UBS 5 do Itapoã inicia atendimento à população
A Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Itapoã iniciou os atendimentos nesta segunda-feira (14). Localizada nas proximidades do Condomínio 47, a nova unidade tem capacidade para atender aproximadamente 4 mil pessoas. Por lá, são ofertadas consultas médicas e de enfermagem, acompanhamento de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de serviços de planejamento reprodutivo. Também são disponibilizados procedimentos como inserção de dispositivo intrauterino (DIU) e Implanon, bem como testes rápidos para infecções sexualmente transmissíveis (IST). A equipe de Saúde da Família é formada, inicialmente, por médica, enfermeira, técnica de enfermagem e dois agentes comunitários de saúde (ACSs). A estrutura conta ainda com consultórios, sala de medicação, sala de curativos, recepção e espaços de apoio. Antes da abertura da UBS 5, os moradores do Itapoã Parque precisavam buscar atendimento em outras unidades da região, principalmente na área central do Itapoã ou no Paranoá. A abertura da quinta Unidade Básica de Saúde do Itapoã também contribui para reorganizar a demanda pelos serviços de Atenção Primária na região. A estimativa é de que o Itapoã Parque tenha cerca de 30 mil habitantes. UBS oferece consultas médicas e de enfermagem, acompanhamento de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão, além de serviços de planejamento reprodutivo | Fotos: Divulgação Ampliação gradual dos serviços A oferta de serviços será ampliada gradualmente. Neste primeiro momento, alguns atendimentos continuarão sendo realizados com o apoio de outras unidades da região. A coleta de exames, os atendimentos de saúde bucal e os serviços de farmácia serão realizados nas UBSs 2 e 3 do Itapoã. As demais demandas de Atenção Primária já podem ser atendidas na nova unidade. A abertura da quinta Unidade Básica de Saúde do Itapoã também contribui para reorganizar a demanda pelos serviços de Atenção Primária na região Serviço: UBS 5 Itapoã Endereço: DF-001, nas proximidades do Condomínio 47, no Itapoã Parque Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h Serviços oferecidos: consulta médica, consulta de enfermagem, acompanhamento de doenças crônicas, saúde da mulher e planejamento reprodutivo (inserção de DIU, Implanon e testes rápidos).
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Delegação da Etiópia visita rede pública de saúde do DF
Representantes do Ministério da Saúde da Etiópia e de instituições parceiras estiveram no Distrito Federal para uma visita às unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). O encontro focou a troca experiências entre os dois países e apresentou práticas adotadas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o debate sobre estratégias de gestão, financiamento e organização dos serviços de saúde. Nesta quarta-feira (24), a delegação visitou a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul para conhecer de perto o funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF. A programação incluiu a observação das rotinas de atendimento e a apresentação da estrutura responsável por organizar o acesso da população aos serviços da rede pública na capital. “É um privilégio mostrar como funcionam as nossas ações de promoção da saúde e prevenção de doenças. Essa troca é muito rica e pode contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde dos dois países”, afirma o coordenador de APS da SES-DF, Afonso Mendes. A delegação visitou a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul para conhecer de perto o funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Em busca de exemplos A missão internacional busca promover o intercâmbio técnico sobre temas essenciais para os sistemas públicos de saúde. Entre os assuntos debatidos estão Estratégia Saúde da Família, governança descentralizada e tripartite do SUS, financiamento baseado em desempenho e qualificação da força de trabalho, entre outros. A visita ocorre em um momento em que a Etiópia deseja aperfeiçoar seu sistema de saúde por meio de uma reforma sanitária. Nesse contexto, o país tem analisado experiências internacionais consideradas referências na área e identificou no SUS exemplos que podem auxiliar na construção de políticas voltadas à ampliação do acesso e à melhoria do cuidado oferecido à população. “É um privilégio mostrar como funcionam as nossas ações de promoção da saúde e prevenção de doenças. Essa troca é muito rica e pode contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde dos dois países” Afonso Mendes, coordenador de Atenção Primária à Saúde Para o assessor técnico da Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Danylo Vilaça, o intercâmbio beneficia não apenas a Etiópia, mas também fortalece a cooperação entre os países. “Depois da pandemia, ficou evidente a importância de sistemas universais de saúde capazes de promover vacinação, prevenção e atendimento integral. Compartilhar experiências acumuladas ao longo de mais de 30 anos do SUS contribui para que outros países fortaleçam seus sistemas e para que possamos enfrentar juntos desafios que são globais”, avalia. * Com informações da SES/DF
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Mais de 6,5 mil Implanons já foram disponibilizados pela rede pública do DF
De fevereiro até o fim de maio deste ano, a rede pública de saúde do DF distribuiu e colocou 6.692 unidades do implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (Implanon). O mais recente método contraceptivo incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido oferecido a todas as meninas e mulheres de 14 a 49 anos. Colocação do Implanon é rápida, requerendo apenas anestesia local; dispositivo é considerado de alta eficácia | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “É um método moderno, reversível e o mais eficaz que nós temos em uso por período prolongado, atualmente, de até três anos; a taxa de falha é inferior a 0,05%", descreve Viviane Albuquerque, referência técnica distrital (RTD) em saúde da mulher no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria de Saúde (SES-DF). Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, o Implanon é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo. Além disso, a inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local na parte interna do braço. “Não existe o melhor método do mundo; existe aquele que é o melhor para o seu corpo e para a sua rotina” Viviane Albuquerque, referência técnica distrital em saúde da mulher da Secretaria de Saúde Inicialmente limitado a grupos prioritários, o medicamento tinha 10,1 mil unidades à disposição. Com o aumento de profissionais capacitados para fazer a inserção e a soma de 5,5 mil novos dispositivos, a oferta foi ampliada. Atualmente, todas as unidades básicas de saúde (UBSs) do DF possuem o contraceptivo. Implanon não é chip para estética Apesar de semelhanças, o método contraceptivo não se confunde com os chamados “chips da beleza”. Esses últimos são, na verdade, implantes hormonais produzidos por farmácias de manipulação que contêm esteróides anabolizantes ou hormônios androgênicos (como testosterona). O comércio desses dispositivos com finalidade estética, para ganho de massa muscular ou melhora do desempenho esportivo, é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Esqueça as promessas de corpo perfeito associadas a implantes hormonais que são vistas na internet”, adverte Viviane Albuquerque. “Não é disso que se trata. O Implanon não exerce nenhuma ação nesse sentido, somente evita a gravidez.” Adaptação ao método Tratando-se de um dispositivo contraceptivo hormonal, lembra a especialista, são previstas reações indesejadas, comuns nos primeiros meses, enquanto o corpo adapta-se à ferramenta. Os principais efeitos estão relacionados a mudanças no ciclo menstrual, alterações na pele e no cabelo, sensibilidade nos seios e dor de cabeça, além de variações de peso corporal. [LEIA_TAMBEM]O Implanon não é a única opção de alta eficácia disponível na rede pública de saúde. A SES-DF oferece preservativos, pílulas e injeções anticoncepcionais, além de procedimento cirúrgico de esterilização permanente. A secretaria ressalta que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); o Implanon tem como foco a gravidez. “Não existe o melhor método do mundo; existe aquele que é o melhor para o seu corpo e para a sua rotina”, orienta a médica. “Além disso, há métodos que se complementam”. Toda a população em idade fértil tem acesso aos contraceptivos a partir do atendimento nas UBSs. Para aconselhamento integral e decisão compartilhada junto a profissional de saúde, recomenda-se procurar a equipe de Saúde da Família em sua unidade de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde
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DF é referência nacional em aleitamento materno
No Dia Mundial do Aleitamento Materno, comemorado nesta quinta (21), os serviços da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) destacam-se como uma referência para o Brasil. “É devido ao empenho de uma enorme rede de profissionais e do reconhecimento da população que o DF ocupa o posto onde está”, avalia Graça Cruz, integrante da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno da SES-DF. Graça Cruz, da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno da SES-DF: “Quando a gente protege o aleitamento materno, estamos contribuindo para a formação de um adulto mais saudável” | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A primeira versão da política de amamentação na capital tem origem em 1993, com a Lei nº 454, de 14 de junho de 1993. De lá para cá, foram diversas iniciativas públicas na área. As medidas mais recentes incluem a implantação das salas douradas e do Selo Dourado e a dispensa da taxa de inscrição em concursos públicos para doadoras de leite materno. No rol de ações da SES-DF, estão entre os destaques o método Canguru, que incentiva o contato pele a pele entre os pais e a criança recém-nascida; a regulação da atuação de doulas nas unidades de saúde desde 2020 e a classificação do trabalho dos 14 bancos de leite humano como Padrão-Ouro pela Fiocruz e pela Rede Nacional de Bancos de Leite Humano. Cuidado de décadas O Dia Mundial do Aleitamento Materno remonta a 1981, quando os Estados-membros da Assembleia Mundial da Saúde (AMS), órgão deliberativo supremo da Organização Mundial da Saúde (OMS), aprovaram o Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno. No Brasil, cuja política de aleitamento materno é exemplo para o mundo, outro marco completou duas décadas em 2026: a Lei nº 11.265, de 3 de janeiro de 2006, que destaca a Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (Nbcal). Ambos os textos regulam produtos e alimentos que podem ser utilizados como substitutos do aleitamento materno. De acordo com os documentos, são vedadas a distribuição de amostras de mamadeiras, bicos, chupetas e suplementos nutricionais indicados para recém-nascidos de alto risco e a atuação de representantes comerciais nas unidades de saúde. As medidas buscam enfatizar a importância da amamentação como forma de melhorar a nutrição e a saúde materno-infantil. [LEIA_TAMBEM] “Quando a gente protege o aleitamento materno, estamos contribuindo para a formação de um adulto mais saudável, com menor possibilidade de doenças crônicas e adequado desenvolvimento cognitivo”, explica Graça Cruz. “Buscamos a formação de um cidadão pleno.” Resultados Essa atuação no âmbito das políticas públicas garante bons resultados. De acordo com o mais recente boletim sobre o estado nutricional e consumo alimentar da população acompanhada pela Atenção Primária à Saúde (APS) do DF, mais de 68% das crianças menores de 6 meses receberam aleitamento materno exclusivo (AME). Desse público, 90,5% apresentaram peso adequado. O resultado representa avanço em relação ao ano anterior, supera a média nacional em mais de 20% e cumpre com a meta da OMS de alcançar pelo menos 50% de AME até 2025. No que se refere ao aleitamento materno continuado (AMC), até os dois anos ou mais, 72,5% das crianças acompanhadas no DF estavam sob tal condição. O percentual é quase 30% superior à média nacional de 43,4%. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets
Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Pesquisa internacional avalia ferramenta para rastrear neuropatia periférica diabética
A Unidade de Endocrinologia do Hospital Regional de Taguatinga (Uendo/HRT) tem recepcionado um estudo internacional sobre diabetes. Iniciada no fim de janeiro deste ano, a pesquisa busca detectar precocemente complicações da doença e, assim, evitar consequências graves em pés e pernas, como dor neuropática, úlceras e amputações. Estudo inclui testes clínicos aplicados após o paciente responder a um questionário que apura a existência de sintomas neuropáticos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Meta é incorporar a nova ferramenta à saúde pública, após a validação científica do sistema O estudo integra uma iniciativa da Federação Internacional de Diabetes (IDF, no inglês), com a coordenação científica da Universidade de Cornell de Doha, no Catar. No processo, os pesquisadores avaliam a ferramenta A New Simple sCreening Tool (ACT), desenvolvida para tornar mais rápido o rastreamento da neuropatia periférica do diabetes (NPD), condição que pode, ou não, apresentar sintomas. Após validação científica, a expectativa é incorporar o instrumento à rede pública, especialmente na Atenção Primária à Saúde (APS). “Com a utilização da ACT, equipes da APS poderão verificar, de forma simples e rápida, pessoas que convivem com diabetes e, se for o caso, encaminhá-las a uma avaliação com especialistas na Uendo/HRT, integrando os serviços da rede pública", explica a endocrinologista Hermelinda Cordeiro Pedrosa, vice-presidente da IDF, coordenadora do Polo de Pesquisa do HRT e investigadora principal do estudo. Como funciona a ACT O uso da ferramenta ACT ocorre em duas etapas. Primeiramente, o participante responde ao Questionário da Pessoa com Diabetes, que tem cinco perguntas sobre sintomas neuropáticos (formigamento, queimação e dormência), indicando a pontuação do desconforto e a localização. Em seguida, são feitos testes clínicos simples, aplicáveis por médico ou profissional de enfermagem. A participação envolve uma única visita presencial, com auxílio financeiro para transporte do voluntário. Público elegível O estudo também é feito no Catar, na Tailândia e na Índia. No Brasil, o trabalho conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Diabetes Regional (SBD-DF), comparando a nova ferramenta com métodos de rastreamento já consolidados nos Estados Unidos (Rastreamento de Michigan) e na França (DN4). “Na prática, muitas pessoas com diabetes já apresentam NDP e desconhecem a sua presença.O rastreamento possibilita o diagnóstico precoce e, em alguns casos, pode reverter o quadro ou retardar a progressão da complicação” Flaviene Romani, endocrinologista coordenadora da pesquisa no HRT A meta da investigação brasileira é incluir 300 participantes. Os critérios de inclusão no estudo são indivíduos entre 18 e 70 anos que convivem com diabetes tipo 1 ou 2. “São excluídas pessoas com condições que possam interferir na neuropatia, como hipotireoidismo descompensado, deficiência de vitamina B12 ou hanseníase e hemoglobina glicada 11%”, detalha a endocrinologista da Secretaria de Saúde (SES-DF) Flaviene Romani, integrante da equipe responsável pela pesquisa na Uendo HRT. Usuários do SUS interessados em integrar a pesquisa ACT e que estejam dentro dos requisitos podem entrar em contato com a Uendo/HRT pelo e-mail endocrinologia.hrt@gmail.com. Complicação silenciosa A NPD é uma alteração nos nervos periféricos que começa nas pernas e nos dedos dos pés, podendo causar sintomas, dor ou ainda perda de sensibilidade, favorecendo úlceras. Na metade dos casos, no entanto, evolui silenciosamente. “Na prática, muitas pessoas com diabetes já apresentam NDP e desconhecem a sua presença”, aponta Flaviene Romani. “O rastreamento possibilita o diagnóstico precoce e, em alguns casos, pode reverter o quadro ou retardar a progressão da complicação.” Qualidade de vida [LEIA_TAMBEM]Além dos benefícios aos participantes, a iniciativa pode reduzir impactos assistenciais no Sistema Único de Saúde (SUS). A chefe da Uendo/HRT, Patrícia Carvalho, ressalta que complicações avançadas do diabetes exigem cuidado multidisciplinar. "O tratamento de uma úlcera, por exemplo, envolve diferentes profissionais e procedimentos específicos”, explica. “Essa abordagem gera custos para o SUS, afetando a qualidade de vida do paciente e de sua família.” Participante do estudo, Wendel Araújo, de 48 anos, entende que contribuir com pesquisas desse tipo é essencial para avanços nos tratamentos. “Considero o estudo muito importante”, afirma. “Diabetes é uma condição complexa, e qualquer progresso que melhore a qualidade de vida é bem-vindo”. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde convoca usuários para atualizar dados cadastrais
Com o objetivo de melhorar a comunicação e tornar mais efetiva a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria de Saúde (SES-DF) orienta que os usuários atualizem seus dados. A medida beneficia, principalmente, o paciente, facilitando o agendamento de consultas, exames e cirurgias. Atualizar os dados é importante para garantir atendimento aprimorado e eficiente | Arte: Agência Saúde-DF As informações corretas auxiliam os profissionais de saúde no atendimento e contribuem para um cuidado mais eficiente e seguro. Em caso de mudança de telefone, endereço, e-mail, WhatsApp, entre outros, o usuário deve atualizar esses dados no SUS. Como atualizar A atualização cadastral pode ser feita diretamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente ou durante as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde. Também pode ser feita por meio do aplicativo Meu SUS Digital, do Ministério da Saúde, ou diretamente pelo site Recadastra SUS DF, utilizando o login do gov.br. A dificuldade em acionar o paciente durante um tratamento acarreta prejuízo direto na saúde dele. “Quando não o encontramos por conta de um número de telefone errado, o paciente fica sem resultados de exames, perde consultas e cirurgias agendadas e também deixa de ser contatado para atualizar suas vacinas”, alerta o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Com cadastros mais completos, também é possível identificar as principais demandas e traçar estratégias bem direcionadas, com o real dimensionamento da demanda. Absenteísmo [LEIA_TAMBEM]Dados da SES-DF mostram que o absenteísmo ultrapassou os 300 mil registros na Atenção Primária à Saúde (APS) em 2025, sendo cerca de 149 mil no primeiro semestre e 159 mil no segundo. Os números representam um acréscimo de 33,04% em relação ao ano anterior, quando foram registrados mais de 230 mil casos de absenteísmo. Desde o teste do pezinho até as cirurgias, é essencial ter o contato do paciente ou do responsável. “Ainda que o paciente não tenha alterado informações pessoais recentemente, é fundamental que ele acesse seus dados e confira se tudo está preenchido corretamente”, reforça o secretário de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Estudantes de Harvard conhecem Sistema Único de Saúde no DF
Estudantes de mestrado e doutorado em Saúde Pública da Universidade de Harvard (EUA) realizaram, nesta terça-feira (6), uma visita técnica a unidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). “O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes a ter um sistema único de saúde sem custos para a população", afirma a professora Márcia Castro, que dá aulas na universidade norte-americana há 18 anos. A docente defende que o SUS seja um modelo a ser seguido internacionalmente: “A ideia dessa qualificação é mostrar o funcionamento desse sistema. Ao mesmo tempo em que os estudantes aprendem, também ajudam os órgãos de saúde brasileiros a solucionar problemas e desafios”. Estudantes conheceram os serviços ofertados pelas UBSs da Região Norte de Saúde | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Ao todo, 15 alunos de Harvard, assim como 15 estudantes brasileiros de diversas regiões do país, fizeram um tour pela Região de Saúde Norte. O intuito foi observar como o modelo de Atenção Primária à Saúde (APS) do Brasil funciona localmente. A atividade compõe o Curso Colaborativo de Campo em Saúde Pública, parceria entre Harvard e o Ministério da Saúde. A capacitação combina visitas de campo, aulas e trabalhos em grupo para entender o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Estudo pelas unidades A comitiva se dividiu em três grupos para conhecer os serviços na prática. Um visitou a UBS 2 da Fercal, que atende à região rural. Outro conheceu a UBS 8 de Planaltina, no Vale do Amanhecer, e a terceira unidade visitada foi a UBS 5 de Planaltina, em Arapoanga. Alunos analisaram serviços como acolhimento de demanda espontânea, dispensação de medicamentos e realização de atividades comunitárias Representantes da Diretoria Regional de Atenção Primária à Saúde Norte (Diraps) da SES-DF, ao lado dos gestores locais, guiaram os estudantes pelas unidades. Foram apresentados serviços como acolhimento de demanda espontânea, dispensação de medicamentos e realização de atividades comunitárias, além de consultas médicas e de enfermagem em todas as fases da vida. À frente da Diraps Norte, Alcir Galdino ressalta que a APS é considerada a principal estratégia para garantir saúde à população. “Os municípios brasileiros que investem mais em atenção primária têm melhores indicadores sociais. Além disso, um planejamento governamental de saúde que coloque a APS como o centro do modelo garante maior economicidade do sistema, melhor qualidade no gasto público", avalia. Exemplo para o mundo Swathi Srinivasan: "Saber que esse sistema funciona em um país tão grande quanto o Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, é surpreendente" [LEIA_TAMBEM]Em seu primeiro ano de doutorado pela Harvard, a norte-americana Swathi Srinivasan acredita que, embora apresente uma organização complexa, o SUS é engenhoso: “Seu funcionamento exige um conhecimento incrível do próprio país, uma enorme compilação de dados e de depoimentos da população. Há a colaboração entre as esferas federal, estadual, distrital e municipal. São todos níveis diferentes, mas que operam em conjunto. Saber que esse sistema funciona em um país tão grande quanto o Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, é surpreendente”. Srinivasan também compara os serviços de APS daqui e os dos EUA. “O SUS é um exemplo para o mundo. Um país rico não é, necessariamente, um país saudável. Os EUA são ricos, mas não sabem como usar seus recursos para fortalecer a saúde pública”, exemplifica. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Capacitação sobre covid-19 ajuda a enfrentar desinformação sobre vacinas
Nesta semana, foi lançado o projeto Covid Combate no Distrito Federal, uma iniciativa de capacitação técnica e educativa voltada a profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) que busca combater a desinformação no país. Participaram da capacitação 125 servidores da APS da Secretaria de Saúde (SES-DF). A médica de família e comunidade Lívia Mariosi lembra que a cobertura vacinal está baixa: “De uma meta de 90% de cobertura dos grupos prioritários e especiais, segundo o Plano Nacional de Imunizações, tivemos uma abrangência média de 13% apenas” | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF Iniciado na segunda-feira (10), o curso busca fortalecer as competências de trabalhadores da saúde que atuam na linha de frente do atendimento à população. O objetivo é recuperar os níveis de cobertura vacinal infantil contra a covid-19 no Brasil. Parte importante da capacitação consiste em criar estratégias eficazes para contrapor as fake news sobre imunização, em especial de crianças menores de 5 anos. “Essa é a vacina mais estudada da história, é uma vacina supersegura. Para mim, é inconcebível uma criança morrer por uma doença que é prevenível por imunização” Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da SES-DF Fruto de parceria entre o Instituto de Pesquisa e Apoio ao Desenvolvimento Social (Ipads), o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e a empresa farmacêutica Pfizer, o curso é ministrado na modalidade semipresencial, com duração de quatro semanas. Imunização Segundo a médica de família e comunidade Lívia Antunes Mariosi, desde a pandemia de covid-19, a vacinação de grupos elegíveis a se imunizar contra o coronavírus – entre idosos, gestantes e crianças de seis meses e menos de cinco anos – nunca esteve tão baixa. “Nós temos essa vacina em nosso calendário normal, mas as pessoas não têm procurado as doses”, alerta. “De uma meta de 90% de cobertura dos grupos prioritários e especiais, segundo o Plano Nacional de Imunizações [PNI], tivemos uma abrangência média de 13% apenas”. A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, reforça que, embora a pandemia de covid-19 tenha terminado, a vacinação contra o coronavírus continua sendo a principal estratégia de prevenção à doença: “A covid foi um dos vírus respiratórios que mais matou neste ano, e uma das faixas etárias que mais veio a óbito foi a das crianças até 5 anos – exatamente pela baixa cobertura vacinal desse grupo”. De acordo com a gestora, mesmo não evitando que as crianças contraiam a doença, a imunização serve para evitar o agravamento dos quadros. “Isso mostra a importância de se vacinar, de os pais manterem a caderneta de vacinação atualizada”, enfatiza. “Essa é a vacina mais estudada da história, é uma vacina supersegura. Para mim, é inconcebível uma criança morrer por uma doença que é prevenível por imunização”. Projeto de conscientização [LEIA_TAMBEM]Presidente do Ipads, o sanitarista Thiago Lavras Trapé afirma que a baixa cobertura vacinal pediátrica, observada de norte a sul do Brasil, foi o que impulsionou a criação do curso Covid Combate. “Essa baixa cobertura tem muito a ver com o desenvolvimento de fake news associadas à imunização, o que cria uma hesitação às mães em levarem suas crianças aos postos de vacina”, observa. “Por isso, já implementamos esse projeto em 12 cidades pelo país, Brasília é a 13ª”. Durante a capacitação, os profissionais da APS concebem diversas estratégias para acolher e educar o usuário dos serviços de saúde sobre a importância e a segurança da vacinação infantil contra o coronavírus. “Desenvolvemos, por exemplo, um modelo de ‘entrevista motivacional’, em que se ensina a não se contrapor, num primeiro momento, à resistência demonstrada pelos pais em relação às vacinas, mas encorajando, sim, a construírem-se vínculos que possam, pouco a pouco, reverter aquela percepção errada causada pelas fake news”, defende Thiago. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Unidade de saúde mental infantil oferece cuidado e transforma vidas
Cerca de 1,2 mil crianças são atendidas por mês no Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (Compp), órgão da Secretaria de Saúde (SES-DF) que, nesta quinta-feira (23), completa 56 anos de história. A unidade oferece atendimento ambulatorial a pacientes de até 11 anos em sofrimento psíquico moderado ou em uso eventual de substâncias psicoativas. Nesta quinta-feira (23), a equipe do Compp comemorou o aniversário de 56 anos da unidade | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF O pequeno Gael, 5 anos, é atendido no local. Ele foi diagnosticado com transtorno do espectro autista (TEA). A mãe, Suellen Brasil, relata que o Compp foi um divisor de águas na vida da família. “Quando eu recebi o diagnóstico de TEA do Gael, fiquei perdida, me senti desamparada, e considero que as sessões do Compp fizeram toda a diferença”, afirma. “Eu me senti mais segura nas tomadas de decisões com o Gael, pois tive a oportunidade de participar de um grupo de apoio. Lá eles fizeram todos os encaminhamentos necessários e sou muito grata por isso e por todo atendimento que recebemos”. A gerente do Compp, Simone Schwartz, ressalta: “Acredito na força desta equipe e reforço que o que sempre nos diferenciou foi a prática interdisciplinar, a escuta cuidadosa e a construção coletiva de soluções para nossas crianças e familiares. O trabalho do Compp é uma prova de que, quando o cuidado é coletivo, a vida pode seguir novos caminhos, com mais afeto, segurança e possibilidades”. [LEIA_TAMBEM]Mais do que um centro de saúde mental, o Compp é um lugar de escuta, acolhimento e construção de possibilidades, onde uma equipe multiprofissional oferece desde atendimentos individuais e grupos terapêuticos até mutirões para elaboração de laudos e realização de exames especializados. A equipe é composta por 38 profissionais de diversas áreas, incluindo pediatras, neuropediatra, psiquiatras infantis, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, nutricionistas, fonoaudiólogos, psicólogos e assistente social. Todos trabalham de forma integrada para oferecer um cuidado humanizado e baseado em evidências, atuando como retaguarda essencial à Atenção Primária à Saúde (APS). Formação e conhecimento O Compp também é um importante espaço de formação e conhecimento, recebendo estudantes de medicina, residentes multiprofissionais e estagiários da Escola Superior de Ciências da Saúde do Distrito Federal (Escs). As ações de matriciamento desenvolvidas pelos profissionais fortalecem a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) e qualificam o cuidado em saúde mental oferecido às crianças e suas famílias. Hatha yoga, tai chi chuan e meditação estão entre as atividades oferecidas no Compp Ao longo de sua trajetória, o Compp tem levado o nome da SES-DF a eventos científicos nacionais e internacionais, com trabalhos premiados e reconhecidos pela relevância social. Seus profissionais publicam artigos e livros, contribuindo para a produção de conhecimento em saúde mental infantojuvenil, um campo fundamental para o futuro da sociedade. Outro diferencial do serviço são as Práticas Integrativas em Saúde (PIS), como hatha yoga, tai chi chuan e meditação, que promovem o bem-estar, previnem agravos e fortalecem vínculos terapêuticos. Essas atividades refletem a essência do Compp: olhar a criança em sua totalidade, corpo, mente e contexto social, e construir caminhos de cuidado em parceria com suas famílias. Atendimento O acesso ao serviço se dá por meio de regulação feita pela Atenção Primária, quando os usuários preenchem alguns critérios, como apresentar humor deprimido, ansiedade intensa, sofrimento psíquico, entre outros. Após a avaliação e estratificação do risco, os pacientes recebem um plano de cuidado e, uma vez estabilizados, são contrarreferenciados à Atenção Primária para continuidade do acompanhamento. O processo inclui ainda a articulação da rede intersetorial para o cuidado em saúde mental, garantindo uma atenção integral e contínua. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Saúde do DF discute estratégias para melhorar plano de ação contra sarampo
A Secretaria de Saúde (SES-DF), em conjunto com o Ministério da Saúde (MS), realizou na terça e quarta-feira (2 e 3) o Simulado de Preparação, Vigilância e Resposta às Emergências em Saúde Pública. O foco é promover discussão de estratégias e compartilhamento de experiências para enfrentamento do sarampo no Distrito Federal. A ação reúne gestores e profissionais da Atenção Primária, Secundária e da Vigilância em Saúde para compartilhar experiências e testar, na prática, o plano de contingência da doença. “Esse evento é um momento oportuno para podermos testar nosso plano de resposta ao sarampo, para que não haja barreiras técnicas para enfrentá-lo. É o momento de testar as estratégias e ver se elas estão funcionando, demonstrando esse cuidado com a população”, destaca o subsecretário de Vigilância à Saúde da SES-DF, Fabiano dos Anjos Martins. Ação promove discussão de estratégias e compartilhamento de experiências para enfrentamento do sarampo no Distrito Federal | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Neste ano, o DF registrou um caso de sarampo em uma paciente com histórico de viagens internacionais. Além disso, há casos notificados da doença em alguns estados brasileiros. Por isso a vigilância deve ser contínua e articulada, conforme explica Fernando Erick Moreira, coordenador da Atenção Primária à Saúde da SES-DF. “Estamos passando por uma situação sanitária que nos exige muita atenção e muito cuidado. E, nesse sentido, temos a oportunidade de preparar os nossos canais de comunicação, nossas informações, padronizar os fluxos para que a gente responda de forma harmônica. Aqui, conseguimos ter olhares mais ampliados e desenvolver melhores estratégias no combate ao sarampo”, explica. Ação na prática Além de testar o plano de resposta contra o sarampo, o simulado capacita profissionais de saúde por meio da metodologia de simulado de mesa. No evento, será realizada a avaliação do plano, além de debates sobre estratégias de comunicação de risco e combate à desinformação sobre a doença. Para a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta, equipes de saúde bem preparadas foram cruciais para a notificação e o tratamento do caso de sarampo notificado no DF este ano. “A resposta rápida e integrada entre a vigilância epidemiológica e a assistência, especialmente da Atenção Primária, foi fundamental para que não tivéssemos nenhum caso secundário dessa situação”, afirma. "A resposta rápida e integrada foi fundamental para que não tivéssemos nenhum caso secundário dessa situação”, afirma a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Doença perigosa O sarampo é uma doença infecciosa e extremamente contagiosa, podendo evoluir com complicações e óbitos, particularmente em crianças. A prevenção é feita por meio da vacinação com a tríplice viral, que protege também contra rubéola e caxumba. A primeira dose deve ser administrada em toda criança de um ano e a segunda em crianças de 15 meses. Adolescentes e adultos até 29 anos devem ter duas doses da vacina. Pessoas de 30 até 59 anos devem ter uma dose de vacina. O caso confirmado no DF foi de uma mulher entre 30 e 39 anos, que apresentou os primeiros sintomas da doença em fevereiro. A confirmação ocorreu após exames laboratoriais realizados no Laboratório Central do Distrito Federal (Lacen-DF) e na Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro (Fiocruz-RJ). A paciente não precisou ser hospitalizada, e a doença evoluiu sem complicações. Clique aqui e veja os locais de vacinação de rotina contra o sarampo no DF.
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Oficina debate masculinidade e pré-natal do parceiro
Servidores da Atenção Primária à Saúde (APS) participaram, na segunda (25) e na terça-feira (26), da oficina Masculinidades, Paternidades e Pré-natal do Parceiro. A capacitação é fruto de parceria entre a Secretaria de Saúde (SES-DF), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), o Ministério da Saúde e o Instituto Promundo. O evento conta com 131 participantes. O objetivo da iniciativa é discutir masculinidade, equidade de gênero, prevenção da violência e qualificar o pré-natal do parceiro. “Queremos estimular a reflexão sobre como os modelos de masculinidade impactam no cuidado de si, dos filhos e das parcerias. Muitas vezes a saúde do homem é negligenciada e precisamos preparar os profissionais para acolher esse público com qualidade”, explica o coordenador da área técnica de Saúde do Homem na Atenção Primária do DF, Douglas Moreira. Com a oficina, profissionais poderão dar mais atenção à saúde do homem | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Para a integrante do Comitê Gestor da Primeira Infância no âmbito da Justiça do DF, Ivânia Ghesti, o curso tem papel estratégico. “A capacitação ajuda a enfrentar questões estruturais que chegam ao Judiciário, como a ausência do pai na vida da criança e os reflexos de uma socialização machista que impacta na violência contra a mulher. É uma oportunidade de ressignificar o cuidado, fortalecer a corresponsabilidade paterna e prevenir problemas evitáveis”, avalia. Programação Neste primeiro dia, os participantes discutem os módulos Gênero e Masculinidades, e Paternidades e Paternar. Já no segundo, além do tema Pré-natal do parceiro, haverá a elaboração de um plano de ação construído a partir da realidade local dos serviços de saúde. Nos módulos trabalhados, os inscritos são convidados a refletir sobre os desafios vividos em seus territórios e a propor soluções viáveis para o cotidiano do atendimento. O intuito é que, ao final do encontro, essas ideias se transformem em projetos concretos, alinhados às necessidades do DF. No fim do encontro, as ideias devem se transformar em projetos concretos alinhados às necessidades do DF [LEIA_TAMBEM]A programação é conduzida por representantes do Promundo, entre eles a antropóloga e consultora do instituto, Bruna Martins. “A Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem [PNAISH] só se faz conhecida porque os profissionais de saúde se apropriam dela. Pretendemos trabalhar a masculinidade como porta de entrada para que o homem acesse a Atenção Primária, utilizando a paternidade como janela de oportunidade." Participante da capacitação, a gerente de Apoio da Saúde da Família (Gasf) da SES-DF, Simone Lacerda, espera que o evento sensibilize os profissionais para envolver o homem no pré-natal, incentivando exames, vacinas e orientações durante a gestação da parceira. “Isso promove corresponsabilidade, fortalece os vínculos familiares e amplia o cuidado com a saúde da mulher, da criança e do próprio homem”, argumenta. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Inauguradas e reformadas, UBSs potencializam atenção primária à saúde no DF
Para fortalecer a Atenção Primária à Saúde (APS), o Governo do Distrito Federal (GDF) destinou mais de R$ 41 milhões ao setor nos últimos quatro anos, resultando na entrega de 13 unidades básicas de saúde (UBSs), além de continuar investindo na construção de novas estruturas para ampliar o atendimento e levar mais saúde para a população, que usufrui das 176 unidades existentes na capital. Porta de entrada para os usuários da saúde pública, UBSs garantem a qualidade de vida de milhares de pessoas | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília As unidades entregues foram a UBS 20 de Planaltina, UBS 11 de Samambaia, UBS 5 do Recanto das Emas, UBS 1 do Jardins Mangueiral, UBS 3 do Paranoá Parque, UBS 7 do Buritizinho (em Sobradinho II), UBS 8 de Planaltina (no Vale do Amanhecer), UBS 15 de Ceilândia (na QNR 2), UBS 7 do Gama, UBS 15 do Gama (próximo à Penitenciária Feminina), UBS 3 da Fercal, UBS 5 do Riacho Fundo II e UBS 2 de Santa Maria. São estruturas que mudaram a qualidade de vida de milhares de pessoas que buscam atendimento em saúde no DF. A Agência Brasília conta, a seguir, algumas dessas realidades que fazem parte da série de reportagens Esta é a Nossa História, com o objetivo de levar o cidadão a conhecer como os projetos do governo mudaram a realidade das pessoas nos últimos seis anos. Entre as novas construções, destaca-se a UBS 5 do Recanto das Emas, inaugurada em 2020 e, com uma área com 831 metros quadrados, planejada para atender cerca de 20 mil moradores da Quadra 800. A estrutura, fruto de um investimento de R$ 2,4 milhões, oferece consultas médicas, atendimento odontológico e o suporte de quatro equipes de Saúde da Família, além de contar com 12 consultórios, farmácia e salas de inalação. Caroline Souza fez todos os acompanhamentos de gravidez na UBS 5 do Recanto das Emas: “Nunca aconteceu de chegar aqui e não ter suporte, e facilita muito ser perto da minha casa; só essa praticidade de virar a esquina e já estar no posto conta muito” Esse espaço esteve presente em momentos importantes da vida da dona de casa Caroline Souza, 33, que fez todos os acompanhamentos de gravidez na nova unidade. “O atendimento sempre foi muito bom e rápido, com agilidade para remarcar”, ressalta. “Nunca aconteceu de chegar aqui e não ter suporte, e facilita muito ser perto da minha casa; só essa praticidade de virar a esquina e já estar no posto conta muito”. 4 milhões Número de atendimentos individuais prestados em 2024 pelas UBSs do DF Em 2024, as UBSs registraram números expressivos: cerca de 4 milhões de atendimentos individuais e 1,1 milhão de pacientes atendidos. Somente na UBS 20 de Planaltina, foram 58.443 atendimentos individuais a 16.131 pacientes. A UBS 7 do Gama também se destacou, com 52.637 atendimentos para mais de 17 mil pessoas. O volume de atendimentos reflete a importância da ampliação da rede de atenção primária à saúde, que também inclui a construção, por este GDF, de novas UBSs em regiões como Gama, Brazlândia e Santa Maria. Retorno positivo A aposentada Maria Aparecida da Silva frequenta a UBS 5 do Recanto das Emas: “É uma equipe maravilhosa e sempre atenta, a gente tem muito a agradecer. Aqui estamos sempre bem-assistidas” Na UBS 5 do Recanto foram 9.785 assistências individuais para 2.862 pacientes no último ano. Também atendida no espaço inaugurado em 2020, a aposentada Maria Aparecida da Silva, 65, é moradora na região desde o início da cidade e se diz satisfeita com o trabalho realizado pelos profissionais: “É uma equipe maravilhosa e sempre atenta, a gente tem muito a agradecer. Antes era um sufoco, tínhamos que ir mais longe para tentar um serviço. Aqui estamos sempre bem-assistidas”. Maria Celma Lima, vendedora, também elogia o atendimento da UBS 5 do Recanto das Emas: “Meu sogro foi colocado no sistema e rapidinho começou a fazer o tratamento” Outra moradora do Recanto das Emas que elogia a chegada da nova estrutura é a vendedora Maria Celma Lima, 50. Além dela, a UBS trouxe praticidade para o tratamento do sogro, feito na unidade há cerca de quatro anos e antes oneroso para a família poder arcar na rede particular. “Meu sogro foi colocado no sistema e rapidinho começou a fazer o tratamento”, conta ela. “Ficou bem melhor para a gente não ter que se deslocar até outras cidades para fazer certos exames. Todo mundo na UBS atende superbem, conseguimos resolver tudo aqui. Estão fazendo sempre o melhor para atender a população”. Antônia Alves, gerente da UBS 5 do Recanto das Emas: “Damos o máximo de atendimento à população, ela sai muito satisfeita” A gerente da unidade, Antônia Cléa Alves, detalha que o atendimento clínico é o mais demandado e explica que as unidades básicas de saúde são a porta de entrada para os principais problemas de saúde da população. Com equipes compostas por diferentes profissionais como enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem, agentes comunitários de saúde e dentistas, os profissionais são qualificados para atender quaisquer condições de saúde dos usuários de todas as idades, de recém nascidos a idosos. “Aqui na unidade nós temos o atendimento da odontologia, pré-natal, curativos, vacinas e demais acolhimentos. Damos o máximo de atendimento à população, ela sai muito satisfeita”, afirma. Há também uma equipe multiprofissional composta por psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e farmacêuticos, entre outros. Em alguns casos, pode haver a necessidade de encaminhamento para atendimento por um profissional especializado ou para os serviços de urgência e emergência, prestados pelas unidades de pronto atendimento (UPAs). Mais informações como endereços e telefone para as UBSs estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde.
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Servidores da rede pública do DF recebem capacitação em saúde mental
Com 274 servidores inscritos da Secretaria de Saúde (SES-DF), o projeto Maps capacitou profissionais da Atenção Primária na ampliação do acesso aos cuidados em saúde mental. O encerramento das atividades, na terça-feira (25), na Escola de Governo (Egov), marcou a conclusão de dois cursos voltados para o fortalecimento da assistência à população. Projeto Maps visa a capacitar profissionais da Atenção Primária para ampliar o acesso aos cuidados em saúde mental nas equipes de Saúde da Família | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A subsecretária de Saúde Mental, Fernanda Falcomer, destaca a importância do investimento em capacitação para os servidores: “O Maps reflete nossa prioridade em qualificar os profissionais da rede e promover uma transformação no atendimento à saúde mental”. O projeto Maps, desenvolvido em parceria com a Unicamp e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), foi dividido em duas fases: Maps 1, focado na implementação do apoio matricial nas regiões de Saúde do DF, e Maps 2, um curso de capacitação em saúde mental para os servidores da Atenção Primária. A coordenadora da Atenção Primária à Saúde da SES-DF, Sandra Araújo, celebrou os resultados alcançados: “Este curso envolveu profissionais de diferentes níveis. E a parceria entre a Coordenação de Atenção Primária e a nova Subsecretaria de Saúde Mental fortalece ainda mais o projeto e a assistência”. O Maps proporcionou a elaboração de planos regionais de matriciamento que visam a integrar os serviços locais e fortalecer o cuidado dos pacientes com o apoio de equipes multiprofissionais e dispositivos de saúde mental. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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UBS 1 de Sobradinho adota nova ferramenta para aprimorar atendimento
A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Sobradinho já começou a utilizar o Painel e-SUS APS – ferramenta criada para aperfeiçoar a gestão da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com a Fiocruz Campus Virtual, visa aprimorar o acompanhamento dos pacientes, facilitar o trabalho dos profissionais das UBSs, acompanhar as metas e gerir o novo modelo de financiamento federal. “Essa implementação é um passo importante para a modernização da gestão da Atenção Primária. A ferramenta não apenas otimiza o trabalho dos profissionais de saúde, como também proporciona um acompanhamento mais preciso das necessidades dos pacientes. A partir desse sistema, conseguimos melhorar a qualidade do atendimento e a coordenação entre as equipes, impactando diretamente na vida do usuário”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. A iniciativa, desenvolvida pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com a Fiocruz Campus Virtual, visa aprimorar o acompanhamento dos pacientes, facilitar o trabalho dos profissionais das UBSs, acompanhar as metas e gerir o novo modelo de financiamento federal | Foto: Divulgação/Agência Saúde-DF No Distrito Federal (DF), além da UBS 1 de Sobradinho, o projeto piloto inclui quatro unidades de cada uma das sete regiões de Saúde para a aplicação da tecnologia. A expectativa é que o sistema seja liberado para outros profissionais de todas as UBSs até o final de março deste ano. De acordo com a coordenadora de Atenção Primária à Saúde (Coaps) da Secretaria de Saúde (SES-DF), Sandra Araújo, a ferramenta qualifica os processos de trabalho ao identificar as necessidades. “É um painel muito rico, porque dá condições de a gente verificar quais são as nossas fragilidades e também as nossas potencialidades na assistência. Então, ganha o usuário e o profissional”, explica. O sistema permite que toda a equipe de saúde da UBS – médicos, técnicos em enfermagem, enfermeiros e agentes comunitários – tenha acesso ao histórico do paciente e receba alertas de procedimentos e atendimentos necessários. Além de servir como ferramenta de registro, o painel compila as informações por meio de gráficos, atuando como um banco de dados que apoia a tomada de decisões tanto da gestão quanto da assistência. Como funciona O painel é dividido em duas partes. A primeira, focada em dados sociodemográficos, revela a distribuição de cidadãos cadastrados nas zonas urbana e rural, além da pirâmide etária e de gênero da população. A segunda é composta por painéis temáticos, que oferecem detalhes sobre diferentes aspectos da saúde. De acordo com o chefe da Coordenação Especial de Tecnologia de Informação em Saúde (Ctinf) da SES-DF, Anderson Freire, apesar dos desafios, o painel é o primeiro passo para implementar grandes melhorias na rede de saúde do DF. “ Devido ao fato de o DF possuir uma das maiores bases de dados do e-SUS no país, adaptar a estrutura tecnológica para garantir um alto desempenho na apresentação dessa grande quantidade de informações foi um grande desafio”, afirma. Presente na apresentação do painel em Sobradinho, na última semana, o secretário de Atenção Primária à Saúde do Ministério de Saúde, Felipe Proenço de Oliveira, disse que o sistema também será implementado em outros municípios, com o objetivo de melhorar a gestão do trabalho e de atendimento. “É mais saúde da família, mais informação para o planejamento da gestão e das equipes de saúde da família. Quem ganha com isso é o usuário, que está sendo bem cuidado no Sistema Único de Saúde”, enfatiza. A técnica em enfermagem da UBS 1 de Sobradinho, Érika Lacerda da Silva, compartilhou que tem muitas expectativas com o painel. “As informações vão ajudar a direcionar o nosso trabalho, principalmente nos níveis de equipe, verificando qual a prioridade do nosso paciente, onde está faltando o atendimento”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Seminários abordam temas referentes ao aleitamento materno
A Secretaria de Saúde (SES-DF) abriu, nesta segunda-feira (19), uma semana dedicada a diversos aspectos da amamentação. Até sexta (23), o IX Seminário de Aleitamento Materno e o IV de Alimentação Complementar do Distrito Federal lançam luz sobre temas como saúde mental na amamentação, construção de políticas públicas, uso de psicotrópicos durante esse período. Essa programação conjunta é uma iniciativa para chamar a atenção ao Agosto Dourado, mês do aleitamento materno. O DF possui políticas públicas voltadas ao tema que contemplam desde a Atenção Primária à Saúde (APS) até a hospitalar. Distrito Federal se destaca por iniciativas de apoio à amamentação e pelo serviço ofertado nos bancos de leite | Foto: Tony Winston/Arquivo Agência Saúde-DF Esse debate é de suma importância, entende a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, que declarou: “Para nós, o apoio à amamentação, fortalecimento e espaços reservados às nossas servidoras demonstram quão valioso e sublime é ato de amamentar. Estamos cuidando do presente e do futuro de nossas crianças. É gratificante ser exemplo para o Brasil e para o mundo. Agradeço às equipes que têm essa pauta prioritária em todas as agendas”. Programação se estende até sexta-feira (23), abrangendo temas como saúde mental da amamentação e políticas públicas | Foto: Jonathan Cantarelle/Agência Saúde-DF A relevância social da amamentação foi ponto alto no primeiro dia de debates. “Temos diversas pesquisas que mostram que, se cuidarmos bem da primeira infância, é possível ter uma sociedade mais justa e saudável”, apontou a coordenadora das Políticas de Aleitamento Materno da SES-DF, Mariane Curado Borges. “Muitas vezes olhamos para o peito e para a mulher, mas precisamos mirar no contexto social”, complementou a diretora da Escola de Saúde Pública do DF, Fernanda Ramos Monteiro. A abertura dos seminários contou com a presença do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), coronel Sandro Gomes; do subsecretário de Políticas para Crianças e Adolescentes da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, Diego Moreno de Assis; da presidente da Sociedade de Pediatria do DF, Renata Seixas; e da coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Crianças, Adolescentes e Jovens do Ministério da Saúde, Sônia Isoyama Venâncio. As inscrições são abertas ao público em geral e podem ser feitas pelo site da Escola de Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (EAP-SUS). Confira abaixo a programação de terça (20) a sexta (23), a ser realizada no Auditório do Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), Campus da Asa Norte: Terça-feira (20) 8h – Maternidade, maternagem e pessoas em situação de vulnerabilidade, com Juliana Soares, da Gerência de Populações em Situação Vulnerável e Programas Especiais 10h – Produção de material de vídeo em língua brasileira de sinais produzido na Universidade de Brasília para orientação de mães lactantes surdas – um relato de experiência com Telma Cedraz dos Santos 12h – Almoço 14h – Tema SMAM 2024 – Amamentação: Apoie em todas as situações, com Móisés Chencisnski 15h – Depoimento 16h – Cuidado obstétrico e promoção da amamentação – o desafio de reduzir iniquidades, com Renata Reis, do Ministério da Saúde 17h – Os desafios da amamentação, com Felipe Camilo Santiago Veloso 17h30 – Discussão e encerramento Quarta-feira (21) 8h – Amamentação e conflitos de interesse, com Móisés Chencisnski 10h – Apoio à amamentação em alergias alimentares, com Vanessa Macedo 11h – Discussão 12h – Almoço 14h – “PCD: o que eu tenho com isso?”, com Luiza Habib Vieira Garcia 15h – Sessão de conversa, com Luiza Habib Vieira Garcia, Lídia Caroline de Carvalho Cruz Bettiol Corrêa e Taiame Rocha 17h – Discussão e encerramento Quinta-feira (22) 8h – Alimentação complementar saudável em situações de alergia alimentar, com Camila Brandão Gonçalves 10h – Alimentação complementar saudável em situações de rigidez e monotonia alimentar, com Sumara Oliveira e Karistenn Brandt 11h – Discussão 12h – Almoço 14h – Simulação realística de atendimento em amamentação para deficientes visuais, com Priscila Ollin, do Ministério da Saúde 14h45 – Depoimento de Julianne Mello Oliveira Soares 15h – Depoimento de Bárbara Cristina da Silva Monteiro 15h30 – Como apoiar as lactantes com deficiência visual e auditiva, com Márcia Machado, da Universidade Federal do Ceará 16h30 – Mitos sobre o uso de psicotrópicos na amamentação, com Maria Marta Freire 17h – Encerramento Sexta-feira (23) 8h – Critérios para o uso de leite humano como complemento, com Carlos Alberto Zaconeta 10h – Colosterapia e Imunoterapia, com Sandi Yurika 11h – Discussão 12h – Almoço 14h – Construção de políticas públicas de amamentação que promovam a inclusão, com Miriam Oliveira dos Santos, representante da Rede de Bancos de Leite Humano/Fiocruz 16h – Desafios da amamentação para todos, com Mariane Curado Borges, da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno da Secretaria de Saúde do DF 17h – Discussão e encerramento *Com informações da SES-DF
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Programa de capacitação em saúde já qualificou mais de 2 mil profissionais
O programa de qualificação dos profissionais e dos processos da Atenção Primária à Saúde (APS) do Distrito Federal (DF), Qualis-APS, fechou o ciclo 2019/2023 com mais de 1.200 equipes certificadas. Cerca de 600 equipes realizaram processo autoavaliativo e mais de 4.900 planos de ação foram elaborados. O Qualis-APS tem como objetivo contribuir para o fortalecimento do monitoramento no âmbito da APS, além de estimular processos contínuos e progressivos de planejamento e ação para aprimorar o serviço de saúde no DF. O Qualis-APS, programa de qualificação dos profissionais e dos processos da Atenção Primária à Saúde, fechou o ciclo 2019/2023 com mais de 1.200 equipes certificadas | Fotos: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde-DF O programa foi criado por meio da Portaria nº 39, de 23 de janeiro de 2019, e é fruto de uma parceria entre Secretaria da Saúde do Distrito Federal (SES), Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz-Brasília) e Universidade de Brasília (UnB). “Nós fazemos uma autoavaliação, ela traz resultados e, atrelados a esses resultados, nós investimos na qualificação dos profissionais e dos processos de trabalho da atenção primária. Na sequência, os resultados dessa qualificação são analisados”, explica a coordenadora de Atenção Primária à Saúde, Sandra Araújo de França. “Para o novo ciclo, uma das prioridades do programa será focada na quantidade e na qualidade dos atendimentos do DF. Precisamos entregar sempre mais para a população” Lucilene Florêncio, secretária de Saúde do DF No âmbito das ações focadas na Estratégia Saúde da Família (eSF), 120 especialistas se formaram no curso de especialização, enquanto 835 concluíram o curso de aperfeiçoamento. O DF tem mais de 2,1 milhões de pessoas assistidas pelas equipes de eSF. Esses profissionais são responsáveis por fazer o acompanhamento integral das famílias, o que vai muito além da saúde. Somente em 2024, foram realizados 1,1 milhão de atendimentos individualizados. “Trouxemos agora a avaliação do primeiro ciclo do programa, entre 2019 e 2023. Conseguimos reunir dados sobre o que precisamos melhorar; assim poderemos nos preparar para o segundo ciclo, onde vamos continuar nesse processo de avaliação e qualificação, apresentando esses produtos em favor da atenção primária”, detalha Sandra. As UBSs foram avaliadas em relação a estrutura física, disponibilidade de equipamentos, recursos materiais e humanos, e estrutura de gerenciamento de lixo contaminado, entre outras categorias Unidades básicas de saúde (UBSs) As UBSs foram avaliadas em relação a estrutura física, disponibilidade de equipamentos, recursos materiais e humanos, estrutura de gerenciamento de lixo contaminado, componentes de tecnologia e informação. O trabalho foi monitorado por meio de uma planilha de acompanhamento, que serviu de subsídio para a geração de relatórios descritivos parciais sobre o status da coleta, encaminhados semanalmente à SES. Um dos produtos apresentados neste ciclo foi o Caderno do Método, com o percurso teórico-metodológico de construção da Sistemática de Avaliação da APS do DF, no âmbito do Qualis-APS. “Para o novo ciclo, uma das prioridades do programa será focada na quantidade e na qualidade dos atendimentos do DF. Precisamos entregar sempre mais para a população, no sentido de enxergar a saúde como prioridade de governo”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. Ciclo 2024/2027 O Qualis-APS é organizado em ciclos compostos por quatro fases. Para a próxima fase – 2024/2027 – foram estabelecidas quatro metas e seus respectivos produtos, que contemplam avaliação, desenvolvimento contínuo, estratégia e transversalidade. Uma das metas será estimular e desenvolver processos de inovação, produção científica e gestão estratégica de forma a subsidiar o desenvolvimento e consolidação da Atenção Primária à Saúde do DF. A certificação do Qualis-APS utiliza o ipê, árvore símbolo do Cerrado, para criar os selos de qualidade da Atenção Primária do DF. A metodologia do programa é estruturada em torno de um ciclo avaliativo, composto de quatro fases, e de um eixo de desenvolvimento contínuo, que é transversal e consiste em um conjunto de ações com o intuito de promover estratégias para mudanças e aprimoramento na gestão e atenção à saúde em benefício da população.
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Agentes comunitários levam saúde para onde o paciente está
Por vezes, o atendimento à população exige ações de porta em porta, em especial para os pacientes em situação de vulnerabilidade. E é aí que se enquadra o trabalho dos 1.034 agentes comunitários de saúde (ACSs) da Secretaria de Saúde (SES-DF), que integram as equipes de Saúde da Família (eSF) nos serviços de atenção primária. A atuação dos profissionais compreende uma variedade de ações que vão desde o levantamento de informações sobre uma comunidade até o acompanhamento de perto das pessoas atendidas, do recém-nascido à terceira idade. A rede pública de saúde do DF conta com 1.034 agentes comunitários | Fotos: Jhonatan Cantarelle/ Agência Saúde-DF “O trabalho do ACS, em um primeiro momento, consiste em mapear o território de sua microárea, por meio do cadastramento das famílias que ali residem. Dentro desse cadastro, existem perguntas específicas sobre escolaridade, renda familiar, doenças, medicações controladas, gravidez e outros indicadores, como a falta ou não de saneamento, o consumo de álcool e drogas, a estrutura familiar”, descreve o agente comunitário Manoel Morais, da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Candangolândia. “A Atenção Primária à Saúde é um espaço próximo da casa das pessoas e conta com equipes multiprofissionais, com servidores que conhecem esses pacientes e sabem a melhor forma de tratá-los” Sandro Rodrigues, diretor de Estratégia de Saúde da Família da SES-DF Morais explica que os dados colhidos são inseridos no e-SUS do Ministério da Saúde, responsável por gerar informações sociodemográficas em âmbito nacional. Após realizar o cadastro das famílias, os ACSs devem ainda assistir as demais demandas dos pacientes. “No caso de uma gestante, o pré-natal é acompanhado de perto, e marcamos consultas. Caso ela falte, nós fazemos uma busca ativa para saber se está tudo bem. Também cuidamos de hipertensos, diabéticos… Se houver um paciente acamado, fazemos visitas domiciliares com médico e enfermeiro, acompanhamos se o idoso está tomando as medicações, entre outras tarefas”, diz. Porta de entrada A Atenção Primária à Saúde (APS) é a porta de entrada preferencial do cidadão ao Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o diretor de Estratégia de Saúde da Família da SES-DF, Sandro Rodrigues, por volta de 85% dos problemas de saúde da população podem ser resolvidos pelas equipes da APS. Depois de cadastrar as famílias visitadas, os ACSs cuidam das demandas dos pacientes, acompanhando de perto a saúde da comunidade “A atenção primária à saúde é um espaço próximo da casa das pessoas e conta com equipes multiprofissionais, com servidores que conhecem esses pacientes e sabem a melhor forma de tratá-los. Então, para as ocorrências mais frequentes, do dia a dia, a população procura os serviços da APS em uma UBS de referência. Lá as pessoas são atendidas, avaliadas e podem até ser encaminhadas à atenção especializada, caso necessário”, explica Rodrigues. O agente comunitário também pode inserir o paciente em programas sociais do governo, como o Bolsa-Família, o programa Prato Cheio ou o Cartão Gás, conforme as circunstâncias em que o cidadão se enquadre O papel dos ACSs ultrapassa o campo da saúde, em especial quanto às populações vulneráveis. “Nós colhemos informações e debatemos com a equipe multidisciplinar, formada por profissionais como assistentes sociais, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e farmacêuticos, que podem acompanhar os ACSs para uma visita in loco”, relata Morais. “A partir das observações, buscamos alternativas como acionar outros órgãos, a exemplo do Cras [Centro de Referência de Assistência Social], do Conselho Tutelar e, dependendo do caso, do Caps [Centro de Atendimento Psicossocial]”, completa Morais, que atualmente está no oitavo semestre do curso de psicologia e espera ajudar sua UBS com mais essa especialidade no futuro. O agente comunitário também pode inserir o paciente em programas sociais do governo, como o Bolsa-Família, o Prato Cheio ou o Cartão Gás, conforme as circunstâncias em que o cidadão se enquadre. “Hoje, passados 13 anos, tenho orgulho em ser agente de saúde. Eu me sinto abraçado pela comunidade, reconhecido por todos, e isso me impulsiona a querer fazer melhor meu trabalho”, afirma Morais. Em 1978, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reafirmou a saúde como um direito humano fundamental, enfatizando desde então que a atenção primária é a chave para garantir esse direito às pessoas. Do ponto de vista acadêmico, tem grande influência a contribuição da pesquisadora Barbara Sterfield, da Universidade Johns Hopkins (EUA), que atribuiu à APS quatro características essenciais: primeiro contato do indivíduo com o sistema de saúde, longitudinalidade (garantia de uma fonte continuada de atenção, assim como sua utilização ao longo do tempo), integralidade da atenção (acesso a todos os serviços necessários) e coordenação da atenção dentro do sistema. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Atenção Primária à Saúde do DF registra mais de 1 milhão de atendimentos em 2024
Últimos dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) apontam que, de 1º de janeiro até o final de março de 2024, 1.138.832 de atendimentos foram realizados na Atenção Primária à Saúde (APS). Destes, a assistência por enfermeiros correspondeu a quase 630 mil e 475 mil por médicos. Dos mais de 1 milhão de atendimentos no primeiro trimestre de 2024, 630 mil foram prestados por enfermeiros e 475 mil, por médicos | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Porta de entrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), a APS atua como orientadora do cuidado, sendo o primeiro contato do usuário com a rede de saúde pública. Em procedimentos, o nível de atenção realizou 3.097.498, sendo os maiores registros os relativos a aferição de pressão arterial – cerca de 674 mil. Em casos de dengue, a APS foi responsável por 26,5% das assistências (300,4 mil). De síndrome gripal, foram prestados quase cem mil atendimentos. “É um nível que deve se orientar pelos princípios da universalidade, acessibilidade, continuidade do cuidado, integralidade da atenção, responsabilização, humanização e equidade” Sandra França, coordenadora de Atenção Primária O nível primário abrange promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção do bem-estar. O objetivo dos serviços é desenvolver uma atenção integral que impacte positivamente a situação de saúde das comunidades. De acordo com a coordenadora de Atenção Primária da SES-DF, Sandra França, a APS é o centro de comunicação com toda a rede, atuando como filtro organizador do fluxo de serviços e seguindo princípios fundamentais para o bom funcionamento. “É um nível que deve se orientar pelos princípios da universalidade, acessibilidade, continuidade do cuidado, integralidade da atenção, responsabilização, humanização e equidade”, elenca. Serviços O aposentado paraibano Francisco Plácido, 69, estava limpando um peixe quando a faca caiu em seu pé e provocou um ferimento. As filhas o trouxeram a Brasília para tratar o machucado. Após uma cirurgia na rede complementar, ele vai, semanalmente, à Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 do Guará para fazer o curativo. “Há seis meses tenho feito esse acompanhamento aqui na unidade, porque sou diabético, e está demorando para cicatrizar”, explica. Há 13 anos atuando como enfermeira na Secretaria de Saúde, Ceslen Cardoso acredita que a Atenção Primária é essencial para a vinculação entre usuário e equipe de saúde da família O curativo de Francisco foi feito pela enfermeira Ceslen Cardoso, que há 13 anos atua na SES-DF. Entre os serviços ofertados em uma UBS, o curativo é um deles. Na APS, protocolos para manejo e tratamento de diversas comorbidades respaldam a atuação do profissional de enfermagem, permitindo acolhimento, diagnóstico e tratamento. “Somos, geralmente, o primeiro contato do paciente com os serviços de saúde. O enfermeiro é importante para garantir o acesso do usuário e a sua vinculação à equipe de Saúde da Família”, afirma ela. “Tentamos ver o indivíduo como um todo para valorizar as questões importantes, não só biológicas, mas psicológicas, familiares e sociais” Daniel Sabino, médico de família e comunidade Conectado ao usuário está, muitas vezes, o médico de família e comunidade. Ele dá continuidade ao tratamento dentro da rede, tomando as decisões sobre aonde o paciente deve ir para receber a melhor assistência. Daniel Sabino, profissional na área há 12 anos, ressalta a dinamicidade do médico de família: “Tentamos ver o indivíduo como um todo para valorizar as questões importantes, não só biológicas, mas psicológicas, familiares e sociais”. Além de médicos e enfermeiros, outros profissionais atuam no apoio à assistência. O agente comunitário de saúde (ACS) é o elo da comunidade com a UBS. “Somos nós que realizamos a busca ativa por vacinas, pacientes diabéticos, hipertensos. No atual cenário de casos de dengue, ficamos responsáveis pelas notificações, chamando os pacientes a retornarem para fazer os exames”, explica a agente Irene Ferreira, da UBS 3 do Guará. A Atenção Primária à Saúde, além de ser porta de entrada ao Sistema Único de Saúde (SUS), atua como orientadora do cuidado e centro de comunicação entre toda a rede Na gestão, uma figura recentemente instaurada é do enfermeiro responsável técnico (ERT), que trabalha para a enfermagem funcionar de forma adequada. “Atuamos para que os insumos não faltem, para que a equipe escalada esteja alinhada, para que o usuário não fique desassistido. Organizamos capacitações e outras atividades também”, detalha a ERT Carolina Ossege. No rol entra ainda o farmacêutico, cuja importância ultrapassa a dispensação de medicamentos. “Questões farmacológicas passam por nós, como o uso adequado de certos medicamentos, e também podemos auxiliar onde conseguir a medicação, já que [os medicamentos] podem ser, às vezes, de Atenção Secundária”, diz a farmacêutica há 17 anos, Marcela Souza. Por onde começar A porta de entrada para a Atenção Primária na SES-DF é a rede de 176 UBSs. Cada unidade atende um território definido, e as equipes de Saúde da Família são responsáveis pela assistência às comunidades das regiões estabelecidas. Para saber qual é a UBS de referência, basta verificar no Busca Saúde UBS. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Lei distrital determina implantação de centros de convivência de idosos em UBSs
A Lei nº 7.410/2024, que dispõe sobre a Política Distrital do Idoso, foi atualizada. A publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) assegura a implantação de Centros de Convivência de Idosos em todas as regiões administrativas do DF. Os locais serão estabelecidos em espaços destinados às unidades de Atenção Primária à Saúde (APS). Os centros de referência se somam aos esforços das unidades básicas de saúde (UBSs), que já promovem diversas iniciativas para a população idosa | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A criação desses centros se soma aos esforços das unidades básicas de saúde (UBSs), que já promovem diversas iniciativas voltadas à população idosa. Entre as atividades oferecidas estão práticas corporais, grupos de caminhada, Práticas Integrativas em Saúde (PIS), grupos operativos, entre outras. “A Secretaria de Saúde [SES-DF] celebra a iniciativa. Contar com esses espaços irá favorecer a promoção e a prevenção em saúde, auxiliando os idosos no processo de envelhecimento saudável, digno, com apoio e interação social de qualidade”, afirma a coordenadora de APS, Sandra Araújo. Unidades de saúde oferecem práticas corporais, grupos de caminhada, práticas integrativas em saúde, grupos operativos, entre outras | Foto: Mariana Raphael/Agência_Saúde-DF Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que, entre 2010 e 2022, o Distrito Federal registrou um acréscimo de 94% no número de pessoas com 65 anos. O incremento é maior que a média nacional, que ficou em 57,4%. Políticas públicas A Lei nº 7.410/2024 busca garantir também parcerias com serviços de extensão universitária, cujo foco esteja na promoção e proteção à saúde da pessoa idosa. A norma determina ainda que o Poder Executivo realize diagnóstico que contemple o protagonismo e a participação desse grupo no DF, além de informações sobre a gestão das ações, programas, benefícios e serviços ofertados a esse segmento. A iniciativa demonstra o compromisso de promover saúde e bem-estar à população idosa do DF, dialogando com o terceiro Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que versa sobre a garantia de saúde com qualidade. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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