GDF investe R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar em seis anos
Ranny Rezende, 25 anos, estava desempregada quando se viu na situação de ter que comprar o material escolar da filha mais velha, Ana Clara, hoje com 6 anos, o que acabaria por comprometer outras contas da casa. “Iria prejudicar, porque eu sou mãe solo. Não sei se conseguiria comprar”, lembra. Mas ela conseguiu graças ao Cartão Material Escolar (CME), do qual já é beneficiária há três anos: “Ajuda bastante, porque é muito material, muita coisa que eles pedem na escola. Agora, sempre que vejo uma mãezinha que diz que não tem condição, eu falo desse programa.” Ana Clara Rezende conseguiu comprar a tão sonhada mochila rosa de rodinhas | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O CME do Distrito Federal oferece crédito anual para a compra de material escolar em papelarias credenciadas e atende estudantes da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio e do ensino especial. A iniciativa quase triplicou o número de beneficiários desde 2019 e, em seis anos, já soma mais de R$ 267 milhões investidos. O benefício garante que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso a itens essenciais para o estudo. Com isso, os alunos conseguem fazer uma compra de qualidade na papelaria, o que ajuda no desenvolvimento pedagógico ao longo do ano. “O Cartão Material Escolar é mais do que um benefício: é uma estratégia inteligente de política pública que garante equidade, fortalece a aprendizagem e movimenta a economia local. Ao assegurar que nossos estudantes tenham, desde o primeiro dia de aula, os insumos necessários para aprender, a Secretaria reafirma seu compromisso com o acesso, a permanência e o sucesso escolar. É gestão com propósito, eficiência e foco no que realmente importa: o estudante", destaca Iêdes Braga, secretária de Educação interina. O benefício é destinado a estudantes de 4 a 17 anos, matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Para a educação infantil, ensino especial e fundamental, cada estudante recebe R$ 320; no ensino médio, o valor é de R$ 240. E são, de fato, as crianças que podem comprar. Uma das vantagens do cartão — em detrimento de um kit com material escolar, por exemplo — é dar autonomia para que cada beneficiário possa escolher aquilo que deseja. Como foi o caso da pequena Ana Clara. "Ela ama ir [comprar], porque já está na fase de escolher o que quer, os desenhos que gosta. Este ano, além dos materiais, eu consegui comprar a mochila de rodinhas que ela estava querendo muito e ela ficou muito feliz", relata a mãe, Ranny. Silvia Maruno: "Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação" Isso faz toda a diferença do ponto de vista pedagógico. “Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação. E o Cartão Material Escolar proporciona o material e as ferramentas para que ela possa se organizar e fazer suas atividades, além de dar autonomia. A autoestima da criança é levada em conta, a partir do momento que ela vem para a escola com seus materiais, que ela tem a possibilidade de adquirir todo o material necessário. Os pais recebem o benefício, mas o grande beneficiado é o estudante”, define a professora Silvia Maruno, assessora especial da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia. Crescimento contínuo Em 2019, o programa beneficiava 64.652 estudantes. Desde então, o número de contemplados cresceu de forma consistente, chegando a 167.042 alunos em 2025. O valor total investido no programa também aumentou, passando de R$ 19.987.040 em 2019 para R$ 51.524.160 em 2025. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação A concessão é automática, não sendo necessário solicitar o cartão, que pode ser retirado no BRB mediante apresentação de documento de identificação com foto e CPF, após consulta no app GDF Social. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação. Alcance amplo O CME está presente em todas as regiões administrativas do DF. Em 2025, as áreas com maior número de beneficiários foram Ceilândia, com 31.321 alunos; Planaltina, com 16.924; Samambaia, com 15.690; Paranoá, com 12.077; e Recanto das Emas, com 11.386. Já as regiões com mais papelarias credenciadas para o programa são Ceilândia, com 89; Samambaia, com 59; e Taguatinga, com 59. Atualmente, o Distrito Federal conta com 572 papelarias habilitadas.
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GDF que fez: ações do governo contribuem para melhorar a vida da população em diversas áreas
O Distrito Federal vive um tempo de ação. Nos últimos anos, a população tem se deparado, diariamente, com inúmeras obras e programas feitos pelo Governo do Distrito Federal (GDF) para melhorar a vida daqueles que nasceram ou escolheram a capital federal para morar. Algumas obras são mais visíveis, como os novos viadutos — 11 foram construídos desde 2019 — e o Túnel Rei Pelé, a maior obra viária deste GDF, que ajudou a desafogar o trânsito na região de Taguatinga. Ainda na mobilidade, houve a conclusão das obras na Saída Norte, que receberam o nome de Complexo Viário Joaquim Domingos Roriz; a criação do Corredor Eixo Oeste, ligando o Sol Nascente/Pôr do Sol ao Plano Piloto; e a reconstrução do viaduto no Eixão Sul, que havia desabado em fevereiro de 2018. O Viaduto Luiz Carlos Botelho, no Sudoeste, é uma das obras entregues pelo GDF Para quem usa o transporte público, também não faltaram ações. Foram feitas, por exemplo, seis novas rodoviárias em diferentes regiões administrativas. Sem esquecer, é claro, do Vai de Graça, programa que garante tarifas gratuitas nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados, e que tem sido sucesso entre os brasilienses: em um ano, foram quase 40 milhões de viagens. Se o assunto é infraestrutura, não há como não falar do Drenar-DF, o maior sistema de drenagem da história do Distrito Federal, que pôs fim às enchentes no início da Asa Norte. Alagamentos, aliás, que eram um problema também em Vicente Pires. Eram, no passado. Hoje, a região administrativa virou exemplo de urbanização, após investimentos de R$ 420 milhões. O Drenar-DF pôs fim às enchentes no início da Asa Norte Quem também tem virado exemplo é o Sol Nascente/Pôr do Sol. A área foi uma das quatro novas regiões administrativas criadas desde 2019. Com uma administração regional própria, vieram mais obras, sobretudo de urbanização, a exemplo da pavimentação de vias, da construção de calçadas e dos serviços para captar água da chuva e evitar alagamentos. Água, saúde e segurança Direitos fundamentais, o acesso à água, a saúde, e a segurança também receberam grandes investimentos. A crise do desabastecimento, que levou a um inédito racionamento de água no DF, ficou para trás: foram feitas diversas obras hídricas, como a construção de adutoras e a interligação de reservatórios, para garantir que esse triste episódio não voltasse a ocorrer. Na saúde, além da contratação de profissionais e das obras em unidades já existentes, estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento (UPAs) para dar uma resposta rápida às necessidades dos cidadãos, em um local próximo de suas casas. Já na segurança, o DF voltou a ter delegacias dia e noite, funcionando 24 horas por dia. Educação e cultura Cartão Material Escolar tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social Na educação básica, desde 2019, foram feitas 13 novas escolas e 27 novos centros de educação da primeira infância (Cepi), onde pais e mães podem deixar os filhos pequenos com segurança enquanto trabalham. Aqueles que precisam também podem contar com uma ajuda para os gastos escolares: para eles, foram criados o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar. Já no ensino superior, o DF, depois de décadas de espera, enfim, ganhou uma universidade distrital para chamar de sua. A UnDF foi criada oficialmente em 2021, a fim de democratizar o acesso a cursos de graduação e pós-graduação. A cultura, por sua vez, viu espaços fechados há anos serem reabertos e modernizados, sendo o principal deles o Teatro Nacional Claudio Santoro. O equipamento voltou a abrir as portas em dezembro de 2021, com a entrega da sala Martins Pena, cuja restauração recebeu investimento de R$ 70 milhões. Agora, já estão autorizadas as obras em outros espaços, como a sala Villa-Lobos, onde serão investidos mais R$ 268,3 milhões. Casa, trabalho e comida no prato O sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, costumava dizer que "quem tem fome, tem pressa". É ele , aliás, quem dá nome a um selo concedido por dois anos consecutivos ao DF pelas ações de combate à insegurança alimentar. Entre essas ações, estão a construção de quatro novos restaurantes comunitários e o retorno do preço do almoço a R$ 1 nesses locais. Hoje, são, ao todo, 17 equipamentos do tipo em funcionamento, sendo que 14 oferecem café da manhã, almoço e jantar, de domingo a domingo. Para aqueles que cozinham em casa, foi criado o Cartão Gás, que oferece auxílio de R$ 100 para a compra do insumo. O GDF também tem garantido o direito à moradia para milhares de famílias. Desde 2019, foram entregues cerca de 14 mil unidades habitacionais em diferentes locais, como no Itapoã Parque, maior projeto habitacional em desenvolvimento no Brasil, premiado nacionalmente. E para quem procura o primeiro emprego ou uma nova chance, o DF também tem sido um lugar de oportunidades. Prova disso é a criação do RenovaDF. Um dos maiores programas de capacitação profissional do Brasil, ele oferece um curso e uma bolsa para auxílio financeiro para os participantes que, em troca, ajudam na recuperação de equipamentos públicos. Desde o lançamento, o Renova já formou mais de 30 mil alunos. Pessoas que só buscavam uma oportunidade e mostraram que, com dedicação, é possível fazer.
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Primeiro lote do Cartão Material Escolar é creditado para mais de 76 mil famílias
A Secretaria de Educação (SEEDF) creditou, nesta segunda-feira (2), o primeiro lote do Cartão Material Escolar (CME) de 2026. O benefício contempla 76.454 responsáveis por 114.168 estudantes da rede pública de ensino, totalizando investimento de R$ 36.091.440. O pagamento foi destinado às famílias que já possuem o cartão, incluindo aquelas que tiveram cartões vencidos e que foram renovados pelo Banco de Brasília (BRB) para uso do benefício em 2026. Quem não recebeu o benefício deve aguardar o segundo lote, previsto para março, que atenderá os novos beneficiários que ainda não possuem o cartão. Após a liberação do crédito, as famílias poderão adquirir os itens da lista de material nas papelarias cadastradas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A relação dos estabelecimentos credenciados está disponível no site da SEEDF. Com a liberação do crédito, as famílias já podem adquirir o material escolar nas papelarias cadastradas pelo GDF | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Têm direito ao subsídio os estudantes com idade entre 4 e 17 anos, matriculados regularmente na rede pública de ensino do DF. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e do ensino fundamental e R$ 240 para os do ensino médio. [LEIA_TAMBEM]Investimento total Para este ano, a previsão é que o programa atenda cerca de 172 mil estudantes, com investimento total estimado em R$ 52 milhões. O programa Cartão Material Escolar é destinado aos alunos regularmente matriculados na rede pública de ensino do Distrito Federal cujas unidades familiares sejam beneficiárias do Bolsa Família. Em caso de dúvidas, os responsáveis podem entrar em contato com a SEEDF ou verificar a situação do cadastro diretamente na escola onde o estudante está matriculado. *Com informações da Secretaria de Educação
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Saiba como ter acesso aos cartões Creche, Material Escolar e Uniforme da rede pública do DF
Com o início do ano letivo da rede pública do Distrito Federal marcado para fevereiro, famílias podem contar com três benefícios importantes para garantir o acesso e a permanência dos estudantes na escola: os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar. Os auxílios são coordenados pela Secretaria de Educação (SEEDF) e atendem a públicos distintos, desde a primeira infância até o ensino médio, com concessão automática ou mediante solicitação. Os programas atuam em frentes diferentes, mas complementares. Enquanto o Cartão Creche amplia o acesso à educação infantil, o Cartão Material Escolar e o Cartão Uniforme Escolar asseguram que estudantes já matriculados tenham condições adequadas para adquirir itens essenciais para o início das atividades escolares. Na prática, as medidas ajudam a reduzir desigualdades, promovem autonomia dos alunos e fortalecem o vínculo com a escola desde o começo do ano letivo. Confira, nesta matéria elaborada pela Agência Brasília, as principais dúvidas sobre cada um dos benefícios. Os cartões Creche, Material Escolar e Uniforme Escolar garantem o acesso e a permanência dos estudantes do Distrito Federal na escola | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Creche: mais acesso à educação infantil Criado para atender à demanda por vagas na educação infantil, o Cartão Creche é um auxílio financeiro mensal destinado ao pagamento de mensalidades em creches privadas credenciadas, enquanto a criança aguarda vaga na rede pública. O benefício atende a alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II. Para solicitar, o responsável legal deve fazer a pré-inscrição pelo telefone 156 ou pelo Portal Cidadão. Em seguida, é necessário comparecer à Unidade Regional de Planejamento Educacional e Tecnologia na Educação da Coordenação Regional de Ensino escolhida, com documentos da criança e do responsável, como certidão de nascimento, CPF, comprovante de residência e caderneta de saúde. As solicitações entram em um cadastro único e são classificadas conforme critérios sociais e tempo de espera. [LEIA_TAMBEM]Entre janeiro e novembro de 2025, o Cartão Creche impactou a vida de mais de 87 mil beneficiários. Para isso, o GDF investiu R$ 85.357.864,70. Segundo a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais, Fernanda Matheus, o benefício cumpre um papel estratégico. “Quando a gente fala do Cartão Creche, ele vem para realmente diminuir as filas de espera nas creches. Mesmo sendo uma instituição privada, a gente consegue inserir nossos alunos por meio do programa”, explicou. De 2019 para cá, a lista de espera caiu de 24 mil para cerca de 1,5 mil crianças — todas com previsão de atendimento para 2026. Isso só foi possível graças ao trabalho deste Governo do Distrito Federal na construção de novas creches, na ampliação da rede pública e no fortalecimento do Cartão Creche. O Cartão Creche atende alunos de 4 meses a 3 anos e 11 meses e tem valores que variam conforme a etapa: R$ 1.472,46 para berçário I; R$ 1.051,76 para berçário II; e R$ 920,29 para maternal I e II | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Cartão Material Escolar: mais autonomia e igualdade O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra exclusiva de materiais em papelarias credenciadas. O benefício é automático para estudantes de 4 a 17 anos matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Os valores são de R$ 320 para educação infantil e ensino especial e de R$ 240 para o ensino médio. Não é necessário fazer solicitação; basta que o estudante esteja matriculado e com os dados atualizados. O cartão físico deve ser retirado no Banco de Brasília, após consulta no aplicativo GDF Social, mediante apresentação de documento com foto e CPF. Para Fernanda Matheus, o impacto vai além do apoio financeiro. “O material escolar é um benefício que traz um reconhecimento para o aluno na questão de conseguir escolher o próprio material. Ele vai até a papelaria e compra o caderno que quer, do personagem que quer. O aluno passa a ter o mesmo material que aquele que compra no particular”, acrescentou a subsecretária. Em 2025, o Cartão Material Escolar beneficiou mais de 167 mil alunos, demandando um investimento de R$ 51.524.160 por parte deste GDF. O Cartão Material Escolar concede um crédito anual para compra de materiais em papelarias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Cartão Uniforme Escolar: mais pertencimento Recentemente anunciado pelo governador Ibaneis Rocha, o Cartão Uniforme Escolar começa a ter vigência no ano letivo de 2026. Ele é concedido automaticamente a todos os estudantes matriculados na educação básica da rede pública do DF, desde que os dados estejam atualizados na escola. Para 2026, o valor é de R$ 282,99 por estudante, destinado exclusivamente à compra das peças em malharias credenciadas. A retirada do cartão é feita no BRB, mediante apresentação de documento com foto e CPF do responsável. De acordo com a subsecretária, a entrega dos cartões começou em 22 de dezembro e segue até 21 de janeiro. Já o crédito estará disponível a partir do dia 26, garantindo tempo hábil antes do início das aulas, marcado para 12 de fevereiro. “O uniforme traz essa garantia de pertencimento ao aluno, porque ele vai experimentar a própria roupa, não vai ficar folgada ou pequena, e vai fazer os ajustes necessários”, explicou Fernanda Matheus. A previsão é que o Cartão Uniforme Escolar atenda todos os 442,3 mil alunos da rede pública de ensino. Para implementar o programa, este GDF prevê investir R$ 125.187.984,24 em 2026. Em 2026, o Cartão Uniforme Escolar vai conceder R$ 282,99 por estudante, destinado à compra das peças em malharias credenciadas | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília É possível acumular? O Cartão Creche não é acumulável com os demais, pois é destinado exclusivamente à primeira infância. Já os cartões Material Escolar e Uniforme podem ser utilizados conjuntamente, desde que o estudante atenda aos critérios de cada programa. A Secretaria de Educação orienta que as famílias mantenham sempre os dados atualizados nas escolas e nos sistemas oficiais para garantir o acesso aos benefícios, que têm papel fundamental na inclusão, no bem-estar e na permanência dos estudantes na rede pública de ensino do Distrito Federal.
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Cartão Material Escolar já beneficiou mais de 860 mil estudantes no DF desde 2019
O Cartão Material Escolar, destinado a estudantes regularmente matriculados na Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, já beneficiou aproximadamente 865 mil estudantes desde 2019, segundo a Secretaria de Educação (SEEDF). O investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) ultrapassa R$ 267,6 milhões e atende estudantes de educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação especial. O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões. "O Cartão Material Escolar é um programa extremamente importante para a rede pública de ensino do DF, pois permite a inclusão social desses alunos. Estudantes, que muitas vezes não têm condições de comprar o material escolar, ganham, com o benefício, a igualdade de escolha dos materiais”, afirma a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Segundo ela, a pasta tem trabalhado pela expansão e melhoria do programa e isso se reflete na queda das queixas recebidas nas ouvidorias. O programa é realizado pelas secretarias de Educação e de Desenvolvimento Social, e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade social | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília "Nos dois primeiros meses do ano, conseguimos diminuir em cerca de 86% as manifestações registradas, quando comparamos com o ano passado, o que demonstra o impacto positivo da iniciativa na melhoria do atendimento e da comunicação com a comunidade escolar”, conclui Hélvia Paranaguá. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Abideen Hayford, 42 anos, natural de Gana e moradora de Brasília há cinco anos, é mãe solo de duas crianças de 5 e 7 anos. Ela conta que recebeu o cartão no ano passado e já utilizou duas vezes. “Foi uma ótima experiência. Consegui comprar todos os materiais necessários para a escola com facilidade, como livros, materiais de escrita e a mochila escolar.” Como mãe solteira, ela ressalta o desafio de garantir toda a lista de materiais. “Este ano, por exemplo, eles pediram uma mochila de rodinhas, e só consegui comprar graças ao cartão. O benefício ajuda bastante”, afirma. Confira o número de estudantes beneficiados e o valor investido pelo GDF: 2019 estudantes atendidos: 64.652 valor investido: R$ 19.987.040,00 2020 estudantes atendidos: 101.223 valor investido: R$ 31.729.015,00 2021 estudantes atendidos: 96.405 valor investido: R$ 29.669.040,00 2022 estudantes atendidos: 117.161 valor investido: R$ 36.150.240,00 2023 estudantes atendidos: 142.822 valor investido: R$ 44.365.840,00 2024 estudantes atendidos: 175.623 valor investido: R$ 54.198.800,00 2025 estudantes atendidos: 167.042 valor investido: R$ 51.524.160,00 Total estudantes atendidos: 864.928 valor investido: R$ 267.624.135,00 Autonomia Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta levou mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes. A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.
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Educação no DF ganha novo fôlego com ampliação de vagas, valorização de professores e investimentos em infraestrutura
Desde 2019, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem transformado a educação pública em uma das áreas que mais avançaram na capital. A expansão de vagas, o fortalecimento da rede e a valorização dos profissionais estão entre as principais marcas de uma política que começa nas creches e segue até o ensino superior, ou seja, atende todo o ciclo educacional. Hoje, mães e pais podem trabalhar tranquilos sabendo que seus filhos têm vagas garantidas em creches e escolas próximas de casa. A fila da educação infantil, que antes ultrapassava 24 mil crianças, caiu para cerca de 3,5 mil — e deve ser zerada até 2026. O Cartão Creche e a construção de novos centros de educação da primeira infância (Cepis) têm papel fundamental nesse avanço. A melhoria também chega às salas de aula. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores, garantindo reforço à rede e qualidade no atendimento. A categoria também foi valorizada, com reajuste salarial de 18% e incorporação da gratificação ao vencimento. Nos últimos anos, o GDF contratou mais de 12 mil profissionais da educação, entre eles 6 mil professores | Foto: Divulgação Para as famílias, o apoio vai além do ensino. O Cartão Material Escolar já beneficia 200 mil alunos, garantindo o acesso a itens essenciais e estimulando a economia local. E para os jovens, as novas Escolas Técnicas de Brazlândia, Santa Maria e Paranoá, além da criação da primeira universidade pública distrital, a Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), abriram novas perspectivas de futuro sem que precisem sair do DF. A capital também conquistou um marco histórico: a menor taxa de analfabetismo do Brasil. O resultado é fruto de políticas contínuas de alfabetização e qualificação, voltadas a quem busca uma nova oportunidade de aprendizado. Com escolas novas, profissionais valorizados e programas que unem cuidado e oportunidade, este GDF mostra que a educação pública está mais forte, moderna, humana e pronta para o futuro.
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Últimos dias para usar os créditos do Cartão Material Escolar de 2025
Agência Brasília · ÚLTIMOS DIAS PARA USAR OS CRÉDITOS DO CARTÃO MATERIAL ESCOLAR DE 2025 Pais e responsáveis por alunos da rede pública do Distrito Federal têm até este domingo (15) para utilizar o saldo disponível no Cartão Material Escolar (CME) de 2025. Segundo levantamento da Secretaria de Educação (SEEDF), ainda há R$ 3.329.702,77 em crédito ativo nos cartões. Se os recursos não forem utilizados até a data-limite, retornarão aos cofres públicos. Beneficiários do Cartão Material Escolar de 2025 têm até este domingo (15) para utilizar o saldo disponível | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O programa é executado pela SEEDF em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e tem o objetivo de garantir a compra de itens escolares por estudantes em situação de vulnerabilidade. Criada em 2019, a iniciativa já beneficiou mais de 64 mil alunos. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando, em 2025, um investimento de mais de R$ 50 milhões nos três lotes. O valor do auxílio varia de acordo com a etapa de ensino: R$ 320 para alunos da educação infantil e ensino fundamental, e R$ 240 para os do ensino médio. A compra deve ser feita exclusivamente em papelarias credenciadas pelo Governo do Distrito Federal (GDF). [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, reforçou a importância de as famílias verificarem o saldo restante e evitar desperdício. “Pedimos aos pais e responsáveis que fiquem atentos se ainda têm dinheiro no Cartão Material Escolar. Mesmo que tenha sobrado um valor pequeno, como R$ 20, ainda dá para comprar diversos produtos. Verifique o saldo, procure uma papelaria credenciada e não deixe esse valor parado”, orienta. A consulta ao valor disponível pode ser feita pelo aplicativo do Banco de Brasília (BRB) ou pela plataforma GDF Social. Caso o saldo tenha sido zerado, não é necessário fazer nenhum procedimento adicional. Autonomia Criado na gestão do governador Ibaneis Rocha, em 2019, o Cartão Material Escolar foi implementado como alternativa à entrega das cestas de material. A proposta trouxe mais autonomia às famílias, que passaram a ter liberdade para escolher os itens conforme a necessidade dos estudantes. A lista de materiais permitidos varia de acordo com a etapa e modalidade de ensino e também pode ser acessada no site da Secretaria de Educação.
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Projeto Dia da Mulher registra mais de 2,3 mil atendimentos nesta segunda-feira (7)
A 22ª edição do Dia da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) registrou 2.374 atendimentos ao público feminino em situação de vulnerabilidade, nesta segunda-feira (7), no Nuclão da instituição. A novidade desta vez foi a emissão de Cartão Creche e Cartão Material Escolar, oferecidos pela Secretaria de Educação do DF (SEEDF). Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, o Dia da Mulher da DPDF já é uma iniciativa consolidada no Distrito Federal. “É uma ação que acolhe e transforma o público feminino, resgatando a autoestima dessas mulheres e criando novas oportunidades. O evento é uma oportunidade de ampliar o acesso à Justiça e promover a igualdade”, afirmou. Ação da DPDF chegou à 22ª edição oferecendo serviços a mulheres em situação de vulnerabilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Ivanilde Santos, 56 anos, gostou de participar do Dia da Mulher e quer voltar em outros meses. “Soube do evento e vim para tentar resolver algumas questões. Quero voltar para solucionar pendências de saúde na próxima edição”, comemorou. Serviços oferecidos O Dia da Mulher da DPDF oferece diversos serviços gratuitos para atender várias áreas do público feminino em situação de vulnerabilidade. Na área jurídica, a DPDF disponibilizou serviços como mediação, orientação jurídica, iniciais de Família e de Saúde, além da prestação de assistência psicossocial e a realização de exames de DNA. O Núcleo Judiciário da Mulher do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) disponibilizou atendimentos psicossociais de orientação, sensibilização, prevenção e enfrentamento da violência doméstica contra a mulher, além da distribuição de materiais informativos. Também foram oferecidos serviços nas áreas de saúde, educação, qualificação profissional, esporte, combate à violência doméstica, transporte, beleza, programas habitacionais e revisão de contas públicas. *Com informações da DPDF
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Dia da Mulher da DPDF terá emissão de Cartão Creche e Cartão Material Escolar
A 22ª edição do Dia da Mulher da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) contará com a emissão de Cartão Creche e Cartão Material Escolar para as mulheres em situação de vulnerabilidade. Os serviços serão oferecidos pela Secretaria de Educação (SEEDF). A ação ocorrerá nesta segunda-feira (7), das 8h às 16h, no Nuclão da DPDF, localizado no Setor Comercial Norte, Quadra 01, Bloco G, Loja 01 – Edifício Rossi Esplanada Business, próximo ao Hospital Regional da Asa Norte (Hran). A iniciativa, realizada desde maio de 2023, registrou mais de 35 mil atendimentos nas 21 primeiras edições, com a oferta de diversos serviços gratuitos ao público feminino em situação de vulnerabilidade. “Isso é uma forma de assegurar não só o acesso à Justiça ao público feminino, mas também de promover os direitos básicos dessas mulheres” Celestino Chupel, defensor público-geral da DPDF Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, oferecer diversos serviços concentrados em um único dia e local para as mulheres em situação de vulnerabilidade contribui para a garantia de uma vida digna. “Isso é uma forma de assegurar não só o acesso à Justiça ao público feminino, mas também de promover os direitos básicos dessas mulheres, cuidando das necessidades específicas e contribuindo, assim, para o bem-estar de cada uma delas”, apontou. A empregada doméstica Maria Bernadete Mendes, de 53 anos, esteve na última edição do evento. Para ela, a ação é uma excelente oportunidade para as mulheres realizarem diversos serviços gratuitos em um só local. “Vim em busca dos exames de mamografia e ultrassom. O atendimento imediato facilitou o meu retorno para o trabalho logo cedo”, agradeceu a moradora do Arapoanga, que participou de três outras edições da iniciativa. Serviços oferecidos A DPDF disponibilizará serviços como mediação, orientação jurídica, prestação de assistência psicossocial e realização de exames de DNA O Dia da Mulher da DPDF oferecerá diversos serviços gratuitos para atender várias áreas do público feminino em situação de vulnerabilidade. Enquanto são atendidas, mães que precisam levar crianças ao evento contarão com uma brinquedoteca para deixar os filhos em segurança. Na área jurídica, a DPDF disponibilizará serviços como mediação, orientação jurídica, iniciais de Família e de Saúde, além de prestação de assistência psicossocial e realização de exames de DNA. Na área de educação, a ação oferecerá vagas de estágio de nível médio e superior, disponibilizadas pelo Instituto da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) para o público de 14 a 24 anos. Para a efetivação do cadastro, é necessário levar CPF, RG, dados escolares e pessoais. O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) realizará cadastros no Programa Senac Cursos de Gratuidade (PSG). Outros parceiros participarão do evento, como as secretarias de Saúde, de Esporte e Lazer, e da Mulher, além do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), entre outros. *Com informações da DPDF
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Governo do Distrito Federal paga terceiro lote do Cartão Material Escolar
O Governo do Distrito Federal (GDF) pagou, nesta terça-feira (18), o terceiro lote do programa Cartão Material Escolar (CME) 2025. O CME 2025 contempla 200 mil alunos da rede pública, totalizando um investimento de R$ 58 milhões. Quem ainda não possui o cartão pode retirá-lo em alguma agência do BRB no período de 1º a 4 de abril | Foto: André Amendoeira/SEEDF A iniciativa, uma das principais políticas de apoio educacional do DF, tem como objetivo garantir que os estudantes de famílias de baixa renda adquiram materiais escolares novos e de qualidade. Este lote contempla novos beneficiários e estudantes que já utilizam o cartão. Os responsáveis que ainda não possuem o cartão físico poderão retirá-lo nas agências do Banco de Brasília (BRB) entre 1º e 4 de abril. Basta consultar o local de retirada no site ou aplicativo do GDF Social, a partir da próxima semana. Quem tem direito? O benefício é concedido automaticamente a estudantes entre 4 e 17 anos, regularmente matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do programa Bolsa Família. A lista de contemplados pode ser consultada no site e no aplicativo do GDF Social ou pelo telefone 156. Os valores pagos variam conforme a etapa de ensino: são R$ 320 para estudantes da educação infantil e R$ 240 para estudantes do ensino médio. Papelarias credenciadas Em 2025, o número de estabelecimentos credenciados para a compra de materiais escolares também foi ampliado. A lista completa pode ser acessada no site da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). *Com informações da Secretaria de Educação
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Programas sociais injetaram R$ 453 milhões em setores do comércio do DF em 2024
Para além da proteção social, benefícios como Cartão Gás, Cartão Prato Cheio, Cartão Material Escolar e Cartão Creche também contam com um aspecto fundamental: acelerar a economia do Distrito Federal por meio do estímulo ao comércio. Só em 2024, foram investidos R$ 453 milhões no pagamento destes benefícios, que aqueceram os pequenos comércios nas regiões administrativas e nas comunidades. Neste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou resultados dos setores de comércio de bens e de serviços do Distrito Federal que apontaram índices melhores que o esperado em 2024, superando a média nacional. O crescimento verificado em nichos como os de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, livros, jornais, revistas e papelaria dialoga justamente com os estabelecimentos credenciados dos programas Cartão Prato Cheio, Cartão Gás, Cartão Creche e Cartão Material Escolar. Cartão Prato Cheio repassou R$ 292 milhões às famílias cadastradas | Fotos: Divulgação/Sedes Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, dados como esses comprovam que desenvolvimentos econômico e social caminham juntos. “Quando nos articulamos melhor com o comércio e o estimulamos por meio dos benefícios, além de a população ter mais opções, os donos desses estabelecimentos veem a demanda pelos produtos e serviços aumentarem, gerando emprego, renda, aquecendo toda a economia local”, destaca. Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes -DF), gestora dos programas, dos R$ 453 milhões investidos no total em pagamento de benefícios socioassistenciais, R$ 292 milhões foram para as famílias contempladas no programa Cartão Prato Cheio; R$ 42 milhões para o Cartão Gás; R$ 54 milhões no programa Cartão Material Escolar; e R$ 65 milhões no Cartão Creche. Os dois últimos executados por meio de parceria com a Secretaria de Educação (SEEDF). O subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira, detalha como o órgão tem trabalhado para ampliar o alcance social e econômico destes programas. “Esta gestão tem se articulado mais com a iniciativa privada, trazendo para o debate e criando mecanismos que facilitam tanto o entendimento, como também a adesão dos estabelecimentos aos programas. Dessa forma, temos conseguido aumentar a passos largos a quantidade de comerciantes credenciados, que aceitam os benefícios para pagar as compras, e de famílias vulneráveis beneficiadas com esses programas. Isso facilita para a população encontrar o que procura, amplia o alcance do benefício e fomenta economicamente o DF”, explica o gestor. *Com informações da Sedes
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Cartão Material Escolar garante acesso de mais de 200 mil estudantes a itens de qualidade e aquece economia local
O sorriso da dona de casa Juliana de Oliveira, 36 anos, evidencia a felicidade que é comprar os itens que vão acompanhar o filho Abner, 10 anos, durante o ano letivo. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019, a mãe pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências da criança. Antes do benefício, o gasto pesava no orçamento familiar e não era possível adquirir nem metade da lista. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Governo do Distrito Federal (@gov_df) “Era muito complicado. Chegava em janeiro pensando se ia conseguir comprar um caderno e um lápis, pelo menos, e sempre do mais barato”, lembra a moradora de Samambaia. “Hoje conseguimos comprar a lista completa e escolher o que deixa a criança feliz, para que vá para a escola de cabeça erguida. Muitas vezes uma borracha diferente deixa a criança encantada, e ver o filho ir sorrindo para a escola é o melhor presente para uma mãe.” Executado pela Secretaria de Educação (SEEDF) em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o benefício oferta R$ 320 aos estudantes da educação infantil e ensino fundamental e R$ 240 aos que cursam o ensino médio. Em 2019, a iniciativa beneficiou mais de 64 mil alunos com orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, os números cresceram significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com aporte na ordem de R$ 54 milhões. Neste ano, um novo recorde deve ser registrado: a previsão é que sejam atendidos 200 mil discentes, um crescimento de 15%, com um investimento de R$ 58 milhões. O primeiro lote de 2025 foi pago em 31 de janeiro para 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões. A etapa inicial foi destinada às famílias que já eram beneficiárias e já possuem os cartões físicos. Outros dois lotes estão previstos para novos contemplados que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios. O pagamento para o segundo lote deve ocorrer até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril. Graças ao Cartão Material Escolar (CME), benefício ofertado pelo GDF desde 2019, Juliana de Oliveira pode adquirir a lista escolar e, ainda, escolher conforme a qualidade e as preferências do filho Abner | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Incentivo à educação A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destaca que o CME contribui com a inclusão social de alunos em situação de vulnerabilidade. “Sempre fui uma grande defensora do Cartão Material Escolar porque é de extrema importância que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. É um programa que promove a inclusão e, por isso, nós prezamos por ele e por sua expansão”, afirma. Beneficiária da iniciativa desde 2021, Juliana reforça o impacto do valor recebido para a jornada estudantil. “Quando a gente não tem muita renda, vai nos mais baratinhos. Mas agora posso comprar uma coisa melhor para meu filho, que dura mais. Para muita gente pode parecer besteira, mas é emocionante, e agradeço por poder contar com o governo para isso”, enfatiza Juliana, que recebe o CME desde 2021. Fã de super-heróis e videogames, Abner esperava ansiosamente pelo momento de ir à papelaria. “É muito legal ter materiais novos. Não dá vontade nem de ir para o recreio, só de ficar desenhando”, diz. “Antes minha mãe comprava o material sem nenhum desenho, e eu tinha que me contentar, né? Agora é felicidade, posso andar pela escola feliz da vida, com um caderninho novo, com a mochila do Batman. Posso até pegar aqueles lápis com aquelas borrachinhas.” Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar Este é o segundo ano em que a dona de casa Francisca de Sousa Araújo, 44, pode contar também com o CME para atender as necessidades da filha Clara Vitória, 13. “Faz uma diferença enorme. Dá para comprar coisas melhores e as coisas que ela mais gosta. Antes, era só o básico do básico mesmo. Caderno, caneta, lápis, pouca coisa. Agora, compramos com mais qualidade e os materiais duram o ano inteiro”, afirma a mãe, que cita como exemplo da eficiência do recurso o reúso da mochila adquirida no ano passado. Segundo Francisca, o valor disponibilizado pelo CME é suficiente para cobrir as despesas relacionadas ao material escolar e aliviar o orçamento familiar. “Às vezes ela pedia algo e eu não podia comprar. Hoje ela vem comigo, escolhe as coisinhas do jeito dela. Isso é muito especial”, afirma ela, que também é beneficiária do Cartão Prato Cheio. Economia local O impacto positivo do CME abrange, ainda, a economia local, impulsionando os ganhos de papelarias e comércios especializados. Neste ano, houve ampliação do número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Em 2023, eram 473 empresas cadastradas no programa, passando para 503 no ano seguinte. Para 2025, pais e responsáveis terão 530 pontos habilitados à disposição. As regiões que com maior concentração de participantes são São Sebastião (20,7%) e Ceilândia (15,7%). Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes Assim que abriu seu empreendimento, no Recanto das Emas, a empresária Valqueria Silva solicitou participação no programa do GDF. Com uma faixa na entrada indicando que ali é um ponto cadastrado, ela chama a atenção dos beneficiários e, assim, consegue aumentar os lucros. “Do dia 31 de janeiro, quando saiu a primeira parcela, até essa quinta (6), vendi mais do que em todo o mês de janeiro. Vale muito a pena”, destaca. “O período de volta às aulas é o mais esperado pelas empresas de papelaria. Com o programa, nós também conseguimos fidelizar os clientes – muitos vieram ano passado e voltaram.” Há mais de quatro anos cadastrado no CME, o empresário Alcenir Ribeiro incentiva a participação de outros comerciantes. “O benefício maior é trazer novos clientes para o estabelecimento, dando uma aquecida no comércio. São vendas à vista, então, vendemos hoje e amanhã já está na conta, o que é bom demais”, afirma. “Recomendo a outros empresários que mantenham a documentação em dia, façam o cadastro e participem, vale a pena.” Como funciona O Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do Bolsa Família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas. O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB, ou por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, no telefone 156. O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Neste ano, o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente. Os materiais que poderão ser adquiridos encontram-se no site da Secretaria de Educação. Já a lista de papelarias credenciadas está disponível no site da Sedes neste link.
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Primeiro lote do Cartão Material Escolar será pago nesta sexta-feira (31)
O primeiro lote do Programa Cartão Material Escolar (CME) 2025 será pago a partir das 10h desta sexta-feira (31). Nesta primeira fase de pagamentos, serão contemplados 132.048 estudantes com o valor investido de R$ 41,1 milhões. O primeiro lote destina-se às famílias que já eram beneficiárias e possuem os cartões físicos do CME. Outros dois lotes de pagamentos estão previstos para favorecer novos beneficiários que ainda não possuem o cartão e outros casos, desde que estejam dentro dos critérios do programa. A previsão de pagamento para o segundo lote é até 10 de março, e para o terceiro, até 2 de abril. O Programa Cartão Material Escolar promove a inclusão educacional, pois permite que alunos em situação de vulnerabilidade social possam adquirir materiais escolares novos e de qualidade | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Instituído pela Lei nº 6.273/2019 e executado pela SEEDF, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o CME beneficia famílias de baixa renda e promove a inclusão educacional, pois permite que esses estudantes possam adquirir materiais escolares novos e de qualidade. A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, comentou o crescimento do CME. “Ano a ano, estamos ampliando o programa. Tivemos 117 mil estudantes em 2022 e, neste ano, já estamos nos aproximando de 200 mil estudantes. Um aumento bem significativo, com investimentos atuais na ordem de R$ 58 milhões apenas em 2025”, informou a gestora. Hélvia ressaltou ainda que, no ano passado, a secretaria aproveitou o projeto Defensoria nas Escolas, iniciativa da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) em parceria com a SEEDF, para divulgar o CME para as famílias interessadas. Benefício concedido automaticamente Nesta primeira etapa de pagamentos, serão contemplados 132.048 estudantes, com o valor investido de R$ 41,1 milhões Para ser contemplado no programa, o estudante, com idade entre 4 e 17 anos, deve pertencer a uma família beneficiária do Bolsa Família e estar regularmente matriculado e frequente na rede pública de ensino. O benefício é concedido automaticamente por meio do cruzamento de dados entre o cadastro do programa federal e o sistema de matrículas da Secretaria de Educação, não sendo necessária a solicitação por parte dos responsáveis. A lista de beneficiários do primeiro lote poderá ser consultada pelo site GDF Social, pelo aplicativo do BRB Social ou ainda pela Central 156. Uma novidade em 2025 é que o BRB prorrogou o prazo de validade dos cartões vencidos e a vencer neste ano. Assim, as famílias contempladas no programa poderão utilizá-los normalmente. Na educação infantil e ensino fundamental, cada estudante fará jus a R$ 320, já o estudante do ensino médio receberá R$ 240. A lista de materiais que poderão ser adquiridos encontra-se no site da Secretaria de Educação. Este ano, o programa também ampliou o número de papelarias credenciadas para a compra de materiais escolares. Atualmente, 489 papelarias já estão inscritas para receber compras com o CME. A lista de estabelecimentos pode ser consultada no site da Sedes-DF. *Com informações da SEEDF
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GDF promove reunião de orientação para implementação do Cartão Material Escolar 2025
A preparação para a liberação dos créditos do programa Cartão Material Escolar, que busca garantir acesso a materiais de qualidade para estudantes da rede pública, segue com intensidade no início do ano de 2025. Nesta sexta-feira (24), foi realizada, no Auditório da Academia de Bombeiros Militar do DF, uma reunião de orientação das papelarias credenciadas, nas quais os beneficiários poderão realizar as compras. A governadora em exercício Celina Leão participou da cerimônia e ressaltou o papel do programa que reforça o apoio às famílias em situação de vulnerabilidade social | Foto: Jotta Casttro/SEEDF O evento contou com a entrega de máquinas de cartão do Banco de Brasília (BRB) para representantes de cerca de 200 papelarias credenciadas no programa, que ainda não possuíam o equipamento. Empresários presentes também participaram de uma sessão de perguntas e respostas com representantes do BRB. Em 2025, o programa prevê atender cerca de 200 mil estudantes, com um investimento de R$ 58 milhões do GDF. A liberação do primeiro lote de créditos está prevista para a primeira semana de fevereiro. A governadora em exercício Celina Leão participou da cerimônia e ressaltou o papel do programa no incentivo ao empreendedorismo e na dignidade das famílias beneficiadas. “Este programa traz transparência e dignidade. A compra dos materiais escolares é feita diretamente pelas famílias, o que gera autonomia e movimenta a economia local. É uma política que valoriza o esforço dos empreendedores e transforma vidas”, afirmou Celina. A ação foi realizada para tirar as dúvidas dos papeleiros cadastrados O secretário de Educação em exercício, Isaias Aparecido, destacou o papel desempenhado pelas papelarias credenciadas no sucesso do Programa Cartão Material Escolar. “Essas reuniões com os estabelecimentos são importantes para termos um retorno do que foi o programa no ano anterior, do que podemos aperfeiçoar neste, além de tirar as dúvidas de todos os presentes sobre credenciamento, documentação” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “O programa dá às crianças e suas famílias a oportunidade de realizar sonhos. Seria mais simples licitar materiais em larga escala, mas não haveria o mesmo impacto humano. O programa só é bem-sucedido porque envolve papeleiros que oferecem produtos de qualidade e transformam a experiência da compra em algo significativo para a sociedade”, ponderou. O trabalho conjunto é essencial para garantir a eficiência e a aceitação do programa Cartão Material Escolar, que é executado em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) e a SEEDF. Atualmente, 489 papelarias já estão credenciadas para receberem compras com o CME. A Sedes é responsável pelo credenciamento e fiscalização das papelarias participantes. O Edital de Chamamento Público para o credenciamento de papelarias interessadas em participar do Programa CME para o ano letivo de 2025 fica aberto durante todo o ano. Foram entregues máquinas de cartão do BRB para as papelarias credenciadas “A Sedes vem ampliando, todo ano, a quantidade de estabelecimentos credenciados para uso do Cartão Material Escolar. Então, essas reuniões com os estabelecimentos são importantes para termos um retorno do que foi o programa no ano anterior, do que podemos aperfeiçoar neste, além de tirar as dúvidas de todos os presentes sobre credenciamento, documentação”, ressaltou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A idealizadora do evento, deputada distrital Jaqueline Silva, destacou a relevância do CME. “Este programa entrega dignidade e oportunidade às famílias e incentiva nossos alunos a frequentarem as aulas. Além disso, aquece a economia local, fortalece nossos empreendedores e gera empregos”, comemorou a deputada. Resultados Os representantes do Banco de Brasília (BRB) presentes no evento destacaram os resultados expressivos do Programa Cartão Material Escolar desde sua criação em 2022. Já são mais de 200 mil alunos atendidos, 150 mil famílias beneficiadas e mais de 200 milhões creditados às famílias. Esses números mostram a magnitude do programa, que se destaca em âmbito nacional e reflete a eficácia das políticas públicas no Distrito Federal. *Com informações da SEEDF
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BRB reforça parceria com o GDF para desenvolvimento econômico, social e humano
Para o Banco BRB, 2024 foi um ano de consolidação das iniciativas implantadas desde 2019, com a proposta de se tornar mais completo, moderno e inovador, reforçando seu papel como banco público. Hoje, com 58 anos de história, 8,1 milhões de clientes e presença em 95% do território nacional, o BRB colhe os frutos dos projetos iniciados há cinco anos e se firma como agente de desenvolvimento econômico e social de suas regiões de atuação. “O BRB tem um carinho especial pelos brasilienses. Estamos presentes no cotidiano dos cidadãos e nos comprometemos com a missão de realizar sonhos, atender suas necessidades negociais e zelar pela preservação do seu patrimônio. Tudo isso pautado pela modernidade, inovação e agilidade, características que viraram marcas do Banco. No DF, onde nascemos, temos orgulho de sermos parceiros do GDF no desenvolvimento econômico, social e financeiro”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Colhendo frutos de projetos iniciados há cinco anos, o BRB se firma como agente de desenvolvimento econômico e social de suas regiões de atuação | Foto: Divulgação/BRB Na área social, o BRB se consolidou como agente de transformação, gerindo, somente em 2024, R$ 584 milhões em 17 programas sociais do GDF, que beneficiaram 254 mil pessoas vulneráveis. Destaques incluem o Cartão Material Escolar e o Programa Acolher Eles e Elas. Na mobilidade, o BRB incrementou meios de pagamento e facilitou 11 milhões de viagens por aproximação e 3,9 milhões de recargas via Pix, modernizando o transporte público para 1 milhão de usuários. O Banco também firmou parceria com a Visa para o desenvolvimento de um hub de mobilidade que integrará diversos serviços de transporte e contribuirá para tornar Brasília uma cidade mais inteligente nos deslocamentos urbanos. Além disso, o BRB impulsionou o atendimento no serviço Na Hora, colaborando com sua expertise para incrementar este importante serviço para a população e melhorar a experiência dos usuários. Destaque, ainda, para o apoio a diversos eventos culturais e modalidades esportivas. Além de reforçar a marca da instituição, as ações de patrocínio contribuem para a geração de negócios, emprego e renda, e para a entrega de valor aos clientes. O BRB apoia o automobilismo, o futebol, o tênis, entre outras modalidades esportivas. Todo o trabalho realizado ao longo do ano refletiu também em números para a carteira de crédito. No consignado, o banco alcançou R$ 13,3 bilhões. No crédito imobiliário, a expansão permitiu o acesso de mais famílias à casa própria, realizando sonhos. O BRB é líder do financiamento imobiliário no DF desde 2020 e alcançou 55% de market share (participação de mercado) no DF, destacando-se também no mercado nacional. “Os números refletem a evolução do BRB na busca por modernização, fortalecimento e diversificação dos negócios. Este ano nos trouxe a certeza de que a busca pela principalidade e pela proximidade no relacionamento com o cliente colocaram o Banco no caminho certo para um futuro de sucesso”, finalizou Paulo Henrique Costa. *Com informações do BRB
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Cartão Material Escolar vai atender 200 mil estudantes em 2025
O Cartão Material Escolar (CME) é uma iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que busca garantir acesso a materiais de qualidade para estudantes da rede pública, no intuito de reforçar a educação como ferramenta de transformação social. Em 2025, o programa prevê atender cerca de 200 mil estudantes, com um investimento de R$ 58 milhões do GDF. Implementado em 2019, o Cartão Material Escolar atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Os valores disponíveis no cartão são de R$ 240 para alunos do ensino médio e R$ 320 para alunos do ensino infantil, especial e fundamental. A iniciativa teve início em 2019, quando beneficiou mais de 64 mil alunos com um orçamento de cerca de R$ 20 milhões. Desde então, o programa cresceu significativamente, alcançando mais de 175 mil estudantes em 2024, com um investimento de aproximadamente R$ 54 milhões. “O mais importante desse programa é entregar a mesma oportunidade de acesso aos alunos da rede pública, que podem ir às mesmas papelarias para escolher e adquirir o próprio material”, afirmou a diretora de Apoio às Políticas Educacionais Complementares da Secretaria de Educação do DF, Celhia Ramos. A diretora acrescentou, ainda, que a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está analisando junto ao BRB uma estratégia de pagamento para os cartões vencidos e que estejam dentro dos critérios do programa de 2025. Como funciona O benefício atende alunos de 4 a 17 anos matriculados na rede pública do DF, cujos responsáveis sejam beneficiários do Bolsa Família, devidamente cadastrados. Não é necessário solicitar o cartão, visto que o estudante é automaticamente encontrado com o cruzamento de dados entre o cadastro do bolsa família e o sistema da Secretaria de Educação. Por isso, é importante que as informações dos interessados estejam corretas, completas e sempre atualizadas. O pagamento é realizado antes do começo do ano letivo, no início de fevereiro. São três lotes de pagamento: o primeiro contempla quem já recebe o benefício e nos outros dois são incluídos os novos beneficiários que estiverem dentro das regras do programa. O responsável familiar pode consultar a lista de contemplados no GDF Social, disponível no aplicativo do BRB. A listagem de pagamento também pode ser consultada por meio da Central de Atendimento ao Cidadão, por meio do telefone 156. O cartão físico fica disponível em uma das agências do BRB, onde o beneficiário pode buscá-lo após consultar a data e o local pelo aplicativo do GDF Social. A compra de materiais deve ser feita em papelarias credenciadas pelo programa. Em 2024, foram 339 estabelecimentos para atender as famílias e a previsão para 2025 é de que sejam mais de 500 locais cadastrados. A listagem de materiais escolares será disponibilizada nas papelarias e no site da Secretaria de Educação do DF.
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Papelarias do programa Cartão Material Escolar têm até o dia 19 para prestar contas
As papelarias credenciadas no programa Cartão Material Escolar, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), devem apresentar um relatório com a prestação de contas até 19 de outubro. A medida visa garantir transparência e a correta utilização dos recursos destinados ao auxílio. As informações devem ser enviadas para o e-mail credenciamento.cme@sedes.df.gov.br utilizando o modelo de prestação de contas disponível no site da Sedes. As empresas participantes têm a responsabilidade de elaborar o relatório em formato PDF, que deve conter exclusivamente as chaves e os valores das notas fiscais eletrônicas (NF-e) e notas fiscais de consumidor eletrônicas (NFC-e) autorizadas pela Secretaria de Economia (Seec-DF), emitidas durante o ano de 2024. A papelaria que não apresentar a prestação de contas pode ser excluída do programa por até 3 anos | Foto: Felipe de Noronha/Secretaria de Educação A não apresentação do relatório será considerada uma infração grave, podendo resultar na exclusão do estabelecimento do programa por um período de até três anos, além de outras sanções cabíveis. “A iniciativa visa assegurar que os recursos públicos sejam utilizados de maneira adequada, promovendo a educação e o acesso ao material escolar necessário para os estudantes” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social “É fundamental que as empresas se atentem ao prazo”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “A iniciativa visa assegurar que os recursos públicos sejam utilizados de maneira adequada, promovendo a educação e o acesso ao material escolar necessário para os estudantes”, frisa. De acordo com o subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira dos Santos, “a Secretaria está trabalhando para fechar o Cartão Material Escolar 2024 com chave de ouro, com todas as prestações de contas analisadas em tempo recorde. Mas, para isso, precisamos do empenho dos empreendedores em nos enviar as documentações o quanto antes”. O Cartão Material Escolar destina entre R$ 240 e R$ 320 a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do DF, cujos pais ou responsáveis sejam beneficiários do programa Bolsa Família. É importante manter o cadastro único atualizado pelo menos a cada 24 meses. Atendidos os requisitos, a inclusão no programa é automática. Portanto, não é necessário solicitá-lo. Desde dezembro de 2023 a Sedes é responsável pelo credenciamento das papelarias vinculadas ao programa, a partir de um modelo de gestão compartilhada com a Secretaria de Educação. *Com informações da Sedes-DF
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Mais de 1,5 milhão de pessoas atendidas pelos programas sociais do GDF
Investir em pessoas e no desenvolvimento delas é uma ação perene do Governo do Distrito Federal (GDF). Desde 2019, com os benefícios e programas sociais, foram atendidas mais de 394 mil famílias na capital, o que corresponde a mais de 1,5 milhão de pessoas, considerando quatro membros por família. O apoio vai desde o repasse de recursos em cartões como Prato Cheio e Creche, passando pela compra de material escolar, até áreas essenciais como educação e esporte. Programas sociais do GDF asseguram pagamento, neste ano, a mais de 150 mil famílias, atendendo a cerca de 600 mil pessoas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Somados os programas, o GDF investiu mais de R$ 1,9 bilhão em cinco anos e meio, ajudando a fazer a diferença na vida de quem vive e ama o Distrito Federal. Entre benefícios fixos e temporários, o DF chegou a ter 26 e hoje são 17, operacionalizados pelo Banco de Brasília (BRB) e geridos pelas mais diferentes secretarias. “Somos o principal braço de execução das políticas públicas do GDF. São 394 mil famílias atendidas nesses cinco anos. São mais de R$ 1,9 bilhão distribuídos a quem mais precisa” Paulo Henrique Costa, presidente do BRB Para o governador Ibaneis Rocha, esse acolhimento é importante para que as famílias tenham o amparo mínimo para viver. “Governo é para cuidar de gente, e essa é uma preocupação nossa ao longo desses cinco anos e meio. Os benefícios e programas sociais ajudam não só as pessoas, mas também todas as cidades a se desenvolverem, uma vez que os valores repassados para as famílias movimentam a economia local. Assim, geramos uma grande rede de solidariedade e fomento”, afirma. Nesse ecossistema, o BRB atua em conjunto com a secretaria gestora de cada programa para avaliar a melhor forma de operacionalização financeira, variando entre cartão pré-pago, contas-correntes/poupança ou pagamentos nos correspondentes do BRB mediante autorização da secretaria gestora. “Somos o principal braço de execução das políticas públicas do GDF. São 394 mil famílias atendidas nesses cinco anos. São mais de R$ 1,9 bilhão distribuídos a quem mais precisa”, enfatiza o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa. Os benefícios concedidos pela UnDF, por meio da Política de Assistência Estudantil, visam a garantir a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica na universidade | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Segundo o BRB, em 2024, os benefícios são pagos a cerca de 152 mil famílias, ou seja, aproximadamente 600 mil pessoas são atendidas. A média mensal de valores distribuídos é de R$ 57,2 milhões. Os programas mais recentes a serem operacionalizados pelo banco são o de Assistência Estudantil da Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF), em 2023, e o Acolher Eles e Elas, que disponibilizou os primeiros créditos em março deste ano. Veja, a seguir, a importância dos programas e benefícios em cada área: Educação A Secretaria de Educação prioriza os programas Cartão Material Escolar (CME) e o Cartão Creche, que auxiliam famílias em situação de vulnerabilidade social. Desde 2019, foram investidos R$ 171.734.135 no Cartão Material Escolar. O número de estudantes atendidos varia de ano para ano, podendo um mesmo aluno ser contemplado em anos diferentes. É justamente em 2024 que está o maior número de beneficiados: 175.613 estudantes. Nos anos anteriores foram 64,6 mil em 2019, 101,2 mil em 2020, 96,4 mil em 2021, 117,1 mil em 2022 e 142,8 mil em 2023. O Cartão Material Escolar teve recorde de estudantes beneficiados em 2024: mais de 175 mil alunos de famílias em situação de vulnerabilidade social | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Com o Cartão Creche o investimento também tem aumentado. Passou de 4,9 mil beneficiados em 2022 e R$ 3,9 milhões em recursos para 6,2 mil beneficiários e R$ 5,3 milhões em repasses em 2024. Vale lembrar que o programa atende alunos do Berçário I, Berçário II, Maternal I e Maternal II, sendo este último o maior grupo contemplado. O repasse do programa também passou por um reajuste, passando de R$ 803,57 para R$ 852,72 em 2024. “Por meio do Cartão Creche, conseguimos ampliar vagas de creches para a população e entendemos que muitas mães dependem desse atendimento para que possam trabalhar e estudar tranquilas”, avalia a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Pelo CME garantimos que os estudantes carentes tenham igualdade de escolha dos próprios materiais como aqueles que têm condições de comprar. São dois programas de extrema importância, pois transformam a vida de muitas famílias”, acrescenta. Desenvolvimento Social Outra área essencial do governo é a de Desenvolvimento Social, responsável pelos cartões Prato Cheio, DF Social, Gás e pelos auxílios Vulnerabilidade, Excepcional e Calamidade e programa Família Acolhedora. O DF Social atendeu a quase 80 mil famílias entre 2021 e maio deste ano, com investimento de mais de R$ 278 milhões | Foto: Renato Raphael/Sedes Com o Cartão Prato Cheio, desde 2019 até abril deste ano, 564.284 famílias passaram pelo programa, incluindo as reincidências. O número líquido de beneficiários, sem reincidências, é de 318.590 famílias. Já o investimento é de aproximadamente R$ 723.400.000. Já o DF Social concedeu 1.850.100 benefícios entre 2021 e maio deste ano, atendendo 79.640 famílias, com repasse de R$ 278.664.184. O Cartão Gás, por sua vez, ajudou 88.338 famílias a levar comida para a mesa. Nesse mesmo programa, foram 1.182.944 beneficiados e um investimento de R$ 118.294.400. A pasta também administra os auxílios Vulnerabilidade, que desde 2019 acumula 157.464 benefícios; Excepcional, com 42.688 benefícios; Calamidade, com 50.768 benefícios e repasse de R$ 23.513.249. Já o Família Acolhedora tem atendido 35 famílias em média. Esporte e Lazer Em dezembro de 2023 foi sancionada lei que equipara o valor da Bolsa Atleta paga aos esportistas olímpicos ao dos atletas paralímpicos | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O esporte é outra área considerada crucial pelo governo para o desenvolvimento das pessoas. Com a Bolsa Atleta, são atendidos 525 atletas e 449 paratletas, com repasses em 2024 que somam R$ 1.327.201,33 nas duas categorias. Já o projeto Esporte Social Voluntário reuniu 166 profissionais no ano passado e esse ano conta com 157 voluntários. A eles foi pago o total de R$ 278.943,00 em auxílio entre janeiro e abril. UnDF A UnDF também conta com o apoio do governo. Por lá foi implementada a Política de Assistência Estudantil. Os benefícios concedidos visam a garantir a permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica na universidade. O crédito nas contas universitárias é realizado pelo BRB e totaliza, aproximadamente, R$ 77 mil, abrangendo 108 auxílios-permanência, 14 auxílios-transporte e três auxílios-creche. A estimativa do impacto orçamentário-financeiro é de R$ 645.240 anuais. Além destes, neste mês de junho, a UnDF iniciará o pagamento das bolsas de iniciação científica, onde são 30 contemplados que receberão R$ 700 por mês, totalizando R$ 21 mil/mês, com impacto orçamentário de R$ 252 mil/ano. O auxílio-permanência é destinado à moradia, à alimentação e aos gastos básicos dos estudantes. O valor mensal a ser repassado é de R$ 660 pelo prazo de 12 meses. Já o auxílio-transporte tem a finalidade de oferecer auxílio no valor de R$ 300 para o pagamento de passagens rodoviárias aos estudantes de baixa renda moradores do Entorno do Distrito Federal, que não têm acesso ao programa Passe Livre da Secretaria de Mobilidade do GDF. “O auxílio destina-se ao deslocamento diário entre a residência do estudante e o campus universitário e será pago mensalmente”, explica a reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck. O auxílio-creche, por sua vez, é destinado aos estudantes que possuem a guarda ou são responsáveis legais de criança com a idade de até 5 anos que ainda não tenha sido contemplada com vaga na rede pública de ensino (creche e pré-escola) do DF ou da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal (Ride). O auxílio, no valor de R$ 485, será pago mensalmente e terá duração máxima de 12 meses, incluindo os períodos relativos às férias e recessos legais.
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Terça (11) é o último dia para utilizar recursos do Cartão Material Escolar
Os beneficiários do Cartão Material Escolar (CME) de 2024 têm até a esta terça-feira (11) para utilizar o saldo do auxílio disponibilizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo dados do Banco de Brasília (BRB), que faz a gestão do benefício, até a última quinta (6), o montante disponível em 66.849 cartões ainda com saldo era de R$ 4.471.176,76 . Após o fim do prazo estabelecido, os recursos que não forem usados serão revertidos aos cofres públicos. O Cartão Material Escolar auxilia financeiramente famílias de baixa renda que sejam beneficiárias do programa Bolsa Família no custeio de materiais essenciais para a educação dos estudantes de 4 a 17 anos | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Também entre os cartões com saldo há 8.291 que sequer tiveram qualquer movimentação dos titulares desde a concessão do auxílio. Quem tem direito ao benefício, mas ainda não retirou o cartão, deve buscar orientação no site GDF Social ou na Central de Atendimento 156, opção 2. “Com o prazo de utilização se encerrando no dia 11, é essencial que todos fiquem atentos para garantir que aproveitem essa oportunidade” Fernanda Mateus, subsecretária da Subsecretaria de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF “Gostaríamos de lembrar a todos os beneficiários sobre a importância do uso do Cartão Material Escolar, destinado à aquisição de material escolar. Com o prazo de utilização se encerrando no dia 11, é essencial que todos fiquem atentos para garantir que aproveitem essa oportunidade. O CME é uma ferramenta valiosa para apoiar a educação de nossos estudantes”, destaca Fernanda Mateus, subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais (Suape) da Secretaria de Educação (SEEDF). A verificação do saldo disponível no Cartão Material Escolar deve ser feita pelo aplicativo do Banco de Brasília (BRB) ou pelo site GDF Social. Caso todo o valor do benefício tenha sido utilizado, não é necessário tomar nenhuma providência. As compras devem ser feitas nos estabelecimentos credenciados pelo GDF, que podem ser consultados aqui. A utilização dos recursos dentro da data estabelecida garante o aproveitamento dos valores investidos pelo GDF na educação de crianças e jovens do Distrito Federal. Benefício O Cartão Material Escolar é uma iniciativa para auxiliar financeiramente famílias de baixa renda que sejam beneficiárias do programa do governo federal Bolsa Família no custeio de materiais essenciais para a educação dos estudantes de 4 a 17 anos. São disponibilizados R$ 320, para cada estudante da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino especial, e R$ 240, para os alunos do ensino médio. Cada família conta com apenas um cartão, independentemente da quantidade de filhos aptos para o benefício. No caso de famílias com mais de um estudante matriculado na rede pública, os recursos são assegurados no mesmo cartão.
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Credenciamento de papelarias no Cartão Material Escolar termina domingo (19)
Termina neste domingo (19) o prazo para as papelarias interessadas enviarem a documentação para participar do programa Cartão Material Escolar (CME), conforme edital de chamamento público nº 01/2024 – Sedes/DF. O e-mail para o envio de documentação é o credenciamento.cme@sedes.df.gov.br. A entrega também pode ocorrer presencialmente na sede da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), localizada na quadra 515 da Asa Norte. O Cartão Material Escolar destina entre R$ 240 e R$ 320 a estudantes matriculados na rede pública de ensino do DF, cujos pais ou responsáveis sejam beneficiários do programa Bolsa Família | Foto: Divulgação/Sedes A lista completa de documentos e os requisitos de participação podem ser consultados neste link. Empresas já credenciadas com aprovação da prestação de contas no exercício anterior e que desejam participar deste chamamento público precisam apresentar as certidões informadas no edital. “As papelarias que pretendem aderir ao programa devem se atentar ao prazo. O Cartão Material Escolar beneficia as empresas, devido ao aumento da procura, e as famílias vulneráveis que podem comprar o material escolar dos filhos e ainda escolher os itens de estudos nas papelarias credenciadas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O Cartão Material Escolar destina entre R$ 240 e R$ 320 a estudantes regularmente matriculados na rede pública de ensino do DF, cujos pais ou responsáveis sejam beneficiários do programa Bolsa Família. É importante manter o Cadastro Único atualizado pelo menos a cada 24 meses. Atendidos os requisitos, a inclusão no programa é automática. Portanto, não é necessário solicitá-lo. A Sedes ficará responsável pelo registro e prestação de contas de estabelecimentos que comercializam material escolar a partir do benefício socioassistencial. “O Cartão Material Escolar é uma política governamental transversal, porque apesar do seu foco ser a garantia dos direitos de crianças e adolescentes matriculados na rede pública de ensino, o programa também fomenta o desenvolvimento econômico local. São mais de 500 empresas credenciadas e uma estimativa de mais de 3 mil empregos diretos”, finaliza o subsecretário de Gestão de Programas Sociais da Sedes, Danillo Ferreira dos Santos. *Com informações da Sedes
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