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Passeio com 700 ciclistas no Eixão Sul encerra o Maio Amarelo

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), por meio da Escola Vivencial de Trânsito Transitolândia, promoveu um passeio ciclístico para fechar a edição alusiva ao Maio Amarelo, neste domingo (31), no Eixão Sul. A campanha busca conscientizar a sociedade sobre a importância da redução de sinistros de trânsito, incentivar atitudes responsáveis e valorizar a vida. A ação contou com a participação da Caesb e do Detran-DF. O evento reuniu ciclistas de todas as idades em um momento de lazer, cidadania e promoção da segurança viária. A atividade contou com grande participação popular. Além dos 700 ciclistas que se inscreveram para o evento, outras pessoas presentes no local receberam orientações de segurança viária. O evento reuniu ciclistas de todas as idades em um momento de lazer, cidadania e promoção da segurança viária | Fotos: Samara Moutinho/DER-DF Para a diretora de Educação de Trânsito do DER-DF, Graziela Portela, os resultados obtidos são motivo de comemoração.“A conscientização sobre a segurança no trânsito, principal objetivo do Maio Amarelo, cresce graças à participação ativa da sociedade, que está cada vez mais engajada no respeito às leis. Os resultados positivos refletem esse esforço conjunto, e a participação de mais de dezenas de milhares de pessoas ao longo da campanha evidencia o trabalho contínuo que vem sendo realizado ao longo dos anos”, destacou. “A conscientização sobre a segurança no trânsito cresce graças à participação ativa da sociedade, que está cada vez mais engajada no respeito às leis" Graziela Portela, diretora de Educação de Trânsito do DER-DF A concentração dos ciclistas começou às 7h30, na altura da Quadra 102, próximo ao Banco Central. A saída do passeio ciclístico foi por volta das 9h. Todo o passeio foi acompanhado por agentes de trânsito rodoviário do grupamento de moto patrulhamento e em viaturas de quatro rodas. Um dos participantes do passeio de bike, o operador de grua Anderson Guimarães, de 35 anos, não escondeu a satisfação por estar no Eixão neste domingo. "Estou feliz por ter feito a inscrição para estar aqui hoje. Participar deste passeio é muito mais que uma atividade física, é um momento para reforçar o entendimento da importância de estarmos sempre atentos ao trânsito para evitar sinistros. E foi ótimo receber o kit que sem dúvida vai ser muito útil para mim e para os outros ciclistas que puderem vir”, complementou. Anderson Guimarães: "Participar deste passeio é muito mais que uma atividade física, é um momento para reforçar o entendimento da importância de estarmos sempre atentos ao trânsito" O percurso de aproximadamente 10 km, seguindo no sentido Aeroporto com retorno ao ponto de partida também contou com a participação de Eidysimone Silva Santos, 46 anos. Para ela, “eventos como esse são fundamentais para alertar sobre os cuidados no trânsito porque a gente reforça aquilo que já aprendeu e repassa”. Para Eidysimone Silva Santos, eventos como esse reforçam os ensinamentos e ainda incentivam que eles sejam repassados O presidente do DER, Fauzi Nacfur Júnior, ressalta que as ações educativas são fundamentais para mudar a realidade nas vias. “O Maio Amarelo é um momento de alerta, o cuidado com a vida deve ser permanente. Essa iniciativa fortalece o nosso trabalho e mostra que a segurança no trânsito é prioridade para o DER. Nosso objetivo é claro: fazer com que cada pessoa que trafega pelas rodovias, independentemente do modal, volte com segurança para casa. Incentivar o respeito às regras e a convivência pacífica é o caminho para reduzir sinistros e construir um trânsito melhor para todos”, reforçou Nacfur. O Maio Amarelo 2026  A abertura oficial da campanha ocorreu no Parque Vivencial do Paranoá, durante o 7º Encontro de Carrinhos de Rolimã. O evento reuniu famílias em torno de uma tradição que atravessa gerações e serviu como cenário para atividades voltadas para conscientização no trânsito. O DER-DF instalou um circuito com os carrinhos elétricos da Transitolândia, permitindo que crianças e adultos participassem juntos de experiências educativas sobre regras de circulação e convivência segura nas vias. Durante a programação de abertura, agentes de trânsito distribuíram kits educativos e conversaram com o público sobre atitudes responsáveis no trânsito. "Nosso objetivo é claro: fazer com que cada pessoa que trafega pelas rodovias, independentemente do modal, volte com segurança para casa" Fauzi Nacfur Júnior, presidente do DER Ações educativas em escolas também foram desenvolvidas. A equipe da Transitolândia, formada por educadores e integrantes do teatro educativo, levou atividades pedagógicas a instituições públicas e privadas do Distrito Federal. As crianças participaram de dinâmicas práticas sobre travessias seguras, comportamento no trânsito e utilização correta dos dispositivos de retenção infantil. No total, foram realizadas 1.120 ações nos estabelecimentos de ensino. A campanha também esteve presente na abertura do Festival Micarê, no estádio Mané Garrincha. A iniciativa contou com intervenções artísticas promovidas pela equipe de teatro do DER-DF, que utilizou linguagem descontraída para orientar o público sobre segurança viária. Educadores abordaram os frequentadores do evento com informações preventivas e distribuíram materiais educativos voltados à conscientização. Como de costume, servidores e colaboradores do Departamento participaram da ação na Fundação Hemocentro de Brasília (FHB), contribuindo para o fortalecimento dos estoques de sangue e ampliando a corrente de solidariedade estimulada pela campanha. [LEIA_TAMBEM]Além das atividades direcionadas a motoristas e estudantes, o DER-DF reforçou as ações voltadas para a proteção dos pedestres. Equipes de educação de trânsito realizaram abordagens na estação Praça do Relógio, em Taguatinga, orientando a população sobre a importância do respeito à sinalização, da atenção durante a travessia e dos cuidados necessários em áreas de grande circulação de pessoas. Entre as várias atividades desenvolvidas pelo departamento foram realizadas palestras em empresas, participações no Programa GDF na Sua Porta, blitzes educativas e campanhas direcionadas aos motociclistas. Criado em 2014, o Movimento Maio Amarelo é uma iniciativa internacional que busca chamar a atenção para o elevado número de mortes e feridos no trânsito em todo o mundo. O amarelo simboliza advertência e atenção, enquanto o mês de maio faz referência ao período em que a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a Década de Ação pela Segurança no Trânsito. *Com informações do DER-DF  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta segunda (1º) em Ceilândia

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em seis endereços de Ceilândia. A ação está prevista para ter início às 9h desta segunda-feira (1º), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação em Ceilândia para segunda (1º): QNM 16, ao lado da igreja; Setor M Norte, QNM 28, Lote B2, imediações da Associação Recicle a Vida e Assembleia de Deus; Extensão da Avenida Elmo Serejo; QNM 16, Setor M; QNM 19, Conjunto P, Lote 14, próximo à regional de ensino; QNM 29, Setor M. *Com informações da DF Legal  

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Esclerose múltipla é a principal causa de incapacidade neurológica em jovens adultos

“Foi um grande choque. A primeira coisa que passou pela minha cabeça foi que eu precisaria usar cadeira de rodas.” O medo de Marilene de Oliveira começou após episódios de formigamento nas mãos e nos pés. Sem entender o que estava acontecendo, ela passou por diferentes atendimentos até receber, no Hospital de Base do Distrito Federal  (HBDF), o diagnóstico de esclerose múltipla. “Achei que pudesse ser ansiedade, mas queria entender o que estava acontecendo comigo”, relembra. O diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento são fundamentais para reduzir sequelas e retardar  a progressão da esclerose múltipla Neste 30 de maio, Dia Mundial de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla, especialistas alertam para a importância do diagnóstico precoce e do início rápido do tratamento, fundamentais para reduzir sequelas e retardar  a progressão da doença. De acordo com o neurologista do HBDF Ronaldo Maciel, o intervalo entre os primeiros sintomas e a confirmação do diagnóstico pode levar de cinco a sete anos, favorecendo o avanço da condição. "A esclerose múltipla é a principal causa de incapacidade neurológica por causas não externas em jovens adultos no mundo" Ronaldo Maciel, neurologista “Mesmo sendo considerada uma doença rara, a esclerose múltipla possui grande impacto social e econômico, pois é a principal causa de incapacidade neurológica por causas não externas em jovens adultos no mundo”, explica. Segundo o especialista, uma das principais dificuldades para identificar a doença está justamente na variedade de sintomas apresentados pelos pacientes. “A doença costuma surgir entre os 20 anos e os 40 anos e pode causar sintomas semelhantes aos de um acidente vascular cerebral (AVC). Como alguns sinais desaparecem após um período, muitas pessoas acreditam que houve melhora  espontânea e deixam de investigar o quadro até o surgimento de um novo surto”, detalha. Tratamento e acompanhamento Apesar de não ter cura, a esclerose múltipla possui tratamentos capazes de controlar sintomas, reduzir surtos e retardar a progressão da doença. “A doença é uma condição cujos impactos podem ser significativamente reduzidos com tratamento adequado. Por isso, é fundamental diminuir o tempo entre os primeiros sintomas e o diagnóstico”, reforça Ronaldo Maciel. O Hospital de Base é referência no tratamento da esclerose múltipla no Centro-Oeste e acompanha pacientes com a doença desde a inauguração da unidade, há 66 anos. Em 2025, proximadamente 1.200 atendimentos relacionados à condição foram realizados no hospital. Além do acompanhamento com neurologistas, os pacientes atendidos no HBDF contam com suporte multiprofissional, incluindo fisioterapeutas, oftalmologistas, psicólogos e outras especialidades.  Marilene de Oliveira: "O médico me explicou que não era uma sentença de morte. Precisei mudar hábitos, cuidar mais da alimentação e praticar exercícios" Marilene afirma que, apesar do medo inicial, aprendeu a conviver com a doença. “O médico me explicou que não era uma sentença de morte. Precisei mudar hábitos, cuidar mais da alimentação e praticar exercícios. Então eu acordo todos os dias e sigo com a minha vida, mesmo que seja uma rota diferente da que eu achava antes”, relata. Entenda a doença A esclerose múltipla é uma doença inflamatória autoimune que afeta o sistema nervoso central. Nela, o próprio sistema imunológico agride estruturas responsáveis pela transmissão dos impulsos nervosos, comprometendo a comunicação entre cérebro e corpo. Entre os principais sintomas estão fraqueza muscular, tremores, fadiga, alterações na fala, na visão, nos movimentos e na cognição Entre os principais sintomas estão fraqueza muscular, tremores, fadiga, alterações na fala, na visão, nos movimentos e na cognição. Os sinais podem surgir de forma temporária e variar de intensidade. Ainda não há consenso científico sobre as causas da doença, mas especialistas acreditam que fatores genéticos e ambientais estejam relacionados ao desenvolvimento da condição. Sem acompanhamento adequado, a doença pode evoluir progressivamente e comprometer a autonomia dos pacientes ao longo do tempo. “O impacto na qualidade de vida é significativo, principalmente porque a doença se desenvolve durante a juventude e pode comprometer a autonomia e a vida profissional do paciente. Por isso, o controle adequado é essencial”, destaca o neurologista. Em caso de sintomas persistentes, como formigamentos, alterações motoras, perda de força, dificuldades visuais ou tremores, a orientação é procurar atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Após avaliação clínica, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado no Hospital de Base. *Com informações do IgesDF

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Governadora Celina Leão é internada em Brasília

Nota à imprensa A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, está internada no Hospital Santa Lúcia, no Setor Hospitalar Sul, para tratar de um pneumotórax. Ficará sob observação médica. Brasilia, 30 de maio de 2026 *Governo do Distrito Federal

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Centros de referência da mulher brasileira já capacitaram mais de 500 alunas no DF

Os centros de referência da mulher brasileira (CRMBs), equipamentos públicos da Secretaria da Mulher (SMDF), seguem ampliando oportunidades para mulheres em diversas regiões administrativas. Somente nos três primeiros ciclos de capacitações profissionalizantes promovidos neste ano, 589 mulheres concluíram cursos gratuitos nas unidades de São Sebastião, Sol Nascente, Sobradinho II e Recanto das Emas. Na última semana, 210 mulheres receberam certificados de conclusão do terceiro ciclo de formação, que contemplou cursos de designer de sobrancelhas, marketing digital, empreendedorismo, tranças e penteados afro. As capacitações têm como objetivo fortalecer a autonomia financeira, incentivar o empreendedorismo e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Mais de 200 mulheres se formaram em  cursos de designer de sobrancelhas, marketing digital, empreendedorismo ou tranças e penteados afro no terceiro ciclo de atividades nos CRMBs este ano | Foto: Divulgação/SMDF Além de serem espaços de acolhimento e orientação para mulheres, os CRMBs mantêm uma programação contínua de qualificação profissional. Todos os meses, novas turmas são abertas gratuitamente para a comunidade, oferecendo oportunidades de aprendizado, geração de renda e fortalecimento da independência feminina. A secretária da Mulher em exercício, Jackeline Aguiar, destacou a importância dos centros como portas de entrada para o desenvolvimento pessoal e profissional das mulheres. “Os CRMBs são equipamentos públicos que pertencem à comunidade e estão de portas abertas para acolher, orientar e transformar vidas. Além do atendimento especializado, oferecemos cursos gratuitos e, todos os meses, novas turmas são abertas para que cada vez mais mulheres possam conquistar autonomia financeira, desenvolver novas habilidades e construir novos projetos de vida”, afirmou. Entre as formandas está Maria Unice Alves dos Santos, de 57 anos. Ela concluiu as quatro modalidades oferecidas no ciclo. Após deixar o trabalho por questões de saúde, ela encontrou nas capacitações uma forma de reorganizar a rotina, ocupar a mente e recuperar a autoestima. “Eu estava muito parada dentro de casa, trocando o dia pela noite. Quando descobri os cursos, minha vida começou a mudar. Hoje eu tenho ânimo, vontade de aprender e de seguir em frente”, relatou. Maria Unice Alves dos Santos: "Quando descobri os cursos, minha vida começou a mudar. Hoje eu tenho ânimo, vontade de aprender e de seguir em frente" Segundo a coordenadora de Atividades, Fernanda Ferreira Lages, os resultados vão além da qualificação profissional. “Os cursos não representam apenas conhecimento técnico. Eles promovem autoconhecimento, autoestima e fortalecimento dos vínculos sociais. Muitas mulheres chegam aqui em momentos difíceis e descobrem que podem recomeçar, aprender uma nova profissão e enxergar novas possibilidades para suas vidas”, ressaltou. "Os cursos não representam apenas conhecimento técnico. Eles promovem autoconhecimento, autoestima e fortalecimento dos vínculos sociais" Fernanda Lages, coordenadora de Atividades do CRMB As cerimônias de certificação ocorreram simultaneamente nas quatro unidades e contaram com palestras sobre direitos sociais, prevenção à violência contra a mulher, acesso a serviços públicos e fortalecimento da autonomia pessoal e social. As orientações foram conduzidas por profissionais da rede de proteção e instituições parceiras, entre elas estudantes do Centro Universitário de Brasília (Ceub), por meio de projeto de extensão voltado para cidadania e para saúde. As participantes receberam informações sobre bem-estar físico, educação sexual, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e identificação dos diferentes tipos de violência contra a mulher. A programação também incluiu sarau, atividades de ioga e momentos de integração entre as participantes das quatro regiões administrativas. Durante as atividades, mães puderam contar com o apoio das salas infantis das unidades, garantindo a participação nas ações formativas com mais tranquilidade. As inscrições para os próximos ciclos de capacitação já estão abertas. As interessadas podem se inscrever gratuitamente por meio do formulário disponível online. Novas turmas são abertas mensalmente nos CRMBs, que seguem oferecendo atendimento, orientação e qualificação profissional gratuita para mulheres de todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria da Mulher  

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Sistema Distrital de Unidades de Conservação é apresentado a alunos de pós-graduação da UnB

O Instituto Brasília Ambiental apresentou o Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC) a estudantes da disciplina de pós-graduação em Áreas Protegidas, Biodiversidade e Políticas Públicas na Universidade de Brasília (UnB). A atividade foi realizada durante a semana, no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) da universidade. A apresentação teve como objetivo aproximar a gestão pública da comunidade acadêmica, promovendo o diálogo sobre os desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental no Distrito Federal. “A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz" Governadora Celina Leão Para a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, a aproximação entre a comunidade científica e a gestão pública fortalece a construção de políticas ambientais mais eficientes e participativas. “A integração entre a academia e os órgãos gestores traz à luz debates, pesquisas e iniciativas fundamentais para uma gestão compartilhada e eficaz. Quando falamos da conservação do Cerrado, esse diálogo se torna ainda mais importante, pois permite unir conhecimento técnico e experiência prática em favor da proteção do nosso patrimônio natural”, afirmou. Segundo o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, a aproximação entre academia e gestão pública é essencial para o avanço das políticas de conservação: “Estamos abertos às contribuições da comunidade científica e de todos os setores da sociedade. A gestão das unidades de conservação exige diálogo, conhecimento e cooperação. Preservar nossos recursos naturais é um compromisso com o Cerrado e com as futuras gerações”. Temas como orçamento destinado às unidades de conservação, recuperação de áreas degradadas foram discutidos com a comunidade acadêmica | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Durante o encontro, a chefe da assessoria técnica da Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água, Marcela Versiani, levou para a discussão temas como orçamento destinado às unidades de conservação, recuperação de áreas degradadas, criação de novas unidades, gestão participativa e formas de cooperação entre a academia e o poder público. Também foram debatidos tipos de dados e pesquisas que podem contribuir para o aprimoramento da gestão das áreas protegidas. A atividade proporcionou uma troca de experiências entre profissionais da área ambiental e estudantes, permitindo reflexões sobre estratégias para fortalecer a conservação da biodiversidade e ampliar a efetividade das políticas públicas voltadas às unidades de conservação. Áreas protegidas [LEIA_TAMBEM]Servidores e estagiários do Brasília Ambiental também participaram do XII Seminário Brasileiro sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social (Sapis) e do VII Encontro Latino-Americano sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social (Elapis), realizados entre 18 e 22 de maio, no Campus Darcy Ribeiro da UnB. Com o tema central “Territórios, Áreas Conservadas e Sociobiodiversidade: caminhos para a equidade e a paz”, os eventos reuniram pesquisadores, gestores públicos, estudantes e representantes da sociedade civil para discutir desafios e perspectivas relacionados à proteção ambiental e à inclusão social no Brasil e na América Latina. Os trabalhos apresentados pelos representantes do Brasília Ambiental envolveram pesquisas científicas desenvolvidas em programas de mestrado e doutorado, além de experiências práticas relacionadas à gestão das unidades de conservação do Distrito Federal Trabalhos apresentados pelo Brasília Ambiental nos eventos: “Meu repertório de pequenas alegrias: o diálogo entre afetividade e lazer no Parque Olhos D’Água – DF", de Vanessa Sousa de Oliveira; “Distribuição Territorial e participação social nos Conselhos Gestores Consultivos das Unidades de Conservação do Distrito Federal”, de Kelly Michele dos Santos Souza, Marianne Silva Oliveira e Renata de Vasconcelos Barreto; “Perfil dos Conselhos Gestores Consultivos de Unidades de Conservação em atividade no Distrito Federal”, de Barbara Cristina dos Santos Costa, Renata de Vasconcelos Barreto e Vanessa Sousa de Oliveira; “O papel das reservas particulares na conservação ambiental: o caso do mosaico de proteção da Serra dos Pireneus, Pirenópolis (GO)”, de Celia Maria Machado Ambrozio; “Sociobiodiversidade urbana: Parque Ecológico Olhos D’Água e sua contribuição para o Marco Global de 2030”, de Danielle Vieira Lopes, Edeon Vaz, Fernanda Santos de Carvalho e Lorena Ribeiro de Almeida Carneiro. *Com informações do Brasília Ambiental

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