Resultados da pesquisa

Secretaria de Saúde (SES-DF)

Thumbnail

GDF investe mais de R$ 2,2 milhões no Hran e acelera cirurgias com o programa Opera DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) tem intensificado as ações para fortalecer a capacidade assistencial da rede pública de saúde, aliando a redução das filas de cirurgias eletivas a um amplo plano de modernização hospitalar. Com a meta de oferecer estruturas mais adequadas a pacientes e profissionais, as iniciativas integram o Programa Opera DF e um pacote de obras que supera a marca de R$ 2,2 milhões em intervenções no Hospital Regional da Asa Norte (Hran). Para acompanhar os resultados dos investimentos e vistoriar as intervenções na infraestrutura, a governadora Celina Leão visitou a unidade na manhã desta segunda-feira (22). Segundo a chefe do Executivo, a estratégia do GDF tem sido ampliar a capacidade cirúrgica da rede pública enquanto procedimentos de menor complexidade são absorvidos pela rede privada credenciada, garantindo mais fluidez no atendimento. “A lógica de toda essa engenharia que nós estamos fazendo é a de pegar as cirurgias eletivas de menor complexidade e levar para a rede privada. Nós já contratamos mais de 20 mil. Até sexta-feira passada, eram 10 mil pessoas chamadas; hoje nós já temos 12 mil pessoas convocadas. Já temos 5 mil pessoas operadas. Então, estamos com uma fluidez muito grande”, afirmou Celina Leão. O Opera DF foi criado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) para acelerar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ao combinar a força da rede pública à capacidade complementar da rede privada credenciada. A estratégia tem garantido procedimentos em especialidades bastante demandadas, como oftalmologia, urologia e cirurgias gerais, vasculares e de cabeça e pescoço. O Opera DF foi criado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) para acelerar o atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ao combinar a força da rede pública à capacidade complementar da rede privada credenciada | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Para ser contemplado programa, é importante que o paciente mantenha seus dados cadastrais atualizados. “Estamos tendo um pouquinho de abstenção também, de faltas, de pessoas que estavam marcadas para operar e não estão aparecendo. Então, a gente faz esse apelo para que prestem atenção às notificações da regulação, porque essa pessoa deixa de tirar a vaga de outra que está precisando”, alertou Celina Leão. Uma das grandes inovações do programa é o reforço nas equipes de anestesiologia: a contratação de cerca de 5,4 mil horas desses especialistas viabilizou o uso contínuo dos centros cirúrgicos, inclusive com a implementação de escalas noturnas. Aliado a isso, um trabalho técnico e contínuo de qualificação das filas de cirurgia do DF resultou na retirada recente de 3 mil registros de pedidos que já haviam sido atendidos ou cancelados, otimizando os recursos assistenciais. “Esse é um programa que tirou a cirurgia de menor dificuldade para a rede privada e está fortalecendo a nossa rede para procedimentos de maior complexidade. Nós mapeamos todos os centros cirúrgicos dos hospitais e identificamos necessidade de reforma, de insumos e de reforço de equipe. Quando resolvemos essas questões, conseguimos potencializar os centros cirúrgicos para ter maior número de cirurgias”, explicou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Reformas Paralelamente à ampliação cirúrgica, o Hran passa por transformações físicas focadas no acolhimento. As obras atualmente em execução somam cerca de R$ 411 mil e contemplam áreas cruciais para a unidade. Durante a visita, a governadora constatou que as intervenções na Emergência do Pronto-Socorro estão avançadas, enquanto os trabalhos de adequações no refeitório dos servidores e nos vestiários chegaram à metade. O Centro Obstétrico e as enfermarias da maternidade também estão em fase de reformas. Secretário de Saúde, Juracy Lacerda: “Esse é um programa que tirou a cirurgia de menor dificuldade para a rede privada e está fortalecendo a nossa rede para procedimentos de maior complexidade” Durante a visita à unidade, o secretário Juracy Lacerda detalhou o avanço das obras e explicou como as intervenções físicas estão diretamente ligadas ao aumento da capacidade cirúrgica. “Nós sabemos que a realidade dos hospitais são hospitais antigos e que precisam dessa revitalização até para trazer um ambiente mais seguro para os nossos servidores trabalharem e também um ambiente mais humanizado para a nossa população”, acrescentou. O chefe da pasta destacou ainda que os resultados já são expressivos e a expectativa é de novo recorde este ano: “São essas ações que têm repercutido em um volume recorde de cirurgias aqui na saúde e esperamos que, neste ano, a gente ultrapasse muito esse recorde histórico da Secretaria de Saúde”. O GDF planeja, ainda, aplicar mais R$ 1,8 milhão em novos investimentos na unidade hospitalar. Os recursos serão direcionados à recuperação do hall, das esquadrias e das enfermarias da Unidade de Queimados, à reforma do auditório e às adequações no Núcleo Regional de Atenção Domiciliar. Também estão previstas pinturas internas, a construção de um novo abrigo de resíduos e a implantação de uma Sala de Simulação, consolidando o compromisso com uma saúde pública mais eficiente, resolutiva e humanizada.

Ler mais...

Thumbnail

Escolas, shoppings, feira e UBSs: saiba onde se vacinar neste sábado (9) no DF

Vacinas contra doenças como sarampo, febre amarela e coqueluche estarão disponíveis em 52 locais de atendimento neste sábado (9). Os pontos incluem dois shoppings — um no Plano Piloto e outro no Jardim Botânico —, escolas, a Feira Central de Ceilândia e 47 unidades básicas de saúde (UBSs). A lista completa com endereços e horários está disponível no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). Para receber o imunizante, é importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Os imunizantes serão ofertados para pessoas de diferentes faixas etárias, conforme o calendário de vacinação e os grupos prioritários das campanhas. Adolescentes e adultos, por exemplo, poderão receber doses contra febre amarela, hepatite B, difteria e tétano (dT), além da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Jovens de 10 a 14 anos poderão tomar a vacina contra a dengue. Já idosos, crianças de até 5 anos e profissionais de diversas áreas, como professores e caminhoneiros, integram os públicos-alvo da vacinação contra a gripe (influenza). [LEIA_TAMBEM]É importante apresentar um documento de identidade válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. As equipes irão conferir os registros e avaliar a necessidade de aplicação de doses. A SES-DF reforça que é possível se vacinar em qualquer posto disponível, independentemente do local de residência. Não haverá atendimento no domingo (10). Na segunda-feira (11), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Novo teste amplia a detecção precoce do câncer de colo do útero no DF

O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) está entre os pioneiros no Brasil na realização do novo teste de DNA-HPV, um método moderno e inovador para rastreamento do vírus responsável pelo câncer de colo do útero, disponibilizado na rede pública de saúde. Iniciado em março, o projeto-piloto já analisou aproximadamente 500 amostras de pacientes das regiões de saúde Sudoeste — que engloba Águas Claras, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires e Água Quente — e Oeste, incluindo Brazlândia, Ceilândia e Pôr do Sol/Sol Nascente. O objetivo é atender 3,5 mil mulheres até o fim de junho e identificar os principais desafios na implantação do programa para expandi-lo a todo o DF. Segundo o gerente de Biologia Médica do Lacen-DF, Fabiano Costa, a principal vantagem da nova tecnologia é a maior sensibilidade e precisão no diagnóstico precoce. “Esse é um teste mais sensível, capaz de detectar com mais rapidez a presença do vírus HPV de alto risco, antes mesmo do surgimento das lesões no colo do útero”, afirmou. Projeto-piloto de implantação do novo teste de DNA-HPV já analisou cerca de 500 amostras e deve atender 3,5 mil mulheres até junho | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Análise inovadora O exame de DNA-HPV permite a detecção de 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV) associados a alto risco oncogênico. A maior sensibilidade do método reduz a necessidade de exames e intervenções desnecessárias, além de possibilitar intervalos maiores entre as coletas quando o resultado é negativo. “Dos 14 genótipos que estão envolvidos com alto risco oncogênico, dois deles, o 16 e o 18, estão relacionados a até 70% dos casos de câncer de útero, por isso, a importância do exame detectar precocemente”, reforçou. A amostra é coletada de forma semelhante ao papanicolau, na junção escamocolunar (JEC) do colo do útero, com o uso de espátula e escovinha para análise por PCR. A periodicidade recomendada é de cinco em cinco anos. Arte: Agência Saúde DF Implementação A implementação do teste de biologia molecular DNA-HPV no Sistema Único de Saúde (SUS) foi estabelecida pelo Ministério da Saúde e está sendo adotada de forma gradual em 12 estados brasileiros. Anualmente, está prevista a realização de exames em um quinto da população feminina. Para maior efetividade da medida, foi definida uma ordem de prioridade, nos primeiros anos, para o rastreamento de mulheres com maior risco de desenvolver a doença. O exame de DNA-HPV permite a detecção de 14 genótipos do papilomavírus humano (HPV) associados a alto risco oncogênico Diagnóstico Nos casos em que o resultado indica a presença dos tipos 16 ou 18, a paciente é encaminhada para a realização de colposcopia. Quando o resultado é negativo, a recomendação é repetir o exame a cada cinco anos. “Se detectada a presença de outros tipos de HPV de alto risco, a mesma amostra é encaminhada para citologia reflexa, que será realizada no Núcleo de Citologia, situado no Hospital Materno Infantil (Hmib), para avaliar se há presença de alteração celular. O objetivo é identificar precocemente as lesões cancerígenas”, completou Costa. [LEIA_TAMBEM]O especialista também reforça que casos positivos de HPV não significam diagnóstico de câncer de colo de útero. O exame de biologia molecular aliado à citologia reflexa e/ou à colposcopia definirá a conduta clínica para cada situação. As amostras são coletadas nas unidades básicas de saúde (UBSs) e encaminhadas ao Lacen-DF para análise. Após a liberação dos resultados, as equipes da atenção primária serão responsáveis pelo acompanhamento e orientação das pacientes, além dos encaminhamentos necessários, conforme cada caso. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Mais de mil novos servidores da Saúde são acolhidos em evento de integração no DF

A Secretaria de Saúde (SES-DF) acolheu, nesta terça-feira (5), mais de mil novos servidores nomeados no início deste ano. A integração envolveu técnicos de enfermagem, enfermeiros, cirurgiões-dentistas, agentes de Vigilância Ambiental (Avas), agentes comunitários de saúde (ACSs) e auditores. O objetivo foi apresentar as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e a estrutura organizacional da pasta. Encontro teve como objetivo apresentar as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) e a estrutura organizacional da pasta | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O programa de integração, coordenado pela Subsecretaria de Gestão de Pessoas (Sugep), é considerado uma etapa estratégica para fortalecer o vínculo institucional e garantir que os novos profissionais iniciem suas atividades alinhados às políticas de saúde e às responsabilidades de cada função. Durante o encontro, o secretário-executivo de Gestão Administrativa, Valmir Lemos, destacou a importância do compromisso com o serviço público. “A cada dia que vocês saem para trabalhar, pensem no quão difícil foi para vocês chegarem até a SES-DF e lembrem que o serviço não é o fim, é o meio. Se você estiver fazendo o seu melhor e a sua equipe o melhor, com certeza, a saúde estará ganhando.” A subsecretária de Gestão de Pessoas (Sugep), Eliete Santana, reforçou o caráter humano da atuação na saúde: “Hoje não é apenas o início de uma jornada profissional, é o início de uma missão. O que une vocês é o cuidado, a escuta”. Recém-nomeada, a cirurgiã-dentista Carolina de Figueiredo destacou a importância da experiência no SUS: “Você pode realmente ajudar, passar para as pessoas a importância da saúde, do autocuidado” Demanda A subsecretária de Atenção Integral à Saúde (Sais), Raquel Mesquita, ressaltou que a chegada dos novos servidores atende a uma demanda da rede pública. “Esse não é um sonho só de vocês, nós também estávamos ansiando por essas nomeações. Contem conosco para prover um melhor ambiente de saúde”, declarou. [LEIA_TAMBEM]Recém-nomeada, a cirurgiã-dentista Carolina de Figueiredo relembrou o esforço até a aprovação. “Sempre acreditei que daria certo. Quando saiu o anúncio das nomeações, fiquei muito feliz. O meu nome estava entre os convocados”, celebrou. Já atuando em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Samambaia, a profissional destacou a receptividade da equipe e a importância da experiência no SUS. “Chego na SES-DF com a sensação de que, na rede pública, posso colocar em prática a ontologia que idealizo. Poderei realmente ajudar as pessoas”, revelou Carolina. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Carro da Vacina leva imunização a pontos de grande circulação em Ceilândia

O Carro da Vacina esteve em Ceilândia neste sábado (2), levando a imunização contra diversas doenças e infecções graves a pontos de grande circulação. A ação itinerante da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) passou pela Feira Permanente da Guariroba e pelo Fort Atacadista do Sol Nascente, ofertando à população doses do calendário vacinal adulto e infantil. Carro da Vacina esteve na Feira Permanente da Guariroba e no Fort Atacadista do Sol Nascente neste sábado (2) | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização (Nvepi) da Região Oeste, ressaltou que a estratégia tem se mostrado eficaz para ampliar a cobertura vacinal na capital. “O Carro da Vacina é a estratégia que utilizamos para levar a imunização para mais perto do cidadão. Estamos sempre mapeando nosso território, identificando locais com maior dificuldade de acesso e onde há maior concentração de pessoas”. O coordenador do Carro da Vacina, Alessandro Gutemberg, reforçou que o serviço, que opera aos finais de semana em locais de grande movimento, alcança quem não consegue ir a uma UBS durante a semana. “A ação vem facilitar a vida da população, porque há pontos onde a cobertura não chega tão próximo ao paciente. O que fazemos é levar a vacina até onde o povo está”. [LEIA_TAMBEM]Saúde mais perto de casa Quem aproveitou para se proteger foi o aposentado Elson Joaquim da Silva, 69 anos. Ele contou que não conseguiu se vacinar durante a semana, mas pôde se imunizar contra a influenza e a covid-19 no sábado. “Eu vi na televisão ontem, dizendo: ‘Ó, vai ter na Feira da Guariroba, vacina da covid, tal, tal e tal’. Eu moro aqui perto, na 10, daí ficou mais perto de casa. Facilitou muito, porque num dia de sábado a gente sempre tá à toa, então eu vim pra cá”. Outra que elogiou a iniciativa foi a também aposentada Luiza Dias da Silva, 75 anos. “A vacinação ter vindo pra cá facilitou muito. Eu costumo me vacinar num posto lá embaixo”, disse. “Quando minha filha pode me levar, vou com ela, mas quando não pode, vou a pé. Aí é muito longe, e eu tenho problema de coluna, né? Mas assim, pertinho, foi uma boa”. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Equoterapia marca encerramento do Abril Azul para pacientes do Cretea-DF

O Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cretea) do Distrito Federal encerrou, na quinta-feira (30), o ciclo de atividades promovidas em alusão ao Abril Azul com uma visita ao espaço de Equoterapia Cris César. Pacientes da unidade e familiares participaram de um momento de socialização, cuidado terapêutico e integração. Ao longo do mês de abril, o Cretea-DF promoveu uma programação diversificada, com visitas a espaços recreativos, como o planetário,  e bate papos, entre outras atividades. Para encerrar o período, foi realizada uma vivência terapêutica e educacional por meio da equoterapia, método que utiliza o cavalo como recurso para o desenvolvimento biopsicossocial. Pacientes do Cretea-DF encerram Abril Azul com atividade de equoterapia, na quinta (30) | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A gerente do Cretea-DF, Viviane Veras, destaca que os passeios fazem parte da proposta terapêutica. “Não é um passeio qualquer, ele é terapêutico. Colocamos em prática o que ensinamos para as crianças, por exemplo, os treinos de habilidade social feitos dentro do consultório e levados para a vivência. Trazer a criança para o meio externo e para a sociedade é tão benéfico quanto ficar dentro do consultório”, explica. Ela também ressalta o impacto das experiências oferecidas. “Proporcionar vivências para crianças que talvez nunca tiveram essa oportunidade é muito emocionante. Na sessão de equoterapia, por exemplo, teve criança que nunca tinha tido contato com cavalo, nunca havia montado ou alimentado o animal”, acrescenta. [LEIA_TAMBEM]Gabriela Anchieta, 34 anos, participou de todas as atividades do mês com a filha Emanuele, 5, e se emocionou com a evolução. “Estou radiante de felicidade. Fico emocionada, porque a minha filha tinha medo de animais grandes e ver hoje essa evolução de socialização me dá vontade de explodir de alegria”, relata. Durante a atividade, as crianças puderam alimentar, acariciar e montar os animais em um circuito planejado. Toda a ação foi acompanhada por profissionais do espaço e do Cretea-DF. Claudineia Santos, 36 anos, acompanhou o filho Heitor, 8, e elogiou a iniciativa. “Achei excelente, uma experiência muito incrível. Meu filho é atendido pelo Cretea desde janeiro e começou a se desenvolver melhor, está interagindo mais. Hoje, ele montou no cavalo sem preocupações”, afirma. O administrador do espaço, Julio Henrique Cesar, destacou a importância da parceria. “Foi um prazer receber o pessoal do Cretea. Essa interação é muito importante para a equoterapia, que vem sendo cada vez mais difundida no Distrito Federal como complemento ao tratamento de diversas condições”, diz. Na visita ao espaço de Equoterapia Cris César, as crianças puderam alimentar, acariciar e montar os animais em um circuito planejado Abril Azul Abril é o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), com ações voltadas à ampliação do conhecimento, ao enfrentamento do preconceito e à promoção da inclusão. Caracterizado por dificuldades na comunicação e na interação social, além de padrões de comportamento repetitivos, o TEA atinge cerca de 34,5 mil pessoas no Distrito Federal — o equivalente a 1,2% da população, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Vacinação contra gripe, sarampo e febre amarela ocorre em 52 pontos do DF neste sábado (25)

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) terá 52 locais de vacinação neste sábado (25). A lista inclui o Venâncio Shopping, no Plano Piloto; a Feira do Produtor, em Ceilândia; escolas no Sol Nascente e em São Sebastião; e 47 unidades básicas de saúde (UBSs) em 21 regiões administrativas. É possível se imunizar em qualquer um desses postos, independentemente do local de residência. A lista completa com endereços e horários está disponível no site da pasta. Para se vacinar, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF O foco estará na proteção, principalmente, contra o vírus influenza. A vacina é aplicada em grupos considerados mais vulneráveis, de acordo com diretrizes do Ministério da Saúde. Estão incluídos crianças de 6 meses a 5 anos, 11 meses e 29 dias; gestantes; puérperas até 45 dias após o parto; idosos a partir de 60 anos; pessoas com comorbidades ou deficiências; indígenas e quilombolas; e profissionais de diversas áreas. Mais informações aqui. Em todos os locais, orienta-se levar documento de identificação válido com foto, caderneta de vacinação e comprovação de pertencimento a um dos grupos prioritários. Nos casos de profissões, pode ser apresentado crachá, contracheque ou outro documento que comprove a atividade. Já para pessoas com doenças crônicas ou deficiência permanente, é necessário apresentar exames ou relatório médico. [LEIA_TAMBEM]Outras vacinas A ação deste sábado também incluirá outros imunizantes, aplicados conforme as faixas etárias. Crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, por exemplo, podem receber doses contra a dengue. Adultos podem ser vacinados contra sarampo e febre amarela. Já as crianças contam com uma série de vacinas, sempre aplicadas conforme o calendário de rotina. Não haverá atendimento no domingo (26). Já na segunda-feira (27), as mais de cem salas de vacinação reabrem em horário normal de funcionamento.

Ler mais...

Thumbnail

Exame para diagnóstico de osteoporose está disponível na Central de Radiologia de Taguatinga

"Aqui é próximo de onde eu moro. Facilita muito". Moradora de Samambaia, Maria da Conceição Nascimento, 58 anos, foi encaminhada para realizar o exame de densitometria óssea após relatar dores recorrentes nas pernas e comemorou ao saber que faria o procedimento na Central de Radiologia de Taguatinga (CRT), localizada próxima à Avenida Hélio Prates. Também realizado nos hospitais de Base (HBDF) e Universitário de Brasília (HUB), o serviço passou a ser oferecido na CRT desde o início de abril. "É uma ótima iniciativa. Tenho certeza de que vai ajudar muita gente", celebra Maria. O exame de imagem é considerado o principal método para medir a densidade mineral óssea e diagnosticar precocemente a osteoporose. A Central de Radiologia de Taguatinga (CRT) tem realizado, desde o início do mês, o exame de densitometria óssea, eficaz no diagnóstico precoce de osteoporose | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Fortalecimento da assistência Desde o início do mês, quando passou a funcionar regularmente, a central já realizou mais de 125 exames. A unidade da Região de Saúde Sudoeste — que engloba Águas Claras, Arniqueira, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires e Água Quente — tem capacidade para atender até 24 pacientes por dia, sendo 12 por turno. O diretor regional de Atenção Secundária, Marcos André Viana, ressalta que a novidade fortalece a assistência à população. "A oferta da densitometria óssea na CRT amplia a capacidade diagnóstica da rede pública de saúde do DF, beneficiando pacientes, com mais acesso e agilidade na realização do exame", pontua. Moradora de Samambaia, Maria da Conceição Nascimento comemora a realização da densitometria óssea na CRT: "É uma ótima iniciativa. Tenho certeza de que vai ajudar muita gente" Diagnóstico por imagem A densitometria óssea é um procedimento simples e indolor, capaz de identificar a osteoporose antes que ocorram as primeiras fraturas. No último ano, foram realizados mais de oito mil exames na rede pública, segundo o Portal InfoSaúde-DF. Para ter acesso aos serviços de radiologia e diagnóstico por imagem, é necessária a realização de consulta médica. Durante o atendimento, o profissional de saúde poderá solicitar o exame por meio do Sistema de Regulação, que organiza o fluxo de pacientes para consultas, exames e cirurgias. A comunicação do agendamento ocorre por mensagem ou ligação telefônica. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega ao Paranoá com serviços de saúde da mulher

Nesta sexta-feira (16), a carreta do programa Agora Tem Especialistas iniciou os atendimentos no Paranoá. A unidade itinerante está instalada no estacionamento do Hospital da Região Leste (HRL) e vai oferecer serviços voltados à prevenção e ao cuidado da saúde da mulher, com exames como mamografia e ultrassonografia. A carreta atende mulheres previamente reguladas — ou seja, que já estavam na fila de espera —, funcionando como uma porta adicional dentro do Sistema Único de Saúde (SUS). Na unidade móvel, iniciativa do Ministério da Saúde (MS), além dos exames de imagem, as pacientes também passam por consultas com médicos ginecologistas. Carreta permanecerá por 30 dias no estacionamento do Hospital da Região Leste, com oferta de mamografias, ultrassonografias e outros serviços | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O diretor de Programa da Secretaria Executiva do Ministério da Saúde, Milton Pereira Junior, destacou que o objetivo é reduzir o tempo de espera pelos atendimentos especializados. “É importante destacar que, até hoje, registramos mais de 3 mil mulheres atendidas e mais de 6,5 mil exames. Aqui, a gente tem a consulta, a mamografia e o ultrassom, e faz até a biópsia”, declarou. [LEIA_TAMBEM]A superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo, ressaltou os benefícios da ação para a população local. “Aqui na Região Leste, observamos uma demanda por serviços maior devido às peculiaridades e à extensão do território. Essa carreta traz alívio para quem acompanha diariamente as filas”. A região engloba Paranoá, Itapoã, São Sebastião, Jardim Botânico e Jardins Mangueiral. Gláucia Alves, de 46 anos, foi uma das pacientes atendidas e aprovou o serviço. “Achei excelente, foi muito rápido e todos foram muito atenciosos. Foi a primeira vez que venho nesses serviços de carreta e gostei. Amanhã volto para ver o resultado do exame”, comentou. A unidade permanecerá no Paranoá por 30 dias, com funcionamento de segunda a sábado. Não se trata de um serviço de porta aberta, sendo destinado exclusivamente a pacientes que já se encontravam nas filas da regulação. Gláucia Alves foi uma das pacientes atendidas: "Achei excelente, foi muito rápido e todos foram muito atenciosos. Foi a primeira vez que venho nesses serviços de carreta e gostei” Estrutura A carreta conta com consultórios climatizados para atendimentos clínicos e procedimentos de diagnóstico, além de salas de espera com capacidade para até 60 pessoas sentadas. Os consultórios itinerantes percorrem diferentes regiões administrativas (RAs) desde outubro do ano passado e já passaram por Taguatinga, Ceilândia e Planaltina. O programa Agora Tem Especialistas foi criado com o objetivo de ampliar o acesso e reduzir o tempo de espera por exames e procedimentos. As unidades móveis de atendimento especializado realizam ações em municípios do Amazonas, Acre, Amapá, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo, Sergipe e Tocantins.

Ler mais...

Thumbnail

Mais de 1,7 mil casos de LER/Dort são registrados na rede pública do DF em 2025

Cuidar da saúde no ambiente de trabalho vai além de evitar acidentes: significa garantir qualidade de vida e bem-estar ao trabalhador no dia a dia. Com esse foco, a campanha Abril Verde mobiliza a população para a prevenção de doenças ocupacionais, muitas vezes silenciosas, mas com impactos significativos. No Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF), por meio do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), divulgou o mais recente Informe Epidemiológico em Saúde do Trabalhador, com dados sobre casos de lesões por esforço repetitivo (LER) e distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort), que acendem um importante alerta. Os dados, extraídos do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), abrangem o período de 2015 a 2025. Ao longo desses anos, foram registrados 2.254 casos de LER/Dort. Somente em 2025, houve 1.744 notificações, o que corresponde a 43,9% de todos os registros do período, evidenciando crescimento expressivo. Sintomas mais comuns de LER/Dort incluem dores crônicas, formigamento ou dormência em diversas partes do corpo e fadiga muscular | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF “A conscientização da população sobre acidentes de trabalho é fundamental para a promoção, prevenção e vigilância da saúde do trabalhador. As ações educativas e de vigilância estão fazendo com que mais casos sejam identificados e corretamente registrados”, ressalta a diretora de Saúde do Trabalhador da SES-DF, Elaine Morelo. Esse aumento nos registros também está relacionado ao trabalho contínuo dos Cerests na sensibilização dos profissionais de saúde sobre a importância da notificação de agravos relacionados ao trabalho, além das ações de busca ativa realizadas pelos próprios centros e pelos núcleos de vigilância epidemiológica hospitalar. [LEIA_TAMBEM]LER/Dort O termo abrange doenças, lesões e síndromes que afetam o sistema musculoesquelético, causadas, mantidas ou agravadas pelas condições de trabalho. Os sintomas mais comuns incluem dores crônicas, formigamento ou dormência em diversas partes do corpo e fadiga muscular. Entre os principais fatores de risco estão aspectos psicossociais, como estresse excessivo e situações de assédio, além de movimentos repetitivos, postura inadequada, esforço físico intenso e tempo insuficiente para recuperação. “O reconhecimento dos fatores de risco e dos primeiros sinais de LER/Dort é essencial para evitar o agravamento dessas condições. Quando sintomas como dor, formigamento ou fadiga muscular são identificados logo no início, aumentam as chances de recuperação e diminui-se o risco de evolução para quadros crônicos”, reforça Morelo. Campanha Abril Verde mobiliza a população para a prevenção de doenças ocupacionais | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Ocupações afetadas Os dados também revelam que algumas ocupações concentram maior número de casos. O trabalho doméstico lidera, com cerca de 10% das notificações. Em seguida, aparece a construção civil, com destaque para pedreiros, que representam 6,7% dos registros — o que evidencia a necessidade de ações preventivas mais direcionadas a esses setores. O diagnóstico de LER/Dort é realizado com base no histórico ocupacional do trabalhador, associado à avaliação clínica. Entre os diagnósticos mais frequentes no DF estão dorsalgia (dor nas costas), dor articular, tendinite e lesões no ombro — condições que impactam diretamente a qualidade de vida e a capacidade laboral. Segundo a diretora, o diagnóstico precoce é fundamental tanto para trabalhadores quanto para empregadores. “Para o trabalhador, a identificação antecipada aumenta significativamente as chances de recuperação, evita danos permanentes, reduz a dor e preserva a capacidade funcional e a qualidade de vida. Para os empregadores, contribui para reduzir afastamentos, custos e riscos legais. Além disso, permite ajustes no ambiente de trabalho, tornando-o mais seguro e produtivo”, afirma. Entre as ocupações que concentram maior número de notificações está a de pedreiro, que representa 6,7% dos registros | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Prevenção A prevenção das LER/Dort passa por ações integradas entre trabalhadores, empregadores e poder público. Entre as medidas recomendadas estão a adoção de pausas regulares durante a jornada, a adequação dos postos de trabalho com foco em ergonomia, a redução de movimentos repetitivos e o incentivo à prática de atividades físicas. Já empresas e governo têm papel estratégico na promoção de ambientes mais seguros, por meio de políticas de saúde do trabalhador, fiscalização e melhorias nas condições de trabalho, contribuindo para ambientes mais saudáveis. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Uso de profilaxia contra o HIV mais que triplicou no DF desde 2023 e ultrapassa meta nacional

A cobertura da profilaxia pré-exposição (PrEP) ao vírus da imunodeficiência humana (HIV) no Distrito Federal mais que triplicou nos últimos três anos. Dados do Ministério da Saúde apontam que a taxa de uso passou de 3,39 em 2023 para 10,26 em fevereiro deste ano, mostrando a efetividade do trabalho contínuo do GDF para expandir o acesso à medicação. Atualmente, o tratamento preventivo é distribuído em mais de 20 equipamentos de saúde em diversas regiões administrativas, de modo gratuito, confidencial e seguro. O Ministério da Saúde utiliza o indicador de razão PrEP para avaliar a cobertura da medicação, que mostra quantas pessoas estão em uso para cada nova pessoa com HIV vinculada ao tratamento. Segundo o ministério, para que haja implementação dessa estratégia, a região deverá ter, no mínimo, uma razão de 3,0 — ou seja, três pessoas em PrEP para cada caso novo de HIV.  O DF começou a implementação da PrEP em 2018, com oferta exclusiva do tratamento por meio do Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin). Em 2023, o combate foi descentralizado com a oferta da medicação por meio da Atenção Primária à Saúde (APS), que é a principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). Em seguida, outro avanço: a qualificação de enfermeiros e farmacêuticos da APS para que pudessem prescrever o tratamento — função que até então era restrita aos médicos. Camila Damasceno, referência técnica distrital (RTD) e Medicina de Família e Comunidade, explica que o modelo adotado no DF já é reconhecido nacionalmente. “Hoje o Ministério da Saúde usa o Distrito Federal como exemplo de expansão da PrEP, tanto pela ampliação da atenção primária quanto pela inclusão de outras categorias profissionais”, ressalta. Em 2025, a estratégia de prevenção também passou a ser ofertada diretamente no sistema prisional do DF. A estratégia também acompanha uma mudança de entendimento sobre o público-alvo. “Antes, era voltada para populações específicas. Hoje, a PrEP é para quem deseja se proteger e não tem contraindicação. Ela faz parte da prevenção combinada, junto com preservativo, testagem regular e vacinação contra infecções sexualmente transmissíveis, além da PEP [profilaxia pós-exposição], que é indicado para quando há suspeita da exposição ao vírus”, esclarece. Atualmente, o tratamento preventivo está disponível em mais de 20 equipamentos de saúde em diversas regiões administrativas, de modo gratuito, confidencial e seguro | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Damasceno salienta que a expectativa é que a ampliação do acesso contribua para a redução de novos casos de HIV, a exemplo do que já ocorreu em outros estados. “São Paulo conseguiu reduzir em cerca de 45% os casos novos de HIV em menos de dez anos, e a gente sabe que a PrEP é uma das principais estratégias para isso”, afirma. Quando usada corretamente, a profilaxia pode reduzir em mais de 90% o risco de infecção. O tratamento consiste na ingestão de comprimidos, permitindo que o organismo esteja preparado para enfrentar um possível contato com o vírus. “É uma medicação simples, de uso diário ou sob demanda, com poucos exames e um perfil de efeitos colaterais muito seguro”, reforça ela. Atualmente, a medicação está disponível em 26 equipamentos do DF: 20 unidades básicas de saúde (UBSs) — Sobradinho, Planaltina, Paranoá, São Sebastião, Gama, Santa Maria, Cruzeiro Novo, Lago Sul, Asa Norte, Asa Sul, Águas Claras, Recanto das Emas, Candangolândia, Estrutural, Guará, Brazlândia e Ceilândia —, policlínicas de Planaltina, de Ceilândia, de Taguatinga e do Gama; Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB) e o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) — sendo este com exclusividade para pacientes do próprio espaço. Perfil De acordo com a Secretaria de Saúde (SES-DF), desde o início da distribuição no DF até fevereiro deste ano, 7.646 pessoas iniciaram a profilaxia. Deste total, 5.654 tiveram dispensa de medicamentos nos últimos 12 meses e 1.522 estão descontinuadas (não retiram a mais de 12 meses). Dados extraídos do portal do Ministério da Saúde mostram que 68% dos casos são originários de serviços públicos e 32% de serviços privados. O público analisado é formado por gays e homens que fazem sexo com homens (89,6%), homens heterossexuais (3,6%), mulheres cis (3,4%), mulheres trans (2,3%), homens trans (0,6%), pessoas não binárias (0,4%) e travestis (0,2%). A faixa etária com maior registro de acesso ao medicamento é de 30 a 39 anos (45,8%), seguida por 40 a 49 anos (22%), 25 a 29 anos (18,1%), 50 anos ou mais (7,8%); 18 a 24 anos (18,1%) e menores de 18 anos (0,1%). Além disso, 50% dos pacientes se definiram como brancos, 36% como pardos e 13% como pretos. Em relação à escolaridade, a ampla maioria respondeu que soma 12 anos ou mais de estudos. Público-alvo A profilaxia contra o HIV é disponibilizada a qualquer pessoa interessada, incluindo adolescentes, a partir de 15 anos, pesando 35 kg ou mais, sem necessidade de autorização dos pais. A dispensa dos medicamentos ocorre após consultas e exames para avaliar a situação da saúde do indivíduo. O HIV é transmitido principalmente por meio dos fluidos corporais específicos durante relações sexuais sem proteção, compartilhamento de seringas e de mãe para filho durante a gestação, parto ou amamentação (se não houver assistência oportuna). Veja abaixo onde a PrEP está disponível no DF. → UBS 1 Sobradinho → UBS 5 Planaltina → Policlínica de Planaltina → UBS 3 Paranoá → UBS 9 São Sebastião → UBS 3 Gama → Policlínica do Gama → UBS 2 Santa Maria → UBS 1 Cruzeiro Novo → UBS 1 Lago Sul → Farmácia Escola do Hospital Universitário de Brasília (HUB) → UBS 1 Asa Norte → Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin) → UBS 1 Asa Sul → UBS 1 Águas Claras → UBS 4 Recanto das Emas → Policlínica de Taguatinga → UBS 1 Candangolândia → UBS 1 Estrutural → UBS 1 Guará → UBS 2 Guará → UBS 3 Ceilândia → UBS 7 Ceilândia → UBS 16 Ceilândia (Sol Nascente) → Policlínica de Ceilândia II → UBS 1 Brazlândia.

Ler mais...

Thumbnail

Chikungunya: rede pública do DF oferece diagnóstico e alerta sobre sintomas

O período de chuvas no Centro-Oeste deve prosseguir até o início de maio, e um dos principais problemas dessa época é a proliferação do Aedes aegypti, causada pela formação de poças d’água que servem como criadouros do mosquito. Mais associado à transmissão da dengue, esse vetor também pode transmitir outras doenças menos conhecidas, como a chikungunya. A temporada de chuvas no DF é caracterizada pela proliferação do Aedes aegypti​​​​​, causada pela formação de poças d’água que servem como criadouros do mosquito | Fotos Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “A chikungunya é uma doença de notificação compulsória e representa riscos importantes à saúde, por conta de seu potencial de causar dor articular intensa e incapacitante. Esse quadro pode evoluir para a forma crônica, persistindo por meses ou até anos e comprometendo significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Aline Factur, enfermeira da área técnica de arboviroses da Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis (GVDT), unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF). A especialista ressalta que, em casos mais graves, a doença pode apresentar manifestações sistêmicas, incluindo acometimentos neurológicos — como encefalite, mielite e síndrome de Guillain-Barré — e complicações cardíacas, renais e respiratórias. “Embora os óbitos sejam raros, casos graves podem demandar internação hospitalar e evoluir para morte, especialmente em idosos, crianças e pessoas com comorbidades, o que reforça a importância da vigilância, do diagnóstico oportuno e do acompanhamento adequado dos casos”, reforça. [LEIA_TAMBEM]Sintomas Os principais sintomas da chikungunya são mal-estar, dor muscular, cefaleia (dor de cabeça), manchas avermelhadas pelo corpo que não coçam e, como sinais mais característicos da doença, vermelhidão e dor aguda nas articulações — joelhos, tornozelos, mãos, cotovelos e ombros. A infecção pelo arbovírus chikungunya pode evoluir em três fases clínicas. A primeira, a fase aguda, é caracterizada por febre alta e dor intensa nas articulações, com duração aproximada de cinco a 14 dias. Em seguida, há uma fase em que a febre cessa, mas as dores articulares persistem por um período de 15 a 90 dias. Estima-se que mais de 50% dos pacientes desenvolvam ainda uma terceira etapa, a fase crônica, quando as dores articulares perduram por mais de 90 dias após o aparecimento dos sintomas. O quadro pode se prolongar por meses ou anos, com impactos importantes na qualidade de vida da pessoa. Arte: SES-DF “A chikungunya pode apresentar desafios no reconhecimento dos casos porque, nas fases iniciais, seus sinais e sintomas são muito semelhantes aos de outras arboviroses, especialmente dengue e zika. Febre de início súbito, dor de cabeça, dores no corpo, manchas na pele e mal-estar geral são manifestações comuns a essas doenças. Além disso, todas são transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti”, pontua Aline Factur. De acordo com a profissional, mesmo na fase crônica, a doença pode ter o diagnóstico ignorado, já que dores nas articulações são comuns a outros problemas de saúde. Ela enfatiza a necessidade de suspeição clínica e atenção epidemiológica constante para o vírus — introduzido no Distrito Federal apenas em 2015, mas com registro contínuo de casos confirmados ao longo dos anos e tendência de aumento anual. “Na rede da SES-DF, os exames laboratoriais confirmatórios para chikungunya são disponibilizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), sendo utilizado o mesmo kit de exame para a confirmação de dengue”, lembra. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Vacinação contra febre amarela em crianças está abaixo da meta no DF

Pais e responsáveis devem ficar atentos. A vacinação contra a febre amarela em crianças no Distrito Federal está abaixo da meta. Atualmente, a cobertura é de 85,6% entre menores de 1 ano — percentual inferior aos 95% recomendados pelo Ministério da Saúde. O dado reforça a importância de manter a caderneta de vacinação atualizada. Os pais de Cecília Lustoza, de 10 meses, sabem dessa necessidade e levaram a filha para tomar a primeira dose do imunizante em uma sala de vacinação da Secretaria de Saúde (SES-DF), na Administração Regional de Águas Claras. "A vacina é muito importante porque é a melhor forma de prevenir doenças. Precisamos aproveitar que o SUS [Sistema Único de Saúde] disponibiliza esse imunizante para manter a saúde das crianças em dia", ressaltou o pai, Eduardo Lustoza. A pequena Cecília Lustoza, de 10 meses, recebeu a primeira dose da vacina contra a febre amarela; esquema será completado com reforço aos 4 anos | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Recomendação O esquema vacinal prevê uma dose aos 9 meses de idade e uma de reforço aos 4 anos. Crianças a partir de 5 anos que tenham recebido apenas a primeira dose devem completar o esquema com o reforço. Para quem não possui registro de vacinação, a recomendação é de dose única para pessoas de 5 a 59 anos. Indivíduos com 60 anos ou mais podem ser imunizados mediante avaliação médica individualizada. As vacinas estão disponíveis em mais de 170 salas de vacinação distribuídas pelo DF. A gerente da Rede de Frio Central da SES-DF, Tereza Luiza Pereira, destaca a relevância da imunização: "A vacina contra a febre amarela é segura, eficaz e representa a principal forma de prevenção contra a doença. Manter a caderneta atualizada é fundamental para proteger as crianças. A Rede de Frio possui 27 mil doses, e as salas de vacinação, outras 23 mil em estoque". [LEIA_TAMBEM]Pessoas com histórico de alergia grave a ovo de galinha ou à gelatina devem passar por avaliação médica antes da aplicação. Doença A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, de evolução rápida e gravidade variável. Os sintomas iniciais incluem febre súbita, calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores no corpo, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza. Nos casos graves, podem ocorrer febre alta, hemorragia, pele e olhos amarelados (icterícia) e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Filas de emergência na rede pública do DF podem ser consultadas online

Antes de sair de casa em busca de atendimento de emergência, moradores do Distrito Federal já podem verificar, pela internet, quantas pessoas aguardam na fila em cada hospital da rede pública. A consulta é feita por meio do monitoramento das portas do Serviço Hospitalar de Emergência (SHE), ferramenta da Secretaria de Saúde (SES-DF) que passou a disponibilizar ao público dados antes restritos à gestão interna. O painel exibe, em tempo real, informações como número de pacientes em atendimento, quantidade de pessoas na fila, tempo médio de espera e perfil da demanda por especialidades médicas. O serviço pode ser acessado gratuitamente, tanto pelo celular quanto pelo computador. Usuários do SUS que buscam atendimento de emergência já podem saber quantas pessoas aguardam na fila em cada hospital da rede pública do DF | Foto: Arquivo/Agência Brasília De acordo com o subsecretário de Planejamento em Saúde da SES-DF, Rodrigo Vidal, a ferramenta impacta diretamente a vida das pessoas, facilitando o acesso aos serviços públicos e incentivando o aprimoramento constante do atendimento: “Esse painel representa uma mudança na gestão pública em saúde ao colocar, na palma da mão do cidadão, informações em tempo real sobre as emergências do DF. Acredito que a transparência é sempre um propulsor de melhoria do serviço público: quando a informação é aberta, gera participação, cobrança e evolução, fortalecendo a confiança no SUS”. A medida permite que a população escolha onde buscar atendimento com mais informação e também amplia o controle social sobre os serviços de saúde. “Não conhecia o painel, mas achei eficiente porque mostra os hospitais com clareza, é intuitivo e fácil de usar. Também é uma ótima ferramenta para o governo monitorar o que está acontecendo nos hospitais e propor novas políticas de acordo com o que está acontecendo”, afirma Marina Pacheco, usuária do Sistema Único de Saúde (SUS). [LEIA_TAMBEM]A iniciativa foi reconhecida no Prêmio Ipê de Inovação em Transparência Pública 2025, promovido pela Controladoria-Geral do DF e pelo Conselho de Transparência e Controle Social. “Com a abertura desses dados, ampliamos a transparência e damos ao cidadão mais autonomia para tomar decisões. Ao mesmo tempo, valorizamos iniciativas que melhoram a gestão pública”, afirma o controlador-geral do DF, Daniel Lima. Além de atender à população, o sistema continua sendo utilizado por gestores e profissionais de saúde, contribuindo para a melhor distribuição da demanda entre as unidades hospitalares. O Dia da Transparência Pública do DF é celebrado em 3 de abril. A transparência é o que garante que o governo publique informações de interesse da população e a população possa fiscalizar e participar ativamente. Também é possível pedir informações que não estão públicas, seguindo as regras da Lei de Acesso à Informação. Acesse o Portal da Transparência e acompanhe o trabalho realizado pelo GDF. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

Ler mais...

Thumbnail

Comitê distrital reforça vigilância sobre uso de agrotóxicos no DF

O cuidado com a saúde de quem vive e trabalha no campo ganhou novo impulso no Distrito Federal. No último mês, o Comitê Distrital de Vigilância em Saúde das Populações Expostas a Agrotóxicos (Vispea-DF), da Secretaria de Saúde (SES-DF), realizou reunião com a equipe técnica do Ministério da Saúde para alinhar ações e fortalecer a atuação em 2026. O encontro marcou o início das atividades do comitê neste ano e teve como foco a apresentação do programa federal e orientações para o avanço da Vispea no DF. A iniciativa reuniu representantes de diversas áreas da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (SVS) da SES-DF, além do Centro de Informação e Assistência Toxicológica (Ciatox) e da área de assistência à saúde. [LEIA_TAMBEM]Vigilância e prevenção no território A atuação da Vispea-DF é voltada principalmente às populações que vivem em áreas rurais, mais expostas ao uso de defensivos agrícolas, seja pelo manuseio inadequado, seja pela proximidade de locais onde os produtos são aplicados. Entre as ações desenvolvidas estão o monitoramento da presença dessas substâncias na água para consumo humano e nos alimentos consumidos pela população do DF, além da produção de boletins informativos e da articulação entre diferentes áreas da saúde. De acordo com o coordenador do comitê, João Suender, o trabalho tem impacto direto na qualidade de vida dessas comunidades. “A saúde dessas pessoas importa para o SUS [Sistema Único de Saúde] e o programa visa contribuir para reduzir esses impactos na prevenção de doenças e promoção de saúde”, afirma. Além de proteger trabalhadores rurais, o comitê também acompanha possíveis efeitos dos produtos na saúde da população em geral, reforçando a importância da vigilância contínua e da integração entre setores. O boletim do Comitê Vispea-DF pode ser acessado por meio deste link. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Rede pública do DF amplia acesso à saúde feminina

Ao longo de março, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) promoveu uma série de ações voltadas à saúde da mulher, com foco na prevenção, no cuidado integral e na ampliação do acesso aos serviços. A mobilização integrou a campanha Março Lilás, dedicada ao enfrentamento do câncer do colo do útero. Com atendimentos ampliados e atividades educativas, unidades das sete Regiões de Saúde reforçaram a oferta de exames preventivos, vacinação e métodos contraceptivos. A iniciativa aproximou os serviços da população e incentivou o acompanhamento contínuo, fortalecendo a Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do sistema. A Secretaria de Saúde promoveu uma série de ações voltadas à saúde da mulher, com foco em prevenção, cuidado integral e ampliação do acesso | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF “Iniciativas como as do Março Lilás mostram como é possível levar serviços essenciais, como exames preventivos e métodos contraceptivos, mais perto das mulheres. Seguimos comprometidos em fortalecer esse cuidado contínuo, com equipes qualificadas e foco na promoção da saúde e na qualidade de vida das mulheres do DF”, afirma o coordenador de Atenção Primária à Saúde da SES-DF, Afonso Mendes. Saúde em ação Em Ceilândia, que compõe a Região de Saúde Oeste, iniciativas de grande alcance reforçaram o acesso ao planejamento reprodutivo. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), uma força-tarefa de inserção de dispositivo intrauterino (DIU) atendeu 227 mulheres desde novembro do ano passado. A ação marcou o encerramento de um projeto conduzido pela equipe de enfermagem do centro obstétrico da unidade. A UBS 17 de Ceilândia promoveu uma força-tarefa de inserção do Implanon, beneficiando 98 mulheres com o método contraceptivo | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Ainda na região, a Unidade Básica de Saúde (UBS) 17 de Ceilândia promoveu uma força-tarefa de inserção do Implanon, beneficiando 98 mulheres. O método contraceptivo, reversível e sem estrogênio, tem duração de até três anos. A atividade contou com a participação de 40 profissionais, entre gestores, farmacêuticos, equipes de enfermagem, residentes e médicos de diferentes regiões do DF, além de contribuir para a capacitação de novos profissionais aptos a realizar esse serviço na rede da SES-DF. [LEIA_TAMBEM]Na Região Sudoeste, a UBS 5 de Taguatinga mobilizou mais de 50 profissionais em uma ação que atendeu cerca de 160 mulheres em um único dia. Foram oferecidos exames preventivos, métodos contraceptivos de longa duração (Larc), assistência odontológica e Práticas Integrativas em Saúde (PIS). Encerrando a programação do mês, uma grande mobilização em São Sebastião reuniu, no último sábado (28), serviços de saúde, cidadania e bem-estar. A ação, realizada em parceria com outras instituições, contou com vacinação, testagem para infecções sexualmente transmissíveis (IST), inserção de DIU, práticas integrativas, além de atividades educativas, culturais e de promoção à saúde. Ao longo de todo o mês, outras unidades da Secretaria de Saúde também promoveram ações voltadas à saúde da mulher. Procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima de casa ou do trabalho e conheça os serviços oferecidos. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Mês de conscientização sobre a doença de Chagas alerta para cuidados e risco de contaminação

Descrita cientificamente pela primeira vez em 1909 pelo infectologista brasileiro Carlos Chagas, a doença de Chagas ainda é uma preocupação de saúde pública. Entre janeiro de 2023 e junho de 2025, foram notificados 1.156 casos somente no Distrito Federal. No ano passado, foram registrados 161 óbitos. No mês de conscientização sobre o tema, a Secretaria de Saúde (SES-DF) ressalta a importância da disseminação de informações sobre como prevenir e buscar tratamento para a enfermidade. A doença de Chagas é provocada pelo protozoário Trypanosoma cruzi, transmitido pelo inseto conhecido como barbeiro, principalmente por meio de suas fezes, que podem contaminar alimentos. Também pode ocorrer contaminação por acidentes em laboratório e pela chamada transmissão vertical, quando a gestante transmite ao bebê. A manifestação pode ser assintomática ou causar febre, mal-estar, inchaço em um dos olhos, fraqueza, dor de cabeça e dores no corpo. Essa é a chamada fase aguda, quando há possibilidade de tratamento e cura. Já na fase crônica, que pode se manifestar anos ou até décadas após a infecção, podem surgir problemas cardíacos (insuficiência cardíaca e arritmias) e digestivos (como megaesôfago e megacólon), condições que podem representar risco de morte. Artes: SES-DF Atendimento A principal porta de entrada para atendimento é a rede de unidades básicas de saúde (UBSs). Pessoas com sintomas sugestivos, como alterações cardíacas ou digestivas, devem procurar avaliação. Também há testagem de pessoas assintomáticas quando existe vínculo epidemiológico, como quem mora ou já morou em áreas com registro de presença de barbeiros, pessoas que tiveram contato com o inseto, familiares de pessoas diagnosticadas com a doença de Chagas e indivíduos que realizaram transfusão de sangue antes de 1992. [LEIA_TAMBEM]"A conduta depende do contexto. Não há recomendação automática de testagem indiscriminada. A avaliação é feita caso a caso", explica a diretora de Vigilância Epidemiológica da SES-DF, Juliane Malta. De acordo com a gestora, embora a doença não seja considerada endêmica no DF, o território é classificado como de alta vulnerabilidade para doença de Chagas crônica (DCC), segundo índice que considera taxas de morbimortalidade, acesso aos serviços de saúde e outros indicadores epidemiológicos. O DF está entre as três unidades federativas com maior vulnerabilidade, atrás de Goiás e Minas Gerais. "É importante considerar características específicas do DF que podem influenciar esses indicadores, tais como intenso fluxo migratório e perfil demográfico da população residente, incluindo indivíduos que adquiriram a infecção em outras unidades da Federação e que evoluem para a forma crônica anos após a exposição. Temos também concentração de serviços de saúde de média e alta complexidade, além de maior capacidade de diagnóstico e de registro da doença", acrescenta. A SES-DF também realiza ações de busca ativa, com testagem ampliada, incluindo gestantes. A bióloga Vilma Ramos Feitosa destaca a importância de ter cuidado com os insetos barbeiros e de acionar a Vigilância Ambiental | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Prevenção Além das ações de vigilância sanitária para garantir a segurança alimentar no DF, a orientação é consumir alimentos higienizados. Também é importante evitar contato com o inseto barbeiro, que costuma se esconder em frestas de paredes, entulhos e em locais como galinheiros e estábulos. Recomenda-se a instalação de telas metálicas apropriadas nas janelas, além do uso de medidas de proteção individual — como repelentes e roupas de mangas longas — durante atividades noturnas, como caça, pesca ou pernoite em áreas de mata. O que fazer ao encontrar um barbeiro Caso a pessoa encontre um barbeiro, a orientação é acionar a Vigilância Ambiental da SES-DF pelo telefone (61) 3449-4427 ou pelo Disque-Saúde 160. "Assim que a solicitação é recebida, o resultado é retornado o mais breve possível, com a identificação do inseto ao morador ou interlocutor", explica a bióloga Vilma Ramos, da Gerência de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo. Em 2025, a Diretoria de Vigilância Ambiental recebeu 112 chamados por suspeita de presença de insetos barbeiros, dos quais 47 foram confirmados. Em 2026, até o início de março, já foram capturados seis exemplares. As equipes também analisam os insetos coletados para verificar a presença do Trypanosoma cruzi. Dos seis barbeiros analisados em 2026, dois estavam contaminados. Atenção com pacientes crônicos A Secretaria de Saúde também mantém cuidados específicos com as pessoas que já vivem com a doença. O acompanhamento regular é fundamental para identificar precocemente possíveis complicações e reduzir o risco de formas graves. Pessoas diagnosticadas com doença de Chagas devem realizar avaliações cardíacas e digestivas periódicas, conforme orientação das equipes de saúde. Esse cuidado é importante para reduzir complicações e proporcionar mais qualidade de vida aos pacientes. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Rede pública de saúde do DF reduz descarte de vacinas para menos de 1%

A Secretaria de Saúde (SES-DF) ampliou o percentual de aproveitamento do estoque de vacinas. Em 2024, 2,8 milhões de doses foram aplicadas, enquanto 36,5 mil (1,27%) foram descartadas por terem atingido o prazo de validade. Já em 2025, ao mesmo tempo em que o número de doses aplicadas subiu para 2,9 milhões, a quantidade de vacinas vencidas caiu para 27,3 mil, chegando a uma taxa de perda de 0,94%. "Nosso foco é assegurar o aproveitamento máximo das vacinas recebidas”, afirma a gerente da Central Distrital da Rede de Frio da SES-DF, Tereza Luiza Pereira. De acordo com a servidora, há três frentes principais de trabalho para garantir esse resultado: investimento em logística, estratégias de busca ativa da população e capacitação das equipes. Em 2025, a Secretaria de Saúde perdeu menos de 1% das vacinas por atingirem o prazo de validade, o que reflete o sucesso das estratégias de imunização | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Investimento e ação Em 2022, a Central de Rede de Frio, localizada no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), recebeu incremento em seu parque tecnológico com a aquisição de novas câmaras frias, somando 10 mil litros de capacidade de armazenamento. Somente esse investimento foi de R$ 298 mil. No ano passado, a área de armazenamento, no Hospital Regional de Taguatinga (HRT), foi ampliada de 12 para 16 refrigeradores, cada um com volume de 400 litros. A manutenção de equipamentos nas unidades básicas de saúde (UBSs), além da disponibilidade de insumos como seringas, permite que a SES-DF mantenha mais de cem salas de vacinação em funcionamento todos os dias úteis. Em paralelo, há ações de busca ativa da população elegível para vacinação. Somente em 2025, equipes da SES-DF aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações extramuros, como são chamadas as atividades realizadas em praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais com grande circulação de pessoas, além do Carro da Vacina, que percorre áreas como núcleos rurais. "Ao ampliar pontos, horários e formatos de atendimento, a Secretaria de Saúde facilita o acesso das pessoas à vacinação durante as atividades do dia a dia, reduzindo barreiras como tempo e deslocamento", explica a gerente da Central de Rede de Frio. Busca ativa: somente no ano passado, equipes da SES-DF aplicaram 154,9 mil doses em 1.085 ações extramuros, realizadas em praças, shoppings e locais de grande circulação| Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde DF Essas ações são possíveis tanto por conta dos investimentos em logística, como a disponibilidade de veículos e de caixas térmicas, quanto pelo planejamento detalhado das atividades. "Todas as caixas de vacina têm mapa de controle de temperatura, que é verificada e registrada de hora em hora, conforme as recomendações técnicas. Já a quantidade de seringas é calculada proporcionalmente ao número de doses que serão levadas para a ação", detalha Zildene Bitencourt, chefe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Imunização da Região Oeste de Saúde, responsável pela área de Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol e Brazlândia. Iniciado em 2022 como um projeto-piloto nessas regiões administrativas, como estratégia para ampliar a oferta das vacinas contra a covid-19, o Carro da Vacina foi aprimorado e hoje leva à população imunizantes previstos no calendário de rotina, que previnem contra diversas doenças, como febre amarela, tétano, sarampo, covid-19, gripe, coqueluche e pólio, entre outras. A exceção é a BCG, aplicada em recém-nascidos ainda na maternidade. A iniciativa da SES-DF também foi ampliada com a chegada de mais veículos, e, atualmente, o projeto é replicado em outras regiões administrativas. Arte: Agência Saúde DF Capacitação de servidores Manter as cem salas de vacina e realizar as ações extramuros, ao mesmo tempo em que se mantém uma porcentagem baixa de perdas, depende da capacitação de servidores. Por isso, entre 2024 e 2025, a Central de Rede de Frio realizou 43 treinamentos, alcançando quase dois mil profissionais. Em cada um desses encontros, foram apresentados cuidados no manejo das vacinas, técnicas de aplicação, precauções para evitar perdas e boas práticas adotadas. Adesão das famílias Apesar do esforço da SES-DF para reduzir as perdas vacinais, a adesão das famílias é considerada fundamental, de acordo com o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. "O Governo do Distrito Federal tem feito os investimentos necessários para a vacinação, porém é importante salientar a necessária adesão do público, especialmente pais e responsáveis, que devem levar as crianças e os adolescentes aos locais de vacinação", afirma. [LEIA_TAMBEM]Em 2024 e 2025, a principal vacina perdida foi a da covid-19. Hoje, a recomendação é a aplicação de doses para grupos específicos, como pessoas com comorbidades, idosos a partir dos 60 anos e crianças entre 6 meses e menores de 5 anos. No entanto, os dados da SES-DF apontam que apenas 17,8% das crianças dessa faixa etária estão protegidas. A meta é de 90%. Outro alerta é para as vacinas contra a dengue destinadas ao público de 10 a 14 anos. A campanha foi iniciada em fevereiro de 2024, e já foram aplicadas 183,4 mil doses até janeiro de 2026 nesse grupo, mas a cobertura ainda está longe da meta de 90%. Para a primeira dose, a cobertura é de 64,1%, e apenas 39% do público-alvo completou o esquema vacinal de duas doses. O pior resultado é entre crianças de 10 anos: 41,9% tomaram a primeira dose, e apenas 16% completaram o esquema vacinal. Em cada sala de vacinação, ou mesmo nas ações extramuros, as equipes estão preparadas para analisar a caderneta de vacinação e avaliar a situação de pessoas de qualquer faixa etária. Dependendo do caso, as vacinas podem ser administradas na mesma hora. Em caso de perda da caderneta, é feita busca nos sistemas digitais de registro. Ampliação de público A ampliação do público-alvo, a fim de evitar a perda de doses por vencimento, é uma estratégia utilizada pela SES-DF. No entanto, essas e outras recomendações dependem do Ministério da Saúde, responsável pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI), em razão das regras de uso. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Março Azul alerta para o câncer de intestino e reforça a importância da prevenção

O câncer de intestino pode se desenvolver de forma silenciosa, muitas vezes sem apresentar sintomas nas fases iniciais. Essa característica torna o diagnóstico precoce ainda mais importante para aumentar as chances de tratamento e reduzir o risco de complicações. A campanha Março Azul 2026 chama a atenção da população para a importância dos exames preventivos e da adoção de hábitos saudáveis. Segundo estimativas do Instituto Nacional do Câncer (Inca), mais de 53 mil pessoas devem ser diagnosticadas com câncer de intestino no Brasil em 2026. Também chamado de câncer colorretal, é um dos mais comuns no país, atrás apenas dos cânceres de mama e de próstata, quando excluído o câncer de pele não melanoma. Com o tema Jornada da Vida, a campanha reforça a necessidade de ampliar a detecção precoce da doença. A campanha Março Azul 2026 chama a atenção da população para a importância dos exames preventivos e da adoção de hábitos saudáveis no combate ao câncer de intestino | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Mesmo discreta no início, a enfermidade pode apresentar alguns sintomas com a progressão do quadro. Entre eles estão sangue nas fezes, mudança no hábito intestinal, dor abdominal persistente, anemia e perda de peso sem causa aparente. Ao perceber qualquer um desses sinais, é importante buscar avaliação médica. Para o chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Gustavo Ribas, a prevenção continua sendo um dos caminhos mais eficazes para reduzir o impacto da doença. [LEIA_TAMBEM]“A prevenção é especialmente relevante em campanhas como o Março Azul. São ações simples, como ter uma dieta saudável, rica em fibras, manter o controle do peso, praticar atividades físicas e evitar o consumo de carnes processadas, álcool e tabagismo. Também é importante realizar consultas médicas regularmente, principalmente após os 45 anos”, afirma. Acesso Na rede pública do Distrito Federal, o acesso aos serviços começa, preferencialmente, nas unidades básicas de saúde (UBSs). Nelas, o paciente passa por avaliação inicial e pode receber solicitação de exames de rastreamento, como o teste de sangue oculto nas fezes. Caso o resultado seja positivo, a pessoa é encaminhada para serviços especializados da rede, para investigação mais detalhada, que pode incluir a realização de colonoscopia. Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) mostram avanço na realização desses exames. Em 2025, foram realizados 4,4 mil exames de sangue oculto nas fezes no âmbito da SES-DF. O montante equivale a um aumento de quase 20% em relação a 2024 e de mais de 286% em relação a 2023, quando foram feitos 3.695 e 1.141 exames, respectivamente. Também chamado de câncer colorretal, o câncer de intestino é um dos mais comuns no país, atrás apenas dos cânceres de mama e de próstata | Foto: Divulgação/Ebserh Campanha A campanha é promovida em todo o país pela Sociedade Brasileira de Endoscopia e Endoscopia Digestiva (Sobed), Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP) e Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). Entre as ações a serem realizadas pelas sociedades médicas estão a iluminação de prédios públicos nas principais cidades brasileiras e a divulgação do teste fecal imunoquímico, também conhecido como teste FIT ou exame de sangue oculto nas fezes. O presidente da Sobed, Eduardo Hourneaux, destaca que a detecção precoce pode levar a até 90% de chance de sucesso no tratamento. “Acreditamos que a prevenção do câncer de intestino precisa fazer parte da rotina das pessoas, começando com a conscientização sobre o tema”, ressalta. A recomendação é iniciar a prevenção antes mesmo dos 45 anos, especialmente para quem tem histórico da doença na família, uma vez que isso aumenta as chances de diagnóstico. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

Ler mais...

Thumbnail

Cadastro atualizado no Meu SUS Digital garante atendimento agilizado nas unidades básicas de saúde do DF

Desde o fim do ano passado, a marcação de consultas em qualquer unidade básica de saúde (UBS) do Distrito Federal também pode ser feita por meio do aplicativo Meu SUS Digital. Com isso, alerta a Secretaria de Saúde (SES-DF), torna-se ainda mais importante para os usuários da rede pública manterem os dados atualizados na plataforma. “Hoje, há facilidade para a troca de número de celular. Nisso, a gente acaba perdendo o contato com o paciente. Quando os dados estão desatualizados, esse contato fica mais complicado”, ressalta o secretário-executivo de Tecnologia da Informação em Saúde da SES-DF, Deilton Silva. “A secretaria está modernizando os sistemas e o próximo passo do agendamento online é o contato por WhatsApp. Vamos mandar mensagem para confirmação, o que é muito importante para reduzir o absenteísmo. O aplicativo tem um lembrete de agendamento, mas, ainda assim, vamos reforçar, avisando sobre a proximidade. Com os dados atualizados, o contato é mais assertivo, evitamos que as pessoas não compareçam sem aviso e conseguimos enviar informações não só sobre o agendamento, mas também sobre vacinas e outros serviços.” A atualização cadastral pode ser feita presencialmente na UBS de referência do paciente (para saber qual é a sua, clique aqui) ou virtualmente, pelo site Recadastra SUS. Nesse segundo caso, basta fazer login com a conta Gov.br e preencher os dados. Manter os dados atualizados no Meu SUS Digital permite que o usuário recebe mensagens pelo WhatsApp confirmando o agendamento de consultas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Consultas O Meu SUS Digital, sistema do Ministério da Saúde, passou a ser uma opção para marcação de consultas em UBSs em novembro do ano passado, sendo implementado de forma gradual nas 172 unidades do DF. Do lançamento até 10 de fevereiro, foram realizados 4.777 agendamentos. Pela ferramenta, é possível marcar consultas com médicos e enfermeiros da Estratégia Saúde da Família do DF sem sair de casa. Para isso, basta acessar o Meu SUS Digital e buscar pelo ícone “Agendamentos”, dentro da seção “Minha Saúde”. A partir daí, a própria plataforma indicará a UBS de referência, e o usuário deve escolher a categoria do profissional com o qual deseja atendimento (médico ou enfermeiro), selecionar o nome do profissional e buscar uma data para verificar a disponibilidade. [LEIA_TAMBEM]“A secretaria vem avançando na transformação digital. A adoção do agendamento online, integrado aos sistemas utilizados, vem justamente para implementar essa mudança. Não é uma simples adoção de tecnologia, é uma mudança de paradigma, inclusive na forma como o cidadão acessa o sistema de saúde, sempre colocando o cidadão no centro do cuidado. Hoje, ele tem essa possibilidade diretamente pelo celular, sem precisar ir à unidade, enfrentar filas ou ficar sujeito aos horários de atendimento. Pelo aplicativo, não há restrição de horário para marcar consulta; pode fazer no momento que for melhor”, aponta Deilton Silva. O secretário-executivo também explica que a escolha por utilizar o aplicativo Meu SUS Digital, do Ministério da Saúde, visou o conforto dos pacientes. “É um aplicativo que a população já utiliza, então não quisemos criar mais um app. Muitas pessoas têm limitações na capacidade do celular, então por que não aproveitar essa oferta de serviço? Também é importante para fortalecer a estratégia nacional de saúde digital, alinhando o Distrito Federal às diretrizes do Ministério da Saúde e à Rede Nacional de Dados em Saúde, promovendo interoperabilidade e continuidade do cuidado. Tudo em prol da população”, arremata. De novembro do ano passado até 10 de fevereiro, 4.777 agendamentos de consultas na rede pública do DF foram feitos pelo Meu SUS Digital Atenção Primária As unidades básicas são a porta de entrada para os principais problemas de saúde da população. Nelas, atuam equipes compostas por profissionais como enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde, qualificados para atender condições de saúde de usuários de todas as idades — de recém-nascidos a idosos. Há também uma equipe multiprofissional, com psicólogos, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e farmacêuticos, entre outros. Em caso de necessidade, o paciente é encaminhado para os serviços de urgência e emergência.

Ler mais...

Ordenar

Ordenar

Faceta do tipo

Tipo

Filtro personalizado

Faceta da marca

Marcador