Sancionada Política Distrital de Prevenção ao Suicídio e de Apoio às Famílias Enlutadas
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Governo do Distrito Federal (GDF) sancionou, na quarta-feira (22/7), a Política Distrital de Prevenção ao Suicídio e de Apoio Psicossocial às Famílias Enlutadas por Suicídio. A nova legislação tem como objetivo reduzir os índices de suicídio no DF e oferecer suporte às pessoas afetadas direta ou indiretamente. Novas diretrizes fortalecem a integração entre diferentes áreas do poder público | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A política fortalece o desenvolvimento de ações permanentes de prevenção, capacitação e acolhimento, a atuação intersetorial e a formação continuada de profissionais na rede pública. A normativa também estabelece como diretrizes o atendimento especializado, a implantação de ações de posvenção com suporte psicológico e social às famílias enlutadas — e a elaboração de protocolos de notificação e encaminhamento, além do fomento à produção de dados, estudos e indicadores sobre o tema. A Secretaria de Saúde (SES-DF) já promove ações nesse âmbito, com base na Portaria nº 184, de 12 de setembro de 2012, que instituiu, no âmbito administrativo interno, a Política Distrital de Prevenção do Suicídio. Desde então, as iniciativas são pautadas em diretrizes como promoção da vida, valorização da escuta, capacitação profissional, atendimento multiprofissional e articulação intersetorial. Em 2020, o colegiado da SES-DF aprovou o Plano Distrital de Prevenção do Suicídio, que complementou a iniciativa com os eixos estratégicos Gestão e governança, Qualificação da rede de cuidado e Informação, entre outros. Com a sanção da lei, o plano será atualizado, principalmente em relação às capacitações de servidores sobre o suporte psicológico e social às famílias enlutadas. As diretrizes que entram em vigor são respaldo legal em âmbito distrital, consolidando uma política pública permanente. A legislação fortalece a integração entre diferentes áreas do poder público, amplia a segurança jurídica para sua execução e contribui para garantir a continuidade das ações de prevenção, cuidado e apoio psicossocial à população. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Hábitos simples ajudam a preservar a saúde do cérebro ao longo da vida
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O cérebro comanda pensamentos, emoções, movimentos, memórias e diversas funções essenciais para a vida. No Dia Mundial do Cérebro, celebrado em 22 de julho, especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) reforçam que cuidar desse órgão vai muito além de estimular a mente: começa com escolhas diárias capazes de prevenir doenças e preservar a qualidade de vida. Embora o envelhecimento seja um processo natural, grande parte das doenças neurológicas pode ter o risco reduzido com medidas simples adotadas ao longo da vida. Para a neurologista Letícia Costa Rebello, proteger o cérebro passa, antes de tudo, pelo controle dos fatores de risco cardiovasculares. "Pressão alta, diabetes, colesterol elevado, tabagismo, obesidade e sedentarismo são fatores que podem ser prevenidos e controlados. Cuidar da saúde do coração também é cuidar da saúde do cérebro", destaca. Embora o envelhecimento seja um processo natural, grande parte das doenças neurológicas pode ter o risco reduzido com medidas simples adotadas ao longo da vida | Fotos: Divulgação/IgesDF Entre as doenças que mais preocupam os especialistas está o acidente vascular cerebral (AVC), uma das principais causas de morte e incapacidade no país. Apesar da gravidade, a neurologista lembra que a maioria dos casos pode ser evitada. "Entre 80% e 90% dos AVCs podem ser prevenidos com o controle adequado dos fatores de risco. Quanto mais cedo esses cuidados começam, maiores são as chances de manter uma boa saúde cerebral ao longo da vida", explica. Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, as doenças cerebrovasculares não atingem apenas idosos. Embora o risco aumente com a idade, a exposição prolongada a hábitos inadequados favorece o surgimento de problemas muito antes do envelhecimento. Por isso, segundo Letícia, a prevenção deve começar ainda na juventude. "O AVC pode acontecer em qualquer faixa etária. Quanto mais cedo controlamos os fatores de risco, menor é o impacto deles sobre o organismo ao longo dos anos", afirma. Reconhecer rapidamente os sinais de um AVC também pode fazer toda a diferença. A médica orienta que sintomas como fraqueza em um lado do corpo, dificuldade para falar e desvio da boca devem ser tratados como uma emergência. "A palavra Samu ajuda a lembrar dos principais sinais. Se a pessoa apresentar qualquer um deles, é fundamental acionar imediatamente o 192. Tempo é cérebro, e cada minuto faz diferença para reduzir sequelas e aumentar as chances de recuperação", ressalta. AVC não tem idade A experiência da jornalista Pollyana Cabral mostra que o AVC também pode atingir pessoas jovens e reforça a importância de reconhecer rapidamente os sinais da doença e buscar atendimento imediato. “Eu tinha 22 anos. Era um domingo quando tudo começou com uma dor de cabeça fora do normal e a visão escurecendo aos poucos. Pensei que fosse apenas uma enxaqueca. Dormi mal e, na manhã seguinte, acordei com o lado esquerdo dormente, o olho avermelhado e a fala enrolada. Tentei seguir o dia, fui para o trabalho e, ao tentar conversar, percebi que a língua não obedecia. Procurei socorro imediatamente. O diagnóstico veio rápido: acidente vascular cerebral isquêmico, algo que jamais imaginaria viver tão jovem. Perdi parte da memória e a fluência em idiomas que dominava. Fiquei com paralisia no lado esquerdo do rosto e no braço por cerca de seis meses. A fisioterapia e o apoio da família foram essenciais. Hoje, com a memória reconstruída, entendo a importância de agir rápido", conta. Além da prevenção das doenças vasculares, manter a saúde cerebral envolve um conjunto de hábitos que influenciam diretamente o funcionamento do organismo Além da prevenção das doenças vasculares, manter a saúde cerebral envolve um conjunto de hábitos que influenciam diretamente o funcionamento do organismo. A neurologista e pesquisadora Júlia Carolina Ribeiro explica que o cérebro envelhece em conjunto com o restante do corpo. "Os cuidados mais eficazes não são soluções milagrosas para a memória, mas hábitos que preservam a saúde como um todo, incluindo controle da pressão arterial, alimentação equilibrada, atividade física, saúde mental, audição, visão e uma vida social ativa", pontua. O descanso adequado também ocupa um papel essencial nesse processo. Durante o sono, o cérebro realiza mecanismos importantes de limpeza e consolidação da memória, enquanto o estresse prolongado e o excesso de telas podem comprometer essas funções. Para a pesquisadora, estabelecer limites no uso da tecnologia e preservar uma rotina saudável fazem diferença no longo prazo. "Dormir bem, reduzir o estresse crônico e evitar que as telas substituam o sono ou o convívio social são medidas respaldadas pela ciência para proteger a saúde cerebral", explica. Quando o assunto é manter a mente ativa, a especialista destaca que os maiores benefícios não estão em soluções rápidas, mas na combinação de diferentes estímulos ao longo da vida. Aprender um novo idioma, tocar um instrumento musical, praticar dança, manter vínculos sociais e realizar atividades físicas regularmente fortalecem a chamada reserva cognitiva, que ajuda o cérebro a enfrentar melhor o processo de envelhecimento. "O conjunto de hábitos saudáveis tem um impacto muito maior do que qualquer estratégia isolada para preservar a cognição", afirma Júlia. Em caso de sintomas que possam indicar um AVC, a orientação é acionar imediatamente o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), pelo telefone 192. Para prevenção e controle dos fatores de risco, a população deve procurar uma unidade básica de saúde (UBS), porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). *Com informações do IgesDF
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Seleção para cardiologista e maqueiro hospitalar tem salários de até R$ 16 mil
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Estão abertas as inscrições para dois novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro de reserva. As oportunidades são para médico cardiologista e maqueiro hospitalar, com remunerações que chegam a R$ 16.030,94. Os profissionais serão contratados por tempo indeterminado, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As cargas horárias mínimas variam entre 24 e 36 horas semanais. Seleção para formação de cadastro de reserva permite a convocação de profissionais conforme a necessidade assistencial em unidades de saúde | Foto: Divulgação Os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação para jornadas superiores a seis horas, conforme previsão em acordo coletivo de trabalho, na forma de alimentação in natura ou auxílio-refeição, quando não houver fornecimento de alimentação no local de trabalho, além de auxílio-saúde, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral, folga no mês de aniversário, folga para acompanhamento de filho em reunião escolar, auxílio-maternidade e paternidade estendidos e auxílio-funeral, conforme os normativos internos e os acordos coletivos de trabalho. Médico cardiologista O Edital nº 074/2026 prevê cadastro de reserva para médico cardiologista, com remuneração bruta de R$ 16.030,94 e carga horária mínima de 24 horas semanais. Para participar da seleção, é necessário ter graduação em medicina reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), registro ativo no Conselho Regional de Medicina (CRM), residência médica ou título de especialista em cardiologia emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), além de experiência mínima de seis meses em ambiente hospitalar. Também são exigidas experiências mínimas de seis meses em emergência cardiológica e de atendimento em pronto-socorro, incluindo a realização de procedimentos invasivos, requisitos essenciais para a atuação em situações de alta complexidade. Maqueiro hospitalar O Edital nº 075/2026 contempla cadastro de reserva para maqueiro hospitalar, com remuneração bruta de R$ 1.625,15 e carga horária mínima de 36 horas semanais. Os candidatos devem ter ensino médio completo, reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), e experiência mínima de um mês como maqueiro ou padioleiro. Será considerado diferencial apresentar certificado de curso básico de primeiros socorros. Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial disponível em processo seletivo, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os editais têm como objetivo a formação de cadastro de reserva, permitindo a convocação de profissionais conforme a necessidade assistencial em unidades de saúde.
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Curso de capacitação enfatiza o papel dos tratadores de animal na educação ambiental
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Tratadores de diferentes setores do Zoológico de Brasília participaram, na terça-feira (21/7), de um curso interno de capacitação voltado para a educação ambiental. A iniciativa teve como objetivo reforçar a importância desses profissionais como agentes fundamentais na sensibilização do público para a conservação da fauna e da biodiversidade. Curso faz parte do programa permanente de capacitação dos servidores do zoo | Foto: Divulgação/FJZB A capacitação foi conduzida pelo supervisor de Educação Ambiental do zoo, José Antônio dos Santos Sousa, e pelo tratador Guilherme Gonçalves dos Reis. Durante o encontro, foram abordadas estratégias de comunicação com os visitantes, a atuação dos tratadores como referência técnica e educativa, além da contribuição do manejo diário dos animais para a construção de experiências de aprendizagem e conscientização ambiental. Embora a principal atribuição dos tratadores esteja relacionada ao cuidado, manejo e bem-estar dos animais, o contato direto deles com o público faz desses profissionais importantes multiplicadores de conhecimento. Ao compartilhar informações sobre hábitos, características e desafios enfrentados pelas espécies, os profissionais contribuem para aproximar a sociedade das ações de conservação desenvolvidas pela instituição. O curso integra o programa permanente de capacitação dos servidores, que promove formações contínuas para o aperfeiçoamento técnico das equipes e o fortalecimento das atividades desenvolvidas nas diferentes áreas da instituição. A iniciativa busca incentivar a troca de experiências entre os profissionais e ampliar a integração entre os setores, refletindo diretamente na qualidade dos serviços prestados ao público e no cumprimento da missão de educação ambiental. *Com informações da Fundação Jardim Zoológico de Brasília
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Distrito Federal está em alerta amarelo para baixa umidade do ar nesta quarta-feira (22)
O Distrito Federal está em alerta amarelo de perigo potencial devido à baixa umidade relativa do ar. O aviso do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) tem validade para esta quarta-feira (22), das 12h às 18h. Com índices variando entre 20% e 30% nas horas mais quentes do dia, a condição climática exige cuidado da população para evitar riscos à saúde e prevenir a possibilidade de incêndios florestais. De acordo com as previsões, o quadro de tempo excessivamente seco deve persistir no DF por pelo menos mais sete dias. A situação ocorre devido à influência de uma massa de ar seco e estável, associada a um sistema de alta pressão. Esse sistema atmosférico inibe a formação de nuvens, afasta as chances de precipitação e favorece o intenso aquecimento diurno, o que eleva as temperaturas e diminui a umidade. A recomendação é que a população se hidrate nas horas mais secas do dia | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Além da capital, o alerta abrange integralmente Goiás e engloba áreas de outros 14 estados — Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins. Apesar do alerta, o episódio está dentro do comportamento climático esperado para o mês de julho, época que marca o período de estiagem no Planalto Central. No entanto, a exposição a uma umidade entre 20% e 30% eleva as chances de ressecamento da pele e das mucosas, irritações nos olhos, nariz e garganta, sangramentos nasais e o agravamento de doenças respiratórias crônicas, como asma e rinite. Instruções É aconselhado evitar a prática de atividades físicas e a exposição direta ao sol nos momentos mais quentes do dia A recomendação é adotar atenção redobrada com os grupos mais vulneráveis, o que inclui crianças, idosos, grávidas, pessoas com comorbidades, bem como populações e animais em situação de rua. Para diminuir os impactos no cotidiano, a orientação é que a população intensifique a hidratação, use hidratantes corporais e aplique soro fisiológico nas vias respiratórias. Também é aconselhado evitar a prática de atividades físicas e a exposição direta ao sol nos momentos mais quentes do dia, usar roupas leves, proteger-se com bonés ou sombrinhas e manter os ambientes de casa e do trabalho adequadamente umidificados. Índices Historicamente, o DF já enfrentou períodos ainda mais críticos de estiagem. O menor índice de umidade já captado pelos equipamentos do Inmet na região foi de 7%, marca atingida na estação do Gama (Ponte Alta) em 3 de setembro de 2024, seguido de 9% em Brazlândia em 22 de agosto de 2025 e em Águas Emendadas, em 4 de outubro de 2020. Já na área central de Brasília, o recorde absoluto de secura ocorreu em 15 de setembro de 2024, quando os registros chegaram a 10%.
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Quadras reformadas em Samambaia pelo GDF na Sua Porta incentivam prática esportiva
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. As quadras de esporte da QN 311 e QN 403 de Samambaia estão de cara nova. Os espaços foram reformados pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimento de mais de R$ 527 mil. As obras atendem às ordens de serviço assinadas pela governadora Celina Leão durante a edição do programa GDF na Sua Porta na cidade, em 18 de maio. As quadras de esporte foram pintadas, tiveram o alambrado recuperado e outros problemas estruturais resolvidos | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Os dois equipamentos passaram por reforma completa com foco nas principais demandas de cada um. Na quadra da QN 403, houve a recuperação do alambrado, pintura do piso e reparo nos demais itens. Já na QN 311, os serviços incluíram a recuperação do piso e aplicação de tinta em poliuretano, que oferece maior durabilidade e resistência contra exposição ao sol e à chuva. Segundo o assessor da Diretoria das Cidades da Novacap, José Filipe Pereira de Carvalho, as obras foram executadas com o objetivo de ampliar o acesso da população aos espaços públicos. “O nosso principal objetivo é devolver para Samambaia espaços de convivência que sejam seguros e que realmente convidem a comunidade a ocupar a cidade”, comentou. “Entregar essas duas quadras totalmente renovadas é garantir que os jovens, as crianças e as famílias da cidade tenham um local digno para o esporte, para o lazer e para a saúde. Ver o projeto 100% concluído nos dá a certeza do dever cumprido.” O gerente de Esporte e Lazer da Administração Regional de Samambaia, Rony Dias, observa que a reforma atendeu uma demanda antiga da população e veio para agregar qualidade de vida ao dia a dia de todos. Ele acrescenta que outros pontos esportivos também passaram por reparos com o mesmo objetivo. “Depois da reforma, a criançada começou a brincar mais, voltaram os projetos sociais, que são muito importantes para o esporte da cidade. Tudo reformado dá um incentivo a mais para a molecada brincar”, disse. Jassyara Silva comenta que, após a reforma, as crianças podem brincar com mais segurança na quadra esportiva A fiscal de caixa Jassyara Silva, 25 anos, mora em frente à quadra da QN 311 e celebra a entrega da obra. “A quadra estava com falhas no gol, o chão estava mal estruturado, estava tudo desregulado. Aí fizeram a reforma, ficou excelente, nota mil. Ficou mais seguro, as crianças não se machucam mais. Gostei muito”, avaliou. Mobilidade Outro ganho para a população de Samambaia foi a manutenção dos abrigos de ônibus. Os serviços foram feitos pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), conforme a complexidade de cada equipamento. A pasta mapeou os problemas existentes e executou os reparos necessários, como limpeza, pintura, recomposição dos elementos danificados, preenchimento das fissuras e impermeabilização da cobertura. Foram reformados diversos pontos, incluindo os da QS 103, QR 204 e da Segunda Avenida Norte. Após mapeamento feito pela Semob, pontos e abrigos de ônibus de Samambaia foram reformados A arquiteta e urbanista da Subsecretaria de Terminais da Semob-DF, Ana Carolina Araújo, explicou que as intervenções restabelecem as condições estruturais, funcionais e de conservação dos espaços: “A manutenção dos abrigos de passageiros é uma atividade essencial para garantir a segurança, a acessibilidade e o conforto dos usuários do transporte público, além de preservar o patrimônio público e ampliar sua vida útil”, . De acordo com ela, as ações são precedidas por vistorias técnicas em campo, nas quais são avaliadas as condições estruturais, o estado de conservação e a existência de patologias, permitindo a classificação do nível de criticidade de cada equipamento. “Com base nesses levantamentos, as demandas são organizadas de forma planejada e priorizadas conforme critérios técnicos, considerando o grau de deterioração, os riscos à segurança dos usuários e o impacto na operação do sistema de transporte. Esse processo possibilita a aplicação eficiente dos recursos públicos, assegurando que as reformas sejam executadas de maneira contínua, organizada e transparente”, detalhou.
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