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Estádio JK é ‘adotado’ e será reformado para os jogos

O futebol do Distrito Federal logo vai ganhar um novo palco para as partidas do Candangão. O Estádio JK, que no início dos anos 2000 recebia os jogos do novato Paranoá Esporte Clube, passa por uma reforma completa. E tudo está sendo feito graças ao projeto Adote uma Praça, da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), que promove a recuperação de espaços públicos na capital federal. Entre os serviços que continuam sendo executados está o plantio da grama ao redor do campo, pinturas das arquibancadas e alambrados| Fotos: Paulo H Carvalho/Agência Brasília Localizado no Paranoá, o campo voltará aos bons tempos numa parceria entre a administração regional e outro time: o Capital. O clube está investindo financeiramente nas melhorias, sob a supervisão de servidores da região administrativa (RA). E, assim, ganha uma nova ‘casa’ para disputar as partidas da primeira divisão do campeonato local. O plantio do novo gramado já foi concluído, assim como toda a pintura externa do muro do estádio. Os próximos passos dos trabalhos serão: plantio de grama ao redor do campo, pinturas das arquibancadas e alambrados, além da reforma dos vestiários e banheiros, instalação de cobertura metálica nos bancos de reservas e conserto das traves. A reinauguração do estádio acontece em janeiro de 2022. [Olho texto=”“O Adote Uma Praça é um ótimo projeto, e inclusive o Estádio Chapadinha, em Brazlândia, pode ser o próximo a aderir”” assinatura=” – Giselle Ferreira, secretária de Esportes” esquerda_direita_centro=”direita”] De acordo com o administrador do Paranoá, Sérgio Damaceno, há dois anos o estádio sediou um jogo, mas apenas um terço de sua estrutura pôde ser usada. Agora, será diferente. “Recuperar o JK é coroar o belo trabalho que está sendo feito no esporte do DF”, diz. “Estamos felizes e, com certeza, em breve teremos um campo excelente para a prática do futebol”. Para a secretária de Esportes, Giselle Ferreira, a recuperação do JK será “importantíssima” para o futebol candango e o público da cidade, que poderá retornar aos jogos assim que cessarem as restrições da pandemia. “O Adote uma Praça é um ótimo projeto, e inclusive o Estádio Chapadinha, em Brazlândia, pode ser o próximo a aderir”, revela. Adote uma Praça Lançado em 2019, o Adote Uma Praça tem como objetivo firmar parcerias com empresários e moradores da capital para a manutenção e recuperação de praças, jardins, espaços esportivos, rotatórias, monumentos, pontos turísticos, entre outros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Em dois anos e meio de programa, já são 79 termos de cooperação técnica assinados para revitalizar espaços em 21 RAs. Desse total, 46 locais já foram inaugurados e 33 ainda estão em reformas. A secretaria recebeu outras 151 propostas de parceria que estão em análise. “O programa foi muito bem aceito pela população do DF. Já temos 20 adoções no Gama e outras tantas no Plano Piloto, como a do Setor Hospitalar Sul que foi todo renovado”, explica o titular da Sepe, Roberto Andrade. “No caso do Paranoá, esperamos que o estádio volte a ser um ponto de referência para toda a comunidade.” *Colaborou Flávio Botelho

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‘Adote uma Praça’ faz última vistoria em espaço no Lago Sul

Equipes da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), da Companhia Energética de Brasília (CEB), das empresas responsáveis pelo projeto Adote uma Praça e também da Região Administrativa do Lago Sul realizaram, nesta sexta-feira (13/8), a última vistoria técnica das obras no estacionamento da Escola das Nações, no Lago Sul. Com a parceria entre a Escola das Nações e o GDF, o espaço próximo ao colégio do Lago Sul passa a ser um espaço que melhora as condições gerais do local para a comunidade| Fotos: Divulgação/Secretaria de Projetos Especiais Os responsáveis pelo colégio já possuíam a vontade de reformar o local. Por meio da parceria com o Adote uma Praça, criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), esse objetivo pôde ser realizado. E agora o estacionamento está quase pronto para ser inaugurado. Embora boa parte da obra já esteja concluída, ainda são necessárias pequenas alterações para que possa ser de fato entregue. Revitalização da faixa de pedestre, nivelamento de tampa de bueiro, iluminação e placas de sinalização devem ser concluídas na próxima semana. “A nossa expectativa é de que a inauguração do estacionamento seja no máximo em 15 dias. Essa obra é uma das maiores feitas pelo Adote uma Praça. O colégio investiu cerca de R$ 1,2 milhão em toda a revitalização do local. Isso mostra a importância do programa para o GDF, que consegue usar um recurso que iria para obras não prioritárias em áreas que realmente necessitem de uma maior atenção”, analisou o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade. Para o secretário, essas parcerias ajudam a difundir a consciência cidadã e cristã da sociedade, que passa a cuidar melhor dos espaços públicos. Adote um estacionamento Pelo Adote uma Praça, a Escola das Nações adotou três áreas públicas próximas ao prédio para reformar e fazer estacionamentos. Estão sendo feitas calçadas, rampas de acessibilidade, travessias de pedestres e arborização. Além disso, foram feitas as redes de captação de águas pluviais, terraplanagem, meios-fios e pavimentação. [Olho texto=”“Essas são ótimas melhorias, não somente para o colégio, mas também para a comunidade local, que será beneficiada com as revitalizações”” assinatura=”Danyel Dalmaschio, diretor financeiro-administrativo da Escola das Nações” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Ao todo, os três estacionamentos contarão com 166 vagas para veículos, sendo nove para idosos e quatro para pessoas com deficiência (PcD), além de 25 vagas para motos e 24 para bicicletas. “Essas são ótimas melhorias, não somente para o colégio, mas também para a comunidade local, que será beneficiada com as benfeitorias”, comentou o diretor financeiro-administrativo da Escola das Nações, Danyel Dalmaschio. Ainda sobre a obra, Dalmaschio destacou o impacto que essas obras terão no trânsito, facilitando ainda mais o acesso àquela região. “A ideia é diminuir também o impacto do trânsito ao melhorar o fluxo dos veículos.” O programa O Adote uma Praça possibilita que tanto pessoas físicas como jurídicas firmem termo de cooperação para adotar um espaço público e cooperar na manutenção da área adotada. Um dos objetivos é estimular a parceria entre governo e moradores das áreas próximas, assim como empresários, ampliando a cidadania e a preservação desses espaços. Em dois anos e meio de programa, a Sepe recebeu 151 propostas de adoção, de 21 regiões administrativas. Já foram assinados 79 termos de cooperação, sendo que, desses, 46 espaços foram inaugurados e 33 estão em processo de recuperação. Como participar [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] O cidadão pode participar do Adote uma Praça de várias maneiras. Não precisa ser uma obra grande, com investimentos altos. Há espaços públicos que precisam ser cuidados, como áreas verdes, praças, canteiros, rotatórias. A cidade pode e deve ser cuidada por todos. Então, vamos lá. Procure a administração da região onde mora e pegue as informações. Também pode mandar e-mail para sepe.gab@buriti.df.gov.br ou telefonar para 3961-1538. *Com informações da Secretaria de Projetos Especiais do DF

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Esclarecimentos sobre a concessão do Aterro Sanitário de Brasília

A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) realizou nesta quinta-feira (20) uma videoconferência para explicar a proposta de gestão e concessão do Aterro Sanitário de Brasília às 14 empresas que vão realizar os estudos de modelagem do local. Representantes das habilitadas participaram do evento, que contou também com a presença do secretário, Roberto Andrade, e da equipe da Sepe responsável pelo projeto. “Nosso objetivo é uniformizar os entendimentos sobre esse processo que é cheio de especificidades, como a implantação de unidades de recuperação energética de rejeitos, de triagem mecânica (e biológica) de resíduos, adequação da unidade de tratamento de chorume, aproveitamento de gases de aterro, além de sinergias com outros gases e materiais”, explicou o secretário de Projetos Especiais. [Olho texto=”Os objetivos com a concessão do aterro são a redução drástica da quantidade de material enterrado, com o aproveitamento máximo de material reciclável e tratamento dos resíduos orgânicos” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] As empresas puderam acompanhar uma apresentação do Programa de Projetos de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do DF, ao qual a concessão dos serviços de gestão, operação e manutenção do Aterro Sanitário de Brasília faz parte. Os projetos são sequência e atualização do Programa de Encerramento do Lixão da Estrutural, iniciado em 2016 e com desdobramentos a serem executados. As propostas visam o desenvolvimento da gestão da cadeia de resíduos sólidos por meio de parcerias entre o público e o privado sob as formas previstas nas leis de concessões. Várias dúvidas foram esclarecidas pelo subsecretário de Estruturação e Gestão de Projetos da Sepe, Eduardo Amaral, e pelo assessor especial, Antônio Dourado. “Os estudos demandam tempo, e são muito detalhados. Não pode haver dúvidas sobre o projeto”, esclareceu Eduardo Amaral. [Olho texto=”“Os resíduos poderão ser transformados em energia limpa, através de tecnologias disponíveis no mercado, alterando, de maneira importante, a matriz energética do DF”” assinatura=”Eduardo Amaral, subsecretário de Estruturação e Gestão de Projetos da Sepe” esquerda_direita_centro=”esquerda”] Os objetivos com a concessão do aterro são a redução drástica da quantidade de material enterrado, com o aproveitamento máximo de material reciclável e tratamento dos resíduos orgânicos. Com isso, aumenta-se a vida útil do Aterro Sanitário de Brasília e reduz-se consideravelmente a produção de chorume, bem como a emissão de gases de efeito estufa (GEE). “Os resíduos poderão ser transformados em energia limpa, por meio de tecnologias disponíveis no mercado, alterando, de maneira importante, a matriz energética do DF”, completou Eduardo Amaral. Concessão do Aterro O projeto de concessão dos serviços de gestão, operação e manutenção do Aterro Sanitário de Brasília teve início no dia 9 de fevereiro de 2021, com a publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) do chamamento público para as empresas manifestassem interesse em desenvolver estudos de modelagem de negócios para o local. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] No último dia 13, foi publicado o nome das 14 empresas habilitadas a fazer os estudos. Esse foi o projeto que teve o maior número de interessados na Sepe, com 22 empresas. Agora, o processo está na fase de desenvolvimento dos estudos, que devem ser entregues até o dia 10 de setembro. Para saber mais sobre essa parceria público-privada, é só acessar o site da secretaria. As empresas também podem pedir esclarecimentos pelo e-mail sepe.gab@buriti.df.gov.br.   *Com informações da Secretaria de Projetos Especiais    

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Vem aí o Complexo Hospitalar Centro-Sul

[Olho texto=”“A construção do Hospital Centro Sul vai beneficiar uma população de mais de 370 mil pessoas, que hoje é atendida apenas pelo Hospital Regional do Guará“” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) publicou nesta sexta-feira (30), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), o edital de chamamento público para que empresas manifestem interesse em realizar estudos para a implantação e gestão do Complexo Hospitalar da Região de Saúde Centro-Sul. A proposta de construção, aparelhamento, gestão e operação dos serviços médico-hospitalares da unidade foi apresentada pela Secretaria de Saúde para reduzir o déficit no atendimento hospitalar da rede pública e promover acesso ao atendimento para os moradores do Guará I e II, Park Way, SCIA/Estrutural, SIA, Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Riacho Fundo I e II. “A construção do Hospital Centro-Sul vai beneficiar uma população de mais de 370 mil pessoas, que hoje é atendida apenas pelo Hospital Regional do Guará. Isso também vai ajudar todo o Distrito Federal.”, analisou o secretário de Saúde, Osnei Okumoto. O Complexo Hospitalar deverá ocupar uma área de 70 mil metros quadrados no Guará e vai ampliar a oferta de especialidades médicas, serviços de diagnóstico e terapia, além de disponibilizar leitos de terapia intensiva adultos e pediátricos. “Vamos ampliar a oferta de leitos para internação e incluir especialidades médicas que atualmente são apenas ofertadas em outros hospitais de maior porte”, salientou Okumoto. A unidade, de acordo com estudos preliminares do GDF, deverá ser composta por um bloco hospitalar e um bloco ambulatorial (Policlínica, Centro de Apoio Diagnóstico, Central de Exames e Central de Laudos de Radiologia). A expectativa é que sejam criados  cerca de 400 leitos de internação, UTI adulto, diálise, pronto socorro e neonatologia. Parceria Público-Privada Nessa primeira fase do projeto, que é o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI), as empresas interessadas devem apresentar, até 1º de junho, a documentação necessária, para serem autorizadas a desenvolver os estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A estruturação da proposta fica a cargo da Sepe, que, em parceria com a Secretaria de Saúde (SES), vai viabilizar a concepção do projeto. “A área de saúde é muito sensível, e o governador Ibaneis Rocha tem buscado todas as alternativas para viabilizar essa área. Por isso, uma Parceria Público-Privada, vai ser primordial para que esse projeto possa ser realizado. Estamos priorizando essa PPP, mas é claro, sem deixar de seguir com as outras parcerias em andamento pela secretaria”, comentou o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade. As empresas terão quatro meses para desenvolver os estudos, que serão apresentados em consulta e audiências públicas. A licitação do Complexo Hospitalar será feita pela Secretaria de Saúde. Documentação Os interessados poderão entregar os requerimentos de autorização para realização dos estudos, mediante protocolo, até  1º de junho deste ano, das 8h às 18h, no seguinte endereço: Praça do Buriti, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Buriti, sala P50, Gabinete da Secretaria de Estado de Projetos Especiais. O material também poderá ser enviado para protocolo.casacivil@buriti.df.gov.br, com cópia para sepe.gab@buriti.df.gov.br, sem limitação de horário. Para consultar os documentos necessários e o edital do Procedimento de Manifestação de Interesse, basta entrar no site da Sepe. * Com informações da Sepe

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Número de empresas interessadas em projetos no DF bate recorde

Com muitos Editais de Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) em curso, e com recorde de empresas interessadas em desenvolver estudos de modelagem para os projetos, a Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) orienta sobre alguns procedimentos necessários para a entrega da documentação por meio digital. Excepcionalmente, desde o início de março, por conta das medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública decorrente da covid-19 (Sars-Cov-2), a Sepe vem recebendo a documentação tanto presencialmente como pelo e-mail protocolo.casacivil@buriti.df.gov.br. “São muitas empresas interessadas e que têm sede em várias cidades Brasileiras e do mundo. Por isso, fez-se necessário adequar as regras para que os empresários não precisassem se deslocar num momento de pandemia”, explica o Secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade. Os prazos dos editais continuam os mesmos, e podem ser consultados no site da secretaria. Em relação aos documentos enviados algumas regras devem ser observadas para que o e-mail seja protocolado: Cada e-mail enviado pode ter no máximo 20 megabytes (MB). Se o arquivo for superior a esse tamanho, deverá ser informado no corpo do primeiro e-mail que outros serão envidados. Isso é necessário para a organização do recebimento pelo protocolo. Os documentos devem estar no formato PDF. Os prazos por meio digital terminam às 23:59 minutos do dia estipulado no edital. Por exemplo, se o prazo para entrega é dia 20, e-mails enviados a partir da 0h do dia 21 não serão aceitos. Recorde Vinte e duas empresas manifestaram interesse em desenvolver estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica no processo para concessão do Aterro Sanitário de Brasília. “Nunca tivemos tanta procura por um projeto. O que mostra que, cada vez mais, há interesse de investimento no Distrito Federal graças à política desenvolvida pelo governador Ibaneis Rocha”, comemora Roberto Andrade. [Olho texto=”Vinte e duas empresas manifestaram interesse em desenvolver estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica no processo para concessão do Aterro Sanitário de Brasília.” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] O Secretário explica que é um volume muito grande de documentos para serem analisados pela equipe da Sepe. E isso demanda tempo. Segundo Andrade, as empresas que estivem aptas a desenvolver os estudos para a concessão do Aterro Sanitário terão os nomes publicados no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) assim que a verificação for finalizada. “A orientação é que as empresas não liguem para a Sepe para saber sobre esse processo de análise documental, porque os técnicos não podem passar qualquer tipo de informação nesse sentido. Essa comunicação será publicada oficialmente no DODF”, esclarece o secretário. * Com informações da Sepe

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Selecionado estudo para construção do Centro de Logística de Medicamentos

Seleção do estudo abre caminho para a licitação da obra. Na foto, o depósito da Farmácia Central, no SIA | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde O estudo da empresa VTC Operadora Logística LTDA foi o selecionado para a continuação da análise de viabilidade para a construção do Centro de Logística de Medicamentos do DF. A informação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (23). O modelo de Parceria Público-Privada (PPP) adotado será a concessão administrativa e terá como base análises de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica para construção, operação e manutenção do centro. A unidade ficará responsável por distribuição, revitalização/modernização, operação e manutenção de rede logística de medicamentos, hemoderivados, vacinas, soros, insumos e itens de nutrição da Secretaria de Saúde (SES-DF). [Olho texto=”“É com as parcerias com o setor privado que conseguimos buscar investimentos para o desenvolvimento da nossa região, neste período em que todo o país vive uma escassez de recursos”” assinatura=”Bruno Oliveira, secretário-executivo da Secretaria de Projetos Especiais” esquerda_direita_centro=”centro”] A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) coordena, junto à empresa selecionada, o desenvolvimento do Plano de Negócios para o empreendimento. “Estamos na segunda etapa do processo de PMI [Processo de Manifestação de Interesse], na qual o estudo selecionado passará por ajustes com o objetivo de adequá-lo para apresentação em consulta e audiência públicas. Depois mandaremos para análise do Tribunal de Contas [do DF]. Com todas essas etapas cumpridas, a Secretaria de Saúde vai publicar o edital de licitação do Centro de Logística de Medicamentos”, explicou o secretário-executivo da Sepe, Bruno Oliveira. Projeto Entre outras funções, o Centro de Logística de Medicamentos prevê centralizar e integrar todos os processos da cadeia de suprimentos e da cadeia de frios da Secretaria de Saúde do DF. O secretário de Saúde, Osnei Okumoto, ressalta a importância da implantação do Operador Logístico para a rede de saúde pública do DF. “A proposta dará mais qualidade à gestão dos insumos, com uma melhor distribuição nos equipamentos de saúde, tornando a SES cada vez mais eficiente”, vislumbra. Situação da saúde pública do DF é uma das prioridades da gestão Ibaneis Rocha, lembra titular da Sepe | Foto: Breno Esaki / Agência Saúde Okumoto explicou também que essa medida proporcionará ganhos específicos em relação ao controle de estoque, à movimentação, ao transporte e à rastreabilidade dos produtos, bem como à otimização dos espaços físicos, de forma a reduzir os custos com operação logística da cadeia de suprimentos. O secretário-executivo da Sepe lembrou ainda que a situação da saúde pública do Distrito Federal é uma das prioridades da gestão Ibaneis Rocha. “É com as parcerias com o setor privado que conseguimos buscar investimentos para o desenvolvimento da nossa região, nesse período em que todo o país vive uma escassez de recursos”, arrematou Bruno Oliveira. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Licitação Depois dos estudos finalizados, com ajustes e colaborações decorrentes de consulta e audiência públicas, a Sepe encaminhará a documentação para análise do Tribunal de Contas do DF antes da publicação do Edital de Licitação. A empresa que ganhar o processo licitatório será responsável por construir, operar e manter o Centro Logístico de Medicamentos do DF. Todo o processo deverá ser finalizado no primeiro semestre de 2021. “Essa é a previsão, se tudo correr dentro do esperado. Depois da licitação ainda tem a assinatura do contrato e algumas liberações para as obras. Superada essa etapa, o Centro de Logística poderá ser construído”, afirma Bruno Oliveira.   * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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GDF ouve população sobre restaurantes comunitários

Representantes da Sepe e da Sedes participaram da audiência on-line, transmitida pelo canal da Sepe no YouTube| Foto: Divulgação/Sepe A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe), juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes), debateram hoje com a população do Distrito Federal o projeto de concessão dos restaurantes comunitárias (RCs). A audiência pública foi on-line, no canal da Sepe no YouTube, e durou duas horas. Durante o debate, o subsecretário de Prospecção de Projetos da Sepe, Luiz Ronaldo Cherulli, apresentou os principais pontos do estudo. Cherulli explicou que a Parceira Púbico-Privada (PPP) para a concessão dos RCs prevê a reforma, a manutenção e a operação dos 14 restaurantes existentes e a construção de seis novas unidades. A empresa que ganhar a licitação vai administrar os restaurantes por 30 anos. “Essa PPP será muito importante para a melhoria dos serviços, do atendimento e da infraestrutura dos restaurantes comunitários”, complementou o subsecretário da Sepe. Muitas pessoas participaram do debate e os questionamentos giraram em torno do valor das refeições, qualidade dos alimentos, fiscalização e a localização dos seis novos restaurantes. A subsecretária de Segurança Alimentar e Nutricional da Sedes, Karla Lisboa Ramos, informou que a gestão dos restaurantes não será privada, mas sim compartilhada com o GDF. “Uma coisa é a gestão dos serviços oferecidos, outra são as ações públicas dentro dos restaurantes. Continuaremos com servidores nos restaurantes, tanto acompanhando a produção e a qualidade das refeições quanto o serviço oferecido. Mas esses servidores também são importantes para continuar dando informações aos usuários”, argumentou Karla Lisboa. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Quanto ao valor da tarifa, Luiz Ronaldo Cherulli disse que deve ser mantido. “A licitação é uma concorrência, ou seja, várias empresas devem apresentar suas propostas para conseguir a concessão. Então, não vão apresentar valores de tarifa maiores do que a praticada, até porque se isso ocorrer, não vamos considerar esses valores”. Os restaurantes comunitários vão além da política de segurança alimentar e nutricional. Pelo projeto, os espaços proporcionam condições para o bem-estar físico, psíquico e social da população menos favorecida. “Nós atendemos os mais vulneráveis, assegurando que os padrões adequados de alimentação a essa população sejam distribuídos em área de grande circulação de pessoas e de fácil acesso. Por isso, o Plano Piloto é uma região sugerida para receber uma unidade, já que temos trabalhadores que chegam de outras regiões”, pontuou a subsecretária da Sedes. As seis regiões sugeridas para receberem os novos restaurantes são: Plano Piloto, Santa Maria, Planaltina, Sol Nascente, Arniqueira (Areal) e Samambaia. Foi informado durante a audiência que, como são sugestões, na licitação a própria Sedes pode decidir que outras regiões devem ser contempladas. Para o secretário-executivo da Sepe, Bruno Oliveira, que conduziu os debates, a participação da sociedade é importante porque o governo colhe subsídios para aprimorar os estudos e também ouve sobre os serviços oferecidos. “A audiência reforça a participação popular e democratiza o processo da PPP dos restaurantes comunitários. Ainda há um longo caminho a ser seguido e estamos abertos a sugestões”, esclareceu. Para os que quiserem contribuir, a consulta pública continua aberta até 03 de dezembro pelo e-mail restaurantes.comunitarios@buriti.df.gov.br. No site da secretaria você pode acessar todos os documentos da PPP. Clique aqui. As respostas aos questionamentos da audiência e da consulta pública também poderão ser acessadas no site da Sepe e estarão disponíveis depois do encerramento da consulta, em dezembro. *Com informações da Sepe

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Consulta pública sobre restaurantes comunitários

Empresa que ganhar a licitação vai fornecer refeições, reformar e manter os 14 restaurantes do DF, além de construir seis novas unidades | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Começa nesta quarta-feira (4) a consulta pública para o projeto de concessão dos restaurantes comunitários do Distrito Federal. A empresa que ganhar a licitação de Parceria Público-Privada (PPP) vai fornecer refeições, reformar e manter os 14 restaurantes do DF, além de construir seis novas unidades. O valor estimado do contrato é de R$ 192.575 milhões e a concessão vai ter duração de 30 anos. O Edital de Consulta e Audiência Públicas foi publicado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta quarta-feira (4). Os interessados poderão se manifestar até 3 de dezembro na consulta pública. Já a audiência pública será on-line, no dia 17 de novembro. Tanto a consulta quanto a audiência têm como finalidade a divulgação do projeto para concessão, e têm caráter consultivo e não deliberativo. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Três empresas foram autorizadas a realizar estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica. Mas, durante o processo, uma delas comunicou que não iria mais participar. Assim, as outras duas se uniram e formaram um consórcio, depois do que entregaram um único estudo. O secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade, lembrou que o governador Ibaneis Rocha sempre esteve atento ao assunto. Tanto que, em setembro de 2019, o chefe do Executivo determinou que o preço das refeições diminuísse de R$ 2 para R$ 1. “Desde o início do governo Ibaneis Rocha há uma preocupação com a melhoria dos restaurantes e, também, com a construção de novas unidades em regiões que ainda não são atendidas. E estamos seguindo as determinações do nosso governador, de olhar para os mais carentes, porque sabemos que eles precisam ser assistidos quando o assunto é alimentação de qualidade”, explicou o secretário. Consulta pública Os interessados em se manifestar em relação aos restaurantes comunitários terão um mês para isso. As sugestões podem ser enviadas por e-mail (restaurantes.comunitarios@buriti.df.gov.br) ou no seguinte endereço, mediante protocolo em dias úteis de expediente (horário comercial): Praça do Buriti, Zona Cívico-Administrativa, Palácio do Buriti, sala P50, Gabinete da Secretaria de Estado de Projetos Especiais, Brasília – DF (CEP 70.075-900). Serão consideradas válidas as contribuições por escrito que contiverem a identificação da pessoa física ou jurídica interessada; estiverem de acordo com o assunto da discussão; e forem recebidas dentro do período estipulado. A documentação sobre o processo de licitação dos restaurantes comunitários pode ser consultada aqui. Na página é só clicar em Consulta e Audiência Públicas. Audiência pública A audiência pública do próximo dia 17 será por videoconferência, em razão das medidas de enfrentamento à pandemia de Covid-19. A transmissão será das 10h às 12h (em tempo real), pelo canal da Secretaria de Projetos Especiais no YouTube. As contribuições poderão ser feitas nos comentários do canal e também pelo WhatsApp, na forma de texto ou áudio com a identificação do interessado. O número do celular será disponibilizado em breve. Os questionamentos mais complexos ou que demandarem mais tempo para resposta serão respondidos quando for publicado o Relatório de Consulta e Audiência Públicas. [Numeralha titulo_grande=”4,7 milhões” texto=”de refeições servidas em seis meses de pandemia” esquerda_direita_centro=”centro”] Para a secretária de Desenvolvimento Social (Sedes), Mayara Noronha Rocha, é necessário realizar as audiências públicas para dar transparência ao processo de implementação da PPP na gestão dos restaurantes comunitários. “Agora é o momento de ouvir a sociedade e todos os demais envolvidos sobre o que pode ser melhorado na gestão dos 14 restaurantes comunitários do DF, além de outros seis novos. É um processo de transparência da atual gestão, que visa assegurar padrões adequados de alimentação à população, em especial à de baixa renda”, destaca. A Sedes é responsável por gerenciar os restaurantes e finalizará o processo licitatório com a publicação do edital, escolha da melhor proposta e assinatura do contrato com o concessionário. Restaurantes comunitários O Distrito Federal inaugurou o seu primeiro restaurante comunitário em 2001 na Região Administrativa de Samambaia. No cardápio oferecido à população há sempre um prato principal, uma bebida e uma sobremesa. O modelo virou um sucesso entre a população e se expandiu. Atualmente, o DF conta com 14 unidades em operação: em Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Santa Maria. Nos meses de março a agosto deste ano, durante a pandemia, os restaurantes entregaram mais de 4,7 milhões de refeições. E os restaurantes comunitários mais demandados em agosto foram o de Samambaia, que entregou 56.544 marmitas; o de Planaltina, 55.196; o de Ceilândia, 52.788; o do Riacho Fundo II, 49.743; e a unidade de Brazlândia, que distribuiu 43.245 quentinhas. Qualquer cidadão pode frequentar os estabelecimentos, mas a prioridade é de grupos sociais em vulnerabilidade social ou em situação de insegurança alimentar e nutricional.   * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Corredor cultural no coração de Brasília

Esplanada Cultural, nome escolhido pela CNI para o projeto, será um espaço democrático de aprendizagem | Foto: Paulo H. Carvalho / Agência Brasília Dois espaços na Esplanada dos Ministérios serão revitalizados dentro do programa Adote uma Praça, coordenado pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe). A passagem de pedestre e a área entre o Museu da República e o edifício do antigo Touring vão se transformar em eixo cultural. A proposta de adoção é da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que busca modernizar o acesso às informações relacionadas à inovação, à ciência e à tecnologia por meio da arte. “Nós vamos resgatar uma região icônica e que também é destino turístico. E que, no momento, está deteriorada e serve à marginalidade e não ao cidadão”, explica o diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi. [Olho texto=”“Quem ganha com esse projeto é a cidade, o cidadão e o GDF, que terá uma redução de custos. Porque quem vai cuidar do local, da limpeza e da jardinagem, entre outros, é o adotante”” assinatura=”Roberto Andrade, secretário de Projetos Especiais” esquerda_direita_centro=”centro”] “A ideia da CNI é criar um espaço que vai além de uma passagem pública, mas uma área multiuso e interativa. Essa é a maior proposta que já recebemos dentro do Adote [uma Praça], até hoje”, reforça o secretário de Projetos Especiais, Roberto Andrade. A Esplanada Cultural, nome dado pela CNI, será um espaço democrático de aprendizagem e vai ampliar a oferta de atividades culturais e educativas no Distrito Federal. Além disso, haverá uma integração entre aqueles que vão usar o túnel apenas como passagem. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Ainda segundo o diretor, a Esplanada Cultural também vai contar com estrutura para auditórios, eventos, exibição de filmes, palestras, exposições e até pequenos shows. “Teremos também um museu em parceria com o Exploratorium, localizado em São Francisco [EUA], referência mundial em museu moderno e interativo. Ensina por meio de brincadeiras”, acrescenta Rafael Lucchesi. A obra De acordo com a CNI, a intervenção no túnel vai transcorrer juntamente com a obra civil de restauro e modernização das instalações do edifício Touring, com duração estimada em 15 meses. A inauguração dos espaços está prevista para abril de 2022. A instituição se propõe a usar, manter e cuidar do local por um período de quatro anos, com possibilidade de prorrogação desta parceria. “Quem ganha com esse projeto é a cidade, o cidadão e o GDF, que terá uma redução de custos. Porque quem vai cuidar do local, da limpeza e da jardinagem, entre outros, é o adotante”, finaliza o titular da Sepe, Roberto Andrade.   * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Errata sobre o kartódromo do Cave

A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) comunica que errou ao informar que o Tribunal de Contas do Distrito Federal autorizou a continuidade do processo de licitação do Kartódromo Ayrton Senna conforme amplamente divulgado nesta terça-feira (29). Para melhor compreensão dos fatos informamos que a egrégia corte decidiu pela “perda do objeto da representação” da Associação Guará Motor Club que questionava irregularidades em processo da gestão anterior, que previa a licitação para concessão do kartódromo. A decisão do TCDF se baseou na notificação da Sepe de que o governo havia procedido mudanças no modelo de gestão do espaço. A secretaria informa também que ela própria suspendeu o processo quando detectou que teriam que ser feitos ajustes ao modelo do projeto. Esclarecemos ainda que, a partir de agora, a Secretaria de Esporte vai avaliar o processo e formalizar o edital para nova licitação.

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Obras dão nova cara ao Setor Hospitalar Sul

Quem passa pelo Setor Hospitalar Sul (SHS) já consegue notar as mudanças: ampliação e pavimentação de calçadas, revitalização de estacionamentos, montagem de quiosques, criação de espaços. Seis semanas depois de terem sido iniciadas, as obras de revitalização do setor já trazem melhorias, algumas permanentes, para pedestres, funcionários de hospitais e clínicas e transeuntes com necessidades especiais de locomoção. Os trabalhos da primeira fase incluem a construção de duas praças (próximas ao Hospital do Coração e ao Centro Radiológico de Brasília), a conclusão do estacionamento em frente à Legião da Boa Vontade e da calçada a partir do ponto de ônibus da W3 Sul. Essa etapa ainda contempla a transferência dos quiosques – que atualmente estão espalhados pelas calçadas do SHS, para as duas novas praças. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A segunda etapa terá a pavimentação do estacionamento do Centro Clínico Oswaldo Cruz e da via que liga a W3 Sul ao Cemitério Campo da Esperança. Por último, a terceira fase foca na pavimentação da via que liga o Cemitério à W3 Sul e o estacionamento do Mercado das Flores. Para o empresário Robson Porto, a revitalização do Setor Hospitalar Sul será muito benéfica para a população e para a cidade. “Venho muito aqui. E agora aproveitar esse espaço próximo aos quiosques para tomar um café e descansar será muito bom”, conta ele.  O supervisor de lavanderia Rafael Gomes, que trabalha para uma empresa que prestadora de serviços para hospitais e clínicas da região, também aprova as obras e ressalta os ganhos com acessibilidade: “É um investimento bacana para a área e acaba também sendo benéfico para as pessoas com deficiência, que precisam de um local adequado para poder se locomover com facilidade”, elogia. Melhorias e agilidade O projeto de requalificação do Setor Hospitalar Sul foi elaborado pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) e é executado pelo programa Adote uma praça, gerido pela Secretaria de Projetos Especiais (Sepe).  A obra tem custo total estimado em mais de R$ 6 milhões, financiados pela iniciativa privada, e é coordenada pelo GDF em ação que envolve, além da Seduh e da Sepe, a Secretaria de Obras, Administração do Plano Piloto, Caesb, CEB, Novacap, Detran-DF e DF Legal. Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Para a coordenadora de projetos da Seduh, Anamaria de Aragão, o legado de acessibilidade para o Setor Hospitalar Sul será um dos marcos da revitalização. “O projeto vislumbra uma melhoria na questão da acessibilidade, tendo o pedestre como foco. Com isso, as ações visam o ordenamento dos estacionamentos, a preocupação com a situação sensível de pessoas com dificuldade de locomoção e seus familiares, além da criação da praça dos quiosques, que terá uma funcionalidade importante para o trabalhador do setor e para a população que frequenta a região”. O secretário de obras, Luciano Carvalho, destacou a agilidade com que os trabalhos têm sido realizados e os ganhos futuros para a população do DF. “Estamos repaginando todo o setor, revitalizando estacionamentos, calçadas, iluminação, paisagismo.. Vamos entregar um material fantástico para a população”. Adote uma praça Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Administrado pela Sepe, o programa Adote uma praça tem como objetivo firmar parcerias com empresários e moradores do Distrito Federal para a manutenção e recuperação de locais públicos, como praças, jardins, rotatórias e canteiros de avenidas, além de monumentos e pontos turísticos.  “O projeto é uma marca da desburocratização no GDF. O Adote não tem como modelo fins lucrativos para os adotantes, mas sim ajudar o governo a melhorar e manter essas áreas. E a comunidade está provando que está ao lado do governo”, explicou o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. Segundo ele, o grande estímulo da iniciativa é contribuir para maior integração entre governo e comunidade e ajudar a ampliar o sentido de cidadania e preservação dos logradouros públicos entre moradores e empresários.

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GDF e Aneel assinam acordo para a Avenida das Cidades

Divulgação O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) e da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap), assina nesta quarta-feira (19) termo de cooperação com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que autoriza Furnas a fazer intervenções em instalações de transmissão (veja como foi no vídeo abaixo). A cooperação vai atender ao projeto Avenida das Cidades e visa o enterramento de 16 km de cabo de alta tensão. “A Avenida das Cidades é um projeto antigo que já foi promessa de campanha de vários candidatos ao governo do Distrito Federal nos últimos 20 anos. A pista de ligação entre Samambaia e o Plano Piloto é considerada como a maior obra viária da história de nossa cidade e virou uma das prioridades do Governo Ibaneis Rocha”, explica o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. “A Aneel contribui com o desenvolvimento do DF, e essa autorização viabiliza a continuidade desse importante projeto”, afirma o presidente da Terracap, Izídio Santos Junior. Assista ao vídeo: A avenida que vai unir as cidades da região Sul (Samambaia, Taguatinga, Águas Claras, Park Way e Guará) ao Plano Piloto terá extensão de 26 quilômetros. A obra deve começar em 2022 com o enterramento e também remanejamento das linhas aéreas de alta tensão que estão no trajeto da via. O valor estimado do investimento é de R$ 2,9 bilhões, desse valor R$ 1 bilhão é para o enterramento. Além da melhoria da infraestrutura de transporte, da integração das cidades e da conexão com o sistema viário existente, o complexo urbanístico vai contribuir para a geração de novos centros de negócios, lazer e habitação. “Vamos obter um sentido de contra fluxo em direção a novos eixos, descentralizando a oferta de trabalho e emprego, que hoje é concentrada no Plano Piloto”, esclarece Gueiros. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”centro”] A obra terá duração de 8 anos e deverá gerar mais de 20 mil empregos diretos no período de construção. E, depois de pronta, mais de 80 mil empregos diretos devem ser criados. De acordo com o secretário Everardo Gueiros, além de valorizar toda a região sul do DF, o projeto vai valorizar também os imóveis adjacentes à avenida, dando mais qualidade de vida a população. “Essa via vai privilegiar muito mais a convivência das pessoas, com ciclovias, calçadões, jardins, praças, parques. É uma via muito mais para unir as cidades que hoje estão segregadas e divididas”, pontua o secretário. Etapas do projeto O projeto da Avenida das Cidades está em fase de análise final dos estudos e após aprovação do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas, presidido pelo governador, será encaminhado para análise do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). Depois serão feitas consulta e audiência pública. A licitação, por meio de Parceria Público-Privada (PPP), será conduzida pela Sepe e Terracap. O edital deve ser publicado em meados do 2° semestre de 2020. A empresa ou consórcio vencedor terá 1 ano para apresentar o Projeto Executivo, obter as licenças ambientais e ter o projeto aprovado no Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). Após todas essas etapas, as obras terão início no final de 2022. Contrapartida As terras adjacentes à Avenida da Cidades serão concedidas pelo GDF para o setor privado que, por sua vez, será responsável por toda construção da infraestrutura e manutenção da via por um período de 25 anos. Após esse período, a área retornará para a administração pública. “Hoje essas áreas não têm valor econômico, porque não podem ser utilizadas. Com o projeto, haverá uma supervalorização dos terrenos. A iniciativa privada custeia essas obras, custeia a manutenção e se ressarce desses investimentos a partir da venda dos imóveis ao longo da via. Então, é impensável até você fazer uma obra de R$ 3 bilhões que vai beneficiar a população, sem que não haja um investimento direto do governo”, explica Everardo Gueiros.

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Empresas apresentarão estudos para o Centro de Logística de Medicamentos do DF

A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe) publicou no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (11) um Termo de Autorização para que quatro empresas apresentem estudos para a construção de um centro de distribuição, revitalização/modernização, operação e manutenção de rede logística de medicamentos, hemoderivados, vacinas, soros, insumos e itens de nutrição da Secretaria de Saúde (SES). As propostas serão desenvolvidas na modalidade de concessão administrativa e se basearão nessas análises de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica para a edificação. As empresas aptas a apresentar os estudos são: RV Ímola Transporte e Logística LTDA; PVAX Consultoria e Logística LTDA; VTC Operadora Logística LTDA; Grupo NC, representado pelas empresas NC Participações S.A e Snellog Armazéns Gerais e Logística LTDA. O prazo para a entrega do material é de 120 dias, a contar a partir da publicação de hoje no DODF. [Olho texto=”“Essas é uma das mais importantes metas para 2020. O Operador Logístico, como chamamos, dará mais qualidade à gestão dos insumos”” assinatura=”Osnei Okumoto, secretário de Saúde” esquerda_direita_centro=”direita”] A Sepe faz a coordenação do desenvolvimento dos trabalhos junto às empresas autorizadas. Nessa fase do processo será desenvolvido o plano de negócios para o empreendimento. “Nossa secretaria é responsável pela PPP [parceria público-privada] desse projeto, que será finalizado com a publicação do edital de licitação, quando todas as etapas do processo forem cumpridas”, explicou o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. O secretário lembrou que a situação da saúde pública do Distrito Federal é uma das prioridades da gestão Ibaneis Rocha. “E é por meio das parcerias com o setor privado que conseguimos buscar investimentos para o desenvolvimento da nossa região, nesse período em que todo o país vive uma escassez de recursos”, acrescentou Gueiros. Carência A proposta prevê centralizar e integrar todos os processos da cadeia de suprimentos e da cadeia de frios. Esta medida proporcionará ganhos específicos em relação ao controle de estoque, à movimentação, ao transporte e à rastreabilidade dos produtos, bem como à otimização dos espaços físicos, de forma a reduzir os custos com a operação logística da cadeia de suprimentos. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] A Secretaria de Saúde reconhece a necessidade de mudança do modelo atual da gestão de cadeia. A ideia é alcançar o máximo possível de economia e de controle dos gastos, por meio da gestão integrada dos processos. “Essas é uma das mais importantes metas para 2020. O Operador Logístico, como chamamos, dará mais qualidade à gestão dos insumos e fará uma melhor distribuição nos equipamentos de saúde, tornando a SES cada vez mais eficiente”, destaca o secretário de Saúde, Osnei Okumoto.   * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Três empresas querem gerir restaurantes comunitários

Três empresas foram autorizadas a realizar estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica para o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) dos restaurantes comunitários do Distrito Federal. O termo publicado nesta quinta-feira (12) no Diário Oficial do DF estipula o prazo de 90 dias para as interessadas apresentarem os resultados. Foram habilitados os seguintes grupos – AP participações e investimentos S/A; – Consórcio Gatiza – SPE, formado pelas empresas Gávua Restaurante Corporativo Ltda, Ibiza Construtora Ltda e TRB Construtora Eireli ME; – Grupo empresarial VM, composto pelas empresas Multserv – Segurança e vigilância Patrimonial Ltda e Vogue – Alimentação e Nutrição Ltda; Essas empresas vão realizar estudos para o fornecimento de refeições e construção, revitalização/modernização, manutenção e operação dos 14 restaurantes comunitários do DF, além da construção de seis novas unidades.  As selecionadas serão chamadas para uma reunião presencial a fim de definir o Plano de Trabalho e Cronograma de acompanhamento da PMI. Também será criada uma Comissão Técnica com profissionais das secretarias de Projetos Especiais (Sepe) e de Desenvolvimento Social (Sedes) que, por sua vez, terá o papel de comissão avaliadora da PMI. “É um projeto que visa aumentar a rede de restaurantes comunitários. Vamos fazer mais seis. Vai ao encontro da necessidade da população: que o governo atinja, que o governo atue, que o governo ajude, que socorra”,  explica o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. “O governador Ibaneis Rocha determinou que nós olhássemos para os mais carentes porque a gente sabe que eles precisam ser atendidos em primeiro lugar. Depois, os que têm menos carências”, ressaltou. Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os restaurantes comunitários têm, de fato, despertado uma atenção especial do GDF. Em 30 de setembro, o governador Ibaneis Rocha determinou que o preço das refeições diminuísse de R$ 2 para R$ 1. A medida foi anunciada pelo chefe do Executivo em visita ao restaurante comunitário de Samambaia, em 27 de setembro, e se tornou sucesso entre os frequentadores. Logo nos primeiros dias, a procura média pelos restaurantes aumentou 23,8%. No cardápio oferecido à população há sempre um prato principal, uma bebida e uma sobremesa. O que é PMI? O Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) é o instrumento que a administração pública pode utilizar, antes do processo licitatório, para obter estudos de viabilidade, levantamentos, investigações ou projetos relativos a um empreendimento objeto de concessão comum ou permissão de serviços públicos, Parceria Público-Privadas (PPPs), arrendamento de bens públicos ou concessão de direito real de uso. Projeto social O direito humano à alimentação foi contemplado, primeiramente, no artigo 25 da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948. No Brasil, após amplos processos de mobilização social, esse acesso foi incluído na Constituição Federal de 1988. O Distrito Federal, com o objetivo de garantir esse alcance, inaugurou o seu primeiro restaurante comunitário em 2001 na região administrativa de Samambaia.  O modelo virou um sucesso entre a população e se expandiu. Atualmente, o DF conta com 14 unidades em operação: em Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Gama, Itapoã, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Samambaia, São Sebastião, Sobradinho, Sol Nascente e Santa Maria. Qualquer cidadão pode frequentar os estabelecimentos, mas a prioridade é de grupos sociais em vulnerabilidade social ou em situação de insegurança alimentar e nutricional. 

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Governo busca propostas para Shopping Popular

O Governo do Distrito Federal está em busca de propostas e ideias para revitalizar o Shopping Popular, instalado ao lado da Rodoferroviária. Nesta quarta-feira (20), foi publicado no Diário Oficial do DF um chamamento público para recebimento de estudo de revitalização, modernização, manutenção e operação do espaço.  Os interessados deverão entregar requerimento para a apresentação dos estudos até o dia 6 de janeiro de 2020. A documentação será analisada, e as empresas autorizadas terão, a partir da publicação do termo de autorização, prazo de 90 dias para o desenvolvimento dos trabalhos.  “Esse é um projeto que só trará benefícios para os comerciantes e também para toda a população do Distrito Federal”, destacou o secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros. A pasta é a responsável pela coordenação das negociações que resultarão na parceria com o setor privado para revitalização do Shopping Popular. Foto: Lúcio Bernardo Filho/Agência Brasília O espaço foi criado em 2008 para abrigar camelôs e ambulantes. A ideia inicial era uma grande feira com concentração de diversos comércios. No entanto, os negócios por lá não deram muito certo. Para o secretário Everardo Gueiros, o governo está convicto de que a área está subutilizada e, por isso, busca uma alternativa de desenvolvimento em parceria com a iniciativa privada.   “Buscando a parceria com a iniciativa privada vamos proporcionar a inclusão pelo desenvolvimento social, cultural e econômico, fornecendo produtos, serviços e atendimentos de qualidade de forma segura e rentável aos consumidores, lojistas e também aos investidores”, explicou Gueiros. * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Comissão do GDF analisará parcerias público-privadas para revitalização do Cave

O governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Estado de Projetos Especiais (Sepe), divulgou nesta semana portaria que determina a criação de uma comissão técnica para analisar, avaliar e selecionar estudos de modelagem técnica, econômico-financeira e jurídica referentes à revitalização do Complexo Esportivo e de Lazer do Guará (Cave). Publicada na última terça-feira (19), a portaria estabelece que a comissão será formada por técnicos da Sepe, da Secretaria de Economia, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) e da Secretaria de Esporte e Lazer. A partir dos estudos, o passo seguinte é a viabilização de parcerias com grupos privados para modernização, manutenção e operação do trecho do Cave que compreende o Estádio Antônio Otoni Filho, o Ginásio Esportivo do Parque do Guará e o Clube Vizinhança, também localizado no parque. Segundo o secretário de Projetos Especiais da Sepe, Everardo Gueiros, é importante esse tipo de parceria entre governo e iniciativa privada para viabilizar investimentos – o que, além de contribuir para o desenvolvimento do Distrito Federal, garante receitas e diminui despesas em benefício da população. Integração importante “Essa integração pode ser feita por diversas formas de relacionamento entre governo e iniciativa privada com vistas ao desenvolvimento de infraestrutura e de serviços”, observou Everardo Gueiros. Desde janeiro a secretaria de Projetos Especiais do DF tem recebido propostas dos mais diversos segmentos do empresariado local e nacional. O órgão avalia os projetos que podem ser tocados por meio desse tipo de integração com a iniciativa privada, com ênfase nas contrapartidas oferecidas. Gueiros disse ainda que a secretaria busca imprimir nova dinâmica à gestão do GDF, com a participação de todos os atores envolvidos nas parcerias propostas, de forma que as ações atendam plenamente aos pedidos da população, conforme a orientação do governador Ibaneis Rocha. * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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Parcerias com iniciativa privada são detalhadas para empresários

| Foto: Secretaria de Projetos Especiais O estreitamento de parcerias entre o Governo do Distrito Federal e a iniciativa privada e o empenho do atual governo do DF (GDF) para retomada do desenvolvimento econômico de Brasília e regiões administrativas, sobretudo por meio de novos projetos de infraestrutura. Este foi o principal tema de palestra ministrada nesta terça-feira (16) pelo secretário de Projetos Especiais, Everardo Gueiros, na Amcham Brasil – Câmara Americana que integra empresários brasileiros e de outros países. Gueiros explicou a aproximadamente 50 empresários o trabalho desenvolvido pela pasta que coordena e sua atuação. A secretaria realiza a prospecção, busca parcerias e faz avaliação de projetos que, após aprovados, passam a ser desenvolvidos por outros órgãos do GDF. O secretário detalhou tanto os projetos que devem ter edital de chamamento até o final do ano, como também outros que ainda estão em fase de avaliação. Explicou que o governador Ibaneis Rocha tem adotado uma nova dinâmica em sua gestão, de caráter bem mais empreendedor. Neste sentido, estão sendo estudadas formas de se conseguir fugir da escassez de recursos por meio de parcerias em várias modalidades. “Temos muito potencial para parcerias por aqui. O Distrito Federal tinha tudo para ser o celeiro de entrada para o Agronegócio no país, mas ainda não é. Temos também uma grande área tombada em Brasília, que pode ajudar no incremento do Turismo, temos espaço para instalação de empresas de base tecnológica (startups), por meio do Parque Tecnológico de Brasília, Biotic – considerado importante centro de excelência em tecnologia sediado no DF”, disse. Avenida das Cidades Segundo Everardo Gueiros, para que haja desenvolvimento é preciso existir investimento em infraestrutura. A título de exemplo, citou alguns casos que estão sendo priorizados, dada sua magnitude e importância para o Distrito Federal. A Avenida das Cidades (também conhecida como Transbrasília), a Nova Saída Norte e os novos sistemas de iluminação pública e de gestão de resíduos sólidos no DF são alguns deles. Em relação à Avenida das Cidades, que já vem se arrastando há mais de dez anos e que será uma obra de longa duração, a via cortará todas as regiões administrativas do DF e tem previsão de custo de mais de R$ 3 bilhões. Além disso, movimentará toda a economia da região, com expectativa de vir a gerar algo em torno de 80 mil empregos diretos e indiretos. De acordo com o secretário, além da mobilidade a ser oferecida à população, esta PPP também está atrelada à integração da estrada com núcleos a serem criados para atividades de lazer, entretenimento, moradia e trabalho num mesmo lugar. No caso da Nova Saída Norte, o projeto de parceria completa a obra no Trevo de Triagem que está sendo construído e será inaugurado ainda este ano. O novo trecho faz a ligação com Sobradinho e Planaltina, possililitando a construção de uma pista exclusiva para o BRT. Já o sistema de iluminação pública permitirá a iluminação de mais de 300 mil pontos de luz (elétricos) em áreas públicas para todas as regiões administrativas do DF. Consiste num trabalho que abrange a troca de tecnologias das lâmpadas atuais, o que é importante em termos de redução de consumo de energia. O sistema permitirá melhoria do nível da gestão, que a partir da instalação de um centro de controle operacional, propiciará ao DF a melhoria no fornecimento de energia como um todo, além de corrigir falhas no sistema que possam vir a acontecer. Entrosamento Gueiros respondeu a vários questionamentos dos empresários presentes. A forma como ocorreu o evento permitiu bom entrosamento entre ele e os participantes e, também, integração do grupo com os subsecretários da Sepe, que participaram do encontro e foram incluídos na conversa pelo secretário. O palestrante comunicou que toda a equipe da Sepe está à disposição dos presentes para que mantenham contato com o secretário e sua equipe. Essa interação possibilitará a apresentação de sugestões para melhorias que levem a transformações positivas aos vários segmentos do DF. “Foi muito boa a palestra e o entrosamento mostrado pelo Everardo. Quanto mais o governo do DF conseguir mostrar e esclarecer para nós as ações que estão sendo prospectadas e executadas, mais poderemos participar e pensar em formas de contribuir, o que ajuda no desenvolvimento de todos”, afirmou Luciano Lunker, proprietário da empresa Bliss, de instrutores esportivos (intitulada “rede de não-academia”). “A apresentação de detalhes sobre estas ações que estão sendo desenvolvidas é sempre muito positiva”, destacou Anita Rodrigues, proprietária da empresa Sorbê, outra que também aprovou a iniciativa. A Amcham Brasil é uma Câmara Americana que integra o Brasil inteiro, e atua ligando empresas brasileiras e internacionais em um ambiente que extrapola fronteiras na geração de conteúdo, de modo a permitir um ativo importante de produtos e serviços empresariais. Tem sedes, além de Brasília, em São Paulo, Belo Horizonte, Campinas, Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Salvador e Uberlândia. Participaram da palestra, representando a Secretaria ao lado de Everardo Gueiros, o secretário-executivo da pasta, Roberto Andrade; o subsecretário de Desestatização, Desinvestimento e Desimobilização, Sidrack Correia Neto; o subsecretário de Prospecção de Projetos, Ronaldo Cherulli; e o subsecretário de Estruturação e Gestão de Projetos, Eduardo Silveira. * Com informações da Secretaria de Projetos Especiais

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