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Instituto Brasília Ambiental

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Ação incentiva doação de brinquedos em campanha do Dia das Crianças

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental participa da Campanha Dia das Crianças 2026 — Uma volta ao mundo —, iniciativa coordenada pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social do Governo do Distrito Federal. A mobilização convida servidores, colaboradores e a comunidade a contribuírem com a arrecadação de brinquedos destinados a crianças atendidas por instituições parceiras. Neste ano, a campanha passou por ajustes no calendário e na organização das ações. A arrecadação segue até 30 de outubro, enquanto a entrega dos brinquedos será realizada posteriormente, após o período eleitoral. Como participar Servidores, colaboradores e a comunidade podem participar da campanha doando brinquedos novos ou em boas condições de conservação. No Brasília Ambiental, foram instaladas duas caixas coletoras para receber as doações: uma no térreo da sede do instituto e outra no Parque Ecológico Olhos D’Água. Vale lembrar a importância de higienizar os brinquedos de plástico, metal ou madeira com água e sabão ou álcool 70% e colocá-los em um saco plástico transparente, facilitando o manuseio. Os brinquedos arrecadados passam por triagem antes de serem destinados às instituições participantes, garantindo condições adequadas para as crianças que receberão as doações. A campanha reforça a importância da solidariedade e da participação coletiva. Mais do que arrecadar brinquedos, a iniciativa busca criar uma rede de colaboração capaz de proporcionar momentos de alegria e novas experiências para crianças do DF. Uma volta ao mundo Com o tema “Uma volta ao mundo”, a campanha propõe uma jornada de solidariedade por meio das doações. A programação prevê, ainda, ações pontuais em outubro com crianças de instituições parceiras, incluindo visitas a parques de diversões, atividades culturais e outras experiências. Para os pontos focais da campanha nos órgãos participantes, a orientação é divulgar e incentivar as doações, organizar os pontos de arrecadação e realizar a triagem dos brinquedos recebidos. No Brasília Ambiental, a campanha representa mais uma oportunidade de mobilizar servidores e a comunidade em torno de uma ação social, fortalecendo valores como solidariedade, cuidado e responsabilidade coletiva. Participe e faça parte dessa corrente de solidariedade! Cada ponto de arrecadação é uma ponte entre a solidariedade e uma criança.   *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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GDF participa de debate sobre unidades de conservação e turismo

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Instituto Brasília Ambiental marcou presença, na tarde desta terça-feira (22), na 26ª Semana Universitária (Semuni) da Universidade de Brasília (UnB), durante a realização da mesa redonda Gestão das Unidades de Conservação (parques) e o Turismo no Distrito Federal, com a participação social, realizado no módulo central do Centro de Excelência em Turismo (CET). O evento, que visa enriquecer as discussões e fortalecer a troca de conhecimento entre estudantes, pesquisadores e a comunidade, contou com a participação do superintendente de Unidades de Conservação, biodiversidade e Água do Instituto, Marcos João da Cunha, representando o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. “Nós temos unidades de conservação de uso sustentável que permitem a visitação e trazer isso para o contexto do turismo abre uma nova perspectiva de atração de público, de regiões mais afastadas ou até mesmo de outros estados, para que entendam mais sobre a importância da preservação da natureza”, disse o representante da autarquia. Durante sua apresentação na mesa, o superintendente falou sobre a experiência no cotidiano das unidades de conservação (UCs) do DF, os desafios e os parques ecológicos com maior vocação para o turismo. A mediação dos diálogos foi realizada pelo mestrando em turismo, Francisco Maciel, que também é agente de parques e unidades de conservação do Brasília Ambiental, atuando no Parque Ecológico do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico. “O Distrito Federal possui muitas unidades de conservação que são históricas, com relevância para a sociedade, que podem ser mais integradas, fomentadas no contexto do turismo”, opinou Maciel. A programação foi encerrada com a apresentação da diretora de gestão do conhecimento da Fundação Jardim Botânico de Brasília (FJBB), Priscila Rosa. A diretora falou sobre o histórico de criação da área, que é aberta à visitação do público, e sobre a Estação Ecológica, que compõe o complexo da unidade de conservação. A 26ª Semuni começou no dia 20 de setembro e segue até o dia 26 deste mês. O cronograma de atividades pode ser consultado nas redes sociais da UnB.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Parque Distrital das Águas, em Brazlândia, passa a ser unidade de conservação

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Parque Distrital das Águas, localizado na região administrativa de Brazlândia, foi instituído pelo Governo do Distrito Federal por meio do decreto nº 49.364/2026, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quinta-feira (17/9). A novidade é resultado dos estudos técnicos e de consulta pública realizada pelo Instituto Brasília Ambiental junto à comunidade local, conduzidos entre final de 2025 e abril de 2026. O novo parque distrital surge com o objetivo de proteger os remanescentes de Cerrado e os recursos hídricos que alimentam o lago do rio Descoberto. É, também, uma condicionante técnica estabelecida junto ao órgão ambiental gestor federal (ICMBio) para viabilizar as alterações de zoneamento necessárias à expansão urbana sustentável e regular de Brazlândia. Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental A unidade de conservação conta com uma área total aproximada de 1,7 mil hectares e dispõe de rica fauna nativa variada, com destaque para as aves; flora nativa, com a ocorrência de espécies ameaçadas como Lessingianthus venosissimus (que faz parte de um grupo de plantas popularmente conhecidas como "vassourinhas"); e a Anemopaegma arvense (Catuaba). Protege, ainda, remanescentes das fitofisionomias vereda, cerrado sentido restrito, campo limpo, campo de murundus e mata de galeria. 1.700 hectares Área do Parque Distrital das Águas Junto à unidade de conservação foi criada a zona de amortecimento, uma espécie de cinturão de proteção externo, destinada a amenizar os impactos das atividades humanas sobre o Parque Distrital das Águas. O objetivo da área é conservar os remanescentes de vegetação nativa e proteger as áreas que desempenham funções hidrológicas relevantes para a infiltração e a recarga de aquíferos. O decreto define que essa faixa terá uma área total aproximada de 1.200 hectares. O Parque Distrital das Águas será administrado pelo Instituto Brasília Ambiental. Com esse decreto, o Distrito Federal passa a contar com 88 unidades de conservação, compreendendo aproximadamente entre 80% e 90% de áreas legalmente protegidas. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Governadora autoriza asfaltamento da Gleba 4 - Vista Bela

A governadora Celina Leão assinou, neste domingo (28), o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1, o que trará mais segurança, melhor trafegabilidade e o fim dos transtornos causados pela poeira no período de seca e pela lama durante as chuvas. “Fizemos uma reunião no Palácio do Buriti com várias lideranças, que apresentaram suas reivindicações. No dia seguinte, determinei uma visita técnica de todos os nossos secretários, levantamos as demandas e, em menos de 15 dias, já estamos assinando a ordem de serviço. Também destravamos as licenças ambientais necessárias para resolver esse problema”, explica a chefe do Executivo.  Segundo Celina Leão, o governo está em ritmo acelerado, entregando as soluções com rapidez. “E aqui não é só o asfalto: estamos implantando mais de 18 quilômetros de iluminação pública, levando água regularizada e desenvolvendo diversas outras ações. Também definimos uma área para construir uma Unidade Básica de Saúde (UBS)”, concluiu. A governadora Celina Leão aproveitou para assinar, de uma vez, o licenciamento ambiental e a ordem de serviço para o asfaltamento da Gleba 4 – Vista Bela, em Ceilândia, neste domingo (28) | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A intervenção tem caráter de manutenção e, por ocorrer em uma via já consolidada, sem abertura de novos traçados ou supressão de vegetação nativa fora de áreas de preservação permanente (APP), recebeu do Instituto Brasília Ambiental a Dispensa de Licenciamento Ambiental, em razão do baixo impacto ecológico da obra. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que a análise para a autorização de obras considera os impactos ambientais em todo o Distrito Federal. Segundo ele, no caso do Vista Bela, a intervenção é de baixo impacto ambiental, o que permitiu agilizar a emissão da licença. “Não faz sentido segurar uma autorização ambiental quando isso acaba prejudicando a sociedade. Aqui, trata-se de uma melhoria na pavimentação. Estamos trabalhando para reduzir a burocracia e acelerar as entregas para a população”, afirmou.   O gestor também destacou a publicação de um decreto sobre compensação florestal durante a agenda na QNR 6. “Todo impacto causado ao meio ambiente precisa ser compensado. Esse decreto estabelece critérios para que a compensação ambiental seja realizada em todas as obras de infraestrutura. Aqui, especificamente, trata-se de uma melhoria na pavimentação, com baixo impacto ambiental, e a sociedade merece esse investimento”, concluiu. Segundo o presidente da Associação de Moradores e Produtores Rurais do Incra 9, Robson da Silva, a pavimentação vai melhorar a qualidade de vida da comunidade e facilitar o trabalho dos produtores rurais. “No período de chuva, enfrentamos muita lama. Na seca, é essa poeira que todo mundo vê, o que dificulta muito a locomoção dos moradores. Além disso, esta é uma região de produtores rurais, integrante do Cinturão Verde de Brasília. Com a pavimentação, será muito mais fácil escoar a produção, transportar as mercadorias e levá-las aos pontos de comercialização. É uma melhoria que beneficia toda a comunidade”, afirmou. A intervenção prevê a pavimentação, restauração e o encascalhamento de aproximadamente 1,5 km da Rua Rural 1 Moradora do condomínio Vista Bela, que já conta com parte das vias pavimentadas, a servidora pública Ludmilla Duarte, 45 anos, lembra das dificuldades enfrentadas antes da chegada do asfalto, especialmente por causa da poeira e dos impactos na saúde da população. “A maioria das crianças desenvolveu asma ou bronquite por causa da poeira. A gente saía para trabalhar e precisava levar o sapato em uma sacolinha para calçar só quando chegava ao serviço, porque era insuportável. Nos meses de seca, com vento forte, a situação era muito difícil e o posto de saúde vivia cheio de pessoas com problemas respiratórios”, relata. Segundo Ludmilla, o trecho já pavimentado trouxe melhorias perceptíveis para a qualidade de vida dos moradores, e a expectativa é que os benefícios se estendam ao restante do condomínio com a conclusão das obras. “Vai ser muito bom. Eu trabalho em um posto de saúde e participo de um grupo de caminhada. Hoje não conseguimos fazer todo o percurso porque parte da via ainda não é asfaltada. Onde caminhamos atualmente é perigoso, pois há muito movimento de ônibus e carros. Com a pavimentação, teremos um trajeto mais seguro e poderemos ampliar o percurso do grupo”, afirma.

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Na Hora Empresarial ultrapassa 30 mil atendimentos e facilita a vida de empreendedores do DF

Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, o Na Hora Empresarial alcançou uma marca expressiva: 30.150 atendimentos realizados entre fevereiro e as duas primeiras semanas de junho deste ano. Inaugurada pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) no 3º andar do Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul (SCS), a unidade foi criada para simplificar a rotina de empresários e empreendedores, reunindo em um único espaço serviços fundamentais para a abertura, regularização e funcionamento de empresas.   Na Hora Empresarial realiza cerca de 260 atendimentos por dia útil, o que evidencia eficiência, com índice de produtividade de 95,7% | Fotos: Divulgação/Sejus-DF Os números demonstram a rápida adesão do público ao novo modelo. No período, foram registrados cerca de 260 atendimentos por dia útil, com índice de produtividade de 95,7%, resultado que evidencia a capacidade da unidade de atender com eficiência as demandas apresentadas. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro" Israel Lincoln, empresário Os atendimentos realizados refletem a diversidade dos serviços disponíveis na unidade. A Polícia Federal (PF) concentrou a maior demanda, com 28.198 atendimentos e índice de produtividade de 96%. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 1.010 atendimentos, o Detran-DF (263), a Caesb (239), a DF Legal (210) e o Sebrae (138), demonstrando que o espaço atende desde questões relacionadas à documentação e regularização até demandas ligadas à infraestrutura e ao desenvolvimento dos negócios. Para o secretário de Justiça e Cidadania interino, Jaime Santana, o desempenho alcançado nos primeiros meses comprova que a iniciativa atende a uma necessidade real do setor produtivo. “O Na Hora Empresarial nasceu para tornar a relação entre o empreendedor e o poder público mais simples, ágil e eficiente. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos em tão pouco tempo demonstra que estamos no caminho certo, oferecendo serviços de qualidade e contribuindo para um ambiente de negócios mais favorável no DF.”  A praticidade do atendimento é justamente um dos pontos mais valorizados pelos usuários. O empresário Israel Lincoln procurou a unidade para resolver diferentes demandas relacionadas ao seu negócio e destaca a agilidade encontrada no local. “Consegui resolver tudo o que precisava em um único lugar. O atendimento foi rápido, sem burocracia e sem necessidade de ficar marcando horário ou indo de um órgão para outro. Tudo funcionou de forma muito pontual e organizada.”  Na maior parte dos serviços oferecidos, o atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio  Estrutura pensada para quem empreende Com mais de 500 metros quadrados, o Na Hora Empresarial foi planejado para concentrar serviços estratégicos voltados ao desenvolvimento das atividades empresariais. O atendimento é presencial, sem filas e sem necessidade de agendamento prévio na maior parte dos serviços oferecidos. A unidade reúne órgãos e instituições fundamentais para quem deseja abrir, regularizar ou expandir um empreendimento. Estão presentes a DF Legal, responsável por atendimentos relacionados a licenças de funcionamento e atividades econômicas; a Vigilância Sanitária, que oferece orientações e serviços para estabelecimentos das áreas de alimentação, saúde e estética; e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), que realiza consultas de viabilidade urbanística e presta informações sobre uso e ocupação do solo. O espaço conta ainda com atendimentos da Neoenergia, Caesb, Detran-DF, Sebrae, Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Economia (SEEC-DF) e Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal.  "O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Um dos grandes diferenciais da unidade é a presença da Polícia Federal, que oferece serviços altamente demandados pelo setor empresarial e por profissionais de diferentes segmentos. Além da emissão de passaportes — único serviço que exige agendamento prévio —, os usuários podem resolver questões relacionadas ao controle e fiscalização de produtos químicos, segurança privada e registro e controle de armas. A integração desses atendimentos ao Na Hora Empresarial proporciona mais comodidade, reduz deslocamentos e amplia o acesso a serviços especializados em um ambiente moderno e centralizado.  O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda"Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora   Economia de tempo e mais eficiência [LEIA_TAMBEM]A proposta de reunir diversos órgãos em um mesmo endereço tem gerado ganhos significativos para os empresários, que conseguem resolver demandas distintas em uma única visita. É o caso do empresário André Carrion, que destaca a comodidade proporcionada pelo modelo de atendimento. “Ter vários serviços reunidos em um só lugar facilita muito a vida de quem empreende. Antes era necessário percorrer diferentes órgãos para resolver questões que hoje podem ser tratadas em um único endereço. Além da praticidade, o ambiente é confortável e o atendimento é muito bom.”  Segundo o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, a marca alcançada nos primeiros meses demonstra a importância de oferecer soluções integradas para o setor produtivo. “O empresário precisa de agilidade para dedicar seu tempo ao crescimento do negócio. O Na Hora Empresarial foi concebido justamente para reduzir deslocamentos, eliminar etapas desnecessárias e aproximar os serviços públicos de quem gera emprego e renda. Os resultados mostram que essa integração tem produzido impactos concretos na vida dos empreendedores e reforçam a importância de continuarmos investindo em inovação e qualidade no atendimento.” Atualmente, a unidade conta com uma equipe formada por 23 colaboradores. O modelo integrado de atendimento fortalece a política de desburocratização do Governo do Distrito Federal e amplia o acesso a serviços essenciais para empresas de diferentes portes e segmentos. *Com informações da Sejus-DF   

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Cercas reforçam proteção ambiental e segurança em parques ecológicos do DF

Para mais proteção a áreas verdes e segurança para quem frequenta os parques, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu em torno de R$ 4,9 milhões em obras de cercamento de seis unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental. A iniciativa busca reforçar a proteção ambiental, melhorar o controle de acesso e reduzir problemas como invasões, descarte irregular de lixo, vandalismo e depredação.  Cercamento integra as ações de proteção das unidades de conservação administradas pelo Instituto Brasília Ambiental | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques” Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental As intervenções contemplam os parques ecológicos do Gama, Lago Norte, Veredinha, Asa Sul e Saburo Onoyama, além da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Bosque. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que o cercamento integra as ações de proteção das unidades de conservação administradas pelo órgão, que atualmente somam 84 áreas no Distrito Federal, sendo 34 parques ecológicos. “O cercamento faz parte da proteção da unidade de conservação. Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques”, afirmou. Os cercamentos são executados por meio da Terracap e do Departamento de Estradas e Rodagem (DER-DF), que buscam empresas por meio de processos licitatórios. E os contratos têm garantia.  Além disso, o Brasília Ambiental mantém contrato vigente de manutenção, não restrito apenas às cercas. O presidente da instituição acrescentou, ainda, que os modelos adotados variam conforme as características de cada área e podem incluir cercas, alambrados, gradis e mourões com arame.  Porta-voz da Polícia Militar do DF, a major Talita Soares afirma que as cercas facilitam o monitoramento e o policiamento preventivo Integridade visual  As estruturas seguem critérios técnicos, ambientais, urbanísticos e arquitetônicos definidos pelo órgão e preservam a integração visual dos parques com o entorno — em alguns casos, delimitando a unidade para que a fauna evite áreas de risco. Atualmente, também estão em processo de cercamento o Parque Boca da Mata e o Parque Distrital Recanto das Emas.    Entre as vantagens das novas estruturas destacam-se a maior dificuldade de o espaço ser alvo de vandalismo e de furto, menor necessidade de manutenção e durabilidade estimada de aproximadamente 20 anos. No caso de alambrados e mourões com arame, a durabilidade média é de dez a 15 anos, a depender do material, do ambiente e da ocorrência de depredação. Além da proteção ambiental, a iniciativa tem reflexos na segurança pública. De acordo com a major Talita Soares, porta-voz da Polícia Militar (PMDF), a delimitação dos espaços facilita o monitoramento e o policiamento preventivo. “A cerca é de grande relevância para a segurança pública porque ajuda no controle de acesso e no policiamento preventivo. Com uma restrição melhor dos acessos, conseguimos coibir práticas ilícitas e tornar o monitoramento mais eficiente em uma área extensa como essa”, observou.  [LEIA_TAMBEM]Ela ressaltou, ainda, a diferença que faz para as famílias que frequentam o espaço: “O parque é um ambiente convidativo para toda a família, então as que trazem idosos, crianças ou pessoas que exigem uma atenção diferenciada ficam muito mais à vontade para se deslocar em um ambiente que já está com essa proteção da barreira física, que diminui os pontos vulneráveis”. Frequentador assíduo do Parque Ecológico Asa Sul, o engenheiro florestal Ariel de Andrade, 54, acredita que a nova estrutura contribuirá para a preservação e para a sensação de segurança. “Eu frequento o parque há bastante tempo, corro aqui quase todo dia e considero muito importante o novo cercamento, porque traz mais segurança para os usuários, ajuda a evitar vandalismo e dá mais proteção para todos que utilizam o espaço. Até na questão de cachorros soltos, por ficar próximo à pista, o cercamento pode ajudar a evitar algum incidente”, observou. Moradora da Vila Telebrasília, próxima ao Parque Ecológico da Asa Sul, a aposentada Lenilda Santiago Soares, 66, avalia que a mudança beneficia quem circula pela região: “É muito bom. A gente passa aqui sempre, e a cerca traz uma segurança maior até para o próprio parque”.

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Aprovada nova sede para Hospital de Fauna Silvestre

A Câmara de Compensação Ambiental e Florestal (Ccaf), do Instituto Brasília Ambiental, se reuniu de forma extraordinária nesta quinta-feira (21), para deliberar sobre novas destinações de recursos oriundos de empreendimentos que geraram impactos significativos nos recursos naturais ou na supressão de vegetação no Distrito Federal. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais. “É nela que são discutidos e aprovados as verbas que irão beneficiar as nossas unidades de conservação e o Cerrado, de forma geral. A Ccaf prioriza nossas ações e execuções e a aplicação é uma ação que dialoga diretamente com a sociedade”, comentou o gestor da autarquia. Durante o encontro, foram apresentadas três propostas visando a aprovação entre os membros integrantes: a elaboração de projeto arquitetônico e a execução da reforma da antiga Apub, no Parque Ecológico Burle Marx, para a instalação definitiva do Hospital de Fauna Silvestre (Hfaus); a alocação de recursos para ações participativas, entre as quais consultas públicas e oficinas participativas voltadas às unidades de conservação e a consolidação de uma rede de monitoramento de qualidade da água (RMQA) nas áreas protegidas do DF. No primeiro item deliberado, uma nova estrutura hospitalar para fauna silvestre, foi demonstrado que a instituição, desde o surgimento em fevereiro de 2024, vem se tornando uma referência devido ao número crescente de atendimentos em um prédio que atualmente é alugado e que tem limitação de espaço. A ideia é que passe a funcionar em prédio público próprio, mais adequado às demandas e com o incremento de novos serviços, com exemplo da reabilitação dos bichos. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, que também preside a Câmara de Compensação falou um pouco sobre a importância do comitê na execução das políticas ambientais | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental O segundo item em pauta foi a reserva de recursos para a promoção de diálogos com a comunidade por meio da realização de reuniões abertas, conselhos gestores, oficinas participativas e consultas públicas visando o fortalecimento das ações voltadas às unidades de conservação distritais. E o último, a continuidade por dois anos do projeto de monitoramento feito por 37 pontos de medição da qualidade de água em áreas protegidas, com o intuito de garantir que não haja interrupção na série histórica, atendendo a metas legais e estratégicas, e fortalecendo também a gestão ambiental. Todos os itens foram aprovados por unanimidade pelos componentes da Ccaf, que conta com representantes de diversos setores do Instituto Brasília Ambiental, além da Secretaria de Meio Ambiente. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Encontro reúne gestores ambientais para debater políticas públicas

O Instituto Brasília Ambiental participou do 9º Encontro do Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação, que reúne gestores ambientais de todo o país para debater políticas públicas, manejo, preservação e integração entre áreas protegidas. Durante a programação, a autarquia apresentou o funcionamento do Sistema Distrital de Unidades de Conservação (SDUC), além de programas e iniciativas em desenvolvimento no Distrito Federal. Parte das ações implantadas no DF como o fundo de compensação, o programa de monitoramento de visitação e o planejamento estratégico, por exemplo, foram inspirados em experiências exitosas compartilhadas por outros estados. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade. A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, também ressaltou o compromisso da atual gestão com a preservação ambiental. “Nossa dedicação e cuidado com as áreas protegidas é prioridade do nosso governo e garantir um amanhã seguro para nossa população”, declarou. A participação do Brasília Ambiental teve como foco o fortalecimento da cooperação técnica entre os entes federativos e a troca de experiências voltadas à conservação ambiental, gestão territorial e proteção da biodiversidade | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destacou a importância da integração entre os diferentes gestores ambientais do país. “É muito importante a integração e a troca de conhecimento pois, coexistimos, aqui na capital do país, entre unidades de conservação (UCs) locais e federais, algumas até mesmo sobrepostas. Essa troca constante de conhecimento e experiência fortalece nossa missão institucional e o cuidado com o meio ambiente”, afirmou. “Participar do fórum propicia a troca necessária de experiências, inspira a buscar novas ferramentas de planejamento e monitoramento e a aprimorar a efetividade de gestão. Aprendemos muito com os estados, a esfera federal e os municípios, e hoje tivemos a oportunidade de mostrar o que vem sendo desempenhado no DF, sem deixar de agradecer imensamente ao Ministério do Meio Ambiente pela coordenação do evento, onde nos embasamos para o fortalecimento das UCs distritais”, acrescentou a assessora técnica de Gestão de Unidades de Conservação, Marcela Versiani, que apresentou o painel durante o encontro. O Fórum Nacional de Dirigentes do Sistema Nacional de Unidades de Conservação é considerado um dos principais espaços de articulação entre gestores ambientais do país e busca promover o compartilhamento de estratégias voltadas à conservação dos biomas brasileiros e ao aprimoramento das políticas públicas ambientais. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Servidores do GDF participam de capacitação em gestão de lixo

Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), localizada no Setor P Sul, da Região Administrativa de Ceilândia. A atividade integra o cronograma de capacitação continuada promovido pela Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto. Durante a ação, que teve o objetivo de trabalhar a temática de boas práticas na gestão do lixo, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos. “Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Visitantes conheceram todas as instalações da usina, que produz anualmente 20 mil toneladas de composto orgânico, destinado a produtores do DF | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. E os números gerados por essa unidade impressionam: são produzidas 20 mil toneladas de composto orgânico, anualmente, destinadas a produtores do DF. Outro dado a se destacar é que a unidade da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos.  [LEIA_TAMBEM]“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita. Já a estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou. O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Número de inscrições de trabalhos na 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação supera expectativas

Mais de 50 trabalhos foram inscritos para submissão à comissão avaliadora da 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação, evento que está sendo organizado pelo Instituto Brasília Ambiental, e ocorrerá nos dias 9 e 10 de julho, no auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB). A avaliação da comissão organizadora do evento é que o processo de inscrições foi um sucesso, com um número de inscrições além das expectativas. As inscrições encerraram no último dia 4 de maio. Do total de trabalhos inscritos, 37 são propostas para resumo, atividade voltada ao público externo, e 14 são propostas para painéis, voltados ao público de servidores da autarquia. “O evento é temático. Ano passado, como o tema era os 15 anos do Sistema Distrital de Unidades de Conservação, um tema amplo, a demanda foi muito alta. Este ano, com um tema mais restrito, esperávamos poucas propostas. Mas superou bastante as expectativas”, avalia a coordenadora da comissão organizadora da conferência, Vanessa Sousa de Oliveira. A coordenadora avalia que em 2025 — segundo ano do evento e primeiro com inscrições para trabalhos de pesquisa científica e relatos de experiências — por conta da temática, que se desdobrava em sete linhas temáticas, a quantidade de propostas foi considerável. “Foram 92 recebidas, e 70, aprovadas. Isso teve impacto na publicação dos anais do evento, que deve sair até o fim de maio. Este ano, com apenas uma linha temática, que é o Voluntariado em Unidades de Conservação, recebemos 40% do total de propostas de 2025, o que, para uma única linha temática, é um número altíssimo. Fomos surpreendidas com toda essa procura”, comemora. As inscrições encerraram no último dia 4 de maio. Do total de trabalhos inscritos, 37 são propostas para resumo, atividade voltada ao público externo, e 14 são propostas para painéis, voltados ao público de servidores da autarquia | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Braço Científico Sobre a conferência estar dando passos amplos no caminho de se firmar também como um evento científico, Vanessa diz que “o braço científico é parte da tradição ambiental". "Esse caminho é inevitável. Mas fazer política pública de conservação da natureza implica fazer a boa ciência dialogar com tradições de conhecimento originadas de perspectivas socioculturais e históricas. Esse é o nosso desafio: estabelecer diálogos socioambientais”, ressalta. O presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, destaca a importância da apresentação de trabalhos na conferência. “A inscrição e apresentação de trabalhos de pesquisa e relatos de experiência na nossa Conferência Distrital de Unidades de Conservação, que este ano já alcança sua terceira edição, é fundamental para conectar o conhecimento acadêmico à gestão prática das áreas protegidas. Esse processo promove a valorização da biodiversidade, auxilia na tomada de decisão dos gestores e fortalece o desenvolvimento regional sustentável”, avalia. De acordo com a Comissão Organizadora da Conferência, encerrado o prazo de inscrições, contabilizado o resultado, agora os trabalhos inscritos serão encaminhados à Comissão de Avaliação, formada por quatro avaliadores. Eles se manifestarão quanto aos critérios observados na divulgação da inscrição, tais como pertinência temática, estrutura, relevância e atendimento às normas gramaticais, referências e quantidade de palavras. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Equipes especializadas realizarão manejo do fogo em unidades de conservação do DF

O Instituto Brasília Ambiental promove, em maio e junho, a queima prescrita em 13 unidades de conservação distritais sob a sua gestão. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções. As primeiras a receberem o atendimento, a partir desta segunda-feira (4), serão o Parque Ecológico do Tororó, com o aceiro mecânico de 10,2 quilômetros, e a Estação Ecológica Águas Emendadas (Esecae), localizada na Região Administrativa de Planaltina, com a queima prescrita em uma área demarcada de 102,47 hectares (equivalente a 0,9% da área total da Esecae que possui mais de 10 mil hectares). A iniciativa faz parte do Plano Estratégico de Prevenção aos Incêndios Florestais de 2026 e será comandada pela Diretoria de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Instituto (Dpcif). A execução técnica será prestada pelos combatentes da autarquia. A ideia é reduzir a biomassa (matéria orgânica) acumulada e, assim, minimizar os riscos de um eventual incêndio florestal de grandes proporções | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Conforme explica o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, o manejo com fogo é um instrumento de proteção prévio ao período de seca, momento no qual há mais umidade na superfície e as equipes conseguem controlar a queima somente de espécies não pertencentes ao bioma Cerrado. “O intuito é diminuir a quantidade de capins exóticos e brachiarias (forrageira de origem africana) para que no período de estiagem, não haja tanto material combustível. Em um incêndio florestal, elas provocam queimas com temperaturas mais altas, labaredas muito maiores, e por um período mais prolongado, comprometendo o bioma”, esclarece o gestor do Brasília Ambiental. As áreas alvo das ações funcionam, ainda, como uma faixa de proteção das áreas sensíveis das unidades de conservação, a exemplo, na Esecae, da vereda e das matas, com espécies nativas da flora do Cerrado. Informações: Brasília Ambiental *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Grupo de Trabalho Interinstitucional debate soluções para implantação de calçadas em condomínios

Representantes da Secretaria DF Legal, do Brasília Ambiental, da Adasa e da Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) se reuniram nesta quinta-feira (16) para discutir como funcionará o Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI) criado na última semana por meio da Portaria Conjunta nº 04, de 06 de abril de 2026. O objetivo do grupo é estudar soluções para a implantação de calçadas em condomínios fechados no Distrito Federal. O tema foi pautado inicialmente pela Adasa após observar a tendência de condomínios em cimentar as áreas verdes em frente às casas para atender às exigências impostas pela DF Legal na vistoria para expedição da carta de Habite-se. A preocupação do órgão regulador é de que essa possa ser a solução menos indicada sob o ponto de vista ambiental, por ignorar os impactos a longo prazo. “Quando você coloca o cimento, você impermeabiliza o solo. Tem que se pensar nos danos a aquíferos e para onde vai essa água”, comentou o diretor-presidente Raimundo Ribeiro. O Brasília Ambiental e a Secretaria do Meio Ambiente demonstraram a mesma preocupação. Casos em que houve a sugestão até da supressão total de árvores do condomínio foram lembrados, o que reforça a importância do tema. O objetivo do grupo é estudar soluções para a implantação de calçadas em condomínios fechados no Distrito Federal | Foto: Divulgação/DF Legal Por sua vez, a DF Legal explicou os critérios atuais para que a calçada seja considerada acessível, mas negou que cimentar a área verde seja a única solução. “Existem diversas formas de adaptação. Colocar o cimento não é a única saída para atender os pedidos, e é bom podermos analisar juntos sob a ótica ambiental também”, explicou Sandro de Farias, da Coordenação de Habite-se e Acessibilidade. Diante da necessidade de estudos mais aprofundados da legislação, todos os quatro órgãos se comprometeram a indicar os membros titulares e suplentes do GTI e marcar a primeira reunião. A ideia é, após levantar todas as possibilidades e sugerir novas, enviá-las à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) para análise de viabilidade e adoção. “Queremos organizar o entendimento e unificar a orientação entre todos os órgãos”, finalizou Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental. Conforme consta na Portaria, o GTI terá o prazo de 90 dias para a conclusão das atividades e apresentação de relatório técnico final, prorrogável por igual período, mediante justificativa.     *Com informações da DF Legal

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Comunidade e técnicos do Brasília Ambiental percorrem trilha ecológica no Parque Distrital do Recanto das Emas

Na manhã desta segunda-feira (6), servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram de uma trilha ecológica no Parque Distrital do Recanto das Emas, em uma ação conjunta com a comunidade local. A iniciativa proporcionou uma imersão no bioma Cerrado, destacando a importância da preservação ambiental e do envolvimento comunitário na gestão das unidades de conservação (UCs). A atividade teve como guia o presidente do Conselho de Defesa do Meio Ambiente (Condema) do Recanto das Emas, Salvador Alves, que compartilhou conhecimentos sobre a fauna, flora e as particularidades do Cerrado presentes na região. Durante o percurso, os técnicos do instituto puderam vivenciar, na prática, os desafios enfrentados diariamente por aqueles que atuam na proteção da biodiversidade local. O momento também foi oportuno para que a equipe conhecesse de perto o projeto Eduparques, desenvolvido pela comunidade do Recanto das Emas. A iniciativa tem como objetivo promover a educação ambiental por meio da apresentação do parque e de suas características ecológicas, incentivando a conscientização e o engajamento da população na preservação do espaço. Durante o percurso, os técnicos do instituto puderam vivenciar, na prática, os desafios enfrentados diariamente por aqueles que atuam na proteção da biodiversidade local | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente interino do Brasília Ambiental, Valterson Silva, destacou a evolução das práticas de conservação. “As atividades e a forma como protegemos o nosso Cerrado mudaram — e que bom por isso. Hoje, é possível usufruirmos das nossas unidades de conservação com mais respeito e consciência. Essa experiência do nosso corpo técnico com a sociedade civil é fundamental, pois traz o olhar de quem vive os desafios no dia a dia”, avaliou. Para o superintendente de Unidades de Conservação (UCs) da autarquia, Marcos João da Cunha, a experiência reforça a relevância da participação social na conservação ambiental. “Conhecemos a parte técnica da unidade e sabemos dos desafios que enfrentamos no dia a dia para preservar e cuidar desse espaço. Dividir essa responsabilidade com a comunidade, ver que estão se dedicando ao ofício juntamente conosco, é revigorante e nos permite avançar ainda mais em novas iniciativas com o apoio deles”, destacou. Salvador Alves também ressaltou o valor ambiental e afetivo da área. “Esse espaço é um patrimônio local. Eu sou privilegiado por morar tão próximo, e minha luta é diária. Temos muitas áreas sensíveis e únicas aqui, que merecem cuidado e carinho. Nosso maior desafio é educar a comunidade para não jogar lixo, e para isso pensamos diariamente em ações de coleta, plantio e hortas comunitárias. Eu amo esse local”, afirmou. A ação evidencia a importância da integração entre poder público e sociedade civil como estratégia fundamental para fortalecer a proteção das unidades de conservação e garantir a sustentabilidade dos recursos naturais do Distrito Federal. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Voluntariado será tema da Conferência Distrital de Unidades de Conservação 2026

Voluntariado nas unidades de conservação. Este será o tema da 3ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação (CDUC), definido pela comissão organizadora do evento, realizado desde 2024 pelo Instituto Brasília Ambiental. Neste ano, a conferência ocorre em 9 e 10 de julho, no auditório da Associação de Docentes da Universidade de Brasília (Adunb). A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destaca a importância do evento. “A Conferência Distrital de Unidades de Conservação é um evento integrador do governo, sociedade civil e cientistas. Ela é fundamental para fortalecer a gestão participativa e a proteção do Cerrado no DF”, afirma. A conferência promove diálogo entre governo, sociedade e pesquisadores para fortalecer a gestão das unidades de conservação | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressalta a relevância do tema discutido neste ano: “Debater o voluntariado nas unidades de conservação é fundamental para fortalecer a gestão dessas áreas protegidas, conectar a sociedade ao meio ambiente e promover a sustentabilidade socioambiental. O voluntariado preenche, muitas vezes, lacunas na gestão, envolvendo o cidadão no cuidado de um espaço ecológico que é dele, no sentido de existir para seu usufruto e para garantir qualidade de vida. Cria o sentimento de pertencimento da sociedade em relação às unidades de conservação”. O superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água da autarquia, Marcos João Cunha, explica que o tema escolhido foi inspirado em uma decisão da Organização das Nações Unidas (ONU). “A ONU decretou 2026 como o Ano Internacional do Voluntariado para o Desenvolvimento Sustentável e, por esse motivo, o tema da nossa conferência será Voluntariado nas Unidades de Conservação. No ano passado, lançamos uma instrução normativa para regulamentar esse trabalho. Temos uma comissão que já está atuando e deve fazer um levantamento de projetos que podemos oferecer, além de conselhos em unidades de conservação, que também realizam trabalho voluntário. Nossa intenção é reunir todos esses grupos, que já desenvolvem esse tipo de atividade, para discutir a importância do voluntariado e como ele pode contribuir para a gestão das unidades de conservação”. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora da comissão organizadora da conferência, Vanessa Sousa de Oliveira, lembra que a Pesquisa Voluntariado Brasil 2021 aponta que 56% da população adulta afirma fazer ou já ter feito alguma atividade voluntária na vida. “O número de voluntários ativos também é expressivo: são cerca de 57 milhões de brasileiros comprometidos com atividades voluntárias voltadas à promoção do bem-estar social”, acrescenta. Entre os objetivos da Conferência Distrital de Unidades de Conservação estão a construção de um espaço permanente de diálogo sobre as unidades de conservação, a fim de fortalecer redes estratégicas de atuação junto às áreas protegidas; a discussão de macroquestões relacionadas à gestão dessas áreas, como governança territorial, oferta de serviços ambientais, mudanças climáticas e visitação qualificada; e o fortalecimento das ações entre os atores ligados à área socioambiental, vindos de diferentes segmentos da sociedade civil organizada, do meio científico e da administração pública. A conferência tem como público-alvo estudantes, gestores de unidades de conservação, pesquisadores, professores, ambientalistas, frequentadores dessas áreas, servidores públicos e a sociedade civil interessada. Em 2024, o evento contou com 306 inscrições; no ano passado, foram 313 inscritos. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Parque Distrital do Recanto das Emas terá obras de infraestrutura

A população do Recanto das Emas recebeu, neste sábado (21), o evento de lançamento das obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas. A unidade de conservação (UC) contará com recursos provenientes de Termo de Compromisso de Compensação Florestal para a construção de guarita, com controle de acesso e apoio à gestão do parque; ciclovia, quadra poliesportiva, parque infantil, banheiros e cercamento da área. “Essa é uma vitória da comunidade e um exemplo do que podemos alcançar quando trabalhamos juntos, em prol do meio ambiente e da qualidade de vida da população. A iniciativa reafirma o nosso compromisso com a preservação da natureza e com o desenvolvimento sustentável do nosso Distrito Federal”, mencionou a vice-governadora, Celina Leão. As obras de infraestrutura do Parque Distrital do Recanto das Emas foram lançadas neste sábado (21) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental O presidente do instituto, Rôney Nemer, ressaltou a importância das obras para a população. “Hoje é um dia muito valioso para os recantenses e para todos aqueles que se empenharam em ver essa unidade de conservação estruturada. Tudo isso é fruto de um trabalho em conjunto do Brasília Ambiental com as lideranças e representantes da comunidade, com o objetivo de cuidar dessa área que é de interesse de todos nós”, comemorou.  O administrador regional da cidade, Carlos Dalvan, destacou a satisfação com a concretização de um sonho. “Ficamos felizes e gratos com esse presente de ter uma unidade de conservação que será cercada, que contará com segurança e infraestrutura para usufruto de todos”, disse. [LEIA_TAMBEM]“A infraestrutura para as unidades de conservação em geral, além de atender às comunidades, também gera benefícios para os servidores, agentes de parques que desempenham a missão de proteger essas áreas. Essa entrega nos incentiva a sempre buscar ações em benefício da população, com a melhoria da qualidade de vida, e proporciona, ainda, ganhos financeiros, pois as moradias situadas nas proximidades das UCs ficam mais valorizadas”, comentou Marcos Cunha, superintendente de Unidades de Conservação do Brasília Ambiental. Ao término da assinatura da ordem de serviço, as autoridades presentes fizeram o descerramento da placa que marca o início das intervenções no local, seguido de ato simbólico, no mês da mulher, com o plantio de mudas de espécies do Cerrado em homenagem às mulheres vítimas de feminicídio e contra a violência doméstica. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Segunda etapa de capacitação reforça preparo de brigadistas para atendimentos de emergência

O Instituto Brasília Ambiental realizou, de segunda (23) a quarta-feira (25), a segunda etapa do ciclo de capacitações previsto para 2026, voltado à qualificação dos brigadistas florestais da autarquia que atuam nas unidades de conservação do Distrito Federal. Nesta quarta-feira, o Parque Ecológico dos Pequizeiros sediou o curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). A ação, que contou com a parceria da Organização Brasileira dos Brigadistas Florestais (OBBF) e da empresa Gilberto Castro Simulação de APH de Combate, integra o Plano Estratégico de Treinamentos dos Brigadistas Florestais (Petbrif), com foco na segurança operacional e no manejo integrado do fogo para o ciclo 2026/2027. Brigadistas florestais participaram do curso de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) entre os dias 23 e 25 deste mês, no Parque Ecológico dos Pequizeiros Ao longo da semana, os brigadistas participaram de atividades teóricas e de exercícios de campo voltados à atuação em situações de urgência e emergência, como simulado de resgate, contenção de hemorragias e traumas, técnicas de transporte de vítimas, manobra de obstrução de vias aéreas por corpo estranho (Ovace) e Suporte Básico de Vida (SBV). “Investir na qualificação dos nossos brigadistas é fortalecer a prevenção e salvar vidas. Quanto mais preparados estiverem, maior será nossa capacidade de proteger o Cerrado, as unidades de conservação e a população do Distrito Federal diante das ocorrências de incêndio”, declara a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. [LEIA_TAMBEM]O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destaca que a formação continuada fortalece a capacidade de resposta das equipes: “O trabalho exige preparo técnico, domínio de protocolos e atenção rigorosa à segurança. Ao investir em capacitações como essa, reforçamos nosso compromisso com a prevenção, o manejo integrado do fogo e a proteção das unidades de conservação do DF”. A capacitação permanente proporciona atualização técnica contínua, redução de riscos e acidentes, reforço da segurança nas atividades de campo, padronização de procedimentos entre as equipes e maior eficiência nas ações de prevenção, manejo e combate aos incêndios florestais, além de alinhamento às exigências legais, especialmente à Norma Regulamentadora nº 31.12. “Esse ciclo de capacitações está sendo um sucesso, e a nossa intenção é que todos os brigadistas sejam bem treinados e estejam bem-preparados para enfrentar uma fase difícil que virá no período da seca”, conclui o diretor de Manejo Integrado do Fogo, Érisom Vieira Cassimiro. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Decreto define poligonal da Floresta Distrital dos Pinheiros

O espaço territorial da Floresta Distrital dos Pinheiros, administrada pelo Instituto Brasília Ambiental, foi oficialmente definido pelo Decreto nº 48.271, de 10 de fevereiro de 2026, publicado nesta quarta-feira (11) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF). O normativo estabelece a poligonal da unidade, localizada na Região Administrativa do Paranoá (RA-PAR), com área aproximada de 570,0338 hectares, distribuída em dois módulos: o Módulo I, com 263,4155 hectares e perímetro de 8.628,20 metros, e o Módulo II, com 306,6183 hectares e perímetro de 8.648,81 metros. Ao todo, a unidade soma 17.277,01 metros lineares de perímetro, consolidando seus limites territoriais para fins de gestão, planejamento e proteção ambiental. “A definição da poligonal traz segurança jurídica e fortalece a política ambiental do Distrito Federal. Estamos garantindo que a Floresta Distrital dos Pinheiros seja planejada e protegida de forma responsável, conciliando preservação, uso sustentável e desenvolvimento”, declarou a vice-governadora Celina Leão. Decreto que delimita o espaço territorial da Floresta Distrital dos Pinheiros foi publicado nesta quarta (11), no DODF | Foto: Wilian Neres/Brasília Ambiental A medida consolida os limites territoriais da unidade de conservação e atualiza dispositivos do Decreto nº 38.371/2017, fortalecendo as diretrizes de manejo sustentável, recuperação ambiental e uso público responsável. A delimitação precisa da poligonal representa um avanço significativo para a gestão ambiental da área, pois assegura maior clareza quanto às fronteiras da unidade, possibilitando planejamento mais eficaz, fiscalização adequada e implementação de ações voltadas à conservação e ao uso sustentável dos recursos naturais. “Com a delimitação oficial da área, avançamos na consolidação da unidade de conservação, assegurando instrumentos mais eficazes de gestão, fiscalização e implementação de políticas ambientais voltadas à proteção do Cerrado”, informou o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]O decreto também atualiza os objetivos da Floresta Distrital dos Pinheiros, reforçando sua vocação para o uso múltiplo sustentável dos recursos florestais. Entre as diretrizes estabelecidas estão a exploração comercial das silviculturas atualmente existentes, com substituição gradual por vegetação nativa do Cerrado e destoca das raízes remanescentes; a recuperação de áreas degradadas, com foco na recomposição da vegetação e na reabilitação ecológica; e a conservação da vegetação nativa a ser restaurada, favorecendo a conectividade com unidades de conservação vizinhas. O normativo ainda prevê o incentivo a atividades de pesquisa, estudos, educação e monitoramento ambiental, além da promoção do uso público, mediante a instalação de equipamentos e infraestrutura adequados. De acordo com o superintendente de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água do Brasília Ambiental, Marcos Cunha, o decreto reforça a proteção da Floresta Distrital dos Pinheiros ao vedar atividades ou empreendimentos, públicos ou privados que comprometam o manejo florestal sustentável — seja de produtos madeireiros ou não — ou que coloquem em risco a integridade dos ecossistemas e da biota local. “O plantio de espécies exóticas somente poderá ocorrer mediante projeto técnico específico, devidamente justificado e alinhado aos objetivos definidos para a Floresta Distrital dos Pinheiros”, acrescentou. Com a publicação do decreto, o Brasília Ambiental reforça seu compromisso com a gestão responsável das unidades de conservação do Distrito Federal, promovendo equilíbrio entre conservação ambiental, uso sustentável e desenvolvimento regional. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Licenciamento de condomínio do Jardim Botânico inaugura calendário de audiências públicas do Brasília Ambiental em 2026

A primeira audiência pública do ano para a discussão de estudos ambientais de empreendimentos do Distrito Federal já tem data marcada para ocorrer: 24 de fevereiro. O aviso foi publicado pelo Instituto Brasília Ambiental no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (23), para parcelamento de solo de residencial no Jardim Botânico. Essa audiência será realizada no formato virtual, com transmissão ao vivo por meio do canal do YouTube do Brasília Ambiental, no próximo mês, e o público em geral já pode consultar, no site da autarquia, os estudos, as documentações e o regulamento do evento. "A participação da população é fundamental para a construção de um futuro sustentável e em harmonia com o meio ambiente. Por este motivo, é tão importante o acompanhamento desses debates, promovidos pelo instituto, que fazem parte da concessão de licenças ambientais“, disse a vice-governadora do DF, Celina Leão. Arte: Brasília Ambiental As instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência da data de realização, também no site da autarquia ambiental. “Nas audiências públicas são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e o funcionamento da atividade”, completa o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. No dia do evento, será disponibilizado um local com ponto de acesso presencial para os interessados que queiram acompanhar a reunião pública, mas que não possuam ou tenham dificuldade em acessar a internet. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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GDF registra mais de 2,8 mil ações fiscais em 2025 e reforça proteção ambiental

A Superintendência de Fiscalização e Auditoria Ambiental (Sufam) do Instituto Brasília Ambiental apresentou um balanço expressivo das atividades de 2025. Ao todo, foram contabilizadas 2.817 ações fiscais, distribuídas por todas as regiões administrativas do Distrito Federal, tanto dentro quanto fora das unidades de conservação (UCs). O resultado consolida a Sufam como um dos principais pilares da política ambiental do DF, unindo fiscalização, monitoramento, auditoria e participação social para assegurar a preservação dos recursos naturais e o cumprimento da legislação ambiental. As ações de fiscalização abrangem diversos temas, como maus-tratos a animais, tráfico de fauna silvestre, desmatamento, cumprimento de condicionantes ambientais e vazamentos de produtos tóxicos, entre outras infrações ambientais. “A fiscalização ambiental visa a garantir o desenvolvimento sustentável do DF, assegurando que o crescimento econômico ocorra em consonância com o respeito ao meio ambiente e às normas legais”, destacou a governadora em exercício do DF, Celina Leão. Números por diretoria A Diretoria de Fiscalização I (Difis I) é responsável pelo controle da poluição sonora gerada por atividades industriais, bares e restaurantes, comércio varejista e atacadista, eventos, instituições religiosas e demais segmentos. Ao longo do ano, a Difis I realizou 1.841 ações, das quais 1.303 resultaram em infração e 538 foram concluídas sem autuação, evidenciando também o caráter orientador da atuação da diretoria. A maior parte das ações teve origem em demandas da Ouvidoria, que somaram 1.430 atendimentos. As ações de fiscalização abrangem diversos temas, como maus-tratos a animais, tráfico de fauna silvestre, desmatamento, cumprimento de condicionantes ambientais e vazamentos de produtos tóxicos, entre outras infrações ambientais | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Além disso, a Difis I registrou o atendimento de 253 demandas internas da própria diretoria, executadas por meio de ordens de serviço, bem como o acompanhamento de solicitações encaminhadas por outros órgãos, como o Ministério Público, a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e as regiões administrativas, entre outros. Com forte presença em campo e atuação técnica qualificada, a diretoria destaca-se como peça fundamental no enfrentamento da poluição sonora e na promoção da qualidade de vida da população. “Esses resultados mostram a atuação técnica e permanente do Brasília Ambiental para garantir o cumprimento da legislação, promover a ordem urbana, assim como proteger a saúde e o bem-estar da população”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. A fiscalização das unidades de conservação sob gestão do Brasília Ambiental e o combate ao desmatamento do Cerrado nas áreas rurais do DF cabem à Diretoria de Fiscalização II (Difis II). Em 2025, o setor realizou 404 ações fiscais, voltadas à proteção dos ecossistemas e ao monitoramento das áreas naturais. Desse total, 57 ações resultaram em infração e 347 foram concluídas sem autuação. Também foram registradas pela Difis II 50 demandas provenientes da Ouvidoria, além do atendimento a 31 solicitações do Ministério Público e da execução de 67 ações decorrentes de ordens de serviço, evidenciando o alinhamento da diretoria com os órgãos de controle e o firme compromisso com a preservação ambiental. Responsável pelas operações de desocupação e desconstituição de áreas irregulares, a Diretoria de Fiscalização Ambiental III (Difis III) concentrou esforços em 88 ações fiscais de inteligência e monitoramento, que resultaram em 29 operações ao longo de 2025. As ações envolveram desocupações antrópicas em 22 unidades de conservação, com a desconstituição de 73 edificações, além da remoção de 191,9 toneladas de entulho e resíduos, 1.130 metros de cercas de madeira e/ou arame (farpado e liso), 485 metros de muros de alvenaria, 1.424 árvores exóticas e 440 metros quadrados de hortas e bases para edificação, bem como a apreensão de diversos instrumentos utilizados em ocupações clandestinas. Já as ações relacionadas à fauna, conduzidas pela Diretoria de Fiscalização IV (Difis IV), totalizaram 388 operações, com 154 infrações identificadas e 45 termos de apreensão lavrados. O aumento de 242% nas demandas da Ouvidoria em relação a 2024 reforça o papel da participação popular no combate aos maus-tratos e crimes contra a fauna silvestre. A Diretoria de Fiscalização V (Difis V) é responsável pelas auditorias e fiscalizações de atividades licenciáveis, pela apuração de denúncias de desmatamento e supressão irregular de vegetação fora de áreas protegidas e pelo controle da Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental — TCFA. Em 2025, a diretoria realizou 299 ações fiscais, com cerca de 18% de infrações identificadas, concentradas principalmente em casos de parcelamento irregular do solo, postos de combustíveis e obras civis. Para a superintendente de Fiscalização e Auditoria Ambiental, Simone de Moura, o balanço evidencia a abrangência e a complexidade do trabalho desenvolvido pela Sufam. “A atuação integrada das diretorias permite não apenas coibir infrações, mas também orientar, prevenir danos ambientais e fortalecer a governança ambiental no Distrito Federal”, concluiu. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Polícia Militar do DF recebe equipamentos para resgate de fauna silvestre

Na manhã desta sexta-feira (9), o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) recebeu a visita institucional do presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, que esteve na unidade para entregar equipamentos destinados ao resgate, manejo e transporte de animais silvestres no Distrito Federal. A iniciativa integra ações de fortalecimento operacional voltadas à proteção da fauna e ao atendimento de ocorrências ambientais em áreas urbanas e rurais. [LEIA_TAMBEM]Durante a agenda, Rôney Nemer destacou a relevância do trabalho desenvolvido pelo BPMA, ressaltando a seriedade, o preparo técnico e a atuação dos policiais militares ambientais no cumprimento das missões de preservação ambiental. Também foi enfatizada a parceria institucional consolidada entre o Instituto e o Batalhão Ambiental, considerada estratégica para ampliar a eficiência das ações conjuntas, especialmente em ocorrências de resgate em locais de difícil acesso ou em situações que exigem pronta resposta operacional. A visita reforça o reconhecimento institucional do trabalho realizado pelo Batalhão de Polícia Militar Ambiental e consolida o compromisso de cooperação entre o Ibram e a Polícia Militar do Distrito Federal, com foco na defesa da fauna silvestre, na proteção do meio ambiente e na promoção do interesse público, assegurando respostas qualificadas à sociedade brasiliense. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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