Processo Seletivo – Mestrado Acadêmico e Doutorado em Educação
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População em situação de rua recebe atendimento médico
A Secretaria de Saúde, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) está prestando atendimento à população em situação de rua abrigada nos alojamentos provisórios instalados no Autódromo Internacional Nelson Piquet. Desde o dia 8 de abril, as equipes do Consultório na Rua estão realizando, três vezes por semana, atendimento médico para as pessoas em situação de rua instaladas no autódromo. As equipes de Consultórios na Rua têm por propósito potencializar estratégias utilizadas no território, criando redes e vínculos, tendo como objetivo garantir o cuidado integral desta população através da inserção na rede de saúde e intersetorial. O secretário de Saúde Francisco Araújo considera importante esse trabalho das equipes, em parceria com a Sedes, “porque essa é uma população extremamente vulnerável à proliferação do coronavírus, e se eles ficarem nas ruas, sem acompanhamento e assistência, corremos o risco de ter uma contaminação muito forte e grave nesse público”. Ele ressalta que, no caso da Covid-19, a melhor estratégia é a prevenção, “atuar antes que a doença se instale”. Já a gerente de Atenção à Saúde à População em Situação Vulnerável e Programas Especiais, Denise Leite Ocampo, explica que “serão três dias na semana porque a maioria das pessoas acolhidas têm agravos crônicos e, uma vez sanadas as questões agudas e realizado o manejo das questões crônicas, as equipes vão avaliar as intercorrências que surgirem”. Finalidade A equipe de saúde tem a finalidade de fazer o atendimento de todas as pessoas, realizar o perfil de saúde deles, o diagnóstico situacional e planejamento das ações em saúde. Além disso, identificar aqueles com febre e sintomas respiratórios para tomar as providências quanto à Covid-19. De acordo com Alan Fonseca, técnico de enfermagem e integrante da equipe do Consultório na Rua, primeiro é feita a triagem com anotação de todas as queixas dos pacientes, depois, os profissionais aferem a pressão e encaminham para o atendimento com o médico. Os casos mais graves são encaminhados para os hospitais. Valmiro Oliveira, 46 anos, foi atendido pela equipe do Consultório na Rua, nesta terça-feira (14), e ficou satisfeito com o trabalho. “Esse é um atendimento necessário para nós, que moramos na rua e quando precisamos de uma consulta médica, muitas vezes somos tratados com preconceito e descaso por causa da nossa situação”, desabafa. A principal queixa dele é a abstinência de drogas e dores abdominais constantes. Ele conta que os pais são idosos e moram em Santo Antônio do Descoberto (GO), mas como ele estava na rua correndo risco de contrair o coronavírus, preferiu ficar no alojamento. Consultório na Rua É uma modalidade de equipe Saúde da Família que funciona na Secretaria de Saúde do DF, bem como em outros estados, e que foi implementado pelo Ministério da Saúde para atendimento específico às pessoas em situação de rua. A equipe de Consultório na Rua pode ser composta por vários profissionais, entre médicos, assistentes sociais, enfermeiros, técnicos em enfermagem e psicólogos. Segundo a gerente de Atenção à Saúde à Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais, Denise Ocampo, as equipes de Consultórios na Rua têm por propósito potencializar estratégias utilizadas no território, criando redes e vínculos, tendo como objetivo garantir o cuidado integral desta população através da inserção na rede de saúde e intersetorial. Instalações O autódromo é uma unidade de acolhimento com capacidade para 200 pessoas, administrado pela Sedes e organizado pelo Instituto Tocar, contratado pela pasta. Os alojamentos começaram a funcionar no dia 7 de abril e está previsto para seguir por 90 dias ou enquanto durar a pandemia. O local está abrigando cerca de 160 pessoas. O diretor do Instituto Tocar, Elkin Páez, informou que o objetivo é manter todos os moradores em situação de rua instalados no local. “Como a maioria tem comorbidades como diabetes, hipertensão e doenças crônicas, queremos que eles cumpram a quarentena aqui, evitando que saíam e contraiam o coronavírus. Tudo para evitar ao máximo que eles tenham que ir aos hospitais”, explica. A ideia da iniciativa, além de proteger as pessoas vulneráveis nesse tempo de pandemia, é evitar que a contaminação da Covid-19 se prolifere entre essa população e, consequentemente pela cidade. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde recebe doação de ventilador pulmonar e bombas infusoras
| Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde A Secretaria de Saúde recebeu, nesta terça-feira (14), a doação de um ventilador mecânico e dez bombas infusoras. A entrega foi feita pelo Grupo Brasal, que já doou à rede pública de saúde 13 bombas infusoras, três monitores multiparâmetros e um ventilador pulmonar. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita “] Até agora, a secretaria já recebeu a doação de 13 bombas, três monitores e sete ventiladores pulmonares. Os equipamentos foram doados, além do Grupo Brasal, pelo Grupo Kyoto Motors e pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico, Sustentável e Estratégico (Codese-DF). “Estamos em meio à pandemia desse vírus. O equipamento mais importante neste momento, para atendimento a esse paciente, é o ventilador pulmonar. O vírus afeta o sistema respiratório, que passa a necessitar de auxílio”, destaca o diretor de Engenharia Clínica da Secretaria de Saúde, Willian Gontijo. Em relação aos monitores, ele frisa que são fundamentais, deixando mais segura e completa a monitorização de paciente na UTI. “Gostaria de fazer um agradecimento especial ao presidente da Codese, Paulo Muniz, à superintendente Ruiter Thuin e à secretária executiva Rosane pelo esforço em juntar empresas para efetivar essa doação de cinco ventiladores pulmonares”, agradeceu o subsecretário de Infraestrutura, Isaque Costa de Albuquerque. | Foto: Breno Esaki / Secretaria de Saúde A maioria dos aparelhos foi instalada no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), unidade referência para tratamento de pacientes com coronavírus. Outros hospitais, ainda a serem escolhidos, também receberão os equipamentos. Segundo Willian Gontijo, ainda neste mês deverá haver a entrega de mais sete ventiladores pulmonares e cinco monitores. * Com informações da Secretaria de Saúde
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Mães com Covid 19 precisam manter a amamentação
Com a chegada do novo coronavírus, muitas dúvidas e preocupações surgiram. Uma delas paira sobre a cabeça das mamães em fase de amamentação: se for contaminada, ela deve ou não continuar com o aleitamento materno? A Organização Mundial de Saúde (OMS) orienta a manutenção da amamentação por falta de elementos que comprovem que o leite materno possa disseminar o coronavírus. Porém, para evitar que a contaminação seja por outros meios, é preciso cuidar da higiene antes de pegar a criança. [Olho texto=”É importante continuar amamentando, pois o leite fortalece o sistema imunológico do bebê” assinatura=”Mirian Santos, coordenadora dos Bancos de Leite Humano da Secretaria de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Reforçamos que as mães precisam higienizar as mãos e usar máscaras. Mas caso ela deseje e sinta mais segurança, pode extrair o leite e pedir que outra pessoa ofereça à criança usando um copinho”, explica a coordenadora dos Bancos de Leite Humano da Secretaria de Saúde, Mirian Santos. Uma nota técnica publicada pela pasta ainda elenca outras precauções, como limpar as bombas de extração do leite após uso e a troca imediata da máscara em casos de tosse ou espirro. “Ressaltamos que, em caso de qualquer dúvida, nos colocamos à disposição das mães, por meio dos nossos canais de atendimento. É importante continuar amamentando, pois o leite fortalece o sistema imunológico do bebê”, complementa a coordenadora. * Com informação da Secretaria de Saúde-DF
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Gigantes da saúde: a luta dos profissionais contra o coronavírus
Ha sete anos no Samu e no Aeromédico, a médica Gabriela Botár vê a oportunidade de crescer pessoal, espiritual e profissionalmente diante da dificuldade: “É preciso apreender, desaprender, ressignificar. Acredito que depois do coronavírus seremos humanos e profissionais melhores” | Fotos: Breno Esaki e Geovana Albuquerque/ Secretaria de Saúde Medo e saudade. Dois sentimentos que se misturam à força e à coragem de quem precisa lidar, diariamente, com pacientes diagnosticados ou com suspeita de infecção de coronavírus. Profissionais que precisaram abrir mão da família, de cuidados pessoais, da quarentena em favor da segurança daqueles que amam e em nome do atendimento rápido e eficaz a quem precisa ser tratado. Força e coragem, aliás, são duas coisas que a médica Milene Dantas Diogo tenta repassar, diariamente, aos 64 médicos que ela coordena como chefe substituta do serviço de clínica médica do Hospital de Base, uma das unidades de referência para atendimento de pacientes com coronavírus. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Montei um grupo no WhatsApp para tentar solucionar problemas que apareçam e atualizar os profissionais sobre mudanças operacionais e de logística. Quando quem está na ponta tem apoio imediato, as coisas ficam mais fáceis de serem carregadas”, observa. À frente do serviço de clínica médica do Base, Milene Dantas desabafa: “Estou mais fragilizada como mãe do que como médica” A médica fala com muita segurança sobre o processo de trabalho. Mas, ao comentar sobre as mudanças que precisou fazer no ciclo familiar, não consegue conter o choro. “Estou mais fragilizada como mãe do que como médica. Porque, no trabalho, a gente monta o cenário, traça as estratégias e vai para cima. Em casa, com filhos adolescentes sempre proativos, não sei como estão processando isso e me preocupo do ponto de vista emocional e psicológico”, desabafa. Mãe de três filhos, com idades de 8, 13 e 16 anos, Milena conta que precisou reorganizar tudo em casa. Ficou com apenas uma das empregadas, a que cuida das crianças, já que o marido também é médico e atua no Hospital de Base. A saudade da mãe também aperta. “Toda sexta-feira ela buscava meus filhos na escola e ia almoçar com a gente. Agora, só podemos nos ver pelas chamadas de vídeo”, conta, com a voz embargada. Em casa, precisou desenvolver novas tarefas, como cuidar do jardim, da piscina e até mesmo cortar os cabelos dos filhos. Longe de quem ama A enfermeira Gabriela Alves Rodrigues tomou uma atitude ainda mais severa: está longe do marido e dos filhos há pouco mais de 20 dias. Ela está em casa, sozinha, enquanto o restante da família foi morar com a sogra. “Não tem sido fácil”, resume. Ela conta que, no trabalho, muita coisa também mudou. Além dos treinamentos constantes, o medo e a angústia passaram a fazer parte da rotina. “Pensamos, o tempo todo, que nossos familiares e colegas de trabalho podem adoecer e até morrer por isso”, destaca, acrescentando que recebe apoio psicológico no Hospital de Base, onde trabalha. Referência Gerente de Assistência Clínica no Hospital Regional da Asa Norte, referência para atendimento da Covid-19, a médica Francielle Pulcinelli Martins conta que oscila os pensamentos entre a normalidade e o medo. “A rotina no Hran sempre foi pesada, com muitos atendimentos. Mas, agora tem o medo como agravante, pois sabemos que o vírus é extremamente contagioso. Temos medo, mesmo tomando todos os cuidados”, observa. Francielli Pulcinelli: “Tento relaxar fazendo brincadeiras com as crianças em casa” Mesmo com esse sentimento, em casa ela tenta tranquilizar os dois filhos, de 4 e 6 anos de idade. “Tento relaxar fazendo brincadeiras com as crianças em casa”, conta a médica. Ela diz que sempre deu muito valor aos momentos em família e às reuniões com pais, irmãos, sobrinhos e amigos. “Hoje, vejo ainda mais o valor imenso que isso tem”, frisa. Também na linha de frente no atendimento, a enfermeira Gabrielle Pessoa mostra as marcas que ficam no rosto ao fim de um plantão. “São horas e horas paramentada. Muitas vezes não vamos ao banheiro, não bebemos água, esquecemos de nós em prol dos outros”, destaca. Para amenizar a carga, Gabrielle busca fazer coisas de que gosta para se desligar de tudo o que vê no hospital. “Amo minha profissão, estou empenhada e disposta para enfrentar tudo isso. Mas, de algum modo, toda essa instabilidade nos comove como ser humano”, destaca. A enfermeira conta que anda mais sensível desde que começaram a surgir os primeiros casos no DF. “Choro com mais frequência, estou ansiosa. Querendo ou não temos sentimento de medo, incerteza, insegurança, por ser algo novo”, diz ela, que acrescenta: “Hoje, valorizo ainda mais o abraço, como demonstração de afeto. Sinto falta do contato com o outro, do aperto de mão, do beijo no rosto, das conversas mais próximas. Detalhes que antes passavam despercebidos.” Apesar de todo esse sentimento misturado, Gabrielle diz se sentir lisonjeada em estar na linha de frente. “Isso irá me acrescentar muito profissionalmente. É um momento histórico, em que todos estão empenhados, desde serviços gerais até a alta complexidade”, destaca. Atendimento remoto A médica reguladora e intervencionista do Samu e do Aeromédico, Gabriela Botár atua no serviço há sete anos. Ela conta já ter vivido situações extremas no trabalho, com vários atendimentos seguidos durante o plantão, em locais de difícil acesso e que exigiam resiliência, mas nada comparado ao que tem vivido hoje. Para ela, uma das grandes dificuldades é precisar se atualizar rapidamente para os atendimentos, pois a doença é nova. “E, por se tratar de um vírus altamente contagioso, precisamos tomar os cuidados especiais em relação ao uso de EPIs [equipamentos de proteção individual], higienização da viatura e de materiais.” Doação e segurança: profissionais de saúde agem como verdadeiros anjos da guarda quando o assunto é preservar e salvar vidas Ela conta que se distanciou de familiares e amigos. “Foi a decisão mais sensata, já que estou na linha de frente. Para amenizar essa situação, faço vídeo chamada para eles quando estou de folga. Não é a mesma coisa de tê-los pessoalmente, mas é o que tem me ajudado no quesito saudade”, conta. Para diminuir a pressão, ela diz que tem buscado alívio na espiritualidade, contato com plantas e animais, lendo sobre assuntos diversos. “Faço terapia online, exercícios físicos em casa e tento refletir sobre o que tudo isso tem a nos ensinar. O momento é delicado e exige serenidade e equilíbrio dos profissionais de saúde. É preciso apreender, desaprender, construir, reconstruir, inventar, reinventar e, principalmente, ressignificar. Acredito que depois do coronavírus seremos humanos e profissionais melhores”, finaliza. Também no Samu, o condutor de viaturas Cleiton Souza conta que a rotina de trabalho mudou com a chegada do novo vírus. “O núcleo de educação sempre abordou uso de equipamento de proteção individual, mas agora aumentou a preocupação no retorno à base, preocupando com a higienização de utensílios e móveis”, conta. O retorno para casa, onde mora com esposa e uma filha, também passou a ter cuidados a mais. “Troco a roupa, ainda na base, ao fim do expediente e levo para casa, separada em uma sacola. E já coloco para lavar imediatamente”, detalha. Ele conta que também tem buscado coisas para aumentar a imunidade, como melhorar alimentação. * Material originalmente publicado no site da Secretaria de Saúde
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Como usar e higienizar máscaras caseiras
Boca e nariz devem sempre estar totalmente cobertos pela máscara, que só pode ser tocada depois de higiene bem feita nas mãos, ensina especialista | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Com o objetivo de se proteger do novo coronavírus, causador da doença Covid-19, a população brasileira deu início a uma busca frenética por máscaras, o que levou à escassez do equipamento de proteção no mercado. Em consequência, a confecção caseira tem se tornado uma alternativa também no Distrito Federal. Leia a nota técnica da Anvisa sobre o uso de máscaras Gerente de Risco da Vigilância Sanitária do DF, Fabiana de Mattos Rodrigues ensina que alguns cuidados são essenciais na produção da máscara. A começar pela escolha do tecido, que deve ser hipoalergênico, à base de algodão, além de espesso e resistente. “O primeiro passo é a escolha do tecido. Depois, ter o cuidado para que a máscara cubra totalmente a boca e nariz e que estejam bem ajustadas ao rosto, sem deixar espaços nas laterais”, orienta Fabiana. A especialista reitera, contudo, que a principal prevenção contra o novo vírus continua sendo não sair de casa, segundo orientação reiterada do Ministério da Saúde. “Mas, se for preciso fazê-lo, usar a máscara corretamente e sempre com a distância social de, no mínimo, um metro. Importante também não sairmos só com uma máscara, levarmos sempre mais uma. Como é de tecido, ao respirarmos e conversarmos ela molha e perde a barreira de proteção. Daí devemos trocar.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Mas, muitas pessoas ainda têm dúvidas sobre como usar e fazer a higienização da máscara caseira. Por isso, a Agência Brasília explorou o assunto com a gerente da Vigilância Sanitária, de modo a apontar o que está certo e o que está errado no uso do equipamento. Veja o questionário com a especialista: Por quanto tempo podemos usar a máscara caseira? O ideal é de, no máximo, três horas. Qual a duração deste tipo de máscara? Devemos fazer uma inspeção, diariamente, para avaliar a qualidade do tecido, verificando se está danificado. Posso compartilhar minha máscara? Não. O uso da máscara é individual. Não devemos compartilhá-la nem com mães ou filhos, mesmo após lavá-las. Quais cuidados tomar ao colocar e retirar a máscara? O uso da máscara aumenta a tendência de colocar as mãos no rosto. Antes de tocar na máscara, devemos higienizar as mãos. Por isso devemos sempre sair com um frasco de álcool gel. O ideal é usarmos a máscara de lacinho, mas, se tivermos as de elástico atrás da orelha, é preciso higienizar as mãos antes de tirar as máscaras. Quais outros cuidados devo ter? Não deixar a máscara pendurada no pescoço ou braço porque, assim, ela está suscetível a sujeira. Se eu precisar tirar a máscara por um período, o que devo fazer? Devo colocá-la em um saquinho. Como guardar a máscara após lavar? Em um saquinho individual, fechando-o após lavar. Como armazenar a máscara usada? Em um saquinho, também. Devemos levar um saquinho para guardá-la até chegar em casa. Como fazer a lavagem? Quando chegamos com a máscara suja em um saquinho, tiramos e colocamos de molho com um pouco de água sanitária e sabão. Deixar de molho de 20 a 30 minutos, depois esfregamos, enxaguamos e colocamos para secar. O molho pode ser na água quente? Não, porque pode prejudicar a trama do tecido, danificando-o. Precisa secar ao sol? Não. Depois de seca, o que fazemos com a máscara? Devemos passar ferro e guardá-la em um saquinho.
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Órgãos de Segurança e Saúde visitam complexo da Papuda
Dentro do quadro de ações prioritárias no combate ao novo coronavírus no sistema prisional do Distrito Federal, equipes da Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe), vinculada à Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP/DF), e da Secretaria de Saúde (SES) visitaram as instalações do Complexo Prisional da Papuda na manhã de hoje (11/4). Nessa visita, os técnicos da SES puderam avaliar quais os melhores locais para a instalação de um hospital de campanha dedicado ao atendimento de presos que porventura evoluam para um quadro mais grave. ”A instalação, com a maior brevidade possível, de um hospital de campanha, dentro da área do Complexo da Papuda, nos permitirá dar apoio ainda mais apropriado àqueles que porventura tenha seu quadro clínico degradado”, assegurou Anderson Torres, secretário de Segurança Pública do DF. Segundo ele, inúmeras precauções necessárias vêm sendo tomadas, por meio de isolamento dos infectados e dos 166 detentos idosos do grupo de risco, da limpeza diária das instalações e agora com nova desinfecção das celas, a partir desta segunda. ”Segunda-feira receberemos apoio da Vigilância Sanitária para desinfecção das celas e de todo o presídio e, a partir de quarta-feira, seremos apoiados pelas tropas militares do Comando Militar do Planalto, também na tarefa de desinfecção continuada dos ambientes” concluiu Torres. No momento, não há nenhum caso preocupante dentro do sistema prisional, tanto de detentos quanto de agentes. Até a noite de quinta-feira (9), já estavam confirmados 13 casos de contaminação entre os agentes e seis entre os detentos. Diante disso, e visando conter uma eventual onda de propagação do vírus, foi feita ontem (10) uma testagem em massa de 332 internos da ala onde ocorreu a contaminação inicial, além de outros 126 policiais penais. Os resultados desses últimos testes dependem de confirmação da SES, que realiza agora a fase de exames laboratoriais. Após o término da visita de hoje, será elaborado pela equipe da SES um diagrama, com as propostas de instalação do Hospital de Campanha, o qual será enviado para a SSP já nesta segunda-feira próxima para que seja dado andamento acelerado ao processo. A Secretaria de Saúde do Distrito Federal informa que está em fase de planejamento e avaliação técnica a montagem de um hospital de campanha no Complexo Penitenciário da Papuda, em parceria com a Secretaria do Sistema Penitenciário, para atender casos de Covid-19. A estrutura proposta será composta de 10 leitos com suporte de ventilação mecânica e 30 leitos de retaguarda para internação. Essa estrutura visa reforçar o serviço de saúde já existente no complexo e dar suporte para quaisquer necessidades que possam surgir. * Com informações da SSP/DF
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Medidas de enfrentamento ao coronavírus ganham reforço nos presídios
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), em trabalho conjunto com a Secretaria de Saúde (SES), vem intensificando a aplicação de testes em parte dos internos, assim como nos policiais penais que trabalham em escala de plantão. O objetivo é prevenir a proliferação do coronavírus no sistema penitenciário do Distrito Federal. A ação foi necessária desde que o primeiro agente penal foi testado positivamente para a presença do vírus. De acordo com o secretário de Segurança Pública, Anderson Torres, as medidas de prevenção e enfrentamento serão intensificadas daqui para frente. ”Infelizmente, a partir do momento em que tomamos conhecimento que um policial penal estaria infectado, sabíamos que a chance de outros testarem positivo, tanto agentes quanto presos, era grande, o que demandava medidas ainda mais urgentes. Testagem rápida dos casos suspeitos, isolamento dos contaminados, incrementos das medidas de higiene e desinfecção das instalações, bem como a instalação urgente de um hospital de campanha junto ao Complexo da Papuda foram algumas das minhas determinações ”. Até o momento, 13 agentes penais e seis internos foram confirmados com a doença. Os 332 internos da ala em que os contaminados estavam e 126 agentes já foram submetidos a testes rápidos para diagnóstico do coronavírus. A Subsecretaria do Sistema Penitenciário (Sesipe) aguarda o resultado final dos testes. De acordo com a SES, os resultados dos testes rápidos necessitam de contraprova, ou seja, de avaliação epidemiológica e realização de exame PCR de Covid-19, uma vez que os testes de antígenos precisam de uma confirmação clínica e laboratorial. Os agentes já confirmados estão afastados, os reeducandos da ala dos contaminados foram isolados dos demais apenados. Não há registros de casos graves entre eles. As celas estão sendo higienizadas diariamente com Hipoclorito de Sódio, componente da água sanitária. O banho de sol tem sido feito em separado e por mais tempo. Torres destaca o profissionalismo dos profissionais da Sesipe, pois mesmo neste momento crítico, com o cancelamento de visitas e com o maior rigor nas medidas de contenção e higiene, se mantiveram firmes. ”É preciso ressaltar o trabalho incansável dos nossos policiais penais, pois têm sido de um profissionalismo e dedicação à toda prova, verdadeiros heróis desta guerra. Destaco igualmente as parcerias com a Secretaria de Saúde, a Vara de Execuções Penais e o Ministério Público do Distrito Federal, que prontamente entenderam a urgência e a relevância do problema e têm nos atendido prontamente, não importando o dia ou a hora”. Prevenção Desde que os primeiros casos de contaminação pelo coronavírus foram detectados no DF, a Sesipe tem adotado uma série de medidas para resguardar os agentes e exercer o dever do Estado de garantir o bem-estar dos sentenciados. ”Há semanas, estamos dia e noite lutando para conter o avanço do vírus no nosso sistema prisional. Trata-se de uma missão que requer muita coordenação e dedicação, pois, assim como os demais estados do Brasil, enfrentamos problemas de superlotação. Entretanto, contamos com profissionais extremamente qualificados e que nos ajudam diariamente nos desafios de lidar com a terceira maior população carcerária do país”, destaca o Subsecretário do Sistema Penitenciário Adval Matos As visitas aos reeducandos estão suspensas até o esta sexta-feira (10). A medida está sendo reavaliada. A suspensão, iniciada em 12 de março, está alinhada às ações do Governo do Distrito Federal (GDF) voltadas para a prevenção do contágio pelo novo coronavírus. As transferências de pessoas presas – homens e mulheres – da Divisão de Controle e Custódia de Presos (DCCP), localizada na sede da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), no Parque da Cidade, para o Centro de Detenção Provisória (CDP) ou Penitenciária Feminina do Distrito Federal (PFDF), estão ocorrendo uma vez por semana. Anteriormente, eram feitas duas vezes por semana. Ao chegar às unidades prisionais, todos passam por triagem, que inclui vacinação e avaliação, realizada por equipe de saúde – composta por médicos, enfermeiros e outros profissionais da área. Essa medida também foi intensificada para identificação de possíveis casos de contaminação pelo coronavírus. Também foi implementada a quarentena pelo período de 14 dias aos presos recém-chegados às duas unidades. Somente após este período eles são encaminhados para a convivência comum com outros presos. Caso o interno apresente sintomas da doença, a equipe médica faz avaliação para verificar se haverá necessidade de encaminhamento para o hospital ou isolamento em uma cela em separado. Um consultório específico para tratar pacientes com sintomas da doença foi montado no CDP. A mesma atenção está sendo dada pelas equipes de saúde das demais unidades prisionais. Todos os idosos das seis unidades prisionais do DF foram transferidos para o CDP, exceto mulheres internas da PFDF, e estão isolados da massa carcerária. A higienização de celas e viaturas foi reforçada. Cartilhas e material informativos foram distribuídos a servidores. As informações foram repassadas aos reeducandos. A Sesipe está seguindo orientações dos profissionais da Secretaria de Saúde do DF (SES), específicas para o ambiente carcerário, por meio de palestras e vídeos enviados por meio de WhatsApp. * Com informações da SSP/DF
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