Primavera exige cuidados contra alergias respiratórias e oculares no DF
A primavera chega ao Hemisfério Sul oficialmente na noite desta terça-feira (22). No Distrito Federal, a nova estação traz uma combinação de calor, vento forte e baixa umidade do ar. Essa mistura espalha poeira, pólen, ácaros, vírus e bactérias pelo ambiente. Com o aumento desses agentes alérgenos, sobem os casos de rinite alérgica e conjuntivite. Para reduzir os impactos na saúde da população, autoridades de saúde divulgam recomendações preventivas. Confira as sugestões. Impactos no organismo O ar seco e quente afeta o corpo em diferentes áreas: Nariz e pulmões: ocorre o ressecamento das defesas naturais do nariz. O organismo produz mais catarro, o que dificulta a eliminação da poluição e provoca entupimento e falta de ar. Olhos: ficam secos, vermelhos e irritados, o que facilita o aparecimento da conjuntivite alérgica. Pele: a falta de umidade e o calor deixam a pele rachada e com coceira, o que piora quadros de dermatite. Idosos, crianças, gestantes e pessoas com problemas respiratórios prévios, como asma ou bronquite, exigem atenção redobrada. Idosos, crianças, gestantes e pessoas com problemas respiratórios prévios, como asma ou bronquite, exigem atenção redobrada | Fotos: Divulgação Como diferenciar rinite alérgica e resfriado É preciso conhecer as diferenças entre a rinite alérgica e o resfriado comum: Sintomas e coceira: a rinite alérgica provoca coceira forte no nariz e nos olhos, com possibilidade de afetar ouvidos e garganta. O resfriado raramente causa coceira. Espirros e secreção: na rinite, ocorrem vários espirros seguidos em crise, e a secreção nasal é líquida e transparente. No resfriado, os espirros ocorrem de forma isolada e a secreção começa clara, mas fica grossa com o tempo. Febre e dores: a rinite não causa febre nem dores no corpo. O resfriado pode apresentar febre baixa e dores corporais. Duração e causa: a rinite pode durar semanas ou meses e decorre do contato com poeira, ácaro, mofo e pólen. O resfriado dura de 4 a 10 dias e tem origem em infecção viral transmitida por outra pessoa. A primavera traz uma combinação de calor, vento forte e baixa umidade do ar. Essa mistura espalha poeira, pólen, ácaros, vírus e bactérias pelo ambiente Recomendações de prevenção no cotidiano Para manter a saúde em dia durante a estação, a população deve adotar hábitos simples no ambiente doméstico e na rotina diária. Hidratação e alimentação: beba água ao longo de todo o dia e consuma alimentos saudáveis. Proteção da pele: aplique hidratante corporal e escolha roupas leves. Evite banhos muito quentes e o uso de buchas vegetais, porque retiram a proteção natural da pele. Atividades ao ar livre: evite exercícios físicos externos nos horários de maior calor e seca, entre 10h e 16h. Descanso para a visão: reduza o tempo diante de telas de computador, celular e televisão. Ventilação e tecidos: mantenha a casa limpa e ventilada. Dê preferência a pisos de fácil limpeza e persianas em vez de cortinas de tecido. Evite tapetes, carpetes e bichos de pelúcia, que acumulam muita poeira. Técnica de limpeza: utilize pano úmido ou aspirador de pó todos os dias. Não use vassoura nem espanador, pois esses objetos espalham a poeira pelo ar. Roupas de cama e protetores: coloque capas antiácaro no colchão e nos travesseiros. Lave as peças de cama e seque-as ao sol. Guarde brinquedos e livros em caixas fechadas. Ambiente livre de fumaça e odores: mantenha distância do cigarro e evite produtos de cheiro forte, como perfumes, incensos e desinfetantes potentes. Uso correto do umidificador: ligue o umidificador no quarto por apenas duas a três horas antes de dormir, após a higienização prévia do aparelho. O funcionamento contínuo durante toda a noite deixa o ambiente úmido em excesso, o que favorece o surgimento de mofo e ácaros. A colocação de bacias com água ou toalhas molhadas no cômodo também auxilia na umidificação do ar.
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Normas e regulamentações
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Participantes do Zoo Noturno e Zoo Experiência podem solicitar ressarcimento de meia-entrada
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Participantes dos projetos Zoo Noturno e Zoo Experiência que pagaram o valor integral do ingresso entre junho de 2024 e setembro de 2026 e que se enquadram nas categorias com direito à meia-entrada poderão solicitar o ressarcimento de R$ 25, correspondente à diferença paga a mais. A medida considera a regulamentação vigente desde junho de 2024, que assegura o benefício da meia-entrada para estudantes, pessoas idosas, pessoas com deficiência e seu acompanhante, jovens de 15 a 29 anos pertencentes a famílias de baixa renda e professores do sistema de ensino do Distrito Federal e do sistema federal de ensino, nos termos da Lei Distrital nº 3.516, de 2004, observados os requisitos legais para cada categoria. O ressarcimento é destinado exclusivamente às pessoas que efetivamente participaram dos projetos mediante pagamento do ingresso integral. Em vez de receber o valor correspondente à diferença paga a mais, o participante poderá optar por realizar um novo passeio no Zoo Noturno ou Zoo Experiência. Como solicitar Quem desejar o ressarcimento ou optar pelo novo passeio deve entrar em contato com os canais de atendimento ao público do Zoológico de Brasília: Telefone: (61) 3445-7048 WhatsApp: (61) 98199-0271 E-mail: atendimento@zoo.df.gov.br No contato, o participante receberá as orientações sobre os procedimentos e a documentação necessária para comprovar o direito à meia-entrada, além das instruções para a escolha entre o ressarcimento ou o novo passeio. Novo roteiro em novembro Os projetos Zoo Noturno e Zoo Experiência retornam em novembro deste ano com um novo roteiro. Os participantes que optarem pelo novo passeio receberão as orientações sobre o agendamento e as condições para utilização do benefício pelos canais de atendimento. *Com informações do Zoológico de Brasília
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UPA de Planaltina amplia acesso à prevenção com vacinação e avaliações de saúde
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Uma vacina atrasada, uma pressão acima do normal ou uma alteração na glicemia podem passar despercebidas em meio à correria do dia a dia. Na UPA de Planaltina, uma ação conjunta entre o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) transformou a passagem pela unidade em uma oportunidade para colocar a vacinação em dia e identificar sinais que merecem atenção. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde. Os serviços foram oferecidos em um espaço organizado especialmente para a atividade, sem interferir no fluxo habitual de atendimento da UPA. Pacientes, acompanhantes e colaboradores puderam atualizar a caderneta de vacinação, aferir a pressão arterial, verificar a glicemia e receber orientações de saúde | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF A enfermeira Natália Pereira explica que uma equipe foi direcionada exclusivamente para a ação, enquanto os demais profissionais mantiveram a assistência na unidade. “A gente faz essas ações para conscientizar a população sobre a importância de manter as vacinas em dia e também para verificar e alertar caso a pressão ou a glicemia estejam alteradas”, explica. Um alerta antes da urgência A aferição da pressão e o teste de glicemia podem revelar alterações em pessoas que até então desconheciam uma possível condição de saúde. Quando necessário, é realizada uma avaliação inicial e a orientação é procurar equipes de atenção primária para dar continuidade ao acompanhamento. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave” Rogério Tavares, gestor da UPA de Planaltina “Às vezes, tem paciente que nem sabe que está com uma alteração. Ele chega à unidade, encontra um serviço como esse e a gente consegue identificar. Depois, encaminhamos para a Unidade Básica de Saúde mais próxima da casa dele, onde poderá ter o acompanhamento adequado”, relata o gestor da UPA de Planaltina, Rogério Tavares. “Quanto mais cedo conseguirmos descobrir e cuidar dessas condições, menor a chance de essa pessoa chegar depois a um pronto-socorro em uma situação mais grave”, destaca. A analista de recursos humanos Juliana Fonseca aproveitou a oportunidade para conferir sua situação vacinal. “Eu acho muito importante a iniciativa porque, muitas vezes, a gente não tem tempo para sair e atualizar o cartão de vacina. Ter essa possibilidade aqui facilita para nós, como colaboradores, e também ajuda a população”, comenta. A própria Natália esteve entre os profissionais que atualizaram as doses. “Pela profissão, a gente já precisa estar com o cartão atualizado. Aproveitei para tomar as vacinas contra covid-19 e gripe e deixar tudo certinho”, conta. *Com informações do IgesDF
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Central monitora hospitais e UPAs 24 horas por dia e ajuda a identificar situações de risco
De uma única sala, profissionais acompanham, em tempo real, o movimento de hospitais e UPAs espalhados pelo Distrito Federal. Quando algo foge da rotina, as imagens ajudam a identificar o que está acontecendo e a orientar a equipe que precisa agir no local. Essa operação funciona dia e noite. A central de monitoramento funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, e acompanha o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), o Hospital do Sol Nascente e as 13 unidades de pronto atendimento (UPAs). Enquanto pacientes, acompanhantes, visitantes e profissionais circulam pelas unidades, os operadores observam nas telas entradas e saídas, áreas internas e externas e movimentações que fogem da rotina. Conflitos, aglomerações, acessos indevidos, furtos, quedas e outras situações de risco estão entre as ocorrências que podem ser identificadas durante o acompanhamento. Monitoramento que não para Na central de monitoramento, equipe acompanha a movimentação em hospitais e UPAs em tempo real | Foto: Divulgação Quando alguma movimentação chama a atenção, o operador verifica as imagens para entender o que está acontecendo. Confirmada a necessidade de intervenção, a informação é repassada à segurança ou à equipe da própria unidade. A central consegue indicar o local da ocorrência, o que foi identificado e, quando as imagens permitem, até a direção em que uma pessoa está se deslocando. O acompanhamento não termina com o acionamento. O objetivo é permitir que os profissionais cheguem ao local e verifiquem a situação antes que ela evolua para algo mais grave. Para preservar as pessoas envolvidas e a segurança da operação, outros detalhes da ocorrência não são divulgados. É justamente a atenção ao que foge da rotina que faz parte do dia a dia de quem trabalha diante das telas. A central não substitui os profissionais que estão nas unidades. Ela amplia o campo de visão das equipes e ajuda a fazer com que a informação chegue mais rapidamente a quem precisa agir. O sistema integra o trabalho de segurança das unidades e funciona de forma ininterrupta. Integração com a segurança pública A tecnologia também auxilia nesse trabalho. O sistema dispõe de recursos de inteligência artificial capazes de identificar determinadas situações e emitir alertas. Mas a decisão não fica a cargo da máquina. Antes de qualquer encaminhamento, o que aparece nas telas é analisado por um profissional. A estrutura acompanha ainda recursos utilizados para controlar a entrada e a circulação de pessoas em áreas específicas das unidades, como catracas eletrônicas e identificação facial. O trabalho também conta com integração com a segurança pública do Distrito Federal. A conexão facilita a comunicação quando uma ocorrência exige esse tipo de atuação. Na prática, as informações identificadas pela central podem contribuir para uma resposta mais ágil em situações de maior gravidade. O acesso às imagens é restrito a profissionais autorizados e segue regras de segurança, confidencialidade e proteção de dados. Quando uma gravação é solicitada pela polícia, pelo Ministério Público ou pela Justiça, o fornecimento obedece aos procedimentos formais previstos para cada situação.
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Festival de cinema leva 34,8 mil pessoas ao Cine Brasília em ano de recorde de filmes inscritos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerrou sua programação no sábado (19/9) com a consagração de Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira (MG), escolhido pelo júri oficial como melhor longa-metragem da mostra competitiva; e de Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP), vencedor entre os curtas. Ao longo do evento, 34.810 pessoas participaram das atividades do festival, que exibiu 71 filmes selecionados entre quase 2 mil produções inscritas — o maior número já registrado na história. Além dos 71 filmes, a edição contou com uma série de atividades de formação, tendo gerado 360 empregos diretos e 800 indiretos. Além do Troféu Candango de melhor longa, Se Eu Fosse Vivo... Vivia conquistou os prêmios de melhor roteiro e melhor figurino. Os protagonistas Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira receberam menção honrosa por suas interpretações. O filme também levou o Prêmio Like, com R$ 50 mil em apoio de mídia. Foi o quarto longa de André Novais Oliveira a estrear no Festival de Brasília e o segundo do diretor a vencer como melhor filme, depois de Temporada, premiado em 2018. O público prestigiou os filmes exibidos no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro | Foto: Divulgação/Secec-DF Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (GO), concentrou o maior número de prêmios técnicos entre os longas, com troféus de melhor direção, melhor montagem, melhor trilha sonora e melhor ator (Guilherme Théo). A produção também recebeu o Prêmio Abraccine de melhor longa-metragem. Na escolha do público, o vencedor entre os longas da mostra competitiva foi Tudo é Tempo, documentário de Marcos Guttmann (RJ). A produção também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê, concedido pela equipe do jornal Correio Braziliense, além de R$ 30 mil da Petrobras destinados ao melhor longa escolhido pelo júri popular. Entre os curtas-metragens, Cana conquistou, além do prêmio principal do júri oficial, os troféus de melhor trilha sonora e melhor ator (Gerin Black), além do Prêmio Abraccine de melhor curta-metragem e do Prêmio Canal Brasil. Na Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, que distribuiu R$ 298 mil em prêmios oferecidos pela CLDF, Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça, venceu como melhor longa-metragem tanto pelo júri oficial quanto pelo júri popular. Entre os curtas, Dora, de Murilo Abreu, recebeu o Candango de melhor filme, e Micheli Santini foi premiada como melhor atriz pela mesma obra. O público escolheu Hacker Leonilia como melhor curta. Lista de premiados Mostra competitiva nacional (Troféu Candango) Curta-metragem Melhor curta (júri oficial): Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro Melhor curta (júri popular): Lagoa do Abandono, de Diego Maia Melhor direção: Catapreta (Fundura) Melhor roteiro: Nicolau (Gastronomia do Olho) Melhor atriz: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor ator: Gerin Black (Cana) Melhor fotografia: Gabriel Lucena (Gastronomia do Olho) Melhor direção de arte: Catapreta (Fundura) Melhor figurino: Leviathan (Futuro Decadance) Melhor trilha sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier (Cana) Melhor edição de som: Daniel Nunes (Fundura) Melhor montagem: Leviathan (Futuro Decadance) Longa-metragem Melhor longa (júri oficial): Se Eu Fosse Vivo... Vivia, de André Novais Oliveira Melhor longa (júri popular): Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann Melhor direção: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor roteiro: André Novais Oliveira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor atriz: Martha Nowill (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator: Guilherme Théo (Pequenas Tragédias) Melhor atriz coadjuvante: Aivan (Pequenas Tragédias) e Olivia Torres (Privadas de Suas Vidas) Melhor ator coadjuvante: Lucas Leto (Todo o Sentimento) Melhor fotografia: Victor de Melo (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor direção de arte: Juliana Lobo (Privadas de Suas Vidas) Melhor figurino: Diana Moreira (Se Eu Fosse Vivo... Vivia) Melhor trilha sonora: Daniel Nolasco (Pequenas Tragédias) Melhor edição de som: Lucas Coelho (Sabes de Mim, Agora Esqueça) Melhor montagem: Luciano Carneiro (Pequenas Tragédias) Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal Melhor longa (júri oficial): Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça Melhor longa (júri popular): Onde Moram os Irmãos Melhor curta (júri oficial): Dora, de Murilo Abreu Melhor curta (júri popular): Hacker Leonilia Melhor direção: Rafael Lobo (Mapas) Melhor roteiro: Talita Carvalho (Madre) Melhor atriz: Micheli Santini (Dora) Melhor ator: Lupe Leal (Impostor) Melhor fotografia: Petrônio Neto e Nicolau (Ar-Dor) Melhor direção de arte: Lucas Gehre e Nadine Diel (Mapas) Melhor trilha sonora: João Tomé (Nem Todos Sabem) Melhor edição de som: Bernardo Paixão (Ar-Dor) Melhor montagem: Arthur Gonzaga (A Arte Perdida da Lombada) *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Nota fiscal de serviços: ambiente de produção muda em 1º de outubro
Tributaristas, contadores e técnicos devem ficar atentos: o ambiente de produção da nova Nota Fiscal de Serviços eletrônica (NFS-e) já está disponível para uso por empresas que têm sistemas próprios de emissão (Webservice). Agora será adotado o padrão nacional, permitindo que contribuintes e empresas desenvolvedoras iniciem a migração gradativamente para o novo sistema. A emissão da NFS-e no padrão nacional passa a ser obrigatória a partir de 1º de outubro, quando o padrão Abrasf 2.04 deixará de ser aceito no Distrito Federal, conforme ato conjunto da Receita Federal e do Comitê Gestor do Imposto sobre Bens e Serviços (CGIBS) de 30 de julho deste ano. Até o próximo dia 30 de setembro os padrões nacional e Abrasf 2.04 funcionarão em paralelo, permitindo uma migração planejada. O webservice de produção já está disponível neste endereço. E o ambiente de homologação permanece disponível para testes aqui. Recomenda-se que a migração seja realizada o quanto antes, evitando adequações de última hora e permitindo a validação da integração em ambiente de produção. O manual de integração, XMLs de exemplo e os arquivos XSD podem ser acessados neste link. Em caso de dúvidas técnicas, os profissionais do segmento contábil podem acionar o suporte por e-mail.
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Plano de Ação Anual
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Normas e regulamentações
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Curso Teste do dia 22/09/26 (Copia)
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Governadora assina decreto para regulamentação dos motoboys de quadra
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão assinou, nesta segunda-feira (21/9), o decreto para regulamentação das atividades comunitárias dos motoboys de quadra no Distrito Federal. Com base na Lei Federal 12.009/2009, o texto formaliza o trabalho desses profissionais, que atuam no auxílio da população diariamente, e prevê a criação de cadastro de identificação e a oferta de palestras e oficinas de capacitação. A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). Presentes em diversas regiões administrativas, os motoboys de quadra promovem atividades de apoio aos cidadãos, como entrega de medicamentos, alimentos e documentos, suporte a pessoas com mobilidade reduzida e aviso sobre situações de risco ou emergência pelos canais oficiais do Governo do Distrito Federal – Samu (192), Polícia Militar (190), Polícia Civil (197), Corpo de Bombeiros Militar (193) e Defesa Civil (199). Celina Leão: "Estamos fazendo uma regulamentação em que o Estado, além de fornecer suporte para treinamento, permite algo que foi pontuado e que é fundamental: trabalhar com tranquilidade, legalizado, sem ninguém questionar" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “O decreto dispõe sobre as atividades de apoio e prestação de serviços comunitários realizados com utilização de motocicleta no âmbito do Distrito Federal”, explicou a governadora. “Estamos fazendo uma regulamentação em que o Estado, além de fornecer suporte para treinamento, permite algo que foi pontuado e que é fundamental: trabalhar com tranquilidade, legalizado, sem ninguém questionar.” O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF, Thales Mendes, reforçou que a regularização é importante para que os profissionais tenham mais segurança. Ele também citou políticas públicas que podem impulsionar o serviço, como o programa de microcrédito Prospera. “Pode servir para a aquisição de capas de chuva, capacete, instrumentos de trabalho ou como capital de giro”, exemplificou. De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), a norma prevê a distribuição de coletes refletivos, oferta de capacitação relacionada à profissão, entre outros tópicos para garantir as condições adequadas de atuação. Para se inscrever, é necessário apresentar documentos pessoais, comprovante de residência, certidões criminais negativas, moto identificada e habilitação categoria A ou ACC. Presidente da Asmob, Gilvan da Mata comemora: "Como Brasília é uma cidade totalmente legalizada, sem regulamentação da profissão ficava difícil para eles trabalharem" Segundo o texto, os motoboys de quadra não podem promover ações de policiamento, como abordagem, revista, ronda, patrulhamento, investigação ou segurança privada. Além disso, também é vedado o uso de uniforme, luzes ou sirenes que se confundam com os das forças de segurança. A atividade é exclusivamente civil e comunitária e pode ocorrer de forma autônoma, em associação ou em cooperativa. Para o presidente da Associação de Motoboys do Serviço Comunitário de Quadras (Asmob), Gilvan da Mata, a medida é motivo de comemoração. Ele conta que a demanda existia há mais de duas décadas e prejudicava os profissionais. “É por meio desse decreto que os meninos vão poder trabalhar tranquilamente. Como Brasília é uma cidade totalmente legalizada, sem regulamentação da profissão ficava difícil para eles trabalharem. Esse decreto é de interesse de toda a associação e dos motoboys que prestam serviço nas quadras”, concluiu.
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Gestão de processos organizacionais - Turma 3
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Novos critérios facilitam a doação de sangue no Distrito Federal
A partir de 30 de setembro, a portaria federal GM/MS nº 11.685/2026 altera os critérios para doação de sangue no Brasil. As mudanças ampliam a participação dos voluntários e englobam os prazos de impedimento após procedimentos estéticos e os limites de idade para doadores frequentes, além de novas orientações sobre condições de saúde específicas. É a atualização mais ampla nos critérios de doação dos últimos 10 anos. Até 29 de setembro, seguem valendo os critérios atuais. A atualização era esperada, já que o regulamento anterior estava em vigor desde 2016. De lá para cá, os testes laboratoriais que detectam doenças transmissíveis pelo sangue ficaram mais sensíveis e rápidos, o que permite avaliar cada candidato de forma individual em vez de excluir grupos inteiros por precaução. Os testes laboratoriais que detectam doenças transmissíveis pelo sangue ficaram mais sensíveis e rápidos, o que permite avaliar cada candidato de forma individual | Fotos: Divulgação Além das mudanças propostas pela portaria federal, a autoridade sanguínea de Brasília decidiu reduzir o peso mínimo exigido para o ato da doação, que passou de 51 kg para 50 kg no Distrito Federal. Principais alterações da portaria Idade — fim do limite máximo para doadores de repetição (hoje: até 69 anos, 11 meses e 29 dias); acima de 70 anos, a doação passa a depender de avaliação médica. Doadores de repetição são as pessoas com duas ou mais doações no período de 12 meses. Tatuagem, piercing ou procedimento estético — prazo de espera cai de 12 meses (ou seis meses com comprovação de vigilância sanitária) para quatro meses; com foto do registro do estúdio na vigilância sanitária e nota fiscal, o prazo cai para sete dias. Endoscopia ou colonoscopia — prazo de espera cai de seis para quatro meses. Gripe ou resfriado — prazo de espera cai de 15 para três dias após o fim dos sintomas, se sem febre. Diabetes tipo 1 ou tipo 2 insulinodependente — passa a constar formalmente como impedimento para doação. Cirurgia bariátrica — prazo cai de 1 ano (ou impedimento definitivo, nos casos de cirurgia disabsortiva ou mista) para seis meses, com peso estável, independentemente do tipo de cirurgia. Hipotireoidismo, hipertireoidismo, tireoidite de Hashimoto ou doença de graves — deixam de ser impedimento definitivo: quem está tratado, clinicamente estável e com a tireoide compensada pode doar. Etapas do atendimento O processo de doação permanece o mesmo e ocorre de forma estruturada e segura em cinco etapas: Registro: verificação dos dados pessoais do cidadão. Triagem hematológica: medição de peso, aferição da pressão arterial e exame de hemoglobina. Triagem clínica: entrevista confidencial com profissional de saúde para avaliação do histórico. Coleta: retirada de 40 ml a 470 ml de sangue com material estéril e descartável, em procedimento que dura cerca de 10 minutos. Lanche e recuperação: consumo de refeição leve e descanso sob monitoramento por cerca de 15 minutos. Requisitos e preparo O intervalo mínimo obrigatório entre doações é de 60 dias para homens e de 90 dias para mulheres | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para doar sangue, o voluntário precisa estar em boas condições de saúde e apresentar documento oficial com foto, seja físico ou digital. O intervalo mínimo obrigatório entre doações é de 60 dias para homens (com limite de até 4 doações por ano) e de 90 dias para mulheres (até 3 doações por ano). No dia anterior, o doador deve ter tido ao menos seis horas de sono. Não há necessidade de jejum, mas é recomendável evitar alimentos gordurosos nas três horas anteriores à coleta. Além disso, exige-se a abstenção de bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores e a interrupção do fumo nas duas horas prévias. Níveis dos estoques e atendimento De acordo com o painel oficial de estoque atualizado na última quinta-feira (17), o tipo sanguíneo B negativo (B-) encontra-se em nível crítico e exige maior atenção. Os tipos O+, O-, A+ e A- apresentam estoques baixos. Já os tipos B+ e AB- estão em nível regular, enquanto o tipo AB+ possui quantidade adequada. O banco de sangue público funciona no Setor Médico Hospitalar Norte (SMHN), Quadra 3, Conjunto A, Bloco 3, na Asa Norte. O atendimento ocorre de segunda-feira a sábado, das 7h15 às 18h. O agendamento prévio pode ser feito por meio de plataforma digital oficial ou pelo telefone 160 (opção 2). Dúvidas podem ser sanadas aqui.
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Agências do trabalhador têm vagas com salários de até R$ 3,5 mil nesta terça-feira (22)
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.274 vagas abertas nesta terça-feira (22). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, a de supervisor de lavanderia se destaca pela remuneração. O cargo oferece salário de R$ 3,5 mil, além dos benefícios, e conta com duas vagas em Ceilândia. O cargo de operador de caixa reúne o maior número de oportunidades, com 180 vagas disponíveis. Os salários chegam a R$ 1,7 mil, além dos benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Tabelas IMC
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