Comemorado no sábado, Dia do Gari não tem coleta de lixo: é a sua vez de manter a cidade limpa
Neste sábado, 16 de maio, não haverá coleta de resíduos no Distrito Federal devido ao ponto facultativo do Dia do Gari. Os serviços de catação e varrição também serão suspensos. Por esse motivo, desde 2023, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promove o Dia sem Lixo – data em que a população deve ter atenção redobrada e manter os resíduos dentro de casa. A programação normal será retomada no dia seguinte. Sob um pôr do Sol de tirar o fôlego, garis fazem varrição e coleta de lixo em um dos cartões-postais da cidade: a Ponte JK | Fotos: Divulgação / SLU-DF De acordo com o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, o Dia sem Lixo prioriza a valorização do trabalho dos garis e a importância da limpeza urbana. “Mais do que um dia de suspensão da coleta, o Dia sem Lixo é um convite para a população refletir sobre a importância do trabalho dos garis e colaborar com a limpeza urbana no Distrito Federal. A participação de cada morador é fundamental para mantermos a cidade limpa e valorizarmos esses profissionais que atuam diariamente em benefício de toda a sociedade", ressalta. Os 28 papa-entulhos estarão em funcionamento para o descarte de restos da construção civil, podas, móveis velhos e materiais recicláveis. Os endereços estão disponíveis no site do SLU, em www.slu.df.gov.br/papa-entulho. Arte: Divulgação / SLU-DF [LEIA_TAMBEM]Vai ter festa no Parque da Cidade O Dia do Gari foi instituído como ponto facultativo em 2022, exclusivamente para os trabalhadores da limpeza urbana. A festa deste ano será no Pavilhão do Parque da Cidade, das 8h às 14h. A programação terá café da manhã, música ao vivo, sorteio de prêmios, show de talentos dos garis com premiação, almoço, serviços de saúde e defensoria pública, entre outros atrativos. *Com informações do SLU-DF
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Hospital de Base promove capacitação sobre atendimento humanizado no cuidado de pacientes
Nem todo sofrimento aparece nos exames. Com foco em um atendimento mais acolhedor e atento às necessidades dos pacientes, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) realizou, nesta terça-feira (12), uma capacitação sobre integralidade no cuidado de pessoas com quadro de dor. Promovido pelo Núcleo de Educação Permanente, o encontro reuniu profissionais de saúde e estudantes para discutir desde os mecanismos físicos relacionados ao problema até os impactos emocionais, sociais e espirituais vivenciados pelos pacientes. Entre os assuntos discutidos no evento, esteve a importância da escuta qualificada no acolhimento | Foto: Divulgação/IgesDF Durante a qualificação, os participantes debateram como o cérebro percebe os estímulos dolorosos, os diferentes sintomas relatados durante o atendimento e a importância da escuta qualificada no acolhimento. A enfermeira Gisele Bacelar destacou que a empatia é essencial para compreender os sintomas apresentados, principalmente em situações nas quais o sofrimento não é perceptível em exames. “Precisamos ter conhecimento para conseguir conversar e identificar as causas daquela dor. E, se o paciente confia em você, ele vai se sentir mais confortável e será mais sincero ao relatar os sintomas”, explica. A profissional também apresentou ferramentas utilizadas pelas equipes de saúde para avaliar o quadro dos pacientes, incluindo escalas numéricas e análise de expressões faciais, especialmente em crianças que ainda não conseguem se comunicar. "A dor está diretamente ligada à qualidade de vida do paciente. Muita gente não tem medo de morrer, mas tem medo de sofrer" Leidiane Brandão, psicóloga A psicóloga Leidiane Brandão abordou os impactos emocionais e espirituais relacionados ao sofrimento e ressaltou que fatores sociais também influenciam diretamente a forma como cada pessoa enfrenta o problema. “A dor está diretamente ligada à qualidade de vida do paciente. Muita gente não tem medo de morrer, mas tem medo de sofrer. Então, é preciso entender que esse sofrimento vai além do aspecto físico”, relata. Segundo ela, condições socioeconômicas, acesso aos serviços de saúde, sobrecarga emocional e até questões culturais podem interferir na maneira como cada pessoa lida com a própria condição. “O aspecto espiritual ajuda muito na busca de sentido e propósito diante da dor. Algumas pessoas chegam a pensar que ela é uma punição divina. É preciso compreender todo esse contexto para conseguir cuidar dos pacientes da melhor forma possível”, acrescenta. A técnica de enfermagem Tamires Verônica Silva Barbosa, colaboradora do IgesDF no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), elogiou a iniciativa. “Nós, que trabalhamos na área da saúde, precisamos sempre buscar mais conhecimento e nos especializar cada vez mais. Esse curso foi maravilhoso”, avalia. *Com informações do IgesDF
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GDF destaca inclusão feminina e geração de emprego durante formatura de escola de eletricistas
O Governo do Distrito Federal reforçou, nesta terça-feira (12), o compromisso com a geração de emprego, renda e inclusão feminina durante a formatura da 21ª turma da Escola de Eletricistas da Neoenergia Brasília. A cerimônia foi realizada no auditório do Senai de Taguatinga e marcou a conclusão do curso por 26 participantes — 16 mulheres e 10 homens —, todos já contratados pela distribuidora. Giselle Ferreira: "Essa cerimônia representa muito mais do que uma conclusão de curso. São sonhos que venceram o cansaço, desafios superados e histórias que merecem reconhecimento e aplausos" | Foto: Discursão/SMDF A presença majoritária de mulheres na turma reforçou o aumento da ocupação feminina em setores historicamente masculinos e evidenciou a importância da qualificação profissional como ferramenta de transformação social e autonomia financeira. “Hoje é um dia especial e emocionante, porque essa cerimônia representa muito mais do que uma conclusão de curso. São sonhos que venceram o cansaço, desafios superados e histórias que merecem reconhecimento e aplausos”, destacou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Durante o evento, o presidente da Neoenergia Brasília, Frederico Candian, ressaltou o impacto social da iniciativa e o compromisso da empresa com a diversidade. “A formatura desta turma mostra que a escola de eletricistas vai muito além da capacitação técnica: é uma iniciativa que transforma vidas. A contratação imediata dos participantes, com maioria feminina, reforça nosso compromisso com a diversidade e com o desenvolvimento econômico do Distrito Federal”, afirmou. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes, também destacou a importância da valorização profissional e das oportunidades oferecidas pelo projeto: “O trabalho desenvolvido pela Neoenergia na capital do país é extremamente relevante. Nenhuma residência funciona plenamente sem o esforço de profissionais dedicados nas ruas. Aproveitem essa oportunidade e trabalhem com dignidade”. Desde 2021, a escola de eletricistas já formou 460 profissionais no Distrito Federal. Desse total, 383 foram contratados, o equivalente a um índice de aproveitamento de 83%. O programa vem se consolidando como referência na formação técnica e na ampliação da presença feminina no setor elétrico. Desenvolvido em parceria com o Senai, o curso é gratuito e alia teoria e prática, oferecendo formação completa aos participantes. Para participar, é necessário ter mais de 18 anos, ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Reconhecida internacionalmente, a Escola de Eletricistas da Neoenergia é destaque em equidade de gênero e foi apontada como exemplo global pelo programa ONU Mulheres WeEmpower, iniciativa realizada em parceria com a Organização Internacional do Trabalho e a União Europeia. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Programas de Combate a Violência
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Operação Rastreamento Final ultrapassa 15 mil celulares recuperados no DF
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Código IMEI ajuda a Polícia Civil a rastrear seu celular roubado
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) devolveu 284 celulares furtados ou roubados a seus donos nesta terça-feira (12). A cerimônia, que marcou a quinta edição da Operação Rastreamento Final, foi acompanhada pela governadora Celina Leão e ocorreu no Auditório Valderia da Silva Barbosa, na sede da corporação. Segundo a PCDF, desde 2021, a corporação recuperou 15.892 aparelhos. Além das ações concentradas, as delegacias fazem devoluções diariamente, a partir de boletins de ocorrência e da identificação dos bens. Durante a cerimônia, Celina Leão defendeu o enfrentamento aos furtos e roubos de celulares e reforçou a importância do registro de ocorrência pelas vítimas. “Cada um de vocês teria uma história para contar: o meu foi furto, o meu foi roubo. Mas esse tipo de situação não pode ser tolerada, tem que ser enfrentada”, afirmou a governadora. “Muitas pessoas poderiam estar aqui recebendo o celular, mas não registram a ocorrência porque acham que a polícia não vai encontrar", emendou. “Cada um de vocês teria uma história para contar: o meu foi furto, o meu foi roubo. Mas esse tipo de situação não pode ser tolerada, tem que ser enfrentada”, afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A chefe do Executivo também citou o impacto da perda do aparelho na rotina das vítimas. “Muitos de vocês fizeram dívida para comprar um novo, às vezes sem nem ter terminado de pagar o anterior. E hoje o celular está sendo recuperado pela Polícia Civil.” A operação é conduzida pelos departamentos de Polícia Circunscricional (DPC) e de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação (DGI), com apoio das delegacias. Policiais rastreiam os aparelhos, cruzam dados com registros de furto ou roubo e localizam os bens para devolução. O delegado-geral da PCDF, José Werick de Carvalho, afirmou que o boletim de ocorrência é essencial. “Continuem registrando, continuem confiando na polícia, porque nós não vamos admitir que esse crime aconteça no DF. A resposta está aqui e está também na entrega diária nas delegacias, que é em torno de 10 a 12 aparelhos celulares.” Ele também destacou o papel do IMEI na investigação. “Quando forem registrar as ocorrências, lembrem-se: o IMEI do aparelho celular é fundamental para que a gente possa alcançar o autor do crime, identificar e recuperar o aparelho. Essa operação também serve de exemplo para aqueles que ainda insistem em comprar celulares de procedência duvidosa.” IMEI é o número de identificação único de cada celular, usado para reconhecer o aparelho e verificar se há registro de furto, roubo ou impedimento. “Continuem registrando, continuem confiando na polícia, porque nós não vamos admitir que esse crime aconteça no DF. A resposta está aqui e está também na entrega diária nas delegacias, que é em torno de 10 a 12 aparelhos celulares", destacou José Werick de Carvalho, delegado-geral da Polícia Civil do DF Entre os que receberam o aparelho de volta estava Eliene Maria dos Santos Silva. O celular dela foi roubado em um assalto quando saiu de casa para comprar almoço. “Eu fiquei paralisada. Pensei: a minha vida é mais importante do que um telefone”, contou. Depois do crime, comprou outro e assumiu nova dívida. “Quando a polícia ligou [informando que o aparelho foi recuperado], eu não dormi a noite inteira. Agora meu amorzinho [o celular] voltou.” A gari Maria Aprazível Alves Mendes, 53 anos, teve o celular furtado dentro de um ônibus em outubro, quando seguia para uma consulta médica. Ao perceber o furto, cancelou o atendimento e foi à delegacia. “Eu não acreditava mais que fosse recuperar.” O aparelho, avaliado em cerca de R$ 700, foi presente da filha. “Tem que confiar [na polícia]. Como eu consegui meu celular, outras pessoas também podem conseguir.” O auditor fiscal Régis Mendes Smidt, 60 anos, recuperou o celular cerca de seis meses depois do furto. O aparelho foi levado de uma mochila enquanto ele estava em um comércio. “Imediatamente, fui à polícia e fiz a ocorrência. A própria polícia me falou que havia chance efetiva de recuperação, mas que poderia demorar. E isso se confirmou”, relatou. “Quando fiz a ocorrência, vi que os campos eram estruturados, pediam a identificação do IMEI, e acreditei. Minha esposa achava que não iam encontrar, que talvez fosse perda de tempo, mas eu confiei na orientação que recebi.” “Tem que confiar [na polícia]. Como eu consegui meu celular, outras pessoas também podem conseguir", disse Maria Aprazível Alves Mendes Para ele, a devolução representa também uma resposta ao prejuízo causado pelo crime. “É uma questão de justiça. Alguém não pode se beneficiar do esforço e do trabalho das outras pessoas. Só tenho a agradecer à polícia por prestar esse serviço com efetividade”, afirmou. Nas quatro primeiras edições da Operação Rastreamento Final, a PCDF havia devolvido 1.062 aparelhos: 184 em outubro de 2024, 135 em dezembro do mesmo ano, 430 em maio de 2025 e 313 em novembro. Com a etapa desta terça, o total chegou a 1.346 celulares restituídos. “É uma questão de justiça. Alguém não pode se beneficiar do esforço e do trabalho das outras pessoas. Só tenho a agradecer à polícia por prestar esse serviço com efetividade”, ressalta Régis Mendes Smidt A PCDF orienta que vítimas de furto ou roubo registrem ocorrência e informem o IMEI do aparelho, número obtido ao digitar *#06# no teclado do celular. Antes de comprar um telefone usado, o consumidor deve exigir nota fiscal e checar o sistema Consulta IMEI, disponível no site da corporação.
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Como soluções biológicas do campo podem transformar o cuidado ambiental nas cidades
E se o cuidado com jardins, áreas verdes e até o combate ao mosquito da dengue deixasse de depender de produtos químicos e passasse a funcionar com base em processos naturais? Essa é a lógica por trás da Arbor Garden, startup brasiliense que transforma ciência em soluções biológicas aplicadas ao ambiente urbano. A startup faz parte do eixo III do Start BSB, iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) voltada à aceleração de startups. A etapa é executada pela Camp/Cotidiano Aceleradora, que atua no fortalecimento de modelos de negócio e na preparação das empresas para expansão. Levar para dentro das cidades tecnologias que já revolucionaram o agronegócio brasileiro pode parecer simples na teoria — mas, na prática, ainda é uma lacuna pouco explorada. Foi exatamente nesse espaço que a empresa encontrou seu ponto de atuação: desenvolver bioinsumos capazes de fortalecer plantas, tratar ambientes urbanos e enfrentar desafios de saúde pública de forma mais integrada, segura e sustentável. Segundo Rayssa Monnerat, fundadora da startup, esse movimento nasce de uma percepção clara de mercado. “A gente percebeu que o que já funciona muito bem no campo ainda não tinha chegado de forma estruturada às cidades. Nosso objetivo sempre foi trazer essas soluções biológicas para o ambiente urbano de forma simples, acessível e eficiente, mostrando que é possível cuidar de plantas, de espaços e até de questões de saúde pública sem depender de químicos.” A Arbor Biotecnologia atua no desenvolvimento e análise de soluções biológicas voltadas ao cuidado ambiental e à inovação em bioinsumos | Fotos: Divulgação/FAPDF Do campo para a cidade A Arbor Garden nasceu da percepção de que o uso de bioinsumos — produtos desenvolvidos a partir de microrganismos e processos naturais — já é consolidado no campo, mas ainda pouco presente no cotidiano urbano. Fundada por quatro sócios, em uma estrutura familiar que reúne competências complementares, a startup se posiciona como uma ponte entre ciência e aplicação prática. O objetivo é tornar acessíveis tecnologias biológicas de alta performance para o cuidado com plantas, ambientes urbanos e sistemas naturais. Em 2026, a empresa ampliou sua atuação com a criação da Arbor Biotecnologia, uma spin-off voltada à pesquisa, desenvolvimento de novas formulações e capacitação técnica, expandindo seu alcance para além da jardinagem. Ciência que vira solução no dia a dia As tecnologias desenvolvidas pela Arbor Garden têm como base os bioinsumos, que atuam diretamente no equilíbrio biológico do ambiente. No caso do fertilizante à base de microalgas, como o Arborella, o uso é simples: diluído na água, ele é aplicado na rega e fornece nutrientes, aminoácidos, vitaminas e minerais que fortalecem as plantas. Mais do que nutrir, o produto atua como bioestimulante, promovendo crescimento equilibrado e maior resistência. Já no controle biológico, soluções como o Arbor Guard utilizam microrganismos específicos para interromper o ciclo de vida de mosquitos — como o Aedes aegypti — ainda na fase larval. A atuação é direcionada, atingindo apenas o organismo-alvo, sem comprometer o restante do ecossistema. Na prática, isso representa uma mudança de abordagem: em vez de ações pontuais com químicos, entra em cena uma gestão biológica mais duradoura e alinhada aos processos naturais. No ambiente doméstico, o uso contínuo dos bioinsumos se traduz em plantas mais saudáveis, com crescimento equilibrado e maior resistência a estresse. Ao mesmo tempo, o uso em ambientes internos se torna mais seguro, especialmente em casas com crianças e pets. A proposta da Arbor Garden acompanha uma transformação mais ampla na forma como cidades e consumidores lidam com o meio ambiente Em contextos maiores, como condomínios, áreas comerciais e espaços urbanos, as soluções permitem ampliar o cuidado para além da estética. Entram em cena aplicações voltadas ao tratamento de ambientes, à degradação de matéria orgânica e ao manejo de água parada, contribuindo para uma gestão mais eficiente e integrada. Para a fundadora, esse modelo representa mais do que uma inovação técnica. “Mais do que vender um produto, a gente trabalha com uma mudança de mentalidade. É sair de uma lógica de combate pontual e começar a olhar para o ambiente de forma integrada, entendendo que plantas, água, solo e saúde urbana estão conectados — e que a biotecnologia pode atuar de forma preventiva, não só corretiva”, explica Rayssa. Um mercado em transformação A proposta da Arbor Garden acompanha uma transformação mais ampla na forma como cidades e consumidores lidam com o meio ambiente. A substituição de insumos químicos por soluções biológicas ganha espaço globalmente, impulsionada por preocupações com saúde, sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, esse movimento começa a se consolidar também no ambiente urbano. Os números da startup refletem esse cenário: já são mais de 2 mil litros de produtos comercializados, presença em diferentes canais de venda e uma base crescente de clientes, que inclui desde consumidores domésticos até gestores de áreas verdes e empreendimentos urbanos. A Arbor Garden opera com um modelo híbrido, que combina venda direta, e-commerce e atuação no mercado empresarial (B2B). De um lado, atende quem cuida de plantas em casa; de outro, atua junto a condomínios, empresas de paisagismo, shoppings e gestores de áreas verdes, oferecendo soluções integradas de cuidado ambiental. A empreendedora destaca que essa mudança já é perceptível no comportamento do público. “Existe uma busca crescente por soluções mais seguras e sustentáveis, e isso tem impulsionado a adoção dos bioinsumos também no ambiente urbano”, afirma Rayssa. Agora, a empresa avança na ampliação do portfólio e na expansão de mercado, com foco no desenvolvimento de novas soluções biológicas voltadas à regeneração do solo, ao tratamento de ambientes e ao controle preventivo de vetores urbanos. *Com informações da FAPDF
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Feira do Trabalho e do Campo chega a Água Quente nesta terça-feira (12) com atividades gratuitas
Emprego, oportunidade e capacitação na porta de casa. A população de Água Quente terá tudo isso a partir desta terça-feira (12), quando a Feira do Trabalho e do Campo, em sua 11ª edição, chega à cidade. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17). A programação é gratuita e inclui palestras, oficinas e apresentações culturais, além de feira e exposição de produtos rurais e de artesanato. Durante a semana, as atividades ocorrem das 13h às 21h. Já no fim de semana, das 9h às 17h. O evento é promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), em parceria com o Instituto Acolher DF e apoio da Administração Regional de Água Quente. "A Feira do Trabalho e do Campo atua diretamente na dinamização da economia local ao reunir, em um mesmo espaço, oportunidades de emprego, qualificação profissional, acesso a crédito, incentivo ao empreendedorismo e valorização da produção rural e artesanal da região", destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. "Quando levamos esse tipo de ação para uma comunidade como Água Quente, fortalecemos a circulação de renda local, aproximamos trabalhadores de empregadores, ampliamos a visibilidade de pequenos produtores e comerciantes e criamos um ambiente favorável para novos negócios", acrescentou o titular da Sedet. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17) | Foto: Divulgação/Sedet-DF Entre as opções de oficinas, estão "educação financeira e finanças pessoais" e "autogestão no trabalho". Já entre as palestras, destaque para "empreender é resistir", ministrada por Thaís Reis. A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do Instituto Acolher DF. Esta é a 11ª edição da Feira do Trabalho e do Campo. Após as edições, a Sedet segue acompanhando os dados — como o número de atendimentos, vagas ofertadas e encaminhamentos para processos seletivos —, a fim de mensurar os resultados do evento. E, conforme o secretário, tem sido possível observar "o engajamento da comunidade e o retorno dos parceiros envolvidos". "Chegar à 11ª edição demonstra que a Feira do Trabalho e do Campo se consolidou como uma política pública relevante e necessária para o Distrito Federal. Mais do que um evento, ela representa a presença do Estado nos territórios, levando oportunidades concretas para quem mais precisa. O DF possui realidades econômicas muito diversas, e ações itinerantes como essa reduzem desigualdades de acesso a serviços, emprego e capacitação", arrematou Thales Mendes.
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