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Profissionais do HRSM vivenciam rotina de pacientes com bolsa de estomia para fortalecer atendimento humanizado

Como tomar banho, dormir, trabalhar ou simplesmente se sentir confortável usando uma bolsa de estomia? Para compreender melhor a realidade dos pacientes que convivem com o dispositivo, profissionais da clínica médica do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) trocaram o papel de cuidadores pelo de pacientes durante uma dinâmica de sensibilização promovida na unidade. A iniciativa permitiu que enfermeiros e técnicos de enfermagem experimentassem parte dos desafios enfrentados diariamente por pessoas que utilizam bolsas de estomia. O dispositivo é utilizado por pacientes que passaram por cirurgias no intestino ou no sistema urinário, permitindo a coleta de fezes ou urina por meio de uma abertura criada no abdômen. Mais do que reforçar conhecimentos técnicos, a proposta buscou desenvolver empatia e fortalecer a humanização no atendimento prestado aos pacientes. A ação foi realizada no HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), diante do aumento do número de pacientes atendidos na unidade que passaram por cirurgias e necessitam utilizar bolsas de estomia, seja em decorrência de câncer ou de outras condições clínicas complexas. "Muitos profissionais ainda tinham insegurança para realizar alguns cuidados e demonstravam receio por falta de familiaridade com a situação. Então pensamos em uma estratégia que pudesse aproximar a equipe dessa experiência", explica Vitor Firmino, enfermeiro estomaterapeuta do HRSM. O dispositivo é utilizado por pacientes que passaram por cirurgias no intestino ou no sistema urinário, permitindo a coleta de fezes ou urina por meio de uma abertura criada no abdômen | Foto: Divulgação/IgesDF Cada participante recebeu uma bolsa de estomia para fixar no próprio abdômen e foi orientado a realizar os cuidados de rotina necessários para o uso do dispositivo. O desafio era permanecer o maior tempo possível utilizando a bolsa durante as atividades do dia a dia. Para tornar a experiência ainda mais motivadora, a ação contou com premiações para os participantes que permanecessem mais tempo na dinâmica. Entre os brindes estavam almoços em restaurantes, chocolates, bolos e até sessões de hidratação capilar. Quando a experiência muda o olhar A proposta rapidamente conquistou adesão entre os profissionais. Cerca de 60% da equipe da Clínica Médica participou voluntariamente da atividade, reunindo aproximadamente 30 colaboradores. Uma das idealizadoras da iniciativa, a estomaterapeuta Cristiane Fernandes, conta que o resultado foi além do esperado. "Nosso objetivo era reforçar os conhecimentos técnicos, mas fomos surpreendidos pela sensibilidade de cada participante. Ao vivenciar na prática os desafios de usar uma bolsa de estomia, eles passaram a enxergar essa realidade de forma muito mais humana", destaca. Entre os participantes estava a enfermeira Edna Soares, que já acompanhou familiares que precisaram utilizar o dispositivo. Para ela, a experiência proporcionou uma nova compreensão sobre as dificuldades enfrentadas pelos pacientes. "Mesmo por pouco tempo, foi possível perceber o desconforto que ela provoca. A pele fica irritada, surge a coceira, é difícil encontrar uma posição confortável para dormir e isso acaba gerando desgaste emocional. Além das limitações físicas, muitas pessoas enfrentam vergonha, insegurança e receio de passar por situações constrangedoras", relata. Segundo Edna, compreender essas dificuldades faz diferença na forma de acolher e orientar quem passa por esse processo. "Hoje existem bolsas mais seguras e confortáveis, que oferecem mais qualidade de vida. Por isso, também precisamos incentivar a independência e mostrar que é possível manter a rotina, conviver socialmente e seguir em frente sem se sentir excluído", afirma. Para a enfermeira, a iniciativa reforçou a importância de um atendimento cada vez mais humanizado. "Foi uma vivência muito rica. Quem precisa usar esse dispositivo merece ser tratado com respeito, atenção e sensibilidade. Estamos falando de pessoas que necessitam não apenas de assistência, mas também de compreensão e acolhimento", conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Riacho Fundo, Itapoã e Samambaia têm energia suspensa para manutenção na rede nesta quarta (17)

Nesta quarta-feira (17), a Neoenergia realizará a interrupção programada do fornecimento de energia em áreas do Riacho Fundo, Itapoã e Samambaia, para que equipes executem serviços de modernização da rede elétrica e poda de árvores. No Riacho Fundo, o fornecimento de energia ficará temporariamente suspenso das 10h às 16h para a realização de poda de árvores. O desligamento afetará a Fazenda Sucupira, nas chácaras 1, 1-A, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 8-C, 9, 9-A, 10, 11, 12-B, 13, 14, 26, 38, 39 e 40. No Itapoã, a interrupção ocorrerá das 10h às 16h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. As áreas afetadas serão as quadras 333, 350, 378, 06, 332, 311, 330, 349 e 203 do Del Lago. Já em Samambaia, o desligamento está previsto das 9h às 12h para obras de melhoria e modernização da rede elétrica. O serviço abrangerá a QS 404, a QS 406, Conjunto B, lotes 1, 1A e 2; Conjunto D, lote 01; Conjunto C, lote 4; Conjunto I, lotes 4 e 5 e a QS 408. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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Brasília Ambiental lança coleção de cartazes em homenagem aos povos ancestrais

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Ex-alunos do RenovaDF agora podem fazer novos cursos dentro do programa

Pessoas que participaram do RenovaDF há mais de cinco anos poderão voltar a se inscrever no programa e disputar uma nova etapa de qualificação profissional. A mudança, informada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF), passa a valer no 2º ciclo de 2026, que começa nesta quarta-feira (17), com 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção, na área da construção civil. A nova regra permite que antigos alunos retomem o processo de formação, agora com acesso a atividades que foram incorporadas ao programa nos últimos anos. A seleção, no entanto, continua obedecendo aos mesmos critérios previstos no edital, com classificação baseada na vulnerabilidade socioeconômica dos candidatos. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, a mudança amplia as possibilidades de requalificação para quem já passou pelo Renova DF. “Permitimos as inscrições de pessoas que já participaram do Renova há mais de cinco anos. Na prática, esses alunos vão poder se requalificar e desenvolver novas habilidades”, afirma. O secretário explica que o programa passou a atuar em mais tipos de equipamentos públicos, o que também ampliou o conteúdo prático da formação. “Quando a gente começou o programa, não entrava em todos os equipamentos, e agora estamos entrando em praticamente todos. Um exemplo são os campos de grama sintética, que exigem uma técnica diferente e, naquela época, a gente não fazia esse tipo de serviço”, acrescenta. “Então, são novas habilidades e novos aprendizados que eles vão poder ter a partir dos próximos ciclos.” No 2º ciclo de 2026, o Renova DF oferece 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção. A formação é voltada à construção civil e inclui noções práticas de carpintaria, jardinagem, eletricidade, encanamento, serralheria e alvenaria | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]  A mudança não altera a forma de seleção. Os interessados continuam sendo classificados com base na situação de vulnerabilidade, na renda familiar e na quantidade de filhos menores de 14 anos. “O processo seletivo é exatamente igual, baseado na vulnerabilidade das pessoas, na situação de cada um e nos encaminhamentos feitos pela Sedes e pela Secretaria de Justiça, principalmente quando se fala em pessoas em situação de rua ou em situação de violência”, reforça Thales Mendes. Formação prática No 2º ciclo de 2026, o Renova DF oferece 1,5 mil vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção. A formação é voltada à construção civil e inclui noções práticas de carpintaria, jardinagem, eletricidade, encanamento, serralheria e alvenaria. As aulas são ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF). O curso tem carga mínima de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas, com até 20 horas semanais. Do total de vagas, 700 são para o turno matutino, 700 para o vespertino e 100 para o noturno, conforme organização da Sedet-DF. Os participantes selecionados têm direito a bolsa no valor equivalente a um salário mínimo a cada 80 horas concluídas, além de auxílio-transporte ou Passe Livre, seguro contra acidentes pessoais e certificado ao fim da formação. Para receber o certificado, é preciso cumprir frequência mínima de 75% da carga horária e aproveitamento de pelo menos 80% no curso. Criado para unir qualificação profissional e cuidado com espaços públicos, o Renova DF oferece aulas práticas em equipamentos e áreas públicas do Distrito Federal. A proposta é que o aluno aprenda uma função enquanto participa de atividades supervisionadas ligadas à manutenção desses espaços. Além da nova possibilidade de retorno ao programa, o edital prevê uma etapa de vivência profissional para alunos de alto aproveitamento. Participantes que concluíram o 1º ciclo de 2026 poderão ser selecionados para permanecer por mais três meses em prática profissional, em empresa ou organização credenciada, com pagamento de bolsa a cada 80 horas cumpridas. Para participar do Renova DF, é preciso ter mais de 18 anos, estar desempregado e comprovar residência no Distrito Federal. A Sedet-DF é responsável pela seleção, pela divulgação do resultado e pela convocação dos candidatos.

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Cuidado com profissionais da saúde fortalece segurança dos pacientes nas unidades do IgesDF

A rotina de profissionais da saúde costuma ser marcada por decisões rápidas, situações complexas e grande responsabilidade sobre a vida de outras pessoas. Quando ocorre um incidente durante a assistência, os impactos podem atingir não apenas o paciente, mas também médicos, enfermeiros, técnicos e demais trabalhadores envolvidos no atendimento. Para acolher esses profissionais e fortalecer a segurança do cuidado, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) desenvolve ações de apoio emocional voltadas aos chamados "segundas vítimas". O termo é utilizado para designar profissionais que sofrem emocionalmente após o envolvimento em incidentes clínicos não intencionais que causam danos ao paciente, considerado a primeira vítima da ocorrência. Com foco no cuidado integral aos colaboradores e na construção de uma cultura de aprendizado, o Instituto incentiva o acolhimento e o suporte a esses trabalhadores.  Acolhimento é essencial para uma boa atuação de profissionais da saúde e também para pacientes | Fotos: Divulgação/IgesDF “Quando um profissional de saúde se vê envolvido em uma falha, ele pode desenvolver sentimentos de culpa, medo e ansiedade. Isso impacta sua confiança e pode comprometer sua atuação" Eny Fernanda dos Santos, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente “Quando um profissional de saúde se vê envolvido em uma falha, ele pode desenvolver sentimentos de culpa, medo e ansiedade. Isso impacta sua confiança e pode comprometer sua atuação", afirma Eny Fernanda dos Santos, chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente Segundo a chefe do Núcleo de Qualidade e Segurança do Paciente, Eny Fernanda dos Santos, reconhecer o impacto dessas situações é fundamental tanto para a recuperação do profissional quanto para a melhoria contínua da assistência. "Por isso, é importante oferecer suporte e criar um ambiente seguro para que ele possa falar sobre a situação.” Psicóloga do IgesDF, Amsha Carvalho de Lima destaca que o sofrimento emocional não deve ser ignorado. “Se a pessoa for dominada pelo medo, ela não terá oportunidade de se desenvolver futuramente", afirma. "A melhor maneira de evitar novas falhas é falar sobre elas de forma aberta, compreendendo suas causas e transformando a experiência em aprendizado.” Entre os sintomas mais comuns apresentados pelas chamadas segundas vítimas estão insônia, cansaço constante, náuseas, taquicardia, tensão muscular e irritabilidade. Como esses sinais podem ser confundidos com outros transtornos, como a síndrome de burnout, é importante que sejam avaliados por profissionais especializados.  Estabilidade emocional é peça-chave para o equilíbrio de profissionais que têm responsabilidade sobre a saúde de outras pessoas Papel das lideranças Para especialistas, o acolhimento também depende da atuação das lideranças. Gestores preparados para ouvir, orientar e apoiar suas equipes contribuem para reduzir o sofrimento emocional dos profissionais e fortalecer um ambiente mais seguro para pacientes e trabalhadores.  "O foco precisa estar na compreensão dos fatores que contribuíram para a situação e nas medidas necessárias para evitar que ela se repita” Amsha Carvalho de Lima, psicóloga do IgesDF “É importante que gestores estejam abertos ao diálogo e compreendam que a análise de uma ocorrência deve ir além da identificação de quem errou", avalia Amsha. "O foco precisa estar na compreensão dos fatores que contribuíram para a situação e nas medidas necessárias para evitar que ela se repita.” Psicóloga do Projeto Acolher, Danielle Afonso Storck reforça que o apoio emocional é essencial para que o profissional consiga lidar com a situação e seguir exercendo suas atividades de forma segura. “O erro não pode se tornar um trauma. Ele sempre precisa ser um aprendizado. Nós não podemos abandonar esse profissional”, afirma. Notificar para aprender e melhorar [LEIA_TAMBEM]De acordo com especialistas, um dos principais desafios é superar o receio de relatar incidentes por medo de julgamentos ou punições. Eny Fernanda ressalta que a notificação de ocorrências protege o paciente, ajuda a aperfeiçoar processos e fortalece uma cultura de segurança. “A comunicação é essencial. Nosso objetivo é compreender os fatores contribuintes, aprimorar processos e promover um ambiente seguro, colaborativo e de aprendizado contínuo”, defende Eny. Ao incentivar o relato das situações e oferecer acolhimento aos profissionais envolvidos, o Instituto busca transformar experiências difíceis em oportunidades de melhoria, reduzindo riscos e tornando a assistência cada vez mais segura para a população. Apoio disponível aos colaboradores   O Projeto Acolher, iniciativa voltada à saúde mental e ao bem-estar dos colaboradores do IgesDF, oferece atendimento psicológico sigiloso e confidencial, respeitando a ética profissional e a privacidade de cada participante. Para acessar os serviços do Projeto Acolher, o colaborador pode enviar e-mail para projetoacolher@igesdf.org.br ou entrar em contato pelos telefones: → Hospital de Base do Distrito Federal - 3550-8900 / 8855 → Hospital Regional de Santa Maria - 3550-8900 / 9291 *Com informações do IgesDF

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Tecnologia e inteligência pericial auxiliam órgãos de trânsito na identificação de pontos críticos de acidentes no DF

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) utiliza tecnologia, análise de dados e inteligência artificial (IA) para transformar laudos de acidentes de trânsito em informações estratégicas voltadas à segurança viária. O trabalho é desenvolvido no Instituto de Criminalística da PCDF e permite identificar, por meio de mapas de calor, regiões com maior concentração de sinistros de trânsito periciados no Distrito Federal. A análise não indica apenas onde os acidentes ocorreram, mas também cruza a localização geográfica com a causa determinante apontada pela perícia, como excesso de velocidade, manobra indevida, interceptação de trajetória, perda de controle, ausência de reação, reação tardia e contramão de direção. Na prática, isso significa que a perícia deixa de atuar apenas após o acidente e passa a produzir conhecimento útil para prevenir novos casos e salvar vidas. “Cada acidente periciado deixa uma lição. Quando reunimos milhares dessas informações em mapas e análises inteligentes, conseguimos enxergar padrões invisíveis a olho nu e ajudar a construir um trânsito mais seguro para toda a população”, afirma o perito criminal Leandro Dias Carneiro. O trabalho é desenvolvido no Instituto de Criminalística da PCDF e permite identificar, por meio de mapas de calor, regiões com maior concentração de sinistros de trânsito periciados no Distrito Federal | Foto: Divulgação/PCDF Um exemplo ocorre quando determinado trecho aparece no mapa de calor com concentração de acidentes por excesso de velocidade. Nesse caso, a informação pode auxiliar os órgãos de trânsito na avaliação de medidas de fiscalização, sinalização ou readequação viária. Em outro cenário, se os dados indicam muitos sinistros por manobra indevida ou interceptação de trajetória em uma mesma região, o ponto pode sinalizar a necessidade de estudo sobre conversões, acessos, retornos, cruzamentos ou fluxo de veículos. Também há situações em que os mapas apontam concentração de acidentes em cruzamentos semaforizados. Essas informações podem subsidiar a avaliação de câmeras, tempos semafóricos, sinalização horizontal, visibilidade e dinâmica de circulação no local. As informações produzidas pela PCDF são encaminhadas aos órgãos de trânsito competentes, como o DER-DF e o Detran-DF, para subsidiar ações de engenharia de tráfego, fiscalização, mobilidade urbana, educação para o trânsito e prevenção de sinistros. O trabalho ganhou ainda mais relevância com o avanço das ferramentas de inteligência artificial desenvolvidas e aplicadas pela própria PCDF. A IA “Charlie”, desenvolvida no âmbito da instituição e recentemente apresentada em conferência internacional de inteligência artificial e Direito, em Singapura, reforça a posição da Polícia Civil do Distrito Federal como referência no uso seguro, técnico e responsável da tecnologia aplicada à atividade policial e pericial. Atendimento à imprensa Veículos de comunicação interessados em obter mais informações sobre o tema, solicitar entrevistas ou produzir reportagens sobre o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil do Distrito Federal na área de perícia de trânsito, análise de dados e inteligência artificial podem entrar em contato com a Assessoria de Comunicação da PCDF (Ascom/PCDF), através do E-mail: ascom@pcdf.df.gov.br   *Com informações da PCDF

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Carreta da Saúde na Escola levará consultas e exames a estudantes da rede pública

A saúde dos estudantes da rede pública do Distrito Federal ganhará reforço com a criação da Carreta da Saúde na Escola. O Governo do Distrito Federal (GDF) sancionou a Lei nº 7.908/2026, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) da última quinta-feira (11), que cria o programa para levar atendimento médico e odontológico preventivo diretamente às escolas, com realização de exames, consultas e encaminhamentos para tratamento na rede pública de saúde. A norma, que ainda será regulamentada, tem como objetivo ampliar o acesso dos estudantes aos serviços de saúde e promover ações preventivas e curativas. Segundo a coordenadora do Programa Saúde na Escola (PSE) pela Secretaria de Saúde (SES-DF), Alana Siqueira, a integração entre saúde e educação é fundamental para a promoção do desenvolvimento integral dos alunos. “A articulação entre os setores favorece a identificação precoce de necessidades de saúde, o desenvolvimento de ações de promoção e prevenção, o fortalecimento dos vínculos com as famílias e a construção de ambientes escolares mais saudáveis e acolhedores. Além disso, contribui para melhores condições de aprendizagem, permanência e qualidade de vida”, afirma. Na avaliação da diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), Larisse Cavalcante, a iniciativa reforça essa integração ao aproximar os serviços de saúde da comunidade escolar e ampliar o atendimento preventivo aos estudantes da rede pública. Além dos atendimentos clínicos, a Carreta da Saúde na Escola desenvolverá ações educativas voltadas à promoção da saúde | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF “Ao levar atendimentos preventivos diretamente ao ambiente escolar, a Carreta da Saúde na Escola favorece a identificação precoce de condições que podem interferir no desenvolvimento e na aprendizagem e possibilita encaminhamentos oportunos para o tratamento adequado”, enfatiza. Saúde itinerante A Carreta da Saúde na Escola funcionará como uma unidade móvel equipada para realizar consultas médicas e odontológicas, exames clínicos, triagens e encaminhamentos para serviços especializados. O atendimento será feito por equipes multidisciplinares compostas por médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais e psicólogos. Segundo a publicação, as visitas serão realizadas por meio de um cronograma para atender progressivamente todas as escolas públicas do DF. Atendimentos Entre os procedimentos previstos estão consultas médicas de rotina, atendimentos odontológicos, aferição de pressão arterial, glicemia capilar, avaliação de peso e altura, além de testes de visão. Quando necessário, os estudantes poderão ser encaminhados para exames especializados e acompanhamento na rede pública de saúde. A legislação também determina que os alunos diagnosticados com condições que exijam tratamento recebam encaminhamento prioritário para as unidades públicas de saúde. As famílias serão informadas sobre os resultados e orientadas sobre o processo de atendimento. Além dos atendimentos clínicos, o programa desenvolverá ações educativas voltadas à promoção da saúde. As atividades abordarão temas como alimentação saudável, higiene pessoal, saúde bucal, prevenção de doenças e cuidados com o bem-estar físico e mental. Parcerias estratégicas A lei prevê ainda que a implementação e a manutenção do programa possam contar com parcerias com entidades privadas que poderão contribuir para a aquisição de equipamentos, veículos e insumos necessários ao funcionamento das unidades móveis. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Representantes da saúde pública do DF recebem homenagem por Dia Mundial do Doador de Sangue

A importância da doação de sangue para o atendimento de milhares de pacientes foi destaque, nesta terça-feira (16), durante sessão solene realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em homenagem ao Dia Mundial do Doador de Sangue, celebrado em 14 de junho. O evento reuniu representantes da saúde pública e privada, instituições parceiras e pessoas que vivenciam diariamente os impactos desse gesto de solidariedade. A presidente do IgesDF, Eliane Abreu, ressaltou a importância de ampliar o debate sobre a doação e valorizar quem contribui para essa rede de solidariedade. "Doar é um gesto de amor. Seja qual for a forma de doação, ela nasce da empatia e da compaixão. Precisamos falar cada vez mais sobre essa temática e reconhecer todos que dedicam sua força de trabalho e sua solidariedade para salvar vidas", elogiou. Presidente do IgesDF, Eliane Abreu ressaltou a importância de ampliar o debate sobre a doação e valorizar quem contribui para essa rede de solidariedade | Foto: Divulgação / Iges-DF Eliane também reforçou a parceria permanente entre o IgesDF e a Fundação Hemocentro de Brasília para garantir o atendimento aos pacientes dos hospitais administrados pelo instituto. “O Hospital de Base (HBDF), o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e o Hospital Cidade do Sol (HSol) atendem diariamente pessoas que dependem da generosidade dos doadores. Nosso respeito e admiração a todos que contribuem para que essa assistência aconteça”, ressaltou. Autor da homenagem e presidente da sessão, o deputado Jorge Vianna observou que a doação de sangue continua sendo um desafio para o país. Segundo ele, apenas 1,6% da população brasileira doa sangue regularmente, enquanto a Organização Mundial da Saúde recomenda que esse índice alcance pelo menos 3%. [LEIA_TAMBEM]“Quero conclamar todos que nos acompanham a se tornarem doadores regulares. É um processo rápido, seguro e que pode fazer toda a diferença para quem está lutando pela vida”, incentivou. Ao longo da solenidade, os participantes reforçaram uma mensagem em comum: ainda não existe tecnologia capaz de substituir o sangue humano. O presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto, destacou que cada doação representa uma oportunidade de tratamento e recuperação para milhares de pacientes. “Cada bolsa coletada representa uma oportunidade de tratamento, recuperação e recomeço para milhares de pacientes que dependem diariamente desse recurso essencial”, disse ao reforçar a relevância do trabalho desenvolvido pelos serviços de coleta e transfusão. A mobilização da sociedade continua sendo indispensável para manter os estoques em níveis seguros e assegurar o atendimento de quem mais precisa", acrescentou. Contexto histórico e técnico do ato de doar Representando o Ministério da Saúde, a coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros, lembrou que o Dia Mundial do Doador de Sangue foi criado pela Organização Mundial da Saúde em homenagem ao nascimento de Karl Landsteiner, responsável pela descoberta dos grupos sanguíneos e por tornar as transfusões seguras. "Doar sangue é um convite ao exercício da cidadania, da responsabilidade social e do altruísmo" Luciana Maria de Barros, coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados do Ministério da Saúde Para ela, a data simboliza muito mais do que uma celebração. "É um convite ao exercício da cidadania, da responsabilidade social e do altruísmo", destacou. Durante sua participação, Luciana também recordou a transformação vivida pelo país nas últimas décadas. Segundo ela, até os anos 1970, a doação remunerada era uma prática comum, expondo doadores e receptores a diversos riscos. A construção da rede pública de hemocentros a partir da década de 1980 e a proibição da comercialização de sangue pela Constituição Federal de 1988 consolidaram um modelo baseado no voluntariado, na gratuidade e no anonimato. “São princípios que garantem a segurança de quem doa e de quem recebe”, salientou a gestora. Luciana também destacou que 2026 marca os 25 anos da Política Nacional do Sangue e do Sistema Nacional de Sangue (Sinasan), estrutura responsável pela coordenação da hemoterapia brasileira. A visão de quem acompanha diariamente os pacientes que recebem esse cuidado foi apresentada pela médica hematologista da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Nina de Oliveira. Representando a assistência especializada, ela agradeceu aos doadores e destacou o impacto concreto que cada bolsa de sangue tem na vida de quem enfrenta um tratamento. “Quem está do outro lado pode afirmar que esse paciente é eternamente grato por esse ato. Isso faz diferença na vida dele e realmente salva vidas”, enfatizou Como forma de reconhecimento às contribuições prestadas à promoção da doação de sangue e ao fortalecimento da hemoterapia no Distrito Federal, a Câmara Legislativa do Distrito Federal também realizou a entrega de moções de louvor ao final da sessão. Além da presidente do IgesDF, Eliane Abreu, foram homenageados doadores que ajudam a manter viva essa corrente de solidariedade. A homenagem contemplou ainda colaboradores da área de hematologia do Hospital de Base: Daiane Pereira, James de Sousa e Juliana Xavier, profissionais que atuam diariamente para garantir assistência segura e qualificada aos pacientes que dependem do ciclo do sangue. *Com informações do Iges-DF

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