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Hospital Regional do Gama (HRG)

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Hospital Regional do Gama recebe mais de R$ 2 milhões em reformas

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   O Hospital Regional do Gama (HRG), responsável pelo atendimento de mais de um milhão de pessoas da Região de Saúde Sul do Distrito Federal — onde estão Gama, Ponte Alta e Santa Maria —, está recebendo investimentos de mais de R$ 2 milhões. Nesta segunda-feira (21/09), a governadora do Distrito Federal, Celina Leão, participou de uma visita técnica para acompanhar a execução das atividades. Fundado em 1967, o HRG passa por diferentes frentes de intervenções: melhorias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI); no Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi); na Urologia; reformas na cozinha e refeitório; e radiologia. Além disso, o hospital recebe a instalação de um novo tomógrafo: com este, 900 novos atendimentos poderão ser ofertadas por mês para a população. “Esse tomógrafo novo, que é uma determinação minha [que todo hospital receba um aparelho novo], além de atender os [atuais] pacientes, vai conseguir ofertar para a rede pública 900 vagas por mês. Vai melhorar a qualidade do atendimento e a regulação daqueles que esperam na fila por esse procedimento”, explicou Celina. O Hospital Regional do Gama (HRG), responsável pelo atendimento de mais de um milhão de pessoas do Gama, Ponte Alta e Santa Maria, está recebendo investimentos de mais de R$ 2 milhões | Fotos: Paulo H. Carvalho A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) ganhou 10 novos leitos, uma nova cobertura e passou por adequações internas, com previsão de substituição dos armários e instalação de balcão. De acordo com a governadora do Distrito Federal, os leitos criados serão usados também para dar suporte a pacientes que necessitem de hemodiálise. O Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (NVEPI) também está passando por revitalizações, como adequação do teto e instalação de portas e janelas de vidro. A governadora ressalta que o Nvepi é responsável pelo armazenamento e distribuição de imunizantes na região. A Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) ganhou mais 10 leitos, uma nova cobertura e passou por adequações internas, com previsão de substituição dos armários e instalação de balcão   “A central de frio e os medicamentos precisam de uma adequação diferenciada. Aqui é uma central que vai ter todas as vacinas que serão distribuídas nessa região. [O espaço] está sendo reformado com o objetivo de melhor distribuição e armazenamento desses medicamentos, que são de alto custo, caros”, comentou a chefe do executivo. Na área da urologia, adequações elétricas, recuperação das paredes e preparação para os acabamentos estão em curso; a cozinha terá correções nas redes elétricas, hidráulicas, sanitárias e de drenagem, com recomposição das áreas afetadas; por fim, a radiologia passou por adequação plumbífera (blindagem radiológica) e dos acessos, rebaixamento do teto, pontos de rede, novo quadro elétrico e adaptação do comando central de raios X. “A central de frio e os medicamentos precisam de uma adequação diferenciada. Aqui é uma central que vai ter todas as vacinas que serão distribuídas nessa região" Governadora Celina Leão Até 20 de setembro, R$ 495.071,70 tinham sido aplicados nos reparos do hospital. Ao término das reformas, a projeção é de que o montante chegue a mais de R$ 2 milhões de investimento. Para o diretor do HRG, Ruber Paulo Gomes, que está à frente do hospital há três anos, as intervenções na unidade, elaboradas e executadas em parceria com o GDF, têm possibilitado maior qualidade na assistência à saúde da região Sul e Entorno. “Nossa função é tentar melhorar o espaço físico para que a gente possa atender a população e, com isso, dar uma melhor qualidade de atendimento e resolver os problemas. O Gama é uma referência no sul do Distrito Federal em várias frentes. Por exemplo, a gente é referência em ortopedia, e não atendemos apenas à rede da região sul, mas de todo o DF, de qualquer região”, observou. O novo HRG A nova unidade hospitalar do Gama está em fase inicial de elaboração, com o estudo preliminar em andamento. O hospital receberá R$ 340 milhões de investimento e será construído em um terreno de 97.700 metros quadrados, com mais de 37.700 metros quadrados de área total construída. A previsão é de que o novo espaço tenha 428 leitos, sendo 353 para internação adulta (ginecológica, clínica médica, cardiológica, cirúrgica, ortopédica, pneumológica, fisiológica, prisional feminina); 30 leitos de internação pediátrica, 30 leitos de UTI e 15 leitos de Unidade de Cuidado Intermediário Neonatal (Ucin).

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Novo tomógrafo do Hospital do Gama triplica capacidade de exames

O Hospital Regional do Gama (HRG) ampliou a capacidade de exames de imagem com a entrega de um novo tomógrafo computadorizado multislice de 64 canais. Nesta quinta-feira (2), a governadora Celina Leão inaugurou o equipamento, no qual foram investidos R$ 2,3 milhões. Durante a cerimônia, a chefe do Executivo destacou que a saúde pública tem sido prioritária nas agendas de governo e que o novo aparelho é uma grande entrega para o Gama: “Esse tomógrafo de última geração é para pararmos de transportar pacientes e também termos laudos rápidos, modernos e mais tecnológicos. Essa é mais uma entrega que demonstra o nosso compromisso com a saúde pública, mas principalmente com aquilo que eu tenho falado, que é a reposição de mão de obra, estrutura física para trabalhar e esse olhar mais próximo da população”. Com o novo equipamento, o hospital passa a fazer até 1,5 mil tomografias por mês, três vezes mais do que a capacidade do antigo aparelho de 12 canais. A expectativa é reduzir o tempo de espera por exames. A nova máquina tem capacidade para suportar até 300 kg. Nesta quinta-feira (2), a governadora Celina Leão inaugurou o equipamento, no qual foram investidos R$ 2,3 milhões | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília Diagnóstico avançado O novo tomógrafo produz imagens com maior resolução. A tecnologia garante diagnósticos mais precisos e contribui para o início mais rápido do tratamento. O equipamento será utilizado nos atendimentos de urgência e emergência, internação, ambulatórios e pediatria. Também permitirá a realização de exames com e sem contraste, angiotomografias, estudos vasculares, reconstruções tridimensionais e tomografias cardíacas e coronarianas.   Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, o novo equipamento reforça a estrutura do Hospital Regional do Gama, que já é referência em ortopedia e no protocolo de AVC, além de ampliar a capacidade de atendimento com tecnologia mais moderna. “Esse equipamento é um divisor de águas para o diagnóstico e é essencial para o início do tratamento. Quando os tomógrafos mais antigos precisavam de manutenção, ficavam muito tempo parados, até pela dificuldade de peças. Isso obrigava o deslocamento de pacientes para outras unidades, com custo, riscos e atraso no atendimento. Agora, a modernização traz mais segurança para o paciente e mais agilidade para as equipes”, observou. Infraestrutura renovada Para receber o novo aparelho, o HRG passou por adequações na infraestrutura. A sala de exames foi reformada e recebeu intervenções na rede elétrica, climatização e proteção radiológica, além da instalação de mobiliários e equipamentos complementares. A tecnologia garante diagnósticos mais precisos e contribui para o início mais rápido do tratamento O diretor do HRG, Ruber Paulo Gomes, destacou a tecnologia de ponta do novo aparelho. “Este tomógrafo é extremamente tecnológico, é de 64 canais, mas espelha mais 64, então podemos dizer que é de 128 canais. Ele vai dar um volume de atendimento muito maior; eu consigo fazer muito mais exames nesse tomógrafo do que no outro que a gente tem, que também é muito bom, mas está em defasagem tecnológica. Com isso, vamos conseguir aumentar a oferta à população não só do Gama, mas da região Sul do Distrito Federal, porque somos a unidade que mais oferta exames de tomografia ao complexo regulador”, descreveu o gestor, ao exemplificar os atendimentos. “Nós também somos o único hospital do DF que faz tomografia de coronária. Com esse aparelho, com mais qualidade, vamos conseguir o diagnóstico mais rápido. Esse exame é preventivo para evitar infarto do miocárdio. Na tomografia de coronária, é possível visualizar as obstruções das artérias coronárias antes que elas entupam e fazer uma prevenção. Isso dá um diagnóstico mais seguro ao paciente e mais tranquilidade a toda a população”, concluiu o diretor. Do investimento total, R$ 2,21 milhões foram destinados à compra do tomógrafo, R$ 57,2 mil às obras de adequação e R$ 33,5 mil à aquisição de aparelhos de ar-condicionado. Os recursos são provenientes de emenda parlamentar da senadora Leila Barros, apresentada em 2024, no valor total de R$ 2,57 milhões. *Colaborou Jak Spies

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Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ceilândia

Os atendimentos oferecidos pela carreta do programa Agora Tem Especialistas, instalada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), começaram nesta semana. Com foco no diagnóstico precoce de doenças e a definição de tratamentos, a ação é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) com o apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (de camiseta amarela), visitou as instalações do serviço móvel neste sábado | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”   Raquel Mesquita, subsecretária de Atenção Integral à Saúde  Neste sábado (13), a estrutura recebeu a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de gestores da SES-DF.  Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade móvel de saúde oferta exames de tomografia e ultrassonografia para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados e encaminhados pela SES-DF. Somadas, a cada semana, serão oferecidas quase 600 vagas. Os exames de ultrassonografia são exclusivos para pacientes da Região de Saúde Oeste, que compreende Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”, afirma a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita.  Agendamentos [LEIA_TAMBEM]Os atendimentos do programa Agora Tem Especialistas no HRC tiveram início na segunda-feira (8). A previsão é que continue no local por 60 dias. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Neste sábado, foram agendados 15 pacientes. Esta é a sexta unidade móvel em operação no Distrito Federal. Nas primeiras quatro, mais de 5,7 mil pessoas foram atendidas. Outra carreta do programa, voltada para a saúde da mulher, está atualmente instalada no estacionamento do Hospital Regional do Gama (HRG).   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Com apoio da FAPDF, projeto usa dados e inteligência artificial para otimizar gestão hospitalar no DF

A saúde pública do Distrito Federal está prestes a dar um salto tecnológico significativo. Um projeto apoiado pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do Programa Desafio DF (2025), propõe a criação de uma plataforma inteligente capaz de acompanhar, em tempo real, toda a jornada do paciente dentro do sistema de saúde — da entrada no hospital até a alta. Intitulada “Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente”, a iniciativa é coordenada pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP) e será inicialmente implementada no Hospital Regional do Gama (HRG), com previsão de expansão para outras unidades da rede pública. A previsão para o início da implementação é em setembro deste ano. À frente do projeto está o coordenador Marcelo Estrela Fiche, pesquisador com trajetória consolidada na área de economia aplicada, gestão pública e inovação, com experiência em órgãos estratégicos do Governo Federal e atuação em projetos voltados para a transformação digital e para o uso de dados na administração pública. “A ciência não está restrita aos laboratórios, ela está à disposição da população para resolver problemas reais. É isso que a FAPDF promove ao investir em pesquisa aplicada e tecnologia: transformar conhecimento em soluções concretas que melhoram a saúde pública no Distrito Federal", destaca Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF.  Mais do que digitalizar processos, o projeto propõe uma mudança estrutural: sair de um modelo reativo — em que problemas são identificados apenas depois que acontecem — para um modelo preditivo, capaz de antecipar riscos e evitar falhas assistenciais. A implementação da solução deve gerar impactos significativos na rede pública de saúde do DF | Foto: Divulgação/FAPDF Da fragmentação à inteligência integrada Hoje, grande parte do atendimento na rede pública ocorre de forma fragmentada, com informações distribuídas em diferentes sistemas que não “conversam” entre si — um problema conhecido como falta de interoperabilidade, ou seja, a incapacidade de diferentes plataformas digitais compartilharem dados de forma integrada. Esse cenário contribui para atrasos em exames, falhas na administração de medicamentos, dificuldades de acompanhamento de pacientes em risco e aumento do tempo de internação. Para enfrentar esse desafio, o projeto propõe uma plataforma capaz de integrar, em tempo real, dados assistenciais, operacionais e administrativos, criando uma visão completa e contínua do paciente. Na prática, isso se materializa na criação de um perfil clínico unificado, que reúne exames, prescrições, internações e atendimentos em um único ambiente. Essas informações são organizadas em um datalake — um grande repositório que permite armazenar dados em diferentes formatos e analisá-los de forma integrada — alimentado por processos de ETL (Extract, Transform, Load), que extraem dados de múltiplas fontes, padronizam essas informações e as consolidam em um sistema central. A iniciativa é coordenada pela Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP) e será inicialmente implementada no Hospital Regional do Gama (HRG) | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF A partir dessa base integrada, a solução incorpora inteligência artificial (IA) clínica, que utiliza algoritmos para analisar grandes volumes de dados e identificar padrões que podem indicar riscos à saúde do paciente. Essa análise combina dados estruturados, como resultados de exames, com dados não estruturados, como anotações médicas, ampliando a capacidade de detecção de problemas. Com isso, o sistema consegue identificar precocemente sinais de agravamento — como risco de sepse (infecção grave que pode afetar o funcionamento de todo o organismo) ou insuficiência respiratória — e acionar automaticamente protocolos assistenciais. Além disso, a plataforma atua como uma camada de supervisão contínua: ao identificar atrasos ou inconsistências, envia alertas em tempo real para as equipes responsáveis. Se um exame ultrapassar o tempo previsto, por exemplo, o sistema notifica imediatamente os profissionais envolvidos, permitindo ação rápida e reduzindo falhas assistenciais. Segurança, gestão e inteligência para decisões públicas Como o projeto envolve o tratamento de dados sensíveis, a segurança da informação é um eixo central. Para isso, são utilizados mecanismos como anonimização, que impede a identificação direta do paciente, e blockchain, tecnologia que registra todas as operações de forma imutável e rastreável, garantindo transparência e integridade das informações. “A ciência não está restrita aos laboratórios, ela está à disposição da população para resolver problemas reais. É isso que a FAPDF promove ao investir em pesquisa aplicada e tecnologia: transformar conhecimento em soluções concretas que melhoram a saúde pública no Distrito Federal" Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF A solução também está alinhada à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando o uso ético e seguro das informações. Além do acompanhamento individual, o sistema incorpora um módulo de inteligência epidemiológica, capaz de analisar dados em escala populacional para identificar surtos, mapear padrões regionais de atendimento e prever aumentos de demanda por determinados serviços. Isso permite que a gestão pública atue de forma antecipada, organizando recursos, equipes e infraestrutura com base em evidências.  A implementação da solução deve gerar impactos significativos na rede pública de saúde do DF, tanto do ponto de vista clínico quanto operacional, com redução de eventos adversos, diminuição do tempo de internação e melhoria no uso de recursos hospitalares. Inovação aplicada à saúde pública e estratégia de transformação digital A proposta integra o Programa Desafio DF, iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) voltada para o desenvolvimento de soluções inovadoras para desafios concretos da gestão pública, com foco na aplicação prática do conhecimento científico e tecnológico. Com investimento superior a R$ 3,8 milhões e execução prevista ao longo de 12 meses, o projeto de monitoramento da jornada do paciente se insere nesse contexto como uma iniciativa estruturante, capaz de redefinir a forma como o cuidado em saúde é planejado, executado e avaliado no Distrito Federal.   *Com informações da FAPDF

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Hospital Regional do Gama passa a realizar exame para avaliação auditiva de recém-nascidos

Referência em número de partos no Distrito Federal, a maternidade do Hospital Regional do Gama (HRG) ampliou a assistência oferecida aos recém-nascidos com a implantação de um novo exame para avaliação da saúde auditiva: o Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico (Peate), ou Bera (do inglês, Brainstem Evoked Response Audiometry), como é popularmente conhecido. Desde o início de fevereiro, o Peate passou a ser realizado ainda durante a internação, antes da alta hospitalar, com resultado e laudo no mesmo dia para bebês com indicadores de risco para deficiência auditiva. A coordenadora de fonoaudiologia da maternidade do HRG, Maria Paula Toledo, explica que a novidade representa um avanço importante no cuidado neonatal. “O HRG é, historicamente, um dos hospitais que mais realiza partos no DF, com mais de 300 por mês. Antes, realizávamos apenas o teste padrão da orelhinha. Agora, também estamos fazendo o Peate, que é um exame mais detalhado”. O Peate é um exame complementar ao teste da orelhinha e faz parte da triagem neonatal. Ele é indicado para recém-nascidos que apresentam indicadores de risco para perda auditiva | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Triagem neonatal O Peate é um exame complementar ao teste da orelhinha e integra a triagem neonatal, que inclui ainda os testes do olhinho, da linguinha, do coraçãozinho e do pezinho. Ele permite avaliar, de forma precoce, a integridade do sistema auditivo. Segundo a fonoaudióloga da maternidade do HRG, Priscila Oliveira, anteriormente os bebês eram encaminhados para outras unidades de saúde após a alta hospitalar. “Enfrentávamos uma taxa elevada de faltas, principalmente pela dificuldade de deslocamento das mães. Com a realização do exame aqui no HRG, o processo ficou mais ágil e acessível”, explica. [LEIA_TAMBEM]Como é feito O fluxo começa com o teste da orelhinha. Em caso de falha, é feito o reteste com o Peate. Para a realização do procedimento, é importante que o bebê esteja calmo, preferencialmente dormindo. Eletrodos são colocados na testa, nas bochechas e na nuca, e um dispositivo semelhante a um fone de ouvido é posicionado em cada orelha. O equipamento emite estímulos sonoros e registra a resposta elétrica do nervo auditivo, identificando eventuais alterações. Persistindo a falha, o recém-nascido é encaminhado ao serviço de saúde auditiva por meio do Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde. O equipamento possui tecnologia avançada que possibilita a avaliação de ambas as orelhas simultaneamente. O exame pode ser feito a partir das 30h de vida do bebê Entre os bebês atendidos está Maria Hellena Silva, com apenas quatro dias de vida, que realizou o Peate por apresentar indicador de risco. Para a mãe, Tatiara dos Santos, 31 anos, o novo serviço trouxe mais tranquilidade. “Saber que minha filha pôde fazer o exame aqui mesmo, sem precisar ir para outro hospital, foi um alívio. A gente se sente mais segura fazendo tudo ainda na maternidade”, diz. A chefe do Núcleo de Saúde Funcional do HRG, Kássia Araújo, ressalta que a audição é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da comunicação. “Identificar precocemente possíveis perdas auditivas permite iniciar intervenções no momento certo, aumentando as chances de sucesso antes da fase escolar. A Secretaria de Saúde oferece um fluxo de atendimento para assegurar que as crianças recebam o suporte necessário antes do início da alfabetização”, acrescenta. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Rede pública amplia estrutura de nefrologia e moderniza atendimento em hemodiálise no DF

A rede pública de saúde do Distrito Federal passou por uma reestruturação no atendimento em nefrologia, com modernização de espaços, aquisição de novos equipamentos e atualização dos sistemas de filtragem de água utilizados na hemodiálise. As intervenções ampliaram a capacidade de atendimento e reforçaram a assistência a pacientes renais em diferentes unidades hospitalares. Nos hospitais regionais de Taguatinga e do Gama, a modernização elevou a oferta de sessões mensais de hemodiálise de 774 para 2.220. A ampliação foi possível com a substituição das máquinas, a renovação dos sistemas de filtragem avançada e a readequação das áreas de tratamento, garantindo mais segurança e eficiência no procedimento. O setor de nefrologia do HRT ganhou novos pontos de hemodiálise e sistema de osmose reversa | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  No Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o setor de nefrologia passou por reforma completa, com novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações elétricas e a troca integral do sistema de osmose reversa, responsável pela purificação da água utilizada no tratamento. Considerado essencial para a segurança dos pacientes, o equipamento assegura padrões rigorosos de qualidade no procedimento. O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade passou de 50 para 140 vagas, ampliando significativamente a oferta de tratamento. No Hospital Regional do Gama (HRG), o novo setor de nefrologia também foi modernizado, com investimento de cerca de R$ 3 milhões. A reestruturação incluiu sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, novas máquinas de hemodiálise, monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais e manutenção elétrica, hidráulicas e de climatização. O novo setor de nefrologia do HRG recebeu investimento de R$ 3 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com as intervenções, a capacidade hospitalar do HRG dobrou, passando de 20 para 40 vagas. A unidade também passou a oferecer suporte dialítico para pacientes no box de emergência e ampliou para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise, fortalecendo o atendimento a casos críticos. A ampliação da estrutura permite reduzir o tempo de espera, evitar transferências desnecessárias entre unidades e garantir continuidade do tratamento após a alta da UTI. As mudanças também aumentam o giro de leitos e possibilitam atender mais pacientes com segurança e agilidade. Somente em 2025, o Hospital Regional de Taguatinga realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise, consolidando-se como o maior serviço de nefrologia do Distrito Federal e referência regional no tratamento de pacientes renais.

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Vice-governadora Celina Leão inaugura ala de nefrologia do HRT e destaca ampliação da hemodiálise no DF

A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, visitou nesta segunda-feira (16) a nova ala de nefrologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT), que passou por reforma completa e já está em funcionamento. Durante a agenda, Celina Leão conheceu a estrutura modernizada e acompanhou de perto a ampliação da capacidade de atendimento em hemodiálise na rede pública de saúde. “Toda a área de nefrologia da nossa rede pública foi reestruturada. Todos os nossos hospitais receberam máquinas novas, todas elas foram trocadas, e agora seguimos com a reestruturação física das unidades. Já inauguramos nos hospitais do Gama e Taguatinga e o próximo será o de Sobradinho”, afirmou. A reestruturação do setor faz parte da estratégia deste Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer a assistência aos pacientes renais. Com a manutenção feita no HRT e no Hospital Regional do Gama (HRG), a capacidade conjunta de atendimento hospitalar saltou de 70 vagas para 180 vagas de hemodiálise, um crescimento de 157%.  Celina Leão: "Todos os nossos hospitais receberam máquinas novas, todas elas foram trocadas, e agora seguimos com a reestruturação física das unidades" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O governo também prepara um novo edital de credenciamento para ampliar a participação de clínicas particulares e aumentar a oferta de vagas. “Revisitamos e melhoramos o edital em vários aspectos para torná-lo mais atrativo. A previsão é publicá-lo nos próximos dias, com expectativa de ampliar em cerca de 700 vagas e chegar à plenitude do atendimento”, explicou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda.   O maior centro de nefrologia do Centro-Oeste No Hospital Regional de Taguatinga, a unidade de nefrologia passou por uma reforma completa. O espaço recebeu novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações na infraestrutura elétrica e a troca integral do sistema de osmose, etapa fundamental para garantir segurança e qualidade no tratamento. O sistema de osmose reversa é considerado o “coração” da hemodiálise, responsável pela purificação extrema da água utilizada no procedimento e pela eliminação de impurezas, assegurando padrões rigorosos de segurança para pacientes com insuficiência renal. A expectativa é que todos os hospitais da rede recebam esse equipamento.   O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade passou de 50 para 140 vagas, ampliando significativamente a oferta de tratamento. A médica Iara Campos de Carvalho ressalta que as novas máquinas trarão mais conforto para pacientes e servidores A médica nefrologista e gerente de serviços de internação da Secretaria de Saúde, Iara Campos de Carvalho, destacou o impacto técnico das melhorias. “A gente renovou a osmose, que hoje é de duplo passo, muito moderna, trazendo mais segurança para o paciente porque é ela que produz a água usada na hemodiálise. Além disso, foi renovada toda a parte dos tubos e o setor ficou totalmente revitalizado, com mais conforto para servidores e pacientes”, explicou. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, ressaltou que a modernização também melhora a organização da rede hospitalar. “Essa reestruturação permite girar mais leitos, porque conseguimos tirar o paciente da UTI para o serviço de nefrologia com assistência adequada. Isso aumenta a capacidade de atendimento e melhora a qualidade da assistência para todos os pacientes”, afirmou. Em 2025, o HRT já realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise, consolidando-se como o maior centro de nefrologia do Centro-Oeste e o maior serviço do Distrito Federal. Inaugurado em 1974, o hospital é referência em diversas áreas da saúde pública e foi a primeira unidade da rede a contar com Banco de Leite Humano, implantado em 1978. Ampliação também no HRG No Hospital Regional do Gama (HRG), o novo setor de nefrologia começou a receber pacientes na última semana, após investimento de aproximadamente R$ 3 milhões. Juracy Lacerda: “Essa reestruturação permite girar mais leitos, porque conseguimos tirar o paciente da UTI para o serviço de nefrologia com assistência adequada” A reestruturação incluiu troca integral do sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, aquisição de 16 novas máquinas de hemodiálise, novos monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais, além de adequações elétricas, hidráulicas e de climatização. [LEIA_TAMBEM]Com a modernização, a capacidade oficial hospitalar dobrou, passando de 20 vagas para 40 vagas. Além das vagas regulares, o HRG passou a oferecer suporte dialítico para dois pacientes por turno no box de emergência e ampliou o atendimento para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise, fortalecendo o cuidado aos pacientes críticos. Segundo a vice-governadora Celina Leão, a ampliação da estrutura segue um planejamento para toda a rede. “O objetivo é ter 100% dos leitos de UTI com suporte para hemodiálise e evitar transferências desnecessárias, garantindo mais cuidado e eficiência na rede”, destacou. O investimento na ampliação contribui diretamente para a continuidade do tratamento após a alta da UTI e para o aumento do giro de leitos, permitindo que mais pacientes sejam atendidos com segurança e agilidade.  

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DF amplia em 157% a oferta de hemodiálise e garante 180 vagas para pacientes renais

O Distrito Federal registrou um marco histórico na assistência aos pacientes renais. Com a reestruturação dos setores de nefrologia dos hospitais regionais de Taguatinga (HRT) e do Gama (HRG), a capacidade conjunta de atendimento saltou de 70 para 180 vagas para hemodiálise. O crescimento de 157% na oferta hospitalar do tratamento é fruto de um investimento de R$ 4,7 milhões por parte do Governo do Distrito Federal (GDF) para modernizar, ampliar e fortalecer o acesso ao atendimento especializado na rede pública de saúde. Maior centro de nefrologia do Centro-Oeste e o maior serviço de hemodiálise do DF, o  Hospital Regional de Taguatinga (HRT) é referência no Brasil. Para a diretora de Serviços de Internação da Secretaria de Saúde, Emanuelle Ferreira Lustosa, a ampliação representa um marco para a rede pública. “O HRT é o nosso maior serviço de nefrologia e estamos aqui hoje reinaugurando esse espaço. Os pacientes terão acesso melhor e de qualidade. Todos aqueles que têm problemas renais crônicos que necessitam de suporte terão um espaço mais acolhedor para serem atendidos”, afirma. O espaço do HRT destinado à nefrologia passou por uma reforma completa, com inovação no parque tecnológico, renovação das máquinas de hemodiálise e troca do sistema de osmose | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo ela, a modernização foi estrutural e tecnológica. “A gente fez uma reforma em todo o espaço, mexeu no parque tecnológico, renovou todas as máquinas de hemodiálise e trocou o sistema de osmose. Agora, temos um sistema de osmose reversa de duplo passo, que é inédito aqui na Secretaria de Saúde”, explica. Tecnologia e atendimento de ponta No HRT, a unidade de nefrologia passou por uma reforma completa. O espaço, que realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise no ano passado, recebeu novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações na infraestrutura elétrica e a troca integral do sistema de osmose (etapa essencial para garantir segurança e qualidade no tratamento).   O sistema de osmose reversa é considerado o “coração” da hemodiálise. É ele que faz a purificação extrema da água utilizada no procedimento, eliminando impurezas e garantindo padrão rigoroso de segurança para pacientes com insuficiência renal. O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade saltou de 50 para 140 vagas, quase triplicando a oferta de tratamento. Inaugurado em 1974, o HRT é referência em diversas outras áreas da saúde pública do DF e foi a primeira unidade da rede a contar com banco de leite humano, implantado em 1978. Suporte para pacientes renais 16 Número de novas máquinas de hemodiálise do HRG No Hospital Regional do Gama, o novo setor de nefrologia começou a receber pacientes na última quarta-feira (11). Por lá, os investimentos são de aproximadamente R$ 3 milhões. A reestruturação incluiu troca integral do sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, aquisição de 16 novas máquinas de hemodiálise, novos monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais, além de adequações elétricas, hidráulicas e de climatização. Com a manutenção completa, a capacidade oficial hospitalar de hemodiálise dobrou, passando de 20 para 40 vagas. Além das vagas regulares, o HRG passou a oferecer suporte dialítico para dois pacientes por turno no box de emergência e ampliou o atendimento para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise. A medida fortalece o cuidado aos pacientes críticos, reduz a fila de egressos da UTI e aumenta o giro de leitos, contribuindo para uma desospitalização mais segura. Emanuelle Lustosa: "O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes" De acordo com Emanuelle Lustosa, a ampliação tem impacto direto na dinâmica hospitalar. “O maior impacto é para aquele paciente que está aguardando vaga de UTI. A gente vai conseguir atender esse paciente aqui, ele vai conseguir sair da UTI, e aquele que está no pronto-socorro poderá ir para a UTI. O giro de leito do hospital vai ser maior e vamos conseguir dar uma assistência de qualidade a todos os nossos pacientes”, detalha. Impacto direto na qualidade de vida O crescimento de 157% na oferta de vagas representa um marco para a saúde pública do DF. A ampliação da capacidade instalada e a modernização tecnológica impactam diretamente a qualidade de vida dos pacientes que dependem da hemodiálise, além de trazer mais segurança e previsibilidade às famílias. Paciente da unidade, a cuidadora de idosos Ana Selma Carvalho da Silva, de 34 anos, faz sessões três vezes por semana e relatou a diferença após a reforma. “Antes era tudo mais bagunçado, parede descascando, tinha equipamento que não funcionava muito bem. Agora está muito bom, a gente se sente mais acolhida”, conta. Ela também destacou o atendimento recebido. “Aqui o acolhimento é melhor. A qualidade dos enfermeiros para tratar a gente faz muita diferença”, afirma. Ana Selma Carvalho da Silva faz sessões de hemodiálise três vezes por semana e aprovou o novo espaço: "A gente se sente mais acolhida" O responsável técnico-administrativo da unidade de nefrologia do HRT, Gladson Paiva, destaca que a modernização amplia não apenas a quantidade, mas também a segurança do tratamento. “O impacto positivo se traduz no aumento da capacidade de atendimento e na melhoria da qualidade do tratamento, graças à renovação do parque tecnológico e à implementação de um sistema de tratamento de água de alta qualidade”, diz o médico. Segundo ele, a previsão é saltar de 224 sessões semanais para 435 sessões por semana. “A capacidade praticamente dobra em relação ao que a gente tinha antes da reforma”, explica.

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Maternidade do Hospital do Gama oferece mais conforto e rapidez às famílias

A maternidade do Hospital Regional do Gama (HRG), que abriga mães e recém-nascidos, está de cara nova. Entre equipamentos novos e leitos em transformação, os investimentos na unidade trazem mais qualidade e rapidez na assistência dada às famílias. Os 45 leitos estão recebendo novas camas, berços, poltronas e mesas para refeição hospitalar.  “Além do conforto, as melhorias reduzem o tempo de internação. Os novos aparelhos, por exemplo, possuem tecnologias mais modernas, aumentando a eficiência do cuidado”, explica a chefe da Maternidade do HRG, Ana Kelma de Sousa Melo. Oito novos aparelhos de fototerapia estão disponíveis para o tratamento de icterícia neonatal | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Terapia contra icterícia Essa eficácia já é percebida no tratamento de icterícia neonatal, caracterizada pelo amarelamento da pele devido ao acúmulo de bilirrubina (pigmento que o fígado imaturo do bebê tem dificuldade em processar). São oito novos equipamentos de fototerapia disponíveis na maternidade. A equipe multiprofissional, por sua vez, dispõe de um bilicheck, aparelho não invasivo usado para medir os níveis de bilirrubina. Sem a necessidade de coleta de sangue, apenas aproximando o aparelho do peito ou da testa do bebê, é possível obter um resultado instantâneo sem provocar dor ou desconforto. Com o bilicheck é possível obter um resultado instantâneo sem provocar dor ou desconforto [LEIA_TAMBEM]Nascimentos Mais de 3,5 mil bebês nasceram no HRG em 2025, segundo dados preliminares do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (Sinasc), disponíveis no Portal de Informações e Transparência da Saúde do DF (InfoSaúde-DF). Desse total, quase 80% das mães tiveram residência registrada em Goiás. O HRG é o terceiro colocado no ranking de unidade com maior número de nascimentos, atrás dos hospitais regionais de Santa Maria (HRSM) e de Ceilândia (HRC). *Com informações da Secretaria de Saúde

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GDF investe R$ 3,5 milhões em novo Caps 24h do Gama destinado a pacientes com transtornos graves

O Governo do Distrito Federal (GDF) trabalha na construção do novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) do Gama, que atenderá casos de transtornos mentais graves e persistentes. Com investimento de R$ 3,5 milhões, a unidade está em fase final de obras, no Setor Norte da região. Com infraestrutura principal já pronta, unidade terá 740 metros quadrados de área edificada | Fotos: Arquivo/Agência Brasília A infraestrutura principal já está instalada, incluindo redes de água, gás, energia e telecomunicações. Do tipo III, modelo mais completo, esse Caps funcionará 24 horas por dia. A unidade oferece assistência contínua, inclusive aos finais de semana e feriados, para adultos a partir dos 18 anos. O atendimento contará com leitos de acolhimento breve para estabilização clínica. “Ampliar a rede com novas unidades é honrar o compromisso de dar mais acesso a essa política pública tão importante” Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental Construído em um terreno de 3,5 mil metros quadrados, o projeto prevê 740 metros quadrados de área edificada, com ambientação voltada à convivência e ao cuidado diário. O equipamento terá espaços de atendimento individual, salas coletivas, refeitório, farmácia, áreas externas de convivência e acessibilidade integral. De acordo com a subsecretária de Saúde Mental da SES-DF, Fernanda Falcomer, a nova unidade demonstra o compromisso do governo com a ampliação da Rede de Atenção Psicossocial (Raps). “É o fortalecimento dessa política pública tão importante para todos nós”, afirma. “As demandas de saúde mental representam hoje um dos agravos à saúde que mais preocupam a população, então ampliar a rede com novas unidades é honrar o compromisso de dar mais acesso a essa política pública tão importante”. Demanda histórica e reforço na rede Ruber Gomes, diretor do Hospital Regional do Gama, comemora: “Por muitos anos, as famílias precisaram se deslocar até o Riacho Fundo em busca desse atendimento; agora, com esse Caps tipo III, a população será acolhida na própria região” A diretora regional de Atenção Secundária da Região Sul, Ângela Alves, explica que a implantação do Caps no Gama vem para somar à Rede de Atenção Psicossocial da região. “A equipe será multidisciplinar, formada por psiquiatras, psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais, entre outros profissionais”, enumera. O diretor do Hospital Regional do Gama (HRG), Ruber Paulo de Oliveira Gomes, lembra que o serviço atende uma demanda antiga. “Por muitos anos, as famílias precisaram se deslocar até o Riacho Fundo em busca desse atendimento; agora, com esse Caps tipo III, a população será acolhida na própria região”, observa. Estrutura pensada para acolher Loiane Cabral, diretora administrativa da Região Sul de Saúde: “A proximidade com a casa do usuário facilita o cuidado contínuo e reduz custos para as famílias” A diretora administrativa da Região Sul de Saúde, Loiane Cabral, destaca o caráter humanizado das instalações: “É uma edificação acolhedora, com jardins e referência residencial. Isso favorece o vínculo do paciente com o tratamento e com a equipe. A proximidade com a casa do usuário facilita o cuidado contínuo e reduz custos para as famílias. Muitos pacientes deixam de seguir o tratamento por não terem como pagar duas ou três passagens até o Riacho Fundo. Com o Caps aqui, isso muda. A proximidade com a residência é essencial”. [LEIA_TAMBEM]O engenheiro responsável pela obra, Pedro Henrique Florêncio Alves, confirma que o projeto tem diferenciais para promover o melhor acolhimento possível aos pacientes. “São ambientes amplos, com integração entre áreas internas e externas e espaços de convivência coletivos”, aponta. “É uma estrutura grande, pensada para acolher e atender diferentes demandas clínicas e terapêuticas”. Entre os ambientes previstos estão enfermarias femininas e masculinas, salas de atividades coletivas, cozinha completa, abrigo de resíduos e pátio interno. Rede de Atenção A Região de Saúde Sul já conta com um Caps voltado ao tratamento de álcool e outras drogas, em Santa Maria, que funciona em horário comercial. Com a chegada do Caps tipo III do Gama, a rede será ampliada, enquanto a oferta de cuidado especializado ganhará reforço. O Distrito Federal possui hoje 18 centros psicossociais em funcionamento, em diferentes modalidades. A previsão é que, após a conclusão das obras, seja iniciado o processo de contratação das equipes e definição dos fluxos internos de cuidado. Com isso, o GDF projeta ampliar o suporte em saúde mental na Região Sul e consolidar um modelo de atendimento humanizado, integrado e de acesso direto para quem mais necessita.  

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Programa AVC no Quadrado é tema de encontro com gestores de todo o país

Secretários estaduais e municipais de saúde de diversos estados do Brasil, além de especialistas e gestores, conheceram o programa AVC no Quadrado, durante o Encontro Nacional da Linha de Cuidado do AVC, realizado na quarta-feira (27). Iniciativa da Secretaria de Saúde (SES-DF), o projeto amplia as políticas de cuidado e as formas de tratamento aos pacientes de acidente vascular cerebral (AVC), disponibilizando técnicas avançadas para os casos mais graves. A neurologista Letícia Rebello, da SES-DF, reforçou os benefícios do programa. “É uma oportunidade de mostrar a evolução do desempenho em relação à política de cuidado ao AVC no DF. O AVC no Quadrado teve muitos êxitos, como a descentralização da trombólise e a implementação da trombectomia mecânica no Hospital de Base”, explicou. Letícia Rabello: "O AVC no Quadrado teve muitos êxitos, como a descentralização da trombólise e a implementação da trombectomia mecânica no Hospital de Base" | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde Impacto [LEIA_TAMBEM]Por meio do AVC no Quadrado, os hospitais regionais do Gama (HRG) e de Sobradinho (HRS) passaram a realizar a trombólise endovenosa, terapia estabelecida para o tratamento agudo com alto impacto na redução de sequelas relacionados ao AVC. Antes, o procedimento era feito apenas no Hospital de Base (HBDF). Outro avanço foi a oferta da trombectomia mecânica pelo HBDF, técnica avançada e de alta complexidade que trata os casos mais agudos. De acordo com Rebello, a ampliação do cuidado aos pacientes que sofrem AVC é fundamental para oferecer mais rapidez no atendimento e reduzir as chances de sequelas.  “O número de trombólises realizadas nestes hospitais [HRG e HRS] cresce mês a mês, demonstrando que os dois estão cada vez mais qualificados no atendimento de casos agudos. Isso também refletirá em um volume maior de pacientes que podem ser tratados, uma vez que eles conseguem chegar com mais rapidez por estarem mais perto dessas unidades”, destacou a profissional. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Trabalho voluntário promove cidadania e humanização do atendimento na Saúde

Além do próprio quadro de servidores, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) conta com uma equipe igualmente essencial para a prestação de serviços à população: o trabalhador voluntário. Exercendo atividades em caráter espontâneo, sem remuneração nem vínculo funcional ou empregatício, esses profissionais dão lição de cidadania e solidariedade, auxiliando na ampliação das ações de saúde e na humanização do atendimento aos pacientes. Hoje, há cerca de 1,5 mil voluntários em atuação na rede de atenção da SES-DF, divididos em dois grupos: o de voluntários sociais e o de voluntários profissionais. O primeiro grupo envolve pessoas com os mais diversificados talentos: cantores, cabeleireiros, contadores de história, músicos, palhaços, pintores. Interessados em atuar nesse grupo podem procurar organizações da sociedade civil que possuam acordo de cooperação com a SES-DF, ou contactar diretamente a unidade de saúde desejada. A Secretaria de Saúde conta com cerca de 1,5 mil voluntários em seu quadro de colaboradores | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Já para participar como voluntário profissional, que engloba carreiras de trabalhadores de saúde, é exigida a devida formação técnico-acadêmica na área em que pretende atuar, possuindo registro profissional no conselho de classe sempre que a profissão exigir. Mais informações sobre cadastro e maneiras de ingresso no programa de voluntariado da SES-DF podem ser acessadas aqui.   Um desses voluntários é o médico Luan Almeida, que atua como cirurgião geral no Hospital Regional do Gama (HRG). Segundo Luan, o trabalho contribui para a assistência multidisciplinar dos pacientes, assim como para o ganho de experiência profissional pelo voluntário. “O que mais me motiva é a diversidade de casos que o serviço possui, os quais me permite desenvolver várias habilidades”, avalia. O cirurgião-geral Luan Almeida é voluntário no HRG: "O que mais me motiva é a diversidade de casos que o serviço possui, os quais me permite desenvolver várias habilidades" A enfermeira Marina Cardoso, que atua como voluntária no pronto-socorro adulto do HRG, tem posição semelhante. “O voluntariado me proporciona experiência, principalmente. Estar em contato com os pacientes é a certeza de que nasci para ser enfermeira. Fiz pós-graduação em geriatria e gerontologia, amo o cuidado com os idosos”, revela. Rede SES-DF [LEIA_TAMBEM]O programa de voluntariado da SES-DF está a cargo da Gerência de Voluntariado. A gerente do setor, Wanessa Tenório, enfatiza a importância de conceder reconhecimento constante a esses agentes. “Eles sempre estiveram lado a lado com os nossos profissionais, oferecendo apoio e ajudando a salvar vidas. Quero destacar também o papel das comissões de voluntariado, que atuam diretamente nas Regiões de Saúde em parceria com a gerência. Elas são essenciais para organizar, dar segurança e fortalecer esse trabalho tão valioso.” Coordenadora de Inovação e Gestão do Conhecimento da SES-DF, Mabelle Roque, lembra a atuação do voluntariado nas emergências públicas de saúde que assolaram o Distrito Federal em anos anteriores. “Durante a epidemia de dengue e a pandemia de covid-19, o trabalho dos voluntários conferiu suporte crucial ao Sistema Único de Saúde. Muitos auxiliaram em atividades de triagem de pacientes, na orientação sobre medidas de prevenção, no auxílio à gestão de filas, no atendimento, na distribuição de máscaras e álcool em gel, dentre outras.” *Com informações da Secretaria da Saúde  

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Reforma do pronto-socorro odontológico do HRG amplia atendimento

Quem já quebrou um dente ou sentiu uma dor intensa sabe a importância de ter atendimento rápido, mesmo fora do horário comercial. Pensando nisso, a Secretaria de Saúde (SES-DF) investiu na melhoria do pronto-socorro odontológico do Hospital Regional do Gama (HRG), garantindo tecnologia e mais conforto para pacientes e trabalhadores da unidade.  O setor agora conta com novos equipamentos, como um aparelho de radiografia periapical, canetas de alta e baixa rotação e novas cadeiras odontológicas. O espaço físico também foi ampliado e climatizado. No que diz respeito ao fluxo de trabalho, a equipe foi reforçada com o remanejamento de uma técnica em saúde bucal e com a colaboração de estagiários do Centro Universitário do Planalto Central Aparecido dos Santos (Ceplac). Agora, os consultórios do pronto-socorro odontológico do HRG contam com um espaço mais amplo e climatizado, além de novos equipamentos | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF “Desde a modernização, nós tivemos um crescimento significativo na assistência aos pacientes. Antes, a média era de 22 atendimentos por mês. Agora, conseguimos atender até 312 pessoas”, revela a supervisora de Odontologia do HRG, Carmem Xavier.  Ao todo, a SES-DF investiu mais de R$ 4 milhões na modernização de consultórios odontológicos e acessórios. Para a Região de Saúde Sul (Gama e Santa Maria), onde está localizado o HRG, foram 44 consultórios, 273 canetas de alta rotação, 266 micromotores, 266 contra-ângulos, 49 peças retas, 63 cadeiras tipo mocho e 41 estabilizadores. Essa renovação permitiu uma infraestrutura mais moderna e eficiente. [LEIA_TAMBEM]Atendimento em rede Durante a semana, o pronto-socorro odontológico do HRG funciona no período da noite e, nos fins de semana, são realizados atendimentos durante o dia. Assim, ele complementa a atuação das unidades básicas de saúde (UBSs), que abrem as portas no período diurno. “O principal benefício é desafogar a Atenção Primária à Saúde [APS], oferecendo aos pacientes uma alternativa para atendimento odontológico de urgência nos períodos em que as UBSs estão fechadas”, ressalta a Referência Técnica Distrital da Gerência de Odontologia da SES-DF, Viviane Machado.  Essa colaboração amplia e aprimora o atendimento odontológico no Gama e em Santa Maria. “Realmente mudamos a cara da odontologia nesses locais. O serviço é espetacular e já está trazendo ótimos resultados", garante o superintendente da Região de Saúde Sul, Willy Filho.  Ao todo, a SES-DF investiu mais de R$ 4 milhões na modernização de consultórios e acessórios odontológicos Melhorias nas UBSs A Diretoria Regional de Atenção Primária à Saúde (Diraps) da Região de Saúde Sul também tem trabalhado para melhorar a infraestrutura da área de odontologia das UBSs. Uma das melhorias promovidas recentemente foi a readequação e individualização dos consultórios odontológicos da UBS 2 do Gama que, assim como o pronto-socorro do hospital, agora poderá atender um número maior de pacientes. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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GDF investe mais de R$ 2 milhões em sistema de climatização hospitalar

O sistema de climatização de unidades públicas hospitalares vai passar por manutenção e modernização. O investimento total é de R$ 2.072.888,23, beneficiando o Hospital Regional do Gama (HRG), o Hospital da Região Leste (HRL), o Laboratório Central de Saúde Pública e o Laboratório de Biossegurança de Nível 3, localizados na Asa Norte. Para o Hospital Regional do Gama (HRG), será contratada uma empresa prestadora de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva, preditiva e assistência técnica, com fornecimento de peças, materiais, mão de obra e insumos. O valor estimado é de R$ 845.790,25 e inclui a realização de serviços eventuais no sistema de ar-condicionado da unidade. O HRG passará por manutenção no ar-condicionado e terá o contrato com uma prestadora de serviços continuados de operação, manutenção preventiva, corretiva, preditiva e assistência técnica | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Já o Hospital da Região Leste (HRL), localizado no Paranoá, terá o contrato de prestação de serviços de climatização renovado, assegurando a continuidade das manutenções necessárias. O documento também envolve o fornecimento completo de insumos e peças, com um investimento de R$ 539.260,05. No Plano Piloto, o Laboratório Central de Saúde Pública e o Laboratório de Biossegurança de Nível 3, localizados na Asa Norte, serão beneficiados com serviços especializados de engenharia para manter o funcionamento dos sistemas de ventilação, exaustão e climatização. O contrato inclui mão de obra, materiais e manutenção técnica continuada, no valor de R$ 687.837,93. No Laboratório Central de Saúde Pública, os serviços serão para manter o funcionamento dos sistemas de ventilação, exaustão e climatização | Foto: Agência Saúde-DF As medidas constam das portarias conjuntas número 33, de 11 de julho e número 34, da mesma data, assinadas pela Secretária de Saúde (SES-DF) e pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). [LEIA_TAMBEM]O presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca o compromisso da companhia em garantir a infraestrutura necessária para o bom funcionamento das unidades de saúde. “Esses contratos refletem nosso papel em manter os equipamentos públicos em pleno funcionamento, com foco na segurança e no bem-estar da população”, afirma. Para o subsecretário de Infraestrutura em Saúde da SES-DF, Leonídio Pinto Neto, os recentes investimentos evidenciam o compromisso da gestão em valorizar o espaço físico hospitalar como elemento-chave da qualidade assistencial. “A climatização eficiente não apenas garante conforto, mas é elemento essencial no controle sanitário, na preservação de insumos termolábeis e no suporte ao funcionamento de tecnologias críticas em ambientes assistenciais e laboratoriais”, aponta o subsecretário Neto. O sistema de climatização é composto por equipamentos que trabalham em conjunto para controlar temperatura, umidade e qualidade do ar em ambientes internos. Com informações da Novacap e SES-DF

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Pronto-socorro cirúrgico do HRG é reformado

O pronto-socorro cirúrgico do Hospital Regional do Gama (HRG) está de cara nova. Após reformas recentes, o espaço passou a contar com estrutura mais moderna, acessível e acolhedora tanto para os pacientes quanto para os profissionais de saúde. Com investimento de R$ 100 mil, as melhorias irão beneficiar as mais de 700 pessoas atendidas diariamente na unidade. As mudanças são visíveis desde a entrada: escada, iluminação e rampa foram renovadas, garantido segurança e acessibilidade. Internamente, os ajustes contemplaram piso, parede e teto, além da instalação de novos pontos de oxigenação e climatização do ambiente com aparelhos de ar condicionado. Na reforma, o ambiente foi readequado, permitindo a criação de espaços individualizados e separados | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Melhor fluxo Na reforma, o ambiente foi readequado, permitindo a criação de espaços individualizados e separados. “Temos agora uma sala de pequenos procedimentos, onde a gente faz uma sutura, drena um abscesso, tudo separado dos pacientes mais graves e daqueles que apenas precisam de medicação. Há todo um fluxo de trabalho novo”, detalha o superintendente da Região Sul, Willy Filho. Essas adaptações possibilitam que os atendimentos sejam realizados de forma mais ágil e segura, criando um caminho único para a Sala Vermelha, local onde ficam os pacientes graves. “Conseguimos selecionar os pacientes de classificação verde e amarela para poder atender na sala de pequenos procedimentos, enquanto os alaranjados e vermelhos são atendidos na sala de urgência no nosso box”, detalha o supervisor de Enfermagem do pronto-socorro, Higor Alencar. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Ambulatório de odontologia do HRSM atenderá no HRG e na UBS 6 do Gama a partir de segunda (7)

Os atendimentos do ambulatório de odontologia do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) serão realizados, a partir da próxima segunda-feira (7), no Hospital Regional do Gama (HRG) e na Unidade Básica de Saúde 6 do Gama, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h. Nenhum dos pacientes atendidos no ambulatório de odontologia do HRSM ficará desassistido durante a reforma | Foto: Davidyson Damasceno/IgesDF A mudança temporária de local é devido à reforma e ampliação do espaço utilizado pela equipe no HRSM. Dessa maneira, nenhum dos pacientes atendidos no ambulatório de odontologia do HRSM ficará desassistido durante a reforma. Esse tipo de parceria já foi feita quando a equipe de odontologia da UBS 3 de Santa Maria atendeu dentro do HRSM. Os atendimentos realizados pelas equipes de cirurgia bucomaxilofacial, UTI odontológica, radiologia e imaginologia e do centro cirúrgico continuam ocorrendo normalmente no HRSM sem nenhuma alteração. *Com informações do IgesDF

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Cerca de 1,2 mil cirurgias de liberação do frênulo lingual foram feitas na rede de saúde do DF em 2024

Em 2024, foram realizados cerca de 1,2 mil procedimentos de liberação do frênulo lingual na rede pública de saúde do Distrito Federal. Os dados são da Gerência de Odontologia da Secretaria de Saúde (SES-DF) e do portal InfoSaúde-DF. O procedimento cirúrgico é indicado quando o “teste da linguinha” mostra que a membrana que conecta a língua ao assoalho bucal é curta ou rígida. Quando indicado, o procedimento traz benefícios para o desenvolvimento da musculatura e dos ossos da face, além de contribuir com a fala e facilitar a amamentação. A cirurgiã-dentista Carmem Xavier explica que “o procedimento impacta positivamente na amamentação” | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF De acordo com a cirurgiã-dentista Carmem Xavier, que atua no pronto socorro odontológico do Hospital Regional do Gama (HRG), o efeito da cirurgia é imediato, principalmente para bebês com dificuldade na amamentação. “O procedimento impacta positivamente na amamentação. Às vezes, o bebê chega a perder peso por não conseguir mamar corretamente”, explica. Segundo a especialista, a recuperação ocorre entre sete e 14 dias, e, logo após a cirurgia, o bebê já consegue mamar melhor. Embora não haja idade limite para a realização do procedimento, a recomendação é que seja feito o quanto antes para evitar problemas futuros no desenvolvimento muscular. O casal Valéria da Costa e Antônio Jorge, que mora em Luziânia (GO), levou o filho Pedro para realizar a cirurgia no início deste mês. O diagnóstico foi feito após avaliação médica e da equipe do Banco de Leite do HRG. “No início, foi um susto, mas a equipe nos tranquilizou. A dentista explicou todo o procedimento e estamos felizes por termos esse serviço aqui. Agora, vamos para casa com tudo resolvido”, conta Valéria. Valéria da Costa e Antônio Jorge vieram de Luziânia (GO) em busca do tratamento do pequeno Pedro: “Agora, vamos para casa com tudo resolvido” Outro caso foi o do pequeno Joaquim Miguel, filho de Tamires Silva Rocha. Nascido em um hospital particular da Asa Sul, o bebê apresentava dificuldades na amamentação. Após a família buscar ajuda no banco de leite, foi constatada a necessidade da realização da correção do frênulo lingual. “A cirurgia ajudou muito na amamentação e a recuperação foi tranquila”, relata a mãe. Joaquim Miguel fez o procedimento no HRG com um mês de vida e voltou para avaliação da cirurgia, que foi considerada um sucesso. Atendimento multiprofissional A assistência odontológica na primeira infância desempenha um papel essencial na saúde, como explica Rafaela Gallerani, referência técnica distrital (RTD) de saúde bucal da atenção especializada da SES-DF. “Nos hospitais da Secretaria, as frenotomias em recém-nascidos são realizadas de forma integrada com equipes multiprofissionais, incluindo cirurgiões-dentistas, médicos, nutricionistas e fonoaudiólogos. Esse trabalho conjunto auxilia no aleitamento materno e na saúde do bebê, sempre que há indicação clínica”, destaca. Além dos hospitais, as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) também realizam frenotomias, dentro das competências, levando em conta a complexidade do procedimento. As cirurgias também são oferecidas na atenção secundária, por meio dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs), que atendem pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) encaminhados pelo Sistema Nacional de Regulação (SISREG). São os CEOs de Taguatinga, Paranoá, Ceilândia I, Asa Norte, Sobradinho, Guará, Gama, Planaltina e da Policlínica de Taguatinga. Protocolo obrigatório A Lei nº 13.002/2014, conhecida como Lei do Teste da Linguinha, dispõe sobre a realização do protocolo de avaliação do frênulo da língua em bebês e determina que a avaliação em recém-nascidos seja obrigatória em todas as maternidades e hospitais do país. O teste permite diagnosticar e tratar precocemente a anquiloglossia, caracterizada por uma fixação anormal do frênulo lingual, que pode limitar os movimentos da língua. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Anestesistas contratados iniciam primeiras cirurgias na rede pública de Saúde

Os 150 anestesistas contratados pela Secretaria de Saúde (SES-DF) já começaram a atuar em diversas unidades da rede. Na manhã desta segunda-feira (24), Francisca Maria Santos de Souza, 51 anos, aguardava para entrar na sala de cirurgia do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib). Diagnosticada em fevereiro deste ano com câncer de mama, a moradora do Riacho Fundo celebrou os novos profissionais.“Por causa dessa disponibilidade, todo o processo foi mais rápido do que eu esperava. Da biópsia ao encaminhamento à operação, foram menos de quatro meses”, conta. Francisca Maria Santos de Souza retirou um câncer de mama: “Mais rápido do que pensei” | Foto: Alexandre Álvares/Agência Saúde Geovana Alves, 20, acompanhou a mãe na cirurgia. “Também achei bem ágil. Quando ela me deu a notícia, pensei que seria algo em torno de um ano, talvez até mais tempo. A gente torceu muito para o procedimento sair o quanto antes. Com certeza esse investimento ajuda a atender cada vez mais pessoas.” Devido à baixa adesão nas nomeações da especialidade, a SES-DF destinou, no total, R$ 20 milhões para a contratação dos profissionais. Com a modalidade proposta de credenciamento, os pagamentos devem ocorrer por número de anestesias realizadas – ou seja, por produção. Nos próximos 12 meses, serão cerca de 26 mil procedimentos da lista de espera. “É desafiador, mas temos um grande apoio e uma equipe empenhada”, conta o anestesista contratado Felipe Marcondes Fidalgo | Foto: Alexandre Álvares/Agência Saúde O médico anestesista contratado Felipe Marcondes Fidalgo acredita que o movimento da pasta representa uma grande melhoria no atendimento à população. “Estamos falando de um serviço essencial. Está sendo bem desafiador, mas temos um apoio grande, com muita gente empenhada em reduzir o tempo para os pacientes”, diz. No Hmib, a previsão inicial é de abrir diariamente duas salas de cirurgias eletivas pela manhã e duas à tarde. Hoje, são cerca de 250 procedimentos mensais realizados, entre eletivos e de urgência. Com o reforço, a previsão é fazer uma média de dez operações diárias – um aumento de 200 cirurgias. Para a diretora de Atenção à Saúde do Hmib, Andréia Regina Araújo, a iniciativa não só auxilia na redução da espera, como também impacta na qualificação dos profissionais. “Como o Hmib é um hospital de ensino, o aumento de cirurgias eletivas reflete ainda na formação dos nossos residentes. São mais oportunidades de mudar a vida de alguém e de aprendizado”, aponta. Cuidar do paciente João Gois da Silva foi um dos usuários a realizar uma cirurgia atendido pelos novos anestesistas | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Na outra ponta da capital federal, anestesistas contratados iniciaram o dia nas salas de cirurgia do Hospital Regional do Gama (HRG). Em uma delas, João Gois da Silva, 69, adormecia para se submeter a uma prostatectomia radical (retirada completa da próstata). Os problemas do morador do Jardim Ingá, em Luziânia (GO), começaram em dezembro de 2023, com dores abdominais e dificuldade para urinar. No hospital, foi encaminhado ao urologista. “Tenho muita esperança de ficar bem. Estou aposentado, mas quero voltar a trabalhar”, disse, momentos antes de entrar na sala de cirurgia. Quem acompanhou João foi o anestesista contratado Wagner Nunes Corsi. Há 40 anos na carreira, o profissional conta que escolheu a área por acaso. “Fiz residência médica em São Paulo para obstetrícia, mas não me identifiquei. Via os anestesistas nas salas de operação e me vi interessado”, relata. O trabalho desenvolvido pelo médico da área é, segundo Corsi, peça-chave em uma cirurgia. Sem a presença desse profissional, a operação não pode ser realizada. “Dentro da sala, nossa responsabilidade é cuidar do paciente. Estamos sempre atentos à dor e à recuperação da pessoa”, explica. “Damos conforto para a cirurgia ocorrer”, avalia o anestesista contratado para atuar no HRG Vitor Hugo das Chagas Souza Silva | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Enquanto os olhos de Corsi cuidavam de João, em uma das outras seis salas do centro cirúrgico do HRG, o anestesista contratado Vitor Hugo das Chagas Souza Silva se concentrava no paciente à sua frente. “Evitamos consequências à pessoa, damos conforto e mantemos a homeostase [equilíbrio interno no organismo] durante todo o procedimento”, detalha. Ao todo, dois anestesistas contratados irão atuar nas cirurgias eletivas dentro do HRG. Atualmente, o centro cirúrgico é responsável por cerca de 500 procedimentos ao mês, entre eletivos e de emergência. Com o acréscimo dos profissionais, a unidade espera realizar 12 operações por dia. *Com informações da Secretaria de Saúde

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Rede pública de saúde já oferece angiotomografia de coronárias

Equipes de radiologia e diagnóstico do Hospital Regional do Gama (HRG), junto à cardiologia da unidade, realizaram as primeiras angiotomografias de coronárias (angio CT) da rede pública do Distrito Federal. O exame auxilia na identificação de malformações congênitas e aneurismas, dentre outras enfermidades. A angiotomografia é feita quando há suspeita de alguma doença nos vasos sanguíneos do coração | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF O confeiteiro Eric de Morais, 34 anos, passou pelo exame. Após acompanhamento com cardiologista da Secretaria de Saúde do DF (SES), o paciente foi encaminhado à angio CT para investigação de sintomas que o incomodam: dor no peito e fadiga. “Foi muito tranquilo. O resultado não apresentou nada de anormal, nem mesmo gordura acumulada. Então, vou continuar a sondar para entender o que pode estar acontecendo”, conta. O planejamento para a realização dos primeiros exames iniciou em meados de outubro de 2023. “Ao visitar unidades hospitalares federais e privadas, percebemos que já tínhamos a estrutura necessária e o contraste apropriado. Só reativamos o monitor cardíaco e incluímos o exame”, detalha o gerente substituto de Assistência Multidisciplinar e Apoio Diagnóstico (Gamad), Márcio Teixeira da Costa. O resultado, segundo o profissional, apresentou qualidade técnica excelente. O HRG é um dos três hospitais do Distrito Federal que possuem equipamento com os requisitos mínimos para a realização da angio CT Atual chefe do Núcleo de Radiologia e Imagenologia (Nuri) do HRG, Vinícius Alves Bezerra ressalta que o pontapé inicial foi dado, mas há trabalho pela frente. “Precisamos sistematizar e treinar a equipe envolvida no processo de realização do estudo, que possui algumas particularidades. Mas já podemos dizer que a angiotomografia de artérias coronárias é viável na rede pública”, afirma. Para que os procedimentos ocorressem, foram adquiridos contrastes específicos, monitores multiparamétricos e aparelhos de pressão, entre outros insumos. Além disso, as equipes envolvidas se asseguraram de que o equipamento preenchia os requisitos mínimos para que a angio CT fosse bem-sucedida. Sobre o exame A angiotomografia CT analisa as artérias coronárias, responsáveis por levar sangue para o coração. “O exame permite avaliar a anatomia das artérias e o mais importante: se o paciente teve alguma obstrução significativa no fluxo de sangue”, explica Bezerra. Em geral, o exame é feito quando há suspeita de alguma enfermidade aterosclerótica coronária – doença nos vasos sanguíneos do coração e principal causa de mortalidade, por exemplo, em infartos. Com a angio CT, é possível, ainda, avaliar outras patologias, como malformações congênitas, aneurismas, dissecção, anatomia das câmaras cardíacas e até a função cardíaca. Para realizar o exame, o paciente passa por um jejum mínimo de quatro horas; medicações à base de metformina e de sildenafil precisam ser suspensas 24 horas antes Como fazer? Por se tratar de um exame de panorama 3, o usuário deve ser encaminhado pelo Complexo Regulador. Quem faz a indicação é o médico cardiologista da rede pública de saúde. No preparatório, o paciente passa por um jejum mínimo de quatro horas antes da realização do exame. Medicações à base de metformina e de sildenafil (Viagra, Pramil, Cialis) precisam ser suspensas 24 horas antes, sendo reiniciadas 48h após. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Hospital Regional do Gama oferece 50 vagas para diálise peritoneal

O Hospital Regional do Gama (HRG) conta agora com 50 vagas para acompanhar pacientes em diálise peritoneal. O tratamento é voltado para pessoas com doença renal crônica e apresenta vantagens frente à hemodiálise, como poder fazer o procedimento em casa, no período noturno, sem afetar a rotina de trabalho. Antes da ampliação eram 27 pacientes atendidos. Para haver a expansão do serviço, o setor de nefrologia do HRG foi reformado. O número de consultórios foi ampliado de um para dois e houve melhorias nas janelas, pisos, paredes, tetos e banheiros. Além disso, toda a rede elétrica passou por adequações, de forma a evitar qualquer problema nas máquinas utilizadas para o procedimento. Também houve a instalação de novos equipamentos e a troca de móveis. Setor de diálise peritoneal do Hospital Regional do Gama poderá atender até 50 pacientes | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A equipe, composta por dez médicos nefrologistas, seis enfermeiros e 15 técnicos de enfermagem, comemora as melhorias. “Isso traz maior qualidade de vida para quem trabalha, para quem passa a maior parte do dia no trabalho. A equipe produz melhor e os pacientes são melhor atendidos”, afirma a supervisora de enfermagem da nefrologia do HRG, Denise Bolzan. O setor contará ainda com apoio de servidores das áreas de psicologia, nutrição e terapia ocupacional, dentre outras especialidades. A SES-DF fornece o aparelho a cada paciente, além das bolsas com líquido usado para filtragem do sangue e outros materiais necessários. Quem opta pelo tratamento, e não possui restrições como hérnias nem grande acúmulo de gordura abdominal, precisa também fazer o acompanhamento mensal em um dos ambulatórios de diálise peritoneal Para o médico nefrologista Luis Eduardo Espadim, a relação entre os profissionais de saúde e os pacientes é fundamental para quem precisa de serviço desse tipo, quando o estado de saúde é grave e é necessário manter um tratamento constante. “Acolher bem esse paciente é muito importante. Uma das características do nosso serviço é o carinho da equipe”, garante. O diretor do HRG, Ruber Gomes, ressalta que a reforma faz parte do esforço de gestão para habilitar o serviço de diálise peritoneal junto ao Ministério da Saúde. Quando habilitado, o hospital poderá receber recursos federais para custeio do serviço. “Isso vai garantir que esses recursos sejam enviados para a Secretaria de Saúde para manter todo esse processo”, explica. O HRG também conta com seis leitos para realização de hemodiálise para pacientes internados com insuficiência renal aguda. O que é a diálise peritoneal? Diferentemente da hemodiálise, em que o paciente precisa permanecer sentado por horas ligado à máquina que faz filtragem do sangue, no caso da diálise peritoneal, a conexão é feita por meio de um cateter implantado no abdômen. Uma diferença relevante é a hora do procedimento. A diálise peritoneal pode ser feita em casa, à noite, enquanto dorme, sendo necessário manter o equipamento ligado à tomada e a uma pia. A SES-DF fornece o aparelho a cada paciente, além das bolsas com líquido usado para filtragem do sangue e outros materiais necessários. Quem opta pelo tratamento, e não possui restrições como hérnias nem grande acúmulo de gordura abdominal, precisa também fazer o acompanhamento mensal em um dos ambulatórios de diálise peritoneal. Com a expansão do serviço no Gama, são cerca de 900 vagas ofertadas, incluindo clínicas conveniadas e os ambulatórios dos hospitais regionais de Taguatinga (HRT) e Sobradinho (HRS). Pacientes de todas as regiões administrativas podem ser atendidos nestas unidades, com acesso ao serviço via encaminhamento. O HRG também oferece um serviço único na SES-DF, que é a diálise peritoneal em internação hospitalar. O procedimento é indicado para pacientes que não possuem possibilidades de acesso vascular para hemodiálise, nem condições para a diálise peritoneal no domicílio. *Com informações da SES-DF

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