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Painel reúne dados sobre atendimentos a pessoas em situação de violência no DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   No mês de conscientização pelo fim da violência doméstica e familiar contra a mulher, o Agosto Lilás, a rede pública de saúde amplia seu rastreio de atendimentos às vítimas. A Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a consolidar os dados da assistência em um único painel, que mostra detalhes, como região administrativa, gênero e faixa etária dos pacientes. "Agora, vemos, em forma de gráficos e números, o tamanho da demanda que chega para a saúde. É possível também quantificar e qualificar melhor os perfis de pessoas em situação de violência. É uma forma de desenhar a política pública", explica a assistente social da Subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Elizabeth Maulaz.  Perfil da violência No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs). É possível localizar a unidade mais próxima por meio do CEP residencial. No primeiro semestre deste ano, 3.811 pessoas passaram por um dos 17 centros de especialidades para a atenção às pessoas em situação de violência sexual, familiar e doméstica (Cepavs) | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O Painel de Monitoramento dos Atendimentos às Pessoas em Situação de Violência permite organizar esses atendimentos. Nos gráficos, é possível verificar, por exemplo, que as mulheres são as maiores vítimas. As adultas representam 40,73% do total dos pacientes. O segundo grupo mais afetado é o de meninas (13,41%) e o de adolescentes do sexo feminino (13,15%). Só depois vêm os meninos (10,74%), adolescentes (8,90%) e adultos (8,75%) do sexo masculino. Essa predominância das mulheres entre as vítimas se mantém entre os idosos: do total de atendimentos, 3,08% foram de mulheres idosas, contra 1,24% que representam os homens. Ao todo, em seis meses deste ano, foram 16.357 (70,36%) atendimentos ao sexo feminino e 6.890 (29,64%) ao público masculino. Destaca-se que o número de atendimentos supera a quantidade de pessoas acompanhadas porque uma mesma pessoa pode receber mais de um tipo de assistência. Os dados são referentes a diferentes serviços, como terapias em grupo, atendimento multiprofissional, consultas e atividades educativas. Na visão de Maulaz, são informações que ajudam a compreender os desafios enfrentados. "A cultura é a rocha mais difícil de ser abalada em uma sociedade. Precisamos de um trabalho contínuo de sensibilização pelo fim da violência e do feminicídio." Serviços na rede pública Além dos centros especializados, a população do Distrito Federal tem à disposição outros serviços de cuidado a pessoas em situação de violência. Das unidades básicas de saúde (UBSs) às ambulâncias, passando pelas emergências dos hospitais e pelas policlínicas, os profissionais estão preparados para identificar situações de violência, seja física, psicológica ou até patrimonial. Outros atos, como abandono, negligência, trabalho infantil e tráfico de seres humanos, estão no foco da Linha de Cuidado para Atenção às Pessoas em Situação de Violência da SES-DF, lançada em 2025. O documento também prevê ações educativas tanto para servidores quanto para a sociedade.    *Com informações da SES-DF

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UnDF recebe Moção de Louvor em sessão solene da Câmara Legislativa

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Em celebração pelos cinco anos de inauguração da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) concedeu à instituição uma Moção de Louvor durante sessão solene realizada na última sexta-feira (14/8), no plenário da Casa. A homenagem reconheceu a relevância da universidade para a educação pública superior e sua contribuição para o desenvolvimento social do Distrito Federal.  Presidida pelo deputado distrital Gabriel Magno, membro da Comissão de Educação, Saúde e Cultura da CLDF, a solenidade teve como objetivo destacar a importância da UnDF e valorizar a educação pública superior no Distrito Federal. Compuseram a mesa de honra a reitora interina da UnDF, professora Fernanda Marsaro, além de representantes do Conselho de Educação do Distrito Federal (CEDF), da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), da seção sindical dos docentes da UnDF (SinDUnDF) e do corpo discente da universidade. A cerimônia também contou com a participação de servidores técnico-administrativos, docentes e discentes da UnDF, além de convidados ligados à área da educação. Durante os discursos, foram destacadas iniciativas da universidade voltadas à ampliação do acesso ao ensino superior público, às políticas de assistência e permanência estudantil e à valorização dos profissionais que integram a instituição, tanto das carreiras técnico-administrativas quanto docentes.   *Com informações da UnDF

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Fisioterapia pélvica ajuda mulheres a retomar a rotina após cirurgias ginecológicas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A recuperação após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional exige cuidados que vão além do repouso. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o serviço de Fisioterapia em Saúde da Mulher acolhe e acompanha mulheres nessas e em outras situações, contribuindo para uma recuperação mais segura e para a retomada gradual das atividades do dia a dia. Entre as abordagens oferecidas está a fisioterapia pélvica, voltada à musculatura do assoalho pélvico, responsável pela sustentação de órgãos como bexiga, útero e intestino. Alterações nessa região podem ocorrer após cirurgias, gestações e partos e provocar sintomas como incontinência urinária, dores, sensação de peso vaginal e dificuldades funcionais. Segundo a fisioterapeuta Giovanna Cassaro, muitas mulheres convivem com esses sintomas sem saber que existem formas de tratamento. "O objetivo é orientar, reabilitar e ajudá-las a identificar possíveis disfunções para que façam o tratamento adequado”, explica. Além do trabalho específico com a musculatura pélvica, o acompanhamento fisioterapêutico contribui para prevenir complicações, reduzir desconfortos e recuperar a funcionalidade, favorecendo um retorno mais seguro à rotina. Reabilitação que faz diferença Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM | Foto: Divulgação/IgesDF Elia Elizabeth Astudillo, de 49 anos, passou recentemente por uma histerectomia total no HRSM. Antes da cirurgia, os sangramentos intensos afetavam diretamente sua qualidade de vida. Durante a recuperação, ela encontrou na fisioterapia mais um apoio para retomar as atividades. “Os sangramentos eram muito intensos e impactavam diretamente minha qualidade de vida. Desde o primeiro atendimento, me senti acolhida e os fisioterapeutas têm contribuído muito para minha recuperação”, relata. Embora seguir as orientações de repouso seja importante após uma cirurgia ginecológica ou uma intercorrência gestacional, permanecer muito tempo sem se movimentar pode dificultar a recuperação. Por isso, a equipe incentiva a movimentação gradual, sempre respeitando os limites da paciente e as recomendações médicas. “Nos primeiros dias, pode ser comum sentir desconforto na região operada, principalmente quando as orientações não são seguidas. Ao realizar as atividades de forma ergonômica e adaptada, a tendência é melhorar progressivamente, proporcionando mais liberdade à paciente”, explica Giovanna. Entre as orientações estão a maneira adequada de levantar da cama, pequenas caminhadas ao longo do dia e exercícios respiratórios, que auxiliam na oxigenação do organismo e na redução da tensão muscular. A ativação da musculatura abdominal e do assoalho pélvico também pode fazer parte da recuperação. “São exercícios simples, mas que auxiliam no suporte da musculatura, na estabilidade do corpo e na recuperação funcional da paciente”, destaca a fisioterapeuta. Cuidados durante a recuperação Alguns hábitos também podem contribuir para uma recuperação mais confortável, como manter uma boa hidratação, consumir fibras conforme orientação nutricional e evitar esforço excessivo durante a evacuação. Após cirurgias ginecológicas, também é fundamental respeitar as recomendações da equipe assistencial. Entre os cuidados estão evitar carregar peso nas primeiras semanas, cumprir o período de repouso indicado, não retomar atividades físicas sem liberação médica e seguir corretamente as orientações sobre atividade sexual. A retomada das atividades deve ocorrer gradualmente, respeitando as condições e necessidades de cada paciente. Informação como aliada do cuidado Para reforçar as orientações oferecidas às mulheres, o Serviço de Saúde Funcional (Sesaf) desenvolveu a cartilha “Recuperação Pélvica e Funcional”, que reúne informações sobre o processo de reabilitação, sinais de alerta, cuidados e exercícios que podem auxiliar durante esse período. O material também apresenta situações em que é necessário procurar atendimento especializado, contribuindo para a identificação precoce de possíveis alterações e para a busca pelo cuidado adequado. Dessa forma, a cartilha complementa o trabalho desenvolvido pela equipe multiprofissional e amplia o acesso das pacientes a informações importantes para uma recuperação mais segura e consciente.   *Com informações do IgesDF

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Torcedores devem observar orientações de acesso e trânsito para o jogo Gama x São José, no Bezerrão

Torcedores que forem ao Estádio Valmir Campelo Bezerra, o Bezerrão, no Gama, neste domingo (16), para a partida entre Gama e São José-RS, devem ficar atentos às orientações de acesso, trânsito e segurança previstas para o evento. O jogo, válido pela Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol, começa às 16h, com abertura dos portões duas horas antes, às 14h. A previsão é de público de até 16,4 mil pessoas, de acordo com os organizadores. O Planejamento Operacional prevê orientações para a chegada e a saída dos torcedores. A partida será realizada com torcida única do Gama, conforme acordo entre as agremiações. O acesso do público ocorrerá pelos setores Oeste, Leste, Norte e Sul do estádio. Delegações, profissionais de imprensa e demais credenciados utilizarão acessos específicos.  Haverá operação para organizar o fluxo de veículos nas imediações do Bezerrão | Foto: Divulgação A orientação é para que os torcedores cheguem com antecedência e, sempre que possível, utilizem transporte coletivo ou compartilhado. A medida contribui para reduzir a concentração de veículos nas vias próximas ao estádio, especialmente no período que antecede a abertura dos portões. Trânsito e embarque Nas imediações do Bezerrão, haverá operação para organizar o fluxo de veículos e pedestres e preservar as áreas destinadas à circulação de ambulâncias e delegações. Haverá bloqueio e controle do trânsito na via do Fórum, nas proximidades do acesso ao Instituto Educacional de Brasília (Ineb), até o semáforo da região. Motoristas que circularem pelo local devem observar a sinalização e as orientações dos agentes. Táxis e veículos de transporte por aplicativo deverão utilizar o estacionamento público externo ao Estádio Bezerrão para embarque e desembarque de passageiros. A utilização da área indicada evita paradas em locais que possam comprometer o fluxo de veículos e a circulação segura dos pedestres. Itens proibidos Antes de sair de casa, o torcedor deve conferir os objetos cuja entrada será proibida. Não será permitido o acesso com: * Garrafas plásticas, copos e recipientes de vidro; * Objetos perfurocortantes, espetinhos, espetos, palitos ou hastes pontiagudas de qualquer material; * Alimentos ou bebidas acondicionados em latas metálicas; * Fogos de artifício, tanto para utilização em ambientes internos quanto externos; * Bandeiras, faixas e instrumentos de percussão de torcidas organizadas que não estejam expressamente autorizados para a partida. Para este jogo, está vedada a entrada de materiais pertencentes à torcida organizada Ira Jovem. Materiais da Torcida Rasta do Gama estão autorizados na arquibancada Norte. Também não é permitido fumar no interior do estádio. A venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos é proibida. Para os demais torcedores, a comercialização de bebidas alcoólicas será permitida somente até 15 minutos do segundo tempo, e o consumo, até os 30 minutos finais da partida. Vestimentas Será permitido o acesso com camisas das equipes participantes da partida e com roupas neutras. Camisas de outros clubes ou de torcidas organizadas que não tenham relação com o jogo não serão permitidas. O ingresso com camisas da Seleção Brasileira poderá ser restringido pelas equipes responsáveis pela segurança, caso a vestimenta seja identificada, no contexto da partida, como elemento capaz de provocar conflito ou associação com torcida adversária. Segurança O público deve seguir a sinalização instalada no entorno e as orientações das equipes responsáveis pelo evento, especialmente durante os períodos de maior movimentação na abertura dos portões e após o término da partida, previsto para as 18h. A recomendação é evitar aglomerações desnecessárias, não bloquear vias ou acessos de emergência e não portar objetos proibidos. Condutas violentas ou que configurem infrações poderão resultar nas medidas previstas em lei. Imprensa Profissionais de imprensa previamente credenciados terão acesso pelo portão de serviço localizado ao lado da escadaria principal do estádio, no Setor Oeste.    

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DF estabelece novo fluxo de atendimento de saúde mental à população em situação de rua

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Governo do Distrito Federal (GDF) iniciou, de forma inovadora, o Modelo de Cuidado Humanizado Integrado no Distrito Federal. Regido pela Lei nº 7.923/26, o sistema estabelece um fluxo assistencial e estrutura de apoio para o acolhimento e tratamento de pessoas em situação de rua, com foco em saúde física e mental, e dependência química. A partir da sua regulamentação, pelo Decreto nº 49.089/26, a norma estrutura fases sucessivas e a integração de diversos órgãos do GDF, para garantir que cada pessoa seja atendida de acordo com suas necessidades específicas de maneira humanizada. O acolhimento passa a ter como regra o caráter voluntário, com internação involuntária apenas em situações excepcionais de risco iminente à vida, violência ou negligência extrema com autocuidados básicos. Triagem ajuda a identificar os casos em que há necessidade de internação, mas o foco é adesão voluntária ao tratamento | Foto: Divulgação/Sedes-DF O fluxo assistencial é iniciado com a pré-triagem, realizada por equipe multidisciplinar das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Saúde (SES-DF) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), em busca ativa na rua, visando prioritariamente à adesão voluntária. Se identificados sinais de alerta para necessidade de internação involuntária, aciona-se a equipe especializada. O passo seguinte do fluxo é a triagem, feita por assistentes sociais, psicólogos, enfermeiros e motorista, com a avaliação da necessidade de internação involuntária e, se caso necessário, acionamento do Samu. A internação involuntária ocorrerá em caráter excepcional, por determinação médica, observando os critérios previstos na Resolução CFM nº 2.057/ 2013. A internação psiquiátrica involuntária deverá, no prazo de 72 horas, ser comunicada ao Ministério Público. Na próxima etapa, o Núcleo de Saúde Mental (Nusam) da SES-DF vai intervir e remover para uma unidade de pronto atendimento (UPA) a pessoa em situação de rua, se houver risco de morte iminente e necessidade de estabilização clínica. Posteriormente, caso necessário, o paciente será encaminhado à Unidade de Cuidados Clínicos em Saúde Mental do Hospital São Vicente de Paula (HSVP). A partir da internação no HSVP, a equipe médica avalia e determina a conduta que pode envolver alta referenciada — para continuidade do tratamento no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de referência da residência ou internação de até 90 dias. A partir desse momento, a Sedes-DF dará continuidade ao acolhimento com o acompanhamento no Sistema Único de Assistência Social (Suas), acesso aos programas socioassistenciais e inserção nos serviços das demais políticas para promover a saída qualificada da situação de rua, com preservação da autonomia e do projeto de vida da pessoa atendida. Pelo novo fluxo, quando a pessoa for conduzida à autoridade policial em razão da prática de infração penal que envolva agressão a alguém ou dano ao patrimônio e houver indícios de que a conduta possa estar relacionada a quadro psicótico agudo ou a outro transtorno mental capaz de comprometer, parcial ou totalmente, sua capacidade de compreender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento, a autoridade policial poderá acionar o Samu para que a equipe do Núcleo de Saúde Mental possa apoiar a avaliação do quadro e indicar, conforme o caso, necessidade de remoção para unidade de saúde, referência hospitalar em saúde mental, para avaliação médica especializada e possível indicação de internação involuntária Política distrital Decreto regulamenta a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua | Foto: Arquivo/Agência Brasília Além de criar um fluxo assistencial para o acolhimento e tratamento de pessoas em situação de rua com foco em saúde mental e dependência química no DF, o Decreto nº 49.089/2026 que regulamenta a Política Distrital de Acolhimento Humanizado e Atenção Integral à População em Situação de Rua também organiza as competências dos órgãos do GDF na execução dos serviços voltados para esse público e fortalece a atuação intersetorial entre saúde, assistência social e direitos humanos. Entre outros pontos, a medida amplia o acesso a redes de apoio, identificação civil e políticas habitacionais. De acordo com o decreto, a coordenação e articulação político-administrativa entre os órgãos e entidades da administração pública distrital e a sociedade civil ficará sob a responsabilidade da Casa Civil. À Sedes-DF caberá a execução das ações de assistência e ação social, transferência de renda, inclusão social e segurança alimentar e nutricional destinadas à população em situação de rua; assegurar a continuidade do acompanhamento no Suas e o acesso aos programas socioassistenciais; e garantir o atendimento nos 18 restaurantes comunitários e unidades de acolhimento, observados os requisitos de segurança e proteção às mulheres. A Lei Distrital nº 7.923/2026 institui diretrizes para o acolhimento humanizado e atenção integral à população em situação de rua no Distrito Federal, como atuação integrada e coordenada entre os órgãos e entidades da administração pública e a sociedade civil; abordagem ativa, qualificada e humanizada da população em situação de rua; produção, integração e transparência de dados para subsidiar a formulação e a avaliação de políticas públicas; capacitação permanente dos agentes públicos; prevenção da violência; articulação com o sistema de justiça para promoção do acesso a direitos; promoção de soluções de moradia digna e inclusão produtiva; e fortalecimento da Atenção Primária à Saúde como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde para a população em situação de rua, assegurada a atuação articulada das equipes de Consultório na Rua, das Equipes de Saúde da Família e dos demais pontos da Rede de Atenção à Saúde.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social

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Hfaus tem sua criação formalizada por decreto

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus), sob a gestão do Instituto Brasília Ambiental, se tornou oficialmente política pública no Distrito Federal. A formalização aconteceu por meio do Decreto 49.095/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) esta semana. O decreto regulamenta o Serviço de Atendimento Médico-Veterinário e de Reabilitação de Fauna Silvestre. O decreto deixa claro que são objetivos do Hfaus: executar programa de recepção, triagem, marcação, transporte, atendimento veterinário, acondicionamento, reabilitação e apoio na destinação da fauna silvestre. Além disso, faz parte do escopo a realização de consultas, exames, cirurgias, tratamentos e procedimentos de diagnóstico por imagem. O decreto deixa claro que são objetivos do Hfaus: executar programa de recepção, triagem, marcação, transporte, atendimento veterinário, acondicionamento, reabilitação e apoio na destinação da fauna silvestre | Foto: Divulgação O chefe da Gerência de Fauna do Brasília Ambiental, Rodrigo Santos, explica a importância desse marco legal. “O decreto faz com que o Hfaus passe a existir formalmente como política de Estado. Essa formalização dá segurança à continuidade do oferecimento desse serviço”, esclarece. Segundo o gestor, por mais que proteger a fauna faça parte da função do Brasília Ambiental, há a necessidade da institucionalização do serviço por meio de uma legislação. Fato que está explícito nas diretrizes do Hfaus constantes no decreto: “atuar prioritariamente no recebimento de animais silvestres nativos, assegurar o bem-estar animal e a aplicação de protocolos veterinários adequados durante todo o período de permanência no hospital”. O Hfaus está em funcionamento desde fevereiro de 2024. No primeiro ano, atendeu a 1.800 animais. No segundo, foram 2.700; e, somando-se os atendimentos até o final do primeiro semestre deste ano, o total chega a 6 mil atendimentos. “Foi uma escalada. No início, o serviço era algo novo; houve o período de adaptação. Mas agora, que foi estabelecida a confiança na prestação desse serviço, a demanda, que já existia, está totalmente vindo à tona”, esclarece Santos. O gestor lembra também que o Hfaus não atende apenas ao Distrito Federal, mas amplia seu atendimento a várias cidades de Goiás, como Luziânia,  chegando também a municípios mineiros, como Unaí. O Brasília Ambiental já está trabalhando na possível transferência do Hfaus, que hoje funciona em Taguatinga, para dentro de uma de suas unidades de conservação: o Parque Ecológico Burle Marx, localizado no Noroeste/Asa Norte. A ideia é que, no novo espaço, possa acontecer a ampliação do atendimento.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Manual atualiza orientações para profissionais que atuam no enfrentamento à violência doméstica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Profissionais e instituições que atuam no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher passam a contar com uma versão atualizada do Manual do Grupo Refletir. Elaborado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), o material reúne orientações para a implementação e o aperfeiçoamento de grupos reflexivos destinados a homens autores de violência doméstica. O conteúdo pode ser acessado neste link. Com a revisão, o conteúdo passa a refletir as adaptações realizadas a partir da experiência prática das equipes responsáveis pelo programa. Além de orientar a atuação dos facilitadores, o documento permite que procedimentos e conhecimentos acumulados no Distrito Federal sejam consultados e adaptados, observadas as características e necessidades de cada instituição. O documento também reúne práticas adotadas pela equipe técnica ao longo do desenvolvimento do trabalho, com orientações para a condução dos encontros e para o acompanhamento dos participantes.  Publicação pode subsidiar atuação de magistrados, integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública, SSP e demais profissionais que atuam no enfrentamento à violência contra a mulher | Foto: Divulgação/SSP-DF De acesso público, a publicação pode ser utilizada por magistrados, integrantes do Ministério Público e da Defensoria Pública, da segurança pública, psicólogos, assistentes sociais, pesquisadores, gestores e facilitadores de grupos reflexivos, além de outros profissionais que integram a rede de enfrentamento à violência contra a mulher. O material funciona como uma referência técnica para auxiliar instituições interessadas em estruturar grupos reflexivos, com foco na responsabilização dos autores, na mudança de comportamentos e na prevenção de novas situações de violência. Atuação integrada  A atualização do manual é resultado do Acordo de Cooperação Técnica entre a SSP-DF e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), parceria voltada ao desenvolvimento de ações relacionadas à responsabilização de autores de violência doméstica e à prevenção da reincidência. O Grupo Refletir é desenvolvido no âmbito da segurança pública do Distrito Federal e trabalha com homens autores de violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa integra as ações de prevenção à violência contra a mulher desenvolvidas pela SSP-DF e utiliza encontros reflexivos como instrumento para abordar temas relacionados a gênero, violência, relações interpessoais, legislação e autorresponsabilização. Referência para outros profissionais O primeiro Manual do Grupo Refletir foi lançado em 2020 com o objetivo de reunir histórico, diretrizes e metodologia para a realização dos grupos reflexivos. Desde então, a experiência desenvolvida no Distrito Federal tem sido compartilhada com outras instituições e profissionais interessados na implantação de iniciativas semelhantes. A SSP-DF criou o Grupo Refletir em 2018. No mesmo ano, a iniciativa recebeu do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) reconhecimento nacional como prática inovadora de enfrentamento à violência contra as mulheres, desenvolvida por profissionais de segurança pública.  *Com informações da SSP-DF

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Vacinas contra sarampo, covid-19 e outras doenças estão disponíveis neste sábado (15)

Neste sábado (15), a população do Distrito Federal terá a oportunidade de se vacinar contra várias doenças, como sarampo, coqueluche, covid-19, tétano e dengue. As doses estarão disponíveis em mais de 50 locais de atendimento, de acordo com a faixa etária, conforme o calendário vacinal e os grupos prioritários estabelecidos. As salas de vacina nas unidades básicas de saúde (UBSs) funcionarão em 20 regiões administrativas (RAs). Haverá, ainda, atividades volantes com o Carro da Vacina, no Sol Nascente e no Recanto das Emas. Já no Itapoã será montado um local de atendimento no Condomínio Novo Horizonte. Confira todos os locais de vacinação. A orientação é que as pessoas compareçam com um documento de identificação válido e com foto e, se possível, com o cartão vacinal. As equipes de saúde estão preparadas para indicar qual dose poderá ser aplicada, de acordo com os esquemas indicados.

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