A Secretaria de Saúde (SES-DF) participou de um seminário sobre prevenção ao abuso sexual infantojuvenil, ao suicídio e de valorização à vida. O objetivo do evento foi promover a capacitação de profissionais de educação e de conselhos tutelares na identificação de sinais que podem indicar violência e sofrimento psíquico.
[Olho texto=”“É importante ressaltar que a Secretaria de Saúde do DF trabalha para prevenir a violência sexual e o suicídio, oferecendo acolhimento para as vítimas e buscando conscientizar a população”” assinatura=”Juliana Queiroz, diretora de Atenção Secundária e Integração de Serviços” esquerda_direita_centro=”direita”]
Os temas foram escolhidos devido a uma demanda da própria região, como explicou a presidente do Conselho de Saúde do Recanto das Emas, Ana Cláudia Rodrigues: “Percebemos que, na região Sudeste, o Recanto das Emas está em primeiro lugar na incidência de abuso sexual infantil e de violência doméstica. Por isso, acreditamos que seja essencial promover a conscientização sobre esses temas.”
A diretora de Atenção Secundária e Integração de Serviços da SES-DF, Juliana Queiroz, apresentou o funcionamento da Rede de Atenção à Saúde de Pessoas em Situação de Violência (RAV), que foi instituída pela SES este ano. “É importante ressaltar que a Secretaria de Saúde do DF trabalha para prevenir a violência sexual e o suicídio, oferecendo acolhimento para as vítimas e buscando conscientizar a população”, explicou.
O seminário buscou capacitar profissionais das áreas da saúde e da educação, para que eles consigam identificar os sinais do abuso sexual infantil e dos problemas de saúde mental que podem levar ao suicídio | Foto: Acervo pessoal/Ana Cláudia Rodrigues
O evento, realizado neste domingo (19) no auditório do Instituto Federal de Brasília (IFB), foi organizado pelo Conselho Regional de Saúde do Recanto das Emas, em parceria com a Paróquia São Miguel Arcanjo e a Administração Regional do Recanto das Emas e contou com a participação de um delegado do RA, de representantes das áreas de saúde e de educação do GDF e de membros de organizações não governamentais de combate ao abuso sexual infantil.