Resultados da pesquisa

Resultados da pesquisa

Rotativo sem foto

Ler mais...

Thumbnail

Sábado é Dia D de vacinação no DF; saiba onde se imunizar

A campanha nacional de multivacinação segue por todo o Distrito Federal com o objetivo de imunizar toda a população, mas, principalmente, o público infantojuvenil. As vacinas estão disponíveis em mais de cem unidades de saúde. As ações serão intensificadas no sábado (22), com o Dia D de Vacinação. A proposta é oferecer os imunizantes estabelecidos no calendário de rotina, que abrange tanto adultos e idosos quanto crianças e adolescentes. As doses estarão disponíveis em unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários distribuídos por diferentes regiões da capital. A lista completa com endereços e horários está disponível neste link. Aproveite: as doses estarão disponíveis em unidades básicas de saúde (UBSs) e em pontos comunitários das diferentes regiões do Distrito Federal | Fotos: Divulgação  "Estamos no período da campanha para crianças e adolescentes, mas também queremos aproveitar para fazer a atualização vacinal de toda a família" Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio do DF "Estamos no período da campanha para crianças e adolescentes, mas também queremos aproveitar para fazer a atualização vacinal de toda a família. As doses estão disponíveis ao longo deste mês. No Dia D, ampliaremos os locais de atendimento e a busca ativa", explica a gerente da Rede de Frio do DF, Tereza Luiza Pereira.  Proteção contra o sarampo  Os casos de sarampo registrados neste ano no estado de São Paulo acenderam um alerta para a prevenção da doença em todo o território nacional. Apesar de o DF ainda não ter registrado ocorrências, a imunização em dia é a maneira mais eficaz de proteger, especialmente, as crianças.  Mesmo se tiver perdido o cartão de vacinas, procure uma UBS: a equipe de saúde verificará as informações no sistema para resgatar o histórico das doses tomadas Hoje, a dose contra o sarampo é indicada para bebês de 12 a 15 meses de idade. Contudo, para famílias que vão para São Paulo, o DF está aplicando a dose zero em bebês de 6 a 11 meses. Essa estratégia busca expandir a proteção dessas crianças, que são mais vulneráveis à infecção pelo sarampo e ao desenvolvimento de formas graves da doença. A dose zero, porém, não substitui as outras previstas no calendário de rotina. Já adultos com até 29 anos precisam ter recebido duas doses; para a população de 30 a 59 anos, a dose é única. Às pessoas com mais de 60 anos, o imunizante não é sugerido.  Na dúvida, procure uma UBS e se informe Àqueles que não têm certeza se receberam ou não a dose, a recomendação é buscar uma UBS para verificar. Orienta-se levar um documento válido e com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Caso tenha perdido o cartão, compareça à UBS assim mesmo. A equipe de saúde consultará os sistemas digitais de informação para resgatar o histórico do usuário.  Se houver doses atrasadas de longo tempo, não adie. O esquema vacinal não é reiniciado, apenas continuado do ponto de onde parou. Multivacinação 2026 no DF ⇒ Período da ação: até 1º de setembro ⇒ Dia D de mobilização social: 22 de agosto ⇒ Público-alvo prioritário: crianças e adolescentes menores de 15 anos (atualização estendida a jovens até 19 anos para HPV e demais faixas elegíveis para gripe e sarampo); ⇒ Locais de atendimento: salas de vacina nas UBSs e ações em escolas e espaços comunitários sinalizados; ⇒ Horários e postos: a lista detalhada dos locais e horários de atendimento pode ser consultada neste link.

Ler mais...

Thumbnail

Distrito Federal institui equipe técnica para implementação do AdaptaCidades

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Distrito Federal instituiu a equipe técnica responsável pela implementação do AdaptaCidades. A designação consta da Portaria nº 72, de 17 de agosto de 2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (19/8). A iniciativa integra o programa Cidades Verdes Resilientes, do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), e oferece apoio técnico à elaboração de instrumentos de planejamento voltados à adaptação aos impactos da mudança do clima. O Distrito Federal aderiu ao AdaptaCidades em 2025. O Instituto Brasília Ambiental é um dos órgãos do GDF que integram o grupo do AdaptaCidades | Foto: Divulgação Com a publicação da portaria, fica formalizada a estrutura técnica responsável por conduzir as atividades previstas no Termo de Adesão firmado entre o DF e o MMA. O grupo é formado por representantes da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), do Instituto Brasília Ambiental, do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) e da Secretaria de Saúde (SES-DF). Também poderão participar, quando necessário, representantes de outros órgãos, entidades, instituições acadêmicas e da sociedade civil, mediante convite da equipe técnica. Atuação da equipe Entre as atribuições previstas na Portaria nº 72 está a coordenação do processo de elaboração dos planos de adaptação à mudança do clima nas quatro macrorregiões definidas para o Distrito Federal, com anuência do MMA. A equipe também será responsável pela elaboração do plano de trabalho da iniciativa, pela participação em reuniões e atividades de capacitação e pelo acompanhamento das ações desenvolvidas no âmbito do AdaptaCidades. Caberá ainda ao grupo manter a articulação técnica com o MMA durante a execução da iniciativa. O AdaptaCidades prevê suporte técnico e metodológico aos entes participantes, incluindo capacitação para o planejamento da adaptação climática, acesso a informações sobre riscos climáticos em escala local e regional e orientação para a elaboração dos planos. De acordo com a portaria, a iniciativa terá vigência de 36 meses, com possibilidade de prorrogação automática por igual período, nos termos do Termo de Adesão. A participação dos integrantes da equipe técnica não prevê remuneração adicional.   *Com informações da Sema-DF  

Ler mais...

Thumbnail

Acidentes com escorpiões: saiba como evitar

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Evitar acidentes com escorpiões é um desafio que exige esforço coletivo ao longo do ano. “É uma atenção parecida com a da dengue: se um vizinho mantém, por exemplo, o terreno com entulho, coloca em risco toda a comunidade ao redor”, afirma o diretor de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF), Wendel de Medeiros. As recomendações são simples: retirar entulhos, manter quintais e outras áreas limpas, vedar ralos, tapar buracos em paredes e combater pragas, principalmente baratas. O foco é reduzir a oferta de locais para os escorpiões se esconderem, eliminar o acesso aos ambientes residenciais e dificultar a alimentação desses animais. Por meio dos telefones 160 ou 162, é possível solicitar apoio da Vigilância Ambiental. Os agentes podem atuar em cenários de ampla infestação e orientar os moradores, principalmente na identificação de pontos críticos no imóvel. O avanço no combate aos escorpiões a longo prazo, porém, depende diretamente dos moradores. “Atuamos no controle e na orientação, mas não conseguimos eliminar o animal do ambiente urbano, uma vez que ele está adaptado”, explica Medeiros. É preciso ficar atento à desinsetização contra baratas, que são o principal alimento dos escorpiões. Após o procedimento, é importante redobrar a atenção, pois, apesar de não serem afetados diretamente pelos inseticidas, escorpiões podem sair de seus esconderijos, aumentando a chance de acidentes com humanos. Por meio dos telefones 160 ou 162, é possível solicitar apoio da Vigilância Ambiental | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília   Compromisso o ano inteiro O cuidado contra os escorpiões deve ocorrer ao longo de todo o ano. “Não existe uma única época de risco. A prevenção deve ser contínua, com inspeções periódicas”, reforça a gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo da SES-DF, Hérica Bassani. “Não existe uma única época de risco. A prevenção deve ser contínua, com inspeções periódicas” Hérica Bassani, gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos Em 2025, por exemplo, os 4,7 mil acidentes com escorpiões registrados no Distrito Federal ocorreram em diferentes épocas do ano. Entretanto, no início das chuvas, no segundo semestre, há um leve aumento dos casos. “É comum que o alagamento de abrigos naturais e artificiais faça com que os escorpiões se desloquem para locais secos, aumentando a possibilidade de contato com as pessoas”, diz Bassani. Por outro lado, no período da seca, o acúmulo de materiais, entulhos, folhas secas e outros abrigos próximos às residências também favorece a aproximação e a permanência do animal no ambiente domiciliar. “Os escorpiões permanecem ativos em todas as estações, especialmente em áreas urbanas onde encontram abundância de abrigo e de alimento”, acrescenta a gerente. Além disso, a especialista destaca que os escorpiões são muito eficientes na reprodução. Uma das espécies presentes no DF, o escorpião-amarelo (Tityus serrulatus), consegue realizar a partenogênese, em que uma fêmea consegue se reproduzir sozinha. Um único escorpião dessa espécie pode gerar até 160 filhotes ao longo do ano se estiver em condições ideais para a sobrevivência. A SES-DF tem ampliado a capacidade de monitoramento, inclusive ao orientar a população e os profissionais de saúde a informarem cada ocorrência. “A notificação é fundamental, porque permite direcionar as ações de vigilância e controle, planejar campanhas educativas, subsidiar políticas públicas de prevenção e organizar a distribuição dos soros antivenenos”, elenca Bassani. Em todos os casos de picada de escorpião, o paciente deve procurar imediatamente uma unidade de saúde Soro e o que fazer As unidades de saúde do DF receberam, no ano passado, mais de 830 ampolas do soro antiescorpiônico. Atualmente, a Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde mantém estoque estratégico para reposição, enquanto os hospitais da rede pública dispõem de doses para aplicação imediata. Apesar disso, nem sempre o soro é necessário. A indicação segue o critério clínico. Enquanto pacientes classificados como graves podem receber até seis ampolas, nos casos moderados são suficientes três. Já em situações avaliadas como leves, o tratamento se limita a combater a dor provocada pela picada. Em todos os casos de picada de escorpião, contudo, o paciente deve procurar imediatamente uma unidade de saúde. “A piora do quadro pode ocorrer em poucas horas, e a pessoa passa a apresentar episódios de vômitos, suor extremo, confusão mental e dificuldade respiratória”, alerta a farmacêutica toxicologista da SES-DF, Flávia Neri. “A piora do quadro pode ocorrer em poucas horas e a pessoa passa a apresentar episódios de vômitos, suor extremo, confusão mental e dificuldade respiratória” Flávia Neri, farmacêutica toxicologista   Se o acidente ocorrer com adultos que não apresentem sintomas além de dor, uma opção é procurar a rede de unidades básicas de saúde (UBSs). Nos casos leves, são aplicados analgésicos e feita a observação por até 12 horas. Quando o soro se mostra necessário, os pacientes permanecem em observação por, no mínimo, 24 horas após receberem as ampolas. Os vômitos e as dores desaparecem rapidamente, mas é preciso monitorar indicadores no sangue. Em ocorrências que envolvem crianças, sobretudo aquelas menores de 10 anos, é necessário levá-las diretamente ao hospital. “O público infantil possui menor superfície corpórea, o que eleva substancialmente o risco de complicações sistêmicas graves e óbito. Vômitos são um sinal clínico precoce, indicativo e muito sensível de gravidade”, destaca Neri. Como evitar acidentes com animais peçonhentos Examine roupas e calçados antes de usá-los Mantenha camas, sofás e berços afastados da parede Mantenha lençóis, cobertores e cortinas sem contato direto com o chão Use luvas grossas ao manusear materiais de construção, na limpeza de jardins ou ao lidar com materiais que possam servir de abrigo a escorpiões Sacuda roupas pessoais, roupas de cama e sapatos antes de usá-los Remova abrigos. Escorpiões gostam de se esconder em lugares escuros, principalmente durante o dia Ao colher frutas, apoiar-se ou recostar-se em árvores ou plantas, observe se há lagartas no local Ao podar árvores ou colher frutos, proteja as mãos com luvas grossas e use camisas de mangas longas Evite a presença de crianças perto de árvores ou plantas que contenham taturanas, pois elas são atraídas pelo colorido desses animais e podem querer tocá-los Como impedir a presença de escorpiões em casa Guarde caixas de papelão em gavetas, não no chão Mantenha seus armários e quartos bem organizados Mantenha os ambientes da casa ventilados e higienizados Tire sapatos e roupas do chão No quintal, apare moitas e folhagens que escorpiões possam usar como esconderijo Livre-se de pilhas de madeira, pedras, restos de plantas e materiais de construção Dentro de casa, tampe buracos Use panos ou vedadores nas aberturas das portas Prevenção de acidentes com animais peçonhentos no trabalho Use luvas de raspa de couro e calçados fechados, entre outros equipamentos de proteção individual (EPIs), durante o manuseio de materiais de construção, o transporte de lenha, a movimentação de móveis, as atividades rurais e a limpeza de jardins, quintais e terrenos baldios Observe sempre com atenção o local de trabalho e os caminhos a percorrer Não coloque as mãos em tocas ou buracos na terra, ocos de árvores, cupinzeiros, nem em espaços situados em montes de lenha ou entre pedras. Caso seja necessário mexer nesses lugares, use um pedaço de madeira, enxada ou foice Os trabalhadores do campo devem sempre utilizar os EPIs, como botas ou perneiras.   *Com informações da SES-DF

Ler mais...

Lista de Prestadores Credenciados pelo GDF Saúde

Ler mais...

Thumbnail

Entenda a diferença entre as unidades de atendimento

A escolha da unidade de saúde conforme os sintomas busca agilizar o atendimento de casos graves no Distrito Federal. A rede pública é dividida em níveis de atendimento: as unidades básicas de saúde (UBSs) atuam na prevenção e acompanhamento; as unidades de pronto atendimento (UPAs) recebem urgências de média complexidade; e os hospitais públicos atendem alta complexidade, emergências e especialidades. Unidades básicas de saúde As UBSs são a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecem consultas em clínica médica, saúde da família, pediatria, ginecologia, enfermagem e odontologia. Também oferecem vacinação, planejamento familiar, pré-natal, acompanhamento no puerpério, curativos, troca de sondas, acompanhamento de hipertensão e diabetes, exames preventivos (Papanicolau), consultas de puericultura e inserção de métodos contraceptivos (DIU e Implanon). O atendimento nas UBSs ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia | Fotos: Divulgação Sintomas leves ou moderados, como febre baixa, tosse leve, dor de garganta, dor de cabeça e diarreia moderada, passam por avaliação em UBSs. As unidades também fazem renovação de receitas de uso contínuo e solicitação de exames de rotina. O atendimento ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia. É necessário apresentar documento oficial com foto, CPF, Cartão SUS (se houver) e comprovante de residência atualizado. Este último documento é necessário para a vinculação do paciente à equipe responsável pelo território onde mora. Unidades de pronto atendimento As UPAs integram a rede de urgência e emergência de média complexidade 24 horas por dia. As unidades oferecem atendimento para quadros agudos, estabilização, leitos de observação por até 24 horas, exames laboratoriais de urgência, radiografias e administração de medicamentos injetáveis. Não é exigido encaminhamento prévio. A UPA é indicada para febre alta persistente, dores intensas no abdômen, vômitos persistentes, desidratação moderada ou grave, falta de ar ou crise asmática moderada, cortes para sutura simples, ferimentos com sangramento moderado e alterações de pressão arterial com tontura ou dor de cabeça intensa. Hospitais públicos Já os hospitais regionais e unidades de referência atendem a alta complexidade, emergências cirúrgicas e especialidades. Dispõem de centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs), exames de imagem (tomografia e ressonância magnética) e prontos-socorros em cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia, traumatologia, neurocirurgia, oftalmologia, cardiologia e queimados. Os hospitais funcionam durante toda a semana, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos O atendimento hospitalar é indicado para suspeita de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), fraturas expostas ou com deformidades, acidentes de trânsito graves, quedas de altura, queimaduras extensas ou profundas, sangramentos incontroláveis, trabalho de parto avançado, sangramento gestacional, perda de consciência, dor intensa no peito, perda de força em um lado do corpo, paralisia súbita, falta de ar grave e convulsões. Os hospitais funcionam a semana inteira, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos. Protocolos Nas UPAs e hospitais, a ordem de atendimento segue o Protocolo de Classificação de Risco, pela Triagem de Manchester — um sistema criado em novembro de 1994 na cidade de Manchester, na Inglaterra, por um grupo colaborativo de médicos e enfermeiros conhecido como Manchester Triage Group. O método nasceu da necessidade de substituir triagens puramente intuitivas por um sistema científico, auditável e baseado no risco clínico real do paciente. A cor vermelha indica atendimento imediato; laranja, em até dez minutos; amarela, até 60 minutos; verde, até 360 minutos; e azul, até 720 minutos. Casos verdes e azuis possuem perfil de atendimento para UBS. Pacientes com demandas de baixa gravidade atendidos em hospitais ou UPAs passam pela triagem e podem ser orientados a procurar a UBS. E, quando uma UBS ou UPA identifica a necessidade de internação em UTI ou cirurgia de alta complexidade, a unidade presta o atendimento inicial e aciona o Complexo Regulador em Saúde do DF ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para a transferência. Endereços, horários de funcionamento e serviços estão disponíveis neste portal e na Carta de Serviços ao Cidadão, disponível neste link.

Ler mais...

Thumbnail

Regime de trabalho para policiais civis gestantes e lactantes tem nova regulamentação 

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi publicada nesta quarta-feira (19/8), no Diário Oficial do Distrito Federal, a Portaria nº 354, que estabelece regras sobre o regime de trabalho da servidora policial civil gestante e da lactante, e dá outras providências. A norma entra em vigor na data de sua publicação e revoga a Portaria nº 02, de 9 de janeiro de 2020.  Entre as principais medidas, a policial gestante ou lactante com filho de até um ano de idade fica dispensada de escalas de operação policial, plantão, sobreaviso e serviço voluntário gratificado. A restrição não impede a realização de procedimentos de polícia judiciária e atividades administrativas na própria unidade, durante o horário de funcionamento. A servidora também poderá optar por não usufruir das restrições relacionadas às escalas, mediante requerimento ao Departamento de Gestão de Pessoas (DGP). A norma também estabelece que a policial gestante ou com filho de até dois anos não será obrigada a realizar viagem a serviço que exija pernoite. Para a policial, a dispensa vale nos 60 dias seguintes ao nascimento do filho.  Pelas novas medidas, a policial gestante ou lactante com filho de até um ano de idade fica dispensada de escalas de operação policial, plantão, sobreaviso e serviço voluntário gratificado | Foto: Divulgação/PCDF Atestado médico As restrições decorrentes da gravidez e da lactação, assim como as que envolvem afastamento em viagem a serviço que exija pernoite, passam a valer a partir da comunicação da condição à chefia imediata, mediante apresentação de atestado médico. A policial gestante também fica dispensada de compensar as horas não trabalhadas para consultas médicas e exames de pré-natal, mediante comunicação à chefia imediata e apresentação dos respectivos atestados. Após o término da licença-maternidade, a policial deverá retornar à mesma unidade em que estava lotada antes da licença e permanecer nela por, no mínimo, seis meses, salvo manifestação formal em sentido contrário. Para as servidoras lactantes, a portaria garante duas horas para amamentação durante a jornada de trabalho, sem redução de direitos, até que o filho complete 12 meses. A flexibilidade poderá ser utilizada no início ou no fim do expediente, inclusive para facilitar a conciliação com os horários de creches ou similares. A portaria se aplica, no que couber, aos casos de adoção e guarda, bem como às servidoras das carreiras Gestão de Apoio às Atividades Policiais Civis e Atividades Complementares de Segurança Pública, lotadas nas unidades da PCDF. Os casos omissos serão solucionados pela direção do Departamento de Gestão de Pessoas.  *Com informações da PCDF 

Ler mais...

AVISO – INDISPONIBILIDADE DO SEI-GDF PARA MANUTENÇÃO EMERGENCIAL

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador