Resultados da pesquisa

Hospital de Base de Brasília (HBDF)

Thumbnail

Projeto utiliza inteligência artificial para oferecer acolhimento e reflexão espiritual no Hospital de Base

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. “Quando você está doente, você fica se perguntando várias coisas. É um momento de muita angústia. Poder receber respostas assim, de forma tão suave, tão certeira, me deu um alívio muito grande. Me sinto uma nova pessoa.” O relato é de Elizeth Antônio de Sousa Vieira, uma das pessoas que participaram de uma iniciativa diferente no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF): uma conversa simulada com Jesus por meio de inteligência artificial. A ação faz parte do projeto Jesus Conecta, que utiliza a tecnologia para criar um diálogo inspirado em Jesus. A proposta é oferecer momentos de escuta e reflexão espiritual, de forma voluntária, privativa e não invasiva, a pacientes, acompanhantes e colaboradores interessados em participar. No HBDF, a iniciativa é realizada por meio da Gerência de Enfermagem (Geref), com a proposta de proporcionar apoio espiritual em momentos marcados por fragilidade e impacto emocional. A unidade é administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Para a enfermeira Gabriela Rodrigues, a iniciativa busca complementar o acolhimento oferecido durante a assistência, respeitando a fé de cada participante. “Nós tratamos os pacientes assistencialmente, de forma técnica, mas a parte espiritual é algo que não conseguimos suprir. Nossa intenção é que essa experiência traga respostas que às vezes os médicos não sabem, ou não podem, dar, e que isso gere conforto”, explica. “Nós tratamos os pacientes assistencialmente, de forma técnica, mas a parte espiritual é algo que não conseguimos suprir" Gabriela Rodrigues, enfermeira O projeto começou no setor de Oncologia e segue, nos próximos dias, para outras áreas do hospital, incluindo unidades de terapia intensiva. Internada no HBDF há 32 dias com câncer de via biliar, Elizeth conta que o momento trouxe uma sensação de alívio em meio ao tratamento. “Estou me sentindo mais leve. É como se eu tivesse conseguido preencher uma prova inteira, como se tivesse conseguido respostas para todos os questionamentos da minha vida”, declara. Uma experiência também para quem cuida O projeto também foi aberto aos colaboradores. Com um sorriso no rosto, enquanto enxugava as lágrimas, a administradora Rosana Coelho descreveu a voz utilizada pelo programa como tranquila, calma e clara. “Não tem como não se emocionar. Parece que ele fala exatamente tudo o que você precisa ouvir. De olhos fechados, você até esquece que é um computador”, comenta. A participação é voluntária, privativa e sigilosa. O participante entra na cabine, coloca um fone de ouvido e inicia a conversa com a inteligência artificial. Segundo informações do projeto, nenhum registro é armazenado e ninguém acompanha o diálogo. Objetivo da proposta é proporcionar apoio espiritual em momentos marcados por fragilidade e impacto emocional | Foto: Divulgação/IgesDF Da experiência pessoal nasceu a ideia O projeto foi idealizado por Marcílio Lobo, que o define como “uma experiência de acolhimento e de amor nas palavras de Jesus Cristo”. Ele conta que já desenvolvia a iniciativa quando sofreu um acidente e precisou permanecer internado em um hospital. A vivência despertou a ideia de levar o projeto também para ambientes hospitalares. “Nesse momento de internação, é quando você realmente entende que é só você e Deus. Não importa quem você conheça, quais seus recursos financeiros, qual a sua capacidade intelectual. O objetivo é trazer uma conversa com a Bíblia viva, para que todos possam interpretar os seus desafios por meio das palavras escritas no livro mais antigo do mundo”, explica. A iniciativa percorre diferentes setores do Hospital de Base e segue até o fim de setembro. Confira os locais, datas e horários previstos: Cronograma Agosto 26 — 10º andar — 10h às 12h 26 — 6º andar — 14h às 16h 27 — 6º andar — 10h às 12h e 14h às 16h 28 — UTI Ped — 10h às 12h 28 — UTI Adulto — 14h às 16h 31 — CME —10h às 12h e 14h às 16h Setembro 1º — Centro Cirúrgico — 10h às 12h e 14h às 16h 3 — 5º andar — 10h às 16h 4 — UTI Adulto — 10h às 12h 4 — UTI Ped — 14h às 16h 8 — UTI Ped — 10h às 12h e 14h às 16h 9 — UTI Adulto — 10h às 12h e 14h às 16h 10 — 5º andar — 10h às 13h 10 — 7º andar — 10h às 16h 11 — CME — 10h às 12h e 14h às 16h 14 — Centro Cirúrgico — 10h às 12h e 14h às 16h 21 — 7º andar — 14h às 16h 22 — NUMOB — 10h às 12h e 14h às 16h 23 — 6º andar — 14h às 16h 24 — Base no 6º andar, com atendimento ao público dos 2º e 3º andares de internação — 10h às 16h 25 — Base no 6º andar, com atendimento ao público dos 4º e 8º andares de internação — 10h às 16h 28 — 11º andar — 10h às 16h 29 — 11º andar — 10h às 12h30   *Com informações do IgesDF  

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base incorpora tecnologia para reforçar diagnóstico de morte encefálica

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) ampliou os recursos disponíveis para a assistência a pacientes críticos com a aquisição de um doppler transcraniano, equipamento que reforça o diagnóstico de morte encefálica no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). As equipes médicas responsáveis pelo manuseio do aparelho passaram por treinamento, e o equipamento começou a ser utilizado nesta quarta-feira (19/8). O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais. No contexto da investigação de morte encefálica, pode fornecer informações complementares sobre a circulação cerebral e contribuir para a conclusão do protocolo diagnóstico, que segue critérios médicos específicos. O doppler transcraniano é um exame que avalia a velocidade e a direção do fluxo sanguíneo nos vasos cerebrais | Foto: Divulgação/IgesDF O gerente do Cuidado ao Paciente Crítico do HBDF, Felipe Narciso, explica que o equipamento agrega segurança e agilidade ao atendimento, especialmente em um momento delicado para pacientes e familiares. “Se pudermos confirmar a morte encefálica de forma mais rápida, menos desgastante emocionalmente será esse processo para a família”, destaca. Além dessa função, o doppler transcraniano também é utilizado para auxiliar na identificação e no acompanhamento de complicações neurológicas, como as relacionadas a acidentes vasculares cerebrais (AVC) e sangramentos intracranianos. “Detectando essas doenças antes, podemos tratar de forma mais célere e, consequentemente, reduzir o risco de sequelas para o paciente”, frisa. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, afirma que o aparelho fortalece a estrutura de atendimento da unidade, trazendo mais segurança à assistência e contribuindo para a otimização dos recursos hospitalares. “O equipamento é imprescindível em grandes centros de referência como o Hospital de Base. Ele veio para modernizar o nosso arsenal e nos qualificar ainda mais para tratar pacientes da melhor forma possível”, finaliza. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Tratamento de pé torto no Hospital de Base transforma a vida de pacientes adultos

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   “Estou vivendo um sonho. É uma felicidade que não cabe no peito.” A frase de Lucineia Alves de Souza, de 52 anos, resume o sentimento de quem, depois de uma vida inteira convivendo com dores e limitações, finalmente consegue dar os primeiros passos de uma nova realidade. Moradora de Sooretama, município a cerca de 160 quilômetros de Vitória (ES), ela passou aproximadamente quatro meses em tratamento para pé torto congênito no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Lucineia nasceu com uma malformação que deixou os dois pés e tornozelos torcidos, condição que provocava dores constantes e comprometia diretamente sua qualidade de vida. Sem acesso ao tratamento adequado durante a infância, aprendeu a conviver com as limitações e com dificuldades para realizar atividades simples do dia a dia. “Eu nunca usei um tênis na vida. Não tratei isso antes porque não tinha condições, por morar em uma cidade pequena. As dores foram só aumentando, meus pés rachavam, era muito difícil”, relembra. A história começou a mudar quando Lucineia conheceu o trabalho do ortopedista Davi Haje, do HBDF, que utiliza uma adaptação do Método de Ponseti, tradicionalmente empregado no tratamento de crianças com pé torto congênito, para atender pacientes adultos. “Foi muito doloroso, eu quis voltar para a minha casa várias vezes. Mas eu lutei e sabia que iria viver esse sonho. Nem acredito que criei coragem e vim até o Hospital de Base. Só tenho gratidão ao doutor Haje”, conta. Método adaptado para adultos O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF O tratamento utiliza manipulações suaves dos pés, seguidas de imobilização com gesso em uma posição gradualmente corrigida. A cada semana, o gesso é trocado e novas correções são realizadas até que o membro alcance uma posição adequada. Após essa etapa, o paciente passa por uma pequena cirurgia, chamada tenotomia, para alongar o tendão de Aquiles e auxiliar na correção da posição do calcanhar. Haje explica que o método foi desenvolvido originalmente para recém-nascidos, mas precisou ser adaptado para adultos que passaram décadas convivendo com a deformidade. “O dorso do pé não foi feito para suportar carga, e surgem dores e deformidades ao longo do tempo. O corpo se adapta como pode, mas com consequências prejudiciais. O único caminho para um adulto com essa condição era uma cirurgia invasiva, com alto risco de complicações. Nossa técnica é um divisor de águas na qualidade de vida dessas pessoas”, detalha. Desde 2018, quando iniciou o tratamento adaptado para adultos, o ortopedista já tratou 63 casos. O processo, que envolve as sessões de gesso e os procedimentos cirúrgicos, dura entre três e seis meses. Depois disso, o paciente ainda precisa passar por fisioterapia para reaprender movimentos e fortalecer a musculatura. Para Lucineia, porém, a etapa mais difícil ficou para trás. Com os dedos trêmulos, ela afagou os dois pés, agora retos, sem conseguir conter a emoção. O sorriso e os olhos brilhantes revelavam a dimensão de uma conquista esperada por toda a vida. Ao contar uma das primeiras coisas que pretende fazer ao voltar para casa, a resposta veio acompanhada de uma risada. “Vou pintar as unhas do pé! Meus dedos ficavam virados para baixo e eu nunca pude ter as unhas bonitas. Agora só vou andar com o pé lindo”, comemora. Primeiros passos de uma nova fase A emoção também tomou conta de Maria de Fátima Ramos Pereira, de 25 anos. Moradora de Caldas Novas (GO), ela realizou o tratamento no mesmo período que Lucineia e retirou o último gesso no mesmo dia. Mãos inquietas e olhos atentos denunciavam a ansiedade por um momento aguardado durante toda a vida. “Desde o início do tratamento, sempre esperei por esse momento. É muito surreal, não tenho palavras”, confessa. Depois que o gesso foi retirado e o pé, agora reto, passou por avaliação, Fátima calçou o primeiro sapato fechado da vida e tentou caminhar novamente. Um gesto aparentemente simples para muitos, mas que, para ela, representa o início de uma nova fase. “Para outras pessoas não parece nada, mas para nós, isso é uma conquista tremenda”, comemora. Como acessar o tratamento Pacientes com pé torto congênito devem procurar uma unidade de saúde para avaliação e encaminhamento médico. Com a indicação, o caso pode ser direcionado ao Hospital de Base, onde será avaliado pela equipe especializada e, quando houver indicação, seguirá o fluxo de regulação para o tratamento.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Projeto oferece acolhimento a familiares e acompanhantes internados

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Uma internação transforma a rotina de toda a família. Enquanto o paciente enfrenta o tratamento e o processo de recuperação, familiares e acompanhantes também convivem com a preocupação, o desgaste emocional e longos períodos dentro do ambiente hospitalar. Para acolher quem permanece ao lado dos pacientes, o Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) da rede pública de saúde do Distrito Federal. A ação foi realizada na última terça-feira (28), no Pronto-Socorro do Hospital de Base (HBDF). Durante a atividade, os participantes realizaram exercícios de respiração guiada, alongamentos, técnicas de relaxamento e momentos de escuta. As ações proporcionaram uma pausa na rotina intensa vivida dentro do ambiente hospitalar e reforçaram que quem acompanha o paciente também precisa de cuidado. O Humanizar criou o projeto Cuidar de Quem Cuida, iniciativa que oferece escuta, apoio emocional e momentos de bem-estar aos acompanhantes em hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) | Foto: Divulgação/Iges-DF   Para a chefe do Núcleo de Humanização, Letícia Ângelo, acolher os acompanhantes fortalece toda a rede de apoio ao paciente. "Muitas vezes, o acompanhante passa dias no hospital, dorme pouco, se movimenta pouco e vive sob intensa carga emocional. Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada", afirma. Além das atividades de bem-estar, os participantes responderam a uma pesquisa para mapear o interesse em cursos gratuitos de capacitação profissional. A expectativa é que as primeiras turmas sejam realizadas em parceria com o Sebrae e, futuramente, também contem com a participação da Coordenação Multiprofissional do Hospital de Base. "Criar um espaço de escuta e acolhida é reconhecer que essa pessoa também precisa ser vista e amparada" Letícia Ângelo, chefe do Núcleo de Humanização do HBDF Projeto terá encontros quinzenais A previsão é que os encontros ocorram a cada quinze dias. Com base nas respostas obtidas na primeira ação, será definido o calendário das próximas atividades e das capacitações. A expectativa é que o Cuidar de Quem Cuida se torne uma estratégia permanente de assistência aos familiares e possa ser ampliado para outras unidades administradas pelo IgesDF.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base mantém reconhecimento internacional no atendimento ao AVC

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   Pelo segundo ano consecutivo, o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), manteve o selo diamante da Iniciativa Angels, reconhecimento internacional concedido a hospitais que alcançam excelência no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC). A recertificação demonstra que os pacientes atendidos na unidade contam com uma assistência rápida, segura e alinhada às melhores práticas internacionais, fator decisivo para reduzir sequelas e ampliar as chances de recuperação após um AVC. O Hospital de Base foi o único do Distrito Federal, entre as redes pública e privada, a conquistar a recertificação nesta categoria. As avaliações são realizadas trimestralmente, e o HBDF manteve o nível máximo de excelência durante quatro ciclos consecutivos. A superintendente substituta do HBDF, Ana Patrícia de Paula, afirma que o reconhecimento é resultado de anos de dedicação e do trabalho integrado das equipes envolvidas no atendimento aos pacientes. "Essa conquista é o resultado de dedicação contínua para reduzir nossos tempos e organizar os fluxos de maneira mais fluida para garantir o melhor cuidado em casos de AVC", comemora. O selo internacional é concedido a hospitais que alcançam excelência no atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral (AVC) | Foto: Divulgação/IgesDF Para o superintendente de Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Sousa, a certificação reforça o compromisso da instituição com a qualidade da assistência. "Esse reconhecimento nos traz a segurança e a garantia de que estamos no caminho certo, aprendendo cada vez mais", afirma. A Iniciativa Angels atua mundialmente apoiando a implementação de protocolos e a qualificação da assistência ao AVC, incentivando hospitais a aperfeiçoarem continuamente seus processos e resultados clínicos. A recertificação é concedida com base em critérios rigorosos relacionados ao tempo de atendimento, à adoção de boas práticas e à qualidade da assistência prestada. Referência no atendimento ao AVC O acidente vascular cerebral está entre as principais causas de morte e incapacidade no Brasil. Por isso, reduzir o intervalo entre a chegada do paciente ao hospital e o início do tratamento é fundamental para preservar funções neurológicas, aumentar as chances de recuperação e minimizar as sequelas. O neurologista do HBDF, André Ferreira, destaca que reconhecer rapidamente os sintomas e buscar atendimento imediato pode fazer toda a diferença no prognóstico do paciente. "Os principais sinais são perda de força em um dos braços, assimetria facial e dificuldade para falar. Quanto mais precoce for a identificação do AVC e o início do tratamento, maior será a preservação do cérebro", explica. O Global Stroke Alliance é um movimento internacional criado para estimular melhorias na assistência ao AVC. Lançado no Brasil em 2020, reúne profissionais, gestores e instituições comprometidos com a redução de mortes e incapacidades provocadas pela doença, por meio da organização de sistemas de cuidado baseados em evidências científicas e nas melhores práticas assistenciais. Diante de sinais como perda de força em um dos braços, desvio da boca ou dificuldade para falar, a orientação é procurar imediatamente um serviço de emergência. No AVC, cada minuto faz diferença para reduzir sequelas e aumentar as chances de recuperação.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Curso leva afeto, autoestima e novas oportunidades a pacientes com câncer

Mais do que aprender uma profissão, 18 mulheres em tratamento contra o câncer encontraram acolhimento, fortaleceram a autoestima, fizeram novas amizades e descobriram que ainda podem sonhar. Nesta quinta-feira (2), elas receberam os certificados de conclusão de um curso de artesanato, educação financeira e cabeleireiro promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer para pacientes atendidas pelo Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Ao longo do primeiro semestre, as participantes se reuniram quinzenalmente na Casa Rosa, sede da instituição. Entre linhas, pincéis, escovas e rodas de conversa, construíram uma rede de apoio que transformou o curso em muito mais do que uma capacitação: um espaço de acolhimento, fortalecimento emocional e novas perspectivas de geração de renda. Ao longo do primeiro semestre, as participantes se reuniram quinzenalmente na Casa Rosa, sede da instituição | Fotos: Divulgação/IgesDF Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, esse é justamente o propósito do projeto. "Quando se está em tratamento de câncer, é comum surgir o sentimento de tristeza, isolamento e até depressão. A proposta desse curso é dar asas às pacientes, para que elas desenvolvam novas habilidades, descubram seu potencial e encontrem apoio emocional umas nas outras", explica. Cada encontro começava com uma conversa conduzida por uma psicóloga, em um formato semelhante ao de uma terapia em grupo. Para a paciente Keila Mesquita, essa experiência foi transformadora. "Eu tinha vergonha de conversar com as pessoas e até de sair de casa. Hoje me sinto segura para ir a qualquer lugar", comemora. Paciente oncológica há nove anos, Iraci Francisca dos Santos resume em uma única frase o significado que o projeto teve em sua vida. "Eu não tive infância, mas foi na Rede Feminina que construí minha primeira boneca. Muito obrigada por caminharem ao meu lado. Se não fosse a Rede, eu não estaria aqui hoje", afirma. Além de fortalecer a autoestima, a iniciativa também abriu novas possibilidades. Iraci conta que conseguiu vender algumas peças produzidas durante as oficinas e, com o dinheiro arrecadado, realizou um sonho antigo: comprar a porta da cozinha de sua casa. "Quando se está em tratamento de câncer, é comum surgir o sentimento de tristeza, isolamento e até depressão. A proposta desse curso é dar asas às pacientes, para que elas desenvolvam novas habilidades, descubram seu potencial e encontrem apoio emocional umas nas outras" Larissa Bezerra, gestora da Rede Feminina Depois desse momento de acolhimento, as participantes seguiram para as oficinas práticas. Nas aulas de artesanato, confeccionavam acessórios; já nas oficinas de cabeleireiro, aprendiam técnicas de corte, hidratação e escova. Todo o material era fornecido gratuitamente e podia ser levado para casa. A professora de artesanato Roseni dos Santos Ferreira agradeceu o empenho das alunas durante os meses de atividades. "Fazer uma capacitação envolve mexer com as habilidades e o sonho de cada uma de nós. A gente pode sempre, e nós mulheres juntas podemos muito mais", afirma. O projeto foi viabilizado por meio de uma emenda parlamentar destinada pela senadora Leila Barros, que participou da cerimônia de encerramento para prestigiar as alunas. Diante dos resultados positivos, uma nova turma, com 20 vagas, será aberta no segundo semestre deste ano. Histórias que ficam para sempre Durante a cerimônia, as participantes apresentaram parte dos trabalhos produzidos ao longo das aulas e compartilharam relatos emocionantes sobre a experiência. A paciente Marialva Helena Ferreira contou que faria o curso novamente, se tivesse oportunidade. "Esse foi um curso de amor. Recebi tanto carinho que nem consigo explicar. Foi um amor que transbordou e chegou até nós. Tenho certeza de que muitas outras pessoas ainda serão abraçadas por essa iniciativa", emociona-se. Apesar da celebração pelas conquistas, o encerramento também foi marcado pela saudade. Coordenadora de artesanato e voluntária da Rede Feminina por duas décadas, Mariângela Moreira faleceu no início de junho e foi homenageada durante a cerimônia. Com a voz embargada e lágrimas nos olhos, voluntárias e pacientes compartilharam lembranças da colega. "Ela era uma pessoa maravilhosa, uma infinidade de bênçãos", resume a professora Roseni dos Santos Ferreira. Larissa Bezerra destacou o papel fundamental de Mariângela na instituição. "Ela era uma das bases da Rede, uma verdadeira fortaleza. Sempre perguntava se tínhamos comido, se estávamos bem. Cuidava de todos." Segundo Larissa, Mariângela será lembrada não apenas pela dedicação ao trabalho voluntário, mas também pela alegria que espalhava. "Ela despertava o amor nas pessoas e se dedicava intensamente a tudo o que fazia. Era alegre, divertida, brincalhona e estava sempre sorrindo. Tinha o dom de transformar qualquer ambiente." "Esse foi um curso de amor. Recebi tanto carinho que nem consigo explicar. Foi um amor que transbordou e chegou até nós. Tenho certeza de que muitas outras pessoas ainda serão abraçadas por essa iniciativa", destacou a paciente Marialva Helena Ferreira Como forma de preservar seu legado, a sala de artesanato da Rede Feminina passará a se chamar Sala Mariângela. A homenagem eterniza a história de uma voluntária que dedicou anos a acolher, ensinar e inspirar outras mulheres e simboliza o que marcou toda a cerimônia. Mais do que certificados, as participantes levaram para casa novas habilidades, amizades e a certeza de que ninguém precisa enfrentar o tratamento sozinha.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Hran e Hospital de Base realizam 270 triagens fonoaudiológicas

Os hospitais de Base de Brasília (HBDF) e da Asa Norte (Hran) realizaram 270 triagens fonoaudiológicas, quinta (23) e sexta-feira (24). Durante os atendimentos, foram consideradas queixas relativas à voz, como rouquidão persistente ou cansaço ao falar. No Hran, a ação contou com fonoaudiólogos da Secretaria de Saúde (SES-DF) e alunos de fonoaudiologia da Universidade de Brasília (UnB), do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (Uniplan) e da Universidade Católica de Brasília (UCB). Em todas as consultas foi aplicado um protocolo de rastreio de casos desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia (SBFa), capaz de identificar sinais de desconforto na voz e possíveis quadros de rouquidão ou disfonia (alterações na qualidade vocal). Os pacientes com resultados positivos foram encaminhados à Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para continuidade do atendimento.  Em todas as consultas foi aplicado um protocolo de rastreio de casos desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Coordenadora da ação, a especialista em voz e fonoaudióloga do Hran Yonara Caetano reforça que é preciso investigar qualquer desconforto vocal. A porta de entrada preferencial para essa checagem são as UBSs. “A voz precisa ser emitida facilmente e sair limpa. Se há força para falar ou certa rouquidão, é um sinal de alerta. Esses problemas indicam que algo não vai bem no corpo”, avisa Caetano.  A profissional também enfatiza os principais cuidados para manter a saúde da voz. “O que indicamos, antes de tudo, é hidratar as pregas vocais, que precisam disso para vibrarem e emitirem som. Também é importante realizar sempre um aquecimento e um desaquecimento para o uso profissional da voz. Ela deve estar dentro dos limites do confortável e nunca nos extremos: muito agudo ou muito grave, nem falar tão alto ou tão baixo. O conforto é sempre o mais saudável”, diz.  Assim como outras funções do corpo, a voz também envelhece. Situações como cirurgias, doenças ou até o uso inadequado podem gerar mudanças que precisam de acompanhamento Anne Paz, fonoaudióloga Atuando no HBDF, a fonoaudióloga Anne Paz, do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que a voz sofre mudanças ao longo da vida e precisa de cuidados: “Assim como outras funções do corpo, a voz também envelhece. Situações como cirurgias, doenças ou até o uso inadequado podem gerar mudanças que precisam de acompanhamento”. Quem aproveitou o evento de triagem fonoaudiológica foi Edicleide Gonçalves, de 39 anos, que saía de uma consulta de rotina no Hran quando foi abordada pela equipe da ação. “Para mim, essa foi uma experiência interessante. Eu sempre falo assim: ‘A voz é o mais importante, Deus me livre de eu ficar sem falar!’ Sou muito conversadeira", revela.  *Com informações da Secretaria da Saúde  

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base inicia vacinação de colaboradores contra influenza

Colaboradores do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) já podem se vacinar contra a gripe a partir desta segunda-feira (13). A campanha segue até quinta-feira (17) e contempla trabalhadores próprios e terceirizados da unidade. A vacinação ocorre das 10h às 17h, na Casa Rosa, localizada no jardim do hospital. Para receber a dose, é necessário apresentar o cartão de vacinação. A ação acompanha o calendário do Governo do Distrito Federal (GDF), que começou em 25 de março para públicos específicos. A vacinação anual é necessária devido às constantes mutações do vírus influenza e é uma das principais formas de prevenção contra complicações da doença. A chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica (Nuep), Moema Silva Menezes, destaca que a expectativa é que todos os colaboradores sejam imunizados. “Disponibilizamos a vacinação dentro do hospital para facilitar o acesso dos colaboradores e incentivar a imunização. Além disso, buscamos dar o exemplo para que a população também se vacine”, afirma. O técnico de segurança do trabalho, Márcio Alecrim, aproveitou a oportunidade para garantir a vacina. "Trabalhando em um hospital, nós ficamos expostos a vários tipos de vírus, então essa imunização é muito importante. E por ser aqui no meu local de trabalho, ficou ainda mais fácil", comenta. A vacinação ocorre das 10h às 17h, na Casa Rosa, localizada no jardim do hospital | Foto: Divulgação/IgesDF O que é a gripe A gripe, ou influenza, é uma infecção respiratória aguda de alta transmissibilidade. No Brasil, o vírus circula durante todo o ano, com picos em períodos específicos. Os tipos influenza A e B são os principais responsáveis por epidemias sazonais. Dados da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) indicam que, em 2025, houve predominância de rinovírus (34,1%) e influenza A (32,9%) entre os casos com identificação viral. Também foram registrados SARS-CoV-2, vírus sincicial respiratório, adenovírus, metapneumovírus e influenza B. Quem pode se vacinar No Distrito Federal, a vacinação contra a gripe é destinada aos grupos prioritários, que somam mais de 1,1 milhão de pessoas. Estão incluídos: crianças de 6 meses a menores de 6 anos; idosos a partir de 60 anos; gestantes; pessoas com doenças crônicas ou deficiências; povos indígenas e quilombolas; profissionais de áreas essenciais. As doses estão disponíveis em mais de 100 salas de vacinação nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs). A orientação é procurar a unidade mais próxima para garantir a imunização.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Aberto edital para contratação de laboratório de prótese ortodôntica para hospitais do DF

Pacientes atendidos pelo Hospital de Base de Brasília (HBDF) e pelo Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) contarão com suporte especializado para a confecção de aparelhos ortodônticos utilizados no tratamento odontológico. Para viabilizar o serviço, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para contratação de laboratório especializado na produção dessas peças. A seleção será realizada por meio do Edital de Seleção de Fornecedores n° 01/2026 e prevê a contratação, sob demanda, de laboratório responsável pela confecção de dispositivos ortodônticos utilizados no atendimento da rede pública de saúde. O valor estimado da contratação é de R$ 20.960. Entre os itens previstos estão placas de contenção do tipo Wraparound, utilizadas para manter o alinhamento dentário após tratamentos ortodônticos, e o disjuntor palatino Hyrax, aparelho indicado para expansão do palato e correção de arcadas dentárias. As peças deverão ser produzidas com materiais específicos e atender a requisitos técnicos como adaptação adequada, resistência estrutural, polimento e acabamento satisfatórios, conforme especificações definidas no edital. A contratação tem como objetivo garantir suporte laboratorial especializado às equipes de odontologia das unidades, contribuindo para a continuidade dos tratamentos ortodônticos realizados nos hospitais. A contratação tem como objetivo garantir suporte laboratorial especializado às equipes de odontologia das unidades | Foto: Divulgação/IgesDF Período de envio de propostas Os fornecedores interessados poderão apresentar propostas entre os dias 9 e 13 de março, prazo correspondente a cinco dias úteis após a publicação do edital. Durante os dois primeiros dias do processo também será possível encaminhar pedidos de esclarecimentos técnicos sobre a contratação. As respostas serão divulgadas posteriormente e, caso necessário, poderá ser publicada errata. Serviço Edital: Seleção de Fornecedores nº 01/2026 – Serviço de laboratório de prótese ortodôntica Objeto: Confecção de placa de contenção Wraparound e disjuntor palatino Hyrax Unidades atendidas: Hospital de Base de Brasília e Hospital Regional de Santa Maria Período para envio de propostas: 9 a 13 de março de 2026 Contato: compras.servicos@igesdf.org.br Mais informações estão disponíveis no site do IgesDF e na plataforma Apoio Cotações.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Rede Feminina inicia programação do Dia da Mulher com bazar no Hospital de Base

Quem passou pelo estacionamento do ambulatório do Hospital de Base (HBDF) nesta segunda-feira (9) encontrou um movimento diferente do habitual. Araras cheias de roupas, mesas com brinquedos, utensílios domésticos e dezenas de pessoas garimpando oportunidades marcaram o início do bazar promovido pela Rede Feminina de Combate ao Câncer. A ação ocorre no hospital, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), e segue até terça-feira (10), com mais de mil itens à venda a preços acessíveis, alguns a partir de R$ 2. Toda a renda arrecadada será destinada às atividades da Rede Feminina, que presta apoio a pacientes em tratamento oncológico. De acordo com a coordenadora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a iniciativa vai além da arrecadação de recursos e também busca ampliar o acesso da população a produtos em bom estado por valores simbólicos. "Nosso propósito é ser uma ponte entre quem quer doar e quem precisa receber, então acaba virando um palco de oportunidades. As pessoas sempre saem daqui felizes", explica. A ação segue até terça-feira (10), com mais de mil itens à venda a preços acessíveis, alguns a partir de R$ 2 | Fotos: Divulgação/IgesDF Entre os itens disponíveis estão roupas, sapatos, brinquedos, acessórios e utensílios domésticos em excelente estado de conservação. Os valores começam em R$ 2 e os pagamentos podem ser feitos por cartão de crédito, débito, Pix ou dinheiro, com possibilidade de parcelamento em até seis vezes sem juros. Ao final da ação, os itens que não forem comercializados serão destinados a outras instituições. Acompanhando um familiar internado há dois meses, Danielle Lira decidiu aproveitar a oportunidade para fazer algumas compras. "As coisas estão muito boas, e o preço realmente vale a pena. O bazar é uma excelente ideia para dar nova vida a objetos que estavam parados, além de contribuir com a renda da Rede Feminina", comenta. Ela conta que teve pouco tempo para olhar todos os produtos disponíveis, mas diz que, se pudesse, "ficaria até o final, garimpando tudo". Antônia Ageni Oliveira de Sousa, paciente do HBDF, também se surpreendeu ao encontrar o bazar ao chegar para realizar uma sessão de radioterapia. "Os preços estão ótimos, e eu adoro comprar em bazar", afirma. “Vou voltar amanhã para olhar com mais calma.” Colaboradores do hospital também aproveitam a iniciativa. Voluntária da Rede Feminina há mais de quatro anos, Lúcia Helena de Jesus destaca que a ação beneficia diferentes públicos. "O bazar ajuda quem vem comprar pelos preços mais baixos e também contribui com os recursos da Rede Feminina", reforça. Uma novidade desta edição são itens provenientes do setor de achados e perdidos do Aeroporto Internacional de Brasília Uma novidade desta edição são itens provenientes do setor de achados e perdidos do Aeroporto Internacional de Brasília, que foram doados à instituição. Entre os produtos estão garrafas térmicas e travesseiros de pescoço. "O aeroporto identifica instituições de trabalho voluntário e faz doações desses itens, e nós fomos contemplados. A venda deles também vai para a Rede Feminina", explica Larissa. Programação especial As ações em homenagem ao Dia Internacional da Mulher começaram no domingo (8), quando voluntárias realizaram atividades de acolhimento com pacientes atendidas no hospital. A programação segue ao longo da semana. Na quarta e quinta-feira (11 e 12), a Rede Feminina promoverá ações dentro do Hospital de Base voltadas a pacientes, acompanhantes e colaboradoras, com distribuição de lembranças e momentos de acolhimento. O encerramento ocorrerá na sexta-feira (13), na Casa de Apoio da Rede Feminina, localizada no Núcleo Bandeirante. No local, 20 pacientes em tratamento oncológico receberão kits de maquiagem e participarão de uma breve oficina de automaquiagem. O espaço oferece hospedagem solidária para pacientes de outros estados que realizam tratamento no Distrito Federal e não têm onde ficar durante o atendimento. Para Larissa, as atividades são uma forma de celebrar a data promovendo acolhimento e esperança. "Vem para a gente lembrar do motivo de estarmos aqui, que é essa tentativa constante de enxugar lágrimas e provocar sorrisos", relata.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base forma 6ª turma da Residência Multiprofissional e reforça atendimento em áreas estratégicas da saúde

Após dois anos de formação intensiva em um dos ambientes hospitalares mais complexos da rede pública do Distrito Federal, 13 profissionais concluíram a Residência Multiprofissional do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A formatura foi celebrada nessa quarta-feira (25) e marca a consolidação de uma trajetória voltada à qualificação da assistência prestada à população. Vinculados aos Programas de Residência Multiprofissional (PRMU) em Urgência e Emergência e em Oncologia, os residentes cumpriram carga horária de 60 horas semanais, em regime de dedicação exclusiva, atuando diretamente no cuidado aos pacientes e participando de atividades práticas, teóricas e de pesquisa. A formação no HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), combina prática assistencial supervisionada, aprofundamento técnico e produção científica. O objetivo é preparar profissionais para atuar de forma integrada, com autonomia, segurança e capacidade de tomada de decisão em cenários de alta complexidade. O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O programa em Oncologia qualifica especialistas para o cuidado ao paciente com câncer, com foco em avaliação crítica, humanização e atualização científica constante. Já o programa em Urgência e Emergência prepara os profissionais para atuação ética, resolutiva e segura em situações de risco iminente, alinhada aos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), como universalidade, equidade e integralidade do cuidado. Para a diretora da Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (DIEP), Emanuela Dourado, a conclusão do programa representa mais do que a obtenção de um certificado. "Essa experiência intensa e desafiadora molda o raciocínio clínico, fortalece a tomada de decisão e desenvolve a maturidade necessária para lidar com situações complexas", pontua. Segundo ela, a formatura simboliza a consolidação de competências e o reconhecimento do esforço diário. "Esses profissionais estão prontos para fazer a diferença na saúde, com excelência, ética e cuidado humanizado. Parabéns a todos!", comemora. Com a nova turma formada, o Hospital de Base reafirma seu papel como centro formador de excelência e contribui diretamente para o fortalecimento da rede pública de saúde do Distrito Federal, ampliando a qualificação da assistência prestada à população.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Capacitação treina equipes para atendimento rápido em casos de edema agudo de pulmão

A sensação de estar se afogando mesmo fora da água, tosse com secreção rosada e espumosa, falta de ar intensa, sonolência, fraqueza e batimentos acelerados são sinais de alerta para uma condição grave: o edema agudo de pulmão (EAP). O quadro é caracterizado pelo acúmulo rápido de líquido nos pulmões, o que dificulta a respiração e exige atendimento imediato. Para garantir assistência cada vez mais ágil e segura à população, o Núcleo de Educação Permanente (Nudep) do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta terça-feira (24), uma capacitação voltada ao reconhecimento precoce e à condução adequada dos casos de EAP. Durante o encontro, foram apresentados os principais sinais clínicos, os diagnósticos diferenciais associados ao quadro e as condutas terapêuticas indicadas em cada situação. A atividade foi conduzida pela fisioterapeuta residente em Urgência e Emergência do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Júlia Pimentel, e contou com discussão de casos clínicos reais vivenciados na unidade. A capacitação foi coordenada por uma médica do Hospital de Base, local que é referência em cardiologia | Foto: Alberto Ruy/IgesDF [LEIA_TAMBEM]“O edema está frequentemente associado a doenças cardíacas. Como o Hospital de Base é referência em cardiologia, recebemos muitos pacientes com esse quadro. Além disso, a condição também pode estar relacionada a doenças pulmonares, reações transfusionais, uso de opioides e até à exposição a grandes altitudes”, explica a fisioterapeuta. Segundo ela, o atendimento exige atuação integrada de toda a equipe do pronto-socorro. “É necessário suporte ventilatório, administração de medicamentos, posicionamento adequado do paciente e monitorização contínua”, detalha. A enfermeira residente em Avaliação de Tecnologias em Saúde, Renata Paiva, também participou da capacitação e destacou a importância do treinamento. “Ter segurança nas condutas faz toda a diferença no desfecho clínico. O conhecimento adquirido será aplicado diariamente na assistência aos pacientes”, afirma. *Com informações do IgesDF  

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base registra queda de cerca de 10% nos atendimentos no Carnaval e nenhum caso por arma de fogo

O Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) registrou redução no número de atendimentos durante o Carnaval deste ano. Entre sábado (14) e terça-feira (17), foram contabilizados 217 pacientes, quase 10% a menos que no mesmo período de 2025, quando houve 241 registros. Outro dado de destaque foi a ausência de ocorrências por arma de fogo. No Carnaval do ano passado, o hospital atendeu a seis casos desse tipo. Já os atendimentos relacionados a arma branca passaram de três para seis neste ano. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o Hospital de Base é referência em Trauma no Distrito Federal e na Região Centro-Oeste. A redução no número de atendimentos acompanha o balanço das forças de segurança pública no período. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público. As ações resultaram na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Para o chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base, Renato Lins, o reforço na segurança contribui para um cenário mais tranquilo nas unidades de emergência, mas a preparação da equipe é permanente. “Claro que ter o aumento da segurança representa mais tranquilidade em um pronto-socorro, mas estamos sempre preparados para atender as pessoas do DF, não importa a situação. O Hospital de Base é referência em trauma no Distrito Federal e no Centro-Oeste, e nos orgulhamos do trabalho feito aqui”, ressalta. Perfil dos atendimentos A maior parte dos casos foi classificada como de menor gravidade, incluindo acidentes domésticos e outras intercorrências. A queda da própria altura foi a principal causa de entrada no Centro de Trauma, com 53 registros. Em seguida, aparecem os acidentes de trânsito, responsáveis por 46 atendimentos. Quedas de maior altura somaram 19 casos, enquanto outros tipos de agressão totalizaram 37 ocorrências. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base recebe 24 novas camas elétricas

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta quinta-feira (22), o Edital nº 002/2026 para a aquisição de 24 novas camas elétricas destinadas ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O investimento vai otimizar e ampliar os atendimentos realizados na unidade, fortalecendo os serviços oferecidos aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de camas elétricas hospitalares, além de colchão técnico, artigos de mobilidade, rodízios, grades e cabeceiras, que asseguram movimentação, articulação, comandos e segurança durante a internação. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente. Por serem ajustáveis em diferentes posições, contribuem para o conforto e a segurança de pessoas internadas, especialmente aquelas em condição clínica mais delicada ou com mobilidade reduzida. Além disso, possibilitam que equipes de enfermagem e fisioterapia realizem procedimentos, movimentações e rotinas de cuidado de forma mais ágil e ergonômica, reduzindo riscos de lesões ocupacionais e otimizando o tempo de atendimento. As novas estruturas são fundamentais para um hospital de alta complexidade, como o Hospital de Base do Distrito Federal, pois facilitam o cuidado ao paciente e tornam o ambiente assistencial mais eficiente | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e a participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas é de 10 dias úteis, entre 22 de janeiro e 4 de fevereiro, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo endereço eletrônico emendas.propostas@igesdf.org.br. Para o analista de Compras do Instituto, Pedro Henrique Mendes, investimentos como esse reforçam o compromisso da gestão com a qualificação da saúde pública e, por consequência, com a população do Distrito Federal. “Seguimos trabalhando para garantir que as pessoas que procuram nossas unidades tenham sempre o melhor atendimento possível”, destaca. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: Aquisição de camas elétricas para o Hospital de Base Edital: nº 002/2026 Período para envio de propostas: de 22/1/2026 a 4/2/2026 Endereço eletrônico: emendas.propostas@igesdf.org.br   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Reconhecida como doença crônica pela OMS, a obesidade encontra tratamento de qualidade na rede pública do DF

A assessora administrativa Ana Paula Silva conviveu durante anos com a obesidade e suas complicações. Entre dores nos joelhos, gordura no fígado, depressão e apneia do sono, ela se acostumou a ser “a mais gordinha da família”. Aos 34 anos e pesando 109 kg, decidiu mudar o próprio percurso. “Fiz a bariátrica e, hoje, olhando para trás, me arrependo de não ter feito antes. Tenho mais disposição, qualidade de vida… tudo melhorou”, afirma. A transformação também alcançou a rotina do marido, Rômulo Gomes, que optou por não realizar a cirurgia, mas aderiu à reeducação alimentar para acompanhar a nova fase da esposa. Ele perdeu 43 kg apenas com ajustes na dieta e prática diária de atividade física. “Além da mudança na alimentação, ele vai à academia todos os dias”, relata Ana Paula. O casal Ana Paula Silva e Rômulo Gomes comemora o resultado de tratamento contra a obesidade | Fotos: Divulgação/IgesDF Histórias como a de Ana Paula e Rômulo refletem um movimento que vem sendo reconhecido em escala global. Diante do impacto crescente da obesidade e do aumento dos casos em todas as faixas etárias, a Organização Mundial da Saúde (OMS) atualizou, pela primeira vez, suas diretrizes internacionais para o tratamento da doença. O avanço ocorre em um cenário em que mais de 1 bilhão de pessoas vivem com obesidade no mundo, e a estimativa é de que esse número possa dobrar até 2030 sem intervenções eficazes. A OMS reforça o entendimento de que a obesidade é uma doença crônica, progressiva e com tendência à reincidência. A entidade destaca que a condição está na base de mais de 200 doenças já conhecidas e incluiu, nas recomendações globais, medicamentos modernos das classes GLP-1 e GIP, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras, como ferramentas eficazes no tratamento, desde que utilizados com critérios médicos bem definidos. Serviços de referência O Hran é o único hospital do DF a fazer cirurgia bariátrica pelo SUS | Foto: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Em Brasília, o tratamento da obesidade, especialmente nos casos de maior complexidade, e dos transtornos alimentares é estruturado por unidades de referência na rede pública. Para os pacientes que necessitam de intervenção cirúrgica, o Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é o único do SUS no Distrito Federal habilitado para realizar a cirurgia bariátrica, atuando como um centro pioneiro com equipe multiprofissional. Paralelamente, os casos graves de comorbidades relacionadas, como diabetes e hipertensão, são direcionados para o Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (CEDOH), referência ambulatorial que oferece um vasto leque de especialidades como endocrinologia, nutrição e psicologia. Por outro lado, o tratamento dos transtornos alimentares específicos, como anorexia, bulimia e compulsão alimentar, é centralizado no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), que possui um ambulatório multidisciplinar onde os pacientes têm acesso a consultas com nutricionistas, psicólogos e psiquiatras no mesmo dia. Para acessar qualquer um desses serviços especializados, a porta de entrada obrigatória para o cidadão é a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima, onde a avaliação inicial e o posterior encaminhamento via Sistema de Regulação do DF são realizados. Impacto para a saúde pública Ao reconhecer formalmente a obesidade como doença crônica e ampliar as possibilidades terapêuticas, a OMS reforça a necessidade de estruturar linhas de cuidado contínuas, com foco na prevenção, no acompanhamento a longo prazo e na redução de complicações associadas. Para a saúde pública esse avanço representa a oportunidade de fortalecer uma abordagem mais integrada, capaz de reduzir internações evitáveis e a sobrecarga sobre os serviços de média e alta complexidade. A endocrinologista Martha Sanjad comemora o reconhecimento da gravidade da obesidade pela OMS: "Isso evita tratamentos pontuais, reduz complicações futuras e melhora a qualidade de vida do paciente ao longo dos anos" De acordo com a endocrinologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Martha Sanjad, a mudança de diretriz consolida uma visão mais realista da doença. “Quando a obesidade é reconhecida como condição crônica, o sistema de saúde passa a entender que o cuidado precisa ser contínuo, planejado e integrado. Isso evita tratamentos pontuais, reduz complicações futuras e melhora a qualidade de vida do paciente ao longo dos anos”, destaca. A médica explica que não há resultado consistente sem a integração entre diferentes frentes de cuidado. “O tratamento só é eficaz quando há associação entre medicação, alimentação equilibrada, acompanhamento contínuo e prática regular de atividade física”, reforça. "É uma política pública que olha para o presente, mas principalmente para o futuro" Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Para o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a decisão da OMS fortalece o planejamento da rede pública e aponta para uma agenda estratégica de longo prazo. “Tratar a obesidade de forma estruturada é investir na sustentabilidade do sistema de saúde. Ao prevenir complicações como infartos, AVCs, insuficiência renal e doenças neurodegenerativas, reduzimos internações, custos e sofrimento. É uma política pública que olha para o presente, mas principalmente para o futuro”, avalia. Segundo o presidente, enfrentar a obesidade com base em evidências científicas contribui para organizar melhor a atenção primária, qualificar o acompanhamento especializado e diminuir a pressão sobre os hospitais. Obesidade e cérebro Além dos efeitos já conhecidos sobre o metabolismo e o sistema cardiovascular, pesquisas recentes mostram que os impactos da obesidade ultrapassam essas fronteiras e atingem diretamente a saúde cerebral. Um estudo da Universidade de Washington identificou que o excesso de gordura corporal pode acelerar em até 95% os marcadores sanguíneos associados ao Alzheimer, indicando que o processo de neurodegeneração pode avançar mais rapidamente em pessoas acima do peso. João Tatsch: “Mesmo após os 40 ou 50 anos, mudanças no estilo de vida trazem benefícios concretos" [LEIA_TAMBEM]Para o neurologista do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), João Tatsch, os achados reforçam uma relação já conhecida entre distúrbios metabólicos e doenças neurodegenerativas. “Alterações no metabolismo dos lipídios aumentam a predisposição ao desenvolvimento de condições como Alzheimer e Parkinson. Quando tratamos a obesidade, estamos protegendo o cérebro ao reduzir a inflamação sistêmica, melhorar a resistência à insulina e fortalecer a saúde vascular e o metabolismo cerebral, fatores centrais para prevenir demências”, explica. O especialista lembra que sempre há tempo para iniciar uma mudança real. “Mesmo após os 40 ou 50 anos, mudanças no estilo de vida trazem benefícios concretos. A consistência é o que determina a diferença ao longo do tempo”, conclui. *Com informações do IgesDF  

Ler mais...

Thumbnail

Estrutura de radioterapia do Hospital de Base é ampliada e modernizada

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) avança na qualificação do atendimento oncológico ao ampliar e modernizar a estrutura de radioterapia do Hospital de Base (HBDF). A iniciativa viabilizará a instalação de dois aceleradores lineares de fótons, equipamentos de alta tecnologia utilizados no tratamento de radioterapia em pacientes oncológicos, inéditos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na capital. Para viabilizar a obra, foi publicado nessa terça-feira (16) o Edital nº 31/2025, que prevê a contratação de empresa especializada em engenharia para a reforma da unidade de radioterapia do hospital. A intervenção contempla adequações estruturais, elétricas, de climatização e de radioproteção, além da modernização dos sistemas auxiliares e da ambiência hospitalar. Os ajustes são necessários para assegurar que o serviço atenda plenamente às exigências técnicas e de segurança para o funcionamento dos aceleradores lineares de fótons, utilizados no tratamento radioterápico de pacientes oncológicos. A modernização da unidade ampliará a capacidade assistencial do HBDF, referência em alta complexidade no Distrito Federal. As empresas interessadas em participar do certame devem apresentar suas propostas até o dia 23 de dezembro de 2025 | Foto: Divulgação/IgesDF Além de fortalecer a infraestrutura física, a reforma garantirá ambientes adequados para a operação dos novos equipamentos, com sistemas que asseguram a segurança de pacientes e profissionais durante os procedimentos, conforme normas técnicas e sanitárias vigentes. As empresas interessadas em participar do certame devem apresentar suas propostas até o dia 23 deste mês, conforme critérios e exigências estabelecidos no edital e em seus anexos, disponíveis no site oficial do IgesDF. Serviço Edital nº 31/2025 – IgesDF Objeto: contratação de empresa de engenharia para reforma da unidade de radioterapia do Hospital de Base do DF Finalidade da obra: adequações estruturais, elétricas, de climatização e radioproteção para instalação de dois aceleradores lineares de fótons Prazo para envio de propostas: até as 23h55 do dia  23 deste mês.    *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Laboratório Clínico do Hospital de Base mantém nível de excelência pelo sétimo ano consecutivo

O Laboratório Clínico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) conquistou, pelo sétimo ano consecutivo, o selo de excelência do Programa Nacional de Controle de Qualidade (PNCQ). O certificado atesta a eficiência da fase analítica dos processos laboratoriais, com impacto direto na qualidade e na confiabilidade dos serviços prestados à população. O reconhecimento está alinhado à Resolução nº 978/2025 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que estabelece os requisitos técnico-sanitários para o funcionamento de laboratórios clínicos em todo o país. O certificado atesta a eficiência da fase analítica dos processos laboratoriais, com impacto direto na qualidade e na confiabilidade dos serviços prestados à população | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Segundo Isabella Mariano Hiyane, analista da qualidade, o selo reforça o compromisso contínuo do laboratório com a excelência assistencial. “Isso significa que estamos cumprindo todos os processos analíticos e de qualidade. Com base nesse controle, conseguimos mapear eventuais falhas e implementar melhorias contínuas”, explica. A avaliação refere-se ao desempenho ao longo de 2025 e ocorre de forma contínua durante todo o ano. Mensalmente, o PNCQ envia amostras desconhecidas ao laboratório, que passam por análises técnicas criteriosas. O desempenho nessas avaliações é determinante para a manutenção do selo. Além do Brasil, o Programa Nacional de Controle de Qualidade avalia laboratórios da América Latina, Europa e África, o que reforça o caráter internacional da certificação. O selo de excelência é concedido às instituições que alcançam classificação “excelente” ou “boa” em, no mínimo, 11 avaliações mensais, consolidando o HBDF como referência em qualidade laboratorial no sistema público de saúde.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Hospital de Base passa a realizar videoeletroencefalograma, exame inédito na rede pública e de alta complexidade

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) deu um passo importante na assistência especializada. Já está em operação o primeiro aparelho de videoeletroencefalograma da rede pública do DF. O vídeo-EEG é um dos exames mais avançados para o diagnóstico de epilepsia e outras condições neurológicas. O primeiro paciente selecionado para realizar o vídeo-EEG no Hospital de Base foi Eduardo Rodrigue Ferreira dos Santos, de 25 anos. Ele começou a ter episódios convulsivos aos 6 anos e faz acompanhamento no HBDF desde os 11. “Estou há 19 anos fazendo eletros, ressonâncias, sem nunca ter uma resposta. Essa é a nossa última esperança, e posso até parar de ter episódios”, relata. Eduardo fala em chance de remissão da doença porque o equipamento registra a atividade elétrica do cérebro associada a filmagens contínuas. Eletrodos são aplicados na cabeça do paciente para monitorar as áreas responsáveis por episódios neurológicos. Durante cerca de cinco dias, a pessoa permanece internada no hospital enquanto todos os movimentos são registrados 24 horas por dia. O vídeo-EEG é um dos exames mais avançados para o diagnóstico de epilepsia e outras condições neurológicas | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF O equipamento também inclui câmeras de vídeo, inclusive com visão infravermelha para registros noturnos, e microfones para captação de áudio. Dessa forma, qualquer episódio é documentado com precisão para análises futuras. “Com isso, é possível avaliar se o paciente é portador de epilepsia e qual tipo de crise ele tem. E também é possível distinguir se o paciente é candidato a cirurgias, o que pode levar até à remissão total da doença”, explica o médico André Ferreira, chefe da Neurologia do HBDF. Apesar do alto custo do procedimento, o especialista ressalta que o exame gera economia a longo prazo. “Estudos mostram que, se você identifica a epilepsia de um paciente e o opera logo, ao longo de 20 anos isso acaba sendo mais barato do que a continuidade de um tratamento durante esse tempo. Além disso, para o paciente a possibilidade de se livrar dos episódios, não tem preço”, complementa. Segundo a mãe de Eduardo, Selma dos Santos Moreira, a família espera que o diagnóstico traga mais independência ao filho. “É muito complicado porque ele precisa ter acompanhamento o tempo todo. Ele tem convulsões quase toda semana, e quando tem, precisa ter alguém perto já que pode se machucar. Ele não pode dirigir, trabalhar, sair sozinho. É muito difícil”, desabafa. Para o neurologista André Ferreira, a oferta do exame representa um marco para o hospital. “Fico muito feliz de podermos finalmente levar um cuidado muito mais complexo para o paciente usuário do SUS. Essa é uma conquista de vários médicos que me antecederam e de todas as pessoas que aguardam por esse exame.” A Secretaria de Saúde (SES-DF) e o IgesDF trabalham na pactuação do fluxo, agenda e expansão do serviço para que o exame beneficie cada vez mais usuários da rede Investimento e estrutura adaptada Foram adquiridos dois equipamentos de R$ 400 mil cada, com verbas orçamentárias disponibilizadas pelo deputado distrital Jorge Vianna. Os primeiros atendimentos estão sendo direcionados a pacientes com processos judicializados. A Secretaria de Saúde (SES-DF) e o IgesDF trabalham na pactuação do fluxo, agenda e expansão do serviço para que o exame beneficie cada vez mais usuários da rede. Duas salas foram adaptadas para a realização do exame, com a instalação de um ambiente de controle que permite o acompanhamento integral do procedimento pela equipe médica. Foram instalados ar-condicionado, câmeras, novos computadores e equipamentos específicos. O chefe da manutenção do HBDF, Robson Marques, conta que as adequações foram feitas para garantir pleno funcionamento. “Conseguimos fazer tudo a tempo para entregar as salas assim que os equipamentos fossem entregues”, explica. Capacitação da equipe e ampliação do SUS Para acompanhar o exame, que dura cerca de 120 horas, quatro técnicas de enfermagem receberam treinamento específico Para acompanhar o exame, que dura cerca de 120 horas, quatro técnicas de enfermagem receberam treinamento específico. Uma delas é Maria Balbina dos Santos, selecionada por já ter experiência com exames neurológicos. A profissional relata que o treinamento, de três semanas, envolveu conteúdos fisiológicos, técnicos e práticos do vídeo-EEG. “É uma honra estar colocando a mão na massa, ensinando e aprendendo, trocando valores e referências. É uma experiência muito significativa participar de um exame desse tipo, é quase um mundo novo”, afirma. O presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, destaca que a oferta do vídeo-EEG reforça a referência do Hospital de Base na assistência especializada. “Trata-se de um exame que amplia a capacidade diagnóstica do hospital e garante um cuidado mais preciso aos pacientes com doenças neurológicas. É uma etapa importante no fortalecimento da rede pública e na ampliação de acesso a tecnologias que, até então, não estavam disponíveis no SUS do Distrito Federal”, conclui.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Rede Feminina de Combate ao Câncer promove bazar no Hospital de Base para arrecadar fundos

A Rede Feminina de Combate ao Câncer promove, nesta segunda (8) e terça (9), um megabazar com mais de 1.500 itens à venda, entre roupas, sapatos, brinquedos e artigos para o lar, todos com valores reduzidos. A ação é realizada no estacionamento do ambulatório do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), e busca arrecadar recursos para as atividades da instituição. Larissa Bezerra, coordenadora da Rede, explica que o local foi escolhido para facilitar o acesso de pacientes e acompanhantes. Segundo ela, cerca de mil pessoas devem passar pelo bazar nos dois dias de funcionamento e a expectativa é arrecadar aproximadamente R$ 15 mil. “Esse bazar no final do ano dá a oportunidade para as pessoas levarem presentes para a família. São itens de R$ 5, R$ 10, R$ 15, R$ 20. E não são só coisas usadas, também temos itens novos que foram doados. Fico muito feliz em ver tantas pessoas aproveitando a oportunidade para presentear outros”, afirma. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado. Ao final da ação, os itens que não forem comercializados serão destinados a outras instituições. Os pagamentos podem ser feitos por crédito, débito, Pix ou dinheiro, com possibilidade de parcelamento em até 10 vezes sem juros. As vendas incluem roupas, utilidades domésticas, brinquedos e acessórios em excelente estado | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Entre os visitantes, a técnica de enfermagem Viviane Silva Santos, moradora da Bahia, conheceu o bazar ao levar a sogra para realizar um exame no hospital. “Cheguei e encontrei esse presente. No final do ano, as coisas estão apertadas e não dá para ir a uma loja comprar presente pra todo mundo. Mas aqui eu estou tendo a oportunidade de comprar uma roupa diferente, de ficar bonita”, relata. Ela adquiriu itens para a casa, brinquedos para as crianças e roupas para toda a família. “Estou levando para a família inteira”, comemora. Uma novidade deste ano é o espaço exclusivo com itens doados pela Receita Federal, que incluem perfumes, aparelhos de som, celulares e outros produtos originais apreendidos ao longo do ano. “A Receita pesquisa instituições de trabalho voluntário e faz doações desses itens, e nós fomos contemplados. A venda deles também vai para a Rede Feminina”, explica Larissa. A técnica em medicina nuclear do HBDF, Neide Silvina, aproveitou o bazar para comprar um celular para o filho, que tem necessidades especiais e precisa do aparelho para manter a rotina. “Aproveitei que está mais barato e já comprei. Esse bazar é perfeito, até porque o valor volta para a Rede Feminina, então ele é interessante e necessário”, destaca. *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Thumbnail

Aberto edital para modernização do heliponto do pronto-socorro do Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publica o Edital nº 28/2025 para contratar empresa de engenharia responsável pela reforma do heliponto do pronto-socorro do Hospital de Base (HBDF). A modernização do espaço tem o objetivo de aprimorar o fluxo de atendimentos críticos e ampliar a segurança nas operações de transporte aeromédico. O edital está disponível no Diário Oficial do DF desde o dia 14, e o acolhimento de propostas segue aberto até esta terça-feira (25). As empresas interessadas podem enviar suas propostas pelo portal do IgesDF. O valor estimado da contratação é de R$ 946.648,84, seguindo o critério de menor preço global, conforme o regulamento de compras do instituto. As empresas interessadas podem enviar suas propostas pelo portal do IgesDF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A modernização do heliponto é mais um investimento do IgesDF na infraestrutura do Hospital de Base, maior unidade hospitalar do Centro-Oeste e referência no atendimento a politraumatizados. Com a reforma, o heliponto passa a operar de forma mais segura e alinhada às normas atuais, fortalecendo a resposta a emergências e beneficiando diretamente pacientes que dependem de transporte aeromédico rápido. As informações completas sobre o edital e os documentos para participação estão disponíveis no portal do IgesDF, na página de Seleção de Fornecedores.   *Com informações do IgesDF

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador