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Debate amplia cuidado odontológico a pessoas com autismo na rede pública

Promover um cuidado mais humano, qualificado e acessível às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com esse foco, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, nesta terça-feira (7), o III Encontro Científico sobre Autismo, no auditório da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A iniciativa, do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), apostou na troca de experiências e na atualização técnica para qualificar o atendimento às pessoas com TEA na rede pública de saúde do DF. A proposta é incentivar abordagens individualizadas e fortalecer um cuidado mais acessível, resolutivo e alinhado às necessidades de cada paciente no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o compromisso com o tema ultrapassa a gestão e dialoga com experiências reais. “Quando falamos de autismo, falamos de aprendizado diário. Eu mesmo vivencio isso dentro de casa, com minha neta, e sei o quanto cada atendimento, cada consulta, cada avanço faz diferença. É um processo de construção contínua. Por isso, nosso papel é facilitar, buscar soluções e garantir que as equipes tenham condições de oferecer o melhor cuidado possível”, enfatiza. Representando o Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), o presidente Domingos Brito destacou o impacto da iniciativa. “O Distrito Federal já é referência nacional em diversas linhas de cuidado no SUS, e iniciativas como esta demonstram que estamos no caminho certo. É um tema que exige atualização constante, troca de experiências e, principalmente, sensibilidade”, pontua. A proposta é incentivar abordagens individualizadas e fortalecer um cuidado mais acessível, resolutivo e alinhado às necessidades de cada paciente no Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/IgesDF Atendimento mais individualizado No HRSM, o cuidado já é organizado com foco nas necessidades de cada paciente. Para o superintendente da unidade, Diego Fernandes, o encontro fortalece esse caminho. “Temos estruturado serviços com um olhar cada vez mais individualizado. Cada paciente possui suas particularidades, e o cuidado precisa respeitar isso. No HRSM, já avançamos nesse sentido, tanto na odontologia quanto no pronto-socorro infantil, com ambientes pensados para esse público”, salienta. À frente do Serviço de Odontologia do hospital e da organização do evento, Érika Maurienn destaca a evolução do atendimento ao longo dos anos. “Há 15 anos realizamos esse tipo de atendimento e acompanhamos uma evolução significativa ao longo do tempo. Foram muitos desafios, mas também importantes conquistas, que reforçam a possibilidade de oferecer um serviço de excelência dentro do SUS”, afirma. A cirurgiã-dentista e pesquisadora do Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (CETEA) da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), Juliana Grossi, ressalta o papel do conhecimento na transformação da saúde pública. “Que este encontro represente não apenas aprendizado, mas um ponto de partida para mudanças concretas na prática e nas políticas públicas, promovendo uma saúde mais equânime e acessível”, diz. Avanços em Santa Maria No Hospital Regional de Santa Maria, o atendimento a pessoas com autismo vem sendo estruturado com foco na adaptação do ambiente e na individualização do cuidado. Luzes mais suaves, controle de estímulos e organização do atendimento conforme o ritmo de cada paciente ajudam a reduzir ansiedade e tornar a experiência mais acolhedora, especialmente para crianças. Na odontologia, cada etapa é planejada de forma personalizada, a partir das necessidades e sensibilidades de cada paciente. O acesso ao serviço ocorre principalmente por encaminhamento via Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, com atendimento também em casos de urgência por demanda espontânea. A unidade recebe, em média, até 30 pacientes por mês e vem ampliando estratégias para garantir um cuidado mais acessível, seguro e adaptado às diferentes realidades. Segundo o presidente do IgesDF, já existe um projeto de expansão do serviço odontológico no hospital. “Queremos um atendimento ainda mais completo, estruturado e que realmente atenda quem precisa. Nem todos têm condições de buscar esse cuidado fora do SUS, e é justamente por isso que precisamos fortalecer a rede pública, com qualidade e sensibilidade”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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GDF cria Parque Distrital da Serrinha e reforça proteção ambiental no Lago Norte

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, autorizou a criação do Parque Distrital da Serrinha, no Lago Norte. A iniciativa visa proteger ecossistemas naturais e ordenar o uso da área. A criação da unidade de conservação será formalizada por decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (7). “Na Serrinha é onde está uma das áreas mais estratégicas para a segurança hídrica da nossa região. Ali se concentram mais de 60% das nascentes mapeadas, conectando duas importantes unidades hidrográficas, que são o Lago Paranoá e Santa Maria/Torto. Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental”, afirmou a chefe do Executivo. "Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental” Governadora Celina Leão Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza. A unidade inclui áreas estratégicas para a conservação hídrica, como a cachoeira do córrego Urubu e sua piscina natural, além de trechos de vegetação nativa do cerrado, com formações campestres, savânicas e florestais. Outro objetivo é garantir a conectividade ecológica entre importantes áreas protegidas do Distrito Federal, como o Parque Nacional de Brasília, além de parques ecológicos e áreas de relevante interesse ambiental na região do Lago Norte. O decreto também prevê a criação de uma zona de amortecimento com mais de 600 hectares, destinada a reduzir impactos ambientais no entorno do parque e disciplinar o uso do solo em áreas próximas, especialmente em regiões com crescimento urbano. Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza | Foto: Divulgação/Seagri-DF A gestão do parque ficará sob responsabilidade do Brasília Ambiental, que deverá elaborar o plano de manejo da unidade no prazo de até dois anos, com participação da comunidade local. A criação da unidade de conservação reforça a política ambiental do Distrito Federal e amplia a proteção de áreas naturais em regiões com pressão urbana crescente, conciliando preservação ambiental, uso sustentável e ordenamento territorial. O decreto também estabelece diretrizes para recuperação de áreas degradadas, proteção da fauna e incentivo a atividades como trilhas, ciclismo e educação ambiental, fortalecendo o uso sustentável do espaço.  

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GDF zera demanda reprimida e garante ressonância em três dias

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alcançou um marco histórico na assistência especializada: a plena capacidade de atendimento para exames de ressonância magnética. O avanço é fruto de uma estratégia que uniu a expansão da rede credenciada ao uso de tecnologia para otimizar o fluxo de pacientes. Atualmente, cerca de 5 mil ressonâncias são realizadas por mês pelo Sistema Único de Saúde do DF. Até o primeiro semestre de 2025, o DF contava com dez empresas credenciadas para a realização desses exames. Com o lançamento de um novo edital em agosto do ano passado, o número de parceiros saltou para 17 instituições, ampliando exponencialmente o volume de vagas disponíveis na rede pública. Tecnologia a serviço do paciente Não foi apenas o aumento da oferta que transformou o cenário. O Complexo Regulador do DF implementou a qualificação interna da fila, utilizando ferramentas de automação e inteligência artificial. Esse processo permitiu identificar duplicidades, atualizar contatos e garantir que o paciente certo realizasse o exame no tempo adequado. Atualmente, cerca de 5 mil ressonâncias são realizadas por mês pelo Sistema Único de Saúde do DF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF “A melhoria dos processos internos foi fundamental. Hoje, a tecnologia nos permite gerir a demanda em tempo real, evitando o ócio das máquinas e garantindo agilidade no diagnóstico”, destaca a diretora do Complexo Regulador do DF, Célia Regina Vieira. O impacto das medidas é visível nos indicadores de atendimento. Em agosto de 2025, a demanda reprimida e as solicitações mensais chegavam a acumular um volume de 35 mil pedidos. Atualmente, o cenário é de equilíbrio e disponibilidade. “Uma solicitação de ressonância é atendida em menos de uma semana”, ressalta a gestora. O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destaca que, pela primeira vez, a oferta de vagas é maior que a demanda mensal, garantindo que novos pedidos sejam processados sem a formação de filas. “Com essa reestruturação, reafirmamos o nosso compromisso em reduzir o tempo de espera por diagnósticos complexos, oferecendo mais conforto e rapidez no tratamento dos cidadãos brasilienses." *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)  

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Feira da Goiaba de Brasília começou com celebração à produção rural e expectativa de movimentar economia local

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Produção de pescado no DF cresce 21,9% e chega a 2,6 milhões de quilos em 2025

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Agências do trabalhador têm mais de 500 vagas de emprego abertas nesta quarta (8)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (8), 510 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3,5 mil. O posto com maior remuneração é o de garçom, na Asa Norte. São dez oportunidades para pessoas com ensino fundamental completo e experiência prévia na função. Já o cargo com mais vagas abertas é o de repositor de mercadorias, no Guará, com 40. Também é preciso ter ensino fundamental completo, mas não há exigência de experiência. O salário é de R$ 1.621. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Encontro orienta sobre revisão e avaliação do planejamento de políticas públicas

Cerca de 100 agentes de planejamento de vários órgãos da administração direta e indireta do GDF participaram, nesta terça-feira (7), da 3ª Reunião Anual do Monitoramento, Avaliação e Revisão do PPA 2024-2027.  A reunião teve o objetivo de orientar as equipes responsáveis pelo acompanhamento do PPA sobre procedimentos metodológicos e operacionais, especialmente em relação ao ciclo de 2026. Os trabalhos foram conduzidos pela equipe técnica da Unidade de Elaboração, Monitoramento, Avaliação e Revisão de Planos e Programas de Governo (Uemar), vinculada à Secretaria de Economia (Seec-DF). Danilo Macedo: "Se monitorar o atributo semestralmente, bimestralmente não for útil ou não for viável para a unidade, temos que avaliar para entender melhor o contexto dos órgãos" | Fotos: Mateus Oliveira/Seec-DF “O monitoramento em finalização é o ponto de partida para a revisão do PPA. Identificamos que alguns parâmetros já não refletem a realidade atual, e, por isso, será necessário ajustar indicadores, com exclusão ou inclusão de atributos mais adequados”, afirmou o subsecretário substituto de Planejamento Governamental, Danilo Costa Macedo. Ele destacou ainda que, em razão do calendário eleitoral, o trabalho neste ano será mais intenso, pois as equipes estão concluindo o monitoramento do ano-base 2025, que já servirá de base para a revisão do PPA. Danilo Macedo também ressaltou a importância de tornar o processo mais eficiente para as unidades. “Nós queremos que seja útil. Se monitorar o atributo semestralmente, bimestralmente não for útil ou não for viável para a unidade, temos que avaliar para entender melhor o contexto dos órgãos." Ele lembrou que, no ano de 2027, as equipes de planejamento vão elaborar o próximo PPA, e, quanto mais atualizado com a realidade for finalizado esse ciclo 2024/2027, mais fácil será o trabalho no ano que vem para todos os envolvidos.  Alexandre Rosa: “Queremos deixar o PPA mais consistente e alinhado, facilitando a transição para o próximo ciclo e garantindo continuidade metodológica” Durante a apresentação, o chefe substituto da Unidade de Elaboração, Monitoramento, Avaliação e Revisão de Planos e Programas de Governo, Alexandre Bartolomeu Côrtes Rosa, destacou que a reunião era primordialmente para rever alguns conceitos e atentar para detalhes importantes que vão ajudar a evitar necessidades de ajustes e retrabalho. “Queremos deixar o PPA mais consistente e alinhado, facilitando a transição para o próximo ciclo e garantindo continuidade metodológica”, afirmou. Elogios à iniciativa Participantes destacaram a importância da iniciativa da Secretaria de Economia. As agentes de planejamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do DF (FAPDF) Ana Carolina Passos e Liliam Seabra avaliaram que a capacitação ajuda a reduzir erros e melhora a qualidade das informações prestadas. Para Ana Carolina, que atua na alimentação do sistema com dados do órgão, a oficina contribui diretamente para o trabalho das equipes. “A capacitação nos ajuda a entender melhor o processo e a prestar as informações da forma correta. É um apoio importante para o dia a dia”, disse. [LEIA_TAMBEM]Ela também observou que a equipe enfrentou dificuldades no último envio de dados por falta de treinamento prévio. “Muitos pontos aprendemos na prática. A oficina está sendo esclarecedora e mostra o passo a passo de forma didática”, completou. Liliam Seabra destacou que a alta rotatividade nas equipes de planejamento torna esse tipo de orientação ainda mais necessário. “É fundamental que o governo esteja próximo, oferecendo orientações para evitar erros e garantir que tudo seja feito corretamente e dentro do prazo”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)  

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