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Janeiro Branco

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Dedicada à saúde mental, campanha Janeiro Branco é encerrada com caminhada no Parque da Cidade

A campanha Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, foi encerrada nesta sexta-feira (30) com uma caminhada no estacionamento 13 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A iniciativa foi promovida pela Secretaria da Mulher (SMDF), em parceria com o Comitê Gestor de Qualidade de Vida no Trabalho (CGQVT), da Secretaria de Economia (Seec-DF), reunindo servidoras e servidores em uma ação voltada ao bem-estar, à integração e à promoção de hábitos saudáveis. A servidora pública Luciana Carvalho participou da caminhada: “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população” | Foto: Samuel Marques/SMDF “Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho” Giselle Ferreira, secretária da Mulher Além da caminhada, a programação incluiu roda de bate-papo e aula de zumba, proporcionando momentos de cuidado, escuta e incentivo a interações positivas no ambiente laboral. Durante este mês, a SMDF promoveu diversas ações com esse foco. Entre as iniciativas, os comitês de proteção à mulher em Santa Maria, Estrutural e Sobradinho promoveram debates com especialistas, abordando a prevenção de transtornos como ansiedade e depressão. “Promover ações como essa é fundamental para fortalecer uma cultura institucional baseada no cuidado, na escuta e no respeito”, avalia a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “Cuidar da mente é um ato de coragem. Falar sobre saúde mental é romper tabus e abrir caminhos para uma vida mais equilibrada, dentro e fora do trabalho.”  Ações preventivas [LEIA_TAMBEM]Epitácio Júnior, secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida da Secretaria de Economia, lembra que essas ações têm impacto direto no bem-estar dos servidores: “Quando o servidor retorna ao trabalho após uma atividade como essa, ele volta diferente. O foco é a prevenção da saúde emocional, promovendo qualidade de vida antes que o adoecimento aconteça”. O cronograma também incluiu Práticas Integrativas e Complementares em Saúde (Pics), como auriculoterapia, yoga, meditação, terapia comunitária, técnicas de redução do estresse e ventosaterapia. As atividades foram executadas nos equipamentos da SMDF localizados em Planaltina, Sobradinho, Plano Piloto, Itapoã e Águas Claras. A servidora pública Luciana Carvalho, de 43 anos, reforça que a prática de atividades físicas contribui diretamente para a melhoria da qualidade de vida. “Essa atividade é fundamental para reduzir a ansiedade e o estresse do dia a dia”, afirma. “Cuidar da saúde mental nos ajuda a trabalhar melhor e a atender melhor a população. Além disso, esses momentos fortalecem o convívio social e criam novas amizades”.   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Caps II de Taguatinga oferece arte e cultura à comunidade local

As portas do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) II de Taguatinga se abriram nesta quinta-feira (28) para oferecer arte e cultura à comunidade local. No primeiro encontro do ano, foi escolhido o tema Janeiro Branco. Associada a recomeços, reflexões e novos projetos, a campanha incentiva as pessoas a reescreverem suas histórias e priorizarem a saúde mental. No roteiro, foram apresentadas informações sobre a Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e o Serviço de Assistência em Saúde Mental por meio de IA (SAMia). No âmbito da musicoterapia, a apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília, os exercícios de respiração guiada e a dança circular completaram a proposta do evento. A oferta das atividades se alinha ao principal projeto do Caps II de Taguatinga para o ano: o Movimenta Caps, que pretende oferecer oportunidades de arte e cultura aos usuários do serviço. "A maioria nunca tinha visto de perto um instrumento musical. Quando os músicos chegaram, muitos perguntaram o que era, pediram para tocar”, conta a gerente da unidade, Aline Canuto. “Queremos aproximar a cultura do contexto deles". A apresentação da Orquestra Filarmônica de Brasília e os exercícios de respiração guiada completaram a proposta do evento | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Inclusão da comunidade As assembleias nas unidades do Caps são espaços de participação ativa dos usuários, familiares e servidores. Os encontros — que, na unidade de Taguatinga, ocorrem na tarde da última quarta-feira de cada mês —, favorecem a comunicação entre a comunidade e estimulam a construção do protagonismo dos pacientes. Para Maria Lucia Alves, de 72 anos, o empenho da equipe multiprofissional é evidente. "Esse Caps é muito acolhedor. A equipe está sempre trazendo novidades, oferecendo oportunidades de convívio social. São bastante empenhados", reconhece a moradora do Setor M Norte, em Taguatinga. O filho dela, Flávio Alves Júnior, 43, faz tratamento na unidade desde 2007. Para a aposentada, o envolvimento ativo no serviço de saúde mental sempre foi uma prioridade: "Acho que cabe a nós vir e participar, não deixar ninguém desmotivar. É muito esforço para promover um evento como esse. O serviço não é só feito pelos profissionais, depende muito da gente também”. Rede de Atenção Psicossocial A Raps é formada por sete componentes que atuam em conjunto, oferecendo assistência conforme a necessidade de saúde mental da população. Os Caps disponibilizam cuidado a pessoas com sofrimento mental grave e persistente — ou com uso abusivo ou dependência de substâncias psicoativas (como álcool e outras drogas). Atualmente, são 18 centros psicossociais de todas as modalidades. Encontre aqui a unidade que atende a região administrativa onde você mora. Em casos de urgência ou emergência em saúde mental, é possível buscar diretamente os serviços de pronto-socorro, unidades de pronto atendimento (UPAs), unidades básicas de saúde (UBSs) ou ser levado por equipes especializadas, como do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) ou do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Saúde reforça importância do cuidado contínuo com o bem-estar

Nesta quinta-feira (29), representantes da Secretaria de Saúde (SES-DF) marcaram presença no CB Debate, evento online com o tema “Janeiro Branco: diálogos sobre a saúde mental no Brasil”. A subsecretária de Saúde Mental, Fernanda Falcomer, alertou que, apesar de ser importante celebrar um mês dedicado à conscientização do assunto, o debate sobre os agravos na saúde mental deve ser incentivado durante todo ano. “Esta data integra o nosso calendário oficial, mas se estende por todos os 365 dias do ano”, afirmou a subsecretária de Saúde Mental do DF, Fernanda Falcomer | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “É um desafio levar para todas as pessoas do Distrito Federal essa reflexão sobre a importância de cuidar da saúde mental, e o Janeiro Branco nasceu desse movimento”, afirmou. “Esta data integra o nosso calendário oficial, mas se estende por todos os 365 dias do ano. Estamos finalizando o mês, mas esse tema e esse cuidado demandam o investimento das pessoas durante todos os dias.” A subsecretária também enfatizou que o trabalho na saúde mental envolve a integração de diferentes áreas. “É importante trabalhar nesta perspectiva integrada de políticas, então é preciso intervir nas condições de vida, de renda, trabalho, no fim das violências, nas relações interpessoais, nas violências urbanas e nas desigualdades estruturais”, disse.  Estigma  Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 1 bilhão de pessoas do mundo vivem com algum agravo de saúde mental, e a perspectiva é que uma a cada oito pessoas desenvolvam algum tipo de agravo ao longo da vida. No Brasil, o perfil epidemiológico aponta que os transtornos como ansiedade e depressão estão entre os mais frequentes.  Para Fernanda Falcomer, os dados demonstram a importância da quebra de estigmas em relação ao cuidado com a saúde da mente: “Somos pessoas e vivemos um processo de sofrimento ao longo da vida. Reconhecer isso é também quebrar barreiras do estigma de que só tem sofrimento mental aquela pessoa, popularmente chamada de louca ou doida, mas não é assim”. [LEIA_TAMBEM]A subsecretária reforçou que a busca por ajuda deve ser feita diante dos primeiros sinais de danos: “Precisamos estar atentos a isso, aceitar essa inflexão e compreender que o momento de buscar ajuda é quando esse processo de sofrimento começa a trazer prejuízos à pessoa”. Atendimento As unidades básicas de saúde (UBSs) são a principal porta de entrada para esse serviço. Os atendimentos em saúde mental oferecidos pela UBSs são voltados, principalmente, a casos leves e situações iniciais. As equipes fazem o acolhimento e a avaliação, além de acompanhar outras demandas. As unidades também realizam o encaminhamento para serviços especializados por meio da regulação. Já as unidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) oferecem cuidado para pessoas com sofrimento mental grave e persistente, ou com uso abusivo ou dependência de substâncias psicoativas (como álcool e outras drogas), que impactam de forma significativa sua vida e rede de apoio. Atualmente, são 18 Caps de todas as modalidades, e cada tipo presta um atendimento específico. O acesso ocorre por demanda espontânea — sem necessidade de encaminhamento ou agendamento.    *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Janeiro Branco: DPDF lança curso online gratuito sobre saúde mental

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) lançou, nesta quinta-feira (22), o curso online “Saúde mental: cuidado integral e humanizado – Direitos e proteção”, como parte das iniciativas da campanha Janeiro Branco. As aulas são gratuitas e estão disponíveis na plataforma de ensino a distância da Escola de Assistência Jurídica (Easjur) da instituição, a Easjur EaD, para o público interno e a população em geral. Ao final da capacitação, os participantes recebem certificação de 20 horas/aula, reconhecendo a participação em uma formação alinhada às políticas públicas e às diretrizes contemporâneas de cuidado em saúde mental. O objetivo é oferecer conhecimentos, informações e orientações que possibilitem identificar, compreender e atuar de forma qualificada em situações que envolvam saúde mental, incluindo casos complexos, comportamentos de difícil manejo e atendimentos a pessoas em intenso sofrimento psíquico. Além disso, o curso aborda a interface entre saúde mental e Justiça, alinhando-se às diretrizes da Resolução nº 487/2023 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que institui a Política Antimanicomial do Poder Judiciário e orienta o tratamento de pessoas com transtornos mentais em conflito com a lei. Arte: DPDF As aulas visam qualificar a atuação da DPDF, promovendo intervenções adequadas, humanizadas e juridicamente fundamentadas. Dessa forma, fortalecem o compromisso institucional com os direitos humanos e aprimoram a articulação com a Rede de Atenção Psicossocial (Raps). Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, o lançamento do curso reafirma o compromisso da instituição com uma atuação mais humana e qualificada. “A Defensoria Pública do DF lida diariamente com pessoas em situação de vulnerabilidade extrema, muitas vezes atravessadas por sofrimento psíquico. Capacitar nossos membros, servidores e a sociedade para compreender a saúde mental como direito fundamental é essencial para garantir atendimentos mais justos, eficazes e respeitosos”, defendeu. [LEIA_TAMBEM]A subsecretária de Atividade Psicossocial da DPDF, Roberta de Ávila, explica que o curso foi estruturado para dialogar com a realidade cotidiana dos atendimentos. “A proposta é oferecer ferramentas práticas e fundamentadas para que os profissionais consigam reconhecer o sofrimento psíquico, atuar de forma ética e humanizada e articular corretamente a rede de proteção. Cuidar da saúde mental também é garantir escuta, acolhimento e respeito à singularidade de cada pessoa”, destacou. Estrutura do curso A capacitação é dividida em dez módulos, que contemplam temáticas como reforma psiquiátrica e Política Nacional de Saúde Mental; atuação psicossocial, sociojurídica e interdisciplinar na DPDF; cuidado integral e humanizado, direitos humanos e proteção; Rede de Atenção Psicossocial (Raps); saúde mental, álcool e outras drogas; entre outras. Ao longo das aulas, são trabalhadas práticas de escuta qualificada, atendimento humanizado e manejo de situações complexas e de intenso sofrimento psíquico, sempre com foco na dignidade da pessoa atendida. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)

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Ferramenta digital oferece apoio gratuito para o cuidado com a saúde mental

Cuidar da mente é um gesto de atenção consigo mesmo, que começa nos pequenos hábitos e se fortalece no dia a dia. Nesse sentido, a campanha Janeiro Branco convida a população a refletir sobre a saúde mental. Como forma de fortalecer e ampliar o acesso ao autocuidado, a Secretaria de Saúde (SES-DF) passou a disponibilizar a SAMia, uma plataforma digital que traz orientações, exercícios e espaços de escuta de forma simples e gratuita. “A assistente virtual da SES-DF oferece acolhimento e a possibilidade de qualquer usuário pensar sobre a sua saúde mental e, então, por meio de práticas simples e acessíveis, alcançar hábitos de vida mais saudáveis. A SAMia surge como uma parceira na prevenção do sofrimento psíquico e na promoção do bem-estar”, explica a subsecretária de Saúde Mental (Susam) da SES-DF, Fernanda Falcomer. SAMia reúne diferentes estratégias de bem-estar que podem ser utilizadas conforme a necessidade de cada pessoa | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Práticas de bem-estar A plataforma reúne diferentes estratégias que podem ser utilizadas conforme a necessidade de cada pessoa. Uma delas é o chat de conversa livre, que permite ao usuário relatar situações do cotidiano, desabafar e receber orientações de forma acolhedora, funcionando como um espaço de escuta e apoio emocional. Também é possível acessar exercícios de relaxamento e concentração, como técnicas de respiração guiadas por áudio, práticas de meditação e atividades cognitivas, incluindo o registro de pensamentos e exercícios de gratidão. A pessoa pode escolher o recurso que mais se adequa ao seu perfil e ao momento que está vivendo. Outro destaque da SAMia é a jornada da felicidade, recurso criado para incentivar o autocuidado no cotidiano. A proposta é realizar pequenas tarefas que demandam pouco tempo, mas contribuem para a sensação de bem-estar ao longo do dia. O ciclo tem duração de 30 dias e busca promover leveza, tranquilidade e melhora na qualidade de vida. Durante esse percurso, o usuário conta com o acompanhamento de um pet virtual, que evolui conforme o engajamento nas atividades. Com acesso simples e linguagem intuitiva, a assistente virtual pode ser utilizada em diferentes momentos da rotina, como em pausas no trabalho, nos deslocamentos ou em casa, reforçando a importância de reservar alguns minutos para cuidar da saúde mental. Ferramenta é projetada para ser anônima e pessoal, permitindo que a pessoa se expresse sem a preocupação de que suas conversas sejam acessadas por terceiros Acesso seguro e especializado A SES-DF destaca que as principais dificuldades no uso de inteligência artificial na saúde mental estão relacionadas a soluções abertas, que não são preparadas para essa finalidade específica. Por isso, a SAMia é uma IA fechada, construída exclusivamente com conteúdos desenvolvidos por uma equipe técnica composta por psiquiatras, psicólogos, neuropsicólogos e especialistas em segurança do paciente. Todo o desenvolvimento durou nove meses e incluiu revisão de literatura, análise de modelos internacionais, definição de fluxos, preparação dos conteúdos, alimentação da IA e diversas etapas de testes e modelagem. A plataforma foi programada apenas com informações validadas e criteriosamente selecionadas pela equipe, incluindo sinais de alerta para sofrimento psíquico grave e orientações para a busca imediata de atendimento presencial. [LEIA_TAMBEM]A ferramenta também está alinhada à Lei Distrital nº 37.844/2016 — que defende a assistência integral e humanizada e o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) — e à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando a privacidade do usuário, sem registro de informações pessoais. “O acesso à SAMia é feito de forma segura, sem registro de dados pessoais, o que garante a privacidade do usuário e a tranquilidade para utilizar a ferramenta. A plataforma é pensada para ser anônima, permitindo que a pessoa se expresse livremente, sem receio de que suas informações ou conversas sejam acessadas por terceiros”, afirma a especialista em saúde da Susam, Keyla Almeida. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Janeiro Branco: Ação promove importância do cuidado com a saúde mental

Em alusão à campanha do Janeiro Branco, a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) promoverá iniciativa voltada à conscientização sobre saúde mental nesta quarta-feira (21). O evento, realizado em parceria com a Escola de Psicanálise de Brasília (EPB), o Instituto Kalile e o Instituto Janeiro Branco, ocorrerá das 10h às 16h, no Shopping Conjunto Nacional de Brasília. O objetivo da ação é promover atendimento jurídico e psicossocial gratuito à população, reforçando a abordagem da saúde mental sob a perspectiva da paz, do equilíbrio emocional e da promoção de direitos. Haverá também orientação quanto à temática e distribuição de material informativo aos participantes. Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, cuidar da saúde mental é também garantir direitos. “A DPDF atua de forma integrada para atender a pessoa em sua integralidade. A ação reforça a importância de unir atendimento jurídico e psicossocial, reconhecendo a saúde mental como parte essencial da dignidade humana”, defendeu. A subsecretária de Atividade Psicossocial da DPDF, Roberta de Ávila, explica que falar sobre saúde mental é uma forma de prevenção. “A iniciativa busca conscientizar a população sobre a importância do equilíbrio emocional e do autocuidado, além de orientar sobre os caminhos de acesso ao apoio psicossocial e à garantia de direitos”, ressaltou. *Com informações da Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF)

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UPAs do DF recebem ações voltadas ao cuidado com a saúde mental

Música, escuta ativa e diálogos sobre saúde mental marcaram as ações da campanha Janeiro Branco realizadas nesta semana nas unidades de pronto atendimento (UPAs) e em polos administrativos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Em meio à rotina intensa de quem atua diariamente no atendimento à população, o Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid), por meio do Projeto Acolher, levou às unidades a ação Prosa e Melodia. A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização. Psicólogos conduziram conversas leves e informativas, reforçando a importância do autocuidado e destacando que profissionais que cuidam do outro também precisam ter sua saúde mental preservada. As atividades integram a programação do Janeiro Branco nas unidades geridas pelo IgesDF. O ciclo de ações teve início no dia 12 deste mês, passando pelas UPAs do Gama, Planaltina, Samambaia e Recanto das Emas. No dia 13, foi a vez das equipes de São Sebastião e Paranoá. Já no dia 14, as ações chegaram às UPAs de Brazlândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Sobradinho e Vicente Pires, sempre com o objetivo de fortalecer o bem-estar e estimular a escuta ativa no ambiente de trabalho. O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável. Segundo os organizadores, o cuidado com a saúde mental dos colaboradores impacta diretamente a qualidade da assistência prestada ao cidadão, formando uma cadeia positiva que começa no trabalhador e se reflete no atendimento ao paciente. A iniciativa promoveu momentos de acolhimento, integração e sensibilização | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Para o diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a campanha evidencia o compromisso do Instituto com quem sustenta diariamente a saúde pública. “Sabemos que a rotina dentro de uma UPA exige preparo técnico, mas também equilíbrio emocional. Criar espaços como este significa reconhecer o valor do colaborador e proteger sua saúde mental, garantindo um atendimento mais humanizado à população. O Janeiro Branco materializa uma política de valorização do trabalhador, baseada no diálogo, na escuta e na aproximação entre gestão e equipes”, destaca. Colaborador em primeiro lugar Segundo a chefe do Nuvid, Paula Paiva, a adesão crescente dos profissionais demonstra que a saúde mental deixou de ser um tabu dentro da instituição. “O principal objetivo da ação é conscientizar os colaboradores sobre a importância do autocuidado para o bem-estar pessoal e para a qualidade do atendimento ao público. Vamos percorrer todas as unidades geridas pelo Instituto. Somente nas UPAs, cerca de 800 colaboradores serão diretamente impactados, com foco na redução da ansiedade e no estímulo à presença no momento atual”, afirma. Na UPA de Brazlândia, a gestão percebe de perto os efeitos da iniciativa. O gerente substituto da unidade, Igor Cavalcante, relata que os profissionais se sentiram valorizados. “O nosso cotidiano é muito intenso. Somos cerca de 160 colaboradores, além de terceirizados. Nesse cenário, ações como essa promovem acolhimento, conscientização e valorização, contribuindo para um ambiente menos pressionado e para a melhoria direta da qualidade do atendimento à população”, pontua. Para o gerente da UPA do Núcleo Bandeirante, Neviton Batista, cuidar da saúde mental dos colaboradores não é uma opção, mas uma necessidade. “Pessoas emocionalmente saudáveis trabalham melhor, se relacionam melhor e têm mais qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho. Lidamos diariamente com pressão, sobrecarga e responsabilidades que não ficam do lado de fora quando entramos na instituição”, observa. O propósito central da campanha é contribuir para a construção de um ambiente institucional mais humano, saudável e confiável No dia 15, a ação também foi realizada no PO700, sede administrativa do IgesDF, reunindo colaboradores de diversos núcleos em um momento de diálogo, música e incentivo à busca por apoio e cuidados com a saúde física e mental. Na mesma data, as UPAs de Ceilândia I e II também receberam as equipes do Projeto Acolher. Proposta continuada O Projeto Acolher já é reconhecido internamente por atender a uma demanda essencial dos trabalhadores. Entre os serviços ofertados estão atendimentos em psicologia, psiquiatria, acupuntura, nutrição, meditação, Reiki e ginástica laboral, além de ações pontuais como o “Prosa e Melodia”. A técnica de segurança do trabalho Luzia Tânia, que atua na UPA de Brazlândia, destaca a importância da iniciativa. “Atos como esse promovem a saúde mental dos colaboradores. Aqui criamos um painel com frases motivacionais, incentivando cuidados como a prática de atividades físicas e de lazer para aliviar o estresse da rotina hospitalar. O cuidado com a saúde mental impacta diretamente a qualidade do trabalho e a prevenção de acidentes”, ressalta. O calendário de ações segue ao longo do mês, incluindo atividades no Centro de Distribuição, no dia 21, e será estendido às unidades administrativas e hospitalares do IgesDF. Para Paula Paiva, o Janeiro Branco vai além de um marco simbólico. “Para o IgesDF, proteger a saúde mental é parte de uma gestão contínua. Isso preserva talentos, fortalece o espírito de equipe e melhora a qualidade do serviço público de saúde. Em um cenário de demandas crescentes, cuidar de quem cuida é um compromisso institucional”, finaliza. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Polícia Militar do DF promove ação de cuidado com a saúde mental durante o Janeiro Branco

A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), por meio do Centro de Assistência Psicológica e Social (Caps) da corporação, realizou o primeiro encontro do “Café com Cuidado: a saúde mental pede pausas, não férias”, ação que integra a campanha nacional Janeiro Branco, dedicada à conscientização sobre saúde mental e emocional. O evento ocorreu nesta sexta-feira (9), na sede do 14º Batalhão, contemplando as unidades do 5º Comando de Policiamento Regional (CPR). A ação Café com Cuidado oferece atividades reflexivas e informativas, além de acolhimento psicológico | Foto: Divulgação/PMDF A iniciativa tem como objetivo fortalecer a cultura do cuidado no âmbito da PMDF, ao reconhecer os desafios emocionais vivenciados diariamente pelos policiais e a importância de espaços institucionais de acolhimento, escuta e prevenção ao adoecimento psíquico. Em um ambiente acolhedor, com música ambiente e coffee-break, foram oferecidas atividades reflexivas e informativas, além de acolhimento psicológico. [LEIA_TAMBEM]Mais do que um evento, o Café com Cuidado representa o início de uma proposta institucional que busca incentivar pausas conscientes, fortalecer vínculos entre os policiais e reafirmar que cuidar da saúde mental é parte fundamental da saúde integral. Neste mês de janeiro, o evento ocorrerá semanalmente, sempre às sextas-feiras, em um CPR — todos os policiais militares estão convidados a participar. A Polícia Militar reforça que os serviços oferecidos pelo Caps/PMDF estão permanentemente disponíveis ao efetivo e que buscar apoio psicológico ou social é um ato de responsabilidade e valorização da vida. *Com informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF)

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Investimento em saúde mental de bombeiros reflete no bom atendimento à população do DF

Em um ambiente onde o preparo físico e a resistência emocional são fundamentais, o Governo do Distrito Federal (GDF) tem atuado para garantir o bem-estar psicológico dos militares das forças de segurança. Na esteira da campanha do Janeiro Branco, que reforça a importância da saúde mental, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) desenvolve serviços internos para apoiar os profissionais que ficam na linha de frente com a população. Pioneiros na implementação da políticas de qualidade de vida no trabalho, bombeiros do DF participam de programas preventivos para minimizar impactos emocionais da atuação profissional | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília Como parte desse esforço contínuo, o CBMDF tornou-se o primeiro corpo de bombeiros do Brasil a implementar políticas de qualidade de vida no trabalho, um marco no fortalecimento das ações voltadas à promoção do equilíbrio mental, social e espiritual dos bombeiros e seus dependentes. As iniciativas vão além dos atendimentos especializados: o setor mantém programas preventivos que buscam minimizar os impactos emocionais do trabalho operacional. “Houve uma qualificação do trabalho e da relevância que a saúde mental tem no cuidado com a tropa, sempre com a ideia de que, se a gente cuidar dos nossos servidores, eles também vão cuidar bem da população” Tenente-coronel Vinícius Neves Alencar, comandante do Centro de Assistência do CBMDF “O serviço do bombeiro militar é desgastante porque exige tanto da parte física quanto da mental, porque ele precisa estar sempre bem-preparado e pronto para atender situações críticas, de pessoas que precisam de ajuda – então, muitos deles acabam absorvendo essa carga do serviço”, avalia o comandante do Centro de Assistência do CBMDF, tenente-coronel Vinícius Neves Alencar. “O que a gente espera é que eles saibam que têm com quem contar e que nos procurem antes de chegar a um estágio crítico.” Acolhimento e orientações Por meio da Seção de Assistência à Saúde Mental e Ocupacional (Sasmo), a equipe composta por 21 profissionais acolhe os bombeiros militares com atendimentos clínicos e ações de prevenção.  “A corporação tem ampliado a percepção da importância da saúde mental da tropa, isso porque, até 2017, nós tínhamos dois servidores no setor e hoje temos mais de 20, entre psiquiatras, psicólogos e assistentes sociais”, esclarece o capitão Ademário Britto, psicólogo organizacional integrante da Comissão Interna de Qualidade de Vida no Trabalho do CBMDF. “De lá para cá, houve uma qualificação do trabalho e da relevância que a saúde mental tem no cuidado com a tropa, sempre com a ideia de que, se a gente cuidar dos nossos servidores, eles também vão cuidar bem da população”, conclui o capitão Britto. Bem-estar psicológico Entre os programas oferecidos pela Sasmo, destacam-se o Viva Melhor, que promove palestras psicoeducativas em unidades da corporação; o Preparar, voltado à transição para a reserva remunerada; e o Respirar, criado para auxiliar no manejo da ansiedade. Além disso, há iniciativas voltadas à saúde financeira, à atenção a dependentes químicos e para incidentes críticos e fatores de estresse organizacional. O apoio espiritual também faz parte das ações desenvolvidas pela corporação. Por meio da capelania, a equipe oferece suporte aos militares com celebrações religiosas, visitas a hospitais, clínicas de recuperação e aconselhamentos. Os números reforçam a importância desses serviços. Em 2024, foram prestados 6.364 atendimentos individuais em psiquiatria, psicologia e serviço social, além da execução de 327 atividades em grupo que beneficiaram mais de 2.300 participantes. A Capelania Evangélica registrou 1.116 atividades, atendendo 22.145 pessoas, enquanto a Capelania Católica teve 3.209 ações, impactando 50.879 bombeiros e familiares. O secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, reforça a necessidade de ampliar os programas de suporte psicológico e psiquiátrico: “O desgaste emocional é imenso, refletindo, inclusive, na expectativa de vida, que é significativamente menor que a da população geral. Estamos ampliando os programas de apoio psicológico e psiquiátrico para garantir que os agentes tenham condições de cuidar da saúde mental”.

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Evento itinerante alusivo ao Janeiro Branco chega ao Conic

A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) participará do evento itinerante Bem-estar Conic – Janeiro Branco, nesta quinta-feira (30), das 8h às 16h, na entrada do Conic e no hall do Ed. Boulevard. Em parceria com o Instituto Kalile, a instituição prestará assistência jurídica e psicossocial à população em situação de vulnerabilidade. O objetivo da iniciativa é chamar a atenção de toda a comunidade para o cuidado com a saúde mental, como parte da campanha Janeiro Branco. Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a iniciativa é essencial para sensibilizar a população sobre a importância da saúde mental, incentivando práticas de autocuidado e a busca por apoio psíquico. “O evento não apenas promove informação, mas também amplia o acesso a recursos de apoio, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade, que muitas vezes enfrentam barreiras no acesso a serviços dessa natureza”, explicou. Ao entrar no cuidado com a saúde mental, a DPDF contribui para a formação de uma sociedade mais justa e acolhedora | Foto: Divulgação/DPDF A Subsecretária de Atividade Psicossocial da DPDF, Roberta de Ávila, explica que, ao integrar essas ações em sua agenda, a instituição contribui para uma sociedade mais justa e acolhedora, reforçando a importância do cuidado em saúde mental. “Não somente em janeiro, mas durante o ano inteiro, precisamos falar sobre a promoção de saúde mental de uma perspectiva crítica, que vai além do cuidado clínico individual, contemplando fatores sociais, econômicos e culturais, que influenciam o bem-estar das pessoas. Os determinantes sociais de saúde, como a renda, o acesso à educação, moradia digna, e as condições de trabalho, são fatores fundamentais que afetam diretamente a saúde mental da população, e a negligência desses elementos contribui para o aumento do sofrimento psíquico”, detalhou. Janeiro Branco O mês de janeiro destaca a importância de reduzir o estigma em torno dos transtornos psicológicos, lembrando que questões como a depressão, a ansiedade e a síndrome do pânico são comuns e podem ser tratadas com o apoio adequado. O objetivo é fazer com que as pessoas se sintam mais à vontade para falar sobre suas emoções, buscando auxílio profissional quando necessário e promovendo um ambiente de acolhimento e apoio. Assim, o Janeiro Branco é um convite a todos para refletirem sobre a importância do autocuidado, da escuta e do apoio mútuo, tornando o cuidado com a saúde mental uma prioridade ao longo do ano. A campanha atende aos objetivos da campanha de Janeiro a Janeiro, realizada pelo Conselho Federal de Psicologia, que busca chamar a atenção para a importância de cuidar da saúde mental durante todo o ano, buscando promover o cuidado integral e contínuo da saúde mental, problematizar a questão do sofrimento mental e colocar em evidência a necessidade de políticas públicas que assegurem o acesso aos serviços de saúde mental. *Com informações da DPDF

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Janeiro Branco: Espaços de convivência ajudam a diminuir a solidão e cuidam da saúde mental

A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o isolamento social uma grave ameaça à saúde pública. Além do impacto na saúde mental, a sensação de estar só está associada a doenças cardiovasculares, metabólicas e à mortalidade precoce. A gerente do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III de Samambaia, Ana Luísa Lamounier, acredita que espaços terapêuticos como os oferecidos nas unidades cumprem um papel fundamental ao oferecer um ambiente de convivência. Francisco José Pereira Júnior, de 62 anos, é paciente do Caps há mais de cinco anos, e utiliza frequentemente o espaço de convivência do centro | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “As pessoas vêm para conversar, se encontrar e formar laços. Esses espaços não são só para cuidados de saúde, mas também para integrar. Muitas vezes, práticas como dança, fotografia ou rodas de conversa não têm o foco na atividade em si, mas no fato de estarem juntos e partilharem experiências, o que torna tudo terapêutico”, explica. O corretor e pintor Francisco José Pereira Júnior, 62, frequenta o Caps III da região administrativa há mais de cinco anos e concorda com a gerente. “Venho aqui para participar das turmas, das conversas e para ver meus amigos, como a dra. Juliana e o Gilson. Eu ajudo na horta e plantei aquela roseira ali para não me sentir tão sozinho”, relata. Ele foi diagnosticado com transtorno bipolar e utiliza frequentemente o espaço de convivência da unidade. Para ele, a solidão é o maior incômodo. Segundo a OMS, o mundo está se tornando cada vez mais solitário, apesar da projeção de 8,09 bilhões de pessoas no mundo em 2025. A instituição considera o problema uma ameaça à saúde pública e novos estudos indicam que os impactos do isolamento vão muito além da saúde mental. Entre as consequências estão diabetes, maior risco de doenças cardiovasculares, demência e a síndrome da fragilidade em idosos — condição caracterizada por perda de peso, massa muscular e força física. Para a gerente do Caps III de Samambaia, Ana Luísa Lamounier, espaços terapêuticos como o Caps cumprem um papel fundamental: “As pessoas vêm para conversar, se encontrar e formar laços” A profissional do Caps III reforça que a socialização é benéfica para todos, inclusive para pessoas introvertidas. A vivência coletiva é utilizada enquanto recurso terapêutico. “Uma pessoa introvertida pode preferir interações mais curtas e com poucas pessoas, mas isso não significa que ela não precise socializar. Ter vínculos de amizade, mesmo em grupos pequenos, faz toda a diferença”. Ela destaca que interações virtuais, como redes sociais e jogos online, não substituem o contato presencial. “A troca que ocorre no convívio pessoal é rica em informações e promove um impacto positivo na saúde. O convívio social diminui o risco de demência e outras doenças. Às vezes, mesmo quando não queremos, socializar faz bem”, conclui. “Eu acho que o amor também pode ser um tratamento muito terapêutico. Ele ajuda a desenvolver habilidades sociais que, quando estamos isolados, acabam se enfraquecendo. Criar vínculos, gostar de alguém, sentir-se apoiado — tudo isso tem um impacto enorme na felicidade das pessoas. Mesmo aqui no Caps, mesmo que o motivo principal da pessoa não seja algo relacionado ao humor, a possibilidade de compartilhar suas experiências é sempre algo muito terapêutico”, explica Juliana Neves Batista, assistente psicossocial da unidade. Onde buscar ajuda Além das unidades dos Centros de Atenção Psicossocial, é possível encontrar auxílio de forma virtual. Promovida pela Gerência de Práticas Integrativas da Secretaria de Saúde (SES-DF), a Terapia Comunitária Online é um espaço seguro, onde as pessoas podem falar das suas questões e receber ajuda profissional. Sempre às 15h de quintas-feiras, o grupo – apelidado de “SUS em casa” – se reúne de forma virtual. Para participar, basta acessar o link da ferramenta Zoom. *Com informações da SES-DF  

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Profissionais da Saúde participam de evento em alusão ao Janeiro Branco

Dedicada à promoção da saúde mental e emocional, a campanha Janeiro Branco sensibiliza a população para a importância do bem-estar psicológico e para a busca de acompanhamento profissional quando necessário. A fim de abordar a temática, os conselhos regionais de Enfermagem do DF (Coren-DF) e de Saúde de Santa Maria e o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) promoveram um encontro com o tema “O que fazer pela saúde mental agora e sempre?”,  nesta terça-feira (28). Encontro contou com palestras, bate-papo e um espaço para meditação | Foto: Divulgação/IgesDF “Devemos largar um pouco o celular, olhar para nós mesmos, cuidar do corpo e da mente com carinho, reconhecer e expressar sentimentos” Valda Fumeiro, enfermeira especialista em saúde mental Na abertura, representando a superintendência do HRSM, a gerente de Enfermagem, Jussara Bolandim, destacou a importância dessa discussão para quem trabalha na área da saúde: “Sabemos que somos cobrados o tempo inteiro, e este momento nos faz refletir sobre o que queremos enquanto carreira, vida pessoal, como mães, pais. Infelizmente eu já perdi colegas de profissão por não conseguirem tratar seus traumas, e isso mostra o quanto é importante cuidarmos da nossa saúde mental. Espero que seja uma oportunidade de planejar o ano, agradecer as oportunidades, por estarmos bem de saúde para cuidar de quem precisa”. Práticas integrativas Durante a tarde, os profissionais participaram de práticas integrativas e complementares em saúde (Pics) e assistiram a palestras com os temas “Gestão das Emoções” e “Jornada da Superação: Histórias de Resiliência em Momentos de Crise”, além de um debate sobre o acolhimento da pessoa em sofrimento pelo SUS. “Devemos largar um pouco o celular, olhar para nós mesmos, cuidar do corpo e da mente com carinho, reconhecer e expressar sentimentos”, afirmou a enfermeira Valda Fumeiro, especialista em saúde mental. “A resiliência é um exercício diário, e às vezes, mesmo sem perceber, somos a inspiração de alguém.” Representante da Comissão de Saúde Mental do Coren-DF, Deusenice Barcelos lembrou que o objetivo é levar o debate da saúde mental para todas as regiões de saúde e para o maior número de profissionais possíveis. “Hoje, a maioria da população está em sofrimento mental, por isso queremos trabalhar um pouco sobre a conscientização de tratar o psicológico, sobre a ansiedade, o estresse, a depressão que está sendo a doença do século”, afirmou. Também houve espaço para meditação. “Este é um momento de desligamento do ambiente de trabalho, mesmo em pleno expediente; nos faz refletir sobre o nosso autocuidado, porque às vezes a gente não percebe e precisa ser forçado a se cuidar para conseguir se manter e dar o cuidado para o próximo”, avaliou a gerente de Cuidados Ambulatoriais do HRSM, Raiane Alves. *Com  informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF)

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Serviço de atendimento psicológico online atende profissionais de segurança pública do DF

Com foco na campanha Janeiro Branco, a Secretaria de Segurança Pública do DF reforça a importância do serviço que pode ser utilizado pelos operadores de segurança do DF – o projeto Escuta Susp. Disponibilizado pelo Governo Federal, por meio do Ministério de Justiça e Segurança Pública (MJSP), o projeto foi implementado por meio do desenvolvimento de estudos que avaliam o serviço de atendimento psicológico online, com base na oferta desse apoio e assistência aos profissionais. O serviço pode ser utilizado por profissionais do Corpo de Bombeiros Militar, das polícias Civil, Militar e Penal a qualquer momento, sem a necessidade de encaminhamento prévio. Desde o lançamento do serviço no DF, 69 profissionais da segurança foram atendidos, totalizando um total de 496 sessões já realizadas. “Temos buscado diferentes alternativas para contribuir com a promoção da saúde dos nossos servidores. Entendemos essa necessidade, tanto que nosso programa de políticas de segurança, o DF Mais Seguro – Segurança Integral, contempla um eixo específico para esta temática. Este mês, o Janeiro Branco, e em todos os outros, nosso foco é a saúde de nossos servidores”, afirma o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. O serviço pode ser utilizado por profissionais do Corpo de Bombeiros Militar, da Polícia Civil, Militar e Penal a qualquer momento, sem a necessidade de encaminhamento prévio | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além do DF, profissionais do Acre, Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins podem fazer os atendimentos. O objetivo é que esteja disponível em todo o país. “O serviço oferecido pelo Escuta Susp será de grande importância para a segurança pública no Brasil para um melhor cuidado da saúde mental dos profissionais”, ressalta a coordenadora regional do Escuta Susp no DF, professora Cristiane Faiad. Como funciona? Para realização dos atendimentos, foi construída uma plataforma configurada especialmente para esse fim, em que o terapeuta e o profissional de segurança pública tem sessões no formato online, por videochamada. Importante ressaltar que a segurança e o sigilo das informações são fundamentais. Por isso, todas as informações solicitadas durante o cadastro e durante os atendimentos são tratadas com o mais alto nível de confidencialidade e proteção. Somente o terapeuta designado e o respectivo supervisor terão acesso ao conteúdo das sessões. Como participar? Todos os profissionais, para se inscreverem, devem acessar o ícone: escuta Susp — Ministério da Justiça e Segurança Pública e clicar no ícone: “Quero me inscrever” ou “Entrar em escuta-Susp”. Neste ícone será possível realizar o cadastro e ter acesso a todas as informações necessárias para a participação no serviço estarão disponíveis. São três tipos de serviços no Escuta Susp. O primeiro deles é a avaliação e aconselhamento psicológico online. Este é o primeiro passo em direção ao cuidado emocional, em que o servidor é acolhido e poderá compartilhar suas preocupações. Os terapeutas estão disponíveis para identificar a intervenção mais adequada, fornecendo aconselhamento e suporte para enfrentar os desafios do dia a dia. Geralmente, esse serviço é realizado em cinco sessões, podendo haver variações. Se necessário, o profissional da segurança pública poderá ser encaminhado para o Serviço 2, para continuidade do acompanhamento. O Serviço 2 é a de psicoterapia Escuta Susp. Caso o servidor seja encaminhado pelo Serviço de Avaliação e Aconselhamento, o profissional da segurança pública terá acesso a uma abordagem terapêutica colaborativa e empática. Os terapeutas farão um mergulho mais fundo nas experiências, trabalhando para encontrar soluções e promover o bem-estar emocional do profissional da segurança pública. A abordagem psicoterapêutica tem uma duração média de 30 sessões. Atendimento sigiloso O atendimento é de fato sigiloso e não há notificação para a instituição de que o profissional está vinculado. Nem mesmo a coordenação do Projeto Escuta Susp tem acesso às informações tratadas nas sessões dos serviços. A relação é estritamente entre terapeuta e servidor da segurança pública. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Janeiro Branco, uma jornada de cuidado e bem-estar

Cerca de 70 pessoas participaram, no sábado (25), de uma ação da campanha Janeiro Branco promovida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) no Parque da Cidade. A iniciativa destacou a importância da saúde mental e emocional, reforçando o compromisso de cuidar de quem cuida. Apoiaram o evento a Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF), a administração do Parque da Cidade, a Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali) e a Caesb.  Palestras e atividades físicas fizeram parte da programação durante o sábado | Foto: Divulgação/IgesDF A manhã começou com uma palestra ministrada pelas psicólogas Heloisa Abiahy e Ana Paula Vianna, que compartilharam estratégias práticas para a promoção do equilíbrio emocional. Temas como senso de propósito, conexão social e atividade física foram abordados, despertando reflexões nos participantes. “Queremos ajudar nossos colaboradores a desenvolver hábitos que promovam bem-estar emocional e físico; cuidar da mente é essencial para um desempenho saudável no dia a dia”, ressaltou a gerente-geral de Humanização e Experiência do Paciente do IgesDF, Anucha Soares. O evento também teve uma caminhada ao ar livre e uma aula funcional comandada por Renato Pinheiro, atleta da Seleção Brasileira de Karatê e servidor da Secretaria de Economia (Seec-DF). Programa Humanizar  Desde sua implementação, o programa Humanizar, idealizado pela primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, promoveu avanços significativos nas unidades de saúde administradas pelo IgesDF.  Melhorias como aumento na satisfação dos pacientes, maior confiança no atendimento, eficiência nos fluxos de trabalho e fortalecimento da relação entre pacientes e profissionais tornaram o atendimento mais acolhedor e produtivo. “Os feedbacks da população destacam o serviço humanizado e empático”, relata Anucha.”O Humanizar é recordista em ouvidorias positivas no instituto”.   Para 2025, o calendário do Humanizar inclui ações voltadas para temas como Dia Internacional da Mulher, Dia Mundial da Saúde e Dia Nacional do Doador de Sangue, além de novidades como os espaços Humanizar Kids nas unidades de pronto atendimento (UPAs), com atendimento pediátrico, e uma sala de estimulação sensorial no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), voltada à comunidade autista.  “Queremos que todos se sintam acolhidos e valorizados”, enfatizou a chefe do Núcleo de Humanização do IgesDF, Letícia Angelo. “Saúde mental não é luxo, é necessidade.” Para Anucha Soares, a ação reforça o compromisso do programa Humanizar com o bem-estar dos colaboradores do instituto. “Sabemos que quem está na linha de frente também precisa de apoio, atenção e valorização; juntos, podemos construir um ambiente mais saudável e equilibrado”, disse a gestora.  *Com informações do IgesDF  

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Parceria entre Segurança e Saúde tem foco na saúde mental dos servidores

Reunião realizada nesta sexta-feira (24) entre representantes das secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Saúde (SES) e forças de segurança do DF teve como foco a promoção da saúde mental dos operadores de segurança. Equipe de gestores da SSP-DF, liderada pelo secretário-executivo de Segurança Pública, recebeu a subsecretária de Saúde Mental, vinculada à SES, Fernanda Falcomer, durante o Janeiro Branco, mês que destaca a conscientização sobre transtornos e doenças mentais. “Esta é uma pauta prioritária para a Segurança Pública do DF. Nossa política de segurança, o DF Mais Seguro – Segurança Integral, contempla um eixo específico sobre essa temática, o Servidor Mais Seguro. Em 2024 aumentaremos em mais de 70% nossa capacidade de investimento na área e esta parceria, firmada neste mês tão importante para a temática, é a demonstração da preocupação do GDF com a saúde mental de nossos servidores, que tem se dedicado tanto para que o DF seja cada vez mais seguro”, pontua o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar. “Estamos aqui reunidos para nos colocarmos à disposição para dar início às ações em prol da saúde mental de nossos servidores, tanto na promoção da saúde, como nos atendimentos especializados”, ressaltou a subsecretária Fernanda Falcomer. Em 2024, a SSP-DF aumentou significativamente o investimento na área de promoção à saúde do servidor | Foto: Divulgação/SSP-DF Para o subsecretário de Ensino e Gestão de Pessoas da SSP-DF, Marcos Leôncio, esta é uma colaboração muito muito esperada. “Existe uma expectativa muito grande nesta parceria”, finaliza. Centro de Atenção Biopsicossocial Durante o encontro, a comitiva foi até o Centro de Atenção Biopsicossocial (CAB), da SSP-DF. Com investimento de mais de R$ 3 milhões, o local terá estrutura para abrigar atividades voltadas para a melhoria do bem-estar físico e mental dos servidores da pasta. A construção do CAB ocorre no âmbito do programa DF Mais Seguro – Segurança Integral, iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) para ampliar a participação da sociedade no debate e nas decisões de segurança pública. O local prevê academia de ginástica, vestiários, sala de atividade física coletiva, salas de atendimento individual de psicologia, terapia ocupacional e outras terapias, sala para desenvolvimento de terapias coletivas e preparação para aposentadoria . Também haverá sala de treinamento, espaços para realização de oficinas e workshops de qualidade de vida, espaço de convivência, banheiros PNE, banheiros coletivos, recepção e sala de espera. Investimento em saúde Em 2024, a SSP-DF aumentou significativamente o investimento na área de promoção à saúde do servidor. Ao todo, houve um aumento de 76% no número de servidores capacitados entre 2023 e 2024, chegando ao total de 9.852 no período. Também houve o incremento de 73% nos recursos investidos nesse biênio, totalizando R$ 9,3 milhões de reais divididos em, por exemplo, capacitação online e presencial, pós-graduação, aquisição de equipamentos, realização de palestras. Nova subsecretaria A criação da Subsecretaria de Saúde Mental, vinculada à Secretaria de Saúde, ocorreu neste mês. Junto com a nova subsecretaria foram nomeados 20 médicos psiquiatras da carreira da Secretaria de Saúde do DF, e remanejados outros profissionais para o cuidado com a saúde mental. Janeiro Branco A campanha Janeiro Branco promove o debate sobre transtornos e doenças como ansiedade e depressão, destacando que, assim como as enfermidades físicas, essas condições também exigem tratamento com o apoio de profissionais especializados e cuidados adequados. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Práticas integrativas oferecem convívio em comunidade como benefício à saúde mental

Os benefícios da acupuntura, meditação ou yoga para a saúde mental são bastante conhecidos e recomendados. Além de servir à redução do estresse, da ansiedade e tensão, as Práticas Integrativas em Saúde (PIS) promovem a melhoria da qualidade de vida ao oferecer também um ambiente propício ao convívio em comunidade. A motorista Valéria da Silva participa do grupo de Técnica de Redução de Estresse (TRE) do Caps II do Riacho Fundo: “Você relaxa e esquece um pouco das coisas lá fora; ao escutar as pessoas falarem dos problemas delas, você percebe que o seu não é tão grave assim” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde No DF, a Secretaria de Saúde (SES-DF) disponibiliza uma série de serviços desse segmento. A campanha Janeiro Branco, de abrangência nacional, é  dedicada à promoção da saúde mental e emocional. A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) tem a finalidade de assistir os pacientes de acordo com suas demandas de saúde mental em todos os níveis de atenção.  A pessoa que precisa de cuidado ou tratamento pode, inicialmente, procurar a unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de casa. Caso seja necessário, a equipe da Estratégia Saúde da Família fará o devido encaminhamento. Em atendimentos individuais ou coletivos, consultas e sessões são oferecidas em UBSs e nas unidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) –  também em formato virtual – como formas de promover e recuperar a saúde em sua integralidade. Inserção social A Técnica de Redução de Estresse e o tai chi chuan estão entre as modalidades instituídas pela Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde A saúde mental não se restringe apenas às condições individuais; há grande influência do ambiente ao redor. As PIS são formas de cuidado que abordam a saúde do ser humano em sua multidimensionalidade, levando em consideração aspectos físico, mental, psíquico, afetivo e espiritual. A vivência coletiva é utilizada como recurso terapêutico por diferentes tradições, explica o gerente substituto de Práticas Integrativas em Saúde da SES-DF, Felipe Tironi. “Um importante mestre do tai chi chuan certa vez disse: ‘o desenvolvimento da prática é individual, mas quando ela é partilhada coletivamente, torna-se capaz de fortalecer a comunidade, de fazer com que os indivíduos apoiem uns aos outros em suas necessidades’”, exemplifica.  A motorista Valéria da Silva, 55, encontrou apoio no grupo de Técnica de Redução de Estresse (TRE) do Caps II do Riacho Fundo. Para ela, a atividade auxilia no bem-estar da mente e alivia a pressão do dia a dia. “Você relaxa e esquece um pouco das coisas lá fora; ao escutar as pessoas falarem dos problemas delas, você percebe que o seu não é tão grave assim”, conta ela. Há 11 meses participando da atividade, ela declara que descobriu no grupo uma outra família. “Aqui eu encontrei apoio, posso falar o que sinto e me expressar.” Estratégias de cuidado “Quanto mais coletivizadas forem as suas experiências durante o tratamento, melhor será” Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental A TRE e o tai chi chuan são duas das 17 modalidades instituídas pela Política Distrital de Práticas Integrativas em Saúde (PDPIS). Cada modalidade oferece, ao seu modo, contribuição à funcionalidade do indivíduo – a capacidade de lidar com as adversidades da vida. “Um elemento importante da reabilitação psicossocial é o desenvolvimento da autonomia, a capacidade de ser protagonista da própria história”, afirma a subsecretária de Saúde Mental, Fernanda Falcomer. “Quanto mais coletivizadas forem as suas experiências durante o tratamento, melhor será.” *Com informações da Secretaria de Saúde  

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GDF promove programação especial em alusão ao Janeiro Branco para servidores

No próximo dia 28, os servidores e empregados públicos do Governo do Distrito Federal terão acesso a uma programação especial em alusão ao Janeiro Branco, campanha voltada à conscientização sobre saúde mental. A iniciativa busca promover o cuidado com o bem-estar emocional, disseminar conhecimentos técnicos e práticos sobre o tema, incentivar a adoção de hábitos saudáveis, a busca por apoio quando necessário e oferecer momentos de acolhimento terapêutico. A ação é promovida pela Secretaria de Economia (Seec), por meio da Secretaria-Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), e ocorrerá das 8h às 17h30, no Hall da Entrada Sul, na Academia Buriti e no Espaço Qualidade de Vida, localizado no 16º andar, no Anexo do Palácio do Buriti. As atividades incluem acolhimento terapêutico com o Instituto Kalile de Desenvolvimento Humano e Pesquisa, música e aula de cardio. As atividades incluem acolhimento terapêutico com o Instituto Kalile de Desenvolvimento Humano e Pesquisa, música e aula de cardio | Foto: Divulgação/Seec-DF “Saúde mental é de qualidade de vida”, destaca o secretário-executivo da Sequali, Epittácio Júnior. “Por isso, estamos comprometidos em promover ações que fortaleçam a prevenção e o cuidado com a saúde mental dos servidores e empregados públicos do GDF. O Janeiro Branco reforça a relevância de uma reflexão ampla e necessária, tanto para a sociedade quanto para as instituições, sobre o valor desse tema”, acrescenta. Para a subsecretária de Valorização do Servidor, Tânia Monteiro, “investir em ações preventivas e contínuas, como as promovidas durante o Janeiro Branco e ao longo de todo o ano, não apenas eleva a qualidade de vida no ambiente de trabalho, mas também contribui para a redução do absenteísmo no GDF, fortalecendo a eficiência e o compromisso com o serviço público”, destacou. Confira a Programação Completa: Data: 28 de janeiro (terça-feira) 8h às 10h: Acolhimento terapêutico com Instituto Kalile de Desenvolvimento Humano e Pesquisa Local: Hall do elevador na Entrada Sul do Anexo do Palácio Buriti 9h: Música Local: Hall do elevador na Entrada Sul do Anexo do Palácio Buriti 10h15 às 14h: Acolhimento terapêutico com o Instituto Kalile de Desenvolvimento Humano e Pesquisa Local: Espaço Qualidade de Vida, 16º andar do Anexo do Palácio Buriti 13h10: Cardio – Revitalize Corpo e Mente Local: Academia Buriti – Térreo do Anexo do Palácio do Buriti Link de inscrição 17h30: Aula de dança Chame – Movimente sua menta pela coordenação motora Local: Academia Buriti – Térreo do Anexo do Palácio do Buriti Acesse aqui o link de inscrição. *Com informações da Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF)

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Janeiro Branco: Saúde mental é prioridade na educação

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), por meio da Diretoria de Qualidade de Vida e Bem-Estar no Trabalho (DQVT), iniciou o ano com uma série de ações voltadas à promoção da saúde mental dos servidores da educação. No contexto do Janeiro Branco, o setor responsável pela qualidade de vida dos profissionais tem realizado visitas técnicas às Coordenações Regionais de Ensino (CREs), com o objetivo de apresentar programas e políticas de bem-estar e apoiar o planejamento de iniciativas para 2025. “O Janeiro Branco é uma campanha dedicada à conscientização sobre a saúde mental e emocional, incentivando indivíduos, instituições e a sociedade a refletirem sobre o tema”, explica Fernanda Patrícia Pereira, diretora da área de Qualidade de Vida e Bem-Estar. Criada em 2014, a iniciativa aproveita o início do ano como um momento simbólico para fomentar o planejamento de ações voltadas ao cuidado psicológico, destacando a relevância de práticas preventivas e acolhedoras. Entre as ações promovidas estão vivências de escuta sensível, cantoterapia, ciclos de qualidade de vida no trabalho e projetos de apoio em situações de crise | Foto: Jotta Castro/SEEDF As CREs do Núcleo Bandeirante, São Sebastião e Guará foram as primeiras a receber a equipe de qualidade de vida, que, ao longo da programação de janeiro, discutiu demandas e possibilidades para fortalecer o bem-estar dos servidores. Até o final do mês, outras regionais também serão visitadas, consolidando parcerias em prol de um ambiente de trabalho mais saudável. Iniciativas para o bem-estar coletivo e individual Entre as ações promovidas estão vivências de escuta sensível, cantoterapia, ciclos de qualidade de vida no trabalho e projetos de apoio em situações de crise. Essas atividades, somadas a programas de gerenciamento de estresse, feiras de saúde integral e iniciativas de educação financeira, têm como objetivo incentivar hábitos saudáveis e o autocuidado, promovendo a saúde física e mental dos servidores. Além disso, a diretoria oferece suporte individual por meio de dois programas principais: – Programa de Acolhimento Psicológico Individual (Papsi): atendimento psicológico com caráter psicoeducativo e orientação institucional, com sigilo garantido. – Programa de Prevenção à Dependência Química (Prodec): acolhimento para servidores que enfrentam dificuldades relacionadas ao uso de álcool, outras drogas e jogos eletrônicos. Os programas estão disponíveis de forma voluntária, podendo ser acessados pelo Sistema Eletrônico de Informações (SEI) ou, no caso de professores substitutos, pelo Sispe. As iniciativas desenvolvidas têm como base a Política de Qualidade de Vida, Saúde e Bem-Estar no Trabalho (Portaria nº 281/2021) e o Programa de Saúde Mental no Trabalho (Portaria nº 1.062/2023). Esses instrumentos visam atender de maneira abrangente às necessidades dos profissionais da SEEDF, com ênfase em organização e condições de trabalho, pertencimento institucional, valorização dos servidores, saúde integral e sustentabilidade. Como participar Escolas e regionais interessadas em implementar as iniciativas devem formalizar uma solicitação pelo SEI, permitindo que as ações sejam planejadas de acordo com as demandas locais. O Janeiro Branco reforça a importância de cuidar da saúde mental desde o início do ano, promovendo um ambiente equilibrado e acolhedor para os servidores da educação. Com essas iniciativas, a Secretaria reafirma seu compromisso com a construção de um futuro mais saudável, onde cada profissional seja valorizado e tenha suporte para seu desenvolvimento pessoal e profissional. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Janeiro Branco chama a atenção para a importância da saúde mental 

Este mês é marcado por uma importante campanha de conscientização: o Janeiro Branco. Criado em 2014, esse movimento procura chamar a atenção da sociedade para a saúde mental, desmistificar tabus e incentivar a busca por tratamento. Para assinalar a data, o  Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) promove duas atividades que remetem ao segmento, com base no projeto Acolher. Colaboradores do IgesDF participam de atividades que, neste mês, têm como foco a saúde mental | Foto: Divulgação/IgesDF Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que uma em cada quatro pessoas no mundo enfrenta algum transtorno mental ao longo da vida Os trabalhos começaram na quarta-feira (15) e seguem até sexta (17), quando serão oferecidas aos colaboradores das unidades administrativas do IgesDF, no SIA e na Asa Norte, atividades de estimulação cognitiva, bate-papos com nutricionista e sessões de relaxamento com equipamentos de massagem e oficinas de automaquiagem. No Brasil, o Janeiro Branco ganhou força ao longo dos anos e busca se consolidar como um período de reflexão sobre o impacto das emoções e sentimentos nas vidas das pessoas. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de uma em cada quatro pessoas no mundo enfrenta algum transtorno mental ao longo da vida. Ansiedade, depressão, síndrome do pânico, transtornos alimentares e distúrbios de sono estão entre as condições mais comuns que afetam a população mundial. Projeto Acolher O objetivo do projeto desenvolvido pelo IgesDF é levar bem-estar para o ambiente de trabalho e fornecer aos colaboradores condições melhores para continuarem exercendo a sua missão, cuidando da saúde mental. O Acolher oferece uma variedade de serviços, incluindo psicologia, psiquiatria, acupuntura e nutrição. Além disso, o programa promove atividades de ginástica laboral, meditação e reiki, em parceria com os voluntários da Associação Amigos do Hospital de Base. “As pessoas estão reconhecendo que precisam de ajuda e estão buscando o serviço adequado para isso. A nossa ideia em 2025 é aumentar ainda mais esse número de atendimentos” Paula Paiva, chefe do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho do IgesDF Em 2024, mais de 3 mil profissionais das unidades de saúde geridas pelo IgesDF tiveram acesso a atendimento psicológico no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidades de pronto atendimento (UPAs), Hospital Cidade do Sol (HSol) e unidades administrativas. No total de serviços oferecidos pelo projeto, foram mais de 14 mil atendimentos. “Isso reflete o aumento significativo da procura pelo serviço”, aponta Paula Paiva, chefe do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (Nuvid) e responsável pelo projeto no instituto. “As pessoas estão reconhecendo que precisam de ajuda e estão buscando o serviço adequado para isso. A nossa ideia em 2025 é aumentar ainda mais esse número de atendimentos.”  Prevenção Além disso, o Acolher tem trabalhado em colaboração com o Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho para entender as causas do absenteísmo e promover ações que incluem apresentar os serviços oferecidos pelo núcleo, oficinas de alongamento e orientações sobre postura em unidades com alta incidência de afastamento, em parceria com a Diretoria de Inovação Ensino e Pesquisa (Diep). Outras frentes incluem ações de conscientização e materiais informativos para desmistificar o cuidado com a saúde mental. “Temos trabalhado para que as pessoas entendam que cuidar da saúde mental não é algo para quem está doente, mas uma forma preventiva de bem-estar”, pontua Paula Paiva.  *Com informações do IgesDF

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Governador nomeia Fernanda Falcomer para a Subsecretaria de Saúde Mental do DF e convoca 20 psiquiatras

O governador Ibaneis Rocha autorizou nesta terça-feira (14) a criação da Subsecretaria de Saúde Mental, vinculada à Secretaria de Saúde, que será chefiada pela servidora Fernanda Figueiredo Falcomer. A medida ocorre durante o Janeiro Branco, mês que destaca a conscientização sobre transtornos e doenças mentais. Junto com a nova subsecretaria foram nomeados 20 médicos psiquiatras da carreira da Secretaria de Saúde do DF, e remanejados outros profissionais para o cuidado com a saúde mental. “Nós temos um levantamento de um aumento muito grande da situação psicológica e psiquiátrica das pessoas aqui no DF. Com base nisso nós fizemos um trabalho junto à Secretaria de Saúde e criamos essa Subsecretaria de Saúde Mental. No mesmo ato nós estamos nomeando toda essa secretaria e nomeando também 20 psiquiatras que vão trabalhar exatamente nesta secretaria. Com isso a gente espera melhorar toda essa situação que vem colocando tantas famílias em desespero aqui na nossa capital”, defendeu o governador Ibaneis Rocha. No organograma da subsecretaria foram criadas a Diretoria de Atenção Psicossocial; a Gerência de Serviços de Atenção Psicossocial; a Gerência de Desinstitucionalização; a Diretoria de Organização de Serviços de Saúde Mental; a Gerência de Normatização do Cuidado em Saúde Mental; a Gerência de Organização de Serviços de Saúde Mental. A medida ocorre durante o Janeiro Branco, mês que destaca a conscientização sobre transtornos e doenças mentais | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Janeiro Branco A campanha Janeiro Branco promove o debate sobre transtornos e doenças como ansiedade e depressão, destacando que, assim como as enfermidades físicas, essas condições também exigem tratamento com o apoio de profissionais especializados e cuidados adequados. A demanda por assistência voltada ao bem-estar mental tem crescido de forma constante nos últimos anos. Em 2023, foram registrados 281,5 mil atendimentos na área, e, de janeiro a outubro de 2024, esse número subiu para 303,5 mil. Para atender a esse aumento, a Secretaria de Saúde expandiu a carga horária de 39 profissionais dos Centros de Atenção Psicossocial (Caps), passando de 20 para 40 horas semanais, o que resultou em quase 800 horas adicionais de serviços, incluindo médicos e equipe de enfermagem. Além disso, em julho do ano passado, a gestão local inaugurou residências terapêuticas. O Serviço Residencial Terapêutico (SRT) oferece uma alternativa de moradia para pessoas que estão internadas em hospitais psiquiátricos por não ter suporte adequado na comunidade. A proposta é proporcionar uma rotina mais próxima à vida cotidiana, promovendo autonomia e reintegração social. Além disso, o GDF trabalha para expandir de 18 para 23 unidades dos centros de Atenção Psicossocial (Caps) nos próximos anos. Duas obras foram licitadas e devem começar ainda em janeiro, uma no Recanto das Emas e outra no Gama, com inauguração prevista para 2026. Ambas funcionarão 24 horas. Também é estimada para o primeiro semestre de 2025 a licitação de novos centros em Ceilândia, Taguatinga e Guará. Atendimento no DF No DF, a Atenção Primária à Saúde (APS) é responsável pelos atendimentos para evitar o agravamento dos casos. São 176 unidades básicas de saúde (UBSs) atuando como portas de entrada ao tratamento, com acompanhamento e atividades voltadas ao bem-estar. Além de orientações médicas e psicológicas, a SES-DF oferece outros meios para cuidar da saúde mental, como as práticas integrativas em saúde (PIS) realizadas de forma coletiva. Atualmente, são ofertadas 17 modalidades, como acupuntura, auriculoterapia, fitoterapia, homeopatia, meditação, musicoterapia, reiki, shantala, tai chi chuan e yoga (hatha e laya).

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