Resultados da pesquisa

FAP-DF (Fundação de Apoio à Pesquisa do DF)

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Projeto da Universidade Católica apoiado pela FAPDF é apresentado em conferência na França

Selecionado pelo edital FAPDF Tech Learning (2023), o projeto "Lab Metaverse UCB: o futuro é ancestral" é apresentado na conferência Human Rights in Immersive Realities (XR): Freedom of Expression, Justice, Children’s Rights and Well-Being, realizada nos dias 18 e 19 de maio de 2026, em Estrasburgo, na França.  Coordenada pela professora e pesquisadora Florence Dravet, da Universidade Católica de Brasília (UCB), a iniciativa conta com investimento de R$ 1 milhão da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e propõe o uso de realidades imersivas, metaverso e inteligência artificial (IA) para valorizar e difundir saberes ancestrais de povos indígenas brasileiros. Para a FAPDF, o apoio à iniciativa está alinhado ao fomento de pesquisas interdisciplinares, inclusivas e capazes de gerar impacto científico, tecnológico, social e cultural. “Por meio de seus editais, a Fundação apoia projetos que aproximam educação, inovação e novas linguagens tecnológicas, ampliando as possibilidades de aplicação do conhecimento científico em diferentes áreas da sociedade”, afirma Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF. Promovida pelo Conselho da Europa, a conferência reúne representantes de Estados-membros, pesquisadores, especialistas em tecnologia, integrantes da sociedade civil e instituições ligadas à defesa dos direitos humanos. O encontro discute como as tecnologias imersivas, conhecidas pela sigla XR — que inclui realidade virtual, realidade aumentada e ambientes digitais interativos —, estão transformando temas como liberdade de expressão, justiça, direitos das crianças, saúde mental, bem-estar, democracia e Estado de Direito. Tecnologias imersivas foram apresentadas durante a programação da conferência promovida pelo Conselho da Europa, que discutiu os impactos da XR nos direitos humanos, na democracia e no bem-estar | Foto: Divulgação/FAPDF Nesse cenário, a participação do projeto apoiado pela FAPDF insere a produção científica do Distrito Federal em uma discussão internacional sobre os caminhos éticos, sociais e culturais das novas tecnologias. A apresentação da professora Florence Dravet integra a programação da conferência com o tema From the Forest to the Metaverse: Immersive Experiences and Co-Creation with Indigenous Peoples, em tradução livre, “Da floresta ao metaverso: experiências imersivas e cocriação com povos indígenas”. Da floresta ao metaverso O Lab Metaverse UCB é um laboratório dedicado ao desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica, pedagógica e cultural. A iniciativa integra recursos como realidade virtual, ambientes interativos no metaverso e inteligência artificial generativa para criar experiências voltadas à preservação da cultura, da linguagem e das formas tradicionais de narrar o mundo. Um dos eixos do projeto é inspirado no Manifesto do Futuro Ancestral, da professora Florence Dravet, e busca desenvolver vivências digitais dedicadas às etnias Pataxó, Yawanawá e Tukano. Nos ambientes virtuais, os visitantes podem entrar em contato com elementos como oralidade, mitos, grafismos, cantos, narrativas e cosmologias desses povos. Entre as ações já desenvolvidas está um filme imersivo em realidade virtual 360º, realizado em parceria com lideranças da Aldeia Mutum, do povo Yawanawá, localizada no Acre. A produção narra um mito ancestral da Floresta Amazônica e conduz o espectador por uma experiência sensorial e simbólica que conecta tecnologia, espiritualidade e memória. Inovação com responsabilidade cultural Professora Florence Dravet, coordenadora do projeto, em demonstrações práticas de realidade virtual integraram a programação da conferência internacional realizada no Conselho da Europa, em Estrasburgo Ao propor experiências imersivas construídas em diálogo com povos indígenas, o projeto mostra que ambientes virtuais também podem ser espaços de educação, preservação cultural, reconhecimento de identidades e valorização de narrativas tradicionais.  A proposta se diferencia por tratar a tecnologia não como substituta das tradições, mas como ferramenta de escuta, registro e compartilhamento de saberes. Dessa forma, o metaverso e a realidade virtual passam a ser discutidos também como meios de aproximação entre diferentes formas de conhecimento, ampliando o debate sobre diversidade cultural no ambiente digital. A presença do Lab Metaverse UCB na França fortalece a internacionalização da ciência produzida no Distrito Federal. Ao ser apresentado em uma conferência do Conselho da Europa, o projeto passa a dialogar com pesquisadores, formuladores de políticas públicas e especialistas de diferentes países sobre o uso responsável das tecnologias imersivas.   *Com informações do FAPDF

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Pesquisa desenvolvida no DF monitora microrganismos que causam doenças

Depois de uma pandemia global, o monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças (patógenos) e a análise de suas características genéticas passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública. Uma dessas técnicas é o sequenciamento genômico. Com foco inicial em tuberculose e covid-19, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), a Universidade de Brasília (UnB) e as fundações Oswaldo Cruz (Fiocruz) Brasília e de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) se uniram para desenvolver uma vigilância genômica na capital. Monitoramento dos microrganismos que podem causar doenças e análise de suas características genéticas por técnicas, como o sequenciamento genômico, passou a ser prioridade de vários governos para garantir a saúde pública | Foto: Breno Esaki/Agência Saúde-DF A proposta inovadora foi apresentada nesta segunda-feira (27), na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde, uma iniciativa da SES-DF e da Fiocruz Brasília. A servidora licenciada da pasta Olga Maíra Machado participa da pesquisa e escreve a tese de um doutorado sobre o tema em parceria com o Laboratório Central do DF (Lacen). “A ideia é testar o transporte de material biológico com drones [aeronaves não tripuladas]. Será avaliado a segurança do deslocamento, qualidade das amostras e a eficiência desse método”, detalha. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Realizada no Lacen, a pesquisa faz testes com o drone da Atlantis Technologies junto à H4nds, ensaiando como seria o transporte de uma amostra biológica de um ponto a outro. O coordenador de Integração Estratégica da Fiocruz DF, Wagner Martins, conta que o projeto elabora uma série de análises para garantir a segurança desse tipo de deslocamento e verificar se é possível adotar o método em todas as secretarias de saúde do país. “Precisamos ter certeza da segurança e desenvolver protocolos que assegurem a qualidade das amostras. Só assim poderemos saber se é viável. Vamos realizar testes por um ano e meio. É uma solução tecnológica inovadora. Estamos levando a saúde a outro estágio”, avalia. Feira de inovação em saúde A pesquisa de vigilância genômica no DF é apenas uma das quase 60 inovações cadastradas na 6ª edição da Feira de Soluções para a Saúde. Pela primeira vez, entre os dias 27 e 29 de novembro, a capital federal sedia o evento, patrocinado pela FAP-DF. O objetivo é disseminar e incentivar possibilidades que inspirem ou auxiliem no enfrentamento de crises sanitárias do século XXI. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Especialistas debatem tecnologia e inovação em ambiente virtual

O lançamento do ambiente virtual Distrito Illuminante, patrocinado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), ocorre nesta terça-feira (6), no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso. Realizado pelo Instituto Illuminante, o evento tem como objetivo difundir e discutir a tecnologia e inovação no DF e no Brasil, reunindo expoentes mundiais que se utilizam de mídias imersivas para alavancar e influenciar negócios de grandes empresas. O ambiente virtual Distrito Illuminante será lançado nesta terça-feira (6) no evento O DF do Futuro – Logístico, Digital, Criativo e Metaverso | Foto: Reprodução Em edição do encontro Terças de Inovação, as atividades começaram às 14h, algumas delas realizadas pelo próprio Metaverso, para garantir acesso aos conteúdos de qualquer lugar do país. A participação se dará mediante inscrição gratuita e geração de um avatar interativo. Somando as atrações das modalidades virtual e presencial, serão 15 especialistas compartilhando suas experiências através de palestras, painéis e bate-papos. Para receber presencialmente os participantes para o lançamento oficial da plataforma Distrito Illuminante, o deputado Rodrigo Delmasso; o presidente da Illuminante, Gilberto Lima; o presidente da Associação Brasileira de Instituições de Pesquisa Tecnológica e Inovação (Abipti), Paulo Foina; o presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, e Thomas Strauss, da Major Tom Tecnologia, estarão no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal às 18h. O engenheiro e ex-chief evangelist da IBM Brasil, Cezar Taurion, apresentará a palestra “Metaverso e Privacidade: Sonho ou pesadelo?”. Também haverá um painel sobre economia criativa e apresentação de produções cinematográficas em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber. “Acreditamos na importância de fomentar eventos como esse, pois permitem que o pensamento inovador alcance cada vez mais pessoas, afinal, o conhecimento é a ferramenta fundamental de mudanças socioeconômicas e pode ser capaz de tornar Brasília uma cidade polo de inovação, gerando maiores oportunidades tanto no serviço público quanto no setor produtivo e na vida cotidiana”, diz Marco Antônio Costa Júnior. O DF do Futuro conta com o patrocínio da FAP-DF, apoio da Câmara de Economia Criativa – Fecomércio DF, da Câmara Legislativa do Distrito Federal, além da participação de instituições como Sebrae, Biotic, Iesb, Ceub e UCB. Confira a programação: 6/12 (terça-feira), no Metaverso 14h – Modelos corporativos e Metaverso Brasília, com Erica Abe (Representante do Metaverso norte-americano Virbela) 15h – Potencialidades do Metaverso e seus impactos, com Jomar Silva (developer relations manager, Latam – Nvidia) 16h – Tecnologia e criatividade brasileira no mundo, com Juliano Calil (cofundador da Virtual Planet Tech) 17h – Desafios de empreender no Metaverso brasileiro, com Marcel Cohn (CEO e fundador da Inovação Tech) 6/12 (terça-feira), na Câmara Legislativa do Distrito Federal 18h – Lançamento presencial do Distrito Illuminante, com Rodrigo Delmasso (vice-presidente da CLDF), Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante), Paulo Foina (presidente da Abipti), Marco Antônio Costa (presidente da FAP-DF) e Thomas Strauss (Major Tom Tecnologia) 18h30 – Palestra Metaverso e privacidade: sonho ou pesadelo?, com Cezar Taurion (sócio e advisor da Recrutaê) 19h30 – Painel Economia criativa no DF, com Pedro Franco (Fecomércio-DF), Ana Arruda (Sétima Cinema), Wagner Maia (Pixel Store) e professor Neantro Saavedra (UnB), mediado por Gilberto Lima (presidente do Instituto Illuminante) 20h – Apresentação de filmes em realidade virtual, como o filme brasiliense Água de Beber, e coquetel para os participantes. Inscrição para participação presencial podem ser feitas no Sympla.  Participe das atividades do Metaverso Distrito Illuminante neste link. *Com informações da FAP-DF

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Pesquisadores podem se inscrever em prêmio até 2 de outubro

[Olho texto=”Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Brasília, 13 de setembro de 2022 – A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal amplia o prazo de submissões para o Prêmio FAP-DF. As inscrições podem ser realizadas até o dia 2 de outubro através do Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). A premiação tem como objetivo reconhecer, dar visibilidade e premiar pesquisadores fomentados pela FAP-DF, estudantes de ensino médio de escolas públicas e privadas e empreendedores de startups, com trabalhos de grande potencial e contribuição para o desenvolvimento científico, tecnológico e inovador do DF. As categorias premiadas são: Pesquisador Destaque, Pesquisador Inovador, Estudante Destaque e Startup Destaque. Os trabalhos recebidos em todas as categorias serão avaliados por uma comissão de avaliação e classificados em 1º, 2º e 3º lugar. Os valores dos prêmios variam de R$ 2 mil a R$ 10 mil, a depender a categoria e colocação alcançada. A premiação ocorrerá ainda este ano. Veja aqui a íntegra do edital. Prêmio FAP-DF reconhece as contribuições de pesquisadores, estudantes e empreendedores nas áreas de ciência, tecnologia e inovação | Foto: Arquivo Agência Brasília Poderão concorrer na categoria Pesquisador Destaque, pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que, ao longo de sua trajetória, tenham contribuído na conversão do conhecimento gerado a partir das pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação em benefícios, diretos ou indiretos, para o desenvolvimento e o bem-estar da população brasileira. Já na categoria Pesquisador Inovador poderão concorrer pesquisadores com título de doutor há mais de cinco anos e que ao longo de sua trajetória tenham gerado inovação, do tipo radical ou incremental, para o setor empresarial ou para o setor público. [Olho texto=”Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para submeter sua inscrição, o pesquisador necessita apresentar seu currículo lattes, uma breve descrição de sua trajetória profissional, formulário de inscrição preenchido e documentos solicitados, listados no edital. O formulário se encontra disponível no Sistema de Informação e Gestão de Projetos (Sigfap). Acesse aqui. Na categoria Estudante Destaque, poderão concorrer os trabalhos de alunos regularmente matriculados em escolas públicas e privadas do Distrito Federal e que contenham apenas um orientador e um estudante. A inscrição do trabalho deve ser feita pelo professor coordenador escolhido pelo estudante. Para se inscrever o professor deve encaminhar como anexo um único projeto, com até cinco páginas e em formato PDF, pelo Sigfap, após o cadastro do docente e do estudante na plataforma. Juntamente com o trabalho, deverá ser encaminhado o formulário de inscrição, um vídeo de três a cinco minutos contendo uma apresentação sumária do projeto; além de um resumo do trabalho contendo a questão problema, metodologia, descrição de procedimentos, resultados, conclusões, impactos esperados para os estudantes e escola e referências bibliográficas. Além disso, os proponentes devem enviar os documentos listados na íntegra deste edital. Por fim, na categoria Startup Destaque poderão participar as startups de impacto, sediadas no DF, que estão devidamente constituídas e em dia com as obrigações legais, fiscais e trabalhistas junto à União, ao Distrito Federal e à FAP-DF, no caso de empresas fomentadas pela instituição. Para se inscrever, os representantes legais das startups devem enviar os documentos solicitados na íntegra deste edital, o formulário de inscrição, disponível no Sigfap, contendo aspectos gerais do negócio e um vídeo de três a cinco minutos de duração com uma apresentação sumária da empresa para o e-mail premio.fap2022@fap.df.gov.br. É vedada a inscrição de mais de um trabalho com o mesmo CNPJ. *Com informações da FAP-DF  

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Escola Técnica de Taguatinga recebe sala multifuncional

Tecnologias audiovisuais e metodologias inovadoras, como jogos, hackathons e demodays, podem ser usadas para implementar a educação empreendedora em escolas de ensino médio. Pelo Projeto Retina, é assim que modelos educacionais inovadores, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF), serão desenvolvidos para que escolas públicas do Distrito Federal preparem os jovens com base nas demandas educacionais atuais, como novas tecnologias, sustentabilidade, inovação e empreendedorismo. [Olho texto=” “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente” ” assinatura=”Gilmar Marques, coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] Somente em Ceilândia, onde o projeto-piloto foi lançado, o Retina promete impactar mais de dois mil jovens. Este ano, como parte das ações do Retina, foi entregue à Escola Técnica de Taguatinga uma sala multifuncional completa, equipada com computadores para aulas, workshops, palestras e cursos. Na escola também foi ministrado um curso de formação inicial de desenvolvedor de jogos eletrônicos para professores. A meta é que a capacitação seja inserida no plano de formação continuada para que os docentes possam atuar na inserção e reinserção de jovens no mercado de trabalho. Escola Técnica de Taguatinga conta com sala multifuncional com estrutura completa de computadores, mesas, cadeiras e espaço para workshops | Foto: Divulgação/FAP-DF “Estamos repensando os modelos educacionais para preparar os jovens para viverem os novos modelos sociais e enfrentarem os novos desafios do mercado”, ressalta o presidente da Brasil Startups, Hugo Giallanza. “Implementamos a cultura inovativa em escolas e capacitamos para as novas profissões, conectando o ensino ao propósito de um mundo melhor, fortalecendo os princípios e valores que reverberam por toda a comunidade envolvida para além da escola.” O coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF, Gilmar Marques, destaca a importância do apoio do GDF ao projeto e o potencial da iniciativa para o desenvolvimento da capital.  “Apoiamos o Projeto Retina no âmbito do nosso Programa Escolas Inovadoras”, afirma. “Nosso intuito é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente. Para tanto, é indispensável contemplar ações que envolvam a educação e a formação de crianças e jovens das escolas públicas, para que possamos formar estudantes capazes de pleitear postos de trabalho nas profissões do futuro e também de empreender e trazer soluções para as principais demandas da sociedade.” Sustentabilidade Para que iniciativas como o Projeto Retina possam se tornar permanentes, é necessário contar com fontes perenes de financiamento, além dos recursos públicos. Por isso, a Brasil Startups criou seu próprio fundo patrimonial, instrumento responsável pelas ações de responsabilidade social e de fomento ao empreendedorismo do futuro, à tecnologia e à inovação, aliando serviços prestados e investimentos sociais para geração de impactos relevantes. “Muitas empresas podem cumprir os protocolos de ESG [sustentabilidade, responsabilidade social e governança] a partir do nosso Fundo Patrimonial e, com isso, estimular a educação do futuro e capacitar as novas gerações”, explica o presidente da Brasil Startups. “Nossa proposta é qualificar jovens em cursos técnicos alinhados ao futuro do emprego e assim suprir a carência de profissionais técnicos que o ecossistema de inovação tem. Além disso, também vamos contribuir para redução do desemprego em decorrência da automação de profissões, pois as estimativas mundiais projetam que em 2030 serão mais de 300 milhões de desempregados.” Tanto para pessoas físicas entusiastas do empreendedorismo inovador e de impacto econômico e social quanto para grandes empresários e investidores que querem melhorar sua reputação pública e qualificar seus investimentos, o fundo patrimonial da Brasil Startups é uma oportunidade de negócio e accountability (controle, fiscalização, responsabilização, ou ainda prestação de contas) para todos os bolsos e possibilidades. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] “O nosso fundo patrimonial busca ser mais atraente nas suas captações, propondo pontuar os doadores dentro dos critérios do ESG, promovendo contrapartidas que equacionem a política de investimentos para ações sociais com comprovação de resultados e impacto na comunidade”, reforça Hugo Giallanza. “Sendo assim, algumas organizações poderão pontuar nos protocolos do ESG sem a necessidade de se distanciar do seu core business [núcleo do negócio].” Confira, abaixo, as quatro categorias de investimento mensal: ? Seed (R$ 100 a R$ 49 mil) ?  Validation (R$ 50 mil a R$ 99 mil) ?  Growth (R$ 100 mil a R$ 999 mil) ?  Scale Patrono (R$ 1 milhão a R$ 5 milhões) Pessoas físicas, empresas, instituições e investidores que queiram se tornar patronos do fundo patrimonial da Brasil Startups devem entrar em contato com os telefones (61) 98275-2274 / 99183-1832 ou o e-mail contato@brasilstartups.org. Já os interessados em fazer doações podem transferir valores para Banco de Brasília (BRB), Agência 100, Conta 100.067.656-8 – ou Pix 45.702.244/0001-54.   *Com informações da FAP-DF

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Feira oferece palestras e oficinas gratuitas sobre mercado de turismo

[Olho texto=”“A realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”” assinatura=”Jesuíno Pereira, secretário de Desenvolvimento Econômico” esquerda_direita_centro=”direita”] O Distrito Federal recebe a primeira Feira de Empreendedorismo Turístico e Criativo (Fetuc), até o próximo domingo (19), no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Funarte). Com entrada gratuita, o evento oferece palestras, oficinas e rodas de negócios para apresentar novas tecnologias ao público e debater inovações para o mercado de turismo brasileiro. Cada dia da programação, iniciada no sábado (11), conta com oficinas sobre marketing digital e atendimento turístico e apresentações musicais e teatrais. A imersão é realizada pela Associação de Educação, Esporte, Cultura e Economia Criativa (Aecec), com o patrocínio da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) e apoio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do DF (SDE) e do Sebrae-DF. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local”, diz a artesã Adenilce Araújo | Fotos: Renato Araújo/Agência Brasília Para conferir a programação completa, basta acessar o site do evento. A entrada em qualquer palestra ou oficina é gratuita e o evento ocorre de 10h às 21h. “Devido à pandemia de covid-19, o mercado do turismo foi prejudicado, causando, inclusive, muitas demissões no setor. Assim, a realização dessa primeira Feira do Empreendedorismo Turístico e Criativo tem o total apoio do Governo do Distrito Federal, pois contribui com a diminuição do desemprego e com a geração de renda das famílias”, ressalta o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jesuíno Pereira. [Olho texto=”“Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”” assinatura=”Kaká Senna, coordenador-geral da Fetuc” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O subsecretário de Fomento ao Empreendedorismo da SDE, Danillo Ferreira, comenta que a Fetuc representa o fortalecimento de dois pilares essenciais para a economia do DF: a capacitação de novos empreendedores e o estímulo a quem já gerencia o próprio negócio. “Quanto mais empreendedores, mais geração de emprego, renda e oportunidades, e isso é devolvido à sociedade em forma de melhorias. Estamos pensando em quem já possui uma empresa, com mais visibilidade, e dando conhecimento para quem pensa em criar o próprio negócio”, explica. O coordenador-geral da Fetuc, Kaká Senna, estima que, apenas no primeiro final de semana, mais de mil pessoas passaram pelo evento e prestigiaram os 46 estandes comerciais, ocupados gratuitamente por empreendedores locais. “Convidamos empresas de diversos ramos turísticos, de artesãos a agências de viagem, para mostrar ao público a variedade do mercado”, pontua. “Aqui, não estão apenas as pessoas acostumadas a consumir determinado produto. É um público novo, diversificado, que pode até se sentir incentivado a seguir no ramo empreendedor do turismo”, acrescenta Senna. Estudantes da rede pública, como Isadora Santos, 13 anos, aprendem sobre empreendedorismo na feira A artesã Adenilce Araújo, 73 anos, acredita que oportunidades como essa devem ser valorizadas, porque fomentam a economia de pequenos e médios negócios. “Iniciativas assim são ótimas para o nosso trabalho, porque um dos problemas maiores é a falta de escoamento dos produtos. Faltam logística, meios de transporte, meios de divulgação. Nós temos o que vender, mas muitas vezes não temos local. Então, aqui é um ponto estratégico que traz muitos benefícios”, afirma Adenilce, que trabalha com vestuário em tecido afro, em tie dye e patchwork desde 1998. Imersão empreendedora [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Para expandir a mensagem empreendedora no Distrito Federal, foram convidadas escolas públicas de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Cruzeiro, Gama, Candangolândia e Plano Piloto. Os alunos participam de atividades recreativas e podem assistir às palestras. Por dia, a estimativa é de pelo menos 200 crianças e adolescentes, entre 12 e 16 anos. As amigas Letícia Aguiar e Isadora Santos, ambas com 13 anos e estudantes do Centro de Ensino Fundamental 1, na Candangolândia, aproveitaram o primeiro passeio após o retorno presencial das aulas, na tarde desta segunda-feira (13). “Jogamos, conversamos e eu até subi no palco pra dançar. Está sendo muito divertido e é um espaço bem legal”, conta Letícia. A amiga Isadora completa: “Ainda não penso em criar um negócio. Mas, quando quiser, pelo menos já vou saber por onde começar”, diz. Entre os 18 palestrantes da Fetuc, está Pedro Affonso, sócio do Capital Moto Week Entretenimento, responsável pelo Capital Moto Week, evento que reúne cerca de 710 mil pessoas por edição em Brasília. Ele participa nesta quinta-feira (16). A programação inclui apresentações culturais. Na quarta-feira (15), por exemplo, sobe ao palco a Orquestra Filarmônica de Brasília.

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Projeto de pesquisa inova no tratamento de pacientes complexos

O que acontece quando pessoas com força de vontade se unem para melhorar a vida dos pacientes? Inovação. Nesse caso, a novidade vem da Subseção de Imuno-Hematologia da Fundação Hemocentro de Brasília. Juntos, cinco servidores desenvolvem projeto de pesquisa que vai impactar diretamente no tratamento de mais de 1.300 pacientes complexos, que são os portadores de anemia falciforme, anemia hemolítica autoimune ou talassemia, por exemplo. Parte da equipe responsável pelo desenvolvimento do projeto de pesquisa: impactar direto no tratamento de mais de 1.300 pacientes | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O tratamento para essas doenças inclui realizar várias transfusões sanguíneas ao longo da vida, já que afetam o sangue. Pelo alto número de transfusões, alguns desses pacientes começam a desenvolver anticorpos, que destroem o sangue recebido, numa reação transfusional que pode levar a óbito. “Por isso, precisamos realizar a genotipagem, um exame mais complexo e sensível, para saber qual a bolsa de sangue mais compatível para cada paciente”, explica Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto. [Olho texto=”“Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”” assinatura=”Diego Mühlbeier, biomédico à frente do projeto” esquerda_direita_centro=”direita”] O Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes para identificar o perfil sanguíneo e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível, evitando as reações. Hoje, o exame do genótipo é feito por um laboratório em São Paulo e o resultado demora de 15 a 30 dias para chegar. “Conciliar a rotina de trabalho e ir além, inovar, é muito difícil. Mas o que nos move é o benefício para os pacientes, porque, muitas vezes, não dá para esperar esse tempo”, comenta Diego. A iniciativa começou em 2019, quando o biomédico e a equipe decidiram concorrer ao edital de financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). “É uma equipe muito empenhada em fazer acontecer”, elogia Renata Moreira, chefe da Seção de Laboratórios do Hemocentro. Após o projeto ser selecionado, a FAP investiu nele R$ 145 mil, verba que foi utilizada para compra de equipamentos e reagentes. Laboratório de Genotipagem vai investigar o DNA dos pacientes e determinar qual a bolsa de sangue disponível é mais compatível Benefícios “Com nosso próprio laboratório, vamos ser autossuficientes e o processo vai ser bem mais rápido, com resultados saindo no mesmo dia”, enfatiza Renata. Ou seja, quem precisa da doação de um tipo sanguíneo específico vai ter mais segurança e maior agilidade no tratamento. “E vamos ter controle total dos processos, garantindo a máxima qualidade do resultado”, completa a farmacêutica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A ideia é investigar o genótipo apenas dos pacientes, visto que, no sangue doado, já é feito o exame de fenótipo, que é uma análise das características sanguíneas. “O fenótipo deduz o genótipo, por isso não há necessidade de ir até o DNA do doador, apenas do paciente”, explica Diego. Os doadores que têm as especificidades sanguíneas compatíveis com os pacientes complexos são chamados de doadores raros e só fazem doação quando convocados, para atender uma demanda específica por aquele tipo sanguíneo. Até 2019, eram apenas seis doadores com esse perfil. Durante a pesquisa, já foram identificados mais 12 doadores raros. Por enquanto, o Laboratório de Genotipagem passa pela etapa de validação. Em junho, a equipe começa a analisar o genótipo de 200 pacientes que aceitaram participar da pesquisa, a maioria deles são crianças e adolescentes tratados no Hospital da Criança de Brasília (HCB). A previsão é que, em agosto, após a aprovação técnico-científica, o exame de genotipagem seja rotina para os pacientes complexos. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF

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Publicada chamada para pesquisadores da área tecnológica e ambiental

O Instituto Brasília Ambiental e a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF) publicaram, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17), a Chamada 01/2022 para interessados em participar da seleção pública do projeto “Pesquisa aplicada e desenvolvimento tecnológico para a gestão ambiental do Distrito Federal”. Serão selecionados 21 pesquisadores para atuarem na construção de soluções ambientais. Questões relativas a soluções para o meio ambiente são o objeto de trabalho dos pesquisadores a serem selecionados | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Do total de vagas concedidas, nove são para doutores, nove para mestres e três para graduados, com duração de 12 meses. O valor das bolsas varia de R$ 1,8 mil a R$ 5,2 mil. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Seleção O processo seletivo será composto por três etapas. A primeira e a segunda contêm análises dos requisitos obrigatórios e pontuáveis, enquanto a terceira consiste numa entrevista com até três candidatos por vaga. A habilitação e a seleção das candidaturas serão realizadas pela comissão de seleção mista, formada por integrantes da FAP-DF e do Brasília Ambiental. Os candidatos têm 30 dias para encaminhar, pelo Sistema de Informação e Gestão de Projetos, os documentos necessários atualizados e em formato PDF. Após a concessão da bolsa, o pesquisador terá 15 dias para apresentar proposta de plano de trabalho com as atividades a serem desenvolvidas, cronograma e produtos previstos no seu projeto de pesquisa. Confira aqui os requisitos do edital. *Com informações do Brasília Ambiental

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Seleção de pesquisadores sobre políticas para mulheres

Estão abertas, até o dia 10 de dezembro, inscrições para processo de seleção de pesquisadores para o projeto “Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF”. Na última sexta (26), a Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) relançou a seleção para o projeto que será implementado pela Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) em parceria com a Secretaria da Mulher. Serão concedidas quatro bolsas, com duração prevista de 24 meses, podendo ser renovadas. Os interessados devem enviar suas propostas, até as 23h59 (horário de Brasília) da data final, para o e-mail desafio062021mulher@codeplan.df.gov.br. Arte: Divulgação/FAP-DF A Chamada 001/2021 faz parte do Programa Desafio DF, ação da FAP-DF que busca soluções, por meio de projetos de pesquisa, para demandas e problemas apresentados pelos órgãos e instituições do Governo do Distrito Federal (GDF). A seleção é regida pelas normas do Edital 06/2021, que estabelece diretrizes gerais para promoção de chamadas públicas para seleção de pesquisadores bolsistas para atuarem em projetos de instituições de pesquisa do GDF. A fundação prevê orçamento de até R$ 244.800,00 para a seleção. Para Jean Lima, presidente da Codeplan, “a política baseada em evidência é uma ferramenta de gestão que visa fortalecer a política distrital para o enfrentamento das desigualdades de gênero, do combate à violência contra a mulher e do fortalecimento da rede pública para a efetivação e inserção das mulheres aos serviços públicos”. [Olho texto=”O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no DF e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A secretária da Mulher, Ericka Filippelli, aposta no potencial desse trabalho de pesquisa e levantamento de evidências para orientar a atuação da pasta. “Essa é uma excelente oportunidade que a Secretaria da Mulher vai ter de contar com o trabalho de sistematização de dados e informações referentes às mulheres da nossa cidade, importantes para nortear as ações e a elaboração de políticas públicas do DF”, afirma a secretária. O diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior, destaca que a atuação em parceria com a Codeplan e com a Secretaria da Mulher nesta iniciativa é mais uma maneira de qualificar a atuação da fundação e os investimentos do GDF em ciência, tecnologia e inovação. “Essa é uma das missões que o governador Ibaneis Rocha nos deu: fazer com que os investimentos em projetos e ações de CT&I tenham cada vez mais potencial para gerar soluções às demandas não apenas dos órgãos do GDF, mas da população brasiliense. Contribuir para a formulação de políticas públicas baseadas em evidências voltadas às mulheres da capital federal é parte essencial dessa tarefa e um passo importante para a inclusão feminina nas mais diversas áreas da sociedade, bem como para o aprimoramento da prestação de serviços públicos no DF”, comenta. O projeto A Secretaria da Mulher do DF busca obter mais evidências científicas para embasar decisões sobre suas ações e políticas. Por isso, acionou a Codeplan para elaboração do projeto de pesquisa e, juntas, solicitaram apoio da FAP-DF para a seleção de pesquisadores para realização do estudo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O intuito do projeto de pesquisa é a produção de evidências que possam embasar diagnósticos de várias dimensões da situação das mulheres no Distrito Federal e, consequentemente, a elaboração de melhores políticas. Os resultados também serão usados para identificar pontos na implementação de serviços já existentes que podem ser aperfeiçoados em seus procedimentos. Como resultados do estudo espera-se, ainda, a sistematização, análise e disponibilização, no Observatório da Mulher do DF, dos dados produzidos que permitam a análise das políticas de gênero no DF. Também deverá possibilitar a produção de boletins analíticos sobre as dimensões das desigualdades entre homens e mulheres, elaborados a partir das pesquisas desenvolvidas pela Codeplan. Parceria A chamada para o projeto Políticas para Mulheres Baseadas em Evidências no DF é um dos frutos da parceria entre FAP-DF e Codeplan, que se firmou há cerca de dois anos. As instituições estabeleceram, em 2019, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT 01/2019) para trabalhar no “Pesquisas DF”. A iniciativa é voltada para a elaboração e execução de projetos de pesquisa científica e de inovação nas áreas econômicas, sociais, demográficas, cartográficas, georreferenciadas, urbanas, ambientais, e de avaliação de políticas públicas para o desenvolvimento do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento de Distrito Federal e Entorno (Ride-DF). *Com informações da FAP-DF  

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Programa seleciona projetos de pesquisa em inclusão digital

A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) lançou a quarta chamada de 2021 do Programa Desafio DF. A seleção pública é voltada a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a Política de Inclusão Digital e Aumento da Conectividade do DF, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). As inscrições seguem até 21 de novembro pelo SigFAP e a FAP-DF previu orçamento de até R$ 2 milhões para esta chamada pública, com a qual espera aumentar a inclusão digital e a conectividade, e também os índices socioeconômicos, de capacitação e empregabilidade. Os objetivos específicos são: [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] . Oferta de pacote de dados de internet móvel sem custo para a população . Avaliação quanto ao desempenho e resultados em diferentes índices de conectividade à internet no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à inclusão digital entre cidadãos em situações de vulnerabilidade no DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto à promoção da inclusão digital e social de pessoas com deficiência após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores profissionais e educacionais do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão . Avaliação quanto aos indicadores de empregabilidade do público com deficiência física do DF após disponibilização da conexão Serviço: Chamada 004/2021 do Programa Desafio DF Período de submissão de propostas: 11 a 21 de novembro de 2021 Acesse a chamada na íntegra Acesse o edital do Programa Desafio DF Outras informações no site do FAP-DF  

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Tecnologia permite identificar a variante na amostra de covid

[Olho texto=”“Facilitar a identificação das variantes de covid-19 pode trazer grande impacto no entendimento do comportamento da doença e no planejamento de ações para sua prevenção”” assinatura=”Giuseppe Cesare Gatto, diretor de Ensino, Pesquisa e Atenção à Saúde da Ebserh” esquerda_direita_centro=”direita”] Uma nova tecnologia, desenvolvida no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), permite identificar a variante presente na amostra de covid-19. A técnica, que está sendo testada desde maio de 2021, é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real. Participaram do estudo pesquisadores da Faculdade de Ceilândia (FCE-UnB) e do HUB, hospital vinculado à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). A genotipagem por RT-PCR é 90% mais barata e mais rápida que o método mais comum para a detecção de variante, baseado no sequenciamento genético, e pode ser feita em qualquer laboratório que possua uma máquina de RT-PCR. Essas características permitem a análise de uma quantidade maior de amostras, o que é essencial para o acompanhamento da predominância das variantes e para fins epidemiológicos. A técnica que permite identificar a variante na amostra de covid-19 está sendo testada desde maio de 2021 e é a mesma usada para detecção do coronavírus, chamada de RT-PCR ou PCR em tempo real | Foto: Divulgação/FAP-DF “Facilitar a identificação das variantes de covid-19 pode trazer grande impacto no entendimento do comportamento da doença e no planejamento de ações para sua prevenção. A Ebserh tem participado de forma ativa em pesquisas relacionadas à covid desde o início da pandemia”, explica o diretor de Ensino, Pesquisa e Atenção à Saúde da Ebserh, Giuseppe Cesare Gatto. [Numeralha titulo_grande=”811″ texto=”amostras passaram pela genotipagem, 264 de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Pesquisa Das 811 amostras que passaram pela genotipagem, 264 são de profissionais e pacientes do HUB e 547 de moradores da Cidade Estrutural. O projeto de pesquisa chamado Zaracs (Zica, Arbovírus and Other Infections Cohort Studies) está acompanhando os casos de covid-19 na Estrutural desde março de 2020. O projeto é coordenado pela FCE-UnB, em parceria com o HUB e a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), e conta com o financiamento dos ministérios da Educação e da Saúde e da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF (FAP-DF). Os moradores com sintomas de covid-19 são testados pelos pesquisadores e os casos positivos passam pela genotipagem no laboratório do HUB. Os resultados mostram as variantes predominantes na cidade desde março de 2021. O estudo foi desenvolvido no Laboratório de Diagnóstico Molecular do Hospital Universitário de Brasília e envolveu pesquisadores do próprio hospital e da FCE-UnB No mês de julho, 79% dos casos eram da variante gama (P1). A variante delta começou a aparecer em agosto e, ao final do mês, já provocava 56% dos casos. Em setembro, a delta foi responsável por 88% das infecções, enquanto a gama (P1) foi identificada em apenas 2% das amostras. “Essa parceria reforça o apoio do HUB e da UnB no entendimento da dinâmica de transmissão da covid-19. A variante delta está se expandindo cada vez mais e esses dados representam um sinal de alerta para o surgimento de possíveis novos casos graves da doença”, afirma o professor da FCE-UnB e coordenador da pesquisa, Wildo Araújo. “Esses resultados corroboram o papel fundamental da ciência na investigação e compreensão dos problemas em saúde que afligem a sociedade e na busca e construção de soluções baseadas em evidências sólidas”, acrescenta a gerente de Ensino e Pesquisa do HUB, Dayde Mendonça. Os dados estão sendo encaminhados para a Secretária de Saúde para contribuir no acompanhamento da disseminação das variantes e no controle epidemiológico da doença. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] De acordo com o diretor de Vigilância Epidemiológica em Saúde da secretaria, Fabiano Martins, a Estrutural é local estratégico e reflete o cenário que vivemos hoje no DF. O estudo determina o comportamento do vírus na população e permite pensar em novas estratégias de vigilância, visando à otimização dos recursos públicos. A FAP-DF destinou mais de R$ 30 milhões para fomento de projetos e ações de pesquisa, inovação e extensão destinadas ao combate do covid-19. São 18 projetos de pesquisa já apoiados e em diferentes fases de desenvolvimento e resultados. Todos os projetos podem ser acompanhados no site da FAP-DF. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF

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DF receberá a primeira edição do Programa Centelha

O Programa Centelha chegou ao DF. O Parque Tecnológico Biotic, em Brasília, sedia, nesta quinta-feira (21), às 9h30, o lançamento da primeira edição da iniciativa, que tem por objetivo estimular a criação de empreendimentos inovadores e disseminar a cultura empreendedora no Distrito Federal. O programa irá oferecer capacitações, recursos financeiros e suporte para transformar ideias em negócios de sucesso. A edição distrital irá selecionar 28 startups, com previsão de investimentos de R$ 1,6 milhão. As regras para participação e inscrição podem ser conferidas no site https://programacentelha.com.br/df. [Olho texto=”“O GDF também acredita que a atuação integrada entre governo, setor produtivo, academia e sociedade é indispensável para que a capital federal se torne um polo produtor de inovação”” assinatura=”Marco Antônio Costa Júnior, diretor-presidente da FAP-DF” esquerda_direita_centro=”direita”] O programa é promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI) e pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap), a Fundação CERTI e executado pela Biotic S/A. Segundo Marco Antônio Costa Júnior, diretor-presidente da FAP-DF, apoiar iniciativas como essa é promover o desenvolvimento inteligente e sustentável de Brasília para transformá-la em uma cidade inteligente. “Acreditamos que o empreendedorismo é pilar essencial para esse processo de transformação, com potencial para gerar soluções para a cidade, oportunidades e ativos econômicos. O GDF também acredita que a atuação integrada entre governo, setor produtivo, academia e sociedade é indispensável para que a capital federal se torne um polo produtor de inovação”, diz. Sobre o Programa Centelha O Centelha é um programa nacional de incentivo ao empreendedorismo, executado de forma descentralizada. No DF, irá selecionar 28 startups. Por meio de benefícios, como subvenção econômica, capacitações e networking com parceiros, o programa busca incentivar a geração de ideias inovadoras em estágios iniciais, de ideação e prototipação. Funciona assim: durante a etapa de seleção, os empreendedores participantes passarão por três fases. A primeira etapa compreende a submissão de ideias inovadoras. Em seguida, eles passam pela construção de um projeto de empreendimento. Por fim, devem elaborar um projeto de fomento. Ao longo das etapas, os empreendedores receberão capacitações para aprimorar os projetos inovadores, além de suporte e feedback dos avaliadores. No Programa Centelha DF, os projetos aprovados serão contemplados com até R$ 60 mil em subvenção econômica, além dos demais benefícios. A previsão é de que sejam investidos R$ 1.665 milhão. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Segundo o presidente da Biotic S/A, Gustavo Dias Henrique, todas as grandes empresas surgem de ideias. Ideias essas que muitas vezes não encontram apoio do setor privado e do governo para saírem do papel. “O programa Centelha é um instrumento justamente para isso, apoiando empreendedores que se encontram ainda em fase inicial, na busca de aprimoramento, mentoria e apoio financeiro. Nosso desejo enquanto Biotic é que dessas ideias selecionadas pelo programa surjam os futuros unicórnios, empresas que irão revolucionar a maneira de pensar e de agir na sociedade, e disseminar cada vez mais a cultura empreendedora em Brasília”, finaliza. O lançamento O evento será aberto ao público, sendo necessária a inscrição por meio do link: https://bityli.com/897GiE para participação de forma presencial. Aqueles que não conseguirem comparecer presencialmente, poderão acompanhar a transmissão ao vivo no Canal do Youtube da Biotic S.A. *Com informações da Terracap

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UnDF promove debate sobre modelos de gestão universitária

A Universidade do Distrito Federal Professor Jorge Amaury Maia Nunes (UnDF) promoveu nesta semana o Colóquio UnDF: Entre o Projeto e a Criação – Diálogos sobre a universidade que queremos. O evento virtual buscou discutir modelos de gestão universitária inovadores e conhecer seus escopos estruturais referentes às áreas pedagógica, de gestão universitária, de inovação e desenvolvimento tecnológico. [Olho texto=”“A UnDF nasce em um momento necessário, em uma perspectiva oportuna, como um vetor de transformação social para nossa comunidade e para as pessoas que tanto lutam por uma educação de qualidade”” assinatura=” Simone Benck, reitora pro tempore da UnDF” esquerda_direita_centro=”direita”] Contando com contribuição de acadêmicos, gestores, reitores e ex-reitores vinculados às universidades públicas brasileiras, aos centros/institutos tecnológicos e às entidades governamentais federais e locais, a iniciativa faz parte das ações previstas no projeto Uma Universidade Distrital, fruto do acordo de cooperação entre UnDF e FAP-DF, executado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe). O colóquio aconteceu durante dois dias e, além da participação dos membros da Comissão Gestora do projeto Uma Universidade Distrital e de representantes de escolas superiores vinculadas,  estiveram presentes o corpo técnico do Cebraspe, da UnDF e da FAP-DF. A abertura do evento contou com o debate Projeto de Implantação da UnDF: Breve apresentação do projeto de lei e expectativas acerca dos modelos de gestão aplicáveis à nova universidade, com a participação da reitora pro tempore da UnDF, Simone Benck, do presidente da FAP-DF, Marco Antonio Costa Júnior; da secretária de Educação, Hélvia Paranaguá e da diretora-geral do Cebraspe, Adriana Weska. A professora Simone Benck ressaltou que “a UnDF nasce em um momento necessário, em uma perspectiva oportuna, como um vetor de transformação social para nossa comunidade e para as pessoas que tanto lutam por uma educação de qualidade.” Realizado de modo virtual, o colóquio teve participação de membros da Comissão Gestora do projeto Uma Universidade Distrital, representantes de escolas superiores vinculadas e corpo técnico do Cebraspe, da UnDF e da FAP-DF | Foto: Reprodução Marco Antonio Costa Júnior lembrou que a criação da UnDF sempre esteve entre as prioridades do governador Ibaneis Rocha, que delegou à FAP-DF a missão de apoiar o desenvolvimento do projeto de pesquisa que agora subsidia a consolidação da UnDF. A diretora-geral do Cebraspe, Adriana Weska, destacou os avanços do projeto Uma Universidade Distrital e a importância do evento: ”Já concluímos e apresentamos os estudos de viabilidade, entregues antes da criação da lei que criou a UnDF, estamos finalizando as pesquisas de modelos inovadores de gestão democrática e, ainda neste evento, iremos apresentar os resultados do benchmarking”, destacou. [Olho texto=”Dividido em quatro macroações, o projeto Uma Universidade Distrital é fruto do acordo de cooperação firmado entre UnDF e FAP-DF, com execução do Cebraspe.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Já a secretária Hélvia Paranaguá enfatizou a importância do fortalecimento da função democrática do acesso, bem como a socialização dos saberes, tendo como foco primordial a construção do cidadão contextualizado do seu papel frente aos mais diversos desafios elencados nos cenários mundial, nacional e distrital. A conferência de abertura, Os sentidos da educação superior pública: Uma universidade minimamente errante?, conduzida pelo professor e filósofo Walter Omar Kohan, teve moderação de Stela M. Meneghel, professora da Universidade Regional de Blumenau (FURB) e membro das comissões de implantação da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) e da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab). Participaram dos debates o membro da comissão de implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB), Naomar de Almeida; o membro da comissão de implantação da Unilab, Paulo Spellere, e o membro da comissão de implantação da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), Dilvo Ristoff. Mesas A primeira mesa discutiu Políticas Públicas e Gestão Universitária, com moderação do assessor especial da UnDF, Lucas Máximo. Em seguida, foi a vez das apresentações do professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Angelo Luiz Cortellazo; do diretor do Instituto de Pesquisas e Estudos em Administração Universitária (Inpeau), Pedro Melo, e da diretora executiva do Cebraspe, Claudia Griboski. [Olho texto=”Diagnóstico concluiu que a UnDF pode trazer impactos positivos para a economia distrital, principalmente nos campos da indústria e da agropecuária” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A segunda mesa de debates discutiu sobre Pesquisa, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico na Educação Superior – PI&D, com moderação da superintendente científica, tecnológica e de inovação da FAP-DF, Renata Vianna. Os debates contaram com apresentações da decana de Pesquisa e Inovação e professora do Departamento de Ciências da Computação da Universidade de Brasília (UnB),  Maria Emília Machado Telles Walter, e da pró-reitora de Pesquisa e Inovação do Instituto Federal de Brasília (IFB), Giovanna Megumi Ishida Tedesco. A terceira mesa contou com o tema Universidade Tecnologicamente Avançada e Inovadora, moderada pelo superintendente de Inovação e Tecnologia do Senai, Jefferson de Oliveira Gomes. Os debates foram conduzidos pelo conselheiro acadêmico do Inteli, Maurício Garcia, e pelo professor Celson Pantoja Lima, gerente-executivo da Rede de Ensino Superior do Senai/SC. A quarta e última mesa do evento abordou o tema Arquiteturas Acadêmicas e Avaliação da Educação Superior, com a moderação do presidente da Câmara de Educação Superior do Conselho de Educação do DF, José Luiz Villar Mella. Os debates contaram com as apresentações da representante da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PuC-RS), Marília Costa Morosini; do professor da UnB José Vieira de Sousa, e da professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Schneider. Já a sessão de encerramento teve como tema Percepções e Desafios para a Implantação da UnDF, com a exposição da reitora pro tempore Simone Benck e da diretora executiva do Cebraspe, Claudia Griboski. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Projeto UnDF Dividido em quatro macroações, o projeto Uma Universidade Distrital é fruto do acordo de cooperação firmado entre UnDF e FAP-DF, com execução do Cebraspe. O benchmarking, previsto na segunda macroação do projeto, foi concluído pelo Cebraspe no mês de setembro. A primeira etapa foi de estudos de viabilidade, entregues em abril deste ano. Eles incluíram investigações sobre impacto e custos de implantação, pesquisa sobre a oferta e a demanda de educação superior – pública e privada – no DF e RIDE, além da elaboração de um panorama do ensino acadêmico no DF, com seus desafios e perspectivas. O diagnóstico concluiu que a UnDF pode trazer impactos positivos para a economia distrital, principalmente nos campos da indústria e da agropecuária. Entre os desafios está a implantação de quatro mestrados e dois doutorados, conforme recomendação da Capes. As últimas duas macroações previstas no projeto Uma Universidade Distrital serão a pesquisa de modelos inovadores de gestão universitária: proposta de modelagem para a estruturação da Universidade do Distrito Federal e a pesquisa de metodologia e/ou tecnologias inovadoras de ensino superior. *Com informações da UnDF

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FAP-DF abre dois novos programas de bolsas de estudo

A Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) lançou novos editais para dois programas: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação (Pibic) e Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti). Os dois estão com inscrições abertas até 1º de outubro. O Pibic busca incentivar e apoiar a política de iniciação científica desenvolvida nas instituições de ensino ou pesquisa e nos Institutos Federais de Educação por meio da concessão de bolsas para estudantes de graduação. O programa é voltado para instituições públicas ou privadas que tenham instalações próprias para a implementação do Programa de Iniciação Científica. A iniciativa conta com orçamento global de R$ 6 milhões para contemplar 1.250 quotas de bolsas por 12 meses. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Já o Pibiti tem por objetivo estimular os jovens do ensino superior nas atividades, metodologias, conhecimentos e práticas próprias ao desenvolvimento tecnológico e processos de inovação. Aqui as bolsas também são destinadas a instituições de ensino ou pesquisa em CT&I, públicas ou privadas, e Institutos Federais, desde que tenham instalações próprias para a implementação do Programa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação. O programa conta com orçamento global de R$ 3 milhões para contemplar 625 quotas de bolsas por 12 meses. Serviço Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação (Pibic) – Edital 08/2021 Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti) – Edital 09/2021 Período de submissão: 22/09/21 a 01/10/21 Acesso à íntegra dos editais: https://fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/ Editais FAP-DF 2021 – Fundação de Apoio a Pesquisa do Distrito Federal<https://fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/> fap.df.gov.br GDF – Governo do Distrito Federal * Com informações da FAP-DF

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Conecta DF promove inclusão digital de população carente

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (Secti), lançará no dia 21 de agosto, às 10h, o Programa Conecta +, que beneficiará mais de 20 mil deficientes físicos de baixa renda, com pacote bolsa de dados e distribuição de chips com internet 4G gratuita. O evento acontecerá no Salão Branco do Palácio do Buriti. O Conecta + tem como objetivo a promoção da inclusão digital na capital federal e o aumento dos índices de conectividade dos nossos cidadãos. De acordo com o secretário de Tecnologia e Inovação do DF, Gilvan Máximo, iremos prover conexão à Internet móvel de alta velocidade para a população carente do DF e aplicaremos uma série de metodologias de avaliação de políticas públicas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] O GDF espera atender 20 mil cidadãos do Distrito Federal com foco inicial nas pessoas com deficiência e de baixa renda, um público que se mostrou um recorte adequado para esta primeira experiência, conforme dados da Secretaria de pessoa com deficiência. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF

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Inscrições abertas para o edital programa DF Inovador

Edital selecionará 30 participantes, entre eles empresas privadas, autarquias, órgãos públicos, instituições do terceiro setor do DF e Ride, para uma jornada de inovação com duração de três meses. As inscrições foram prorrogadas até o dia 17 de setembro. O programa DF Inovador, realizado pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do Distrito Federal (FAP-DF) e executado pela Softex*, lança o edital de chamada para inscrição de empresas, autarquias, órgãos públicos e instituições do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride) interessadas em desenvolver uma cultura e estratégias de inovação e Intraempreendedorismo em suas equipes internas. Serão selecionadas 30 organizações participantes para uma jornada de capacitação das lideranças e talentos internos nos temas ligados à Inovação, Transformação Digital e Empreendedorismo. Durante o processo, com duração total de três meses, eles receberão treinamento, acompanhamento e mentoria individualizados para o desenvolvimento de estratégias e projetos de inovação, utilizando processos e metodologias de mercado como importantes pontos de apoio na implementação. “Empreender dentro da organização, ou seja, intraempreender, é uma forma segura de inovar e de mantê-la competitiva, otimizando processos, gerando eficiência e maior valor de mercado não apenas agora, mas também no futuro. Todas as empresas, independentemente de seu porte ou ramo de atuação, poderiam considerar essa estratégia”, explica Diônes Lima, vice-presidente executivo da Softex. Para o coordenador de Tecnologia e Inovação da FAP-DF, Gilmar dos Santos Marques, a lacuna existente entre o setor produtivo, instituições públicas, academia e mercado é latente no Distrito Federal. “Os atores não possuem ações que promovam sua interação e que fomentem a inovação. Justamente por entender que essa atuação integrada é a melhor maneira de promover inovação, desenvolvimento, geração de conhecimento e novas tecnologias e soluções para as diversas áreas e demandas da sociedade é que estamos apoiando propostas como a do Distrito Inovador”, ressalta. Com recursos da ordem de R$ 3,5 milhões e execução de 18 meses, a proposta do programa DF Inovador é promover a inovação e a transformação digital de empresas e organizações da região, bem como desenvolver talentos conectados à nova economia digital. Ele também tem papel estratégico no esforço de transformar Brasília em uma Cidade Inteligente, iniciativa conduzida pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), com o apoio da FAP-DF. “A jornada de inovação é essencial para qualquer empresa, mas é ainda frequentemente encarada como algo intuitivo e advinda do gênio de algumas pessoas excepcionais. Porém, com método e organização, é possível facilitar em muito o processo e com enormes ganhos para a organização. Por isso estimulamos instituições, empresas e startups do DF e Ride a participar do edital e aproveitá-lo como uma oportunidade para interiorizar competências que são essenciais para a sua competitividade”, destaca Luciano Cunha de Sousa, Subsecretário de Tecnologias de Cidades Inteligentes. Amós Batista, Secretário de Estado de Empreendedorismo do DF, lembra que a modernização dos modelos organizacionais implica mudanças diretas no cotidiano de trabalho. “A inovação corporativa coloca o setor produtivo local em outro patamar de competitividade com os outros Estados, criando novas e melhores condições de empregabilidade, indo ao encontro das ações de governo para a retomada da economia local nesse momento pós pandemia. Entendemos que o funcionamento da lógica de reforma/criação/empreendimento nas empresas, trazem seus funcionários como os principais agentes do Intraempreendedorismo.” Tendo entre seus apoiadores o Sistema Fibra, o Programa DF Inovador tem quatro eixos principais: Intraempreendedorismo e inovação corporativa; inovação aberta com empresas conectadas ao ecossistema de Inovação; identificação de talentos para a economia digital e internacionalização. “O Distrito Federal tem um parque industrial diverso, com empresas de vários setores e perfis e, somado à região da Ride, capacidade de se tornarem juntos um polo de desenvolvimento tecnológico no Brasil, desde que ocorra o investimento e incentivo do Estado, com a participação das instituições do setor produtivo e da academia. Acreditamos que a tecnologia e a inovação serão a base da indústria do futuro, modernizando as empresas atuais e abrindo portas para que novas áreas sejam exploradas. A transformação digital no DF e na Ride é sinônimo de emprego e de renda”, analisa Jamal Jorge Bittar, presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra). As inscrições foram prorrogadas até o dia 17 de setembro. Para realizar a inscrição ou ter acesso às informações detalhadas sobre o edital, acesse o site do programa: https://dfinovador.org.br/. * Sobre a Softex [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Com sede em Brasília, a Softex atua há mais de 20 anos na concepção e na gestão de programas de impacto internacional e coordena o Sistema Softex, composto por 21 agentes regionais distribuídos por 13 estados brasileiros e no Distrito Federal. A entidade possui 22 ICTs credenciadas e 19 aceleradoras parceiras e beneficia cerca de 4 mil startups e mais de 6 mil empresas. A Softex trabalha em articulação com a iniciativa privada e com os governos nas esferas federal, estadual e municipal, centros acadêmicos e instituições de fomento. Nessas mais de duas décadas de atividades, se consolidou como a principal instituição brasileira capaz de conectar atores das três esferas – governo, academia e setor privado – para impulsionar o desenvolvimento do Brasil por meio da inovação e da transformação digital.   * Com informações da FAP-DF

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FAP-DF abre consultas públicas para novos editais

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) abriu consultas públicas para cinco novos editais. O objetivo é contar com a participação social para o aprimoramento das ações e programas desenvolvidos pela entidade, além de aumentar a transparência no processo de construção dos editais. Os programas com editais abertos à consulta pública são os seguintes: [Olho texto=”As minutas dos editais e os formulários de participação estão disponíveis para consulta no site da FAP-DF” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG). Voltado a propostas para concessão de bolsas stricto sensu – mestrado e doutorado; Programa de Infraestrutura para Jovens Pesquisadores/Programa Primeiros Projetos (PPP). Envolve projetos em todas as áreas de conhecimento, propiciando a aquisição, instalação, modernização, ampliação ou recuperação da infraestrutura de pesquisa científica, tecnológica e de inovação, nas instituições de ensino superior e/ou de pesquisa públicas ou privadas sem fins lucrativos, de modo a oferecer suporte à fixação de jovens pesquisadores e nucleação de novos grupos de pesquisa; Programa Institucional de Colaboração e Formação de Redes de Pesquisa (FAP Conecta DF). Tem o objetivo de construir e formar redes de pesquisa entre instituições de ensino superior ou de instituição de pesquisa em ciência, tecnologia e inovação, do Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento (Ride-DF), com entidades nacionais ou internacionais, por meio de organização, promoção e participação em eventos, curso de curta duração ou de visita técnica, de natureza científica, tecnológica ou de inovação, para a construção, implementação e consolidação da produção acadêmica; [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic). Este programa busca incentivar alunos de graduação na produção de conhecimento desde os primeiros anos da faculdade por meio da concessão de bolsas de iniciação científica;  Programa de Apoio a Núcleos de Excelência (Pronex). A finalidade é apoiar a execução de projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação por meio de apoio financeiro aos núcleos de excelência consolidados e reconhecidos nacional e internacionalmente em áreas relevantes e estratégicas para o país e para o Distrito Federal. Para conferir os prazos para envio de contribuições em cada uma das consultas, basta acessar as minutas dos editais e os formulários de participação no site da FAP-DF. Também é possível chegar às consultas públicas a partir da página principal do site, na aba “Transparência” e, depois, “Consultas Pública”s. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa e Inovação do DF 

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FAP apoia pesquisa pioneira no DF sobre bioimpressão

A biofabricação é um campo de pesquisa, desenvolvimento e inovação multidisciplinar que combina princípios de engenharia, biologia e ciências dos materiais, pelo uso de processos de manufatura para criar construções que imitam, em certa medida, a arquitetura dos sistemas vivos no espaço (3D). [Olho texto=”Pesquisa é voltada à prototipagem e fabricação rápida de miméticos de biofilmes, tecidos e órgãos por meio de bioimpressoras 3D, utilizando plantas do Cerrado” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Esta área debutou no cenário científico com estratégias potenciais para engenharia de tecidos e medicina regenerativa, visando a produção de tecidos para reconstrução, órgãos para transplantes e modelos organoides para descoberta de novos fármacos. Mas agora diversas outras áreas se beneficiam desse campo emergente. É exatamente esse o contexto de atuação de projeto realizado por pesquisadores do Laboratório de Nanobiotecnologia (LNANO) da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). A manufatura aditiva, mais conhecida como impressão 3D, é um processo de fabricação de objetos sólidos a partir de um arquivo digital contendo informações de coordenadas espaciais | Fotos: Divulgação/FAP-DF A pesquisa é voltada à prototipagem e fabricação rápida de miméticos de biofilmes, tecidos e órgãos por meio de bioimpressoras 3D, utilizando plantas do Cerrado. O objetivo é prototipar e realizar a fabricação rápida de similares de estruturas biológicas para testes de investigação da atividade biológica de substâncias, medicamentos, novos cosméticos, agroquímicos, alimentos, etc. “As estruturas originais são estruturas naturais, encontradas nos organismos vivos, que serviram de modelos para elaborarmos desenhos assistidos por computador (CAD). A partir destes, com bioimpressoras e outras técnicas de biofabricação, conseguimos construir, camada a camada, estruturas similares às originais. As estruturas similares construídas são os chamados modelos 3D bioimpressos”, explica o coordenador do projeto e pesquisador do LNANO, Luciano Paulino da Silva. [Olho texto=”“A técnica de bioimpressão 3D vem sendo considerada o padrão ouro dessas estratégias que constituem algumas das inovações mais recentes em biotecnologia”” assinatura=”Luciano Paulino da Silva, coordenador do projeto e pesquisador do LNANO” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A iniciativa é pioneira no Distrito Federal no que diz respeito a fabricar similares de estruturas biológicas visando à realização de triagem de substâncias bioativas e nanomateriais. Também de modo pioneiro, nanomateriais foram empregados nos processos de biofabricação para conferir propriedades novas aos biomiméticos. Bioimpressão A manufatura aditiva, mais comumente conhecida como impressão 3D, é um processo de fabricação de objetos sólidos a partir de um arquivo digital contendo informações de coordenadas espaciais. A criação de um objeto impresso em 3D é alcançada por meio de um processo aditivo realizado pela deposição de camadas até a confecção do objeto inteiro utilizando variados tipos de materiais, incluindo metais, resinas, polímeros e, mais recentemente, até mesmo componentes biológicos como biomoléculas e células vivas. “Quando componentes biológicos estão envolvidos no processo de fabricação e prototipagem 3D, o processo é denominado de biofabricação 3D e a técnica de bioimpressão 3D vem sendo considerada o padrão ouro dessas estratégias que constituem algumas das inovações mais recentes em biotecnologia”, ressalta Luciano Paulino. Ele acrescenta que, com o uso da bioimpressão 3D, é possível a produção de pequenos arranjos organizados de células para ensaios de atividade “e até mesmo, no futuro, poderá permitir a fabricação de órgãos inteiros para transplantes” ambientes biológicos são criados e organizados com o uso de bioimpressoras 3D e expandem o cenário de possibilidades para testes de compostos bioativos e nanossistemas O cientista explica que a bioimpressão 3D é um processo tecnológico para prototipagem em diversos tamanhos e formas, com níveis de organização hierárquica, variando de estruturas micrométricas até complexos, formados por camadas altamente organizadas de múltiplos tipos celulares e biomateriais. De maneira geral, a função e viabilidade das células e componentes biológicos presentes e confinados nas estruturas bioimpressas em 3D são preservadas, permitindo que ambientes espaciais complexos de organismos sejam imitados (mimetizados), técnica que permite, inclusive, a redução da utilização de animais em experimentos e testagens. “Portanto, ambientes biológicos são criados e organizados com o uso de bioimpressoras 3D e expandem o cenário de possibilidades para testes de compostos bioativos e nanossistemas que vão muito além de células isoladas e descontextualizadas, comumente empregadas em testes de atividade biológica in vitro em ensaios típicos”, conclui o pesquisador. [Olho texto=”“A ampliação das possibilidades conferidas com as bioimpressoras 3D e materiais adquiridos com o projeto fomentado pela FAP-DF expandiu o escopo de atuação da equipe executora e colaboradores atuando no DF e em outras regiões do país”” assinatura=”Luciano Paulino da Silva, coordenador do projeto e pesquisador do LNANO” esquerda_direita_centro=”direita”] Saúde pública A equipe do LNANO tem empreendido esforços nos últimos anos para prospectar extratos vegetais, assim como realizar a síntese e caracterização de sistemas nanoparticulados utilizando plantas e outros organismos da biodiversidade do Cerrado, incluindo muitas espécies endêmicas no Distrito Federal. O objetivo dessa vertente da pesquisa é produzir e caracterizar novos materiais organizados em nanoescala com potencial para aplicação no controle de patógenos, pragas e doenças que acometem plantas, animais e humanos. Entretanto, o coordenador destaca um desafio recorrente encontrado pela equipe, assim como por profissionais que atuam na área de prospecção de substâncias bioativas: a baixa disponibilidade de modelos biológicos reprodutíveis para investigação dos efeitos desses materiais in vitro antes da realização de ensaios de atividade biológica in vivo. Por isso, o pesquisador ressalta a importância da bioimpressão 3D: “A possibilidade de bioimpressão 3D de diversos tipos celulares e em diferentes condições experimentais, incluindo uma variedade de biopolímeros (como colágeno, quitosana, celulose, entre outros) e polímeros biocompatíveis (a exemplo do Pluronic), constitui uma alternativa eficaz para mimetizar (simular) o ambiente biológico para um patamar muito além daquele possibilitado pelos ensaios em camadas planares (2D) ou em células planctônicas em cultivo.” [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Assim, ele afirma, “a ampliação das possibilidades conferidas com as bioimpressoras 3D e materiais adquiridos com o projeto fomentado pela FAPDF expandiu o escopo de atuação da equipe executora e colaboradores atuando no Distrito Federal e em outras regiões do país”. O projeto recebeu apoio da FAPDF no âmbito do Edital 03/2016 – Demanda Espontânea. De acordo com Luciano Paulino, os resultados obtidos com o projeto disponibilizaram novas estratégias e metodologias para bioimpressão 3D com vistas ao confinamento de células em matrizes biológicas, biomateriais e materiais biocompatíveis para investigação dos efeitos de compostos bioativos e nanossistemas desenvolvidos pela equipe a partir de extratos de plantas do Cerrado. Os estudos permitiram também o fortalecimento dessa linha de pesquisa na Embrapa Cenargen, assim como a continuação da formação de recursos humanos nas áreas relacionadas. O projeto ainda originou artigos científicos e apresentações em congressos. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF)  

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Pesquisadora lança cadernos para auxiliar planejamento pedagógico

A pesquisadora e professora do Instituto Federal de Brasília (IFB) Simone Braz Ferreira Gontijo lançou três novos volumes da série Cadernos Projeto de Vida. As publicações são produtos educacionais da pesquisa Permanência e êxito de estudantes: acompanhamento e ações na organização do trabalho pedagógico, realizada com o apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF). Disponíveis para download gratuito na internet, cada um dos lançamentos trata de uma temática:   *   Volume 1: Autoconhecimento http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/129   *   Volume 2: Eu e o Outro http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/130   *   Volume 3: Mundo do Trabalho http://revistaeixo.ifb.edu.br/index.php/editoraifb/issue/view/131 Também é possível receber os exemplares em formato físico. Basta preencher o formulário de solicitação disponível na página de cada um dos volumes. Entenda o projeto De acordo com a equipe do projeto, a pesquisa Permanência e êxito no ensino médio integrado seria, inicialmente, uma pesquisa-ação desenvolvida por licenciados, com o objetivo de planejar e aplicar oficinas de projeto de vida em turmas do ensino médio integrado visando à permanência dos estudantes e seu êxito no curso. “Seriam oficinas interventivas que surgem no contexto da aprendizagem dialógica freiriana, buscando dar voz aos estudantes e visibilidade às juventudes representadas na escola”, explica a coordenadora. Mas, diante da pandemia de covid-19, o projeto precisou ser alterado e os planejamentos e metodologias foram publicados como livros. Em cada volume dos Cadernos Projeto de Vida, os professores são convidados a desenvolver atividades que possibilitem aos estudantes do ensino médio refletir sobre as temáticas relativas aos seus projetos de vida e desenvolver habilidades socioemocionais. A autora afirma que o objetivo da pesquisa é incentivar a permanência do aluno no ensino médio e garantir um resultado positivo na vida deste aluno. “As obras são voltadas aos professores e apresentam planejamentos pedagógicos de oficinas de projeto de vida para estudantes do ensino médio integrado da educação profissional e tecnológica. Os professores podem adaptar os conteúdos à sua realidade escolar e trabalhar de forma interdisciplinar”, afirma Simone. Simone Gontijo tem experiência na área de Educação, atuando nas áreas de formação de professores, políticas públicas e avaliação. Apoio Todo o trabalho realizado contou com o apoio da FAP-DF por meio do Edital 03/2018 de Seleção Pública de Propostas de Pesquisa Científica, Tecnológica e Inovação, modalidade Demanda Espontânea. * Com informações da FAP-DF

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GDF e Justiça Federal em parceria para criação de Núcleo de Inteligência

Desenvolver um núcleo de inteligência artificial (IA) com foco em soluções para o Poder Judiciário é o objetivo da parceria entre a Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), o Parque Tecnológico de Brasília (BioTtic) e a Justiça Federal do Distrito Federal. As instituições se uniram para lançar a chamada pública que vai selecionar projetos de pesquisa para a construção de uma plataforma de inteligência artificial. O edital conta com orçamento de R$ 3 milhões, e as inscrições estão abertas até 1º de julho. A chamada integra o Programa Desafio DF, iniciativa da FAP-DF que busca soluções, por meio de projetos de pesquisa e de ciência, tecnologia e inovação, para atender às principais demandas dos órgãos e instituições do DF. A seleção vai estimular a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de IA em busca de metodologias inovadoras que possam contribuir para a prestação jurisdicional conferindo mais segurança, celeridade e eficiência. Essas foram as razões que levaram a Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) a buscar apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). “O núcleo de inteligência artificial tem um potencial de aplicação praticamente infinito no mundo jurídico, já que infinitas são as interações humanas. Nossa expectativa imediata é focada na triagem, reunião e soluções uniformes para demandas repetitivas e estruturais, muito comuns na Justiça Federal, notadamente no Distrito Federal. Em última análise, [vamos] oferecer soluções justas e igualitárias e elevar a segurança jurídica”, afirma o juiz federal titular da 4ª Vara Federal do DF, Itagiba Catta Preta Neto, representante da Seccional no projeto de IA. O diretor-presidente da BioTic, Gustavo Dias Henrique, destaca que, para além de soluções para o Poder Judiciário, a iniciativa vai contribuir para o desenvolvimento de Brasília: “O Núcleo de Inteligência Artificial tem como objetivo estimular a pesquisa e o desenvolvimento de soluções de IA, contribuindo para ações de melhoria de processos no Poder Judiciário, permitindo mais eficiência e velocidade nas análises processuais, impactando diretamente a agilidade dos serviços prestados à sociedade. Essa iniciativa visa contribuir para a dinamização e fortalecimento do ecossistema de inovação do Distrito Federal, avançando cada vez mais com a transformação digital da capital federal”. Para a FAP-DF, participar do projeto do núcleo de IA voltado para o Judiciário é uma forma de qualificar os recursos investidos pela fundação em ciência, tecnologia e inovação, contribuir para o aprimoramento da prestação de serviços à sociedade e dar mais um passo na transformação de Brasília em uma cidade inteligente. “Esses são objetivos claros do GDF, e nós temos trabalhado e buscado parcerias para desenvolver e apoiar projetos e ações que contribuam, de forma efetiva, para o alcance dessas metas. Nossa missão é trabalhar pela produção de conhecimento e pela geração de oportunidades, além de buscar o desenvolvimento do nosso ecossistema de CT&I e a concretização de ideias inovadoras que possam contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população do DF”, ressalta o diretor-presidente da FAP-DF, Marco Antônio Costa Júnior. Tecnologia a favor da Justiça  O relatório Justiça em Números 2020 revelou que os processos de execução fiscal representam 39% do total de casos pendentes e 70% das execuções pendentes no Poder Judiciário, com taxa de congestionamento de 87%. Por isso, essa área figura entre os gargalos a serem combatidos pelo Judiciário. Itagiba Catta Preta explica que essa realidade coloca a execução fiscal como foco para tratamento com as metodologias de IA: “Tem que ser prioridade por diversos motivos. O primeiro deles é a necessidade de justiça fiscal. Não cabe aqui esmiuçar todos os aspectos envolvidos, mas a própria demanda por reforma fiscal, recorrente em todos os últimos governos e legislaturas, mostra que o Judiciário tem que dar sua contribuição também, dentro de suas funções institucionais. Outro aspecto é o volume desse tipo de demandas. Podemos citar também o fato de que, embora com caráter de demandas repetitivas, as execuções fiscais são, essencialmente, demandas individuais”. Esse desafio é enfrentado não apenas no Distrito Federal, mas em todo o Brasil. Por isso, o magistrado destaca a importância da atuação conjunta entre GDF e judiciário na construção do projeto do Núcleo de Inteligência Artificial: “Pode parecer um truísmo, mas Brasília é, também, a capital do Poder Judiciário Federa, pela presença dos tribunais superiores, sem dúvida, mas também pelo fato de o Distrito Federal ser o foro nacional. Qualquer pessoa, em qualquer lugar do Brasil, pode demandar na Justiça Federal do seu próprio estado, da sua própria região da Justiça Federal, ou no Distrito Federal. O DF tem forte vocação para sediar serviços, startups e outras iniciativas que atendam demandas e prestem serviços ao mundo jurídico, em todas as áreas. O GDF, por meio do próprio governador, da FAP-DF e da BioTic, percebeu essa vocação e decidiu investir nessa empreitada, que tem tudo para gerar grandes oportunidades de negócios no Distrito Federal. Seremos um polo internacional de IA aplicada ao mundo jurídico. Nesse sentido, como candango, eu me sinto muito orgulhoso da iniciativa do GDF”. Busca nacional [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) é uma das 14 seccionais que integram a jurisdição do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), uma das primeiras cortes do país a iniciar a fase de implantação da infraestrutura base para a modelagem de soluções em inteligência artificial desenvolvida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O ambiente é composto pela plataforma Sinapses, desenvolvida em uma parceria entre o CNJ e o Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO), e pelo sistema Codex. “O Codex, nessa configuração de plataforma de dados processuais, faz tanto a extração das informações dos processos disponíveis quanto já identifica aqueles dados que precisam ser transformados em dados textuais. A Sinapses, com essa massa de dados disponíveis, hospeda modelos que possibilitam, por exemplo, hipóteses de soluções que sempre buscamos, como classificação de processos, identificação de casos urgentes, sugestão de decisões em casos repetitivos, transcrição de falas, identificação de conteúdos a partir de palavras-chave, entre tantas outras. Esse é o ecossistema que está sendo disponibilizado pelo CNJ para os tribunais”, explica o juiz federal titular da 9ª Vara Federal de Cuiabá (MT), Rafael Leite Paulo. O magistrado, que atua como juiz auxiliar da presidência do CNJ com foco nos projetos de IA, afirma que a implantação do ecossistema nos tribunais está em fase piloto, mas a meta é expandir, no segundo semestre deste ano, para todos os tribunais, viabilizando o acesso às ferramentas e modelos de IA já disponíveis. “Os avanços tecnológicos em geral têm tido uma natureza comum de permear todos os aspectos da vida humana, e o direito não é exceção. Hoje, o que há de mais moderno em termos de inovação tecnológica são justamente esses modelos de inteligência artificial que possuem uma capacidade de abstração que vem chegando, finalmente, na parte da linguagem que a gente utiliza para realizar o direito. Eles já estão dando conta da língua escrita, de transcrição de áudio e até de análise de vídeos e imagens. Então, são vários aspectos que possuem um potencial gigantesco para a parte da jurisdição”, complementa Rafael Leite Paulo. Chamada Pública nº 004/2020 do Edital 04/2020 – Projeto Plataforma de Inteligência Artificial para o Judiciário: Aplicação na Justiça Federal Inscrições até 1/7/21 Acesse o edital: http://www.fap.df.gov.br/editais-fapdf-2021/ *Com informações da FAP-DF

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