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Hospital Regional de Ceilândia (HRC)

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HRC e CADF recebem novos paisagismos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) executa serviços de paisagismo no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e no Centro Administrativo do Distrito Federal (CADF), em Taguatinga, com a finalidade de aprimorar a infraestrutura verde dos dois locais. No Hospital de Ceilândia, a intervenção é realizada por obra direta, com equipes do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da companhia. A iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde. O projeto contempla o plantio de grama-batatais, arbustos e espécies ornamentais que agregam diferentes cores, folhagens e florações ao ambiente. Antes do plantio, as equipes executam serviços de limpeza, escarificação e nivelamento do terreno. Entre as espécies utilizadas estão trapoeraba-roxa, moreia-amarela, falso-íris e diferentes variedades de cordiline. A escolha priorizou plantas de baixa manutenção, adequadas às condições climáticas da região e que garantem maior durabilidade ao paisagismo. No HRC, a iniciativa visa ampliar o paisagismo das áreas verdes internas da unidade, oferecendo mais conforto visual a pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde | Foto: Divulgação/Novacap Já no CADF, o projeto paisagístico faz parte da preparação da edificação para receber o gabinete da governadora Celina Leão e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Os serviços são executados por empresa contratada, por meio do sistema de ata de registro de preços, com investimento de R$ 324 mil, com conclusão prevista para setembro. A intervenção inclui o plantio de grama-batatais e grama-esmeralda, além de arbustos, árvores e palmeiras, e também a remoção de espécies mortas existentes no local. O projeto contempla todas as áreas internas e externas que circundam o Centro Administrativo do Distrito Federal. As espécies seguem as especificações do projeto original e incluem cordilines, alamandas, jasmim-azul, bougainville, pequizeiro, ipê-amarelo ipê-roxo, jacarandá-mimoso, oiti-do-cerrado, baru e as palmeiras fênix e jerivá, além de outras espécies nativas do Cerrado e plantas já adaptadas ao clima do Distrito Federal. "A Novacap atua para que os espaços públicos sejam cada vez mais funcionais, acolhedores e ambientalmente qualificados. Esses projetos de paisagismo refletem o compromisso da companhia com a melhoria da infraestrutura urbana e da qualidade de vida de quem os utiliza” afirma o diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite. *Com informações da Novacap

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Hospital de Ceilândia ganha tomógrafo com inteligência artificial

Os moradores de Ceilândia agora contam com um reforço de peso para a saúde pública. Neste domingo (28), a governadora Celina Leão entregou um novo tomógrafo computadorizado de última geração ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC). A chegada do equipamento, avaliado em R$ 2,21 milhões, vai agilizar diagnósticos, diminuir o tempo de espera e garantir mais segurança no atendimento à população. O novo tomógrafo faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecer o atendimento nas unidades públicas, com aparelhos modernos e completos. A expectativa é beneficiar cerca de 4 mil pessoas mensalmente e efetuar até 16 mil exames, desde urgências e emergências até demandas ambulatoriais e procedimentos cardiovasculares complexos. Para a governadora Celina Leão, a chegada do novo equipamento integra uma meta clara de estruturar a rede pública e agilizar a rotina médica. "Nós determinamos que todos os hospitais tivessem um tomógrafo funcionando. Isso vai reduzir o transporte [de pacientes para outras unidades], dar laudos mais rápidos e, com certeza, melhorar o atendimento e o giro de leitos. Vamos entregar em oito hospitais. E não é só isso: abrimos outras frentes de reforma dentro dos hospitais e estamos estruturando também um reforço de mão de obra, com mais médicos e mais profissionais. É isso, é estar presente, ouvindo [a população] todos os dias e avançando nesse tema que é tão importante, porque a saúde não espera”, avaliou a chefe do Executivo. O novo tomógrafo faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de fortalecer o atendimento nas unidades públicas, com aparelhos modernos e completos | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Outros hospitais do DF que já receberam tomógrafos incluem o Regional de Planaltina (HRPL) e o de Base. O modelo GE Revolution Ascend tem tecnologia avançada, que inclui o uso de inteligência artificial para otimização e imagens de altíssima resolução. Na prática, a agilidade do aparelho permite que exames de corpo inteiro sejam feitos em poucos segundos — em muitos casos, a captação das imagens leva menos de 15 segundos. Além da rapidez, a máquina expõe o paciente a uma quantidade muito menor de radiação, um diferencial importante e seguro tanto para o público infantil quanto adulto. A nova aquisição vai ampliar a capacidade operacional da unidade. A máquina pode operar entre três e cinco exames de rotina por hora. Com o fluxo de trabalho mais dinâmico, os médicos conseguem obter diagnósticos rápidos e precisos, o que permite o início dos tratamentos de forma muito mais oportuna. Antes da chegada da nova tecnologia, o HRC já oferecia serviço de tomografia computadorizada e operava com um aparelho mais antigo, que atendia, em média, 3 mil pacientes por mês.    Infraestrutura completa Para abrigar a estrutura moderna, a sala de tomografia do HRC passou por uma reforma completa, para se adaptar às exigências técnicas. Foram investidos mais de R$ 375 mil nas obras de infraestrutura, custeadas com recursos do contrato de manutenção predial da Região de Saúde Oeste, além da compra e instalação de novos aparelhos de ar-condicionado para climatizar o ambiente. A chegada do equipamento, avaliado em R$ 2,21 milhões, vai agilizar diagnósticos, diminuir o tempo de espera e garantir mais segurança no atendimento à população O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou que a atualização do parque tecnológico soluciona um problema crônico da unidade, que antes sofria com maquinário antigo e quebras frequentes. "A realidade que nós vivenciávamos nos hospitais eram tomógrafos que às vezes ficavam quebrados por um longo tempo, porque até a reposição de peças é complicada. Agora temos aqui um tomógrafo de última geração, um equipamento de ponta da GE. E um tomógrafo novo consegue trazer, além de ampliação da quantidade de exames por mês, mais qualidade nos exames. Além disso, a manutenção não vai precisar mais ser feita com tanta frequência e isso permite que a população tenha o melhor atendimento e não precise sair de um hospital para fazer tomografia. Então, é um grande ganho para a população em termos de assistência. É cuidado centrado realmente no paciente”, destacou o gestor, ao explicar que a aquisição de aparelhos de ar-condicionado novos era necessária para usar a nova máquina.  “O tomógrafo tem as exigências legais. Uma delas é ter uma área altamente refrigerada, para aguentar o aquecimento do equipamento. Tudo tem de estar programado e seguindo as normas”, completou.

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Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ceilândia

Os atendimentos oferecidos pela carreta do programa Agora Tem Especialistas, instalada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), começaram nesta semana. Com foco no diagnóstico precoce de doenças e a definição de tratamentos, a ação é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) com o apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (de camiseta amarela), visitou as instalações do serviço móvel neste sábado | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”   Raquel Mesquita, subsecretária de Atenção Integral à Saúde  Neste sábado (13), a estrutura recebeu a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de gestores da SES-DF.  Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade móvel de saúde oferta exames de tomografia e ultrassonografia para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados e encaminhados pela SES-DF. Somadas, a cada semana, serão oferecidas quase 600 vagas. Os exames de ultrassonografia são exclusivos para pacientes da Região de Saúde Oeste, que compreende Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”, afirma a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita.  Agendamentos [LEIA_TAMBEM]Os atendimentos do programa Agora Tem Especialistas no HRC tiveram início na segunda-feira (8). A previsão é que continue no local por 60 dias. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Neste sábado, foram agendados 15 pacientes. Esta é a sexta unidade móvel em operação no Distrito Federal. Nas primeiras quatro, mais de 5,7 mil pessoas foram atendidas. Outra carreta do programa, voltada para a saúde da mulher, está atualmente instalada no estacionamento do Hospital Regional do Gama (HRG).   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Investimento de R$ 43 milhões reforça manutenção da saúde pública em Ceilândia

Problemas cotidianos de infraestrutura, como torneiras, portas e equipamentos danificados, deverão ter resposta mais rápida na rede pública de saúde do Distrito Federal após o aporte de R$ 43 milhões feito pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em contratos de manutenção. O anúncio foi feito pela governadora Celina Leão, nesta segunda-feira (1º), durante abertura do GDF na Sua Porta em Ceilândia. Segundo a governadora, o reforço financeiro permitirá ampliar as ações de manutenção em hospitais e unidades de saúde, melhorando tanto as condições de atendimento à população quanto a estrutura de trabalho dos profissionais da área. “Nós liberamos um contrato de manutenção que existia, mas ele não tinha dinheiro. Na semana passada, colocamos R$ 43 milhões nesse contrato. Ou seja, aquilo que você chegava no hospital e via, como torneira quebrada, vaso quebrado, falta de manutenção, agora terá condição de ser resolvido com mais rapidez”, afirmou Celina Leão. Os recursos do aporte viabilizarão cerca de 20 intervenções no Hospital Regional de Ceilândia (HRC) | Foto: Arquivo/Agência Brasília Os recursos vão viabilizar cerca de 20 intervenções no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), além de serviços de manutenção nas unidades básicas de saúde (UBSs) previstas no planejamento deste ano para a cidade. “Nós temos um tomógrafo para entregar no Hospital de Ceilândia ainda este mês, um novo equipamento para a cidade, e a governadora colocou R$ 43 milhões no nosso contrato de manutenção. Vamos executar 20 intervenções dentro do hospital e fazer melhorias em todas as nossas unidades básicas de saúde”, destacou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. “Nós liberamos um contrato de manutenção que existia, mas ele não tinha dinheiro. Na semana passada, colocamos R$ 43 milhões nesse contrato. Ou seja, aquilo que você chegava no hospital e via, como torneira quebrada, vaso quebrado, falta de manutenção, agora terá condição de ser resolvido com mais rapidez” Governadora Celina Leão Durante a agenda, a governadora afirmou que o governo vem ampliando as ações de requalificação da rede pública em diferentes regiões administrativas e destacou o foco na melhoria das condições estruturais das unidades. “Esse é o olhar cuidadoso que estamos tendo, para que a estrutura de trabalho dos nossos servidores públicos da saúde possa melhorar, para que eles cuidem melhor das pessoas, com uma estrutura melhor de trabalho”, disse. Ceilândia conta atualmente com 19 unidades básicas de saúde, além do Hospital Regional de Ceilândia e policlínicas. Recursos diretos para UBSs Além dos serviços estruturais, a governadora anunciou a ampliação do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas) para todas as unidades básicas de saúde do Distrito Federal. A proposta prevê a descentralização de recursos para pequenos serviços de manutenção nas UBSs, com valores estimados entre R$ 50 mil e R$ 100 mil, de acordo com o porte de cada unidade. “Estamos fazendo uma adaptação do Pdpas e essa é uma novidade em primeira mão: vamos colocar o programa também para os nossos postos, unidades básicas de saúde. Quebrou uma porta? Eles terão recurso para trocar. Quebrou uma torneira? Terão recurso para resolver”, anunciou a governadora. A medida busca dar mais agilidade ao atendimento de demandas rotineiras de infraestrutura, reduzindo a dependência de processos centralizados para manutenção das unidades.

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Ceilândia recebe R$ 30 milhões em obras e serviços durante a 6ª edição do GDF na Sua Porta

O GDF na Sua Porta chegou a Ceilândia, nesta segunda-feira (1º), com uma força-tarefa de serviços públicos e um pacote de R$ 30 milhões em obras para a região administrativa. Durante o lançamento, a governadora Celina Leão assinou 35 documentos que autorizam intervenções na maior região do DF, que soma quase 290 mil habitantes. Os serviços passarão por áreas como infraestrutura urbana, mobilidade, lazer, zeladoria, regularização fundiária e saúde. Esta é o sexto local a receber o programa itinerante. Entre as ações do programa, a governadora assinou atos de regularização fundiária | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  O atendimento foi montado na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika, na área central de Ceilândia, e reúne serviços de diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). A programação segue nesta terça (2), na quarta (3) e nos dias 8, 9, 10, 11 e 12, das 9h às 16h, com vacinação, atendimento odontológico, emissão de Carteira de Identidade e serviços do Detran-DF, da Agência do Trabalhador, de apoio à mulher, de assistência social e do Na Hora, além de programas de esporte e agendamento para castração de animais.   Durante o lançamento, a governadora Celina Leão fez a primeira agenda pública após receber alta hospitalar, nesta segunda-feira, e defendeu a presença do GDF na região como forma de concentrar obras, atendimentos e serviços de zeladoria em Ceilândia. Cidade bem-cuidada A gente faz um governo escutando as pessoas, escutando a população, para chegar sempre a um denominador comum”, declarou a governadora “A gente preparou essa festa aqui de Ceilândia para deixar a cidade cuidada, sem buraco, com iluminação refeita nas praças públicas, calçadas recuperadas e acolhimento à população em situação de rua”, declarou. “A gente faz um governo escutando as pessoas, escutando a população, para chegar sempre a um denominador comum.” Uma das previsões acertadas durante a abertura do programa em Ceilândia é o reforço na iluminação pública de praças e equipamentos esportivos O pacote inclui recomposição da pavimentação em vias e avenidas, readequação de drenagem, construção e recuperação de calçadas, ciclovia, retornos viários, estacionamentos e abrigos de passageiros. Também estão previstas intervenções em espaços de convivência, como campo sintético, quadras poliesportivas, parques infantis, pontos de encontro comunitário (PECs), praças e áreas verdes. Na área ambiental e de zeladoria, as ordens de serviço preveem recuperação de gramados, plantio, poda de árvores, manutenção de espaços verdes, limpeza e desobstrução de bocas de lobo, além de ações em áreas de descarte irregular. A iluminação pública também será reforçada em praças e equipamentos esportivos. Serviços de cidadania A Saúde entrou no pacote com o anúncio de um novo tomógrafo para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC), previsto para chegar ainda neste mês, além de intervenções em setores do hospital e nas unidades básicas de saúde da região. A governadora também adiantou que prepara um decreto para descentralizar recursos às UBSs, com valores entre R$ 50 mil e R$ 100 mil por unidade, conforme o porte. Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia e Colônia Agrícola 26 de Setembro já foram contemplados com o programa  “Quebrou uma porta, quebrou uma torneira, eles vão ter recurso para trocar”, afirmou a governadora. “Vamos treinar, capacitar e colocar o cartão na mão do gestor, porque é dinheiro público e tem que prestar conta. Eu acredito muito na atenção básica. Acho que tudo acontece pela atenção básica.”  O evento também teve atos de regularização fundiária. O GDF formalizou dois contratos de Concessão de Direito de Uso Oneroso (CDU) por meio da Empresa de Regularização de Terras Rurais (ETR), beneficiando Dimas Rodrigues de Souza, da Chácara Fundos da ONG, no Córrego dos Currais, e Edson Amparamo Soares, da Chácara Goianinho nº 90, em Ceilândia. Acompanhamento Outra medida determinou a publicação, em até 90 dias, do edital de Concessão de Direito Real de Uso (CDRU) dos lotes 1 a 8 da QNM 26, Conjunto I, além da conclusão das obras de infraestrutura de abastecimento de água, esgotamento sanitário e estacionamentos na área. Também foi autorizada a desconstituição de lotes para a criação do Bosque Trevo da Amizade, demanda antiga da comunidade. [LEIA_TAMBEM]Durante a agenda, Celina também assinou o termo de posse de Renato Santana como administrador regional de Ceilândia. A governadora ressaltou que o novo gestor terá a missão de acompanhar a execução das obras e cobrar o andamento das intervenções previstas para a região. Renato Santana disse que assume o cargo com a missão de acompanhar de perto a execução das obras e manter a gestão em diálogo com a comunidade. “Eu não vim aqui para passear, vim aqui para trabalhar”, afirmou. “O administrador regional não faz nada se não tiver o apoio de todos os órgãos do governo”. Acesso facilitado A educadora social Bárbara de Castro levou a gata para agendar castração: “Esse programa ajuda e evita que os bichinhos adoeçam ou tenham muitos filhotes” Entre os moradores atendidos estava a educadora social Bárbara Geane de Castro, de 36 anos, que conseguiu vaga para castrar a gata no programa de castração. Ela contou que havia pesquisado o serviço na rede particular e encontrado valores de até R$ 600. “Facilitou muito”, disse. “É muito importante, porque tem muita gente que não tem condição. Esse programa ajuda e evita que os bichinhos adoeçam ou tenham muitos filhotes”. A aposentada Eva Conceição elogiou o atendimento: “Facilita porque eu não tenho que sair de casa de madrugada, sozinha, correndo risco, para ir atrás de uma consulta sem saber se vou conseguir” A aposentada Eva Maria Conceição Silva, 62, também procurou atendimento durante a ação. Ela buscava serviços de saúde e afirmou que iniciativas como o GDF na Sua Porta reduzem a necessidade de deslocamentos longos para tentar atendimento. “Facilita porque eu não tenho que sair de casa de madrugada, sozinha, correndo risco, para ir atrás de uma consulta sem saber se vou conseguir”, relatou. Antes de chegar a Ceilândia, o GDF na Sua Porta já passou pelo Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II, Samambaia e Colônia Agrícola 26 de Setembro. 

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Saiba como é feita a pasteurização do leite materno

O leite materno doado percorre um caminho de intenso cuidado até chegar aos recém-nascidos que precisam desse alimento nos hospitais da rede pública. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto não sai da casa da doadora direto para a unidade neonatal: cada frasco passa por etapas técnicas que garantem um alimento seguro e nutritivo para os bebês internados. Cada lote do produto doado passa por rigorosa inspeção e tratamento nos bancos de leite humano do DF | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Quando recebemos o leite, sabemos que ali existe um gesto de solidariedade que pode mudar histórias”,  afirma a coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF, Graça Cruz. “Nosso trabalho é assegurar que ele mantenha suas propriedades e seja oferecido com total segurança aos bebês.” “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite” Graça Cruz, coordenadora do Centro de Referência em Banco de Leite Humano do DF Ao chegar ao banco de leite humano, o produto é inspecionado. São avaliadas a integridade da embalagem, a presença de impurezas no frasco e as condições de armazenamento, incluindo a temperatura de congelamento desde a coleta domiciliar. Controle de qualidade O leite humano cru pode permanecer congelado por até 15 dias antes de ser pasteurizado — portanto, deve chegar ao banco até pelo menos dez dias, e os lotes são selecionados de acordo com a data de validade do produto. “Controlar a temperatura desde a casa da doadora até o processamento é fundamental para preservar as características do leite”, reforça Graça Cruz. Após essa triagem, o leite selecionado é descongelado a 40°C, com equipamentos próprios. Mesmo após o descongelamento, ele é mantido sob refrigeração a 5°C, temperatura que ajuda a preservar suas características.  Uma amostra é retirada para exames físico-químicos, como a medição da acidez Dornic, parâmetro que indica se o leite está apto para seguir à pasteurização. Também é feito o crematócrito, exame que identifica o valor calórico do leite e auxilia a equipe médica na definição da dieta de cada recém-nascido. O pequeno Benício foi um dos bebês que precisaram recorrer ao banco de leite humano logo nos primeiros dias de vida. Ele nasceu prematuro com 35 semanas no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), pesando 1,8 kg. “Nem sempre a gente consegue produzir leite o suficiente, então esse gesto fez toda diferença para a saúde do meu filho”, relata a mãe, Maria Vitória de Medeiros, 24. Pasteurização Uma vez aprovado nas análises, o leite é reenvasado em frascos esterilizados e encaminhado para a pasteurizadora a 62,5°C por 30 minutos, temperatura e tempo definidos para eliminar microrganismos que poderiam afetar a saúde de prematuros e recém-nascidos de baixo peso. Segundo a coordenadora, tempo e temperatura foram definidos por estudos realizados há mais de 40 anos, com o objetivo de eliminar 99,9% desses microrganismos. [LEIA_TAMBEM]Logo após esse período, o leite passa por resfriamento rápido até atingir 5°C. Em seguida, uma nova amostra é coletada para o controle microbiológico. O material fica incubado por 48 horas. Somente após resultado negativo para crescimento de microrganismos o leite é liberado para o estoque do BLH.  Finalizado o processo, o líquido é separado individualmente de acordo com a prescrição do médico e do nutricionista para cada recém-nascido. O método garante também o não desperdício: um frasco de 250ml, por exemplo, pode suprir até dez bebês.  Rede solidária O DF conta com 14 bancos de leite humano e sete postos de coleta. A Secretaria de Saúde (SES-DF) é responsável por dez bancos e três postos. Nesses locais, é feito o controle de qualidade, pasteurizar e distribuir o leite, também orientam famílias sobre o manejo da amamentação. Em 2025, a Rede de Bancos de Leite Humano do DF (rBLH-DF) atendeu 16,9 mil recém-nascidos, entre prematuros e bebês com baixo peso. Para doar, basta ligar para 160, opção 4, ou acessar o portal Amamenta Brasília. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Hospital Regional de Ceilândia promove mutirão de implantação de DIU

No mês de comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza ações em prol da saúde feminina. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), profissionais do centro obstétrico da unidade organizaram uma força-tarefa de implantação do dispositivo intrauterino (DIU) em pacientes e servidoras do hospital. Esta foi a última ação do projeto iniciado pela equipe de enfermagem do HRC, em que ao todo foram atendidas 227 mulheres desde novembro do ano passado, sendo 145 moradoras de Ceilândia e Sol Nascente. Além da aplicação do DIU de cobre, o projeto teve um componente educacional: até o momento foram habilitadas 16 enfermeiras da Região de Saúde Oeste na inserção e retirada do dispositivo. Também participaram acadêmicas de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB), que realizaram horas complementares no projeto, atuando no acolhimento das mulheres, esclarecimento de dúvidas e organização da agenda dos profissionais. A certificação dos profissionais e acadêmicas é feita pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Distrito Federal (Abenfo-DF). O DIU é um aliado importante na redução de gestações não planejadas e mortalidade materna | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Uma das coordenadoras e a idealizadora do projeto, a enfermeira obstetra do HRC, Raquel Diógenes, ressalta que o intuito da iniciativa é promover a autonomia feminina sobre a decisão de engravidar ou não. “Essa é uma ação de empoderamento feminino e nosso interesse é que a mulher realmente possa planejar quando e como ela quer ter essa gravidez. O motivo pelo qual iniciamos a ampliação dessas ações foi termos observado que, muitas vezes, há gestações não planejadas e, infelizmente, não desejadas. A conexão entre o bebê e a mãe acontece desde a vida intrauterina e, se a gravidez não foi desejada, isso vai se refletir na vida daquela criança”. A coordenadora reforça que o acesso aos métodos contraceptivos é um direito reprodutivo fundamental das mulheres. “O DIU é um método extremamente eficaz e tem um papel muito importante nas políticas públicas de saúde. Ampliar o acesso a esse método contribui não apenas para o planejamento familiar, mas também para a redução de gestações não planejadas e, consequentemente, para a redução da mortalidade materna”. A enfermeira supervisora do centro obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, enfatiza que o projeto reafirma o compromisso institucional com a educação permanente, a valorização dos profissionais e a qualificação da assistência em saúde. “A ação reforça nosso compromisso com a promoção da saúde da mulher e com a valorização das profissionais que atuam diariamente no cuidado da população”. Atendimento a pacientes e servidoras do HRC Ao todo 227 mulheres receberam o DIU na ação do HRC, que acontece desde novembro do ano passado Uma das pacientes atendidas no último sábado (7), a estudante de enfermagem e mãe de duas crianças Nayane Stoffel ressaltou a importância do projeto. “Minha primeira gestação foi planejada, tudo tranquilo. Já a segunda, não: eu descobri fazendo um exame de rotina. Quando vi o resultado, tinha lá um bebezinho”, relembra. Outra a ser atendida foi Aline Fernandes, atualmente desempregada e também mãe de duas crianças. Ela elogiou a ação e o trabalho da equipe de enfermagem do HRC. “Quando cheguei aqui, eu não sabia que tinha todo esse aparato de consulta, de acompanhamento. Posteriormente, a equipe entra em contato com a gente, agenda retorno para ver se o dispositivo está bem posicionado. Achei tudo muito organizado, passaram as informações sobre medicação, hoje mais cedo fizeram uma palestra explicando o tempo de duração do DIU — que dura 12 anos. Essa ação da secretaria ajuda muito no planejamento familiar e financeiro da pessoa. A gente vê que o SUS funciona”, enfatiza. Além das pacientes, as próprias profissionais do HRC tiveram acesso ao método contraceptivo. A enfermeira da unidade, Nathália Faris, foi uma das servidoras beneficiadas. A ação evidencia o cuidado da instituição com o servidor. O projeto foi iniciativa de uma colega nossa e isso valoriza o nosso trabalho, fortalece a nossa identidade dentro da secretaria, melhora o nosso astral, o nosso desempenho", relata. *Com informações da SES-DF

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Hospital Regional de Ceilândia destaca importância do acolhimento na Semana da Prematuridade

Histórias de cuidado, amor e superação ganharam destaque nessa segunda-feira (17), durante a comemoração do início da Semana da Prematuridade, realizada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC). Mães, pais e familiares se uniram à equipe da Unidade de Neonatologia para trocar experiências, compartilhar histórias e, principalmente, celebrar a vida dos bebês atendidos no setor. "Há três meses que estou aqui e vemos o acolhimento, vemos que somos valorizadas. Não só os bebês, mas as mães também. Fico muito feliz", conta Thaís Lima, 34 anos. Ela acompanha a filha Stella, que nasceu na 29ª semana de gestação, quando o ideal seria aguardar, pelo menos, a 37ª semana. A bebê chegou a pesar apenas 545 gramas, o que exigiu cuidados da equipe multidisciplinar e da própria mãe, que praticamente passou a morar no HRC, contando com apoio psicológico e suporte das outras mães. Thaís Lima cuida da sua filha Estela e destaca o apoio mútuo entre as mães da unidade de cuidados neonatais do Hospital Regional de Ceilândia | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Laços de afeto "Nós precisamos ser confiantes, acreditar e ficarmos tranquilos. O bebê sente o que a gente sente", conta Enya Araújo, 29. Ela esperava o nascimento do seu primeiro filho, Luan, para o mês de dezembro, mas o parto ocorreu no início de novembro, com o bebê pesando 950 gramas. "Viva o SUS [Sistema Único de Saúde], porque o SUS realmente salvou a minha vida e a vida do meu filho", agradece.  Enya destaca o apoio que recebe do pai do menino, Ace Ahmed, 27. Britânico, ele não fala português, mas tem se esforçado para apoiar a companheira neste momento. "Eu preciso ser forte por ela e por ele", diz o jovem. Este acompanhamento, mesmo com barreiras linguísticas, é destacado pela enfermeira do HRC Raiana Vieira: "A mulher está num período de muita sensibilidade emocional, com uma necessidade muito grande de ser acolhida, de ser escutada e literalmente de ser abraçada". Porém, a equipe do HRC busca compreender cada paciente conforme sua lógica familiar. "Os pais são parte do processo do cuidado e eles são figuras primordiais de apego, assim como é muito importante a visita dos avós. Por quê? Porque você propicia ali um aumento e a denominação de família ampliada. Nós temos mulheres aqui que não estão com seus parceiros ou mesmo não são de Brasília, não estão com as mães. E às vezes a pessoa que ela tem de apoio é uma vizinha, por exemplo. E essa vizinha é uma figura de muito apoio", exemplifica a psicóloga do setor, Denise Percílio.  Ciência e sensibilidade O tempo de permanência nas unidades de internação costuma ser mais prolongado por conta dos bebês que das mães. Há as chamadas "mães diaristas", que já receberam alta, mas passam o dia inteiro no HRC, com uma rotina de cuidados com a criança, sempre de acordo com a orientação da equipe. Essas mulheres recebem o apoio do hospital, tanto em termos de refeições quanto de espaço para acompanhar os bebês. Também há as "mães nutrizes", que vão até a unidade para assegurar a amamentação dos bebês.  As mães receberam, como presente, itens para cuidados dos bebês em casa e se uniram para trocar experiências, compartilhar histórias e, principalmente, celebrar a vida dos bebês atendidos no setor A rotina é dividida entre momentos em que os bebês permanecem nos leitos e nas pausas para limpeza, exames, medicações e os desejados momentos de contato com a mãe. O abraço é estimulado desde o primeiro momento, e, sempre que possível, a amamentação também. Depois da alta da UTI neonatal, segue-se para internação na Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais Canguru, quando as mães praticamente não se desgrudam mais dos bebês, sempre avaliados conforme suas condições específicas de saúde e o ganho de peso. Em todos os casos, os cuidados são específicos, pois são bebês de baixo peso, quando comparados com recém-nascidos que nasceram com mais tempo de gestação, muitos dos quais também enfrentam desafios de saúde diversos, como dificuldades para respirar. "A equipe que atua dentro de uma unidade neonatal, além de muito capacitada, passa por um programa de educação continuada. Todo o cuidado é feito com evidências científicas", acrescenta Denise Percílio. Ao mesmo tempo, é necessário trabalhar com uma sensibilidade específica. "Lidamos com vidas de crianças que nasceram antes do tempo, que são verdadeiros guerreiros. São crianças que se superam a cada dia. É muito gratificante quando você consegue devolver uma criança dessas para sua família, quando essas crianças, com a força delas, conseguem ir para casa", completa a enfermeira Raiana Vieira. Dia da Prematuridade O Dia Nacional da Prematuridade, a Semana da Prematuridade e o Novembro Roxo foram oficializados em setembro deste ano, por meio da Lei nº 15.198 de 2025. A legislação destaca a importância de o poder público promover a saúde de bebês e mães, com redução dos índices de mortalidade.  Além disso, a legislação ratifica a classificação da prematuridade entre extrema (nascimentos antes de 28 semanas), moderada (nascimentos até 31 semanas) e tardia (entre 32 e 36 semanas e seis dias). A lei destaca ainda necessidades de cuidado, como a utilização do método canguru.  No Distrito Federal, somente em 2024, 4,2 mil crianças nasceram antes das 37 semanas de gestação. Isso representa cerca de 12,83% dos partos.   *Com informações da Secretaria de Saúde

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Novembro Roxo: Bebês prematuros do HRC participam de ensaio fotográfico com as famílias

Este mês traz a campanha Novembro Roxo, que tem como foco os nascimentos prematuros. Diversas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF) iniciaram ações voltadas aos bebês prematuros internados e às suas famílias. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), a programação teve início com um ensaio fotográfico especial.   Feito por fotógrafos voluntários, ensaio teve como objetivo fortalecer o vínculo entre famílias, equipe e bebês prematuros | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Um ambiente decorado pela equipe do HRC recebeu bebês prematuros e suas famílias. Os corredores da unidade de internação neonatal foram especialmente decorados com fotos dos ensaios anteriores e de declarações de mães que já passaram pelo setor. Além disso, profissionais voluntários auxiliaram nos preparativos.  Vínculos fortalecidos [LEIA_TAMBEM]O objetivo dos ensaios é fortalecer o vínculo entre as famílias e os bebês internados, estreitar os laços com a equipe de saúde e descontrair as mães em um momento tão delicado. “É um momento em que mães e pais podem dar uma pausa no estresse gigante causado pela internação de seus bebês”, avaliou Yara Régia Silva, tutora do Método Canguru no hospital. “Eles podem se arrumar, encontrar com outros familiares e, assim, diminuir esse peso”. Entre as participantes, Bruna Chagas, 26 anos, viveu a experiência do ensaio junto ao pequeno Leonardo, internado devido à queda de saturação após o nascimento. “Achei uma iniciativa bonita”, disse. “Ver o nosso filho internado dá muito medo, principalmente porque não podemos ficar tão pertinho. Nesse sentido, a ação distrai a mente da ansiedade”. Os ensaios foram feitos por fotógrafos voluntários, parceiros desde 2018. Para o diretor do HRC, Fabricio Nunes Paz, a iniciativa representa acolhimento e união. “Somos a regional que mais recebe partos prematuros, então essas ações facilitam a integração das equipes com os bebês e sensibilizam sobre a importância do cuidado com eles”, reforçou. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Unidades da rede de Saúde ganham parquinhos na Semana da Criança

Na semana do Dia da Criança, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) inaugurou o primeiro dos nove parquinhos em unidades da rede. Nesta quarta-feira (8), o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foi o primeiro a receber o espaço infantil.   “É uma importante entrega para as nossas crianças. Quero agradecer à nossa madrinha, a primeira-dama, Mayara Noronha Rocha, que tem abraçado com muito amor as causas infantis. Estamos focados na bandeira de uma assistência mais humanizada e esse projeto é olhar para o ser humano”, afirmou o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda.  Para a primeira-dama do DF, é fundamental destacar o papel do elemento lúdico como instrumento para uma rápida recuperação dos pequenos. "Brincadeira de criança é coisa séria. É apenas uma dose do tratamento, mas é também uma sementinha que frutifica”, destacou. Uma das primeiras a testar o parquinho foi a Alice Meireles, 5. O preferido foi o escorregador, onde brincava enquanto a mãe, Juliana Silva Meireles, 34, aguardava por uma ecografia. “Quando ela viu o parquinho, todo novo e diferente, ficou bem animada. Gostei da ideia porque é uma forma de distrair as crianças e os pais, já que a espera pode ser entediante. Está mais que aprovado”, elogiou. Uma das primeiras a testar o parquinho foi a Alice Meireles, 5. O preferido foi o escorregador, onde brincava enquanto a mãe, Juliana Silva Meireles, 34, aguardava por uma ecografia | Fotos: Matheus Oliveira/ Agência Saúde-DF Animada e curiosa, quem também aproveitou para ver as instalações foi a pequena Manuela Amâncio Bonfim, 9, internada na unidade há 15 dias. “Achei legal, é a primeira vez que vejo hospital com parquinho. É bom que dá pra conversar com as outras crianças", disse. “É uma oportunidade de eles saírem um pouco da internação. Criança gosta de carinho, de atenção. Esse espaço traz um pouco de leveza durante esse processo”, definiu a avó, Maria das Mercedes Pereira da Silva, 78. Estrutura Os novos espaços abrigam torres, escadas, rampa, tobogã e carrossel, todos com certificado emitido pelo Instituto de Certificação de Playground. O valor do investimento foi de mais de R$ 190 mil, recurso decorrente de emenda parlamentar do deputado Jorge Vianna, que também compareceu à inauguração. “Brincadeira de criança é coisa séria”, destacou a primeira-dama do DF, Mayara Noronha Rocha “O parquinho é uma forma de humanizar o setor e trazer alegria para as crianças. Afinal, o sorriso delas é o melhor incentivo para seguirmos em frente. É sempre importante trazermos inovações e esse carinho pelos pacientes”, ressaltou o superintendente substituto da Região Oeste de Saúde, Cezar Renk. Diretor substituto do HRC, Fabrício Nunes da Paz, apontou que o espaço é ideal tanto para pacientes pediátricos que aguardam atendimento quanto para os que estão internados. “Temos uma enfermaria de cuidado prolongado, onde há crianças internadas e que têm condições crônicas complexas. Assim, o parquinho é um local para que possam tomar sol e brincar." Os novos espaços abrigam torres, escadas, rampa, tobogã e carrossel, todos com certificado emitido pelo Instituto de Certificação de Playground Além da unidade de Ceilândia, serão instalados parquinhos na Policlínica do Gama, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), no Hospital da Região Leste (HRL), no Centro de Atenção Psicossocial (Caps) I do Recanto das Emas, Caps I de Taguatinga, Caps I de Sobradinho, Caps I da Asa Norte e na Unidade Básica de Saúde (UBS) 5 do Arapoanga.  Campanha Ao final do evento, a primeira-dama e o secretário de Saúde visitaram as instalações pediátricas do HRC e distribuíram 130 presentes arrecadados por meio da 6ª edição da Campanha Vem Brincar Comigo. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Saúde participa de evento que promove aleitamento materno

Mãe de primeira viagem, Sofia de Araújo, de 19 anos, amamenta o pequeno José Miguel há dois meses. Na verdade, seu leite é alimento para muitos outros bebês. Assim que percebeu que estava produzindo mais do que o necessário, a moradora de Ceilândia entrou em contato com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) para se cadastrar e começou a doar o excedente.  Além de amamentar o filho José Miguel, Sofia Araújo faz doação do leite excedente para outros bebês | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  Sofia foi uma das mulheres homenageadas durante o evento AmamentAção, realizado nessa quarta-feira (20), na Casa da Mulher Brasileira de Ceilândia. “Achei uma iniciativa muito bonita porque às vezes, nós, mães, passamos pelo puerpério e nos sentimos muito esquecidas e sozinhas, então é sempre bom ser reconhecida”, declarou.  Segundo a nutricionista Natália Gouvêa, do Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), a medalha dourada recebida pelas doadoras representa o importante papel que exercem na sociedade e na saúde pública.  “Sabemos que doar não é fácil”, pontuou. “No cenário há um bebê pequeno, noites maldormidas, bagunça e hormônios. Assim, dedicar um tempo para tirar o leite, com todo o cuidado que exige, é uma verdadeira doação de esperança e de si mesma.” “O Agosto Dourado nos lembra da importância de apoiar, orientar e proteger as mulheres nessa fase tão delicada da vida”, afirmou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira    A homenagem, que reuniu mães e gestantes, teve como referência o Agosto Dourado, mês de conscientização do aleitamento materno. Organizado pela Secretaria da Mulher (SMDF), o encontro contou, ainda, com representantes das secretarias de Saúde (SES-DF) e de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). O objetivo foi orientar essas mulheres sobre seus direitos e desmistificar questões relacionadas à amamentação.  “Amamentar é um direito da mãe e um gesto fundamental para a saúde do bebê”, lembrou a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. "O Agosto Dourado nos lembra da importância de apoiar, orientar e proteger as mulheres nessa fase tão delicada da vida. Ao promover o AmamentAção, reafirmamos o compromisso do Governo do Distrito Federal em oferecer informação, acolhimento e políticas públicas que incentivem o aleitamento materno e valorizem as doadoras de leite humano, que são verdadeiras parceiras da saúde pública.”   Cuidado e acolhimento Para que as participantes se sentissem ainda mais acolhidas e valorizadas, houve oferta de massagem, pintura gestacional, cortes de cabelo e maquiagem. Também foram oferecidos serviços de saúde, como testes de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) e vacinação.  “Reconhecemos que a mãe que está na correria também precisa desse olhar e acolhimento”, avaliou a subsecretária de Promoção das Mulheres da SMDF e uma das organizadoras do evento, Renata d’Aguiar. Como doar [LEIA_TAMBEM]Toda mulher saudável que esteja em período de amamentação pode se tornar uma doadora de leite materno, independentemente da idade do bebê. No DF, o recolhimento pode ser feito em casa e direcionado a uma das 14 unidades de saúde. As doações são entregues diretamente nos bancos de leite, em potes de vidro com tampas plásticas (como os de cafés solúveis), mas também é possível agendar o serviço pelo telefone 160 (opção 4) ou pelo site Amamenta Brasília. Após o cadastro, uma equipe do CBMDF recolhe o kit de coleta e o leva aos bancos de leite. O leite materno é fundamental para a sobrevivência e o desenvolvimento de recém-nascidos, especialmente prematuros e de baixo peso internados em unidades de terapia intensiva (UTIs) neonatais, protegendo-os contra doenças e reduzindo a mortalidade infantil.  *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Dia das Mães no Hospital de Ceilândia teve como foco saúde mental materna

“Saúde mental materna importa.” Com esse lema, o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) promoveu, na última sexta (9), a manhã de acolhimento: cuidando de quem cuida, em alusão ao Maio Furta-Cor, mês de conscientização sobre a saúde mental materna. Realizado na maternidade do hospital, o evento reuniu cerca de 60 mães que estão com seus bebês internados nas Unidades de Neonatologia, de Terapia Intensiva Neonatal (Utin), de Cuidados Intermediários Neonatal Convencional (UCINCo) e de Cuidados Intensivos Neonatais (Ucin) Canguru.  O objetivo foi proporcionar momentos de bem-estar e refletir sobre os desafios emocionais vividos pelas mulheres no ciclo gravídico-puerperal, que engloba a gestação, o parto e o puerpério.  Há 15 dias internada com o pequeno Lincoln, que nasceu prematuro com 32 semanas, a jovem Maysa Regina Alencar, 21, contou que, ações como essa, impactam positivamente as mães hospitalizadas. “A gente se sente fragilizada, com baixa autoestima, sem apoio. Então ter um momento como esse nos ajuda a lembrar que somos importantes, que merecemos cuidado. Isso melhora o emocional e até o físico. Eu amei!”, afirmou. A programação foi pensada para atender as mães de forma sensível e diversa | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Segundo a assistente social do setor, Valéria Mendonça, o evento vai além da comemoração do Dia das Mães. “Esse cuidado emocional é essencial. A maternidade, especialmente no pós-parto, pode ser muito desgastante. São mulheres vivendo dores físicas, desafios emocionais e, muitas vezes, sobrecarga. Precisamos lembrar que saúde mental também é prioridade”, ressaltou. Para o diretor do HRC, César Renk, a iniciativa é um marco de humanização. “Cuidar das mães é cuidar do futuro. Essa é uma maternidade que cresce a cada dia e esse é só o começo de muitos encontros assim”, disse.  Cuidado integral A programação foi pensada para atender as mães de forma sensível e diversa. Houve conversa, apresentação musical, oficina de automassagem, espaço de beleza com maquiagem, design de sobrancelhas e tranças, além de auriculoterapia, sorteios e brindes. [LEIA_TAMBEM]Para a psicóloga da Unidade de Neonatologia do HRC, Denise Percilio, o momento vai além da celebração. “É comum a mulher não se permitir o autocuidado nesse período, seja por cansaço, dor ou falta de rede de apoio. Esse evento mostra que elas não estão sozinhas. A saúde mental materna precisa ser visibilizada, especialmente entre mães que já têm outros filhos ou estão vivenciando isso pela primeira vez”, explicou. Mãe pela quarta vez, Daiane Ferreira, 34, aprovou a iniciativa. “A gente fica muito parada dentro do quarto, isso aqui anima, dá vontade de se cuidar. Adoro essas coisas, já fiz tudo que pude e, se pudesse, ajudava também”, brincou. A psicóloga e assessora da subsecretaria de Saúde Mental da SES-DF, Carolina Leão, finalizou com um recado inspirador: “A maternidade não é só cor-de-rosa. O Maio Furta-Cor fala disso: da maternidade que muda de cor conforme a luz que recebe. Se a mãe recebe apoio, tudo fica mais leve. Toda saúde mental materna importa”, conclui. Política pública fortalecida A ação realizada pelo HRC também vai ao encontro da Lei nº 7.583/2024, que estabelece diretrizes para a Política de Atenção à Saúde Mental Materna no Distrito Federal. A norma reconhece a importância do bem-estar psíquico da mulher durante o pré-natal, perinatal e puerpério, garantindo atenção especial para que as mães possam lidar com o estresse e viver a maternidade de forma mais participativa, saudável e acolhida. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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HTLV: capacitação de servidores busca reduzir riscos de transmissão e garantir cuidado

Como parte da capacitação contínua de servidores da saúde, o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) sediou a palestra HTLV: o que você precisa saber?, direcionada aos profissionais das Regiões de Saúde Oeste e Sudoeste. Promovido pelo Comitê de Transmissão Vertical da Região de Saúde Oeste nesta terça-feira (22), o evento abordou as formas de transmissão, prevenção e o acolhimento adequado de gestantes com diagnóstico positivo para o vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV), uma infecção sexualmente transmissível (IST), da mesma família do vírus da imunodeficiência humana (HIV), que atinge as células de defesa do organismo. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) se destaca por realizar a testagem de todas as gestantes atendidas no pré-natal, estratégia essencial para prevenir a transmissão do vírus de mãe para filho. Apesar de não ser uma doença de alta incidência e, na maioria dos casos, assintomática, o diagnóstico precoce é crucial. Promovido pelo Comitê de Transmissão Vertical da Região de Saúde Oeste nesta semana (22), o evento abordou as formas de transmissão, prevenção e o acolhimento adequado de gestantes com diagnóstico positivo para o vírus linfotrópico de células T humanas (HTLV) | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Desde 2013, o DF disponibiliza o teste diagnóstico e confirmatório para HTLV durante o pré-natal. Além disso, há dois anos, o Laboratório Central de Saúde Pública [Lacen-DF] oferece o exame para a triagem e diagnóstico da população geral, não gestante”, explica Beatriz Luz, da Gerência de Vigilância de Infecções Sexualmente Transmissíveis (Gevist) da SES-DF. Diagnóstico O exame para a detecção do HTLV é realizado no primeiro trimestre da gestação. Segundo Luz, com o diagnóstico precoce, é possível adotar medidas que interrompam a cadeia de transmissão vertical e evitem a contaminação da criança. Nos casos em que a mãe é diagnosticada com o vírus, o Ministério da Saúde recomenda que o teste sorológico seja realizado nas crianças a partir dos 18 meses de idade. Mesmo com o diagnóstico positivo da mãe, o bebê pode não desenvolver a doença. Crianças com diagnóstico positivo devem ser acompanhadas por uma equipe multidisciplinar para monitoramento da evolução do vírus. Para a enfermeira e supervisora do Centro Obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, o treinamento é fundamental aos profissionais que lidam diariamente com gestantes e parturientes. “A iniciativa de discutir o HTLV alerta sobre a necessidade de notificação dos casos e reforça que, embora seja uma doença de baixa prevalência, ela é grave e exige tratamento para proteger o bebê e evitar a transmissão vertical”, afirma. Entre as medidas preventivas está a contraindicação da amamentação, substituída pela oferta de fórmula láctea infantil. “Orientamos a mãe a não amamentar, iniciamos o protocolo para inibir a produção de leite e o Sistema Único de Saúde (SUS) garante o fornecimento das latas de leite para a alimentação do bebê”, explica Sueli. A palestra também contou com a participação da médica e consultora técnica do Ministério da Saúde, Mayra Aragon. “Falar sobre o HTLV é essencial, pois o vírus ainda é pouco conhecido pela população. Além disso, a orientação adequada às gestantes é fundamental para o sucesso das ações de prevenção”, destacou. HTLV Ainda que muitas pessoas permaneçam assintomáticas, o vírus pode causar doenças neurológicas degenerativas, dermatológicas, oftalmológicas, urológicas e até mesmo cânceres, como a leucemia/linfoma de células T do adulto (ATL). O HTLV não tem cura e não há vacinas ou um tratamento com antivirais específicos. A assistência é voltada ao controle das doenças ocasionadas pelo vírus. O tratamento das pessoas infectadas envolve o acompanhamento por uma equipe multiprofissional, que inclui infectologistas, fisioterapeutas, neurologistas, entre outros. A porta de entrada para acompanhamento de pessoas infectadas e testagem de HTLV em gestantes é a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. A prevenção envolve uso de preservativos internos ou externos nas relações sexuais, não compartilhamento de agulhas, seringas ou outros objetos perfurocortantes e, em caso confirmado de HTLV em gestantes e puérperas, não amamentar o bebê, que deve ser alimentado por fórmula infantil. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Reformas na pediatria do Hospital Regional de Ceilândia levam mais conforto a pacientes

As adequações no setor pediátrico do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) estão avançadas. Três enfermarias já passaram por reforma e a quarta está em andamento. Haverá, ainda, obras nos banheiros, recepção, salas de triagem, área de espera e corredores. “Além de ampliar, essas melhorias vão trazer qualidade e humanização ao atendimento, com ambiente direcionado ao bem-estar infantil e materno”, afirma o diretor do HRC, Cézar Renk. O setor pediátrico tem capacidade para internar até 23 crianças, sempre com acompanhante. Em 2024, a unidade hospitalar registrou 5,7 mil internações de pacientes de zero a 14 anos. Já o pronto-socorro pediátrico tem 15 leitos, sendo quatro a pacientes graves e um de isolamento. Três enfermarias já passaram por reforma e a quarta está em andamento. Haverá, ainda, obras nos banheiros, recepção, salas de triagem, área de espera e corredores | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Em adição às melhorias físicas, a Secretaria de Saúde (SES-DF) investiu em itens para o setor. Em dezembro, foram adquiridas 342 cadeiras – para uso de pacientes, servidores e acompanhantes em todos os setores do HRC. Também foram recebidos biombos e carrinhos para o transporte de medicamentos e materiais. O subsecretário de Infraestrutura em Saúde da SES-DF, Leonidio Pinto Neto, destaca que os investimentos vão chegar a outros setores do HRC. “No ambulatório 2, por exemplo, o piso está sendo substituído por completo. Também foi iniciada a reforma das salas de repouso e das enfermarias da maternidade. Outras melhorias incluem a revisão dos alambrados em todo o hospital, o aprimoramento da comunicação visual e a construção de uma rampa de acessibilidade”, detalha. As obras atendem tanto aos requisitos de proporcionar mais conforto a pacientes, acompanhantes e servidores quanto às normas previstas para unidades hospitalares. Em cada área são modernizadas as redes elétrica, hidráulica e de gases, o que inclui rede de vácuo, fornecimento de gás comprimido e de oxigênio. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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GDF contrata 14 mil plantões de pediatria para prontos-socorros de hospitais

A partir de 1º de março, os prontos-socorros pediátricos da rede pública do Distrito Federal contarão com um reforço no atendimento médico. A Secretaria de Saúde (SES-DF) contratou mais de 14 mil plantões de pediatria, a serem realizados por profissionais de empresas privadas nos próximos seis meses. Com investimento de R$ 15 milhões, devem ser contempladas as emergências do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib) e dos hospitais regionais de Ceilândia (HRC), Brazlândia (HRBz), Guará (HRGu), Taguatinga (HRT), Sobradinho (HRS), Planaltina (HRPl) e da Região Leste (HRL), no Paranoá. Com a assinatura do contrato haverá ampliação no atendimento e redução no tempo de espera | Fotos: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A medida busca minimizar o impacto na assistência durante o período de aumento no número de casos de doenças respiratórias. “O reforço é uma ação estratégica para fortalecer a rede de urgência e emergência, garantindo que as crianças recebam um atendimento ágil e eficaz, especialmente durante os períodos de maior demanda”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. As escalas médicas serão organizadas conforme a necessidade de cada unidade, em caráter complementar. A coordenadora de Atenção Especializada à Saúde (Cates) da SES-DF, Julliana Macêdo, explica que com a assinatura do contrato haverá ampliação no atendimento. “Com esse apoio, reduzimos o tempo de espera, aumentamos a capacidade da rede pública e asseguramos que cada criança receba o cuidado necessário no momento certo”, avalia. Estratégias 475 Número de pediatras na Secretaria de Saúde A SES-DF conta, hoje, com 475 pediatras em sua rede. Além da nova contratação de plantões, a pasta já havia adotado outras estratégias para fortalecer a assistência, como nomeações em concurso, mudança de especialidade de médicos com formação em pediatria e ampliação da carga horária de 20 para 40 horas semanais a profissionais interessados. Mesmo com os esforços para recompor o quadro de especialistas, a pediatria é considerada uma especialidade de difícil provimento em todo o Brasil. “Em nosso concurso de 2022, apenas 40% das vagas para a especialidade foram preenchidas. Agora, adotamos a contratação por pessoa jurídica, um modelo já utilizado com sucesso em outros estados e que possui respaldo jurídico”, explica a secretária de Saúde. Atualmente o déficit na rede pública é de cerca de 170 pediatras. Mais investimentos Além do reforço nos plantões, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem expandido o atendimento pediátrico nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), gerenciadas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (Iges-DF). As UPAs de São Sebastião, Ceilândia I, Recanto das Emas e Sobradinho II já oferecem pediatria 24 horas e, em breve, o serviço será ampliado às unidades de Samambaia e Núcleo Bandeirante. Porta de entrada O novo reforço, contudo, não substitui o atendimento na rede de Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que continua sendo a porta de entrada preferencial à assistência infantil. Esses locais contam com médicos e enfermeiros de família capacitados para atender crianças e encaminhá-las aos serviços especializados, quando necessário. Já as unidades hospitalares e de emergência devem ser buscadas para casos urgentes e graves. *Com informações da Secretaria de Saúde

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HRC recebe equipamentos cirúrgicos que somam R$ 2,5 milhões

O projeto de renovação e ampliação do parque tecnológico do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) continua em expansão. A unidade passa a contar, neste início de ano, com dois novos arcos cirúrgicos. Os equipamentos – que somam R$ 2,5 milhões e foram adquiridos por meio de processo licitatório regular – fornecem exames de imagem em tempo real e em alta resolução, permitindo intervenções mais precisas e céleres, além de aumentar a segurança de profissionais e pacientes. A unidade hospitalar da Região de Saúde Oeste (Ceilândia, Brazlândia e Pôr do Sol/Sol Nascente) já conta com dois aparelhos semelhantes em funcionamento. O conjunto contribui para a realização, em média, de dez procedimentos por dia de diferentes especialidades. As novas aquisições permitirão a expansão dos atendimentos em 50%, além de garantir uma estrutura sobressalente, caso necessário. Os aparelhos do Hospital Regional de Ceilândia contribuem para a realização, em média, de dez procedimentos por dia, em diferentes especialidades | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF A instalação dos arcos cirúrgicos está programada para este mês, incluindo testes e adaptações dos ambientes. Haverá um treinamento para capacitar e atualizar a equipe técnica para o manejo adequado do equipamento. Investimento contínuo A série de investimentos ocorrida nos últimos meses tem o intuito de elevar a qualidade do serviço prestado à população. “Equipamentos modernos não apenas aumentam a capacidade técnica do HRC, como também refletem nosso compromisso com a segurança e o bem-estar dos pacientes. Isso contribui para a eficiência dos processos e para a satisfação dos usuários”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. No último mês a unidade investiu R$ 335,8 mil em aquisição de equipamentos e instrumentais. Além de material técnico, o recurso serviu para a compra de quase 350 novas cadeiras para uso de pacientes, servidores e acompanhantes. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Hospital de Ceilândia recebe equipamentos para dar mais segurança aos procedimentos cirúrgicos

As seis salas de cirurgia do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) ganharam novos investimentos. A unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF) recebeu R$ 335,8 mil em aquisições neste mês, boa parte destinada a reforçar a segurança durante os procedimentos cirúrgicos. “O Hospital de Ceilândia é uma unidade estratégica para o atendimento da região mais populosa do Distrito Federal. Mantemos investimentos constantes para garantir o melhor serviço aos pacientes”, afirma a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. O investimento foi realizado por meio do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (PDPAS), iniciativa criada em 2023 para modernizar e desburocratizar compras da SES-DF. Salas de cirurgias do HRC vão receber equipamentos para permitir cirurgias por vídeo | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Equipamentos para cirurgias Do montante total, R$ 59,8 mil foram destinados somente para a compra de dois bisturis elétricos com microprocessadores. Outros R$ 59,9 mil foram investidos na aquisição de cinco câmaras para a conservação de medicamentos e outros itens. “Os equipamentos e instrumentais adquiridos somados ao trabalho das equipes melhoram ainda mais os resultados terapêuticos dos pacientes”, afirma a diretora do HRC, Luisa Bernardes. Mais de R$ 50 mil foram investidos em itens para cirurgias por videolaparoscopia. “Esses instrumentais e equipamentos específicos permitem procedimentos mais atualizados, menos invasivos, o que acaba repercutindo em resultados mais satisfatórios tanto para as equipes quanto para os pacientes”, completa a médica. O investimento também deve beneficiar outras áreas do HRC. Foram adquiridas 342 cadeiras – para uso de pacientes, servidores e acompanhantes. Neste mês, também foram recebidos biombos e carrinhos para transporte de medicamentos e materiais. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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HRC promove ação de sensibilização de servidores sobre cuidados paliativos

A Comissão de Cuidados Paliativos do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) promoveu, na terça-feira (15), uma ação de sensibilização voltada aos servidores da unidade. A medida é um dos eventos previstos na Semana de Cuidados Paliativos da Superintendência de Saúde Oeste (SRSOE), que ocorre de 15 a 18 de outubro. De acordo com a nutricionista do HRC, Patrícia Freire, a intenção é desmistificar alguns termos e preconceitos. “Mesmo diante de uma doença que tem cura, o indivíduo pode passar por momentos de grande sofrimento, em qualquer das dimensões. Daí a necessidade desse olhar mais amplo por uma equipe multiprofissional especializada, para fazer controle rigoroso de sintomas e cuidar desses sofrimentos”, explicou. Realizada de forma itinerante nas enfermarias, com abordagens individuais e coletivas, as intervenções contaram com auxílio de dois guarda-chuvas, símbolo dos cuidados paliativos | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Realizada de forma itinerante nas enfermarias, com abordagens individuais e coletivas, as intervenções contaram com auxílio de dois guarda-chuvas, símbolo dos cuidados paliativos. “O cuidado paliativo é representado pelo guarda-chuva. Embora possa parecer precoce oferecer cuidados paliativos, o curso da doença pode ser como a chuva, difícil de prever. Diante do tratamento curativo, é possível usar o guarda-chuva num momento de sofrimento, serviço que é justamente oferecido pela equipe especializada”, completou a nutricionista. A especialista destaca que a abordagem multidisciplinar é indicada não somente para pacientes em estado terminal e os cuidados paliativos devem ser incluídos no tratamento desde o diagnóstico. A abordagem vai além dos sintomas físicos, ajudando no controle da dor, náusea, fadiga e falta de ar, por exemplo, como também de sintomas emocionais e sociais. A motorista de ambulância, Ana Cláudia Boto, observou atentamente a exposição e aprofundou conhecimentos sobre a medida. “É uma oportunidade de aprender mais sobre uma coisa que vemos todos os dias. Às vezes, não sabemos e é muito importante essa orientação mais esclarecedora”, elogiou. Os atendimentos especializados em cuidados paliativos na SES-DF podem ocorrer com avaliações de equipes consultoras em cuidados paliativos nos hospitais regionais, internação em enfermaria especializada no Hospital de Apoio de Brasília (HAB) ou atendimento ambulatorial em cuidados paliativos A vontade do paciente A assistente social do HRC, Shirley Rocha, conta que uma paciente atendida pela equipe em 2018 foi diagnosticada com HIV. Apesar de fazer o tratamento no HRC, ela era de Recife e mantinha o desejo de retornar para sua cidade natal. “Ela tinha uma possibilidade de morte muito próxima, mas queria voltar para casa. Acionamos a família, o estado e empresas aéreas para que ela pudesse realizar isso. Ela faleceu junto à família alguns meses depois, mas essa dor social dela foi amenizada”, relatou a profissional. Já a fisioterapeuta Maria Betânia Vieira ressaltou a importância do trabalho de conscientização. “Precisamos entender que cuidado paliativo precisa ser indicado desde o início da doença. É como se tivesse um braço curativo e um braço paliativo que cuida dessa dimensão de sofrimento. Receber cuidados paliativos não significa que não haja mais nada a fazer, pelo contrário, há muito o que fazer”, alertou. Os atendimentos especializados em cuidados paliativos na SES-DF podem ocorrer com avaliações de equipes consultoras em cuidados paliativos nos hospitais regionais, internação em enfermaria especializada no Hospital de Apoio de Brasília (HAB) ou atendimento ambulatorial em cuidados paliativos. A equipe multiprofissional pode contar com médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, nutricionistas, fonoaudiólogos, odontólogos e farmacêuticos. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Internada, paciente cola grau no Hospital Regional de Ceilândia

O Hospital Regional de Ceilândia (HRC) foi palco de um momento singular. Internada há quase dois meses, Rosa Cândida Lopes Viana, 27, colou grau nesta terça-feira (15) na própria unidade de saúde e, hoje, é a mais nova licenciada em terapia ocupacional pela Universidade de Brasília (UnB). A ação mobilizou uma equipe multidisciplinar do hospital e da instituição educacional. Rosa ficou na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) por quase um mês, onde passou por uma intubação e posterior traqueostomia – procedimento cirúrgico que consiste na abertura da parede da traqueia para permitir a passagem de ar aos pulmões. Em seguida, foi transferida à clínica médica e não pôde comparecer à solenidade de formatura no início deste mês. As limitações, no entanto, não impediram a realização do sonho: “Estou me sentindo realizada. Foi uma temporada de batalha, mas no final deu tudo certo. A vida tem coisas boas e temos que dar valor. Sou muito agradecida pelo esforço e carinho de todos”, comemorou. A ação mobilizou uma equipe multidisciplinar do hospital e da UnB | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A unidade preparou um auditório especialmente para a data. Vestida com a beca, a formanda entrou ao som da música religiosa Sou um milagre. Emocionada, realizou o juramento utilizando válvula fonatória, adaptada pela equipe de fonoaudiologia – responsável pela reabilitação da deglutição e da comunicação oral. “É maravilhoso ver esse sonho se concretizar. Ela é muito esforçada e inteligente. Estou grata também pelo HRC ter proporcionado esse momento, mostrando um lado humanizado. As pessoas só falam do que falta, mas eu me senti amparada, assim como ela”, contou a mãe de Rosa, Eliete Lopes. A docente de terapia ocupacional da UnB Caroline de Oliveira Alves foi professora e orientadora de Rosa e reforçou que saúde não se resume ao bem-estar físico, mas a um olhar para o indivíduo como um todo. “Há um marco importante quando pensamos na perspectiva do Sistema Único de Saúde (SUS) e da humanização. Essa ação tem uma visibilidade muito importante porque vemos o indivíduo para além da doença, entendemos que o hospital é um lugar de tratamento mas de celebração dentro das possibilidades, que é o caso”, concluiu. A unidade preparou um auditório especialmente para a data. Vestida com a beca, a formanda entrou ao som da música religiosa Sou um milagre. Emocionada, realizou o juramento utilizando válvula fonatória, adaptada pela equipe de fonoaudiologia Recuperação A terapeuta ocupacional Ísis Caroline acompanha a situação de Rosa, que já iniciou a reabilitação para voltar a se alimentar e a se vestir com independência, assim como realizar a assinatura da outorga. “Ela melhorou exponencialmente depois que soube da colação. Foi um caso diferente: por ser estudante de terapia ocupacional, especialidade que temos aqui, acabamos nos comovendo ainda mais”, admitiu a profissional. Também presente na cerimônia, o diretor do campus Ceilândia da UnB, João Paulo Chieregato, apontou que a colação de Rosa no HRC simboliza uma vitória e foi um feito inédito. “Acompanhamos a batalha de Rosa e ela conseguiu ressignificar esse momento não só com a perspectiva da evolução no hospital, mas na sociedade. Agora diplomada, poderá contribuir muito pela experiência e trajetória que ela tem a oferecer”, avaliou. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Inaugurada reforma da cozinha do Hospital Regional de Ceilândia

O cuidado com a estrutura da saúde pública do Distrito Federal passa pelas grandes e pelas pequenas obras, como a reforma da cozinha do Hospital Regional de Ceilândia (HRC), inaugurada nesta quinta-feira (11). A área da principal unidade de saúde da maior cidade da capital foi completamente reformulada após receber investimento de R$ 1,1 milhão. A cozinha tem capacidade para produção de aproximadamente 3,2 mil refeições diárias, incluindo café da manhã, colação, almoço, lanche, jantar e ceia. É deste local que saem as refeições para os pacientes internados no Hospital Cidade do Sol e para o Centro de Atenção Psicossocial (Caps) da região. A governadora em exercício Celina Leão ressaltou que essa obra “dá dignidade tanto para o trabalhador como para os usuários do SUS” | Fotos: Renato Alves/ Agência Brasília Todo o espaço físico da cozinha foi reformado, e o custeio veio do contrato de manutenção do hospital. Foi feita a renovação da parte elétrica, hidráulica, esgoto, gás encanado e no layout. O GDF também renovou a câmara fria, banheiro, almoxarifado e coifa, além de adquirir novas bancadas e motores. A obra contemplou, ainda, piso, revestimento total da parede, novas portas de acesso e novo acesso de alimentos. Não houve aumento do espaço e a cozinha continua com 328 m². Ao inaugurar a obra, a governadora em exercício Celina Leão lembrou que o GDF tem cuidado de outras unidades da rede pública de saúde. “A obra dá dignidade, tanto para o trabalhador como para os nossos usuários do SUS. Ter um ambiente adequado para a produção de alimentos cumpre, inclusive, pré-requisitos da vigilância sanitária. Esse hospital é da década de 1980, então ele tem passado por várias reformas. Essa é uma grande entrega para nós, apesar de ser uma obra pequena, mas ela é muito simbólica, porque ela dá dignidade. São oito cozinhas que nós já reformamos no nosso governo”, disse Celina Leão. Outras reformas A cozinha do HRC passou por reforma na parte elétrica, hidráulica, esgoto, gás encanado e no layout Em agosto de 2023, o GDF entregou a reforma e modernização da cozinha do Hospital de Base, que, juntamente do refeitório, estava há mais de 40 anos sem receber intervenções nas estruturas. Na época, foram investidos R$ 675 mil. Outro hospital que passou por reforma é o Regional de Planaltina. Só na nova subestação de energia elétrica foi investido R$ 1,3 milhão. Por lá também está sendo feito o novo bloco auxiliar. Com dois pavimentos, ele terá 30 leitos de enfermaria adulto, 13 leitos de internação pediátrica, nove leitos de UTI e nove cadeiras para diálise. Já o Hospital Regional de Brazlândia, datado da década de 1970, vai passar por uma reconstrução e se adaptar às normas e à realidade atual, inclusive com o aumento de leitos de 26 para 60. Para tanto, estão sendo investidos R$ 20,8 milhões nesta obra.

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