Resultados da pesquisa

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Pregão Eletrônico n.º 4/2022

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Pregão Eletrônico n.º 2/2022

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Botulismo – Pesquisa de toxina botulínica

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Zap Ambiente: 19/1/2024

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GDF proíbe público em competições esportivas

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio de um decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha, retomou a proibição da participação de público em competições e jogos esportivos, tanto profissionais quanto amadores. A determinação altera o Decreto nº 42.730, de 23 de novembro de 2021, que dispõe sobre as medidas adotadas pelo Executivo para enfrentamento da pandemia de covid-19. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O documento, que será publicado na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (27), suspende os itens 2.1, 2.2, 8, 9 e 10 da letra G, do anexo único, que tratam de normas para a presença de público durante as partidas. Ele se soma a outras suspensões da flexibilização das regras de enfrentamento à pandemia, como a volta do uso obrigatório de máscaras em locais abertos, desde que o número de casos de contaminados voltou a subir no DF. De acordo com o governador Ibaneis Rocha, o fechamento brusco de espaços e a suspensão de atividades, como ocorreu em 15 de março de 2020, não serão necessários, porém, é preciso tomar medidas pontuais para evitar grandes aglomerações. “Ter um jogo de futebol com 40 mil pessoas, 50 mil pessoas, não é recomendável em um momento como esse”, declarou.

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Brasília Ambiental prorroga chamamento de servidores

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Editais 2021

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: : Serviço de Informações ao Cidadão – SIC

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: : Tipos de Manifestação

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: : Canais de Atendimento

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: : Requisitos e Documentos

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: : Passo a passo

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: : Perguntas Frequentes

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: : Normas e Regulamentações

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Pregão Eletrônico n.º 1/2022

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Livro ” Sonhar Brasília”

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Suprimento de fundos 2020

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Suprimento de fundos 2021

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Termo de Fomento

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Parcerias via MROSC

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Eleição CIPA 2022

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Polícia Civil em Brazlândia

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Boletim de Serviços – Janeiro 2022

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Boletim de Serviços 2022

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UBSs estão prontas para iniciar a vacinação infantil contra a covid

Na manhã deste sábado (15), a Secretaria de Saúde distribuiu 10 mil doses da vacina pediátrica contra a covid-19 para as 11 Unidades Básicas de Saúde que farão a vacinação neste domingo (16). Os imunizantes chegaram ao DF na tarde da última sexta-feira (14). Ao todo, o DF recebeu 16,3 mil doses da vacina Pfizer-BioNTech já aprovadas pelo pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS). Na Rede Central de Frio, antes da distribuição para as Regiões de Saúde, os imunobiológicos passaram pelo processo de adequação à temperatura de aplicação: 2ºC a 8ºC. Desse total, 5% é reserva técnica. Além dos imunizantes, seringas e outros insumos utilizados no processo de vacinação também foram distribuídos pela manhã. “Nós oferecemos treinamento específico, com foco nas boas práticas de vacinação”, explicou Karine Castro, chefe substituta da Rede de Frio Central.Na Unidade Básica de Saúde 2 de Brazlândia, 900 vacinas chegaram na manhã de sábado. Dezoito servidores devem participar da atividade. Todos participaram de treinamentos sobre os detalhes da vacinação infantil. “Com criança tudo é mais delicado”, destacou Jane da Cruz, supervisora da unidade. Nos locais de vacinação haverá um responsável técnico e três aplicadores, sendo um para crianças de 5 a 11 anos com comorbidades, um segundo para crianças de 5 a 11 anos com deficiências permanentes e o terceiro para as crianças de 11 anos sem comorbidades. Haverá, ainda, profissionais para o atendimento inicial, controle de fluxo e triagem, com verificação dos documentos. A vacinação ocorrerá das 8h às 17h. A criança deverá estar acompanhada do pai, mãe ou responsável, com documento de identidade e/ou caderneta de vacinação. Para as crianças com comorbidades ou deficiência permanente, é preciso apresentar laudo médico que comprove a sua condição clínica, de acordo com a lista de comorbidades indicadas como prioridade. Confira os locais de vacinação: *Com informações da Secretaria de Saúde

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Plano de Ação da Ouvidoria

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Na Hora – Cidades

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UNIDADE-ESCOLA DE FORMAÇÃO CONTINUADA DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

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Postos fazem mais de 5 mil testes de covid em uma semana

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal registrou um total de 5.166 testes de covid-19 realizados na semana de 3 a 7 de janeiro, nos quatro postos de ampla testagem, localizados no Aeroporto Internacional de Brasília, na Rodoviária do Plano Piloto, nas unidades básicas de saúde (UBSs) 1 da Asa Sul, na 612 Sul, e 2 da Asa Norte, na 114/115 Norte. Somente a UBS 1 da Asa Sul realizou, entre 3 e 7 de janeiro, 2.044 testes, média superior a 400 por dia | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF No período, o número de testes realizados foi 2,7 vezes maior do que o da semana anterior, 27 a 31 de dezembro, quando foram feitas 1.889 testagens. Na semana passada, só a UBS 1 da Asa Sul realizou 2.044 testes, média superior a 400 por dia. Os números não incluem os dados enviados pela rede privada nem pelas demais unidades da Secretaria de Saúde. Os quatro pontos para ampla testagem funcionam das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira, e atendem toda a população do Distrito Federal, independentemente do local de residência. Os testes são recomendados para quem apresenta sintomas da covid-19 ou teve contato com alguém infectado. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Números no DF O número de resultados positivos nos postos de ampla testagem também aumentou. Ao todo, foram 999 testes que detectaram a presença do coronavírus Sars-CoV-2, cerca de 19,33% do total testado entre 3 e 7 de janeiro. Na semana anterior, foram 171 positivos, pouco mais de 9% do total do período. Em todo o DF, a taxa de transmissibilidade da covid-19, o chamado índice RT, chegou a 2,01. Dos 55 leitos de UTI covid da rede pública, 21 estão ocupados. Dos 45 leitos de UCI covid, a ocupação é de 23. E dos 97 leitos de enfermaria da rede pública específicos para tratamento da doença, 32 estão ocupados. Na rede privada, dos 121 leitos de UTI, 62 estão ocupados. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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QDD 2022

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DF ultrapassa 5 milhões de doses de vacinas aplicadas

Na tarde desta sexta-feira (7), o Distrito Federal superou a marca de 5 milhões de doses de vacinas aplicadas contra a covid-19. Ao todo, os números foram de 2.312.230 da primeira dose, 2.131.592 da segunda, 58.413 da dose única, 493.949 doses de reforço e 10.633 doses adicionais para imunossuprimidos. No total, 5.006.817  vacinas foram aplicadas desde 19 de janeiro de 2021, quando começou a campanha de vacinação no Distrito Federal | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A soma total é de 5.006.817 de vacinas aplicadas desde 19 de janeiro de 2021. Apenas nesta sexta-feira, foram 615 de primeira dose, 2.686 de segunda dose, 9.108 doses de reforço e 13 doses adicionais. [Olho texto=”“Agora, a gente observa aumento do número de casos de covid, mas redução em termos de casos graves e de óbitos. Sabemos que o efeito disso está ligado à vacinação”” assinatura=”José Eudes Barroso, coordenador de Atenção Primária à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário da Saúde, general Manoel Pafiadache, destaca que o número é expressivo, “mas queremos que as mais de 200 mil pessoas que ainda não tomaram a primeira dose decidam receber o imunizante”. Ele ressalta: “Apesar de estarmos preparados com hospitais, com leitos, com insumos para enfrentar qualquer dificuldade maior, ainda é a vacinação a nossa maior defesa.” A notícia chega no momento em que há aumento do número de casos, com 1.451 registrados entre os dias 5 e 6 de janeiro, mas sem ocorrência de óbitos desde o ano passado. “Agora, a gente observa aumento do número de casos de covid, mas redução em termos de casos graves e de óbitos. Sabemos que o efeito disso está ligado à vacinação”, destaca o coordenador de Atenção Primária à Saúde, José Eudes Barroso. Ele avalia que há uma maior preocupação com a covid neste início do ano, o que amplia a vacinação. “Falar mais da doença, o recrudescimento com a variante Ômicron, fez com que as pessoas também atentassem à busca da vacinação como mecanismo de proteção”, explica. [Numeralha titulo_grande=”163.406″ texto=”pessoas receberam a segunda dose no DF de 31/12 até agora” esquerda_direita_centro=”direita”] Estratégia Os postos de testagem da covid-19 também incentivam a vacinação. “Todo ponto de testagem é também um ponto de orientação. Uma das perguntas que sempre é feita é se a pessoa tomou a vacina, e lhe são orientados os efeitos que a vacina tem em relação à proteção a casos mais graves”, reforça o médico. Do dia 31 de dezembro até agora, ou seja, na última semana, 163.406 pessoas receberam a segunda dose, de reforço ou dose adicional. Porém, o coordenador de Atenção Primária à Saúde ressalta as 5.892 que iniciaram o ciclo vacinal em 2022. “A gente acredita que essa maior procura da população pela testagem contribui para a conscientização em relação à necessidade de tomar a vacina”, afirma. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno, a campanha de vacinação exigiu uma gestão administrativa atípica e complexa, e que o resultado alcançado hoje é fruto de um trabalho conjunto de todos os servidores da pasta. “É uma operação que envolve um grande esforço, que começou em janeiro de 2021, e não parou. Começamos uma operação nunca vista antes e o nosso resultado é a adesão da população ao procurar os postos e se vacinar”, reforça Damasceno. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Calendário de reuniões 2022 – CIG

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Portaria nº 659, de 02 de dezembro de 2021

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Boletim de Pessoal 2022

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Boletim de Pessoal 2022

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Boletins TCB 2022

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Contratos 2022

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Contratação de Brigadistas 2021

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Feliz Ano Novo

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‘A economia do DF está aquecida e teremos mais empregos em 2022’

Foto: Renato Alves / Agência Brasília Um Distrito Federal que enfrentou a pandemia, vacinou a população, manteve os canteiros de obras ativos e, ainda em meio à crise nacional, conseguiu reaquecer a economia nos diversos setores produtivos. Esse é o balanço que o governador Ibaneis Rocha faz dos três anos de sua gestão, em meio ao prenúncio do que esperar para 2022. No penúltimo dia do ano, o chefe do Executivo local recebeu a equipe da Agência Brasília para uma conversa. Nela, fez uma avaliação das ações de governo, das obras que vão impactar positivamente a vida do brasiliense –  principalmente de quem depende do transporte público – , das construções de unidades básicas de saúde (UBSs) e das unidades de pronto atendimento (UPAs), e lembrou ainda as mais de 18 mil nomeações de concursados para melhorar o serviço prestado à população. “Nós temos as contas em dia, não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário, estamos avançando nos benefícios sociais, temos muitas obras na cidade e melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C para a classe B”, resumiu Ibaneis, ao dar nota 8 à condução do governo na gerência da pandemia. Confira abaixo os principais trechos dessa conversa. Esta gestão já acumula mais de 1,4 mil obras em todo o DF. O que o brasiliense pode esperar para 2022? 2022 é o ano da conclusão da maioria dessas obras. É um ano que a gente tem expectativa de acelerar bastante, principalmente a partir do término das chuvas, o que deve gerar muito emprego para população do Distrito Federal – e nós precisamos que isso cresça realmente. Nós temos outras obras que serão lançadas ao longo do ano, principalmente na área da saúde. Temos ainda algumas unidades básicas de saúde que precisam ser construídas para a gente estabilizar o atendimento da saúde na nossa cidade. Será um ano de muito crescimento, um ano de desenvolvimento para cidade, um ano que a gente vai buscar, o máximo possível, não atrapalhar a continuidade do trabalho da máquina administrativa. O que o senhor destaca como a principal ou as principais entregas para esse primeiro semestre do ano? Olha, nós temos aí a principal entrega para o primeiro semestre que é o túnel de Taguatinga que deve sair ali por volta do mês de junho. E nós temos vários desses viadutos que foram iniciados, em especial do Sudoeste, também com previsão de entrega ainda no final do primeiro ou início do segundo semestre. O brasiliense se locomove muito de carro e o DF tem um automóvel para cada três habitantes. As novas obras de arte feitas na cidade estão sendo pensadas nesse fluxo de veículos nas vias? Nós temos uma dificuldade muito grande que é o modelo de transporte público feito aqui no Distrito Federal. É um modelo ponta a ponta. A pessoa entra no ônibus em Samambaia e vem descer na Estrutural. Isso dificulta o sistema público de transporte porque não se tem o reabastecimento ao longo das linhas dessa população. Em razão disso utiliza-se muito o transporte veicular, as pessoas fazem isso aqui com muita constância. Mas o foco dessas obras todas é exatamente facilitar o transporte via ônibus. Todas essas vias estão sendo pensadas com corredores. É o caso da Avenida Hélio Prates, que vai ter um corredor de ônibus saindo lá do final de Ceilândia, próximo ao Sol Nascente, e desaguar no Eixo Monumental. Todo pensamento é exatamente voltado para que a gente tenha um tráfego mais ágil no transporte público. Isso vai ser feito também com a continuidade da EPTG – que, hoje, para ali logo depois do Setor de Indústria e Abastecimento (SIA). Nós vamos concluí-la, tanto paro o Setor Policial Sul quanto para chegar ao Eixo Monumental. Isso vai facilitar muito a vida das pessoas, vai tirar um bom tempo gasto no trânsito e devolvê-lo às famílias para que elas possam viver em conjunto. Por falar em transporte público e mobilidade, mesmo com a alta do combustível, que foi um destaque nacional, o GDF segurou o aumento do preço das passagens de ônibus. Há algum reajuste das tarifas previsto para 2022? Não, não temos nenhuma previsão de aumento e estamos com as nossas tarifas equilibradas. Tivemos alguns problemas aí no final do ano porque houve uma complementação tarifária feita com orçamento do Distrito Federal, exatamente para que a gente não tenha aumento no valor das tarifas. A gente sabe que nós estamos vivendo um período de muito desemprego, um período de muita dificuldade e tudo que a gente não quer nesse momento é um aumento de tarifa de ônibus. As aulas presenciais voltaram agora no fim do ano. E o governo tem algum planejamento para suprir o déficit educacional forçado pela pandemia nesses quase dois anos de ensino remoto? Em primeiro lugar, o retorno às aulas foi um sucesso. Nós temos que parabenizar os professores, os educadores do DF como um todo. A direção das escolas fez um belíssimo trabalho de retomada das aulas. Só que nós temos um déficit educacional que foi muito grande em virtude desse período em que ficamos assistindo aulas remotas. Então, está na hora da educação, e aí a secretária de Educação Hélvia Paranaguá está fazendo isso. Fazer um reforço escolar para que todos esses alunos possam recuperar o conteúdo educacional perdido ao longo desse período. O ICMS é a principal fonte de tributação de um Estado. O GDF abriu mão em várias taxações para movimentar setores e fomentar a economia, com reflexos, inclusive, no custo de produtos consumidos pelo cidadão. A gente pode entender quase como uma política de promoção de uma minirreforma tributária feita pelo senhor? O que a gente tem visto é que determinadas cobranças de impostos que são feitas pelo Estado não tem o reflexo que se espera. A arrecadação termina sendo muito pequena em relação ao que você tem de benefício para as cidades. De outro lado, também há a necessidade de incentivar determinadas áreas de desenvolvimento no Distrito Federal. Isso foi feito em inúmeras áreas durante esse período de pandemia e, por incrível que pareça, o retorno tem sido muito positivo. Nós estamos arrecadando mais do que arrecadávamos antes, cobrando menos e arrecadando mais. O efeito tem sido muito favorável na balança para o Distrito Federal. Então, aquilo que for necessário fazer nos espaços onde nós tivermos condições de fazer desoneração de tributos, nós vamos continuar fazendo. Isso é uma política que eu chamo de política liberal da qual eu sou extremamente favorável. Eu acho que o Brasil perde muito de ter a sua reforma tributária. Com uma reforma de verdade, nós teríamos condições de investimentos muito maiores, teríamos investidores internacionais. Mas temos que pensar no nosso “quadradinho”. Aqui no Distrito Federal nós estamos fazendo a cartilha. Era pra ter avançado mais se não fosse a pandemia. Esperamos para 2022 poder crescer um pouco mais. Em três anos de governo, a sua gestão foi a que mais convocou concursados – mais do que outros governos que passaram pelo DF e eram historicamente ligados às bandeiras do trabalhador. São 18 mil novos servidores até agora. O que significa esse investimento e por que ele é importante para a máquina pública? É a reestruturação do Estado. A gente reclamou muito, por exemplo, que a saúde não está bem. Mas se você não contratar servidores na saúde, sejam eles celetistas ou estatutários – e nós fizemos os dois -, você não consegue recuperar a parte de recurso humano. Então, saúde se faz com investimentos nos suprimentos e com recursos humanos. Nós olhamos pra esse lado. Zeramos a fila de professores. Ninguém pode querer ter uma educação de qualidade se você não tiver professores lá na ponta e, principalmente, os concursados. Nós temos aqui no Distrito Federal, no caso da educação, ainda são convocados vários outros [professores] que são temporários. Mas o mais importante para nós é exatamente essa contratação de servidores públicos concursados. E tem uma área na qual não foi dada muita atenção nos últimos anos e é uma coisa que é muito importante que é a assistência social. Nós conseguimos crescer muito o número de servidores tanto da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) quanto na Secretaria de Justiça (Sejus) e na Secretaria da Mulher. Nós quase que não tínhamos nenhum chamamento para a Secretaria da Mulher. Hoje a Secretaria da Mulher funciona com quadro de pessoal efetivo. Temos o atendimento feito na Casa da Mulher Brasileira em Ceilândia que não existia, só existia Casa da Mulher Brasileira no Plano Piloto. Nós temos hoje uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) em Ceilândia também e tudo isso envolve um número de servidores que foram chamados. Eu me orgulho muito de, sendo um liberal, ter o respeito que eu tenho com a classe dos servidores públicos do Distrito Federal. E esse respeito se traduz também naquilo que eu fiz por eles. Além de pagar a terceira parcela do reajuste – vamos pagar a partir de abril, já está previsto -, também criamos o plano de saúde dos servidores do Distrito Federal que envolve aí mais de 50 mil pessoas inscritas. São 50 mil vidas e a gente espera chegar até o final de 2022 com aproximadamente 80 mil vidas no plano de saúde. Na área de desenvolvimento social o GDF, inclusive, zerou as vacâncias que tinham? E nós estamos esperando: o que aparecer de vacância nós vamos complementar. Na saúde houve um investimento pesado: seis Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e cinco Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) em 2021. Que impacto positivo o brasiliense vai sentir na área? A gente espera muito porque uma UPA dessas ela atende em torno de quatro mil pessoas por mês. Temos aí sete UPAs, sendo que duas serão entregues agora no início do ano. Vamos ter um aumento muito grande no número de atendimentos. As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) são muito importantes para a saúde do brasiliense porque é exatamente nela que se faz o acompanhamento da família. É ali onde você tem todo um atendimento, seja na área odontológica, seja dos pacientes com diabetes, e isso diminui muito o impacto dentro dos nossos hospitais. Estamos também reformando os nossos hospitais, dando uma melhor condição para que eles possam atender a população. Isso vai ser feito no Hospital Regional de Planaltina, com ampliação com mais um bloco, e com o Hospital Regional de Brazlândia, onde também vai ser feito mais um bloco. Essa pandemia veio como imprevisto para todo mundo e a condução de um governo durante ela não foi algo fácil. Que análise que o senhor faz hoje das suas tomadas de decisões, tanto no fechamento quanto na liberação de serviços e espaços? Olha, é uma história pra se contar quando ninguém sabia o roteiro. Tivemos ali vários momentos de dificuldade, principalmente aqueles em que o número de leitos foi muito reduzido. Mas nós avançamos muito no atendimento à saúde. Conseguimos agir rápido para que a gente pudesse atender essa população. Ficou um saldo negativo na questão da saúde, porque deixou-se de atender as cirurgias eletivas, aquelas cirurgias mais simples, para atender os pacientes de covid-19 que estavam necessitando de UTI. De um modo geral, eu acho que nós conseguimos sair bem. E uma coisa que revela isso foi, agora nesse final de ano, eu ter tido o prazer de ser homenageado por quase todas as federações do Distrito Federal: pela Fibra, pela Fecomércio, pela CDL, todas elas trabalhando ali e vendo que o que foi feito era o necessário. E quando deu pra aliviar a gente conseguiu aliviar no tempo certo. Então, se tivesse sido tão ruim, quem mais sentiu, que foi o comércio, a indústria e essas categorias, estariam reclamando. E, graças a Deus, isso não existe. Aqui no Distrito Federal todos os comerciantes voltaram agora a trabalhar com força total e têm condição de tornar o emprego viável para diversas pessoas que foram demitidas ao longo da pandemia. Acho que aos poucos nós vamos conseguir retomar. Agora, o balanço geral eu acho que a gente pode tirar uma nota 8 aí que dá pra ser aprovado. No momento certo nós fechamos aqui no Distrito Federal. Fomos o primeiro Estado da Federação a fechar. Seguramos as medidas. Fomos abrindo ao longo do tempo. Conseguimos dar segurança na saúde da população do DF e chegamos hoje numa condição de que as pessoas estão cada vez vivendo com mais tranquilidade. O governo conseguiu manter, inclusive, as obras em funcionamento desde o início da pandemia, né? É isso que nós não paramos, nós conseguimos manter todo a força de trabalho nas ruas, nós não paramos dentro das secretarias, fizemos todas as licitações necessárias, e é por isso que o Distrito Federal hoje continua numa situação de normalidade, nós estamos com tudo andando dentro da normalidade. Os índices de desemprego inclusive têm caído nos últimos três meses. O senhor acredita que seja uma tendência? Acredito que sim. Para nós aqui no Distrito Federal há uma tendência de diminuição do desemprego até porque os setores estão todos aquecidos, em especial a construção civil. A construção civil do Distrito Federal está num patamar bem elevado e deve contratar muito ainda nesse início do ano. Por que o senhor tomou a iniciativa e transformou políticas provisórias como o Cartão Gás e o programa Prato Cheio em políticas permanentes de Estado? Eu acho que existia ali um receio da população de baixar um decreto e terminavam com o programa, né? Então, nós mandamos exatamente para converter essas políticas públicas em políticas permanentes, não só políticas que seriam tomadas durante o período da pandemia. A ideia foi exatamente essa: dar segurança tanto para aqueles que estão em uma ponta recebendo quanto para aqueles outros que estão na outra ponta prestando serviço, como é o caso do cartão creche. Nestes três anos completos de governo, que avaliação geral o senhor faz da sua gestão? Olha eu não sou político, aliás eu não era político, eu agora sou político. E as experiências são muito grandes que a gente vive na tomada de decisões. Mas eu acredito que o saldo é bastante positivo em relação à administração do Distrito Federal. Nós temos as contas em dia, nós não temos o risco de deixar de pagar nenhum funcionário. Nós estamos avançando nos benefícios sociais, nós temos muitas obras na cidade. Nós melhoramos a nossa capacidade de pagamento da classe C pra classe B, o que permite ao DF tirar financiamentos nacionais ou internacionais. Do ponto geral, pra quem não tinha participado ainda e não conhecia a máquina pública, eu acho que nós estamos com um saldo positivo, muito positivo. E o senhor está gostando de ser político? Estou. Estou gostando porque é a única maneira que se tem realmente de transformar a vida das pessoas. E quando você pega uma pessoa que não tinha um plano de saúde – e eu já encontrei várias nas ruas – e vira pra mim e diz: “Olha, eu descobri que estou com câncer e estou fazendo tratamento no [hospital] Sírio Libanês”. Era quase impossível um servidor público fazer isso e para fazer tinha que tirar do seu salário uma parcela muito alta para pagar um plano de saúde. Então você consegue através da política fazer diversas mudanças nas vidas das pessoas, ajudando-as naquilo que é possível. E o Distrito Federal precisa de muita coisa ainda. Nós pegamos uma cidade em estado de degradação muito grande, muito grande. Temos aí asfaltos que precisam ser feitos, calçadas que precisam ser feitas, obras públicas que precisam ser realizadas e muita coisa ainda a fazer no DF. Eu vou focar em 2022 para que a gente consiga tirar do papel a maioria dos projetos para que a gente consiga avançar mais para população do Distrito Federal.

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Resultado Final do Processo Seletivo Interno para Formador da EAPE – 2021/2022

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Processo Seletivo Externo Simplificado para Servidor Efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal para Atuar Como Formador EAPE e Cadastro Reserva

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Oficinas de Iniciação à Carreira Magistério

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Participe da pesquisa de satisfação do atendimento da Unidade de Fauna

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Participe da pesquisa de Satisfação – Campanha de vacinação

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Planejamento Estratégico

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Pregão Eletrônico n.º 24/2021

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Pregão Eletrônico n.º 27/2021

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Sábado (18) de vacinação com segurança alimentar 

[Olho texto=”“É a Secretaria de Saúde aproximando a vacina das pessoas, e isso vai fazer com que a gente melhore cada vez mais a cobertura vacinal aqui no DF”” assinatura=”Manoel Pafiadache, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A iniciativa do Governo do Distrito Federal de promover refeições natalinas nos restaurantes comunitários foi também uma oportunidade para quem precisava colocar o cartão de vacina em dia. Na ação batizada de Nosso Natal, realizada, neste sábado (18), equipes estavam preparadas para aplicar a primeira dose, a segunda dose ou a dose de reforço dos imunizantes contra a covid-19. “É a Secretaria de Saúde aproximando a vacina das pessoas, e isso vai fazer com que a gente melhore cada vez mais a cobertura vacinal aqui no DF”, afirmou o secretário da pasta, general Manoel Pafiadache, durante visita à ação no Restaurante Comunitário de Samambaia, localizado na ADE, conjunto 15, lote 1/2. Secretário de Saúde conferiu o andamento da vacinação nos restaurantes comunitários. Oportunidade para muitas pessoas colocar a carteira de vacinação em dia | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde A vacinação ao lado do restaurante foi o incentivo para a guardadora de carros Ana Cristina Santos, 42 anos, finalmente receber a primeira dose. “Eu estava com medo das reações, mas o medo da doença é maior. Então, eu vim aqui e aproveitei que não tinha fila”, contou. Ela até poderia escolher entre os imunizantes da AstraZeneca ou da CoronaVac, mas preferiu receber a que ficou disponível mais rápido. “A que me proteger está boa”, assegurou. [Olho texto=”“É unir o útil ao agradável. Muita gente não tem tempo na semana e ter essa vacinação no sábado ajuda”” assinatura=”Uelton Gonçalves, morador da Estrutural” esquerda_direita_centro=”direita”] Secretarias e órgãos do DF se mobilizaram para aproveitar a programação especial dos restaurantes e levar à população outros serviços, que iam da educação de trânsito, promovida pelo Detran, ao atendimento das concessionárias de água e energia. “A política de segurança alimentar e nutricional não poderia ficar só, ela precisa estar integrada”, explicou a subsecretária de Segurança Alimentar da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedes), Karla Lisboa. Foi o caso da adolescente Bruna Tozatti, 16 anos, que foi ao restaurante comunitário da Estrutural com a família e aproveitou para receber a segunda dose do imunizante da Pfizer. “É muito importante para os adolescentes se vacinarem. Querendo ou não, a gente é o público que mais sai de casa, que mais fica exposto”, opinou. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] E as tendas de vacinação atraíram até quem só aproveitou a facilidade de ter um ponto de vacinação mais acessível, perto de casa, nesta manhã de sábado (18). Pai e filho, Uelton Gonçalves, 39 anos, e João Vinícius Gonçales, 13 anos, aproveitaram a oportunidade. “É unir o útil ao agradável. Muita gente não tem tempo na semana e ter essa vacinação no sábado ajuda. Eu trouxe ele para vacinar e descobri que eu já poderia tomar a dose reforço”, comemorou Uelton. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Pregão Eletrônico n.º 25/2021

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Resultado da Primeira Etapa do Processo Seletivo Interno Simplificado para Servidor Efetivo da Carreira Magistério Público do Distrito Federal para Atuar como Formador na EAPE

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DF alcança 80% da população vacinável com duas doses ou dose única

O Distrito Federal já superou a marca de 2 milhões de pessoas vacinadas com a segunda dose da vacina contra a covid-19. No total, foram aplicadas 2.004.679. Quando o número é somado às 58.374 que receberam a dose única da Janssen, a cobertura vacinal chega a 80,01% considerando a população vacinável, com 12 anos ou mais. Até segunda (13), o DF aplicou  4.618.735 vacinas, considerando primeira e segunda doses, doses únicas, de reforço e doses adicionais. “É relevante, mas queremos mais”, diz o secretário de Saúde | Fotos: Breno Esaki/Agência Saúde-DF “É relevante, mas queremos mais. Queremos avançar para que a gente chegue sempre o máximo possível perto de 100%”, afirmou o secretário de Saúde, Manoel Pafiadache. O gestor ressaltou o apoio do governador Ibaneis Rocha e as iniciativas para facilitar o acesso à vacinação, incluindo o novo posto fixo na Rodoviária do Plano Piloto. [Olho texto=”“Se vacinar é um ato de cidadania. E nós percebemos que ter a vacinação em dia é o que temos de melhor para prevenir os riscos”” assinatura=”Fernando Erick Damasceno, secretário adjunto de Assistência à Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “A gente gostaria muito que a população percebesse o que nós queremos fazer para que haja segurança para todos, principalmente neste momento em que vamos entrar em festas de fim de ano”, explicou Pafiadache. Entre os principais desafios da campanha de vacinação no DF estão as cerca de 200 mil pessoas que já estão no prazo ou que ainda não voltaram para receber a segunda dose. O prazo é de 28 dias para a CoronaVac e de 56 dias para AstraZeneca e Pfizer-BioNTech. Há também quem ainda não tenha ido receber a primeira dose: a Secretaria de Saúde estima que mais de 20% da população do DF entre 30 e 39 anos de idade ainda não começou o ciclo vacinal. “Se vacinar é um ato de cidadania. E nós percebemos que ter a vacinação em dia é o que temos de melhor para prevenir os riscos, principalmente, no agravamento dos casos, das internações, da morbimortalidade”, afirmou o secretário adjunto de Assistência à Saúde, Fernando Erick Damasceno. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Até segunda-feira (13), o DF aplicou um total de 4.618.735 vacinas, sendo 2.296.168 de primeiras doses, 2.004.679 de segundas doses, 58.374 doses únicas, 249.673 doses de reforço e 9.841 doses adicionais (aplicadas 28 dias após a segunda dose em imunossuprimidos graves). Até o momento, 91,32% da população vacinável, estimada em 2.578.418 pessoas, recebeu a primeira dose ou dose única. A dose de reforço, aplicada cinco meses após a conclusão do ciclo vacinal, já chegou a 10,05% dos brasilienses. Ampliação dos serviços de saúde Além de combater a disseminação da covid-19, a vacinação contra a doença tem permitido que a Secretaria de Saúde possa reforçar outras áreas de atendimento à população. “Teremos menos impacto em quadros mais avançados, com menor ocupação de leitos. Isso abre espaço para que a gente oferte uma carteira de serviços mais completos para a população”, destacou a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Paula Lawall. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Ponto de vacinação da Rodoviária tem horário ampliado

A partir da próxima segunda-feira (13), a Secretaria de Saúde vai ampliar o horário de funcionamento do ponto de vacinação contra a covid-19 da Rodoviária do Plano Piloto. Será das 7h às 20h, sem intervalo, com vacinas para todos os públicos. O objetivo é alcançar um público maior, que diariamente passa pelo terminal. O ponto fixo da Rodoviária do Plano Piloto funciona em um local estratégico, ao lado da administração do terminal | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Quem se beneficia com essa facilidade são as nossas trabalhadoras e trabalhadores que têm uma rotina diária apertada, correm para seus afazeres, de casa para o trabalho e vice-versa. E agora, quem passa na Rodoviária, bem cedinho, antes das 7h da manhã, quando o posto ainda não abriu, vai ter oportunidade de receber a vacina mais tarde porque os vacinadores vão estar aqui até às oito horas da noite”, informa o secretário de Saúde, general Manoel Pafiadache. [Olho texto=”“Serão 13h de oferta ininterrupta das vacinas contra a covid-19, de segunda a sexta-feira. E o cidadão ainda pode escolher de qual marca quer receber a sua vacina. Ou seja, não tem mais desculpa para não se vacinar”” assinatura=”General Pafiadache, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] As ações fora das unidades básicas de saúde passaram a ser rotina desde o final do mês de novembro com a realização do Dia D, quando a vacinação ocorreu em diversas feiras populares durante dois finais de semana. O chefe da pasta da Saúde ainda destaca os esforços da Secretaria para vacinar a população do Distrito Federal. “Serão 13h de oferta ininterrupta das vacinas contra a covid-19, de segunda a sexta-feira. E o cidadão ainda pode escolher de qual marca quer receber a sua vacina. Ou seja, não tem mais desculpa para não se vacinar”, frisa. O ponto fixo da Rodoviária do Plano Piloto funciona em um local estratégico, ao lado da administração do terminal. Por lá, circulam diariamente cerca de 800 mil pessoas. Mil doses aplicadas Desde a abertura do novo ponto de vacinação, no dia 6 de dezembro, 1.221 doses da vacina contra a covid-19 foram aplicadas – uma média diária de 224 pessoas vacinadas. “Em menos de uma semana em que estivemos na Rodoviária temos a satisfação de verificar o sucesso dessa iniciativa. Nós estamos onde a população está. Prova disso é que apenas na primeira semana, mais de mil pessoas aproveitaram essa facilidade. Foram exatamente 1.221 doses aplicadas, seja com a inicial, com a segunda dose ou o reforço da imunização”, comemora o secretário. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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