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Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Estão pagos os benefícios do DF Social e Cartão Prato Cheio

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Foi pago o benefício de R$ 150 do mês de setembro do programa DF Social para 70 mil famílias contempladas. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. Além do DF Social, também já está na conta o benefício de R$ 250 do programa Cartão Prato Cheio para as 100 mil famílias beneficiárias. O DF Social é o programa de transferência de renda que concede o valor de R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo Banco BRB. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. O DF Social é o programa de transferência de renda que concede o valor de R$ 150 mensais às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF Já o Cartão Prato Cheio é concedido em 18 parcelas de R$ 250 para as famílias em situação emergencial de insegurança alimentar e nutricional. Para ter acesso ao benefício, o cidadão precisa passar por atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e aguardar a contemplação, conforme critérios de prioridade e disponibilidade orçamentária .O atendimento deve ser agendado pelo telefone 156 ou pelo site da Sedes (https://sistemas2.df.gov.br/Agendamento/). Para verificar se foi contemplado, o local para retirada do novo cartão, ou se voltou a participar do programa Prato Cheio, o beneficiário deve acessar o site do GDF Social (https://gdfsocial.brb.com.br/#/prato-cheio-identificacao). As pessoas que estão retornando ao programa deverão continuar utilizando o mesmo cartão para receber o auxílio. Saiba como abrir conta social no BRB Para abrir a conta social no BRB, no caso dos que aguardam contemplação no programa DF Social, o cidadão deve baixar o aplicativo Banco BRB no celular ou computador e estar com documentação pessoal em mãos, como RG e CNH. No aplicativo, clique em “abra sua conta” e escreva nome completo e CPF, número do celular com DDD, depois insira o código recebido por SMS. Leia o termos de privacidade, aceite e digite o e-mail para receber o link de validação de abertura de conta. Selecione o estado civil e digite a identificação do companheiro(a), aceite a declaração, ative a localização, registre sua foto para confirmar sua identidade no aplicativo e capture o documento RG ou CNH. Crie as senhas da conta, com GPS habilitado, clique em “enviar solicitação” para finalizar processo de abertura de conta no BRB. Pronto! Aguarde o e-mail avisando que conta foi aberta e utilize o aplicativo Banco BRB normalmente. Mais informações sobre o passo a passo acesse: https://www.youtube.com/watch?v=uj5mOC8Tt_U. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) Não é possível verificar o texto — confirme a política de privacidade primeiro.

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Cras Sobradinho promove ação para orientar famílias sobre proteção de crianças na internet

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Sobradinho realizou na última sexta-feira (28) a ação comunitária “Vínculos fortes — infância e proteção: Protegendo crianças de perigos invisíveis na internet”, voltada a famílias atendidas na unidade. A iniciativa tem como objetivo orientar pais e responsáveis sobre os riscos do ambiente digital e sobre a importância de fortalecer os vínculos familiares como ferramenta de proteção. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças. Enquanto os responsáveis acompanhavam as duas rodas de conversa que trataram de temas como segurança na internet, violência digital e os impactos do uso excessivo das redes na saúde mental, as crianças participaram das dinâmicas e de atividades de interação promovidas pela equipe do Cras e Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculo (Cecon) Sobradinho. O encontro também teve café da manhã, distribuição de brindes e orientações sobre os serviços socioassistenciais oferecidos pelo Cras, proporcionando um espaço de aprendizado, convivência e fortalecimento dos vínculos familiares. “O Cras é muito mais do que um espaço de atendimento. É um lugar de informação, acolhimento, convivência, lazer e aprendizado, onde a população encontra orientação e também participa de dinâmicas, atividades e momentos de integração. Ações como esta aproximam as famílias dos serviços oferecidos e fortalecem os vínculos comunitários, criando um ambiente de troca, escuta e participação”, enfatiza a assistente social do Cras Sobradinho Mythsuer Monsueth. A ação reuniu cerca de 120 pessoas, entre adultos e crianças | Foto: Divulgação/Sedes-DF A ação comunitária também abordou os direitos de crianças e adolescentes relacionados à privacidade e à proteção de dados, além dos sinais comportamentais, sociais e emocionais que podem indicar que uma criança ou adolescente está sofrendo com a exposição excessiva ou inadequada ao ambiente digital. Prevenção Convidado para fazer uma palestra na ação comunitária do Cras Sobradinho, o delegado Roberto Vitor, da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), explica que diálogo e acompanhamento são fundamentais para prevenir situações como cyberbullying, aliciamento, exposição indevida de imagens e outras formas de violência digital. “A internet faz parte da rotina das nossas crianças e adolescentes, mas também pode apresentar perigos que nem sempre são percebidos pelas famílias. Por isso, é fundamental que pais e responsáveis estejam atentos ao que os filhos acessam, com quem conversam e como se comportam no ambiente virtual”, pontua. Também convidada para participar de uma das rodas de conversa, a enfermeira e especialista em saúde mental do Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps i) Sobradinho, Mariana Miguel Vieira, destaca a importância do encontro para orientar as famílias em vulnerabilidade social sobre os cuidados com os filhos no ambiente digital. “O uso excessivo da internet por crianças e adolescentes é uma preocupação central para pais, educadores e profissionais da saúde. O ambiente digital oferece aprendizado e conexão, mas o consumo sem limites impacta diretamente o desenvolvimento emocional e psicológico dos jovens”, reforça. O Cras Sobradinho é uma unidade socioassistencial gerenciada administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A equipe realiza ações comunitárias como estratégias de mobilização do território e fortalecimento da convivência entre as famílias do território. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Pedal Cidadão transforma bicicletas recuperadas em oportunidade de trabalho e renda

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. O projeto Pedal Cidadão, desenvolvido no Centro de Referência para População em Situação de Rua (Centro Pop) Taguatinga, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF), chega à sua 8º edição como iniciativa consolidada de inclusão social, geração de renda, mobilidade e sustentabilidade. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua utilizarem o equipamento como uma nova oportunidade de refazer a vida e de geração de renda. Ao longo de cinco meses, o projeto realiza uma oficina para pessoas em situação de rua que frequentam o Centro Pop Taguatinga, onde eles, além de aprenderem técnicas de montagem e manutenção de bicicletas, se preparam para assumir compromissos, trabalhar em equipe e desenvolver habilidades que podem contribuir para o ingresso no mercado de trabalho. “O Pedal Cidadão funciona como um ponto de partida para a reorganização da vida dos participantes, com acompanhamento psicossocial e estímulo à autonomia. A capacitação pode contribuir para que eles busquem oportunidades profissionais também em outras áreas, de acordo com suas habilidades e interesses”, destaca o agente social do Centro Pop Taguatinga, Wendel Viana, responsável pelo projeto. No próximo domingo (30), as bicicletas recuperadas e reformadas serão entregues às pessoas que trabalharam na oficina no 8º Passeio Ciclístico do Projeto Pedal Cidadão, marcado para às 8h da manhã, no Centro Cultural Taguaparque. O percurso será de pouco mais de seis quilômetros até o Centro Pop Taguatinga, na QNF. Aberto à comunidade, o evento é realizado anualmente em alusão ao Dia de Luta da Pessoa em Situação de Rua, comemorado em 19 de agosto. O projeto reforma bicicletas usadas, muitas vezes em condições bastante precárias, e doa para pessoas em situação de rua | Foto: Divulgação/Sedes-DF Um dos participantes do projeto Pedal Cidadão é Carlos Alberto, que está animado em receber uma bicicleta nova. “Participar do Pedal Cidadão foi muito importante para mim. Aqui, além de aprender a montar e consertar bicicletas, a gente aprende a ter responsabilidade, trabalhar em equipe e acreditar que pode recomeçar. É uma oportunidade que ajuda a gente a enxergar novos caminhos e buscar uma forma de trabalhar e ter nossa própria renda”, conta. De acordo com Wendel Viana, o Pedal Cidadão simboliza o resultado de todo o trabalho realizado ao longo do projeto: uma bicicleta que antes estava abandonada ou sem condições de uso é recuperada e passa a representar mobilidade, autonomia, lazer e uma nova possibilidade para quem recebe. “Mais do que ensinar uma profissão, o Pedal Cidadão busca criar uma porta de entrada para o mercado de trabalho. A capacitação em mecânica de bicicletas dá aos participantes um conhecimento que pode ser transformado em oportunidade de renda e autonomia. Os levantamentos realizados sobre a população em situação de rua mostram que a falta de capacitação profissional aparece como uma das principais barreiras para o acesso ao trabalho. Por isso, nosso objetivo é oferecer não apenas o conhecimento técnico, mas também encaminhar e preparar essas pessoas para novas oportunidades profissionais”, explica.   Como funciona As bicicletas chegam ao projeto por meio de doações de diferentes parceiros e da própria comunidade. Muitas estão velhas, danificadas ou até sem peças essenciais. A partir daí, começa um trabalho de recuperação e montagem para que possam voltar a circular. Para viabilizar os reparos, o projeto conta com parceiros e iniciativas de apoio para aquisição de peças e componentes. Entre as instituições e grupos que colaboram estão a Rodas da Paz, delegacias do Distrito Federal, condomínios, organizações não governamentais, além do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Em algumas situações, servidores e integrantes da comunidade também se mobilizam para arrecadar recursos para a compra de peças novas, inclusive por meio de rifas e outras ações solidárias. “O Pedal Cidadão trabalha com três pilares principais: trabalho, renda e lazer. A bicicleta passa a representar não apenas um meio de transporte, mas também uma ferramenta de transformação social. A capacitação permite que os participantes desenvolvam conhecimentos técnicos e, ao mesmo tempo, fortaleçam competências importantes para o ambiente profissional”, destaca o secretário substituto de Desenvolvimento Social, Rafael Rodrigues. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Creas Migrantes participa de ação social voltada para migrantes, refugiados e apátridas

Em alusão ao Dia do Imigrante, comemorado em 25 de junho, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Migrantes participa, nesta quinta-feira (25), da ação social Dignidade Sem Fronteiras 2026, que será promovida pela organização da sociedade civil Instituto Dignum. O evento é gratuito e voltado a migrantes, refugiados e apátridas e comunidade brasileira. A ação social será realizada durante todo o dia, das 9h às 17h, no Complexo Cultural de Samambaia, que fica na QS 301 Conjunto 5, Samambaia Sul. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Creas Migrantes estará no local para orientar as famílias sobre os serviços sociassistenciais, tirar dúvidas e encaminhar usuários para Creas e centros de referência de assistência social (Cras) dos territórios. Não serão realizados atendimentos no dia. “Os migrantes, refugiados e apátridas que vivem no Distrito Federal também são público da assistência social e têm direito à informação e ao acesso às políticas públicas. Participar de ações como essa é uma forma de aproximar os serviços da população, fortalecer a inclusão social e mostrar que existe uma rede de proteção preparada para orientar e acompanhar essas famílias em seus processos de integração e reconstrução de vida”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Os migrantes, refugiados e apátridas que vivem no Distrito Federal também são público da assistência social e têm direito à informação e ao acesso às políticas públicas” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF A ação social Dignidade sem Fronteiras 2026 busca ampliar o acesso a direitos e serviços para migrantes que vivem no Distrito Federal, com oferta de atendimentos jurídicos, médicos, odontológicos, oftalmológicos, assistência social, empregabilidade, empreendedorismo e oficinas, além da Feira das Nações, que terá gastronomia, exposições, artesanatos e apresentações culturais. A estrutura foi montada para oferecer mil vagas a migrantes, refugiados e apátridas que buscam recomeçar a vida no Brasil, além de outras 400 vagas destinadas aos cidadãos brasileiros. Para mais informações sobre o evento, acesse a página do Instituto Dignum.  Creas Migrantes  Pioneiro no país como uma unidade pública de assistência social, o Creas Migrantes atende famílias e indivíduos em contextos interculturais que estejam vivenciando risco social e violações de direitos decorrentes da migração, garantindo um atendimento multilíngue voltado para a proteção social dos migrantes, refugiados e apátridas.    *Com informações da Sedes-DF

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GDF e Defensoria Pública dialogam sobre transferência de endereço do Centro Pop Brasília

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) recebeu, nesta segunda-feira (22), a Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) para tratar da transferência do Centro de Referência Especializado de Assistência Social para a População em Situação de Rua (Centro Pop) do Plano Piloto, localizado na Quadra 903 da Asa Sul. Durante o encontro, foram apresentadas alternativas para garantir que a mudança ocorra de maneira a não comprometer o atendimento e a rede de proteção social já existente. A reunião contou com a presença da secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, do defensor público-geral, Reinaldo Rossano, além de outros defensores públicos do órgão. Giselle Ferreira ressaltou que a nova localização ainda está sendo discutida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), assegurando que isso não impactará o atendimento ao público. “Reconhecemos que o espaço atualmente disponível possui limitações e nem sempre proporciona a qualidade ideal para o atendimento”, enfatizou. “Nesse sentido, buscamos uma localização estratégica que, independentemente de qualquer mudança, garantirá a continuidade do atendimento. Trata-se de uma política pública fundamental e indispensável para pessoas em situação de rua”, acrescentou. A titular da Sedes também enfatizou a necessidade de compartilhar dados estatísticos para auxiliar na formulação e avaliação das políticas públicas voltadas para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, especialmente informações relacionadas à demanda, ocorrências de judicializações no âmbito da Defensoria Pública, e às soluções adotadas em cada caso. Durante o encontro, foram apresentadas alternativas para garantir que a mudança ocorra de maneira a não comprometer o atendimento e a rede de proteção social já existente | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF A Defensoria Pública do DF reafirmou a importância de manter o acolhimento, o acesso a serviços essenciais e a garantia dos direitos fundamentais das pessoas em situação de vulnerabilidade.  Para o defensor público-geral, Reinaldo Rossano, o alinhamento entre DPDF e Sedes garante respostas mais efetivas às necessidades desse público. “Esta reunião foi uma oportunidade importante para estabelecer fluxos de trabalho, fortalecer o diálogo com a nova gestão da Sedes e alinhar expectativas, sempre com o objetivo de oferecer o melhor atendimento possível e ampliar as oportunidades de inclusão e cidadania para pessoas em situação de rua do DF”, destacou. Transferência A mudança de endereço do Centro Pop Brasília foi anunciada na última segunda-feira (15) pela governadora Celina Leão, após reunião com secretários de diversas áreas, visando aprimorar as medidas integradas de atendimento à população em situação de rua. Na ocasião, a chefe do Executivo destacou que a medida busca garantir a continuidade do acolhimento social em um espaço mais adequado, sem comprometer o atendimento socioassistencial e a segurança da região. Além disso, o GDF está discutindo a implementação de um cadastro integrado da população em situação de rua, concentrando informações de diferentes órgãos para permitir atendimentos mais precisos e articulados. Funcionamento Administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social, o Centro Pop é uma unidade pública de assistência social voltada à população em situação de rua. A unidade funciona como ponto de apoio especializado para guarda de pertences, higiene pessoal, alimentação (café da manhã, almoço e lanche), provisão de documentação e atendimento socioassistencial a esse público. O equipamento conta com assistentes sociais, psicólogos, pedagogos, educadores e agentes sociais, que orientam os usuários sobre os direitos e acesso a benefícios socioassistenciais, além de realizar o encaminhamento para a rede de serviços de saúde, emprego, educação, trabalho e renda, entre outros. O Distrito Federal possui dois Centros Pop: um localizado em Brasília, atualmente na quadra 903 Sul, e outro em Taguatinga Norte, na QNF 24. O atendimento ao público ocorre das 7h às 18h, todos os dias da semana, sem necessidade de agendamento prévio, porém, com limite de atendimentos. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Alimentação saudável durante as festividades juninas é tema de ação nos restaurantes comunitários

Junho é marcado pelas festas juninas, uma tradição brasileira que conta com grande diversidade de pratos típicos, como canjica, pamonha, quentão e pé de moleque. Foi pensando nestes sabores tradicionais que foram realizadas, nesta quinta-feira (18), as ações de educação alimentar e nutricional em todos os restaurantes comunitários do Distrito Federal, orientando os frequentadores sobre hábitos alimentares saudáveis e o consumo consciente nas celebrações. As equipes dos restaurantes confeccionaram materiais educativos que foram entregues aos frequentadores, com receitas típicas de festa junina e prepararam mesas decoradas com um mural que destacava os principais benefícios nutricionais das comidas juninas. A ação acompanhou o almoço, que é servido das 11h às 14h todos os dias; quando os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação. “Procuramos desmistificar conceitos relacionados à alimentação e promover escolhas alimentares mais conscientes no dia a dia. Também incentivamos o consumo consciente dos alimentos típicos da época, demonstrando que é possível desfrutar das celebrações sem abrir mão de hábitos alimentares saudáveis”, explica a nutricionista Juliana Almeida, que integra a Diretoria de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional (Digesan) da Sedes. Os frequentadores dos restaurantes puderam conversar com os nutricionistas e tirar dúvidas, recebendo um curau de milho para degustação | Foto: Divulgação/Sedes-DF O trabalho de educação alimentar e nutricional é realizado todos os meses nos restaurantes comunitários, geridos pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), com o apoio das empresas responsáveis pelos atendimentos e produção das refeições. “Essas ações costumam ser muito bem recebidas pelos usuários, especialmente pelo público em situação de vulnerabilidade social, incluindo pessoas em situação de rua, que, muitas vezes, possuem acesso limitado a momentos de lazer, convivência comunitária e manifestações culturais. Nossa equipe pensa em cada detalhe para atender à demanda e fortalecer a alimentação saudável da população”, conclui a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Liberados R$ 42 milhões para pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e DF Social

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) liberou nessa segunda-feira (1º), R$ 42,2 milhões para o pagamento do Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e do DF Social. A maior parte desse montante, R$ 24,7 milhões, foi investida no Prato Cheio, com crédito de R$ 250, utilizado para compra de alimentos. O auxílio é pago em ciclo de 18 parcelas para famílias em situação de insegurança alimentar e nutricional. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem. Para pagamento do DF Social, o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 10,5 milhões, beneficiando 70 mil famílias. Entre os contemplados do programa, 255 famílias abriram as contas sociais digitais para receber o benefício mensal. Já o Cartão Gás teve investimento de R$ 7 milhões para atender a 70 mil famílias. Em junho, foram 764 novas famílias beneficiadas com o programa. A consulta para retirada dos cartões nas agências do Banco de Brasília (BRB) é verificada no site do GDF Social. No portal, o cidadão pode obter informações sobre a agência do BRB onde vai retirar o cartão, devendo fazer a busca pelo nome do titular do auxílio, mediante a apresentação de documento oficial com foto e CPF. O Cartão Prato Cheio teve em junho 8.296 novas famílias contempladas que devem utilizar o cartão que já possuem | Foto: Divulgação/Sedes-DF “A governadora Celina Leão tem como prioridade o combate à fome e à pobreza. Benefícios como o Cartão Gás, Cartão Prato Cheio e o DF Social colocam comida na mesa e reduzem o impacto do dia a dia nos orçamentos das famílias que mais precisam. E assim vamos seguir, entregando dignidade e com um olhar especial para as pessoas mais vulneráveis”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. Nova contemplação Ainda em junho haverá uma nova contemplação para famílias que vão entrar pela primeira vez no programa. Elas vão poder consultar, a partir da segunda quinzena do mês, em gdfsocial.brb.com.br em qual agência do Banco Regional de Brasília (BRB) devem buscar seus cartões. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Saiba como funciona a visita de assistentes sociais na casa de beneficiários de programas sociais

Nas últimas semanas, circularam na internet informações sobre uma possível proibição de assistentes sociais e outros profissionais da área de entrarem nas casas de beneficiários de programas sociais. Nesse contexto, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), responsável pelas áreas de assistência social, transferência de renda e segurança alimentar e nutricional no Distrito Federal, apresenta alguns esclarecimentos para evitar prejuízos ao público atendido. Esses profissionais não estão expressamente proibidos de visitar a casa da população. Os atendimentos domiciliares são ferramentas oficiais do governo para atualizar cadastros, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), ambos vinculados ao Cadastro Único. Além disso, assistentes sociais e outros especialistas da área realizam visitas para compreender a realidade socioeconômica das famílias em situação de vulnerabilidade ou risco social. Em ambas as situações, essas visitas não têm caráter de fiscalização ou punição. Contudo, existe uma regra: os profissionais não podem entrar nas residências sem a autorização da família. Os atendimentos domiciliares são ferramentas oficiais do governo para atualizar cadastros, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), ambos vinculados ao Cadastro Único | Foto: Divulgação/Sedes-DF Cadastro domiciliar O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), por meio da Instrução Normativa nº 21, de 4 de maio de 2026, estabelece que o cadastro domiciliar é obrigatório para famílias unipessoais, compostas por uma única pessoa no CadÚnico, e para o público com irregularidades cadastrais na plataforma, sejam elas beneficiárias ou não do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada, que garante o pagamento de um salário mínimo mensal a idosos com 65 anos ou mais, além de pessoas com deficiência de qualquer idade. A instrução normativa determina que o atendimento deve ser realizado preferencialmente em áreas externas da residência, como quintal, varanda, área de serviço ou arredores, desde que se trate da própria casa. Não pode ocorrer na rua ou calçada. No entanto, isso não impede que o entrevistador social entre na casa, caso seja convidado a fazê-lo. Dessa forma, a medida não proíbe a entrada dos profissionais, mas permite essa possibilidade mediante consentimento. “Entretanto, algumas famílias começaram a recusar a visita de profissionais de assistência social em suas residências, influenciadas por postagens nas redes sociais que sugerem uma proibição, sem esclarecer a totalidade dos fatos, o que gera desinformação”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. “Sabemos que a casa é um ambiente inviolável, mas a equipe precisa realizar o atendimento em um local que ofereça segurança, privacidade e um mínimo de conforto para todos os participantes da entrevista”, acrescenta a gestora. “Caso a visita não seja realizada, a pendência cadastral persistirá, dificultando a regularização do benefício”, frisa. Serviço especializado Para executar o serviço de atendimento domiciliar do CadÚnico, a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes) conta com a Central do Cadastro Único (Cecad). Criada em 2024, essa unidade é responsável por: - Realizar atendimento domiciliar a famílias que deixaram de receber o Bolsa Família devido a pendências cadastrais. - Facilitar a atualização de dados para famílias com dificuldades de locomoção. - Atender Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos (GPTE), como indígenas, quilombolas, ciganos, entre outros. A coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes, Thaís Mandarino, lembra que o serviço foi criado em resposta ao aumento dos atendimentos domiciliares pelo MDS. “A maioria das famílias visitadas já tem o benefício bloqueado ou corre o risco de bloqueio e suspensão devido à obrigatoriedade de atendimento do Cadastro Único em domicílio. Portanto, a equipe precisa realizar o cadastro na residência da família, para que seja possível desbloquear benefícios ou prevenir impactos negativos", explica. Funcionamento A triagem é feita pela própria equipe da Cecad, com base nas informações do Cadastro Único. O agendamento das visitas é feito por telefone, com antecedência mínima de uma semana. As famílias são organizadas por região administrativa e por público prioritário, em um planejamento mensal de visitas. Durante o contato, os servidores explicam os procedimentos e o motivo do atendimento. Os servidores da Cecad são identificados por uniformes e crachás da Sedes, com nome e matrícula, e utilizam veículos oficiais do GDF. No início da visita, explicam o objetivo da ação e não solicitam ou entregam cartões ou benefícios. Apenas documentos e informações necessárias à atualização do CadÚnico são coletados. Diferenças Existem diferenças entre o atendimento realizado pela Central do CadÚnico e a visita domiciliar feita por profissionais da Sedes-DF, como assistentes sociais, psicólogos, pedagogos e profissionais do direito. “No caso da Cecad, o foco é exclusivamente no atendimento de Cadastro Único, que inclui a atualização ou o registro de novas informações, sem o objetivo de constranger, vasculhar cômodos ou fiscalizar a casa das famílias”, aponta Thaís Mandarino. Por outro lado, a coordenadora afirma que a visita domiciliar dos especialistas funciona como uma ferramenta para identificar situações de vulnerabilidade da família e sua realidade socioeconômica, buscando novas propostas para atender às questões apresentadas. “É uma ação subjetiva, baseada no diálogo, ao contrário do cadastro em domicílio, que é mais protocolar”, acrescenta. No que diz respeito à fiscalização, essa não é realizada pela Cecad. “Na Sedes, existe uma Gerência de Acompanhamento e Fiscalização voltada exclusivamente para suspeitas e denúncias de recebimento indevido de benefícios, bem como para informações prestadas de forma errada”, finaliza. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF na Sua Porta leva também serviços de assistência social a Ceilândia

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) está presente no GDF na Sua Porta em Ceilândia que começou nesta segunda-feira (1º). A população local será atendida por ordem de chegada e distribuição de senhas para acessar informações e serviços de assistência social durante a semana. O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até quarta-feira (3), na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika, na área central de Ceilândia. Devido ao feriado de Corpus Christi, a ação retornará na segunda-feira (8) e vai até sexta-feira (12). Estarão disponíveis postos de trabalho da Sedes-DF, com atendimento organizado por meio da distribuição de senhas. A pasta oferecerá ações de orientação e atendimento sobre o Cartão Prato Cheio, Cadastro Único, Bolsa Família, benefícios eventuais (auxílios natalidade, por morte ou vulnerabilidade), Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada (BPC) e isenção de taxa para emissão de segunda via da Carteira de Identidade. O programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) reúne serviços de várias secretarias em um só lugar e vai funcionar diariamente das 9h às 16h até quarta-feira (3), na praça do Restaurante Comunitário DJ Jamaika | Foto: Divulgação/Sedes-DF A população que já participa dos programas e serviços socioassistenciais poderá também tirar dúvidas, fazer agendamentos e solicitar abertura de prontuários. O programa GDF na Sua Porta disponibiliza serviços públicos itinerantes voltados para a área da saúde, cadastro social, serviços do Na Hora, Defensoria Pública, delegacia móvel e outras ações essenciais. Por meio dessa iniciativa, diversos gabinetes móveis permanecem por alguns dias em diferentes regiões administrativas visitadas, atendendo às demandas levantadas pela comunidade. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Restaurante Comunitário de Itapoã passará por manutenção a partir de quinta-feira (21)

O Restaurante Comunitário do Itapoã vai fechar temporariamente a partir da próxima quinta-feira (21) para manutenção de rotina e troca da empresa que fornece as refeições. Os atendimentos ficarão suspensos de 21 a 24 deste mês. A interrupção do serviço ocorre neste período conforme cronograma planejado da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), que avalia, de acordo com dados, quais melhores datas para a medida. Nesses dias, é recomendado que a população utilize os restaurantes mais próximos, como os de Sobradinho e Varjão. O serviço retorna normalmente na segunda-feira (25). *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Ação leva saúde bucal à população de rua em projeto no Centro Pop Brasília

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) Brasília, em parceria com o Departamento de Odontologia da Universidade de Brasília (UnB), tem ofertado atendimento odontológico aos frequentadores desde 2025. O projeto Odontologia na Rua proporciona acesso à promoção da saúde bucal e cuidado contínuo para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Segundo dados da UnB, foram realizados 528 atendimentos entre julho de 2025 e março de 2026. Atualmente, os atendimentos ocorrem nas sextas-feiras, das 13h30 às 17h. Em média, 20 pessoas são atendidas por período. O Centro Pop Brasília fica localizado na 903 da Asa Sul e é gerido pela Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF). Os atendimentos são integrados ao acolhimento que os frequentadores recebem na unidade, respeitando o tempo e a realidade de cada pessoa. Primeiro, é realizada uma escovação supervisionada, seguida de uma avaliação clínica, limpeza, tratamentos restauradores e orientações sobre higiene bucal. Os casos mais complexos são encaminhados para a clínica odontológica da UnB. A gerente do Centro Pop Brasília, Kátia de Castro, destaca que o trabalho vai além do tratamento. “Ele também é fortemente voltado para prevenção e educação em saúde. Orientamos, acompanhamos e ensinamos, dentro do que é possível naquele contexto, para que a pessoa consiga cuidar melhor da própria saúde bucal no dia a dia”, afirmou a gerente. O projeto Odontologia na Rua proporciona acesso à saúde bucal e ao cuidado contínuo para pessoas em situação de vulnerabilidade social | Foto: Divulgação/Sedes-DF O projeto nasceu da articulação entre a UnB e o Centro Pop Brasília, envolvendo a Sedes, a Secretaria de Saúde (SES-DF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Por meio da integração e união das equipes com os professores e estudantes, o trabalho é realizado de forma estruturada, adaptando as consultas à realidade das pessoas em situação de rua que não têm acesso a esse recurso fora da unidade. “Parcerias como esta com a UnB contribuem para que essa parcela tão vulnerável e estigmatizada da sociedade tenha acesso a tratamentos que, em muitas vezes, nunca tiveram na vida. É não invisibilizar, mas olhar as pessoas em situação de rua como seres humanos com direitos que são”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social, Jackeline Canhedo. Centro Pop A unidade funciona como um local de apoio para pessoas em situação de rua. Na unidade é possível guardar pertences, realizar higiene pessoal, ter acesso a alimentação (café da manhã, almoço e lanche). É possível também receber atendimentos socioassistenciais, solicitar documentos e usar o endereço do Centro Pop como referência quando precisar de um comprovante de residência. Nessas unidades também são ofertadas oficinas e ações que incentivem o protagonismo e a participação social. Atualmente, o Distrito Federal conta com duas unidades para atendimento a pessoas em situação de rua. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF sedia encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos

O Distrito Federal sediou, nesta quinta-feira (7), no Espaço Sedes Colab, na 515 Norte, o encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos. Com o tema "Erradicar a fome e garantir direitos com comida de verdade, democracia e equidade", o evento teve como objetivo atualizar as metas pactuadas na última conferência, realizada em 2023, além de debater o andamento das propostas que constam no Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional (PDSAN), que completa dois anos. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento promovido pelo Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional do Distrito Federal (Consea-DF), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e apoio da Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan-DF). “Esse encontro a cada dois anos pós-conferência foi uma demanda do Consea Nacional e está sendo realizado em todo o país nos estados e municípios que compõem a rede. É uma oportunidade de avaliar o que já foi feito e estabelecer diretrizes e metas mais próximas da realidade para os próximos dois anos, que é quando será realizada uma nova Conferência Nacional. Para nós, como governo, é fundamental ter mais esse espaço de diálogo com a sociedade civil para aprimorar as nossas políticas públicas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal interina, Jackeline Canhedo. No encontro, também foram eleitos três delegados que vão representar o DF no evento nacional, que será promovido pelo Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) entre os dias 8 e 10 de junho. Cerca de 100 pessoas, a maioria representantes da sociedade civil, participaram do evento | Foto: Divulgação/Sedes-DF “O objetivo desse encontro é exatamente analisar o que foi decidido na última conferência do Distrito Federal dois anos depois. Por isso, esse nome. Na conferência, nós aprovamos as propostas para elaboração do IV Plano Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional. Então, vamos analisar o que foi feito em 2024 e 2025 e propor 2026 e 2027 dentro daquelas propostas que já existiam. Por exemplo, na última conferência propusemos a ampliação da cesta verde, que ainda precisa avançar. A gente propôs uma meta que foi atingida, que é o aumento do número de restaurantes comunitários. A ampliação do Cartão Prato Cheio foi atingida em parte. O programa de alimentação escolar já teve uma ampliação grande do recurso vindo do próprio DF. Então, você tem algumas metas que foram atingidas, outras ainda não”, explica a presidente do Consea-DF, Albaneide Peixinho. Encontro distrital O Encontro da 6ª Conferência Distrital de Segurança Alimentar e Nutricional +2 anos foi dividido em três momentos: o primeiro para situar os participantes sobre o cenário no DF, com a mostra de experiências exitosas, apresentação do Panorama da Segurança Alimentar e Nutricional no DF e do monitoramento do IV PDSAN; o segundo com a divisão e discussão em cinco grupos de trabalho; e a Plenária Final com a aprovação das propostas que serão levadas ao encontro nacional e dos delegados. Os grupos de trabalho foram divididos com base nos eixos temáticos na conferência, englobando os temas Vigilância Alimentar, Saúde e Nutrição, Acesso à Alimentação e Gestão Pública; Produção, Abastecimento e Agricultura Familiar; Saneamento, Gestão de Resíduos e Sustentabilidade Ambiental; e Direito à Alimentação, Equidade e Participação Social. O Consea-DF é composto por dois terços de representantes da sociedade civil e um terço de representantes governamentais. A presidência é exercida por um representante da sociedade civil, indicado entre os seus membros e designado pelo governador do DF. O conselho tem caráter consultivo e integra o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), responsável pela gestão intersetorial de políticas públicas e a articulação entre as três esferas de governo (federal, estadual e municipal), com a participação social da sociedade, para a implementação e execução das políticas de segurança alimentar e nutricional. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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GDF ultrapassa 11 mil benefícios de auxílio por morte em seis anos

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), concedeu 11.068 benefícios de auxílio por morte entre 2019 e 2025, para amparar famílias vulneráveis em momentos de luto. O serviço é dividido em duas categorias: transferência financeira (pecúnia) de parcela única de R$ 415 para necessidades urgentes que surgem com a morte de um dos provedores ou integrantes das famílias; e bens de consumo (serviços funerários), com oferta de urna, velório e sepultamento, além de transporte funerário, uso de capela, pagamento de taxas e colocação de placa de identificação. Do total de benefícios, 9.588 foram destinados a bens de consumo e 1.480, pagos em transferência financeira. Cada família pode receber os dois tipos de auxílio, a depender da análise da equipe socioassistencial. O sistema tem o objetivo de reduzir os impactos da perda de um provedor ou membro familiar. “O auxílio por morte cumpre um papel fundamental na rede de proteção social do DF, ao assegurar que nenhuma família fique desamparada com a perda de um ente querido", avalia a secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo. Do total de benefícios, 9.588 foram destinados a bens de consumo e 1.480, pagos em transferência financeira | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília "Ao assegurar o apoio financeiro emergencial e a prestação dos serviços funerários, este GDF busca reduzir os impactos e dar suporte para que as famílias atravessem esse período com o amparo necessário. A Sedes atua para garantir dignidade, respeito e acolhimento nesse momento de vulnerabilidade", destaca. Assistência O auxílio por morte faz parte dos benefícios eventuais concedidos pela Sedes. A modalidade inclui provisões complementárias e provisórias prestadas em eventos específicos, como nascimento, morte, situação de vulnerabilidade temporária e calamidade pública. Podem receber os benefícios eventuais indivíduos e famílias com renda igual ou menor a meio salário mínimo por cada integrante da família (renda per capita). Também é preciso morar no Distrito Federal e, preferencialmente, estar inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A concessão do benefício está condicionada ao atendimento e à análise de critérios. Essa etapa é feita por profissionais da assistência social vinculados à Sedes. Como pedir O pedido do benefício pode ser formalizado nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas), Centros POP (exclusivo para pessoas em situação de rua), unidades de acolhimento e na UPS 24 horas (Unidade de Proteção Social). É necessário apresentar os seguintes documentos: – Atestado de óbito e guia de sepultamento; – Documento de identificação com foto; – CPF; – Documentos que comprovem renda familiar; e – Comprovante de residência. Os Cras e Creas funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h. Já nos fins de semana, feriados e pontos facultativos, o atendimento é centralizado na UPS 24 horas, localizada na 515 Norte. O contato com a UPS 24h também pode ser feito pelos telefones (61) 3773-7605 / 3773-7606 ou pelo e-mail ups24h@sedes.df.gov.br. Após a formalização, o Núcleo de Serviços Funerários da Sedes agenda o sepultamento, que geralmente ocorre no dia seguinte à solicitação, a depender da disponibilidade dos cemitérios e da necessidade de traslados.

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Restaurantes comunitários servem mais de 28 mil almoços na Sexta-feira da Paixão

Os restaurantes comunitários do Distrito Federal serviram 28.255 almoços na Sexta-feira da Paixão (3), quando foi oferecido cardápio especial com moqueca de peixe. A ação garantiu refeições completas e balanceadas por R$ 1 à população em situação de vulnerabilidade. Os restaurantes são unidades geridas pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Entre as unidades com maior número de atendimentos no horário do almoço, destaque para o restaurante do Sol Nascente/Pôr do Sol, com 2.296 refeições servidas, seguido por Planaltina (1.998), Samambaia (1.975), Ceilândia Norte (1.867) e Estrutural (1.849). Os dados contabilizam exclusivamente o público atendido no período do almoço. O cardápio com refeições especiais em datas simbólicas e celebrações culturais é feito por uma comissão conjunta que envolve nutricionistas da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes e também da empresa terceirizada. Ele é adaptado para atender à tradição cultural da população ,planejado de modo que atenda às expectativas da população, por exemplo, com caldos e sopas durante o jantar em períodos de baixa temperatura, com sobremesa especial no Aniversário de Brasília, com a Ceia Natalina durante as festas de fim de ano, entre outros. O cardápio com refeições especiais em datas simbólicas e celebrações culturais é feito por uma comissão conjunta que envolve nutricionistas da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan) da Sedes e também da empresa terceirizada | Foto: Divulgação/Sedes-DF A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, lembra que servir à população no feriado foi uma medida implementada por este GDF. “Antes, alguns dos nossos restaurantes abriam aos sábados. Nós ampliamos o acesso da população aos restaurantes comunitários, implementando também o atendimento aos domingos e feriados em 17 das 18 unidades. Isso fez com que muitas famílias que tinham dificuldades para se alimentar nesses dias pudessem ter uma boa refeição, além de possibilitar as 28 mil refeições servidas em todo o DF nesse feriado de Sexta-feira da Paixão”, frisou a secretária. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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DF tem quase 500 mil famílias inscritas no Cadastro Único do governo federal

O Distrito Federal tem, atualmente, 428.629 famílias inscritas no Cadastro Único, que é o sistema que garante acesso a programas e benefícios sociais do governo federal, como o Programa Bolsa Família. O DF está entre as unidades da Federação que mais atualizam os dados do sistema. Aqui, segundo a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora do CadÚnico no DF, mais de 90% dos cadastros estão atualizados. Os dados foram divulgados no evento "25 anos do Cadastro Único — Trajetória e Transformação", promovido pela Sedes-DF nesta quarta-feira (25), como parte das comemorações da Semana Nacional de Mobilização de Celebração do Cadastro Único (Semana Cadastro em Ação), período em que vários municípios realizam homenagens pelos 25 anos de criação do sistema do governo federal. Segundo dados da Sedes, das mais de 2,9 milhões de pessoas que moram hoje no DF, 32% estão inscritas no Cadastro Único. “Nesses 25 anos, tivemos um amadurecimento importante do sistema do Cadastro Único. Pegamos várias bases, várias informações deslocadas e colocamos em uma só, na atual base do Cadastro Único. É por meio dessa base de dados atualizada que conseguimos avaliar com precisão a realidade das famílias de baixa renda do DF e planejar políticas públicas e oferta de benefícios que atendam de fato a essas famílias”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Segundo dados da Sedes, das mais de 2,9 milhões de famílias que moram hoje no DF, 32% estão inscritas no Cadastro Único | Foto: Divulgação/Sedes-DF Ainda de acordo com a pasta, atualmente, 9.151 pessoas em situação de rua estão inscritas no Cadastro Único no DF. Para se ter uma ideia, seguindo esse recorte, em 2012, eram 66. As regiões administrativas com mais pessoas no Cadastro Único são Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Recanto das Emas e Taguatinga. “Nós saímos de 239 mil famílias inscritas no Cadastro Único, em 2012, para mais de 428 mil famílias cadastradas. Atribuímos essa ampliação no acesso à modernização do sistema, sim, mas também ao aumento do número de servidores com os concursos públicos e dos postos de cadastramento, a parceria com a organização da sociedade civil. Temos uma capilaridade de atendimento maior, e conseguimos alcançar mais famílias”, explica a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes, Thaís Mandarino. Cerca de 150 pessoas participaram do evento "25 anos do Cadastro Único — Trajetória e Transformação". A equipe da Sedes organizou uma linha do tempo mostrando a evolução do sistema e da legislação de 2001 a 2025, e convidou trabalhadores que atuam com o Cadastro Único e representantes das famílias inscritas para falar sobre as transformações do sistema ao longo dos anos e relatar o impacto com o maior acesso aos benefícios sociais por meio do Cadastro Único. “Antes era tudo no papel, nos formulários, como contou um dos trabalhadores. Hoje, temos mais qualidade das informações e no preenchimento em si”, finaliza Thaís Mandarino. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Saúde da mulher é tema da ação de educação alimentar e nutricional promovida nos restaurantes comunitários

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promoveu, nessa quinta-feira (19), nos restaurantes comunitários, as ações de educação alimentar e nutricional do mês de março. Em alusão ao mês da mulher, a atividade teve como objetivo informar o papel da alimentação nas diferentes fases da vida para valorizar e proteger a saúde da mulher. As equipes prepararam um mural, cartilhas informativas e uma mesa decorada com os alimentos. Por meio de uma linha do tempo, as frequentadoras visualizavam e se informavam sobre como a alimentação pode ajudá-las durante a fase menstrual, na gravidez, na menopausa e na terceira idade. “Essa ação é importante porque ensina a mulher a cuidar da própria saúde por meio da alimentação em cada fase da vida, e tem como objetivo promover hábitos saudáveis, prevenir doenças e melhorar a qualidade de vida”, explica a especialista em assistência social Carolina Suaid, da Sedes-DF. Em alusão ao mês da mulher, a atividade teve como objetivo informar o papel da alimentação nas diferentes fases da vida para valorizar e proteger a saúde da mulher | Foto: Divulgação/Sedes-DF Durante o almoço, os nutricionistas das unidades explicaram os informativos e tiraram dúvidas, orientando as mulheres a fazer escolhas saudáveis no dia a dia. Ao final, as participantes receberam pacotes com chá de camomila, bebida que possui propriedades tranquilizantes e contribui para uma boa noite de sono. “Nosso público feminino é grande. Elas são mães, chefes de família empreendedoras que estão aqui todos os dias. É nesse espaço onde elas se alimentam, aprendem e levam o conhecimento para a família e para a comunidade”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Formada primeira turma em letramento racial para servidores da assistência social

A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), em parceria com a Escola de Governo do Distrito Federal (Egov), realizou, entre os dias 9 e 13 de março, a primeira edição do curso “Letramento Racial para a Proteção Social”. Voltada exclusivamente a servidores da pasta, a iniciativa teve como objetivo capacitar os profissionais para compreender, reconhecer e lidar com questões étnico-raciais no contexto do atendimento socioassistencial. "A atuação da Sedes é central na redução das desigualdades sociais e na promoção da cidadania. Para que esse trabalho seja verdadeiramente inclusivo, é fundamental adotar uma abordagem consciente e permanente de combate ao racismo no cotidiano dos serviços", destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos  entros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria. Loyde Cardoso, instrutora do curso e assessora da Subsecretaria de Assistência Social da Sedes, destacou os principais temas abordados durante o curso. “Apresentamos desde a construção histórica das vulnerabilidades sociais e materiais que marcam a população atendida pela assistência, até a formação das relações raciais no Brasil. Também aprofundamos discussões sobre branquitude, dinâmicas de poder e os efeitos dessas estruturas no acesso a direitos e políticas públicas”, explicou Loyde. A formação reuniu servidores dos centros de referência da assistência social (Cras/Creas), dos centros de convivência (Cecon), das unidades de acolhimento e também da gestão da secretaria | Foto: Simone Avancini/Egov-DF Segundo a instrutora, a expectativa é que uma nova turma seja ofertada já no mês de maio. Com carga horária total de 20 horas, a primeira formação foi oferecida na modalidade presencial na Egov, combinando aulas expositivas e oficinas teórico-práticas. A metodologia adotada incentiva debates, reflexões coletivas e atividades práticas, promovendo uma imersão crítica e aplicada ao cotidiano dos serviços. Práticas antirracistas O portal  da Sedes disponibiliza um protocolo para promoção da equidade racial nos serviços socioassistenciais. Trata-se de um documento pioneiro no DF que reúne orientações para garantir a equidade racial no atendimento à população negra que utiliza o Sistema Único de Assistência Social (Suas) no Distrito Federal. Além disso, o dispositivo apresenta orientações para tratamento e denúncia dos casos de racismo, tanto entre servidores quanto por usuários dos serviços, além de evitar práticas discriminatórias dentro da unidade e considerar o critério raça como fator para planejamento das ações. No Distrito Federal, de acordo com os dados do Cadastro Único de agosto/2025, mais de 75% das pessoas inscritas se consideram negras. “O primeiro passo é o reconhecimento de que o racismo existe. Muitas vezes, no dia a dia, as pessoas tentam dar outros nomes para determinadas situações e acabam não identificando que se trata, de fato, de racismo”, enfatiza Loyde Cardoso. Por isso, explica a servidora da Sedes, o letramento racial é importante para todos, inclusive para os próprios profissionais da assistência social, que muitas vezes também são pessoas negras e vivem essas questões no cotidiano. “A partir desse reconhecimento, o próximo passo é refletir sobre o papel de cada profissional dentro dessas relações e como a estrutura dos serviços pode contribuir para a superação das desigualdades raciais”, finaliza. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 24 para abrir conta no BRB

A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 408 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. ‌A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “Todos os meses temos contemplados no DF Social, este benefício que complementa a renda das famílias, reduzindo o impacto em seus orçamentos familiares. Então, quem for contemplado precisa ficar atento ao prazo para abertura da conta social digital no aplicativo do BRB”, declarou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Primeiro Hotel Social do Distrito Federal ultrapassa a marca de 30 mil acolhimentos em cinco meses

Desde a inauguração, em julho de 2025, o Hotel Social já acolheu 30.793 pessoas em situação de rua, segundo dados da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pelo equipamento. A unidade oferece 200 vagas pernoite para homens, mulheres, crianças e idosos, além de espaço para receber os animais de estimação das pessoas acolhidas. Em funcionamento das 19h às 8h, os visitantes contam com um ambiente confortável, camas para dormir, espaço para guardar pertences, tomar banho e duas refeições: jantar e café da manhã. A biblioteca comunitária inaugurada em novembro destaca os espaços de interação e convívio social que contribuem para a autonomia e a construção de vínculos. A unidade está localizada no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). "O Hotel Social representa o fortalecimento da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Um espaço pensado para acolher e garantir a dignidade assegurada por lei a essas pessoas. O equipamento é a principal porta de entrada para políticas públicas de longa duração voltadas a quem vive em extrema vulnerabilidade. Ultrapassar a marca de 30 mil atendimentos confirma a importância desse espaço e a confiança dessas pessoas depositada em nosso governo", afirmou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, enalteceu a atuação da unidade inédita no DF e a importância dela no processo de saída das ruas dos acolhidos nos pernoites. Em funcionamento das 19h às 8h, os visitantes contam com um ambiente confortável, camas para dormir, espaço para guardar pertences, tomar banho e duas refeições: jantar e café da manhã | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “O Hotel Social tem cumprido o papel de ser mais uma porta de entrada para garantir a dignidade das pessoas em situação de rua e transformar suas vidas. De lá, pessoas já conseguiram emprego, outras foram acolhidas em uma de nossas casas de acolhimento, outras foram encaminhadas para comunidades terapêuticas… Ou seja, o Hotel Social também tem nos ajudado a entender melhor esse público tão heterogêneo no sentido de termos soluções diferentes para os variados problemas que apresentam”, pontuou Ana Paula. Pets Desde sua criação, o abrigo conta com um canil para receber os pets dos acolhidos, e nos primeiros cinco meses em funcionamento, já recebeu mais de 500 pets das pessoas em situação de rua. O espaço foi pensado para atender as demandas dos acolhidos que utilizam o serviço e precisam acomodar seus animais de estimação em segurança enquanto descansam. Os cidadãos que desejarem ajudar e contribuir para o funcionamento do Hotel Social podem participar realizando doações de livros, roupas e itens de higiene, entregues diretamente no local, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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Campanha Nosso Natal vai oferecer almoço natalino por R$ 1 nos restaurantes comunitários do DF nesta quarta-feira

Os 17 restaurantes comunitários do Distrito Federal realizam nesta quarta-feira (17) mais uma edição do Nosso Natal, ação que garante um almoço natalino completo pelo valor simbólico de R$ 1 às famílias em vulnerabilidade social, além de atrações planejadas em cada unidade. O almoço será servido das 11h às 14h, com um cardápio que inclui pernil suíno assado ao molho Califórnia, com opção de coxa e sobrecoxa ao molho de ervas, além de arroz, feijão carioca, farofa natalina com bacon, azeitona, uva-passa, batata palha e cheiro-verde. Também vai ser servida salada tropical com alface, repolho roxo, tomate, milho e manga e, como sobremesa, será servido bombom, acompanhado de suco de abacaxi com hortelã. A previsão é de aproximadamente cinco mil refeições nas unidades de maior movimento, com expectativa de mais de 50 mil refeições em todas os restaurantes. Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, destaca a dimensão da política pública. “Em 2025, os restaurantes comunitários já serviram mais de 17 milhões de refeições. O Nosso Natal, além de ajudar a ampliar este número expressivo, também leva esse clima de Natal para pessoas que não teriam acesso a uma ceia. Mais do que comida, é entregar também dignidade, esperança”, afirma. Campanha Criada em 2019 pela primeira-dama Mayara Noronha Rocha, a campanha Nosso Natal nos Restaurantes Comunitários integra o calendário de ações festivas do Governo do Distrito Federal (GDF) para o fim de ano. Para a primeira-dama, o Nosso Natal reforça o papel dos restaurantes comunitários como espaços que vão além da refeição. “Essa é uma ação pensada para a família e para a comunidade. Os restaurantes comunitários já fazem parte da vida das pessoas, e no Natal queremos fortalecer esse vínculo, garantindo uma refeição especial e um momento de convivência”, afirma Mayara Noronha Rocha. Serviço Data: 17 de dezembro (quarta-feira) Horário: das 11h às 14h Valor: R$ 1 Local: restaurantes comunitários em funcionamento no DF Endereços: www.sedes.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)

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