualidade, onde trabalhavam profissionais de alta qualidade, com passagem pelos Estados Unidos e Europa. O Hospital de Base era onde todo mundo queria ficar”, recorda o médico, ele próprio aluno residente em Anatomia Patológica no Hospital Mercy, em Pittsburgh (Pennsylvania, EUA). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Muito de sua experiência de mais de 40 anos como profissional de relevante unidade hospitalar do DF está relatado, agora, no livro Hospital que nós amamos – Hospital Distrital, que acaba de concluir. Ele pretende lançar a obra após o surto de pandemia que assola o DF e todo o país. São histórias de exemplo e passagens curiosas, como o período em que trabalhou na formação técnica de auxiliares de saúde do hospital – entre eles um jovem tímido que explodiria nacionalmente, anos depois, chamado Ney Matogrosso. “Eu estava lá quando o presidente Tancredo Neves foi hospitalizado… São muitas histórias que narro como forma de agradecimento à cidade”, arremata.

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Lei de Acesso à Informação

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Convênio entre FAP-DF e Finatec fortalecerá ações contra a Covid-19

Secretaria de Saúde ressalta que será reforçada a capacidade de diagnóstico do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), com investimentos da ordem de R$ 5 milhões | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação Com a finalidade de apoiar a execução e o desenvolvimento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate à Covid–19, a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e a Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) firmaram um convênio em que a Secretaria de Saúde do Distrito Federal será beneficiada diretamente. A Secretaria de Saúde ressalta que será reforçada a capacidade de diagnóstico do Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF), com investimentos da ordem de R$ 5 milhões. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o secretário de Saúde, Francisco Araújo, o convênio “é um passo importante para superação de uma das grandes dificuldades que todo o Brasil enfrenta, ou seja, o de realizar testagens do coronavírus, a partir da aquisição de materiais e insumos”. A FAP-DF oferecerá recursos orçamentários e/ou financeiros no valor de R$ 30 milhões. O montante será repassado à Finatec de acordo com cronograma de desembolso contido no plano de trabalho. “Nosso maior objetivo, sempre destacado pelo governador Ibaneis Rocha, é aplicar nossos recursos para o enfrentamento das grandes demandas do DF e agora, não poderia ser diferente, já que o enfrentamento da pandemia de Covid-19 é um desafio não apenas aqui, mas em todo o mundo”, afirma o diretor-presidente da FAP-DF, Alessandro França Dantas. De acordo com ele, a atuação articulada entre governo, universidade e setor produtivo, especialmente em momentos difíceis, é uma valiosa estratégia para conseguir fortalecer a capacidade de ação baseada em ciência, tecnologia e inovação. Atuação Para atingir o objetivo geral, o convênio abrange três eixos principais de atuação. O primeiro deles é o apoio a projetos selecionados no âmbito da chamada de propostas de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão para o combate à Covid-19, medida publicada pela Universidade de Brasília (UnB) em 25 de março. O segundo eixo é o apoio a projetos voltados para a solução de demandas da Secretaria de Saúde relacionados ao combate à Covid-19. O terceiro eixo é o fomento ao setor produtivo (startups, micro e pequenas empresas) que tenha por objetivo o desenvolvimento de ações e projetos de inovação tecnológica e produtos que se enquadrem no combate à Covid-19 e às consequências da pandemia. Benefícios Dentro desses eixos, diversos projetos serão desenvolvidos. O primeiro deles, feito em parceria direta com a Secretaria de Saúde, é para o fortalecimento da capacidade de diagnóstico do Lacen-DF, para o qual a previsão orçamentária é de R$ 5 milhões. Nesse sentido, o Instituto de Ciências Biológicas da UnB (ICB/UnB) já disponibilizou máquinas de PCR (termocicladores) com o objetivo de colaborar com o aprimoramento da infraestrutura do Lacen-DF. No contexto de pandemia – em que são essenciais a infraestrutura e os materiais de diagnóstico de pessoas infectadas e o impacto positivo que esse procedimento tem na saúde pública – a Finatec propõe a aquisição de 15 mil kits, reagentes para diagnóstico da infecção pelo novo coronavírus; aquisição de 10 mil kits reagentes (teste rápido) e demais insumos para diagnóstico da infecção; e aquisição de máquinas de PCR (termocicladores) para detecção de coronavírus. Eixo de atuação envolve projeto de pesquisa no âmbito da Universidade de Brasília | Foto: Secretaria de Saúde / Divulgação “Tudo isso se trata de uma ação inicial prevista pelo convênio. Outras ações poderão ser contempladas por meio do mesmo convênio ou com outras instituições, tais como Fiocruz e agências da Organização das Nações Unidas”, explica o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica e Projetos da Finatec, Carlos Humberto Spézia. Segundo Spézia, a importância em se testar de forma maciça a população do Distrito Federal para o novo coronavírus, e não apenas os casos graves, tem respaldo na experiência internacional, já que países como Coreia do Sul, Taiwan e Japão conseguiram, até o presente momento, achatar a curva de transmissão com baixíssimas taxas de mortalidade. Isso se deve ao fato de que as nações intensificaram a testagem em massa e o distanciamento pessoal. “Se identificado um maior número de pessoas infectadas, em especial, as assintomáticas, pode-se isolar essa pessoa de modo a impedi-la de transmitir o vírus para outros – achatando, assim, a curva [de transmissão]. Menos pessoas infectadas no mesmo período de tempo significa menos pressão sobre os sistemas público e privado de saúde, reduzindo gasto e desgastes a longo prazo”, defende. Demandas Também constam entre os objetivos que constam no Documento de Oficialização de Demanda da FAP-DF: Monitorar a saúde dos profissionais de saúde e da segurança pública; Ampliar a capacidade geral da SESDF em atendimento da população do DF e a realização de diagnóstico da infecção causada pelo Covid-19; Desenvolver tecnologias digitais para o diagnóstico, o tratamento e a prevenção da infecção causada pela Covid-19; Preparar força de trabalho para atuar no ambiente de saúde digital; Fomentar a rede cooperativa de ciência e tecnologia da cadeia de inovação digital do DF para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de enfrentamento de doenças infectocontagiosas; Desenvolver atividades de comunicação, publicação e pesquisas para ampliar o grau de informação e bem-estar da comunidade do DF. Publicação O Convênio nº 3/2020, firmado entre a FAP-DF e a Finatec, foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (02). O processo nº 00193-00000381/2020-22 foi assinado em 31 de março de 2020. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Relatórios de Atendimento

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Hospital de Base passa por desinfecção feita pelo Exército

Dez militares do 16º Batalhão Logístico do Exército Brasileiro se envolveram na força-tarefa de limpeza | Fotos: Davidyson Damasceno / Iges-DF Em uma atuação conjunta com o Exército Brasileiro, o Hospital de Base passou por uma desinfecção da área externa e interna de grande circulação do Pronto Socorro para prevenir possíveis contágios por Covid-19, já que a unidade está recebendo pacientes com o diagnóstico da doença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A ação, promovida na manhã desta terça-feira (31), durou aproximadamente um hora. Ao todo, 10 militares do 16º Batalhão Logístico do Exército Brasileiro promoveram a atividade e, além disso, ensinaram equipes do Hospital de Base a como fazer desinfecções do tipo. “Esse trabalho é fundamental e extremamente necessário para ajudar a mitigar possíveis contágios da Covid-19. Ressaltamos que o Hospital de Base já estava tomando providências diárias para reforçar a segurança dos profissionais, pacientes e acompanhantes”, disse o superintendente de Apoio Operacional do Hospital de Base, Mauro Faturetto. Ele acrescenta que, além da limpeza feita mais frequentemente e da capacitação das equipes, a segurança da unidade está monitorando o trânsito de pessoas para que não transitem em locais desnecessários ou proibidos. O oficial de Comunicação Social do Comando Conjunto Planalto, coronel Boa Ventura, ressaltou que o propósito da desinfecção é apoiar os órgãos de saúde. “A atuação integrada visa a atuar em proveito da população, permitindo a preservação da saúde pública. Queremos evitar a disseminação do coronavírus”, ressaltou o militar, ao informar que o produto empregado na desinfecção tem como base o cloro. O coronel lembrou ainda que a força-tarefa dá continuidade à atividade de desinfecção já realizada na Rodoviária do Plano Piloto, na Estação Central do Metrô e no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). * Com informações do Iges-DF

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Teletrabalho dos servidores do Detran será prorrogado

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📅 Cadastrar evento ou manifestação

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Coronavírus: Iges-DF abre nova contratação emergencial de profissionais

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) abriu nova contratação de pessoal, em caráter temporário e emergencial devido à pandemia do novo Coronavírus. A seleção é para os cargos de médico intensivista, farmacêutico, analista de laboratório clínico, técnico em farmácia, técnico de laboratório, técnico em nutrição, nutricionista e técnico de enfermagem (UTI). Os salários variam de R$ 2.050,95 a R$11.942,00. A carga horário é de 20 horas semanais para médicos e 36 horas para farmacêutico, técnico em farmácia, analista de laboratório, técnico de laboratório e técnico em enfermagem. Para técnico em nutrição e nutricionista, são 40 horas semanais.Os profissionais atuarão de forma temporária, por seis meses. A contratação emergencial selecionará os profissionais com base em análise curricular para atender as demandas de urgência e emergência da população na rede de saúde pública do Distrito Federal no combate ao novo coronavírus. O encaminhamento de currículos deverá ser feito pelo o e-mail: selecao@igesdf.org.br Confira a matéria completa e os detalhes de cada cargo em: http://igesdf.org.br/noticia/coronavirus-igesdf-abre-nova-contratacao-emergencial-de-profissionais/. * Com informações do Iges-DF

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Medo do coronavírus provoca queda na doação de leite materno

Com a situação de pandemia de coronavírus, a coleta domiciliar de leite materno sofreu uma queda de 35%. A situação é preocupante, pois muitos recém-nascidos internados na rede pública de saúde precisam desse alimento para sobreviver. “As mães estão com medo e não querem profissionais de saúde em suas casas. Entretanto, estamos cumprindo todo o rigor na coleta, tanto as recomendações das legislações de Banco de Leite Humano quanto todos os planos de contingências realizadas pelo GDF”, esclarece a coordenadora dos Bancos de Leite Humano do DF, Miriam Santos. Ela faz um apelo para que as mães continuem doando leite materno e tomando os mesmos cuidados com a higiene durante a coleta. “Lembrando sempre de proteger as vias respiratórias e de lavar muito bem as mãos”, complementa. Miriam destaca que a mulher não precisa sair de casa para entregar o leite. “Basta entrar em contato que vamos buscar”, diz. Orientações e esclarecimentos sobre a amamentação e doação de leite materno estão sendo oferecidas por telefone, por mensagem de whatsapp, e-mail e até mesmo por vídeo chamada.  Dengue Outro serviço que está sendo prejudicado devido à pandemia de coronavírus é a visita dos agentes de saúde para inspeção da dengue. “Muita gente não está querendo deixar os agentes entrar, mas pedimos que não façam isso, pois este trabalho é muito importante e estamos tomando todos os cuidados necessários relacionados ao coronavírus”, diz o diretor de Vigilância Ambiental, Edgar Rodrigues. Ele esclarece que os agentes estão usando máscaras e o acesso aos imóveis tem sido apenas nas áreas externas e não dentro das casas. “Neste sentido, pedimos a colaboração dos moradores, que aproveitem o fato de estarem em casa e façam essa vistoria dentro de seus imóveis, removendo os depósitos que acumulam água”, destaca. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Profissionais de saúde recebem rosas em agradecimento por serviços prestados

População reconhece comprometimento dos heróis do serviço público em tempos de crise | Foto: Divulgação Profissionais de saúde foram surpreendidos, nesta quarta-feira (25), com a entrega de rosas e demais demonstrações de carinho. O gesto é a forma que a população encontrou para agradecer pelos serviços destes servidores públicos. Equipes se emocionaram e demonstraram gratidão com as homenagens. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Na Unidade Básica de Saúde 1 de Águas Claras, a equipe da Sala de Vacinação vem recebendo o carinho da população. São bilhetes, rosas e palavras de agradecimento aos serviços prestados durante a campanha de vacinação, e dos cuidados preventivos contra o coronavírus, causador da doença Covid-19. “Os profissionais de saúde se sentem acolhidos e agradecidos pela manifestação de apreço frente ao trabalho que a equipe vem desenvolvendo. Gratidão ao reconhecimento é a palavra”, destaca a gerente de Serviços da Atenção Primária de Saúde de Águas Claras, Núbia dos Passos. A equipe que vem atuando na tenda da dengue, instalada no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), também foi surpreendida com a homenagem de uma floricultura de Águas Claras. A intenção da comunidade é agradecer aos trabalhadores da saúde que fazem a diferença. Bilhetes carinhosos reforçaram a intenção das flores para os profissionais de saúde | Foto: Divulgação “Foi muito bonito, fiquei emocionada. Foi um presente muito lindo, em meio a tanta preocupação. Foi uma bênção”, pontua a técnica de Enfermagem do HRT Ana Carolina Alves. Enquanto a população tenta cumprir a quarentena e o isolamento social, diante da ameaça do novo coronavírus, profissionais de saúde continuam trabalhando para cumprir a missão de salvar vidas. Com o mesmo propósito, o GDF mantém as medidas de restrição na atividade comercial e à circulação de cidadãos em determinados espaços públicos, enquanto multiplica ações de combate à nova doença, que já vitimou milhares de pessoas em todo o mundo. * Com informações da Secretaria de Saúde

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Validação de Cursos

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Distrito Federal

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Organizações Internacionais

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Dúvidas

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Vacinação contra influenza começa nesta segunda-feira (23), com novas regras

Por conta da pandemia do coronavírus no Brasil, a Campanha Nacional de Vacinação contra a influenza foi antecipada em 30 dias e ocorrerá no período de 23 de março a 22 de maio. A Secretaria de Saúde disponibilizará 128 postos de vacinação e o primeiro grupo a receber as doses será o dos idosos. Outras novidades foram adotadas em função do coronavírus. Este ano a vacinação poderá ocorrer em forma de drive-thru, ou seja, em locais com estacionamentos maiores em que o idoso possa ir de carro, e receber a vacina no próprio automóvel. Além disso, para evitar aglomerações, nesta primeira semana, que é exclusiva para os idosos, a imunização será aplicada em ordem alfabética. Pessoas acamadas/institucionalizadas com mais de 60 anos de idade podem agendar o recebimento da vacina em domicílio, a partir de 23 de março, pelo telefone 160. “Os idosos vão receber suas vacinas por ordem alfabética, e o objetivo é evitar as grandes filas que se formam no início das campanhas. Por isso, pedimos que respeitem o cronograma, mas caso algum idoso se confunda no dia, será vacinado também. O objetivo da gente é proteger ao máximo nossos idosos, que é o grupo mais vulnerável ao coronavírus. Por isso, o atendimento das salas de vacina será das 8h às 22h”, explicou o secretário de Saúde do DF, Francisco Araújo, durante coletiva de imprensa online realizada neste sábado (21). A campanha de vacinação no Distrito Federal vai contar com a parceria da Secretaria de Educação e das administrações regionais. O chefe da Casa Civil, Valdetário Monteiro, destacou a importância de unir forças para combater a Covid-19. “Estamos trabalhando unidos para fazer o melhor ao combate a essa pandemia. Não devemos nos aglomerar de forma alguma, por isso teremos tantos postos de vacinação, em escolas, administrações, etc”, explica. Doses O DF já recebeu 60.800 doses de vacinas. O restante será enviado pelo Ministério da Saúde, em um cronograma com 14 entregas semanais. A estimativa é que cheguem 1.015.600 doses. No Distrito Federal, o público-alvo é de 912.914 pessoas. A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde é vacinar, pelo menos, 90% dos grupos elegíveis para a vacinação. Neste ano, o Ministério da Saúde decidiu ampliar a abrangência da vacinação no público adulto, incluindo adultos de 55 a 59 anos e as pessoas com deficiência, para aumentar o acesso à vacinação de grupos mais vulneráveis. O secretário-adjunto de Assistência, Ricardo Tavares, ressalta a importância de toda a população se unir para vencer o Covid-19. “Só venceremos essa pandemia sem se aglomerar. Pedimos que a população siga as instruções de ficar em casa, vacinar os grupos de risco e se proteger dentro de casa”, avalia. Dia 9 de maio será o dia “D” de mobilização nacional, mas o objetivo é que a maioria dos grupos prioritários já tenha se vacinado e evite aglomerações. Grupos prioritários Devem ser vacinadas pessoas com 60 anos ou mais de idade, crianças na faixa etária de 6 meses a menores de 6 anos (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, trabalhadores da saúde, professores de escolas públicas e privadas, povos indígenas, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medida socioeducativa, população privada de liberdade e servidores do sistema prisional, forças de segurança e salvamento, adultos de 55 a 59 anos e pessoas com deficiência. O diretor-presidente do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF), Sérgio Luiz da Costa, destaca a importância de os grupos de riscos tomarem a dose contra a influenza. “É de fundamental importância as ações que já foram adotadas na perspectiva da redução dos danos relacionados à transmissão ao Covid-19, mais conhecido como coronavírus. O Instituto vem nesse processo de continuidade adotando as respostas nas frentes de capacidade de resposta, com esforços dentro de critérios científicos, dentro de um plano de contingência, em seus níveis de ativação”, afirma. Sérgio ressalta que o grupo executivo é o grupo gestor e que todos estão preparados para dar as respostas que são necessárias. É um processo de continuidade e integrado aos outros serviços de saúde. O sanitarista Eduardo Hage, da Secretaria de Saúde,  ressalta a importância de fazer um chamamento para toda a população, principalmente os grupos alvos da campanha. “É uma vacina que protege contra três tipos de vírus Influenza e que são vírus que impactam de forma importante na saúde da população, pois em alguns casos de agravamento, podem levar a um quadro respiratório semelhante ao do coronavírus. Queremos reduzir especialmente o quadro de doenças graves respiratórias com essa vacina, esse é o objetivo da campanha”, explica. De acordo com Hage, a vacina contra Influenza existe desde o ano 2000 e é uma vacina segura, produzida por laboratório nacional. Além disso, todos devem ficar atentos e confiantes com relação ao seu grau de proteção. Contraindicações  A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática em doses prévias da vacina, bem como a qualquer componente da vacina ou alergia comprovada grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. Contudo, na maioria dos casos, as vacinas contra influenza têm um perfil de segurança excelente e são bem toleradas. Óbitos No ano passado, ocorreram 22 óbitos por influenza, sendo 17 por influenza A (H1N1), 3 por influenza B e 2 por influenza A não subtipada. Desses, 16 apresentaram um ou mais fatores de risco para complicação. Além disso, quatro não fizeram uso de antiviral. Cronograma 23 de março a 22 de maio: pessoas com mais de 60 anos e trabalhadores da saúde. 16 de abril a 22 de maio: professores, profissionais das forças de segurança e salvamento, portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas. 9 a 22 de maio: crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade, funcionários do sistema prisional, adultos de 55 a 59 anos de idade e pessoas com deficiência. Nesta primeira semana, a vacinação será exclusiva para os idosos, distribuídos por ordem alfabética nas datas de 23 a 27 deste mês, e cujo primeiro nome do registro civil (CNH, RG, Certidão de Nascimento, etc ) esteja disposto da seguinte forma: 23/3 – Idosos de nome iniciado com as letras A, B, C, D e E; 24/3 – Idosos de nome iniciado com as letras F, G, H, I e J; 25/3 – Idosos de nome iniciado com as letras K, L, M, N e O; 26/3 – Idosos de nome iniciado com as letras P, Q, R, S, e T; 27/3  – Idosos de nome iniciado com as letras U, V, W, X, Y e Z.   * Com informações da Secretaria de Saúde

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Coronavírus: portaria regulamenta teletrabalho temporário

A Casa Civil do Distrito Federal regulamentou o teletrabalho temporário no serviço público da capital. As orientações das medidas que devem ser adotadas pelos órgãos e entidades foram publicadas em edição extra do Diário Oficial do DF (DODF), na noite desta quinta-feira (19). A medida foi adotada para prevenir o contágio do novo coronavírus, considerando a classificação de pandemia, e engloba funcionários que fazem parte do grupo de risco e que conseguem trabalhar em casa. A Portaria nº 17, de 19 de março de 2020, regulamenta o Decreto nº 40.526, publicado dois dias antes. Conforme o texto, só pode aderir ao teletrabalho em caráter excepcional aqueles que têm infraestrutura tecnológica e de comunicação adequada para manter as atividades fora do ambiente de trabalho. O uso dos equipamentos próprios não serão custeados pelo Executivo.  [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] As atividades desenvolvidas de casa serão monitoradas pela chefia imediata e não serão consideradas, para efeito de remuneração extra ou qualquer outro, como horas excedentes de trabalho. O texto ainda estabelece que o servidor precisa permanecer acessível e disponível, mantendo contatos atualizados e ativos para garantir comunicação imediata com o órgão nos dias de expediente. Quando solicitado, o servidor em regime de teletrabalho deve comparecer à repartição. Se necessário, a retirada de documentos e processos físicos depende de autorização, e terá todo o procedimento devidamente registrado. Em caso de descumprimento das regras determinadas, a pessoa poderá responder a processo administrativo disciplinar para apuração de responsabilidade. Quem tem direito O decreto que instituiu o teletrabalho em caráter excepcional e temporário definiu os critérios para executar as funções de casa enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública, de importância internacional decorrente do coronavírus. O texto engloba servidores efetivos e comissionados, empregados públicos e contratados com sintomas da Covid-19 ou que tenham retornado de viagem internacional recente, além de idosos acima de 60 anos, imunossuprimidos e gestantes. Também estão incluídos aqueles que estão em convívio com familiar diagnosticado com a doença. Para não comprometer a prestação de serviços essenciais à população, servidores dos setores da saúde e segurança pública não serão incluídos no regime de teletrabalho. Além disso, deverão seguir as orientações das secretarias competentes. Uma das primeiras medidas publicadas já autorizava trabalho remoro para quem apresentasse sintomas de gripe.

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Tendas do Iges-DF já atenderam seis mil pacientes 

Desde fevereiro quando foram instaladas nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), as tendas para atendimento de casos de dengue já receberam 5.686 pacientes – destes, 2.499 casos da doença foram confirmados. As estruturas montadas pelo Instituto de Saúde (Iges-DF) contemplam as regiões de Ceilândia, Sobradinho, Núcleo Bandeirante, Recanto das Emas, Samambaia, São Sebastião e Santa Maria. Até o momento, a tenda em que houve o maior número de casos confirmados foi a de Ceilândia com 998. Em seguida está a de Sobradinho, com 330 confirmações. No total, as tendas das UPAs atenderam 5.287 pessoas, com 2.347 confirmações. No Hospital Regional de Santa Maria, onde a tenda está em funcionamento desde o dia 10 de março, o número de casos confirmados até esta terça-feira foi de 152, com 399 pacientes atendidos. Segundo o vice-presidente do Iges-DF, Sérgio Costa, as tendas têm dado um apoio substancial no atendimento da população. “Com a instalação das estruturas, conseguimos deslocar o atendimento desses casos específicos para poder continuar recebendo normalmente os pacientes com indicação para as UPAs”, diz ele.  “Diante desse momento de pandemia do novo coronavírus, comprovamos o quanto o Iges-DF tem trabalhado de forma proativa para que o fluxo de atendimentos se dê da forma mais adequada possível”, destaca. Atendimento Cada uma das tendas conta com uma estrutura de 50 metros quadrados onde há sala de triagem, consultório médico, cadeiras para hidratação venosa e sistema de ar condicionado.  Nos locais, é possível fazer o diagnóstico clínico, teste rápido e teste laboratorial. As instalações contam com equipe de médicos, técnicos em enfermagem, enfermeiros, técnicos em laboratório, analistas de laboratório, auxiliares de atendimento e auxiliares de serviços gerais para fazer a limpeza. O funcionamento é das 7h às 19h, todos os dias e, se necessário, o horário pode ser estendido para 24h por dia. * Com informações do Iges-DF

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Parceria reforça fiscalização contra excessos em tempos de coronavírus

As secretarias de Justiça e Cidadania (Sejus) e de Economia firmaram parceria para ampliar e fortalecer as ações de fiscalização, em farmácias e estabelecimentos comerciais varejistas, a fim de evitar preços abusivos e falta de produtos que contêm o avanço do coronavírus (Covid-19), como álcool gel e máscaras. A portaria foi assinada nesta quinta-feira (19), em cerimônia no Palácio do Buriti. Com a parceria, os fiscais do Procon e da Receita do Distrito Federal passam a atuar conjuntamente a partir de agora. Para dar início às ações, uma equipe de dez pessoas dos dois órgãos saiu às ruas na manhã desta quinta-feira, sob orientação do Procon, que fez o mapeamento dos locais a serem visitados a partir de denúncias. A ação fiscalizará estabelecimentos comerciais de várias regiões administrativas do DF. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direito”] A secretária da Sejus, Marcela Passamani, primeiramente agradeceu a cada um dos envolvidos na ação e à parceria “tão necessária neste momento de crise”. Ao lado do secretário de Economia, André Clemente, ela reforçou a importância da ação lembrando que “a união faz a força e juntos faremos a diferença”. O secretário André Clemente disse que o Estado tem que estar presente neste momento de crise mundial grave. Ele informou que a área de inteligência de sua pasta atua para mapear locais que estão dificultando o acesso dos produtos à população, e também elogiou a parceria. “Nosso objetivo é garantir a oferta de produtos a preços justos.” Já o diretor do Procon, Marcelo Nascimento, relatou que as equipes têm sido aplaudidas em suas ações em defesa da comunidade e contra os preços abusivos. Ele informou que 266 farmácias já foram notificadas e terão que apresentar notas fiscais de compra e venda de álcool gel e máscaras, para checagem de eventuais irregularidades. Com a adesão da equipe da Receita Federal, a Sejus terá sua ação reforçada com apoio operacional e logístico. Caberá à equipe da Secretaria da Economia evitar crimes contra a economia popular. Também estiveram presentes à cerimônia representantes da vigilância sanitária que orientaram os presentes sobre a importância da higienização e de permanecer em casa neste momento de crise mundial.   * Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania

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Iges-DF reúne técnicos para debater a Covid-19

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) reuniu, nesta quarta-feira (18), um grupo de técnicos, pesquisadores, sanitaristas e infectologistas com o objetivo de analisar o atual cenário do Brasil e do DF com relação ao coronavírus e à pandemia da Covid-19. O encontro foi coordenado pelo diretor de Inovação, Ensino e Pesquisa do Instituto, Everton Macêdo. Recomendações para fluxos de atendimento em unidades de saúde e possibilidade de parcerias em caso de aumento de demanda por testagem diagnóstica também foram temas avaliados na reunião. A convite do Iges participaram o pesquisador e representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Bergman Ribeiro; o sanitarista da Fiocruz Claudio Henrique Maierovitch; o representante da Sociedade Brasileira de Infectologia José Davi Urbaez; a presidente da Sociedade Brasiliense de Infectologia, Heloisa Costa Ravagnani; e o médico infectologista do Hospital de Base Julival Ribeiro. Everton Macêdo destacou que ocorreram avanços na discussão de “possíveis protocolos de pesquisa para busca de tratamento da Covid-19, recomendações para fluxos de atendimento em unidades de saúde e possibilidades de parcerias caso venha a ocorrer um aumento de demanda para testagens diagnósticas”.

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Coronavírus: como é o monitoramento das ações de combate

É de um ambiente no primeiro andar do Palácio do Buriti, equipado com três conjuntos de monitores que transmitem informações em tempo real, onde o Governo do Distrito Federal monitora todas as ações de combate ao coronavírus. O lugar fica posicionado estrategicamente ao lado do gabinete do governador Ibaneis Rocha. A localização geográfica facilita ao chefe do Poder Executivo, entre uma reunião e outro compromisso, ter a noção exata da real situação. Os monitores informam números de contágios da pandemia no mundo, no Brasil e no Distrito Federal. Por exemplo: às 16h desta quarta-feira (18), o total de casos confirmados era de 34, oito a mais que na última contagem.  Foto: Renato Alves/Agência Brasília O painel ainda é capaz de dividir por gênero a quantidade de pessoas infectadas. Naquele momento, havia 19 para homens e 15 para mulheres. No mundo, pelo que mostrava outro painel afixado em uma das paredes da sala, eram contabilizados 211.853 casos naquele instante. A China liderava o ranking, com 81.102, seguida por Itália (35.713) e Irã (17.361).  O Brasil não aparecia na primeira página (felizmente!): ou seja, não estava entre os primeiros 17 países mais afetados. Naquele momento, o número de contagiados confirmados era de 291. “Para que tenhamos mais eficácia no combate a uma pandemia como essa é preciso ter o máximo de informações, no menor período de tempo possível”, comenta o governador Ibaneis Rocha.  “Este é o trabalho que desenvolvemos aqui, recebendo dados de postos de saúde, hospitais e laboratórios, e formando uma base que nos permite saber quando, como e onde está havendo o contágio”, ressalta ele.  O objetivo, segundo o governador, é oferecer uma resposta rápida e eficiente para a sociedade. “Muitas vezes, antecipando medidas que, à primeira vista, possam parecer exageradas, mas que são fundamentais para que a gente mantenha o controle do avanço da doença”, detalha. As decisões tomadas pelo Governo do DF atravessam a rua e chegam a outra sala importante no Centro Integrado de Operações de Brasília (CIOB) – onde foi montada uma força-tarefa exclusiva para agir no combate ao avanço do coronavírus. Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Capitaneado pelo Grupamento de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros, o grupo conta ainda com representantes das secretarias de Saúde e Casa Civil, além da Polícia Rodoviária Federal e das vigilâncias Sanitária e Ambiental.  As reuniões são diárias (às vezes, várias) e ocorrem na antiga sala de situação da dengue – que passou a ser chamada de central de operações ou comando de incidente. Lá, também há os mesmos painéis interligados, como no bunker do Palácio do Buriti. A diferença é que há quadros com dados de operações e ações sigilosas da corporação. Informações necessárias para quem está na ponta da batalha. Outro conjunto de telas monitora o Distrito Federal com imagens de câmeras que fornecem informações de onde estão as concentrações de público (iniciativa desaconselhável). “A gente consegue verificar pelas câmeras os pontos estratégicos para atuar”, diz a major Lorena Athaydes, chefe de Informação Pública da Operação. A presença mais notada nesse ambiente é a dos bombeiros. São 16 oficiais e praças escolhidos por sua experiência – como a própria Lorena. Ela mesmo fez cursos de especialização em emergências envolvendo produtos perigosos. “Nesse caso, a gente está trabalhando com agente biológico”, diz.   É assim nesse aparato tecnológico e de contingente que são traçadas as estratégias de combate à pandemia no DF. Na terça-feira (17), a equipe de reportagem da Agência Brasília acompanhou a reunião do grupo.  Na ponta da mesa, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros do DF, Lisandro Paixão, iniciava os trabalhos com um pedido de empenho de seus comandados. “Precisamos muito neste momento da dedicação dos senhores”, conclamava o oficial.  O sacrifício a que Lisandro se referia significava cortar na própria carne. Ele avisava iria cancelar todas as férias dos bombeiros – mesmo aquelas que já haviam começado. Mas, tudo bem: o comandante sabe isso faz parte da carreira profissional da categoria. 

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Coronavírus: GDF amplia teletrabalho em secretarias e empresas

O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a modalidade de teletrabalho para servidores da administração pública. A medida, uma das adotadas pelo Executivo local no combate ao novo coronavírus (Covid-19), atinge os profissionais do Jardim Botânico e das secretarias de Desenvolvimento Social e de Segurança Pública. As informações foram publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) na quarta-feira (18) – em edição extra – e nesta quinta-feira (19).  Na terça-feira (17), o governador Ibaneis Rocha editou decreto em que estabelecia, em caráter excepcional e temporário, o teletrabalho para servidores que fazem parte do grupo de risco de contágio, ou seja, idosos com mais de 60 anos, pessoas imunossuprimidas (que nasceram com uma doença imunológica), gestantes e aqueles com familiares sob suspeita ou diagnosticados pela Covid-19. Aos poucos, a medida tem sido ampliada dentro das secretarias e órgãos de governo.  Também devem aderir ao chamado home office (na tradução literal, escritório em casa) os funcionários que apresentem sintomas característicos da doença, como tosse seca, dificuldade para respirar, dor de garganta, dor de cabeça e no corpo ou que tenham feito viagem internacional nos últimos 14 dias – ou daqui para frente. As medidas valem tanto para servidores efetivos quanto comissionados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] No Jardim Botânico a medida vale por 15 dias a partir da publicação do decreto, em edição extra de quarta-feira (18). A Secretaria de Segurança Pública e seus órgãos e entidade vinculados, como o Corpo de Bombeiros Militar, Polícia Civil e Polícia Militar, Casa Militar e Detran-DF também vão adotar o teletrabalho para parte dos servidores. Outra medida é a suspensão de viagens internacionais para esses profissionais enquanto perdurar o estado de emergência de saúde pública decorrente da Covid-19.  A Emater-DF e o Tribunal de Contas do DF também adotaram o sistema. Mas o teletrabalho não é a única medida tomada pelo GDF de distanciamento social com o objetivo de evitar aglomeração de pessoas – situação que propicia o contágio de forma célere e, consequentemente, pode levar à sobrecarga dos órgãos de saúde. Também são exemplos os decretos que suspendem atividades educacionais e em academias, que fecham museus e shoppings e determinam o ponto facultativo.

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Vigilância orienta comerciantes da Rodoviária sobre atos de higiene

Fiscais da Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) iniciaram nesta quarta-feira (18) uma operação de conscientização e fiscalização na Rodoviária do Plano Piloto. O objetivo da ação é que tanto os comerciantes quanto os usuários das empresas de ônibus se conscientizem quanto às práticas de higiene e ao cumprimento das medidas adotadas pelo GDF para o enfrentamento ao coronavírus. Nos próximos 20 dias, os estabelecimentos comerciais receberão a visita dos fiscais que entregarão panfletos, orientarão quanto às medidas preventivas e, caso seja identificado algum descumprimento grave das regulamentações de Boas Práticas, serão autuados. Foi o caso de uma lanchonete da plataforma inferior que precisou ser notificada. “Nós vamos vistoriar os quiosques e restaurantes verificando o cumprimento do Decreto do GDF como o afastamento das mesas nos restaurantes de no mínimo dois metros, se tem sabonete líquido, papel toalha e lixeira com tampo em número suficiente”, explica a gerente de Apoio à Fiscalização, Márcia Olivé. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ela diz que será também observada a área de manipulação de alimentos, que exige um lavatório com sabonete líquido e papel toalha. “O profissional que manipula os alimentos não pode usar adereços e ter unhas grandes, por exemplo”, explicou. Milhares de pessoas passam pela Rodoviária do Plano Piloto por dia. O governo do Distrito Federal quer sensibilizar a população da necessidade de mudança de hábitos. “Lavar as mãos corretamente com água e sabão, não levar a mão à boca ao tossir e, principalmente, evitar aglomerações. Essas são as regras básicas nesse momento que todos devemos tomar para prevenir o contágio com o vírus”, destacou a gerente de Risco da Divisa, Fabiana Rodrigues. Foto: Geovana Albuquerque/Saúde-DF As atividades de inspeção se estenderão também nos comércios de todas as Regiões Administrativas. O Decreto do GDF determina o fechamento de alguns estabelecimentos, como academias, cinemas e teatros. No entanto, a Divisa tem recebido denúncias de locais que não estão cumprindo a ordem. “Nós vamos fiscalizar, orientar e dar o prazo de 24h para que as atividades sejam encerradas. Tem academias em que os profissionais de educação física estão fazendo as atividades com os alunos em lugares abertos, como parques, mas a aglomeração está ocorrendo do mesmo jeito, não estão observando as medidas de higiene. A orientação é que não se faça isso. É preciso evitar a aglomeração em qualquer ambiente”, ressaltou Márcia. * Com informações da Secretaria de Saúde-DF

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