Governadora destaca continuidade do acordo para capitalização do BRB após reunião no STF
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A governadora Celina Leão afirmou, nesta quinta-feira (13), que o acordo para viabilizar a capitalização do Banco de Brasília (BRB) segue em curso. A declaração foi dada após reunião no Supremo Tribunal Federal (STF), para discutir o empréstimo de R$ 6,6 bilhões do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) destinado à capitalização do BRB. A audiência de conciliação foi intimada pelo ministro Luiz Fux, relator da Ação Cível Originária (ACO) 3755, após atender pedido do Governo do Distrito Federal (GDF). Celina Leão ressaltou que o encontro foi importante para identificar e encaminhar os entraves à operação, com tratamento às questões técnicas que ainda dificultam a conclusão do acordo. “Havia, sim, uma dificuldade de se colocar um pouco de agilidade, e isso foi colocado aqui com muita tranquilidade. Temos uma primeira decisão judicial que foi conciliada e havia algumas dificuldades no cumprimento da decisão, e foi para isso que nós pedimos a urgência, para entender quais são as dificuldades”, afirmou. “Acho que todos os entes, tanto o Governo do Distrito Federal como o Governo Federal, estão prontos para cumprir 100% o acordo que foi feito no primeiro momento.” “Acho que todos os entes, tanto o Governo do Distrito Federal como o Governo Federal, estão prontos para cumprir 100% o acordo que foi feito no primeiro momento", afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A governadora ressaltou a importância do BRB para o funcionamento de serviços e programas do Distrito Federal e afirmou que o banco permanece sólido. Ela citou, entre os serviços vinculados à instituição, pagamentos relacionados a servidores públicos e aposentados, programas sociais, depósitos judiciais e a relação com milhões de correntistas. “Estamos falando aqui de milhares de pessoas impactadas por um banco. Estamos falando sobre os nossos trabalhadores do BRB, sobre os nossos servidores públicos, que o Iprev está dentro do BRB. Então, são muitas responsabilidades.” A governadora afirmou que as negociações vão prosseguir entre o GDF, a União, o FGC e os bancos envolvidos na estrutura de garantia. “O próximo passo é continuarmos nas negociações. Pela primeira vez, o FGC participou oficialmente também da reunião. Eu acho que alguns ajustes, inclusive no pacto para acordo, vão dar uma tranquilidade para que a gente possa finalizar tudo isso”, observou. Presente na audiência, o presidente do BRB, Nelson de Souza, afirmou que o banco apresentou o plano de negócios 2026-2030 para instituições financeiras de grande porte e que existe a possibilidade do empréstimo ser concedido sem a necessidade do aval da União. “É bom dizer que esses R$ 6,6 bilhões correspondem ao limite de 16% da receita corrente líquida do GDF. Então, estamos perto de conseguirmos chegar ao desenho que foi colocado no primeiro acordo de 28 de maio, porque, de sete bancos, só dois efetivamente questionaram a contragarantia”, informou. “Fica muito claro qual é a nossa capacidade de pagamento para os próximos 5, 10 anos e que o banco fica de pé caso seja capitalizado.” O acordo para a contratação do empréstimo junto ao FGC foi firmado entre o GDF e a União em 29 de maio, após duas reuniões no STF. A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou a tratativa em 9 de junho e a sanção da lei pelo Executivo ocorreu em 24 de junho. O texto do acordo possibilita uma operação de financiamento dentro da governança do FGC, com potencial de capitalização do BRB de até cerca de R$ 6,6 bilhões, respeitados os limites definidos pela legislação e as avaliações técnicas necessárias. O financiamento seria concedido ao Distrito Federal, e não diretamente ao BRB. A operação prevê prazo de 15 anos, com dois anos de carência, e pagamento pelo próprio banco. Os recursos são provenientes do sistema financeiro e a estrutura prevê a participação de um sindicato de bancos como garantidor. Como garantia do pagamento ao sindicato, foram indicados o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Na audiência, a governadora voltou a defender a manutenção das condições estabelecidas originalmente, de modo especial em relação às garantias da operação. “Não estamos falando sobre mudança daquilo que foi acordado. Estamos falando sobre o cumprimento daquilo que foi acordado, ajustando todas as partes”, observou ela, frisando que o empréstimo será tomado pelo governo, não pelo banco. “Não estamos falando sobre mudança daquilo que foi acordado. Estamos falando sobre o cumprimento daquilo que foi acordado, ajustando todas as partes”, destacou Celina Leão Situação fiscal e balanço Durante a audiência, o GDF também apresentou o cenário fiscal do Distrito Federal e os esforços para cumprir as obrigações previstas no acordo homologado pelo STF. Segundo a governadora, o Distrito Federal cumpriu as medidas relacionadas ao artigo 167-A da Constituição Federal, que estabelece mecanismos de ajuste fiscal, e apresentou evolução na Capacidade de Pagamento (Capag). A classificação provisória, segundo Celina Leão, passou a ser A. Outro ponto discutido durante a audiência foi a publicação do balanço contábil do BRB. Segundo a governadora, a decisão sobre a divulgação cabe ao próprio banco, mas a expectativa é que o documento seja apresentado após a conclusão da contratação do empréstimo. “Essa é uma decisão do banco, uma decisão contábil, e nós vamos apresentar assim que nós assinarmos o contrato”, afirmou, acrescentando que os dados contábeis e o plano de negócios já foram encaminhados ao FGC. Para Celina, a operação precisa considerar a situação extraordinária provocada pela liquidação do Banco Master e os ativos relacionados ao caso. Ela afirmou que o BRB foi afetado pela situação e defendeu que o banco tenha acesso às carteiras que, segundo ela, pertencem à instituição. Como exemplo, a governadora citou uma carteira de crédito avaliada em cerca de R$ 9 bilhões. “Só essa carteira, se fosse devolvida ao banco, que ela já é nossa porque nós já pagamos por ela, não precisava de empréstimo”, afirmou. Celina também destacou decisão relacionada à possibilidade de o BRB negociar diretamente determinados ativos, o que, segundo ela, pode reduzir a necessidade inicialmente prevista para a operação. “Isso nos dá uma segurança de que aquilo que nós estamos fazendo de previsibilidade possa diminuir, inclusive nós possamos até o banco também negociar essas carteiras diretamente”, explicou. O encontro ocorreu na Sala de Sessões da Segunda Turma do STF e reuniu, além da governadora e do ministro Luiz Fux, o ministro da Fazenda, Dario Durigan; o diretor-presidente do FGC, Daniel Lima; o advogado-Geral da União Substituto e secretário-geral de Consultoria da AGU, Flávio José Roman; o presidente do BRB, Nelson de Souza; o secretário de Economia do DF, Valdivino Oliveira; entre outros representantes de partes envolvidas.
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Saiba como cuidar da saúde hormonal masculina após os 40 anos
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Cansaço frequente, perda de disposição, aumento da gordura abdominal e redução da libido. Depois dos 40 anos, esses sinais podem aparecer com mais frequência e, embora muitas vezes sejam associados apenas ao envelhecimento, também podem estar relacionados às mudanças hormonais que ocorrem naturalmente no corpo masculino. De acordo com a endocrinologista Martha Sanjad, do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), uma das principais alterações nessa fase da vida é a redução gradual dos níveis de testosterona, hormônio que desempenha funções importantes no organismo. “Diferentemente do que acontece com as mulheres na menopausa, a queda hormonal nos homens ocorre de forma lenta e progressiva ao longo dos anos. Por isso, muitas vezes os sintomas passam despercebidos ou são confundidos com o estresse da rotina e com o próprio envelhecimento”, explica. Fadiga persistente, diminuição do desejo sexual, disfunção erétil, perda de massa muscular são alguns dos sintomas de redução da testosterona | Foto: Divulgação/IgesDF Deficiência hormonal A redução da testosterona pode afetar diferentes aspectos da saúde e estar associada a sintomas como fadiga persistente, diminuição do desejo sexual, disfunção erétil, perda de massa muscular, alterações de humor e redução da energia e da motivação. A endocrinologista ressalta, porém, que a presença desses sinais não significa necessariamente uma deficiência hormonal. “É importante lembrar que os sintomas podem estar relacionados a outras condições de saúde. Por isso, a avaliação médica é fundamental para identificar a causa e definir a melhor abordagem para cada paciente”, afirma. Hábitos que fazem a diferença Embora o envelhecimento seja acompanhado por mudanças naturais, algumas escolhas ao longo da vida podem contribuir para a manutenção do bem-estar e da qualidade de vida. “Nem sempre a reposição hormonal é necessária. Em muitos casos, mudanças no estilo de vida já proporcionam melhora significativa dos sintomas. O mais importante é buscar orientação e evitar a automedicação” Martha Sanjad, endocrinologista do Hospital Regional de Santa Maria Uma alimentação equilibrada, com frutas, verduras, legumes, grãos integrais e proteínas magras, fornece nutrientes importantes para o bom funcionamento do corpo. Já a redução do consumo de alimentos ultraprocessados e açúcares refinados contribui para a saúde metabólica. A prática regular de exercícios físicos também tem papel importante. Atividades aeróbicas favorecem a saúde cardiovascular, enquanto o treinamento de força ajuda a preservar a massa muscular e a densidade óssea. O sono é outro fator que merece atenção. Segundo Martha, manter uma rotina regular de descanso e evitar estimulantes antes de dormir são medidas que favorecem o equilíbrio e o funcionamento adequado do corpo. Controlar o estresse, não fumar, moderar o consumo de bebidas alcoólicas e manter um peso saudável completam os cuidados que podem contribuir para a qualidade de vida ao longo dos anos. Reposição hormonal exige acompanhamento O cuidado com os hormônios também passa por evitar o uso de testosterona sem indicação e orientação médica. Fernando Almeida, nome fictício adotado a pedido do entrevistado, tem 44 anos e conhece na prática a importância desse cuidado. Ele iniciou o uso de testosterona por questões estéticas, mas, durante o tratamento, apresentou problemas no fígado e nos rins e precisou interromper a reposição. Atualmente, segue orientação médica para adotar hábitos mais saudáveis, especialmente com a prática de exercícios físicos. “Hoje estou focado em cuidar da saúde e me exercitar. Mais para frente pretendo voltar ao endocrinologista para uma nova avaliação”, conta. Martha Sanjad reforça que a reposição de testosterona não deve ser utilizada simplesmente para combater os efeitos naturais do envelhecimento ou com finalidade estética. A indicação deve ser individualizada e considerar o quadro clínico, os sintomas apresentados e os resultados dos exames. Quando procurar ajuda médica? A orientação é buscar atendimento quando os sintomas persistem ou começam a interferir na rotina e na qualidade de vida. A investigação pode envolver exames de testosterona total e livre, avaliação de hormônios relacionados ao funcionamento dos testículos e da tireoide, além de testes para verificar glicemia e perfil lipídico. A definição dos exames necessários depende da análise clínica de cada caso. “Nem sempre a reposição hormonal é necessária. Em muitos casos, mudanças no estilo de vida já proporcionam melhora significativa dos sintomas. O mais importante é buscar orientação e evitar a automedicação”, conclui a endocrinologista. *Com informações do IgesDF
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Saiba como solicitar o cartão gratuito para o transporte público do DF
Moradores do Distrito Federal com deficiência ou condições graves de saúde têm direito à gratuidade no transporte público coletivo. O benefício permite o acesso aos ônibus e metrô. Para ter direito ao benefício, residentes do DF precisam se enquadrar nas condições previstas em legislação específica: * Pessoas com deficiência física, sensorial ou mental. * Pessoas com insuficiência renal ou cardíaca crônica, câncer, vírus HIV, anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia). Como solicitar O cadastro é simples e rápido, podendo ser feito sem sair de casa ou de forma presencial: * Pela internet, neste site. * Presencialmente no posto localizado na Estação do Metrô da 112 Sul, especializado no atendimento do cartão do programa. Documentação necessária * Laudo médico: formulário próprio impresso pelo site do programa, preenchido e assinado por médico com CRM do Distrito Federal. Caso haja necessidade de acompanhante, a justificativa deve ser expressamente indicada no laudo. * Documentos pessoais: RG (ou certidão de nascimento para menores de idade) e CPF. * Comprovante de residência: correspondência do DF em nome do requerente ou de seu responsável legal, emitida há no máximo 60 dias. Após a entrega dos documentos, o programa faz a conferência inicial e encaminha o laudo para avaliação da equipe médica. Assim que aprovado, o cartão é emitido. Todo o processo pode ser acompanhado pelo site do sistema. Regras de uso e validade O cartão do programa garante até 8 acessos diários para o titular e, quando houver necessidade de acompanhante aprovada em laudo, o limite passa para 16 passagens por dia, sendo 8 para o beneficiário e 8 para o acompanhante. O uso do documento é estritamente pessoal e intransferível, restrito ao titular e à pessoa cadastrada para auxiliá-lo. Constatado o uso indevido do cartão, será instaurado processo administrativo e o benefício poderá ser suspenso. O benefício tem validade de até dois anos e a renovação pode ser feita de forma online ou presencial ao final desse período para manter o cartão ativo.
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Mais de 1,1 mil oportunidades de emprego estão abertas no DF nesta sexta-feira (14)
Mais de 1,1 mil vagas estão disponíveis nas agências do trabalhador do Distrito Federal nesta sexta-feira (14) para pessoas que buscam uma oportunidade no mercado de trabalho. Há opções para diferentes níveis de escolaridade, com ou sem experiência. Quem está em busca do primeiro emprego também pode consultar as vagas ofertadas. Entre as vagas com os maiores salários oferecidos, o destaque é para o cargo de calceteiro, com remuneração de R$ 3.447 e dez oportunidades disponíveis na Asa Sul. Para concorrer, é necessário ter experiência comprovada, mas não há exigência de escolaridade. Na sequência, aparecem as vagas para pedreiro, com salário de até R$ 2.772 e exigência de experiência comprovada, e para açougueiro e assentador de mármores, granitos e outras pedras decorativas, ambas com remuneração de R$ 2,7 mil. Os cargos com o maior número de vagas são os de repositor de mercadorias, com 90 oportunidades, operador de caixa, com 89, e auxiliar de limpeza, com 88. Também se destacam as funções de atendente de lojas, com 83 vagas, e atendente de padaria, com 60 oportunidades distribuídas em diferentes regiões administrativas do Distrito Federal. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, de segunda a sexta-feira. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejam ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador.
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Simulado Tunel Rei Pelé
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Como doar e receber nos bancos de leite humano do DF
A Rede de Bancos de Leite Humano do DF presta atendimento às famílias e viabiliza a doação de leite para recém-nascidos internados que necessitam do alimento. Além de realizarem a coleta, o processamento e a distribuição do leite doado, os bancos de leite humano atuam no fornecimento de orientações sobre amamentação. As equipes auxiliam mulheres em situações como ingurgitamento mamário, fissuras nos seios e dificuldades na pega do bebê, colaborando para a manutenção do aleitamento. O DF conta com 14 bancos de leite humano e seis postos de coleta nas unidades públicas e suplementares. O leite pasteurizado é destinado prioritariamente a recém-nascidos internados, especialmente prematuros, de baixo peso ou com condições clínicas graves, segundo critérios técnicos das equipes neonatais. Quem pode doar A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde. É necessário não utilizar medicamentos ou substâncias incompatíveis com a doação e preencher os critérios do cadastro da equipe técnica. A doação pode ser feita por mulheres que estejam amamentando, produzam leite além da necessidade do filho e apresentem boas condições de saúde | Foto: Divulgação O cadastramento pode ser realizado no banco de leite humano mais próximo, pelo telefone 160 (opção 4), pelo site ou pelo portal. Nesses canais estão disponíveis informações sobre documentos necessários, endereços e horários de funcionamento. Coleta domiciliar Após o cadastro, é possível solicitar a coleta domiciliar. O serviço é organizado por região e disponibilidade de atendimento. Os bancos de leite disponibilizam gratuitamente os frascos de vidro esterilizados e as instruções para retirada, armazenamento e conservação. A orientação inclui higienização das mãos, proteção de cabelos, nariz e boca, uso de recipientes esterilizados e identificação de cada frasco com o nome da doadora, data e horário da extração. O leite precisa ser congelado imediatamente após a coleta. Após o recolhimento, o material é transportado sob controle de temperatura e passa por etapas de seleção, classificação, análises físico-químicas e microbiológicas, pasteurização e reavaliação antes da liberação, conforme os protocolos exigidos.
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Vacinação antirrábica para cães e gatos começa neste sábado (15/8)
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A Campanha de Vacinação Antirrábica Animal começa no próximo sábado (15/8). A vacinação protege cães e gatos contra a raiva e contribui para prevenir a transmissão da doença aos seres humanos. A dose é gratuita e deve ser aplicada anualmente. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal. No dia 15/8, a vacinação ocorre prioritariamente na zona rural. Nos dias 22 e 29 de agosto, todos os locais de atendimento serão em zonas urbanas. A lista completa com os locais de vacinação, com endereços e horários, está disponível neste site. A campanha será realizada em três sábados consecutivos, contemplando as áreas rural e urbana do Distrito Federal | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde Meu bichinho pode ser vacinado? A imunização é indicada para cães e gatos saudáveis a partir dos três meses de idade. Animais vacinados em anos anteriores também precisam receber a dose anual para manter a proteção contra o vírus. Fêmeas prenhes ou em período de lactação podem ser vacinadas. Nesses casos, recomenda-se um manejo cuidadoso para evitar estresse durante o atendimento. Cães e gatos que estiverem doentes, sob tratamento veterinário ou em recuperação de cirurgias devem aguardar a plena recuperação antes de receber a vacina. Animais com alterações de comportamento ou outros sinais suspeitos de raiva não devem ser levados aos pontos de vacinação. Nesses casos, o tutor deve buscar orientação veterinária e comunicar a Vigilância Ambiental. Após a aplicação da dose, o animal pode se alimentar, beber água e tomar banho normalmente. Em dias quentes, a orientação é mantê-lo hidratado durante o período de espera e evitar a exposição excessiva ao sol. Transporte e segurança Para garantir a segurança durante a vacinação, os tutores devem seguir as orientações para o deslocamento até os pontos de atendimento: — Cães devem ser conduzidos com coleira e guia curta. Animais de grande porte, agressivos ou sujeitos a regras específicas devem usar focinheira e equipamentos de segurança adequados; — Gatos devem ser transportados em caixas apropriadas e seguras. Sempre que possível, também é recomendado o uso de coleira e guia. *Com informações da Secretaria de Saúde
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6º Curso de Intervenção em Produtos Perigosos
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