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Reclamações Fundamentadas – 2021
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Moradores de Brazlândia poderão resolver questões de energia elétrica durante o GDF na Sua Porta
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em sua 17ª edição, que contempla a população de Brazlândia e vai desta segunda (14/9) a sexta-feira (18/9), o programa GDF na Sua Porta terá a participação da Neoenergia. O mutirão de serviços gratuitos estará disponível das 9h às 16h, na Quadra 36 da Vila São José, no Quadradão ao lado do Restaurante Comunitário de Brazlândia. Moradores terão acesso facilitado ao atendimento, que abrange diversos serviços relacionados à distribuição de energia elétrica | Foto: Divulgação/Neoenergia Durante toda a semana, a distribuidora vai disponibilizar atendimento presencial para facilitar o acesso da população a serviços essenciais de energia elétrica, sem necessidade de deslocamento para outras regiões. Entre os serviços oferecidos estão negociação e parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de novas ligações e pedidos de ressarcimento por danos elétricos. Além disso, equipes técnicas da Neoenergia estarão disponíveis para orientar os consumidores sobre o uso seguro e eficiente da energia, reforçando práticas que contribuem para a economia na conta de luz e a prevenção de acidentes. Um dos principais destaques da ação é o cadastro na Tarifa Social de Energia Elétrica, benefício destinado a famílias de baixa renda. Dependendo dos critérios do programa, os consumidores podem obter gratuidade nos primeiros 80 kWh de consumo mensal, o que representa um alívio significativo no orçamento familiar. A participação no programa GDF na Sua Porta reforça o compromisso da Neoenergia com a ampliação do acesso aos serviços, a inclusão social e a melhoria da qualidade de vida da população, especialmente em áreas com maior demanda por atendimento próximo e ágil. A iniciativa também contribui para a redução de custos para os consumidores e fortalece a relação entre a distribuidora e a comunidade local.
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GDF na Sua Porta: Pavimentação da Avenida Principal da 26 de Setembro entra na etapa de terraplenagem e drenagem
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A pavimentação da Avenida Principal de 26 de Setembro, iniciada em maio deste ano pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), está com a primeira etapa concluída. Os serviços alcançam um trecho de 1,6 km da via e integram o conjunto de intervenções realizadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF) na região, entre as ações promovidas pelo programa GDF na Sua Porta. A obra atende a uma antiga reivindicação dos moradores da 26 de Setembro, que atualmente conta com quase 12 mil habitantes. A intervenção é executada diretamente pelo DER-DF e, além da pavimentação asfáltica, envolve serviços de terraplenagem, bolsões de água para captação de água da chuva, implantação de sinalização horizontal e vertical e obras complementares. Ao todo, o investimento nas diferentes etapas da intervenção gira em torno de R$ 3,9 milhões. Catiane Pereira espera que a clientela da lanchonete dela aumente após as intervenções na Avenida Principal | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Moradora e comerciante na região, Catiane Pereira, de 39 anos, demonstrou alívio com a chegada do asfalto à Avenida Principal. De acordo com ela, a rotina na lanchonete dela não é grande por causa da poeira e da lama com que ela e os clientes precisam lidar diariamente. “Muita poeira aumenta muito o trabalho. O asfalto ajuda bastante e os clientes vão ter uma visão melhor do nosso espaço, sem tanta sujeira. Muita gente dizia que nunca ia ter asfalto aqui, e agora está vendo que está muito bom”, declarou. Trabalhando em uma oficina de veículos ao lado da obra que segue na Avenida Principal, o comerciante Eutímio Ferreira, 63, reforçou a importância da chegada de infraestrutura à região — especialmente na hora de pintar os carros sem a poeira para atrapalhar. “Está melhorando muito. Na época da chuva, aqui não entra nem carro. Com o asfalto, pode aumentar a clientela e mudar bastante para nós”, observou. Próxima etapa A segunda fase da obra vai até o fim da avenida, no Corrego do Vale De acordo com o engenheiro do DER-DF, Elí Câmara, a primeira etapa da obra consiste na pavimentação da Avenida Principal até a Rua 4, onde a obra já está na fase de finalização. Já a segunda etapa contempla até o final da avenida, no Córrego do Vale. “São mais ou menos 13 km daqui para lá e já estamos começando a próxima etapa, inclusive a parte de terraplenagem, para depois fazer a pavimentação e sinalização”. Ele ressaltou, ainda, que a pasta possui a licença ambiental necessária para executar a obra de pavimentação. O programa Criado em março deste ano, como primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta leva gabinetes móveis e serviços públicos às regiões administrativas. A iniciativa ouve os moradores, identifica prioridades locais e articula a atuação de órgãos e entidades para atender às demandas apresentadas. Com Santa Maria, o programa chega à 16ª edição. Ao todo, a governadora assinou 354 ordens de serviço para obras e manutenção da infraestrutura urbana, definidas a partir das demandas da população e do levantamento feito pelas administrações regionais.
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RenovaDF forma 1.312 alunos e abre novas oportunidades de qualificação
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Eu acho que eu me superei.” Aos 47 anos, Ivone Cabral dos Reis concluiu o curso de ajudante de manutenção do RenovaDF depois de uma vida marcada pelo abandono e pela vida nas ruas, onde estava desde os 6 anos. Hoje acolhida em uma casa de apoio a mulheres, Ivone chegou a duvidar de que conseguiria acompanhar as aulas, mas encontrou na professora e nos colegas o apoio para continuar. Agora, busca um emprego. “É para conseguir me manter do jeito que estou, firme”, reforça. Recém-formada no curso de ajudante de manutenção, Ivone dos Reis, que já enfrentou situação de rua e recebeu acolhimento em casa de apoio, elogia a professora da capacitação: “Ela me fez dar o melhor de mim” | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Antes de entrar no RenovaDF, Ivone já havia deixado de usar drogas. Depois de sofrer violência nas ruas, foi acolhida na casa de apoio, quando conseguiu ser selecionada para o RenovaDF. Ela está entre os 1.312 formandos da segunda turma de 2026, cuja cerimônia reuniu aproximadamente 1.500 pessoas nesta sexta-feira (11/9), com a participação da governadora Celina Leão. A história de Ivone ajuda a explicar o foco do programa: pessoas em situação de vulnerabilidade, entre elas, quem vive nas ruas e mulheres vítimas de violência. A superação de Ivone também passou pela convivência: seguir orientações e trabalhar com pessoas que não conhecia exigiram uma adaptação à nova rotina. “Eu me senti muito acolhida”, conta. Ao lembrar a professora, resume: “Ela me fez dar o melhor de mim”. Durante a cerimônia de formatura, Celina Leão chamou Ivone ao palco e, em nome dela, cumprimentou as mulheres que concluíram a formação apesar das dificuldades para conciliar as aulas, os filhos e o trabalho. “Você, hoje, significa muito para muitos outros que ainda querem e precisam de sair da situação”, disse a governadora. “Que você nunca desista, porque você é mais do que uma vencedora”. Durante a cerimônia de formatura da segunda turma deste ano do RenovaDF, a governadora Celina Leão enfatizou: “Esse é um programa que acolhe e abriga todas as pessoas” A chefe do Executivo enfatizou o atendimento a diferentes públicos: “Esse programa pega pessoas que estão em situação de rua, pega mulheres que estão em vulnerabilidade, pega estrangeiros — é um programa que acolhe e abriga todas as pessoas”. O secretário interino de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Italo Alves dos Santos, explicou que o RenovaDF reserva vagas por meio de cotas sociais. Além de pessoas em situação de rua e mulheres vítimas de violência doméstica, elas contemplam reeducandos, jovens em conflito com a lei e imigrantes. Uma segunda formação Italo dos Santos, secretário interino de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda: “A gente está dando prioridade àquelas pessoas que ainda não conseguiram uma vaga de emprego e que estão em situação de vulnerabilidade social” Entre as novidades desta edição está a participação de alunos que já haviam concluído o RenovaDF. Segundo Italo, nesta edição, esse grupo correspondeu a cerca de 15% dos participantes. A reserva de vagas para quem volta ao programa passa a integrar os ciclos, com percentual variável conforme a oferta. “A gente está dando prioridade àquelas pessoas que ainda não conseguiram uma vaga de emprego e que estão em situação de vulnerabilidade social”, explicou o secretário. A mudança atende à procura de antigos alunos por mais formação e por uma nova oportunidade de entrar no mercado de trabalho. A primeira turma de serralheria faz parte dessa iniciativa. Composta por participantes que cursam o RenovaDF pela segunda vez, ela tem formatura marcada para este sábado (12/9). A próxima edição também terá uma novidade: vagas destinadas a mães atípicas, como são chamadas as mães de pessoas com deficiência ou condições que exigem cuidados específicos. Mais de 30 mil pessoas já receberam qualificação do RenovaDF desde que o programa foi criado, em 2021 Com 1.500 novas oportunidades, o novo ciclo está na fase de seleção e matrícula, segundo Italo, com início das aulas previsto para ainda este mês. “A procura foi muito grande”, ressaltou o gestor. “A gente está fazendo a seleção dessas mães que vão fazer parte do novo ciclo”. A reserva para esse público deverá alcançar 10% das vagas. Aprendizado nos espaços públicos A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) coordena o RenovaDF em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). O programa combina aulas teóricas e práticas de construção civil e manutenção urbana. Nesta turma, os alunos atuaram em mais de 180 equipamentos públicos, conforme o balanço apresentado pelo Senai na cerimônia. O curso tem 240 horas, distribuídas por cerca de três meses, com atividades em parquinhos, praças, quadras esportivas e campos de futebol. Durante a formação, os participantes recebem bolsa equivalente a um salário mínimo por mês, auxílio-transporte, seguro contra acidentes pessoais, uniforme e equipamentos de proteção individual. Para obter o certificado, o aluno precisa cumprir frequência mínima de 75% e alcançar aproveitamento de pelo menos 70%. Desde que foi criado, em 2021, o programa já qualificou mais de 30 mil pessoas, segundo o balanço apresentado pelo Senai durante a formatura.
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre em Brazlândia nesta segunda (14)
Nesta segunda-feira (14), a partir das 9h, servidores estarão em Brazlândia para oferecer acolhimento e assistência social a pessoas em situação de rua que quiserem ajuda. Após o atendimento, os pertences serão transportados ao endereço indicado por elas ou, caso não haja um ponto fixo, os objetos pessoais serão levados ao depósito (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. A divulgação das ações de acolhimento segue o que foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 976. A decisão determina que o Poder Executivo Distrital divulgue “previamente o dia, o horário e o local das ações de zeladoria urbana nos seus respectivos sites” e que preste “informações claras sobre a destinação de bens porventura apreendidos, o local de armazenamento dos itens e o procedimento de recuperação do bem”. Pontos de ação em Brazlândia: 1. Estacionamento da rodoviária, próximo à Agência do Trabalhador; 2. Margens do Lago Veredinha; 3. Entrada de Brazlândia; 4. Quadra 3 Norte, atrás da agência BRB; 5. Praça da Bíblia, Vila São José.
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Epig terá fim da faixa reversa e liberação de novo acesso ao Sudoeste
A faixa reversa atualmente em operação na Epig, no trecho entre o novo viaduto na entrada do Setor de Indústrias Gráficas e o Viaduto Luiz Carlos Botelho Ferreira, no sentido Taguatinga, será desativada neste domingo (13). Com a mudança, os motoristas que seguem para Taguatinga passarão a utilizar a nova pista em concreto, que estará liberada até a altura do viaduto em construção em frente à Octogonal. Arte: Divulgação A alteração também permitirá a liberação do acesso ao Sudoeste pela 3ª Avenida. Com isso, os motoristas poderão acessar a região pelas 3ª e 4ª avenidas, além do viaduto do Sudoeste. A mudança faz parte do avanço das obras de requalificação da Epig e busca ampliar as alternativas de circulação na região.
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Oficina orienta profissionais dos Cras sobre condicionalidades do Bolsa Família
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Servidores da área de desenvolvimento social do governo federal e do Governo do Distrito Federal (GDF) realizaram, nesta sexta-feira (11/9), uma oficina com orientações aos profissionais das unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) sobre a importância de estabelecer protocolos para o cumprimento das condicionalidades do programa Bolsa Família. Condicionalidades são compromissos nas áreas de saúde e educação que as famílias vulneráveis têm que cumprir para continuar no programa, como manter a caderneta de vacinação em dia e a frequência dos filhos na escola. Durante o encontro, foram apresentadas informações sobre o atendimento às famílias que não cumprem as condicionalidades do programa federal. Técnicos e especialistas que trabalham nos Cras ainda tiveram um momento para tirar dúvidas sobre o tema. Segundo a coordenadora-geral da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, Mariana Lelis, a iniciativa amplia o apoio técnico às equipes e contribui para qualificar as ações de atendimento e acompanhamento das famílias beneficiárias do programa no Distrito Federal. “Este evento é muito importante porque representa a concretização de um planejamento construído de forma conjunta entre a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, a Sedes [Secretaria de Desenvolvimento Social], a gestão do Programa Bolsa Família e a equipe de proteção básica. Estamos fortalecendo as ações interfederativas e, principalmente, oferecendo apoio técnico para qualificar o atendimento e o acompanhamento das famílias beneficiárias do programa”, pontua. Técnicos e especialistas que trabalham nas unidades do Cras ainda tiveram um momento para tirar dúvidas sobre o tema | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cerca de 80 pessoas participaram do encontro,no auditório do Espaço Sedes Colab, na 515 Norte. A ideia é sensibilizar os profissionais para o tema e prepará-los para aprofundar a discussão nos encontros regionais que serão realizados nos próximos meses. “Este evento é fundamental para fortalecer o trabalho conjunto entre as equipes e aproximar as diferentes esferas de gestão. É um momento de troca de experiências, alinhamento e apoio técnico, que nos permite aprimorar o atendimento e o acompanhamento das famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família. Quando trabalhamos de forma integrada, conseguimos construir estratégias mais eficientes e fortalecer a proteção social oferecida às famílias do Distrito Federal”, explica a diretora de Gestão de Transferência de Renda e Cadastro Único, Karleany Gonçalves. Condicionalidades Na área da saúde, crianças menores de 7 anos devem estar com o calendário de vacinação atualizado e realizar o acompanhamento do estado nutricional, com registro de peso e altura. Gestantes devem realizar o acompanhamento pré-natal regularmente. Na educação, crianças, adolescentes e jovens precisam estar matriculados e manter frequência escolar mínima mensal, conforme a faixa etária. Beneficiários de 4 a 6 anos devem ter frequência mínima de 60%, enquanto aqueles de 6 a 18 anos devem alcançar pelo menos 75% de presença. O objetivo principal dessas regras é garantir que o público tenha acesso a direitos básicos, além de romper o ciclo da pobreza por meio do desenvolvimento social e da saúde. Quando a família não cumpre as condicionalidades sem apresentar justificativa válida, o benefício passa por um processo gradual de alertas, que permite a regularização antes do cancelamento. Primeiro, é emitida uma mensagem nos aplicativos do programa ou extrato impresso do auxílio, sem alteração no pagamento. Em caso de novo descumprimento, o benefício pode ser bloqueado por um mês, com possibilidade de saque posterior. Se a situação persistir, ocorre a suspensão por dois meses, sem pagamento retroativo. *Com informações da Sedes-DF
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Eleições deste ano terão operação integrada das forças de segurança
O planejamento da operação integrada para garantir a segurança e a normalidade das eleições de 2026 envolve estruturas de inteligência e está sendo feito em articulação com o Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e órgãos federais. De acordo com o TRE-DF, 2,2 milhões de eleitores estão aptos a votar no DF, distribuídos em 622 pontos relacionados à votação. São 614 locais instalados em escolas públicas e particulares e oito seções em unidades destinadas à votação de pessoas privadas de liberdade ou adolescentes internados. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro; e, caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro. A operação começa antes do dia da votação e se estende pelas principais etapas do processo eleitoral. As equipes atuarão na proteção das urnas e instalações, no transporte e distribuição dos equipamentos, nos testes de integridade, durante a votação e também na apuração. O planejamento integrado tem como prioridade garantir que o eleitor possa exercer o direito ao voto com segurança, tranquilidade e mobilidade. Locais de votação Nos locais de votação e áreas estratégicas haverá policiamento ostensivo para garantir a segurança de eleitores, mesários, servidores da Justiça Eleitoral e da população, de forma geral | Foto: Divulgação Haverá policiamento ostensivo e de prevenção nos locais de votação e em áreas estratégicas. O trabalho inclui a segurança de eleitores, mesários, servidores da Justiça Eleitoral, instalações e urnas eletrônicas. As delegacias estarão em funcionamento e atuarão nas ocorrências de sua competência, além de participar das ações de inteligência e prevenção relacionadas ao período eleitoral. Haverá equipes de prontidão do Corpo de Bombeiros e do Samu para atuação nos principais centros eleitorais, especialmente nos locais com maior concentração de pessoas. A estrutura estará preparada para atender emergências médicas, salvamentos, incêndios e outras ocorrências. Entre os eleitores do DF, cerca de 24,8 mil declararam ao TRE-DF algum tipo de deficiência. A presença de equipes de emergência nos maiores centros de votação também amplia a capacidade de atendimento a idosos, pessoas com mobilidade reduzida e demais cidadãos que eventualmente necessitem de auxílio. Trânsito terá atenção especial em Águas Claras A mobilidade será outro ponto de atenção durante a votação. Em Águas Claras, onde estão alguns dos maiores locais de votação e há previsão de grande fluxo de veículos, haverá operações especiais de trânsito. As ações ocorrerão nas proximidades de locais como Feirão da Orca, Colégio Leonardo da Vinci e Unieuro, além de outros pontos identificados como críticos no planejamento. A orientação para os eleitores é programar o deslocamento com antecedência e utilizar locais regulares de estacionamento. Os motoristas devem evitar fila dupla, estacionamento sobre calçadas e faixas de pedestres ou qualquer parada que prejudique a circulação. No entorno do Feirão da Orca, equipes farão fiscalização específica sobre estacionamento irregular. Veículos que estiverem em desacordo com a legislação ou comprometendo a circulação poderão ser autuados e removidos, quando cabível. Inteligência e monitoramento Haverá acompanhamento permanente do cenário por meio da Célula Integrada de Inteligência e do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne órgãos e agências do DF e federais. O centro permitirá o compartilhamento de informações entre os órgãos, o acompanhamento de ocorrências e o uso de recursos de videomonitoramento para apoiar a tomada de decisão e o acionamento das equipes responsáveis. O monitoramento considera situações que possam interferir na segurança ou na mobilidade, como ocorrências policiais, manifestações, aglomerações, bloqueios de vias e emergências nos locais de votação. A estrutura do Distrito Federal também estará integrada ao sistema nacional de coordenação da segurança das eleições, permitindo o intercâmbio de informações com as instituições federais envolvidas. O esquema de segurança também contará com um módulo específico do DF 360 para as eleições, que reunirá informações sobre os pontos de votação e áreas consideradas sensíveis. A ferramenta permitirá monitorar esses locais em tempo real, cruzar dados e imagens e identificar possíveis situações de risco, agilizando o acionamento das equipes responsáveis durante o processo eleitoral. Planeje o deslocamento Recomenda-se que os eleitores consultem previamente o local de votação, programem o deslocamento e, especialmente nos pontos de maior movimento, cheguem com antecedência. Durante a votação, a orientação é seguir as instruções das equipes de segurança e dos agentes de trânsito, respeitar as áreas de circulação e evitar situações que possam dificultar o acesso de pedestres ou veículos de emergência.
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Entenda como funciona o Hospital de Base, um gigante da saúde pública do DF
Há unidades de saúde para onde o paciente vai quando precisa de atendimento. E há aquelas para onde ele é encaminhado quando o caso exige estrutura, equipes especializadas e recursos de alta complexidade. Há 66 anos, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) ocupa esse papel na rede pública de saúde. Inaugurado em 12 de setembro de 1960, o hospital é referência do Sistema Único de Saúde (SUS) e recebe pacientes encaminhados de diferentes regiões do Distrito Federal e de outros estados. Na unidade, são realizados desde atendimentos de urgência e consultas ambulatoriais até cirurgias complexas, transplantes, tratamentos oncológicos e cuidados intensivos. O Hospital de Base faz atendimentos desde casos de urgência e consultas ambulatoriais até cirurgias complexas, transplantes, tratamentos oncológicos e cuidados intensivos | Fotos: Divulgação Cerca de 1,7 mil pessoas circulam diariamente pelo Hospital de Base. Com 5.455 colaboradores, 789 leitos e mais de 40 especialidades, a unidade reúne pronto-socorro, ambulatório, unidades de internação e de terapia intensiva, centro cirúrgico, serviços de diagnóstico e tratamento e assistência multiprofissional. O que é atendido no Hospital de Base Uma das características do HBDF é a diversidade de serviços oferecidos. Isso, no entanto, não significa que qualquer pessoa com um problema de saúde deva procurar diretamente a unidade. No ambulatório, consultas e procedimentos são agendados conforme os fluxos de regulação. Atualmente, o setor dispõe de 122 salas assistenciais, distribuídas em 28 especialidades médicas e não médicas, com capacidade operacional de aproximadamente 1,6 mil agendamentos por dia. Entre as especialidades estão cardiologia, cirurgia cardiovascular, cirurgia oncológica, neurocirurgia, neurologia, oncologia, ortopedia, nefrologia, hematologia, oftalmologia, pneumologia, urologia, gastroenterologia, endocrinologia, infectologia, mastologia, psiquiatria e reumatologia, entre outras. Também fazem parte da assistência ambulatorial serviços de enfermagem, farmácia, fisioterapia, fonoaudiologia, nutrição, psicologia, serviço social e terapia ocupacional. O Hospital de Base recebe situações de maior gravidade, especialmente nas áreas de trauma, cardiologia, neurologia, neurocirurgia, oftalmologia, cirurgia vascular, otorrinolaringologia e oncologia No pronto-socorro, o perfil de atendimento é diferente. O Hospital de Base recebe situações de maior gravidade, especialmente nas áreas de trauma, cardiologia, neurologia, neurocirurgia, oftalmologia, cirurgia vascular, otorrinolaringologia e oncologia, além de pacientes com complicações relacionadas a tratamentos de quimioterapia e radioterapia. O setor conta com 115 leitos e recursos especializados para atender quem necessita de cuidados compatíveis com o perfil assistencial do hospital. Quando a urgência exige alta complexidade Parte desses pacientes chega encaminhada por outras unidades da rede. Por isso, quem precisa de atendimento médico de menor complexidade deve procurar inicialmente uma Unidade Básica de Saúde (UBS), uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) ou o hospital regional, de acordo com a situação. Para o diretor de Atenção à Saúde do instituto que administra o hospital, Edson Gonçalves, a definição do local de atendimento é importante para garantir que cada paciente seja direcionado à unidade mais adequada às suas necessidades. "O Hospital de Base tem um papel muito específico dentro da rede pública: receber e cuidar de pacientes que precisam de atendimento de maior complexidade" Edson Gonçalves, diretor de Atenção à Saúde “O Hospital de Base tem um papel muito específico dentro da rede pública: receber e cuidar de pacientes que precisam de atendimento de maior complexidade. São pessoas que necessitam de equipes especializadas, exames, procedimentos ou tratamentos que exigem uma estrutura hospitalar preparada para casos mais graves. Por isso, o paciente não precisa escolher o Base por conta própria. Na maioria das situações, ele chega ao hospital encaminhado pela própria rede de saúde, de acordo com a necessidade de cada caso”, explica. O funcionamento em rede permite que os hospitais e demais unidades do SUS atuem de forma complementar. Enquanto outros pontos de atenção recebem casos que podem ser resolvidos nesses níveis, o HBDF concentra recursos e equipes preparados para situações de maior gravidade. Entre os atendimentos estão politraumas, emergências cardiovasculares, neurocirurgia, cirurgia cardiovascular, assistência onco-hematológica e transplantes. A unidade dispõe ainda de serviços como hemodinâmica, medicina nuclear, radioterapia, quimioterapia, endoscopia digestiva e respiratória, anatomia patológica, laboratório clínico, diagnóstico por imagem, métodos gráficos e eletrofisiologia. Essa concentração permite que o paciente tenha acesso, dentro do próprio hospital, a diferentes etapas da investigação e do tratamento. Um hospital que recebe pacientes de todo o país A complexidade dos serviços faz com que o Hospital de Base receba pacientes de diferentes localidades. A unidade é referência não apenas para moradores do Distrito Federal, mas também para pessoas encaminhadas de outros estados em busca de tratamentos que não estão disponíveis em todos os hospitais públicos. Maria de Fátima Ramos Pereira veio de Caldas Novas (GO) e encontrou no Hospital de Base tratamento para pé torto congênito Esse é o caso de Maria de Fátima Ramos Pereira, de 25 anos, moradora de Caldas Novas (GO). Desde criança, ela convivia com as dificuldades causadas pelo pé torto congênito e nunca teve acesso ao cuidado necessário. Vinda de uma família humilde, Maria de Fátima não teve condições de corrigir a condição na infância. Foi no Hospital de Base que ela conseguiu caminhar com os pés alinhados pela primeira vez. “Eu nunca consegui usar um sapato comum e passei por muitos traumas. Cheguei a me preparar para uma cirurgia, mas ela não aconteceu porque o médico da época considerou o método muito invasivo”, relembra. Maria de Fátima conheceu o trabalho desenvolvido pelo ortopedista do HBDF, Davi Haje, por meio de uma reportagem exibida no programa Fantástico, que mostrava os resultados da técnica utilizada no hospital. Em 2026, ela realizou o procedimento na unidade. Segundo o médico, o pé torto congênito é uma alteração em que o pé fica voltado para dentro e, quando não tratada, pode levar o paciente a apoiar o peso do corpo sobre o dorso do pé. “É uma condição de origem multifatorial, com importante componente genético, que afeta cerca de um a cada mil nascimentos. Muitos desses pacientes nunca receberam tratamento e passam a vida sem conseguir usar um calçado convencional”, explica Haje. Hoje, Maria de Fátima já consegue calçar um sapato fechado e caminhar com os pés alinhados. Um gesto simples para a maioria das pessoas, mas carregado de significado para quem conviveu durante anos com limitações. “Para outras pessoas, pode parecer algo pequeno, mas, para nós, é uma conquista enorme”, celebra a paciente. O Hospital de Base é referência no atendimento de adultos com pé torto congênito. Ao adaptar para esse público uma técnica já consolidada no tratamento infantil, a unidade ampliou as possibilidades de reabilitação e passou a receber pacientes de diferentes regiões do país em busca desse cuidado especializado. Um gigante por dentro O HBDF tem 789 leitos entre pronto-socorro, internação, terapia intensiva e psiquiatria Os 789 leitos do Hospital de Base estão distribuídos entre pronto-socorro, internação, terapia intensiva e psiquiatria. Nas unidades de internação estão pacientes de áreas como ortopedia e bucomaxilofacial, neurocirurgia, cardiologia e cirurgia cardíaca, cirurgia geral, cirurgia oncológica, neurologia, hematologia, nefrologia, transplante, oncologia, pneumologia, urologia, infectologia, gastroenterologia e reumatologia. A terapia intensiva reúne 86 leitos, distribuídos entre UTIs geral, coronariana, de trauma, cirúrgica, pediátrica e neurocirúrgica, além das estruturas de centro de trauma e neurocárdio. O cuidado também envolve diferentes categorias profissionais. Enfermagem, farmácia clínica, nutrição, psicologia, fisioterapia, serviço social, fonoaudiologia e terapia ocupacional, entre outras áreas, participam do acompanhamento dos pacientes. 122 Número de programas de residência médica mantidos no HBDF O Hospital de Base também é cenário de ensino, pesquisa e formação profissional, com 122 programas de residência médica e multiprofissional. A unidade conta, ainda, com centro de simulação realística, salas de estudo e biblioteca. Inaugurado poucos meses depois de Brasília, o Hospital de Base passou a fazer parte da história da capital e da própria estruturação da rede pública de saúde do Distrito Federal. Ao completar 66 anos, mantém uma característica que acompanha sua trajetória: concentrar assistência especializada, tecnologia e diferentes equipes para atender pacientes que necessitam de cuidados de maior complexidade. Consultas e procedimentos ambulatoriais O atendimento ambulatorial é realizado mediante agendamento. Na maioria dos casos, o paciente deve procurar inicialmente uma UBS para avaliação e, quando houver indicação de atendimento especializado, é encaminhado via Sistema Nacional de Regulação (Sisreg). O ambulatório também recebe consultas de retorno e pacientes egressos da emergência ou da internação. Alguns serviços possuem fluxo próprio de agendamento, como determinadas demandas da oncologia, da urologia e para vacinação, conforme critérios e protocolos institucionais. Horário de funcionamento Atendimento ambulatorial: das 6h às 12h e das 13h às 18h; Quimioterapia e radioterapia: até as 22h; Radiologia, laboratório, hemodinâmica, endoscopia respiratória e endoscopia digestiva: 24 horas. O Hospital de Base adota atendimento com hora marcada, check-in e fluxos definidos para entrada e saída dos pacientes, contribuindo para a organização do atendimento e a redução de filas e do tempo de permanência na unidade.
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GDF moderniza e agiliza processo de compras
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) regulamentou, nesta quinta-feira (10/9), o uso da plataforma Contrata + Brasil. O sistema digital funciona como um marketplace de compras públicas, desenvolvido pelo governo federal para simplificar, padronizar e desburocratizar a aquisição de bens e a contratação de serviços por parte da Administração Pública no DF. Com a nova medida, todas as contratações feitas por meio da ferramenta deverão estar obrigatoriamente alinhadas ao Plano de Contratações Anual (PCA) de cada órgão ou entidade do GDF. A emissão de diretrizes, capacitação e acompanhamento da plataforma ficarão sob a responsabilidade da Subsecretaria de Compras Governamentais, vinculada à Secretaria de Economia (Seec-DF). A plataforma estabelece critérios transparentes para a seleção de fornecedores, que devem seguir rigorosamente os princípios da Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021). Aspectos como qualidade, pontualidade, conformidade do objeto e satisfação da necessidade pública serão monitorados continuamente. Caso o fornecedor discorde da avaliação registrada pelo órgão contratante, terá o prazo de até cinco dias úteis, após a notificação, para apresentar sua manifestação. O decreto traz diretrizes de tratamento diferenciado e favorecido para microempresas, empresas de pequeno porte e produtores rurais locais. Nas hipóteses previstas em lei, a medida simplifica o fluxo dos processos administrativos, com potencial para acelerar as contratações que se enquadrem nos requisitos da plataforma. A Seec-DF disponibilizará manuais didáticos com passo a passo sobre como utilizar a ferramenta, tanto para servidores públicos quanto para fornecedores. *Com informações da Secretaria de Economia
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Monitoramento eletrônico auxilia na prisão de agressor após descumprimentos de medidas protetivas no DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O acompanhamento eletrônico de autores de violência doméstica realizado pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) resultou em mais uma prisão após reiterados descumprimentos de medidas determinadas pela Justiça. O mandado foi expedido nesta quinta-feira (10/9) e cumprido pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). O homem era monitorado eletronicamente desde 22 de julho, por determinação do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Águas Claras. Desde então, a vítima também estava inserida no sistema de proteção e acompanhamento da Diretoria de Monitoramento de Pessoas Protegidas (DMPP), vinculada à SSP-DF. Durante o período de monitoramento, a DMPP identificou reiterados descumprimentos das medidas impostas ao agressor. As violações foram comunicadas aos órgãos competentes, permitindo o acompanhamento da situação e a adoção das providências cabíveis. Durante o período de monitoramento, a DMPP identificou reiterados descumprimentos das medidas impostas ao agressor | Foto: Arquivo/Agência Brasília Diante da reincidência das violações e das informações encaminhadas pela Diretoria, a Justiça expediu mandado de prisão contra o monitorado em 10 de setembro. A ordem judicial foi cumprida por uma equipe da PCDF, que localizou o homem e o conduziu à Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), onde foram realizados os procedimentos relativos ao cumprimento do mandado. Proteção e resposta O monitoramento eletrônico integra as estratégias adotadas no Distrito Federal para ampliar a proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar. A tecnologia permite acompanhar o cumprimento das determinações judiciais e identificar situações de descumprimento, possibilitando o acionamento dos mecanismos de proteção e a comunicação às autoridades competentes. A atuação da DMPP ocorre de forma articulada com as forças de segurança e o sistema de Justiça. Quando são identificadas violações das condições estabelecidas judicialmente, as informações são registradas e encaminhadas para subsidiar a adoção das providências pertinentes. Monitoramento de pessoas protegidas Em 2026, 21 prisões já foram realizadas em situações acompanhadas pela diretoria A prisão registrada nesta semana é a primeira decorrente da atuação da DMPP no mês de setembro. Em 2026, 21 prisões já foram realizadas em situações acompanhadas pela diretoria. Desde a implantação da iniciativa, 154 prisões foram contabilizadas. O resultado reforça o papel do acompanhamento contínuo no cumprimento das medidas determinadas judicialmente e na prevenção de novas situações de violência. A SSP-DF mantém o monitoramento como parte das ações voltadas à proteção das vítimas e à responsabilização dos autores que descumprem as determinações impostas pela Justiça. *Com informações da SSP-DF
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Hospital de Base chega aos 66 anos entre histórias, inovação e avanços
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Quando cheguei aqui foi outra história. O Hospital de Base foi tudo para mim. Fui acolhida, tratada. Esse hospital salvou a minha vida.” A declaração é de Maria de Lourdes Gomes do Nascimento, de 61 anos, que há cerca de duas décadas chegou ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) com leucemia. Curada após o tratamento, ela escolheu voltar ao lugar que marcou sua história. Há 16 anos atua como voluntária e acolhe pessoas que, como ela, chegam em busca de cuidado. A trajetória de Maria é uma entre milhões que atravessam os corredores do Base, que completa 66 anos neste sábado (12). Inaugurado em 12 de setembro de 1960, apenas cinco meses após a fundação de Brasília, o hospital cresceu junto com a capital e chega ao aniversário como referência em alta complexidade, com ampliação da assistência, novas tecnologias e projetos que apontam para o futuro. A trajetória de Maria é uma entre milhões que atravessam os corredores do Base, que completa 66 anos neste sábado (12) | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF Desde 2019, sob gestão do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foram aproximadamente 4,7 milhões de atendimentos ambulatoriais, mais de 85 mil procedimentos cirúrgicos e aproximadamente 560 transplantes. Atualmente, o HBDF dispõe de 789 leitos, sendo 86 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e reúne mais de 40 especialidades médicas e não médicas. Antes de chegar ao Base, Maria havia passado por diferentes hospitais. Fraqueza intensa, dores e hematomas pelo corpo faziam parte de uma rotina de incertezas até que, após conseguir um exame por conta própria, recebeu o diagnóstico de leucemia. “Eu estava definhando, morrendo sem o diagnóstico”, lembra. Transferida para o HBDF, passou quase seis meses em tratamento, entre internações e retornos. Depois de curada, decidiu transformar a própria experiência em cuidado com outras pessoas e tornou-se voluntária na unidade. Para a presidente do IgesDF, Eliane Abreu, histórias como a de Maria ajudam a traduzir o significado do hospital para a população. “Vejo isso, por exemplo, nos pacientes oncológicos que chegam acreditando que ali encontrarão uma possibilidade de recuperar a saúde e seguir suas vidas. É muito gratificante perceber a confiança das pessoas no Base e saber que o hospital faz diferença em momentos tão importantes de suas histórias”, pontua. Assistência cresce e amplia alcance A evolução das consultas especializadas ajuda a dimensionar as transformações dos últimos anos. Em 2019, o hospital registrou 74.027 consultas médicas especializadas. Em 2025, foram 293.737, quase quatro vezes o volume contabilizado seis anos antes. Em 2026, o levantamento registra 197.294 consultas até o início de setembro. “O Hospital de Base é feito, antes de tudo, de pessoas cuidando de pessoas. Temos equipes altamente especializadas e profissionais que conhecem a dimensão e a responsabilidade de trabalhar em uma unidade que recebe pacientes de alta complexidade. Os números são importantes, mas cada atendimento representa uma vida e uma família que confiaram no nosso trabalho”, avalia o superintendente do HBDF, Paulo Saad. Em 2019, o hospital registrou 74.027 consultas médicas especializadas. Em 2025, foram 293.737 A atividade cirúrgica também avançou. O número de procedimentos passou de 13.436 em 2020 para 19.233 em 2025, crescimento de aproximadamente 43%. Em 2026, já são 12.403 cirurgias até início de setembro. Desde 2019, o Base também fortaleceu áreas estratégicas, como oncologia, cardiologia, nefrologia, transplantes, medicina nuclear, ortopedia e traumatologia. Um dos destaques está no atendimento ao trauma. O HBDF abriga o primeiro Centro de Trauma do Centro-Oeste e foi o quinto do Brasil a receber a Certificação Platinum da Linha de Cuidado do Paciente de Trauma. A unidade soma ainda 42 habilitações ativas, entre elas a de transplante de medula óssea. Para o chefe do Centro de Trauma do HBDF, Renato Lins, o reconhecimento representa um marco para a instituição. “Mais do que um título, essa conquista reconhece um trabalho construído diariamente há anos por uma equipe multiprofissional, com organização, capacitação, estrutura e compromisso com a segurança e a qualidade do atendimento a toda a população do Distrito Federal”, afirma. Na oncologia, entre 2019 e 2026, foram registradas mais de 187 mil consultas de pacientes com câncer, quase 6 mil cirurgias oncológicas e mais de 351 mil sessões de quimioterapia. O HBDF abriga ainda o Centro de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), que reúne diferentes etapas do diagnóstico e do tratamento. Tecnologia muda a forma de cuidar Ao mesmo tempo em que amplia a assistência, o Hospital de Base incorpora recursos que aumentam as possibilidades de diagnóstico e tratamento. Em dezembro de 2025, o HBDF colocou em funcionamento o primeiro vídeo-EEG da rede pública do Distrito Federal, ampliando a capacidade de diagnóstico de epilepsia e outras alterações neurológicas. No mesmo ano, recebeu uma nova ressonância magnética, a única da rede pública do DF com capacidade para realizar exames com sedação. O diagnóstico por imagem também passa por modernização, com a aquisição de dois novos tomógrafos A Hemodinâmica ganhou um novo angiógrafo destinado a procedimentos minimamente invasivos e equipado com recursos de inteligência artificial. Na Medicina Nuclear, o hospital é referência na rede pública para exames de alta complexidade, como o PET/CT. Na radioterapia, está prevista a incorporação de dois aceleradores lineares para ampliar a estrutura destinada ao tratamento do câncer. O diagnóstico por imagem também passa por modernização, com a aquisição de dois novos tomógrafos, além de um novo arco cirúrgico para suporte intraoperatório e um aparelho de raio X telecomandado para exames dinâmicos e contrastados. Outra frente é a radiointervenção, com equipe médica especializada em procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem, como biópsias, drenagens e intervenções vasculares. Na prática, esses recursos ampliam a capacidade diagnóstica, tornam procedimentos mais precisos e permitem tratamentos menos invasivos. Novo Centro Cirúrgico aponta para o futuro Entre os projetos em andamento está o novo Centro Cirúrgico, que terá 16 salas operatórias e uma sala de recuperação pós-anestésica com 16 leitos. O complexo também está sendo preparado para receber cirurgia robótica. A nova estrutura surge em um cenário de crescimento da atividade cirúrgica e abre caminho para ampliar a capacidade do hospital, incorporar tecnologias e oferecer melhores condições para pacientes e equipes. Para Eliane Abreu, os avanços precisam estar diretamente ligados ao cuidado. “Queremos deixar para as próximas gerações um hospital ainda mais acolhedor, inovador e preparado para incorporar novas tecnologias, sem jamais se desconectar da essência assistencial e do cuidado humanizado. Inovação só faz sentido quando chega ao paciente e melhora a vida das pessoas”, ressalta. Eliane Abreu, presidente do IgesDF: “O Hospital de Base é complexo, resolutivo e gigante. É na assistência, no dia a dia das equipes, que gestão e cuidado se transformam em resultado para o paciente” Um hospital feito por pessoas Por trás dos equipamentos, salas, consultas e procedimentos estão os profissionais que mantêm uma das estruturas hospitalares mais complexas do Distrito Federal em funcionamento. O HBDF conta com 5.455 trabalhadores. Desse total, 424 atuam em serviços terceirizados, como cozinha, recepção, segurança e manutenção. A enfermagem representa o maior contingente, com 2.421 profissionais, entre 585 enfermeiros e 1.836 técnicos de enfermagem. O corpo médico reúne 1.181 profissionais, enquanto as equipes multiprofissionais somam 1.022 trabalhadores. Na área administrativa, são 407 colaboradores. É essa dimensão humana que a presidente do IgesDF associa à trajetória do Base. “Quando olho para essa unidade, vejo muito mais do que sua estrutura. Vejo o corpo clínico, a enfermagem, as equipes multiprofissionais, os voluntários e os profissionais terceirizados que ajudaram a construir esse legado. Meu reconhecimento e minha admiração são diários, porque são as pessoas, com seu senso de pertencimento e dedicação, que fazem a diferença no hospital”, afirma. A assistência convive ainda com ensino, pesquisa e formação profissional. O HBDF é cenário para 122 programas de residência médica e multiprofissional, além dos programas multiprofissionais do IgesDF. Atualmente, registra 61 pesquisas não patrocinadas aprovadas e 19 estudos patrocinados em andamento. Centro de Simulação Realística, salas de estudo e biblioteca complementam essa estrutura. Aos 66 anos, passado e futuro se encontram em um hospital que cresceu junto com Brasília e continua se transformando para acompanhar as necessidades da população. “O Hospital de Base chega aos 66 anos olhando para a própria história com orgulho, mas também com a responsabilidade de continuar avançando. Temos um legado construído por muitas gerações e, hoje, seguimos trabalhando para entregar um hospital cada vez mais moderno, eficiente e acolhedor. O futuro do Base continua sendo construído todos os dias, por quem trabalha aqui e por cada paciente que confia em nosso cuidado”, avalia Paulo Saad. Do primeiro atendimento ao procedimento de alta complexidade, da formação de novos profissionais à incorporação de tecnologias, cada avanço tem um destinatário comum: o paciente. “O Hospital de Base é complexo, resolutivo e gigante. É na assistência, no dia a dia das equipes, que gestão e cuidado se transformam em resultado para o paciente”, observa Eliane Abreu. *Com informações do IgesDF
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Grupo Viva Leve encerra turma com resultados positivos no cuidado de pacientes com doenças crônicas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga encerrou, na quinta-feira (10/9), mais uma turma do grupo Viva Leve. A iniciativa é voltada ao cuidado integrativo de pessoas com doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão, dislipidemia, obesidade e dores crônicas. Semanalmente, o grupo promove ações de educação em saúde e acompanhamento multidisciplinar, com foco na mudança de hábitos e na melhoria da qualidade de vida. Ao longo dos três meses de acompanhamento, os participantes apresentaram resultados que vão além da perda de peso. Segundo a nutricionista Raquel Cota, coordenadora do grupo, foram registrados relatos de mudanças na alimentação, na rotina e na forma de lidar com os desafios relacionados à saúde. “A gente quer que eles percam peso, mas a gente quer uma mudança de estilo de vida”, explica a nutricionista. Grupo Viva Leve busca estimular mudanças de hábitos e um estilo de vida mais saudável. Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Para Raquel, um dos resultados mais significativos é o efeito multiplicador da iniciativa: os conhecimentos e hábitos trabalhados durante os encontros são levados para o ambiente familiar, contribuindo para mudanças que alcançam outras pessoas além dos pacientes acompanhados diretamente pelo grupo. “Os benefícios sentidos pelos participantes do Grupo Viva Leve vão além da saúde física, com impactos positivos também na saúde emocional e na socialização”, completa a nutricionista. Benefícios sentidos pelos participantes do grupo vão além da saúde física, impactando também a saúde emocional e a socialização dos participantes O Viva Leve conta com a participação de diferentes profissionais da UBS, como nutricionista, fisioterapeuta e enfermeiros. O acesso ocorre por meio de encaminhamento das equipes de Saúde da Família. A próxima turma terá início em 24 de setembro e já conta com mais de 30 pessoas na lista de espera. A proposta é que o grupo funcione como um ponto de partida para a adoção de hábitos mais saudáveis e para a continuidade do cuidado na própria unidade. Para participar dos grupos de cuidado integrado, procure sua UBS de referência. Clique aqui e confira qual é a sua UBS de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Semana começa com 1,3 mil vagas nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.390 vagas abertas nesta segunda-feira (14). As oportunidades contemplam candidatos com diferentes níveis de escolaridade, incluindo opções para quem já tem experiência e também para aqueles que buscam ingressar pela primeira vez no mercado de trabalho. Entre as vagas disponíveis, as maiores remunerações do dia são para os cargos de supervisor de lavanderia, com duas vagas, e técnico de segurança do trabalho, com uma vaga. Ambos oferecem salário de R$ 3,5 mil, além dos benefícios. Com 175 vagas, o cargo de operador de caixa lidera entre as oportunidades disponíveis. A remuneração chega a R$ 1,7 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS Digital) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das ofertas do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam oferecer vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou por e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Passo a passo (vídeo)
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Terracap oferece agendamento prévio e atendimento mais ágil ao cidadão
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Quem precisa de atendimento na Terracap agora pode agendar previamente o serviço pela internet, por meio do site da companhia, com autenticação segura pelo gov.br. A iniciativa faz parte da modernização do atendimento e proporciona mais agilidade, organização e comodidade ao cidadão, que pode programar sua ida à Terracap e reduzir o tempo de permanência no local. Companhia tem investido na modernização do sistema, o que agiliza o atendimento geral | Foto: Divulgação/Terracap A nova plataforma substituiu o antigo sistema de senhas em papel por uma solução digital integrada. Além do agendamento, a pessoa que opta pelo atendimento presencial pode acompanhar a movimentação da fila pelo celular, por meio de um QR Code, sem precisar permanecer o tempo todo na sala de espera. O sistema também identifica o tipo de serviço solicitado e direciona automaticamente o cidadão para o guichê especializado, organizando os fluxos de atendimento. As chamadas são exibidas em painel de TV e anunciadas por sistema automatizado de voz. A modernização também trouxe ganhos para a gestão. A Terracap passou a acompanhar, em tempo real, informações sobre filas, atendimentos em andamento, tempo de espera e desempenho dos operadores. Os dados gerados pelo sistema permitem identificar gargalos e aprimorar continuamente os serviços oferecidos. Outra novidade é a avaliação do atendimento por meio do CSAT (sigla de Customer Satisfaction Score, ou Índice de Satisfação do Cliente), em que o cidadão pode atribuir de uma a cinco estrelas e registrar sua percepção sobre o serviço. O recurso permite à companhia conhecer a experiência do usuário e identificar oportunidades de melhoria. *Com informações da Terracap
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Comissão apresenta a servidores boas práticas na gestão de resíduos da Capital Recicláveis
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto Brasília Ambiental realizou, nesta sexta-feira (11/9), a 6ª Visita Técnica de 2026. O local escolhido foi a Capital Recicláveis, localizada no Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (Scia), no Distrito Federal. A atividade reuniu servidores de diferentes áreas do Instituto e teve como tema “Boas Práticas em Gestão de Resíduos”. Durante a visita, os participantes conheceram de perto as etapas relacionadas ao recebimento, à triagem, à separação e ao encaminhamento de materiais recicláveis, além de aspectos da rotina operacional da empresa. Conduzida pela equipe técnica da Capital Recicláveis, a atividade possibilitou aos servidores compreender, na prática, os desafios e as oportunidades relacionados à gestão adequada dos resíduos. A iniciativa integra o eixo de capacitação e formação continuada da Comissão A3P, voltado à oferta de experiências práticas relacionadas à sustentabilidade e ao estímulo de atitudes ambientalmente responsáveis no cotidiano profissional e pessoal. Conhecimento na prática Na visita à Capital Recicláveis, servidores puderam compreender, na prática, os desafios e as oportunidades relacionados à gestão adequada dos resíduos | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental "Separar os materiais é fácil; conscientizar as pessoas é um dos trabalhos mais difíceis. Nossa porta está aberta para plantar essa semente, compartilhar conhecimento para que elas entendam e pratiquem isso em casa” Jorge Ribeiro Dias, gerente da Capital Recicláveis A visita técnica permitiu aproximar os conhecimentos abordados nas ações de educação e capacitação ambiental da realidade vivenciada no processo de gestão dos resíduos. Ao percorrer as instalações da Capital Recicláveis, os servidores puderam observar como a separação e a destinação adequada dos materiais contribuem para a redução do volume de resíduos encaminhados ao Aterro Sanitário de Brasília (ASB) e para o aproveitamento de recursos que podem retornar à cadeia produtiva. Do total do resíduo gerado no DF, somente 3% é processado e reciclado pela empresa, segundo o gerente da Capital Recicláveis, Jorge Ribeiro Dias. Dias avaliou a visita como uma oportunidade para apresentar aos servidores do Brasília Ambiental o percurso dos materiais após a coleta e reforçar a importância da conscientização para a reciclagem. “Procuramos mostrar todo o nosso trabalho realizado com os produtos recicláveis. A Capital Recicláveis recebe o material, faz o processamento e o encaminha para a indústria. Mostramos o que acontece com o papel, o plástico, o alumínio, os metais, o vidro, o isopor e outros materiais, para que as pessoas tenham consciência sobre aquilo que estão descartando e sobre o que pode ser reaproveitado. Separar os materiais é fácil; conscientizar as pessoas é um dos trabalhos mais difíceis. Nossa porta está aberta para plantar essa semente, compartilhar conhecimento para que elas entendam e pratiquem isso em casa”, explicou. Além do conhecimento técnico, a atividade proporcionou um momento de integração entre servidores de diferentes setores do Brasília Ambiental, fortalecendo a troca de experiências e a reflexão sobre a responsabilidade compartilhada na gestão dos resíduos. Agenda de capacitação A visita à Capital Recicláveis faz parte de um calendário de ações voltadas à capacitação continuada dos servidores em temas relacionados à sustentabilidade, à gestão ambiental e à qualidade de vida no serviço público. Para o analista em Políticas e Gestão Governamental e coordenador da A3P no Brasília Ambiental, Webert Oliveira Ferreira, a realização da sexta visita representa um marco na consolidação do programa de visitas técnicas do Instituto. “Estou muito feliz pela realização de mais uma visita técnica da A3P. Há três anos promovemos essas atividades e, neste ano, conseguimos consolidar esse trabalho ao planejar a programação e cumprir o cronograma previsto. Percebemos, na prática, os benefícios de manter uma programação planejada e contínua, tanto para o Instituto quanto para os servidores que participam”, destacou. As visitas técnicas da A3P ocorrerão até o final do ano, com atividades destinadas à formação, à integração e à sensibilização dos servidores para a adoção de práticas que contribuam para uma administração pública cada vez mais sustentável. A Comissão A3P já tem a previsão do calendário para 2027. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Raquel Otília de Carvalho
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Morango no DF atravessa gerações com tradição e novas tecnologias
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Em 1976, João Fukushi trouxe para Brazlândia três mil mudas de morango da variedade Campinas. O plantio ocorreu fora da época habitual, mas a colheita surpreendeu. Havia terra fértil, água e mercado para o fruto. O agricultor, que também tinha experiência com flores, encontrou nos morangos um motivo para permanecer e construir a vida no Distrito Federal. “Aqui, com terra nova, tudo que se plantava colhia. Foi uma felicidade imensa, e não tive dificuldades. Tinha terra boa e vendia tudo que plantava”, conta Fukushi. Aos 75 anos, ele ainda cultiva morango na propriedade. Hoje, são 25 mil pés e variedades como Albion, Camino Real e Sabrina. A irrigação mudou, os canteiros ganharam proteção e os consumidores passaram a entrar na lavoura para colher os próprios morangos. Sua trajetória acompanha a transformação de uma atividade que, em 2025, produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os cultivos convencional e orgânico, em uma área de 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP). Ao longo de cinco décadas, o conhecimento dos pioneiros se somou à pesquisa e à assistência técnica para mudar tanto a produção quanto às formas de comercializar. Conhecimento que veio com a família A história do morango em Brazlândia está ligada às famílias de origem japonesa, como a dos Fukushi, que chegaram à região nos anos 1970, muitas delas vindas de Atibaia (SP). Parte desses agricultores foi assentada no Projeto Integrado de Colonização Alexandre Gusmão. Eles trouxeram experiência com frutas e hortaliças para abastecer uma Brasília que ainda dependia de alimentos de outros estados. A partir do início dos anos 1990, a atuação das equipes da Emater-DF em Brazlândia e no Incra 8 ajudou a ampliar o acesso ao conhecimento sobre a cultura | Foto: Divulgação/Emater-DF Na família Fukushi, o aprendizado tinha uma referência próxima: o pai, técnico agrícola, que já cultivava morangos antes mesmo de chegar ao Brasil fugindo da guerra. Era no trabalho diário que ensinava a produzir e selecionar os frutos. O agricultor lembra também da troca de informações entre imigrantes, entre os quais havia profissionais com formação agronômica. “Meu pai era um homem de muitos valores e herdei dele o compromisso de oferecer alimentos confiáveis, e a disposição para recomeçar diante das dificuldades. Não reclamo de nada. Tudo o que me aparece de dificuldade, eu aprendo e aceito”, conta. A partir do início dos anos 1990, a atuação das equipes da Emater-DF em Brazlândia e no Incra 8 ajudou a ampliar o acesso ao conhecimento sobre a cultura. Estudos, testes de variedades e orientações de manejo contribuíram para a entrada de novos agricultores e a expansão do cultivo para outras regiões do DF. Fukushi conta que plantou a variedade Campinas por mais de 30 anos. Hoje, escolhe diferentes materiais para oferecer ao consumidor opções de sabor e qualidade, além de melhorar a produtividade. Essa mudança está entre os avanços destacados pelo extensionista Roberto Carneiro, integrante do grupo técnico do morango da Emater-DF e que teve história de atuação na região. “Uma coisa que evoluiu bastante nos últimos 30 anos foi a diversificação das variedades de morango”, afirma Carneiro. Segundo ele, os agricultores passaram de uma ou duas opções para uma oferta mais ampla, com diferentes características de resistência às pragas e doenças, produtividade, tamanho, sabor e conservação, que permitem atender a diferentes demandas do mercado. A transformação também aparece na irrigação. Na propriedade de Fukushi, a aspersão deu lugar ao gotejamento, que leva a água diretamente à região das raízes. O sistema permite controlar melhor a aplicação, reduzir custo com energia e economia de água e, quando associado à fertirrigação, fornece nutrientes pela água. A mudança ganhou importância para o agricultor, que relata redução na disponibilidade de água ao longo dos anos. Nos canteiros, ele utiliza a cobertura plástica conhecida como mulching. A técnica ajuda a conservar a umidade, controlar plantas daninhas e evitar o contato dos frutos com o solo. Microtúneis e estufas acrescentaram proteção contra a chuva e, combinados com outras práticas, permitiram a alguns produtores ampliar o período de colheita para além dos meses secos. Carneiro destaca ainda a contribuição da produção orgânica de morango, que ganhou impulso no DF a partir de 2003 com o apoio da Emater. Segundo ele, experiências com composto bokashi, biofertilizantes e produtos biológicos para o solo e as plantas geraram conhecimentos, que também passaram a ser aproveitados no cultivo convencional. O tempo do solo e os desafios que permanecem Mesmo depois de décadas na atividade, Fukushi continua aprendendo com a lavoura. Nesta safra, conta ter perdido mudas ao antecipar o uso de um adubo orgânico que ainda não estava pronto. “Na natureza, o preparo do solo acontece ao longo do tempo: a folha cai, se decompõe e vai disponibilizando os nutrientes. Na agricultura, muitas vezes queremos fazer tudo muito rápido, com pressa de produzir e ganhar dinheiro. Só que a planta é um ser vivo. A gente precisa observar, entender o que ela precisa e respeitar o tempo dela. Não é simplesmente do jeito que a gente quer", fala Fukushi. A experiência do agricultor condiz com os diagnósticos relatados por Carneiro. O extensionista aponta que excessos na adubação, tanto no plantio quanto na cobertura, continuam entre os desafios da assistência técnica. A aplicação desequilibrada eleva os custos, traz doenças e pode comprometer o desenvolvimento das plantas. Assim, o acesso a novos produtos precisa vir acompanhado de análise do solo, orientação e observação da lavoura. Além disso, os erros frequentes por excessos na irrigação promovem perdas de fertilizantes minerais, insumos cada vez mais dispendiosos, além de elevarem os riscos fitossanitários. Outro ponto decisivo para uma boa safra é a qualidade das mudas. Carneiro lembra que, nos anos 1990, transporte inadequado e problemas nas raízes prejudicavam o estabelecimento das plantas. Ações de fiscalização e orientação ajudaram a melhorar o material recebido ao longo do tempo melhorando as questões de sanidade e de transporte, que ainda podem melhorar. “Mas o produtor precisa ficar atento se o viveiro é certificado, se fornece material de qualidade. Também deve ter um bom planejamento para a chegada das mudas e preparo do solo para o plantio”, afirma. Essas questões levaram equipes técnicas a percorrer lavouras em 2025 para identificar os problemas enfrentados pelos produtores. Os resultados dos diagnósticos foram discutidos com os agricultores, gerando o que denominou Pacto pelo Morango, com atenção à qualidade das mudas, à adubação e ao manejo de pragas e doenças. Quando o consumidor entra na lavoura Para Fukushi, adaptar-se também significou repensar a venda. Em um período de dificuldades financeiras e de falta de mão de obra para a colheita, ele e as filhas adotaram o Colha & Pague, com orientação inicial da Emater-DF. A experiência recuperou uma solução que o pai já havia utilizado décadas antes: receber o consumidor para colher a própria fruta. Com o visitante entre os canteiros, o sabor e a qualidade ganharam ainda mais importância nas escolhas do agricultor. Hoje, ele também considera processar parte da produção para agregar valor ao que cultiva. Depois de cinco décadas, mantém a disposição para ajustar o trabalho ao que aprende no campo. “Procuro a qualidade, muito mais do que a quantidade”, afirma. Diversidade nos canteiros e à mesa Para atender a diferentes públicos e necessidades, os produtores do DF atualmente contam com diversas variedades para cultivo. Camarosa, San Andreas, Portola, Festival, Camino Real, Sabrina e Alpina 10 estão entre as principais variedades cultivadas na região. A escolha considera tanto as condições de produção quanto o mercado a que os frutos se destinam. A San Andreas, por exemplo, apresenta boa firmeza e resistência ao transporte, enquanto a Sabrina se destaca pelos frutos doces e suculentos, ambas indicadas para consumo in natura. Já Camarosa e Camino Real atendem também à industrialização, ampliando as possibilidades de aproveitamento da colheita. A pesquisa brasileira também acrescentou uma nova opção: a BRS DC25, conhecida como Fênix. Desenvolvida pela Embrapa Clima Temperado e lançada em 2023, a cultivar foi aprovada para plantio no Distrito Federal em 2025. Entre seus atributos estão a produção precoce, o equilíbrio entre açúcar e acidez e a boa conservação dos frutos após a colheita. Destinada principalmente ao consumo in natura, também pode ser utilizada pela indústria de frutas congeladas. Seu desenvolvimento integra o esforço para ampliar a oferta de cultivares adaptadas às condições brasileiras e reduzir a dependência de materiais estrangeiros. A trajetória de Fukushi mostra que permanecer no campo exige mudar e se adaptar. Novas variedades surgem, a tecnologia de manejo e produção mudam e aparecem novas formas de comercializar e de agregar valor ao morango. Sua lavoura aproxima duas pontas da história do morango no DF: o conhecimento das famílias pioneiras e as possibilidades que a pesquisa, a assistência técnica, as políticas públicas, a experiência e a vontade dos produtores abrem para as próximas safras. *Com informações da Emater-DF
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Sábado (12) é dia de reforçar a proteção: DF oferece vacinação em 20 regiões administrativas
Quem precisa atualizar a caderneta de vacinação terá, neste sábado (12), 48 pontos de atendimento disponíveis em 20 regiões administrativas. Haverá vacinas contra sarampo, febre amarela, tétano, coqueluche e outras doenças. Os endereços e horários podem ser consultados neste link. A ação contempla pessoas de todas as idades, conforme as recomendações específicas para cada faixa etária e grupo prioritário. Jovens de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e públicos prioritários, como professores e caminhoneiros, podem receber a vacina contra a gripe (influenza). Outros imunizantes também estarão disponíveis, incluindo vacinas contra febre amarela, sarampo, tétano e difteria. Para o atendimento, é necessário apresentar documento de identidade válido com foto e, preferencialmente, a caderneta de vacinação. As equipes verificam o histórico vacinal e avaliam a necessidade de novas doses. A imunização pode ser feita em qualquer ponto de atendimento, independentemente do local de residência. No domingo (13), não haverá atendimento. As mais de cem salas de vacinação retomam o funcionamento normal na segunda-feira (14). Durante a semana, de segunda a sexta-feira, há 136 salas de vacinação em unidades básicas de saúde (UBSs). Além das salas de vacinação, as equipes atuam em praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais de grande circulação. Outro destaque é o Programa Saúde na Escola, que leva as equipes de vacinação para dentro das instituições de ensino, com foco na atualização da caderneta vacinal de crianças e adolescentes. Há, ainda, pontos externos em funcionamento contínuo, como o posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, com atendimento diário das 8h às 12h e das 13h às 17h. Somente em 2025, as equipes aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações realizadas fora das unidades de saúde. Os locais de vacinação durante a semana e quais vacinas podem ser encontradas estão disponíveis para consulta neste link. O trabalho é apoiado pela Central Distrital de Rede de Frio, responsável pelo recebimento, armazenamento e distribuição dos imunobiológicos. O espaço possui 23 câmaras frias destinadas à conservação dos estoques em condições adequadas de temperatura. Neste sábado, serão disponibilizados pelo menos 40 locais de imunização em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação Vacinas aplicadas O Distrito Federal superou, em agosto, a marca de 20 milhões de doses de vacinas aplicadas desde janeiro de 2021, período que marcou o início da imunização contra a covid-19. O número reúne as doses dos imunizantes disponibilizados pela rede pública, incluindo vacinas contra sarampo, febre amarela, hepatite, poliomielite, influenza, covid-19 e outras doenças imunopreveníveis. O resultado é reflexo de uma logística que envolve planejamento, armazenamento, distribuição, monitoramento de estoques, capacitação das equipes e oferta permanente de vacinas. Perdas por validade Entre janeiro de 2021 e julho deste ano, foram descartadas 358,4 mil doses por vencimento da validade, o equivalente a 1,3% do total de doses recebidas no período. A gestão dos estoques envolve monitoramento permanente, remanejamento entre unidades, distribuição conforme a demanda e realização de ações para ampliar o acesso da população à vacinação. Os imunobiológicos enviados ao Distrito Federal seguem as definições do Ministério da Saúde, incluindo quantitativos, grupos prioritários, faixas etárias contempladas e estratégias de vacinação. Dessa forma, a utilização das doses depende tanto da disponibilidade encaminhada pelo Programa Nacional de Imunizações quanto da procura da população elegível. Mesmo quando há ampliação do público apto a receber determinada vacina, pode ocorrer perda por validade, especialmente quando a adesão fica abaixo do esperado. A campanha de vacinação contra a influenza de 2025, por exemplo, foi ampliada até janeiro de 2026 para todas as pessoas a partir de 6 meses de idade. Ainda assim, foi necessário realizar o descarte de 36.960 doses no início deste ano.
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Convocados 278 médicos para ampliar o atendimento na rede pública do DF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Secretaria de Saúde (SES-DF) convocou, nesta sexta-feira (11/9), 278 médicos para reforçar a assistência à população. São 200 médicos generalistas, 43 médicos de família e comunidade, 34 ginecologistas e um oncologista. A lista com os nomes completos dos convocados está disponível no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira. Médicos de família vão atuar nas UBSs, enquanto os demais trabalharão de acordo com a demanda assistencial da rede | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A nova convocação integra as ações de ampliação da força de trabalho da rede pública empreendidas ao longo deste ano. Até agora, já foram registradas 1.408 nomeações de profissionais para a Saúde do DF. Os médicos de família e comunidade atuarão nas unidades básicas de saúde (UBSs), ampliando as equipes responsáveis pelo acompanhamento da população na Atenção Primária. Os demais profissionais serão distribuídos de acordo com as necessidades assistenciais da rede. Documentação Os candidatos devem encaminhar, por meio do peticionamento eletrônico, toda a documentação exigida para comprovação dos requisitos, títulos e experiência profissional. O prazo para envio segue até 25 de setembro. A ausência da documentação exigida pode acarretar a eliminação do processo seletivo. Além dos comprovantes dos requisitos, também é obrigatória a apresentação da avaliação médica pré-admissional, com aprovação de aptidão física e mental. A ausência da documentação necessária poderá impedir a contratação. As orientações para realização do peticionamento eletrônico estão disponíveis no site da SES-DF. A edição do DODF desta sexta-feira também divulga o resultado final do processo seletivo simplificado para contratação temporária e formação de cadastro de médicos, referente ao Edital de Abertura nº 21, de 22 de julho de 2026. Reforço da rede Desde março, a SES-DF vem ampliando a força de trabalho com a convocação e nomeação de profissionais de diferentes áreas. Além de médicos de diversas especialidades, as contratações incluem auditores da Vigilância Sanitária, enfermeiros, técnicos de enfermagem, cirurgiões-dentistas, agentes comunitários de saúde, agentes de vigilância ambiental, condutores de veículos de urgência e emergência e técnicos de apoio operacional – padioleiros. As medidas fazem parte da estratégia da secretaria para ampliar a capacidade de atendimento e qualificar os serviços oferecidos à população nas diferentes regiões do Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Saúde
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