Nova sede do IML do Distrito Federal é referência em tecnologia e atendimento humanizado na América Latina
Humanização. É assim que o diretor adjunto do Instituto de Medicina Legal (IML-DF), Rony Augusto Silva Faria, descreve o principal resultado do novo prédio da instituição, entregue por este GDF em dezembro de 2024. A construção da moderna instalação, sediada no complexo da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), recebeu investimento de R$ 47,8 milhões e ampliou a capacidade de atendimento e análise, além de atualizar os métodos e equipar o instituto com ferramentas e procedimentos tecnológicos. 12 mil m² Tamanho da área do novo prédio, três vezes maior que a sede anterior “É o ganho mais importante, tanto para os servidores quanto para os cidadãos que precisam dos serviços do instituto”, avalia o perito médico-legista, ao explicar que, agora, a entrada, o local de espera e o atendimento de vítimas e suspeitos são feitos de forma separada, para preservar a integridade física e mental dos ofendidos e garantir tranquilidade para o trabalho dos investigadores. O novo prédio, de 12 mil metros quadrados, é três vezes maior que a sede anterior. A estrutura é considerada uma das maiores e mais modernas da América Latina, reconhecimento fruto do compromisso deste GDF em aprimorar o sistema investigativo e policial da capital da República. Com quatro pavimentos, incluído o subsolo, há laboratórios de última geração de histopatologia, toxicologia e radiologia, setores especializados, como antropologia forense, ambulatório de perícias do vivo, sala de necrópsia, ambulatórios de psiquiatria forense e de sexologia forense, salas para exames de corpo de delito, cartório, arquivos, celas e espaços para armazenamento de cadáveres, além de brinquedoteca e uma área destinada exclusivamente ao atendimento e acolhimento de vítimas de crimes sexuais. A estrutura é considerada uma das maiores e mais modernas da América Latina, reconhecimento fruto do compromisso deste GDF em aprimorar o sistema investigativo e policial da capital da República | Foto: Matheus Borges/Agência Brasília Projetada para atender a população durante, pelo menos, 50 anos, a estrutura resolveu um gargalo histórico do DF. Faria afirma que o prédio antigo, projetado ainda nos primórdios da capital federal, já não comportava o volume de atendimentos. “Se a gente parar para pensar, na década de 1960, nós tínhamos 140 mil habitantes em Brasília. Hoje, são 3 milhões. Aquela estrutura servia aos poucos habitantes daquela época. Este prédio demonstra que nós estamos preparados e nos dá o instrumento para que possamos atender à demanda desses 3 milhões de pessoas”, ressalta o diretor adjunto. Humanização e fluxos separados Um dos maiores ganhos para a população com a nova sede é o redesenho completo dos fluxos de atendimento. No prédio antigo, vítimas de violência, familiares em luto e presos escoltados por policiais dividiam uma mesma e pequena recepção, o que gerava grande estresse e até riscos à segurança. “Hoje, os usuários do IML que não estão sob custódia não têm nenhum contato com os custodiados”, garante Faria. “Eles entram numa entrada totalmente independente, uma recepção linda, climatizada, que tem apoio e alguém para dizer: 'Oi, bem-vindo, qual é o atendimento que precisa?'. E os custodiados têm uma outra entrada totalmente independente, que quem está na frente nem vê a viatura passando”, acrescenta. A humanização no acolhimento é ainda mais criteriosa nos casos de violência sexual. As vítimas são direcionadas a um andar exclusivo, sem contato com o público geral. “Elas já passaram por um estresse muito grande, então não são colocadas na recepção com os demais usuários”, detalha Rony Augusto Silva Faria. O espaço conta com consultórios ginecológicos modernos, equipe de apoio psicológico e até uma brinquedoteca para, segundo o investigador, amenizar o trauma infantil. “A criança pode ter sido abusada. Ela vem aqui e pode escolher o brinquedo que quiser e levar. Sabe do que ela lembra? Que ela veio num lugar onde ganhou um brinquedo”. A qualidade da nova estrutura se reflete no empenho dos servidores e colaboradores. Até mesmo no momento da explicação dos procedimentos periciais, o acolhimento se faz presente. Uma das servidoras do instituto confeccionou modelos anatômicos de crochê (amigurumi) para explicar de forma lúdica e respeitosa como os exames serão realizados nas vítimas de violência sexual. O diretor adjunto do IML-DF, Rony Augusto Silva Faria: “A humanização no acolhimento é ainda mais criteriosa nos casos de violência sexual. As vítimas são direcionadas a um andar exclusivo, sem contato com o público geral” Inteligência artificial e rapidez Além do conforto, o novo IML deu um salto tecnológico. Laboratórios, que antes dividiam salas minúsculas, agora têm espaços amplos e equipamentos de última geração. A capacidade de processamento de amostras, que era de 64 por dia em um dos aparelhos, dobrou para 128, e novos equipamentos foram adquiridos. O destaque tecnológico é o uso de inteligência artificial em parceria com o Instituto de Criminalística, especialmente nos casos de violência sexual. “A inteligência artificial consegue, em 20 minutos, fazer a leitura da lâmina com uma acurácia muito maior para detecção de espermatozoides”, explica Faria. “Isso reduziu absurdamente o tempo. Quanto menor o tempo de resposta que nós temos, melhor é para a autoridade policial e judiciária”, continua. Ciência a favor da vida Embora o IML seja popularmente associado à realização de necropsias, a imensa maioria do trabalho realizado no local é voltada para pessoas vivas. São cerca de 50 mil a 55 mil exames em vivos (vítimas de acidentes de trânsito, agressões, violência doméstica) contra aproximadamente 2 mil exames necroscópicos por ano. Para dar conta da missão, o diretor adjunto faz questão de lembrar que o IML não é feito apenas de médicos, mas de 11 carreiras diferentes trabalhando em conjunto. “A gente precisa de um padrão muito elevado de atendimento, porque a prova pericial técnica dá um carimbo de ciência nessa prova. O nosso 'sim' e o nosso 'não' colocam criminosos na cadeia e tiram inocentes da prisão”, conclui o diretor.
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Investimentos de R$ 78,1 milhões modernizam delegacias do DF e ampliam segurança e atendimento à população
Quem procura as delegacias do Distrito Federal já percebe mudanças que vão além da estrutura física. Hoje, ao chegar a uma unidade da Polícia Civil, a população encontra instalações modernas, atendimento reservado e mais segurança — medidas que, segundo o delegado-geral adjunto Saulo Lopes, fazem diferença no acolhimento à comunidade. “As novas delegacias separam as áreas de atendimento, custódia e trabalho interno. Contam com espaços específicos para a Polícia Militar e têm ambientes voltados ao acolhimento de mulheres e crianças vítimas de violência, com salas reservadas e estrutura adequada para um atendimento mais sensível”, explica o delegado-geral. Essas melhorias são resultado de um conjunto de investimentos que, entre 2019 e 2025, somaram R$ 78,1 milhões. Segundo Saulo Lopes, a principal obra foi a construção do novo Instituto Médico Legal (IML), no Plano Piloto, com investimento de cerca de R$ 47,4 milhões. Entre 2019 e 2025, o GDF investiu R$ 78,1 milhões nas delegacias do Distrito Federal, resultando em instalações modernas e atendimento mais reservado | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Além da estrutura moderna, o principal ganho foi a humanização do atendimento. Antes, havia uma única entrada para vítimas, autores de crimes e familiares. Hoje, os acessos são separados, garantindo mais segurança e respeito às pessoas”, afirma. Atendimento ampliado No período, também foi construída a 35ª Delegacia de Polícia, em Sobradinho II, erguida do zero com investimento de R$ 10,5 milhões. Outras seis delegacias passaram por reforma: a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I), na Asa Sul; a 17ª DP, em Taguatinga Norte; a 9ª DP, no Lago Norte; a 10ª DP, no Lago Sul; o posto policial do aeroporto; e a Divisão de Operações Aéreas (DOA/Depate). “A Polícia Civil tem hoje 31 delegacias espalhadas pelo DF, além de unidades especializadas, que ampliam a capacidade de atendimento e aproximam a polícia da comunidade”, aponta o delegado-geral. O montante investido também possibilitou a criação da Deam II e do IML em Ceilândia, ambos ao lado da 15ª DP Os investimentos também resultaram na criação de três Núcleos de Atendimento à Mulher (Nuiam) — na 29ª DP, no Riacho Fundo; na 38ª DP, em Vicente Pires; e na 11ª DP, no Núcleo Bandeirante —, além da requalificação do Instituto de Pesquisa de DNA Forense (IPDNA). “Outro avanço importante é a delegacia eletrônica, que permite o registro de ocorrências pela internet. O DF foi pioneiro no registro de casos de violência doméstica online, com a solicitação de medidas protetivas, sem que a vítima precise sair de casa”, ressalta. [LEIA_TAMBEM]Saulo Lopes também destaca as melhorias no Complexo Regional da Ceilândia, com a criação da Deam II e do IML na região, ambos ao lado da 15ª DP: “A descentralização dos serviços facilitou o acesso da população, que antes precisava se deslocar até a área central de Brasília. Isso representa um avanço importante, especialmente para regiões com grande número de moradores”. Segundo o delegado-geral, há ainda obras em andamento para este ano. “Já foi assinada a ordem de serviço, pelo governador Ibaneis Rocha, para a construção da nova sede da 12ª DP, em Taguatinga, com investimento superior a R$ 15 milhões. Também estamos em fase de contratação de uma nova sede para a Divisão de Operações Especiais, com valor semelhante, e de uma nova policlínica, com investimento estimado em R$ 34 milhões, no Complexo da Polícia Civil, na Asa Sul”, detalha. Além dos investimentos em estrutura, desde 2019 o DF voltou a contar com delegacias que funcionam 24 horas por dia, o que contribuiu para que Brasília fosse eleita, em 2024, a segunda capital mais segura do país, segundo o Atlas da Violência.
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Obras e empregos após a recuperação de R$ 1,1 bi
Para tirar uma obra do papel, não basta ter só dinheiro. Também é necessário um projeto bem-estruturado. O Túnel de Taguatinga, o Complexo Viário Governador Roriz e o Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat, por exemplo, ficaram engavetados por anos, reféns de decisões judiciais. Demanda antiga da população, o Túnel de Taguatinga terá 1.010 metros de extensão e vai reduzir o trânsito na região | Foto: Paulo H. Carvalho/Arquivo-Agência Brasília O Governo do Distrito Federal (GDF) aceitou o desafio e, após intensas negociações, destravou R$ 1,1 bilhão, entre recursos locais e federais, para executar obras que estavam paradas há pelo menos quatro anos. Além de atender as necessidades da população, essas construções vão gerar mais de 9 mil oportunidades de emprego. [Olho texto=”“O governador Ibaneis Rocha tem essa visão macro que eu costumo chamar de farol alto”” assinatura=”José Humberto Pires, secretário de Governo” esquerda_direita_centro=”esquerda”] O secretário de Governo, José Humberto Pires, lembra que, ainda no período de transição de governo, foi montado um grupo de trabalho para a recuperação de investimentos e projetos. “O governador Ibaneis Rocha tem essa visão macro que eu costumo chamar de farol alto. Ele tem essa capacidade de olhar além do que está vivendo, pensando no futuro, e passa isso para sua equipe. Isso faz toda a diferença”, destaca. Com investimento de R$ 550 milhões, o chamado Corredor Eixo Oeste é outro exemplo. O pacote de obras faz uma conexão de aproximadamente 30 km de extensão entre o Sol Nascente/Pôr do Sol e o Plano Piloto, passando pelas avenidas Hélio Prates e Comercial Norte, centro de Taguatinga e Estrada Parque Taguatinga (EPTG) – que se desmembra na Estrada Parque Indústrias Gráficas (Epig) e na Estrada Setor Policial Militar (ESPM). [Olho texto=”“Em dois anos e meio de governo, executamos e contratamos obras em torno de R$ 500 milhões”” assinatura=”Luciano Carvalho, secretário de Obras” esquerda_direita_centro=”direita”] O projeto abrange a construção do Túnel de Taguatinga, as duas etapas da reforma da Avenida Hélio Prates, o Viaduto Luiz Carlos Botelho (na Epig) e as reformas da Epig e da ESPM – esta última também conta com a construção de dois viadutos. Já foram executados a pavimentação da rodovia VC-311, no Sol Nascente/Pôr do Sol, e o alargamento do viaduto da EPTG com a Estrada Parque Contorno (EPCT). “Quando assumimos, apenas R$ 18 milhões estavam executados. Em dois anos e meio de governo, executamos e contratamos obras em torno de R$ 500 milhões”, lembra o secretário de Obras e Infraestrutura, Luciano Carvalho. “O objetivo principal desse projeto é a mobilidade urbana. Serão corredores exclusivos de ônibus e viadutos nos locais onde há engarrafamentos enormes.” De acordo com o diretor-geral do DER, Fauzi Nacfur, para concluir o Complexo Viário Governador Roriz, foi preciso viabilizar os desembolsos do BNDES e do Banco do Brasil | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Arquivo-Agência Brasília Uma das maiores obras viárias já feitas na história da capital foi inaugurada recentemente, ao custo de R$ 220 milhões: o Complexo Viário Governador Roriz, que compreende o Trevo de Triagem Norte (TTN) e a Ligação Torto-Colorado (LTC). Melhorar a mobilidade de 100 mil motoristas que trafegam pela Saída Norte diariamente não seria possível se o governo local não tivesse colocado a obra como uma das prioridades. Com o trabalho integrado do GDF, foi possível agilizar os serviços, que estavam em ritmo lento há anos. “Precisava de gestão, de programação e resolução de questões ambientais”, avalia o diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do DF (DER), Fauzi Nacfur. “Conseguimos viabilizar o desembolso de recursos do BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social] e do Banco do Brasil de forma mais rápida para concluir os serviços. São 23 viadutos, quatro pontes, 28 quilômetros de asfalto e 14 de ciclovia, que juntos reduzem cerca de 55% de tempo nas viagens.” A Praça dos Direitos do Itapoã também é outro exemplo. Os serviços começaram em 2013, mas foram interrompidos em 2015 por problemas nos contratos. O espaço de 7.511,86 m2 possui uma quadra poliesportiva coberta, um campo de futebol, vestiários femininos e masculinos, sala multiuso, pista de caminhada e corrida, beneficiando 70 mil pessoas. “O projeto foi recuperado, com foco em acessibilidade. É um local que causa grande impacto de crianças a idosos”, ressalta Luciano Carvalho. [Numeralha titulo_grande=”R$ 100 milhões” texto=”É o valor investido na construção do Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat” esquerda_direita_centro=”direita”] Saúde e educação Ao mesmo tempo que o GDF destrava projetos, ele investe em saúde e educação. Após uma longa batalha judicial e negociação por parte do poder Executivo local, as obras de construção do Hospital Oncológico Doutor Jofran Frejat começaram em junho deste ano. A unidade é a primeira da especialidade no DF e vai transformar a capital em referência para todo o Centro-Oeste. O investimento é de cerca de R$ 100 milhões. Na avaliação do secretário de Governo, José Humberto Pires, o investimento desse projeto foi um dos mais difíceis de se recuperar. “Os recursos estavam praticamente perdidos, mas graças ao trabalho integrado do governador Ibaneis Rocha com sua equipe, conseguimos destravar a obra junto ao governo federal e à Caixa Econômica Federal (CEF) e retornar o montante para os cofres públicos”, comemora. A obra da Praça dos Direitos começou em 2013 e foi suspensa. Construção foi retomada e concluída nesta gestão | Foto: Acácio Pinheiro/Agência Brasília A unidade será erguida em um terreno de 41 mil m2, doa quais 31 mil m2 serão de área construída. O hospital terá 172 leitos disponíveis, sendo 20 de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 152 de internação. A unidade contará ainda com consultórios multidisciplinares, alas para tratamento de quimioterapia, radioterapia, medicina nuclear, endoscopia e salas de cirurgia conjugadas, além de exames de imagem como mamografia, ultrassom e raios-X. Pela projeção da Secretaria de Saúde, o Hospital Oncológico de Brasília terá capacidade de oferecer até nove mil atendimentos por ano. Já na área da educação, a recuperação de recursos vai desde a primeira infância até o ensino técnico. Em 2019, foram resgatados R$ 42 milhões para investir na construção de creches. O recurso, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), estava parado desde 2012 por falta de projetos. Agora, porém, cinco unidades já estão em fase de construção em Ceilândia, Gama, Planaltina, Recanto das Emas e Sol Nascente/Pôr do Sol. Outras estão em fase de complementação de projetos e licitação. A Escola Técnica de Brazlândia também foi construída com recursos recuperados e tem capacidade para 2 mil alunos | Foto: Joel Rodrigues/Arquivo-Agência Brasília Para atender 630 crianças, o governo entregou também o Centro de Ensino Fundamental (CEF) 01 da Vila Planalto. Foram mais de 30 anos de espera para que os alunos ganhassem um colégio totalmente reformado. Em Brazlândia, jovens e adultos receberam uma escola técnica este ano, também construída com recursos recuperados. A unidade tem capacidade para atender cerca de dois mil estudantes nos mais variados cursos. O GDF vai entregar ainda mais uma escola técnica em Santa Maria e duas escolas em Ceilândia e no Gama. Segurança Dentro da política de valorização das forças de segurança pública, o Distrito Federal vai ganhar um dos maiores institutos de medicina legal (IMLs) da América Latina, ao custo de cerca de R$ 34,8 milhões. A unidade atual, dentro do Parque da Cidade, foi construída em 1964 e está com a estrutura defasada para a demanda da capital. O novo projeto, que será erguido dentro do Complexo da Polícia Civil (SPO SUL, Lote 23, Conjunto A), terá mais de 11,8 mil m2 de área construída e vai oferecer serviços essenciais, como cartório de registros públicos, assistência social e central de captação de órgãos. A nova estrutura é mais de três vezes maior que a atual.
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PCDF na vanguarda da tecnologia e do desenvolvimento
Confira a reportagem sobre o novo IML: https://agenciabrasilia.df.gov.br/2021/04/13/distrito-federal-vai-ganhar-um-dos-maiores-imls-da-america-latina/
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Distrito Federal vai ganhar um dos maiores IMLs da América Latina
Além do governador Ibaneis Rocha, participaram da cerimônia de lançamento da pedra fundamental da obra o delegado-geral da Polícia Civil, Robson Cândido; os secretários de Segurança Pública, delegado Júlio Ferreira; Governo, José Humberto Pires; e Relações Institucionais, Vitor Paulo; o diretor do Departamento de Polícia Técnica (DPT), Raimundo Cleverlande Alves de Melo; e a diretora do IML, Márcia Cristina Barros e Silva dos Reis | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Foi assinada nesta terça-feira (13) a ordem de serviço para a construção da nova sede do Instituto de Medicina Legal do Distrito Federal (IML). A obra, orçada em R$ 34,8 milhões, é mais uma atuação do Governo do Distrito Federal dentro da política de valorização das forças de Segurança Pública. A atual unidade do instituto, dentro do Parque da Cidade, foi construída em 1974 e possui estrutura defasada para a demanda do DF. [Numeralha titulo_grande=”” texto=”A nova estrutura terá mais de 11,8 mil m². As instalações atuais têm apenas 3 mil m²” esquerda_direita_centro=”direita”] O novo projeto – que será erguido dentro do Complexo da Polícia Civil (SPO/SUL, lote 23, conjunto A) – no mesmo endereço do antigo – terá mais de 11,8 mil metros quadrados de área construída – vai oferecer serviços essenciais como cartório de registros públicos, serviço de assistência social e central de captação de órgãos. A nova estrutura é mais de três vezes maior que a atual. A centralização dos serviços cartorários e de assistência social propicia ao cidadão acesso rápido aos procedimentos legais necessários, principalmente durante a perda de um familiar. Diminui, também, o tempo de espera para a liberação de corpos e reduz custos desnecessários de deslocamento. Já o espaço de captação de órgãos e tecidos para doação vai permitir que o DF amplie sua atuação na Política Nacional de Transplantes de Órgãos e Tecidos. [Olho texto=”O novo IML vai colocar a PCDF na vanguarda da tecnologia e do desenvolvimento. Isso nos deixa muito felizes” assinatura=”governador Ibaneis Rocha” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Estou muito alegre. Este prédio é mais do que merecido. Ele vai trazer mais condições de trabalho para que a gente possa elucidar ainda mais os crimes que, infelizmente, ainda acontecem”, afirma Ibaneis Rocha durante o lançamento da pedra fundamental da obra. “O novo IML vai colocar a PCDF na vanguarda da tecnologia e do desenvolvimento. Isso nos deixa muito felizes. É uma obra que se inicia de imediato e estaremos aqui futuramente para inaugurá-la”, acrescenta o chefe do Executivo local. Para o delegado-geral da PCDF, Robson Cândido, o novo IML será um dos melhores do mundo. “A estrutura não ficará para trás daqueles que já conhecemos. A PCDF fez uma reestruturação nos últimos dois anos e o senhor, governador, assumiu a postura de investir e agora estamos em outro patamar”, avalia Cândido. O secretário de Segurança Pública do DF, delegado Júlio Ferreira, disse que o investimento contribui para a corporação ocupar o posto de uma das melhores do país. “É fundamental que a gente siga equipando e investindo nas nossas polícias”, pede. A construção do novo IML do DF vai gerar de 200 a 300 empregos. A obra foi viabilizada junto ao Ministério da Justiça e a Caixa Econômica Federal. A PCDF firmou convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e o valor para o novo IML veio de emendas da bancada federal do DF, entre deputados e senadores. Além do governador Ibaneis Rocha, participaram da cerimônia de lançamento da pedra fundamental da obra o delegado-geral da Polícia Civil, Robson Cândido; os secretários de Segurança Pública, Júlio Ferreira; Governo, José Humberto Pires; e Relações Institucionais, Vitor Paulo; o diretor do Departamento de Polícia Técnica (DPT), Raimundo Cleverlande Alves de Melo; e a diretora do IML, Márcia Cristina Barros e Silva dos Reis. Nova estrutura Pelo IML do DF circulam anualmente 100 mil pessoas, onde são feitos, neste mesmo intervalo, 55 mil exames periciais. Para que toda essa movimentação ocorra da melhor forma, o novo edifício separa fisicamente as atividades desempenhadas no atendimento aos vivos e no atendimento relacionado aos cadáveres, contando, inclusive, com acessos distintos. A obra foi viabilizada junto ao Ministério da Justiça e à Caixa Econômica Federal. A PCDF firmou convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), e o valor para o novo IML veio de emendas destinadas por deputados e senadores da bancada federal do DF [Numeralha titulo_grande=”” texto=”Pelo IML do DF circulam anualmente 100 mil pessoas, onde são feitos, neste mesmo intervalo, 55 mil exames periciais” esquerda_direita_centro=”direita”] Da mesma forma, foram projetados acessos separados para custodiados e para vítimas que necessitam ser submetidas a perícias. As construções contemplam ainda as normas de acessibilidade para pessoas portadoras de necessidades especiais e também para aqueles em situações fragilizadas, como vítimas de abuso sexual e crianças. “Vai ser um dos maiores IMLs [da América Latina] proporcionalmente e com possibilidade de recursos que vemos em países de primeiro mundo. O objetivo é resolver a maior parte das demandas de uma forma mais ágil e confortável”, diz a diretora do IML, Márcia Cristina Barros e Silva dos Reis. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ainda segundo a diretora do IML, a humanização do atendimento será um ponto forte com essa nova estrutura, que ganhará uma praça ecumênica. “A gente espera proporcionar à população do DF um ambiente com mais recursos para um atendimento mais humanizado e confortável. As pessoas vêm aqui em momentos complicados da vida e é necessário esse acolhimento da população. Vamos poder trabalhar e desenvolver novas tecnologias que vão reverter em prol da Justiça, da população e das investigações”, comenta.
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Profissionais de saúde: agendamento de vacinas começa nesta quinta (25)
A partir das 9h desta quinta-feira (25), a Secretaria de Saúde disponibilizará o agendamento da primeira dose da vacina contra a covid-19 para os profissionais de saúde do Instituto Médico Legal (IML) e daqueles com registro nos seguintes conselhos e entidades representativas: biologia, nutrição, educação física, fisioterapia e terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, técnico de radiologia, enfermagem, medicina, odontologia, biomedicina, veterinária, serviço social, farmácia e agentes funerários. O agendamento deve ser feito no site vacina.saude.df.gov.br. Durante a marcação, o profissional poderá escolher dia, horário e local para receber o imunizante. São, ao todo, 47 pontos de vacinação no Distrito Federal. Até o momento, a secretaria já recebeu 145.265 nomes de profissionais com registro nesses órgãos. Após uma análise nos dados, a pasta identificou que, deste total, 98.647 ainda não haviam sido vacinados. [Olho texto=”A cada nova fase, serão adicionados mais 10% do total de profissionais cadastrados” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] A vacinação para esses profissionais será dividida em fases: a primeira, que ocorrerá entre os dias 26 e 30 de março, atingindo 26 mil profissionais, ou seja, 25% dos cadastrados. As fases seguintes serão definidas após o recebimento de mais doses. A cada nova fase, serão adicionados mais 10% do total de profissionais cadastrados. É importante destacar que, durante o cadastro, caso o CPF do profissional não seja reconhecido pelo sistema, ele deverá procurar o órgão que o representa para atualização cadastral junto à Secretaria de Saúde. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No local de vacinação é necessário levar documento de identificação com foto, registro profissional, comprovante de agendamento e o cartão de vacina. Caso não tenha o cartão de vacina, um novo será feito no local. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Deam II já registrou 588 ocorrências
A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher II (Deam II), localizada em Ceilândia, registrou uma média de dez ocorrências diárias desde a inauguração, em 8 de junho. Do total, 505 ocorrências foram registradas no contexto da Lei Maria da Penha. Outras 83 denúncias, como contra dignidade sexual e outras naturezas, também foram registradas no período. Além disso, 460 medidas protetivas foram solicitadas ao Poder Judiciário e outros 245 encaminhamentos foram feitos ao posto descentralizado do Instituto Médico Legal (IML), que funciona junto à Delegacia. “A maior parte das ocorrências refere-se à injúria e ameaça. O número de registros mostra que as mulheres estão buscando ajuda e estão recebendo essa atenção do Estado”, esclarece a titular da Deam II, a delegada Adriana Romana. Ao chegar à unidade, a ocorrência é registrada e os procedimentos são adotados, como encaminhamento médico e preenchimento do Questionário de Avaliação de Risco, conforme Romana. “Todo atendimento inicial é feito com a chegada dessa mulher à delegacia. A atenção inicial é de extrema importância para o recolhimento de provas e para adotar as medidas cabíveis, que são analisadas caso a caso. Podemos solicitar o apoio da delegacia mais próxima para recolher pertences na casa dessa vítima, encaminhá-la ao hospital ou Casa Abrigo, se for o caso”, explica. [Numeralha titulo_grande=”460″ texto=”medidas protetivas foram solicitadas ao Poder Judiciário e outros 245 encaminhamentos foram feitos ao posto descentralizado do Instituto Médico Legal (IML), que funciona junto à delegacia.” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em todos os casos, o atendimento é feito de forma que não seja necessário o retorno da vítima à delegacia, evitando assim a revitimização. “Ela somente será chamada novamente à delegacia em casos extremos. Mas o normal é encaminhar o inquérito policial ao Judiciário, sem que seja necessária nova oitiva da ofendida, a não ser que surjam novas provas dos fatos em apuração.”, afirma a delegada. Nos casos de solicitação de medida protetiva de urgência, o encaminhamento é feito de forma eletrônica, quase que em paralelo ao registro do fato. “Praticamente toda a tramitação é feita ao Judiciário de forma eletrônica. Atualmente, apenas o inquérito é encaminhado de forma física, mas tudo indica que também será possível ser enviado pelo Processo Judicial Eletrônico (PJE)”, explica. Lei Maria da Penha Para a delegada da Deam II, a medida protetiva de urgência é um das questões mais importantes da Lei Maria da Penha. “Antes, não havia nenhum dispositivo que protegesse essa mulher. Muitas vezes elas chegavam e saíam da delegacia ao lado do agressor e só era possível requerer a medida por meio de um advogado, ingressando com um processo na vara cível, o que demorava muito e essa mulher poderia estar correndo risco de vida”, conta. Outro ponto levantado sobre a importância da lei é a proibição da assinatura de Termo de Compromisso e Comparecimento e a lavratura do termo circunstanciado, que era possível antes sanção da lei. A criação de um juizado especial também é lembrado pela titular da Deam II como um fator de extrema importância. “A Lei Maria da Penha é um divisor de águas na proteção das ofendidas, sejam elas adultas, idosas ou mesmo crianças, mas vítimas pela questão do gênero. O processo analisado por um juizado especial tem uma atenção especial para os casos, de uma forma muito mais sensível”, disse. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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GDF disciplina velórios de vítimas da Covid-19
Para garantir a segurança e saúde de profissionais de saúde, da segurança e de funerárias (e seus respectivos familiares), o Governo do Distrito Federal estabeleceu um protocolo especial de manuseio de cadáveres e prevenção para doenças infecto-contagiosas, com ênfase em vítimas fatais da Covid-19. A iniciativa é uma resposta à situação epidemiológica atual. O documento é baseado em protocolos internacionais adaptados para realidade do Brasil e fornecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS). As medidas são semelhantes às adotadas em países como China, Espanha e Itália – e têm também como base notas técnicas da Anvisa e do Ministério da Saúde. A Subsecretaria do Sistema de Defesa Civil, vinculada à Secretaria de Segurança Pública (SSP/DF), participou da construção do documento, que contou com a participação da Secretaria de Justiça e Cidadania (SEJUS) e representantes da Secretaria de Saúde (SES). De acordo com o coordenador de Operações da Defesa Civil, tenente-coronel Sinfrônio Lopes, o protocolo é importante, pois pactua para que o Estado tenha uma resposta rápida nestes casos. “Não há diretrizes específicas para o manejo de cadáveres de pessoas que morreram por conta do Covid-19”, diz ele. “Mas utilizamos informações contempladas em diretrizes da OMS publicadas em 2014, sobre prevenção e controle de infecções respiratórias agudas, que apresentem risco à saúde pública ou aos profissionais que tenham que lidar diretamente com as vítimas desta doença”. O documento também veda a realização de velório da vítima da Covid-19. O caixão deverá estar lacrado. Após a liberação do corpo, a cremação ou enterro deverá ocorrer no menor tempo possível, evitando assim a possibilidade de contágio. IML A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), por meio do Instituto de Medicina Legal (IML), também decidiu implementar a realização de necropsias minimamente invasivas, seguindo recomendações do Ministério da Saúde, da Anvisa e da Associação Brasileira de Medicina Legal e Perícias Médicas. Os exames cadavéricos serão realizados por meio da inspeção externa do cadáver, tomografia computadorizada e coleta de amostras biológicas, sem a abertura dos corpos. Nos casos de necessidade de exames toxicológicos, serão feitas punções. Ou seja, retirada de pequena porção de fluidos biológicos (sangue, urina e outros) por aspiração através de uma agulha fina, para análise laboratorial. Segundo a diretora do instituto, a perita médico-legista Márcia Cristina Barros, a possibilidade de contaminação se sobrepõe a qualquer outro fato, diante do cenário atual. “Qualquer pessoa pode estar contaminada pelo coronavírus, mesmo que não apresente sintomas. Desta forma, por questões sanitárias, para garantir a biossegurança dos profissionais que atuam no IML e da população que circula em nossas dependências, não haverá abertura de corpos”. Os médicos legistas e demais servidores reforçaram o uso dos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e das medidas de biossegurança para lidar com os corpos. Importante ressaltar que, desde a implementação efetiva do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), em janeiro de 2019, somente são enviados ao IML vítimas de causas externas – as mortes por causas violentas ou suspeitas – acidentes, homicídios, suicídios, suspeitas de erro médico. As mortes naturais, como pela Covid-19 ou doenças preexistentes, são atestadas pelo médico assistente ou plantonista, ou pelo SVO, e deverão ser encaminhadas para sepultamento conforme o protocolo. * Com informações da SSP/DF
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Pós-Carnaval segue monitorado na Cidade da Segurança Pública
Devido à celeridade nos atendimentos de ocorrências e na prestação de serviços durante o Carnaval, a Cidade da Segurança Pública permanecerá em atividade até este fim de semana, quando haverá rescaldo da folia em alguns pontos de Brasília. O objetivo é repetir ações e serviços de monitoramento nos eventos de pós-Carnaval, que serão promovidos nos setores carnavalescos. A estrutura foi montada de forma estratégica na área central de Brasília (Torre de TV), por estar próxima dos locais com maior concentração de blocos. Seis blocos são esperados nos setores carnavalescos no sábado (29) e no domingo. O efetivo de 1250 policiais vai operar com o apoio de tropas especializadas – como Rondas Ostensivas Táticas Móveis (Rotam), Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque), Batalhão de Policiamento com Cães (BPCães), Batalhão de Aviação Operacional (BavOp)e Regimento de Polícia Montada (RPMon). [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) divulgou, na última quarta-feira (26), balanço das ocorrências criminas relacionadas aos eventos dos quatro dias do Carnaval deste ano, comparando-as com o mesmo período de 2019. Os dados mostram queda de 18,7% de incidência criminal neste ano, de 739 para 601 casos, o que corresponde a 138 crimes a menos. O período analisado começa às 18h da última sexta-feira (21) até as 6h da manhã desta quarta-feira (26). O trabalho integrado entre as forças de segurança e o esforço da Polícia Militar do DF contribuíram de forma significativa para a redução dos índices, avalia o secretário de Segurança Pública. “A estratégia da segurança pública, as linhas de revista da PMDF, o suporte tecnológico, o videomonitoramento feito pelo Centro Integrado de Operações de Brasília [Ciob] contribuíram de forma significativa para um carnaval seguro. A integração foi a marca da segurança pública no Carnaval 2020, juntamente à inovação”, acrescentou Anderson Torres. PCDF A Delegacia Móvel da PCDF estará no local, onde será possível fazer o registro de ocorrências policiais e o bloqueio de celulares roubados ou furtados, por meio do programa Fora da Rede. Desta forma, não será necessário que policiais se desloquem até as delegacias da área central – 1ª e 5ª DPs –, que também terão os plantões reforçados, assim como as Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) e a Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam). A Delegacia Móvel contará com o apoio de dois ônibus que abrigam postos avançados do Departamento de Polícia Técnica do Instituto Médico Legal (IML) e do Instituto de Identificação (II). No posto do IML será possível realizar exames de corpo de delito nos casos, por exemplo, de vítimas de agressão. No II será possível emitir o laudo de identificação de drogas, pois além de dois médicos legistas e quatro agentes haverá a presença de peritos criminais. O posto do II funcionará com dois papiloscopistas. O local servirá para identificação de pessoas, em casos da não apresentação de documentação pessoal em abordagens. Durante o Carnaval foram emitidos 77 laudos com análises de drogas, seis exames de corpo de delito e a confirmação de 12 identidades nos postos avançados. PMDF A estrutura da montada pela Polícia Militar será composta por quatro ônibus nos dias de folia. Um deles, o Comando Geral da Operação, vai abrigar diariamente um oficial que será o responsável pela operação durante o Carnaval em todas as regiões administrativas do DF, interligadas ao comando da Cidade da Segurança Pública. Um outro ônibus servirá como apoio, o chamado Ônibus de Tecnologia e Estratégia, com câmeras de monitoramento e filmagem com alcance de até 15 metros e abrangência de 360 graus. Além das ações de monitoramento do trânsito, três equipes atuam exclusivamente em abordagens e blitze nas proximidades dos blocos. Durante os dias de Carnaval, 527 motoristas foram autuados por alcoolemia. O subcomandante do CPTran, tenente-coronel Luis Marcelo, alerta quanto aos perigos da condução sob efeito do álcool. “É muito importante que os foliões não dirijam após fazerem ingestão de bebida alcóolica, para não provocarem acidentes, colocando em risco a própria vida e a de outras pessoas. Nossas equipes de Álcool Zero atuarão em todo o DF”, advertiu. Corpo de Bombeiros Os bombeiros farão o gerenciamento de todos os eventos carnavalescos do Comando Móvel do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. Os militares contarão com o apoio da Plataforma de Observação Elevada (POE). Com câmeras em alta resolução e alcance acoplados, a viatura especial passa a contribuir com as ações nos dias de Carnaval. Trinta bombeiros e nove viaturas estarão na Cidade para atendimentos. Detran-DF O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) permanecerá durante todo o período de Carnaval com um coordenador operacional na Cidade da Segurança Pública, além das intervenções e fiscalização nos blocos carnavalescos no Plano Piloto e regiões administrativas. O órgão será o responsável pela tomada de decisões em eventuais ocorrências de trânsito em blocos e festas carnavalescas. O Detran abordou 1.050 veículos e realizou 600 testes de alcoolemia. Foram detectados 104 condutores dirigindo embriagados. Os agentes ainda flagraram 45 condutores inabilitados, 28 com a CNH vencida há mais de 30 dias, sete com a CNH suspensa e 450 autuados por estacionamento irregular. * Com informações da Secretaria de Segurança Pública
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