Governador recebe livro institucional da TCB e destaca avanços no transporte público do DF
O governador Ibaneis Rocha recebeu, nesta quarta-feira (25), o livro institucional da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), entregue pela diretora-presidente da empresa, Maria Cecília Martins Lafetá. A publicação reúne a história dos 65 anos da companhia e destaca as transformações no transporte público do Distrito Federal nos últimos anos. A diretora-presidente da TCB, Maria Cecília Lafetá, com o governador Ibaneis: “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília “Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes” Governador Ibaneis Rocha Durante a reunião, foram apresentadas ao chefe do Executivo as publicações que resgatam a trajetória da TCB desde a criação, além de registrar os avanços recentes promovidos no sistema de transporte coletivo. A TCB é uma das principais operadoras do sistema de transporte coletivo da capital e tem papel estratégico na execução de políticas públicas voltadas à mobilidade urbana. Ao receber o material, o governador Ibaneis Rocha reforçou o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) em continuar investindo na melhoria da mobilidade urbana, com foco na qualidade do serviço prestado aos usuários. [LEIA_TAMBEM]“Quando assumimos, havia quem defendesse a extinção da TCB, mas fizemos o caminho inverso, aproveitando a expertise da empresa para assumir o transporte escolar e melhorar a vida de crianças e adolescentes”, afirmou. “Hoje também atendemos pessoas com deficiência, com transporte porta a porta. Isso mostra que vale a pena investir em uma empresa pública e fazer uma boa gestão.” A publicação reconhece, ainda, as mudanças implementadas ao longo da atual gestão, com foco na ampliação e modernização dos serviços oferecidos à população. “Esse livro reúne meses de trabalho de uma equipe e traz a história da TCB, com ênfase nos últimos oito anos, período em que a empresa deixou de ser praticamente irrelevante para se tornar útil, com projetos que alcançam milhares de pessoas”, ressaltou a diretora-presidente da TCB. “Hoje, a nossa empresa não opera somente linhas, mas também realiza o transporte escolar de todas as crianças do Distrito Federal, além de oferecer serviços como o DF Acessível e, em breve, o transporte para pacientes em hemodiálise.” * Colaboraram Karol Ribeiro e Carlos Eduardo Bafutto
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Pessoas com deficiência comemoram conquistas nas políticas públicas do DF
Desde que a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) foi criada, em 2019, o Distrito Federal avança cada vez mais no propósito de capital acessível e inclusiva. De lá para cá, foram inúmeras ações por parte do Governo do Distrito Federal (GDF) que trazem motivos para as pessoas com deficiência (PcDs) comemorarem o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência neste domingo (3). A primeira grande conquista foi a criação de uma pasta exclusiva para defender e garantir que este público não tenha seus direitos violados. O DF é a segunda unidade da Federação que dispõe de uma secretaria para as pessoas com deficiência. Nos últimos quatro anos, a pasta trabalhou em ações que beneficiam as pessoas com deficiência do Distrito Federal. Uma delas é o programa DF Acessível, transporte gratuito na modalidade “porta a porta” que leva as pessoas com deficiências severas às consultas médicas. Júlia Stavros recebeu a nova carteira de identificação das mãos do governador Ibaneis Rocha | Foto: Joel Rodrigues/ Agência Brasília Um dos documentos mais importantes na garantia dos direitos da pessoa com deficiência também foi idealizado e concretizado na atual gestão. O cadastro de identificação da PcD (CadPcD) e a carteira de identificação da pessoa com deficiência e com transtorno do espectro autista (TEA) legitimam o acesso dos deficientes a diversas políticas públicas. Até o momento, o CadPcD reúne 25.120 solicitações, sendo que 16.470 já estão com os cadastros aprovados, dando-lhes o direito de participar com prioridade das iniciativas desenvolvidas pelo governo. Uma delas é o programa habitacional da Companhia Habitacional (Codhab). Com prioridade na fila para ser contemplado, o deficiente consegue comprovar sua condição pelo CadPcD, sem precisar submeter-se a uma nova perícia médica. “O nosso trabalho integrado com a Codhab permite uma atuação mais eficaz na análise da condição de quem se declara deficiente. Antes, para um PcD concorrer às unidades habitacionais, demorava de seis meses a um ano para analisar a documentação. Com a implantação do CadPcD, a Codhab já aceita a nossa base de dados e automaticamente a pessoa cadastrada já pode concorrer aos programas”, afirmou o secretário da SEPD, Flávio Santos. Também em atenção às dificuldades enfrentadas pelos deficientes para ingressarem no mercado de trabalho, a secretaria firmou uma parceria com a Procuradoria Regional do Trabalho da 10ª Região (MPT – DF/TO) para garantir que PcDs sejam empregadas por empresas que não estejam cumprindo a lei de cotas. O documento foi assinado pelos representantes no último dia 28. [Olho texto=”O GDF oficializou as carteiras de identificação das PcDs no formato impresso, com porta-crachá e cordão para que o portador consiga pendurar no pescoço” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a secretaria desenvolveu a cartilha do autista, um documento que reúne as principais informações e orientações sobre a temática tanto para quem é diagnosticado com o transtorno quanto para quem se responsabiliza pelos cuidados. Na mesma cerimônia de lançamento, no fim do mês de novembro, o GDF oficializou as carteiras de identificação das PcDs no formato impresso, com porta-crachá e cordão para que o portador consiga pendurar no pescoço. Há mais por vir Pessoas com deficiência devem contar com uma delegacia especializada em uma estação do metrô a partir de 2024 | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ainda neste mês, será lançado o programa DF Libras Cil-Online. Por meio da plataforma, os 1.765 deficientes auditivos cadastrados no CadPcD vão contar com um serviço ininterrupto de intérprete de libras ao procurarem qualquer serviço público, como hospitais, delegacias ou postos de atendimento. Para implementar o programa, o GDF investe cerca de R$ 450 mil na contratação da empresa por 12 meses. O DF será a segunda unidade da Federação a contar com a tecnologia. “O serviço será 24 horas por dia e sete dias por semana. Não são robôs ou bonecos, são pessoas reais, intérpretes de libras, que vão fazer todo o atendimento. Caso um surdo precise ir ao hospital, em uma emergência, por exemplo, ele vai precisar de alguém para auxiliá-lo a se comunicar. Então, esse sistema vem para suprir essa demanda. O deficiente pode acessá-lo pelo celular ou o próprio agente público pode instalar a plataforma no computador para realizar o atendimento”, detalhou o secretário Flávio Santos. Com as tratativas bastante avançadas entre a SEPD e a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a expectativa é que em 2024 seja instituída a primeira delegacia de proteção às pessoas com deficiência. A previsão é que a unidade seja instalada na Estação do Metrô da 108 Sul — local com acessibilidade para receber os deficientes. [Olho texto=”“A nossa carteira tem validade somente no DF. Com a descrição de pessoa com deficiência na CIN, concede o direito legal a todos os benefícios sociais e econômicos existentes em qualquer lugar do país” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Outra novidade que está prestes a ser implementada é a possibilidade de incluir a descrição de pessoa com deficiência na Carteira de Identidade Nacional (CIN), documento de identificação que começou a ser emitido no DF em 20 de novembro. Por se tratar de uma identidade nacional, os benefícios destinados às PcDs passam a ter validade legal em todo o Brasil. “A nossa carteira tem validade somente no DF. Com a descrição de pessoa com deficiência na CIN, concede o direito legal a todos os benefícios sociais e econômicos existentes em qualquer lugar do país. Para isso, a Polícia Civil vai utilizar o nosso CadPcD para que consigam homologar o direito de essa pessoa colocar na nova identidade a sua condição”, revelou Flávio Santos. Conscientização As carteiras de identificação das PcDs no formato impresso vêm acompanhadas de um porta-crachá e cordão de girassol, que simboliza deficiências ocultas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./ Agência Brasília As carteiras de identificação das PcDs no formato impresso vêm acompanhadas de um porta-crachá e cordão de girassol, que simboliza deficiências ocultas. A estudante Júlia Stavros, 24 anos, é deficiente monocular e conta com o símbolo do girassol pendurado no pescoço para garantir que seus direitos não sejam violados. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Eu já passei por várias situações constrangedoras para conseguir assento preferencial no ônibus, por exemplo. As pessoas não conseguem ver minha deficiência e, por isso, acham que ela não é válida ou que eu não mereça o benefício”, compartilhou. “Eu gostaria que as pessoas buscassem mais conhecimento e tentassem se relacionar mais com pessoas deficientes para adquirirem mais informações. Nós somos excluídos da sociedade por preconceito”, afirma a jovem. Júlia foi uma das deficientes que receberam das mãos do governador Ibaneis Rocha, no último dia 28, a nova carteira de identificação em formato impresso. Para ela, é mais uma ação que traz segurança no dia a dia. “Para onde eu vou, eu coloco o meu cordão de girassol. Tem muita gente que não sabe o que significa, mas quem conhece, respeita”, revelou.
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Pessoa com deficiência terá cadastro unificado para políticas públicas
Na data em que se celebra o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD-DF), lança oficialmente o CadPcD. Uma cerimônia está marcada para esta quinta-feira (21), na sede da Apae-DF (SEPN 711/911, Conjunto E, Asa Norte, Brasília-DF) para registrar a ocasião. [Olho texto=”“Uma vez que o cidadão é aprovado no CadPcD, significa que o GDF reconhece aquele indivíduo como Pessoa com Deficiência. Dessa forma, ele não precisará comprovar a sua condição – muitas vezes atestada de forma constrangedora – sempre que tentar o seu acesso a uma política pública”” assinatura=”Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência” esquerda_direita_centro=”direita”] O Cadastro da Pessoa com Deficiência centralizará informações sobre cidadãos com essa situação no Distrito Federal. O sistema já está disponível para a população. E é o próprio PcD quem entra no site da SEPD, preenche suas informações e envia a documentação exigida. Até a última atualização desta matéria, foram mais de 13 mil cadastros aprovados. “O CadPcD será a porta de entrada para as políticas públicas do GDF”, explica Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência. Segundo o gestor, a existência do cadastro desburocratizará o acesso do cidadão aos seus direitos. “Uma vez que o cidadão é aprovado no CadPcD, significa que o GDF reconhece aquele indivíduo como Pessoa com Deficiência. Dessa forma, ele não precisará comprovar a sua condição – muitas vezes atestada de forma constrangedora – sempre que tentar o seu acesso a uma política pública”, destaca Flávio. O Passe Livre Especial, gerido pelo BRB Mobilidade; o programa de Órteses e Próteses, da Secretaria de Saúde; o DF Acessível, da TCB; e a Companhia Habitação do DF (Codhab) já utilizam o CadPcD como base de dados. O CadPcD centralizará informações sobre cidadãos com essa situação no Distrito Federal. O sistema já está disponível para a população | Foto: Divulgação/SEPD Ciptea e Carteira da Pessoa com Deficiência Assim que o CadPcD é considerado “aprovado”, o cidadão passa a ter direito à Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista, a Ciptea (exclusiva para quem tem essa condição), bem como ao Cartão de Identificação da Pessoa com Deficiência. Foi o que aconteceu com Hakkinen Henrique Carvalho, que é pessoa autista. O morador de Santa Maria procurou o estande da SEPD quando a ação ‘GDF Mais Perto do Cidadão’ esteve na cidade. Lá mesmo ele fez o cadastro, enviando seus documentos para o sistema. Com a Ciptea em mãos, o autônomo destaca a importância do documento conquistado por meio do CadPcD. “Nós, que somos TEA e temos outras doenças que não se vê fisicamente, a Ciptea mostra que temos o direito que todos as pessoas com deficiência física e idosos têm”, explica Hakkinen. Como fazer o CadPcD? [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para fazer o CadPcD, o cidadão precisa entrar no site da SEPD e procurar o ícone ‘Cadastro da Pessoa com Deficiência’. É necessário entrar com login e senha do sistema “gov.br”. Já logado, o cidadão preenche seus dados e anexa a documentação. É obrigatório ter documentos de identificação oficial com foto; comprovante de residência (máximo de 90 dias); laudo médico especificando a deficiência e foto 3×4 Uma equipe da SEPD analisa a documentação. Já o laudo passa por homologação de um perito médico. Vencidas essas etapas, o cadastro é considerado aprovado e as carteiras ficam disponíveis para impressão. *Com informações da SEPD
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DF recebe 40 ônibus escolares e 11 vans para pessoas com deficiência
A rede pública de ensino ganhou 40 novos ônibus escolares zero km. A entrega dos veículos ocorreu nesta terça-feira (5), com a presença do governador Ibaneis Rocha, na sede da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB). [Olho texto=”“Esse trabalho do transporte escolar tem que ser tocado por quem entende. Agradeço aos trabalhadores que entenderam o momento de renovação da empresa, aumentando o transporte escolar e das pessoas com deficiência. A TCB é uma empresa importante que, enquanto estiver como governador, vou valorizá-la”” assinatura=”Governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os ônibus vão atender o Serviço de Transporte Complementar Escolar (STCE), destinado a cobrir localidades sem transporte público regular ou trajetos superiores a 2 km. Em todo o DF, 906 ônibus são responsáveis por levar e buscar cerca de 60 mil estudantes. Além dos veículos para o transporte de alunos, outros dez, destinados à fiscalização dos transportes escolares, e 11 vans do DF Acessível, programa de transporte gratuito para pessoas com deficiência que tenham mobilidade reduzida severa, também foram entregues. As vans contam com elevadores e operam com capacidade para dois cadeirantes e cinco pessoas; no DF, 62 vans já fizeram mais de 3,3 mil atendimentos desde a implementação do projeto em 2022 | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília “Esse trabalho do transporte escolar tem que ser tocado por quem entende. Agradeço aos trabalhadores que entenderam o momento de renovação da empresa, aumentando o transporte escolar e das pessoas com deficiência. A TCB é uma empresa importante que, enquanto estiver como governador, vou valorizá-la”, disse o governador Ibaneis Rocha durante o evento. A secretária Hélvia Paranaguá falou que as rotas foram adaptadas para atender às necessidades dos alunos. “Elas atendem crianças que moram a 2 km da escola em região onde não é atendida pelo transporte público regular” A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou da adaptação das rotas para atender às necessidades dos alunos. “Elas atendem crianças que moram a 2 km da escola em região onde não é atendida pelo transporte público regular. E é interessante porque não é uma rota fixa, ela se movimenta ao longo do ano. Hoje, o pai trabalha como chacareiro numa determinada propriedade, amanhã muda para outro emprego e a gente vai em busca da criança. Então, quem estabelece as nossas rotas são os nossos estudantes”, explica. “Esse trabalho do transporte escolar tem que ser tocado por quem entende. Agradeço aos trabalhadores que entenderam o momento de renovação da empresa, aumentando o transporte escolar e das pessoas com deficiência. A TCB é uma empresa importante que, enquanto estiver como governador, vou valorizá-la”, disse o governador Ibaneis Rocha durante o evento. Cada um dos ônibus entregues tem capacidade para transportar 39 crianças com todo conforto e segurança. Os veículos são equipados com elevador (ônibus adaptados), ar forçado de teto e tração 4×2 inteligente. O diretor-presidente da TCB, Chancerley de Melo Santana, considera a renovação importante para o DF manter posição de destaque no país: “Na média nacional de todo o transporte escolar, a frota do Distrito Federal é a mais nova. Isso traz qualidade de vida para as crianças” A frota escolar é administrada pela Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), em parceria com as secretarias de Educação (SEE) e de Transporte e Mobilidade (Semob). Para o diretor-presidente da TCB, Chancerley de Melo Santana, a renovação é importante para o DF manter posição de destaque no país. “Na média nacional de todo o transporte escolar, a frota do Distrito Federal é a mais nova. Isso traz qualidade de vida para as crianças chegarem mais tranquilas na sala de aula, para terem um aprendizado melhor e, até o fim do ano, esperamos ter pelo menos um terço da frota renovada”, complementa Chancerley de Melo Santana. Vans para PcD Já as vans operam com capacidade para dois cadeirantes e cinco pessoas. Todas contam com elevadores. No DF, 62 vans já fizeram mais de 3,3 mil atendimentos desde a implementação do projeto em 2022. Números elogiados pelo secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Pereira dos Santos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] “Quando se fala de acessibilidade, não se pensa apenas nos obstáculos, se pensa num romper de barreiras. As pessoas com deficiência, hoje têm o seu direito garantido e têm a sua cidadania plena sendo efetivada através do DF Acessível. Com isso, ela pode se desenvolver em outras áreas. Se hoje o transporte é para a saúde, amanhã será para educação, como foi hoje com os ônibus adaptados, e também outras áreas futuramente”, pontuou o secretário. Para solicitar o serviço, é necessário se inscrever no Cadastro Único da Pessoa com Deficiência (CadPcD) e agendar o serviço no site Agenda DF. Transporte escolar em números – 162 veículos 0 km foram entregues em 2023 – 906 ônibus escolares em operação – 60 mil estudantes da rede pública atendidos – 2 mil profissionais regulamentados – 1.670 itinerários georreferenciados – 27 contratos com 14 empresas de transportes.
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Iniciativas do GDF promovem a inclusão de pessoas com deficiência
De 21 a 28 de agosto é comemorada a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, instituída pela Lei nº 13.585/2017. A finalidade é promover a conscientização da sociedade sobre a importância de práticas inclusivas e de respeito às diferenças, combatendo o preconceito e a discriminação. O Governo do Distrito Federal (GDF) promove uma série de ações e iniciativas para garantir os direitos dessa população a um atendimento digno em todas as áreas como saúde, educação e mobilidade, auxiliando na melhoria da qualidade de vida. Sabrina Santos e o filho Ryan: vida mais fácil com programas do GDF | Foto: Paulo H. Carvalho/ Agência Brasília A moradora de Sobradinho, Sabrina Maciel, 44 anos, é mãe do estudante Ryan Maciel, 20 anos, diagnosticado com paralisia cerebral e epilepsia. A vida do jovem poderia ser mais difícil se não fosse a rede de proteção oferecida pelo governo para acolher a família. “Eu sou extremamente grata por todo o apoio que meu filho tem do governo. A vida dele não é uma vida fácil, mas, sem essa assistência, seria muito pior. O recurso do ônibus escolar, que, além do motorista, tem um monitor que auxilia ele com total segurança. Ao chegar na escola é recebido pelo educador social em uma turma reduzida, e, por trás de tudo isso, tem um governo que para a gente funciona. São inúmeros os benefícios dos quais o meu filho participa e o intuito de tudo isso é amenizar as dores e as dificuldades dele”, conta Sabrina. Além do transporte escolar adaptado com sistema de elevador, um educador social acompanha Ryan durante todo o período letivo, auxiliando nas tarefas diárias e em todas as necessidades que o estudante precisa. O jovem é beneficiário também do Passe Livre, DF Acessível e do Programa de Órteses e Próteses. [Olho texto=”“Eu sou extremamente grata por todo o apoio que meu filho tem do governo. A vida dele não é uma vida fácil, mas, sem essa assistência, seria muito pior”” assinatura=”Sabrina Melo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Me sinto cuidada e protegida. Sou feliz não pelo diagnóstico, óbvio que ninguém gostaria de estar passando por isso, mas, se eu passo, é de uma forma mais amena por ter esse apoio, pelo olhar de um secretário, de um governador que olha de forma mais humana. E vejo meu filho, mesmo sendo portador de necessidades especiais, completamente assistido”, celebra. Para o secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos, ter uma semana específica para evidenciar os anseios dos cidadãos com deficiência intelectual e múltipla é necessário e um avanço. “Traz a sociedade para uma reflexão sobre os caminhos para garantir uma qualidade de vida melhor. E nós, como governo, temos que efetivar que esse público possa exercer de maneira plena a vida e os programas e projetos do GDF vem suprir essas carências. É nosso papel levar para a comunidade uma vida melhor”, afirma. Programas do GDF O acolhimento do GDF à pessoa com deficiência está presente em muitas pastas. Desde 2019, o governo entendeu que havia a necessidade de ampliar o atendimento e criou a Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD), fortalecendo assim as políticas voltadas para esse público. [Olho texto=”“A criação da secretaria fortaleceu os programas já existentes de atendimento. E nós, além de ampliarmos a assistência, cooperamos ainda com a implantação de políticas públicas em todas as áreas do governo”” assinatura=”Flávio Santos, secretário da Pessoa com Deficiência” esquerda_direita_centro=”direita”] “A criação da Secretaria fortaleceu os programas já existentes de atendimento. E nós, além de ampliarmos a assistência, cooperamos ainda com a implantação de políticas públicas em todas as áreas do governo, como esporte, saúde, trabalho e até mesmo fortalecendo uma comunicação acessível, tudo como uma proposta de governo para atendê-las em diversas áreas e atendendo todas as pessoas com deficiência”, destaca o secretário da SEPD. “Hoje temos o programa da Central de Libras que trabalha com pessoas com deficiência auditiva. O DF Acessível vem suprir uma necessidade que a população tinha, principalmente aqueles com dificuldade de mobilidade grave. Atendendo uma lei distrital e a Lei Federal dos Autista, temos a carteira de identificação, que legitima a pessoa na identificação e, por fim, o programa de inclusão profissional, que facilita a entrada no mercado de trabalho, por meio da Lei de Cotas”, detalha Flávio Santos. Conheça programas da SEPD [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] ? Passe Livre – Coordenado pelo BRB Mobilidade, o Cartão Especial garante transporte gratuito no sistema de ônibus e metrô do DF por meio de um cartão eletrônico. Para ter direito ao benefício, o cidadão deve procurar o posto do BRB instalado na Estação de Metrô da 112 Sul. Saiba mais como obter o acesso neste link. ? DF Acessível – Gerido pela Sociedade Transportes Coletivos de Brasília (TCB), disponibiliza vans adaptadas para pessoas com mobilidade reduzida severa e dificuldades de utilizar o sistema de transporte público coletivo. Funciona por meio de agendamento e cadastro prévio. O veículo busca a pessoa na própria residência e leva para o seu compromisso, fazendo também o caminho inverso. A princípio, o serviço só está disponível para o transporte cuja finalidade seja de consultas médicas. ? Programa Órteses e Próteses – A SEPD e a Secretaria de Saúde disponibilizam gratuitamente diversos itens, como cadeiras de rodas e banho, muletas, entre outros. Para isso, o cidadão deve procurar a Estação 114 Sul e realizar um cadastro prévio. Vale destacar que não há somente a entrega, mas cada produto deve ser construído levando em conta as medidas de cada pessoa. Confira a documentação necessária.
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‘Brasília será uma grande referência para as pessoas com deficiência’
Estima-se que em torno de 150 mil pessoas com variadas deficiências vivam no Distrito Federal, segundo a Codeplan. Quase 5% da população, o segmento ganhou um olhar diferenciado do GDF com a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência (SEPD) em 2019. Pasta que, inicialmente, atuava na articulação com as outras secretarias, passou a criar as próprias políticas públicas. Desde o início da gestão, há várias ações para comemorar e projetar que Brasília possa se tornar modelo de qualidade de vida e de políticas voltadas para as pessoas com deficiência. Foi lançado o Cadastro Único, que reúne informações e garante a concessão de duas carteiras que comprovam a condição, inclusive, para a inclusão em ações sociais e econômicas do governo. Também foi inaugurado o primeiro Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência, na estação de metrô 112 Sul. Além disso, o governo inovou ao divulgar uma política habitacional específica para PCDs, para que o sonho da casa própria fique mais próximo. “Diria que a vida das pessoas com deficiência era uma e agora é outra desde a criação desta secretaria. Creio que Brasília será uma grande referência para as pessoas com deficiência”, analisa o secretário Flávio Pereira dos Santos. Os próximos passos são no sentido de melhorar o Bolsa Atleta e implantar mais uma escola bilíngue e uma Central da Intermediação em Libras online, além da realização de grande evento com foco em acessibilidade e tecnologia assistida. Em entrevista à Agência Brasília, o titular da pasta enumera as ações e a importância delas. Foto: Renato Araújo/Agência Brasília Qual é a importância do governo ter um olhar específico para a pessoa com deficiência? Um dos grandes sonhos do segmento era ter uma secretaria de governo que pudesse entender essa temática e buscar alternativa para qualidade de vida com programas e políticas públicas verdadeiramente voltadas para a pessoa com deficiência. Diria que a vida das pessoas com deficiência era uma e agora é outra desde a criação desta secretaria. Creio que Brasília será uma grande referência para as pessoas com deficiência. [Olho texto=”“Um dos grandes sonhos do segmento era ter uma secretaria de governo que pudesse entender essa temática e buscar alternativa para qualidade de vida com programas e políticas públicas verdadeiramente voltadas para a pessoa com deficiência”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quais políticas públicas já foram implementadas desde então? Inicialmente, a secretaria tinha um papel de articulação entre os órgãos do governo, mas entendemos que seria necessário implantar ações de atendimento direto desse público. Criamos o Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência. Fizemos em parceria com a TCB (Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília) o DF Acessível, vans adaptadas para um transporte especializado de pessoas com deficiência e limitação de mobilidade muito severa. Temos a nossa Central de Interpretação de Libras, que presta uma assistência direta às pessoas surdas no atendimento junto aos órgãos públicos ligados ao GDF. Temos um núcleo de inclusão profissional, que trabalha no encaminhamento ao mercado de trabalho. Em parceria com a Secretaria de Saúde, temos a entrega das cadeiras de rodas. A nossa secretaria conseguiu adquirir mais de 1,2 mil unidades. Outra ação que implantamos, em parceria com a Secretaria de Economia, foi o 156 acessível para surdo, um atendimento específico de intérprete de Libras. Temos uma parceria com a Ouvidoria-Geral e a Controladoria-Geral com o programa Mais Acessibilidade nas ouvidorias. Criamos também materiais gráficos importantes, como a cartilha de evento acessível, uma parceria com a Secretaria de Cultura. Apoiamos também o projeto Turismo Acessível, da Secretaria de Turismo, para tornar os pontos turísticos mais acessíveis para as pessoas com deficiência. O senhor citou o primeiro Centro de Atendimento à Pessoa com Deficiência. Como funciona a unidade? [Olho texto=”“A gente já consegue identificar as cidades que se destacam pelo número de pessoas com deficiência e também as especificidades. Hoje, por exemplo, Ceilândia e Planaltina são cidades com demanda para o nosso trabalho itinerante”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Tem um objetivo bem específico, que é dar total assistência às pessoas com deficiência nas suas necessidades. Trabalhamos em parceria com o Passe Livre (do BRB Mobilidade) dando assistência aos usuários naquilo que eles precisam, como documentos e acesso à informações. Também orientamos sobre o BPC (benefício de prestação continuada), a aposentadoria, as isenções e os encaminhamentos diversos. Era um sonho do segmento ter um local onde as pessoas pudessem ser atendidas e direcionadas para as suas necessidades, inclusive para os diversos programas que o DF oferece. O centro de atendimento serve de referência para conduzir as pessoas, orientando e fazendo encaminhamentos. Outro grande avanço foi a criação do cadastro único da pessoa com deficiência. Qual é o objetivo deste cadastramento? O Cadastro Único é um sistema de cadastramento para pessoas com deficiência que oferece dois tipos de identificação: a carteira de identificação da pessoa com deficiência e a carteira do autista. O propósito também é estabelecer políticas públicas por meio das informações obtidas no cadastro, bem como oferecer às pessoas com deficiência acesso a programas e ações de cunho social e econômico. O cadastro vai se tornar uma grande referência para atender inúmeros órgãos do governo no que se diz respeito ao atendimento das pessoas com deficiência. [Olho texto=”“Eu diria que a acessibilidade não é apenas voltada para as pessoas com deficiência. Acessibilidade é para todos, porque, em algum momento da vida, a pessoa poderá ter alguma limitação física que vai exigir um pouco mais de acessibilidade, nem que seja na velhice”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ainda temos uma demanda pequena, em torno de quatro mil inscrições. É um número que está se expandindo a cada dia, porque as pessoas estão começando a entender a importância dessa carteira, que tem o objetivo de formalizar e oficializar para a pessoa com deficiência sua qualificação para que possa ter os benefícios que lhe são de direito garantidos. Basta apenas acessar o nosso site e preencher, inclusive anexar os documentos pelo sistema. Toda essa documentação é analisada por uma equipe técnica e médica. Contudo, a gente também entende que a grande maioria de pessoas com deficiência é de baixa renda e que tem pouco acesso às tecnologias, então a gente disponibiliza o cadastro na nossa central de atendimento. Com o início desse cadastro, o que já pôde ser identificado? A gente já consegue identificar as cidades que se destacam pelo número de pessoas com deficiência e também as especificidades. Por meio dessas informações, a gente está tentando priorizar o atendimento nessas cidades. Hoje, por exemplo, Ceilândia e Planaltina são cidades com demanda para o nosso trabalho itinerante. Como funciona esse programa itinerante? Buscando sair das quatro paredes, a Ação Inclusiva é uma oferta dos serviços da secretaria junto à comunidade. Vamos até a cidade para atender as pessoas com deficiência nas suas necessidades. Estivemos em Planaltina, onde tivemos cerca de 300 famílias sendo atendidas no Centro de Ensino Especial, tanto para aquisição da carteira de autista e da carteira da pessoa com deficiência, quanto também várias ações voltadas ao BPC, orientações sobre aposentadoria e outras ações que a secretaria oferece. Já fomos em Brazlândia, Ceilândia e Estrutural e iremos para Samambaia e Riacho Fundo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O governo anunciou recentemente uma política habitacional para as pessoas com deficiência. Qual é a importância dessa nova proposta? É uma necessidade muito grande do segmento, principalmente as pessoas de baixa renda. Estamos facilitando a inscrição para dar celeridade à aprovação para que essas pessoas possam mais rápido ter acesso e se habilitarem a conseguir o seu imóvel dentro dos programas que estão sendo oferecidos pela Codhab. Iniciamos esse atendimento no dia 30 de maio e não vai haver tempo para encerramento, enquanto tiver pessoas com deficiência que necessitem serem inseridas no programa, ele continuará atendendo. Iniciamos sem prazo determinado para encerrar. O GDF também tem investido na acessibilidade no transporte público. Como tem sido a experiência? Eu diria que a acessibilidade não é apenas voltada para as pessoas com deficiência. Acessibilidade é para todos, porque, em algum momento da vida, a pessoa poderá ter alguma limitação física que vai exigir um pouco mais de acessibilidade, nem que seja na velhice. O transporte é o instrumento onde há deslocamento da pessoa para até mesmo o seu autodesenvolvimento: vai trabalhar, estudar, se cuidar em nível de saúde, vai ter o lazer. Como esse público tem as suas carências – financeiras ou sociais -, o transporte público e agora o DF Acessível são essenciais para que as pessoas com deficiência se desenvolvam. Dentro dessa visão, a acessibilidade é fundamental para que possam usufruir do transporte e crescer como pessoa. Brasília é referência no esporte paralímpico. Como a cidade chegou a esse patamar? O esporte é um grande instrumento de transformação social e pessoal. Sou prova disso, sou atleta há mais de 40 anos. Brasília hoje é uma grande referência. Possui muitos atletas convocados para seleções brasileiras e, dentro do paradesporto, várias equipes se destacam. Isso é fruto dos programas que o GDF oferece para as pessoas com deficiência. Nós temos o Compete Brasília, um programa de passagem para as pessoas viajarem tanto no Brasil, quanto no exterior. Temos a Bolsa Atleta e os centros olímpicos e paralímpicos e inúmeras outras leis que abrangem o desenvolvimento do esporte para a pessoa com deficiência. Também temos uma parceria importante com a Secretaria de Esporte: a implantação, no calendário esportivo de Brasília, da realização dos jogos paradesportivos. Uma necessidade de muitos anos no paradesporto. Já está no calendário e possivelmente neste ano vamos realizar. Investir no esporte é investir nas pessoas. [Olho texto=”“Também temos uma parceria importante com a Secretaria de Esporte: a implantação, no calendário esportivo de Brasília, da realização dos jogos paradesportivos. Uma necessidade de muitos anos no paradesporto. Investir no esporte é investir nas pessoas”” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Quais serão as próximas ações da SEPD? Estamos apoiando a reformulação da Bolsa Atleta, que é um programa muito importante para o paradesporto. Por iniciativa da Secretaria de Esporte vai haver uma reformulação onde vai se equiparar os valores das bolsas: a pessoa com deficiência vai receber o mesmo valor que uma pessoa sem deficiência. Uma grande conquista, porque mostra inclusão, igualdade, justiça e principalmente mais cidadania. Estamos em processo de implantação, em parceria múltipla com as secretarias de Educação, Governo e Desenvolvimento Social, da primeira escola bilíngue para atendimento de pessoas surdas e outras estruturas de atendimento na área de cultura e esporte no Plano Piloto e a segunda do DF. Era um sonho antigo, porque Taguatinga (onde está a outra escola) fica num extremo da cidade, então quem reside em lados opostos tinha dificuldade de acesso. Com a implantação no centro de Brasília, poderemos atender toda Brasília. A gente imagina que vai facilitar bastante. Também queremos implantar uma Central de Intermediação em Libras online para que as pessoas surdas possam ser atendidas, em qualquer órgão do governo, por um aplicativo com um intérprete para fazer a interlocução com o atendente. Queremos implantar o banco de cadeiras e de acessórios de acessibilidade e realizar um evento em Brasília, que já acontece em outros estados, que é uma feira de acessibilidade, tecnologia assistida e reabilitação.
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DF Acessível oferece transporte para pessoas com deficiência
Pessoas com deficiência ou permanente, com comprometimento severo de mobilidade contam, desde essa segunda-feira (21) de manhã, com um serviço de transporte exclusivo. Por meio do DF Acessível, programa criado para possibilitar o deslocamento de pessoas com limitação de mobilidade, situação que a impede de utilizar o Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal, 25 vans atendem, mediante agendamento, as necessidades de locomoção desse público. Os veículos possuem rampa de acesso para cadeira de rodas, ar-condicionado, dois boxes para cadeirantes e cinco assentos. Carlos Marcelo Feitosa tem paraplegia pós-traumática e utilizou o serviço DF Acessível para ir de Ceilândia, onde mora, ao hospital Sarah, no Lago Norte | Fotos: Divulgação/TCB [Olho texto=”Interessados no serviço devem fazer cadastro na SEPD. Uma vez habilitado, o usuário precisa agendar com um mínimo de cinco dias de antecedência” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O programa funcionará de acordo com a demanda do Cadastro Único PCD da Secretaria Extraordinária da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal (SEPD). Os interessados no serviço complementar devem fazer cadastro através do site da SEPD, apresentando a documentação solicitada, de acordo com os requisitos estabelecidos no Artigo 15 da Resolução nº 33, do Conselho de Administração da TCB. Após a inscrição, o cidadão deverá ser considerado habilitado para o uso do programa. Somente depois da confirmação de habilitação, o usuário poderá agendar as viagens. O secretário da Pessoa com Deficiência, Flávio Santos, destaca a importância do DF Acessível como instrumento de mobilidade para o público. “Esse tipo de serviço é essencial para as pessoas com deficiência exercerem a sua plena cidadania e a dignidade do direito de ir e vir, o que vai facilitar e efetivar o seu desenvolvimento como pessoa”, pontuou o chefe da pasta. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Carlos Marcelo Feitosa tem 45 anos, é morador da Ceilândia, possui paraplegia pós-traumática e utilizou o serviço DF Acessível. Para Carlos, o transporte é de relevância, pois necessita de fazer exames frequentemente. “Para mim foi muito importante, porque através do transporte consegui me locomover até o hospital Sarah do Lago Norte”, afirmou Carlos. O DF Acessível faz parte de um Governo que busca acessibilidade e oportunidades, em conjunto com aqueles que necessitam de transporte, porém não conseguem utilizar o Sistema de Transporte Público Coletivo do Distrito Federal (STPC).? *Com informações da TCB
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TCB faz 60 anos no transporte público do Distrito Federal
A Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB) completa, nesta terça-feira (1º), 60 anos de anos de efetiva operação no serviço de transporte público coletivo do Distrito Federal, como empresa pioneira do segmento. A TCB vem crescendo e se destacando com a gestão compartilhada do serviço de transporte escolar dos estudantes da rede pública de ensino e está prestes a apresentar à sociedade o serviço DF Acessível com 25 vans adaptadas para atender Pessoas com Deficiência (PCDs), dentre outros projetos. A empresa pública cresceu juntamente com a capital federal. Hoje, conta com ônibus modernos que dispõem de acessibilidade, ar-condicionado, USB em cada poltrona e outros itens de conforto para os usuários | Foto: Divulgação /TCB [Olho texto=”“Buscamos, juntos ao Governo do Distrito Federal, servir à população do DF com qualidade, conforto e presteza”” assinatura=”Chancerley Santana, diretor-presidente da TCB” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Exemplo de mobilidade Inaugurada em 8 de maio de 1961, a empresa pública iniciou as operações em 1º de junho daquele ano. Nos anos 70, foi considerada modelo nacional, sendo a primeira empresa a implementar o câmbio automático em seus veículos. Agora, uma nova história está sendo construída na TCB, que cresceu juntamente com a capital federal. Já chegaram as 25 vans adaptadas para o DF Acessível, serviço que realizará o transporte de Pessoas com Deficiência (PCD) que têm redução de mobilidade. A atual diretoria da empresa tem empenhado esforços, desde o início da gestão em 2019, mostrando à sociedade do Distrito Federal a importância da empresa, que faz parte da história de Brasília. “Buscamos, juntos com o Governo do Distrito Federal, servir à população do DF com qualidade, conforto e presteza”, destacou o diretor-presidente da TCB, Chancerley Santana. Atualmente, a TCB conta com ônibus modernos que dispõem de acessibilidade, ar-condicionado, USB em cada poltrona e outros itens de conforto para os usuários. “Em 2019 encontramos um cenário preocupante, mas não desistimos. Têm sido dias intensos de trabalhos em equipe e estamos colhendo frutos para que a capital federal seja destaque e exemplo em mobilidade”, ressaltou Chancerley Santana diretor-presidente. A TCB desenvolve e reforça o papel social em projetos como Turismo Cívico, Embaixadas de Portas Abertas, Troca da Bandeira, Residência Oficial de Águas Claras de Portas Abertas, Renova-DF, entre outros. [Olho texto=”“Muitas novidades estão por vir, nos dando esperança de dias melhores” ” assinatura=”Edson Araújo, chefe de Operações da TCB” esquerda_direita_centro=”direita”] Orgulho Fazer parte da família TCB é motivo de orgulho para seus colaboradores. Edson Araújo, motorista, trabalha há 23 anos na empresa, e atualmente é chefe da Seção de Operações. Para o profissional, o sentimento é de gratidão pelos anos de trabalho e conquistas. Ele constituiu família, criou e formou os filhos graças ao emprego. “Eu agradeço a Deus por estar trabalhando e ter o meu salário na conta. Muitas novidades estão por vir, nos dando esperança de dias melhores. Atualmente estamos vendo pais de famílias desempregados, e eu tenho a oportunidade de deitar e dormir em paz”, destacou o chefe. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Raimundo Reis é motorista, trabalha há 21 anos na empresa e se sente satisfeito em poder contribuir. “A TCB, além de ser a empresa mãe, é a melhor empresa para um cidadão trabalhar. No país não existe lugar como este”, enfatizou Raimundo. Roberto Rodrigues, fiscal de tráfego há 36 anos, destaca a importância da TCB. “Vivi a minha vida aqui, trabalhei na TCB durante toda a minha vida, criei meus filhos na empresa que começou junto com Brasília. É um orgulho para todos nós”, salientou Roberto. Seu Manoel Farias tem 43 anos de serviços prestados na manutenção, e sente-se honrado por trabalhar na empresa. “Eu vim da roça, aprendi muita coisa graças aos colegas de serviço. Estou aposentado, mas pretendo continuar trabalhando”, disse Manuel. *Com informações da TCB
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