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Sistema Único de Saúde (SUS)

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Integração de dados garante acompanhamento contínuo e mais segurança a pacientes do DF

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. A partir da integração de dados promovida pela Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), pacientes atendidos no Distrito Federal que iniciaram o acompanhamento em outros estados passam a ter seu histórico clínico acessível de forma rápida e segura pelas equipes médicas locais. A iniciativa garante que informações vitais acompanhem o cidadão em qualquer serviço de saúde, fortalecendo a continuidade do cuidado e a segurança assistencial em todo o país. Para consolidar essa transformação tecnológica, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participa, nesta semana (21 e 22/9), da sétima oficina do Projeto de Federalização da RNDS. O encontro reúne cerca de cem representantes da saúde pública de todo o país para marcar a conclusão da etapa estadual, declarando o Distrito Federal e os estados oficialmente aptos a integrarem o fluxo nacional de dados em saúde. A RNDS é a plataforma nacional desenvolvida para permitir o compartilhamento seguro de informações de saúde entre os diferentes estabelecimentos da rede pública e privada conectada ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Realizamos muitos partos de alto risco de pacientes que vêm de Goiás, por exemplo. Com a RNDS, vamos poder trocar informações sobre o paciente, não importa de onde ele seja”, destaca o secretário-executivo de Tecnologia da Informação em Saúde da SES-DF, Deilton Lopes. Durante o encontro, gestores e técnicos trocam experiências, avaliam resultados da implantação e alinham diretrizes para a governança digital na rede | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Efeitos práticos para a população e profissionais A interoperabilidade promovida pela RNDS e consolidada na interface do aplicativo Meu SUS Digital traz impactos diretos para o cidadão e para os profissionais da saúde. Na prática, a integração garante ao paciente um acesso mais rápido ao seu histórico de saúde, além da consulta direta a exames e vacinas no aplicativo. “Essa transparência reduz a necessidade de repetir dados ou solicitar exames já realizados em outras instâncias, oferecendo maior continuidade do cuidado nas transições entre municípios ou estados. Isso confere mais segurança aos atendimentos de urgência e às situações de maior risco”, completa o secretário-executivo da SES-DF. Para as equipes de saúde e gestores da rede, a mudança proporciona acesso direto a dados clínicos relevantes para a tomada de decisão no momento do atendimento. O novo modelo otimiza a comunicação entre as unidades do SUS e reduz a fragmentação das informações no prontuário. “Além disso, fortalece o acompanhamento ao paciente e traz mais eficiência para o gerenciamento de fluxos prioritários da gestão pública, como a regulação de leitos, a vigilância epidemiológica e os registros do programa de vacinação”, finaliza o representante da SES-DF. Governança digital Durante o encontro, gestores e técnicos trocam experiências, avaliam resultados da implantação e alinham diretrizes para a governança digital na rede. “Estamos passando por uma transição tecnológica para, assim, mudar o desfecho da saúde das pessoas”, avalia o assessor técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Felipe Ferré. A secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde, Maria Aparecida Cina da Silva, sublinha que o avanço extrapola o campo tecnológico. “Nenhuma tecnologia é consolidada se não for construída na matéria viva da dimensão humana”, pontua, ao defender a pactuação contínua entre os entes federativos. Promovido pelo Ministério da Saúde, Conass, Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e Hospital Alemão Oswaldo Cruz, o evento teve a presença da diretora do DataSUS, Paula Xavier; do coordenador-geral de Inovação e Interoperabilidade do Ministério da Saúde, Robson Willian Matos; do assessor técnico do Conasems, Michael Diana de Oliveira; e da representante do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Wilma da Silva.   *Com informações da SES-DF

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Vacinação no DF vai além dos postos de saúde e UBSs

Muito antes da Constituição Federal de 1988 e da criação do Sistema Único de Saúde (SUS), o Brasil criou a base do que seria um dos maiores programas de vacinação do mundo. Em 18 de setembro de 1973, o Ministério da Saúde lançou a proposta do que hoje é chamado de Programa Nacional de Imunizações (PNI), institucionalizado em 1975 e incorporado ao SUS em 1990. Nesta sexta-feira (18), data que marca o aniversário do PNI, o Distrito Federal apresenta avanços no número de doses aplicadas nos últimos anos. Ao todo, são 136 salas de vacinação espalhadas por todo o Distrito Federal. Há atendimento em locais de grande concentração populacional, como a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul e a UBS 5 de Taguatinga, além de unidades que atendem regiões mais afastadas, como a UBS do Engenho das Lages, próxima ao limite com Santo Antônio do Descoberto (GO), e no PAD-DF, na área rural do Paranoá. Ao todo, são 136 salas de vacinação espalhadas por todo o Distrito Federal | Fotos: Divulgação Também há pontos externos em funcionamento contínuo, como o posto de vacinação na Rodoviária do Plano Piloto, com atendimento diário das 8h às 12h e das 13h às 17h. Aos sábados, há pelo menos 40 locais de vacinação disponíveis em diferentes regiões administrativas, incluindo ações extramuros. A população também pode encontrar pontos de vacinação mais próximos de locais que fazem parte da rotina, como praças, escolas, feiras, shoppings, parques, igrejas, supermercados, órgãos públicos e outros locais de grande circulação. Além disso, o Carro da Vacina leva a imunização a pontos do DF mais distantes das salas de vacinação fixas e a espaços de grande circulação, como a Torre de TV, estádios de futebol e parques. Alguns locais de vacinação deste sábado (19) Shopping Boulevard (Setor Terminal Norte, Asa Norte), das 9h às 16h Atacadão Dia a Dia (QNN 9, Conjunto I, Ceilândia), das 9h às 16h Chácara Bettel (DF-130, São Sebastião), das 9h às 16h Paróquia São José Operário (Rua 8, Vila São José, Vicente Pires), das 9h às 15h. Confira todos os locais disponíveis neste link.

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Entenda a diferença entre as unidades de atendimento

A escolha da unidade de saúde conforme os sintomas busca agilizar o atendimento de casos graves no Distrito Federal. A rede pública é dividida em níveis de atendimento: as unidades básicas de saúde (UBSs) atuam na prevenção e acompanhamento; as unidades de pronto atendimento (UPAs) recebem urgências de média complexidade; e os hospitais públicos atendem alta complexidade, emergências e especialidades. Unidades básicas de saúde As UBSs são a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) e oferecem consultas em clínica médica, saúde da família, pediatria, ginecologia, enfermagem e odontologia. Também oferecem vacinação, planejamento familiar, pré-natal, acompanhamento no puerpério, curativos, troca de sondas, acompanhamento de hipertensão e diabetes, exames preventivos (Papanicolau), consultas de puericultura e inserção de métodos contraceptivos (DIU e Implanon). O atendimento nas UBSs ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia | Fotos: Divulgação Sintomas leves ou moderados, como febre baixa, tosse leve, dor de garganta, dor de cabeça e diarreia moderada, passam por avaliação em UBSs. As unidades também fazem renovação de receitas de uso contínuo e solicitação de exames de rotina. O atendimento ocorre por consultas agendadas e acolhimento de demandas do dia. É necessário apresentar documento oficial com foto, CPF, Cartão SUS (se houver) e comprovante de residência atualizado. Este último documento é necessário para a vinculação do paciente à equipe responsável pelo território onde mora. Unidades de pronto atendimento As UPAs integram a rede de urgência e emergência de média complexidade 24 horas por dia. As unidades oferecem atendimento para quadros agudos, estabilização, leitos de observação por até 24 horas, exames laboratoriais de urgência, radiografias e administração de medicamentos injetáveis. Não é exigido encaminhamento prévio. A UPA é indicada para febre alta persistente, dores intensas no abdômen, vômitos persistentes, desidratação moderada ou grave, falta de ar ou crise asmática moderada, cortes para sutura simples, ferimentos com sangramento moderado e alterações de pressão arterial com tontura ou dor de cabeça intensa. Hospitais públicos Já os hospitais regionais e unidades de referência atendem a alta complexidade, emergências cirúrgicas e especialidades. Dispõem de centros cirúrgicos, unidades de terapia intensiva (UTIs), exames de imagem (tomografia e ressonância magnética) e prontos-socorros em cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, ortopedia, traumatologia, neurocirurgia, oftalmologia, cardiologia e queimados. Os hospitais funcionam durante toda a semana, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos O atendimento hospitalar é indicado para suspeita de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), fraturas expostas ou com deformidades, acidentes de trânsito graves, quedas de altura, queimaduras extensas ou profundas, sangramentos incontroláveis, trabalho de parto avançado, sangramento gestacional, perda de consciência, dor intensa no peito, perda de força em um lado do corpo, paralisia súbita, falta de ar grave e convulsões. Os hospitais funcionam a semana inteira, 24 horas por dia, não exigem encaminhamento e atendem casos de emergência mesmo sem documentos. Protocolos Nas UPAs e hospitais, a ordem de atendimento segue o Protocolo de Classificação de Risco, pela Triagem de Manchester — um sistema criado em novembro de 1994 na cidade de Manchester, na Inglaterra, por um grupo colaborativo de médicos e enfermeiros conhecido como Manchester Triage Group. O método nasceu da necessidade de substituir triagens puramente intuitivas por um sistema científico, auditável e baseado no risco clínico real do paciente. A cor vermelha indica atendimento imediato; laranja, em até dez minutos; amarela, até 60 minutos; verde, até 360 minutos; e azul, até 720 minutos. Casos verdes e azuis possuem perfil de atendimento para UBS. Pacientes com demandas de baixa gravidade atendidos em hospitais ou UPAs passam pela triagem e podem ser orientados a procurar a UBS. E, quando uma UBS ou UPA identifica a necessidade de internação em UTI ou cirurgia de alta complexidade, a unidade presta o atendimento inicial e aciona o Complexo Regulador em Saúde do DF ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) para a transferência. Endereços, horários de funcionamento e serviços estão disponíveis neste portal e na Carta de Serviços ao Cidadão, disponível neste link.

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Conferência de saúde fortalece participação popular na construção do SUS

A participação popular no Sistema Único de Saúde (SUS) ganhou destaque durante a 12ª Conferência Regional de Saúde da Região Norte (Planaltina, Sobradinho e Sobradinho II, Fercal e Arapoanga). O encontro reuniu usuários, trabalhadores e gestores para discutir desafios e propostas para a saúde pública, além de eleger os delegados para a etapa distrital.  Conferência Regional busca discutir desafios e propostas para a saúde pública no âmbito local | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde O intuito das conferências regionais é analisar o contexto local, identificar prioridades e elaborar propostas que contribuam para o fortalecimento do SUS. Dessa forma, as necessidades reais da população passam a ser consideradas no planejamento das políticas públicas.   “As conferências permitem que setores da sociedade dialoguem para elaborar um plano distrital de saúde. Aqui, recebemos sugestões de melhoria, propostas e diretrizes para a composição desse documento" Domingos de Brito Filho, presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal  A superintendente da Região de Saúde Norte, Débora Cristina Fernandes, ressaltou o papel do diálogo e da construção coletiva durante os debates: “O nosso compromisso é dialogar com respeito, exercendo o direito de fala, mas também respeitando o outro. É olhar, de fato, para o que está acontecendo, não só apontar os defeitos, mas propor soluções". Participação popular Representando os interesses dos usuários, o presidente do Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), Domingos de Brito Filho, destacou que a participação popular aproxima a gestão de demandas concretas: “As conferências permitem que setores da sociedade dialoguem para elaborar um plano distrital de saúde. Aqui, recebemos sugestões de melhoria, propostas e diretrizes para a composição desse documento. É um espaço para que a população mostre à Secretaria de Saúde onde é preciso aprimorar". O envolvimento da sociedade civil nesses encontros foi sublinhado pelo representante do Conselho Regional de Saúde de Sobradinho, Fernando Alexandre Jacinto. “Nós todos, como sociedade civil, precisamos nos capacitar como conselheiros. Precisamos diagnosticar o que é possível executar em nossa regional”, afirmou.  Propostas vão contribuir para o fortalecimento do SUS, buscando garantir que necessidades da população sejam atendidas [LEIA_TAMBEM]Já a representante do Conselho Regional de Saúde de Planaltina, Keith Morais Barreto, do segmento dos trabalhadores, apontou o papel democrático dos conselhos e conferências. "O controle social é a maior democracia do SUS, e passa por nós. A população deve ter esse canal para dizer onde está a vulnerabilidade, a carência; e, a partir delas, elaborar políticas públicas”, avaliou.  Próximas etapas Em cada uma das sete etapas regionais, serão debatidas propostas para compor um único documento. Esse texto será apresentado na 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorrerá em 2027. Essas diretrizes servirão, ainda, como subsídios para instrumentos orçamentários e de gestão, como o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Distrital de Saúde (PDS). Em seguida, as contribuições do DF vão compor o Relatório Consolidado Nacional, que também contará com as propostas e diretrizes de outros estados. O documento será levado para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para ocorrer em julho de 2027. *Com informações da SES-DF

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Representantes do GDF participam do 17º Congresso Internacional da Rede Unida 

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) participa, até sexta-feira (26), do 17º Congresso Internacional da Rede Unida, em São Luís (MA). Com o tema “Sabedoria e soberania com alegria”, o evento reúne pesquisadores, gestores, trabalhadores, estudantes, movimentos sociais e instituições de ensino de todo o Brasil e de diversos países para debater os desafios contemporâneos da formação em saúde, da gestão do Sistema Único de Saúde (SUS), da participação social e da produção do cuidado. Fabiano Martins (E), coordenador do curso técnico em enfermagem da ESP/DF, com Felipe Proenço de Oliveira, do Ministério da Saúde, e Juliana Machado, gerente de ensino técnico da ESP/DF: “A iniciativa evidencia o compromisso da escola com metodologias inovadoras de ensino e com a formação de profissionais alinhados às necessidades do sistema público de saúde” | Foto: Divulgação/Fepecs Os representantes da ESP/DF são Juliana Larissa Machado, gerente de ensino técnico, e Fabiano dos Anjos Pereira Martins, coordenador do curso técnico em enfermagem. Eles participam de atividades científicas, debates e encontros institucionais voltados para o fortalecimento das redes colaborativas e a qualificação da formação profissional em saúde. A participação da ESP/DF conta também com o trabalho “Formação técnica em enfermagem no SUS-DF: inovação pedagógica por competências e integração ensino-serviço”, que foi selecionado para apresentação na modalidade de comunicação oral.  [LEIA_TAMBEM]Segundo Fabiano Martins, esse estudo apresenta a experiência de construção e consolidação do projeto pedagógico do curso técnico em enfermagem da instituição, destacando estratégias de formação por competências, integração ensino-serviço, avaliação por evidências e fortalecimento dos cenários de prática no SUS. “A iniciativa evidencia o compromisso da escola com metodologias inovadoras de ensino e com a formação de profissionais alinhados às necessidades do sistema público de saúde”, afirma.  Reuniões Além da participação nas discussões e atividades do congresso, a equipe participou de um encontro com o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (MS), Felipe Proenço de Oliveira, reconhecido por sua contribuição à formulação de políticas públicas. Juliana e Fabiano também se reuniram com Francisca Valda da Silva, conselheira nacional de saúde e representante da Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn), e com Fernanda Lou Sans Magano, presidente do Conselho Nacional de Saúde. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)  

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Mais de 6,5 mil Implanons já foram disponibilizados pela rede pública do DF

De fevereiro até o fim de maio deste ano, a rede pública de saúde do DF distribuiu e colocou 6.692 unidades do implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel (Implanon). O mais recente método contraceptivo incorporado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) tem sido oferecido a todas as meninas e mulheres de 14 a 49 anos.  Colocação do Implanon é rápida, requerendo apenas anestesia local; dispositivo é considerado de alta eficácia | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “É um método moderno, reversível e o mais eficaz que nós temos em uso por período prolongado, atualmente, de até três anos; a taxa de falha é inferior a 0,05%", descreve Viviane Albuquerque, referência técnica distrital (RTD) em saúde da mulher no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria de Saúde (SES-DF). Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, o Implanon é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo. Além disso, a inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local na parte interna do braço. “Não existe o melhor método do mundo; existe aquele que é o melhor para o seu corpo e para a sua rotina” Viviane Albuquerque, referência técnica distrital em saúde da mulher da Secretaria de Saúde Inicialmente limitado a grupos prioritários, o medicamento tinha 10,1 mil unidades à disposição. Com o aumento de profissionais capacitados para fazer a inserção e a soma de 5,5 mil novos dispositivos, a oferta foi ampliada. Atualmente, todas as unidades básicas de saúde (UBSs) do DF possuem o contraceptivo.  Implanon não é chip para estética Apesar de semelhanças, o método contraceptivo não se confunde com os chamados “chips da beleza”. Esses últimos são, na verdade, implantes hormonais produzidos por farmácias de manipulação que contêm esteróides anabolizantes ou hormônios androgênicos (como testosterona). O comércio desses dispositivos com finalidade estética, para ganho de massa muscular ou melhora do desempenho esportivo, é proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “Esqueça as promessas de corpo perfeito associadas a implantes hormonais que são vistas na internet”, adverte Viviane Albuquerque. “Não é disso que se trata. O Implanon não exerce nenhuma ação nesse sentido, somente evita a gravidez.” Adaptação ao método Tratando-se de um dispositivo contraceptivo hormonal, lembra a especialista, são previstas reações indesejadas, comuns nos primeiros meses, enquanto o corpo adapta-se à ferramenta. Os principais efeitos estão relacionados a mudanças no ciclo menstrual, alterações na pele e no cabelo, sensibilidade nos seios e dor de cabeça, além de variações de peso corporal. [LEIA_TAMBEM]O Implanon não é a única opção de alta eficácia disponível na rede pública de saúde. A SES-DF oferece preservativos, pílulas e injeções anticoncepcionais, além de procedimento cirúrgico de esterilização permanente. A secretaria ressalta que apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); o Implanon tem como foco a gravidez. “Não existe o melhor método do mundo; existe aquele que é o melhor para o seu corpo e para a sua rotina”, orienta a médica. “Além disso, há métodos que se complementam”. Toda a população em idade fértil tem acesso aos contraceptivos a partir do atendimento nas UBSs. Para aconselhamento integral e decisão compartilhada junto a profissional de saúde, recomenda-se procurar a equipe de Saúde da Família em sua unidade de referência.    *Com informações da Secretaria de Saúde      

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HRSM recebe doação para ampliar atendimento em cirurgias faciais

Pacientes atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) que aguardam tratamento para correção de deformidades faciais terão um reforço importante no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A unidade recebeu, na quinta-feira (18), uma doação de insumos ortodônticos que serão utilizados no tratamento de pacientes submetidos à cirurgia ortognática, procedimento indicado para corrigir alterações no posicionamento dos ossos da face e da mandíbula. A iniciativa beneficia pacientes acompanhados pelo Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial da unidade e deve contribuir para ampliar a capacidade de atendimento, reduzindo o tempo de espera e facilitando o acesso ao tratamento especializado. Entre os materiais doados estão alicates, instrumentais e outros insumos ortodônticos. A doação foi viabilizada pelo Rotary Club de Brasília Leste, integrante do Distrito 4530 do Rotary Internacional, organização que desenvolve projetos sociais e humanitários voltados ao fortalecimento de áreas como saúde, educação e desenvolvimento comunitário. Segundo a chefe do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do HRSM, Erika Maurienn, a contribuição chega em um momento importante para uma especialidade que exige acompanhamento prolongado dos pacientes. "Esses insumos serão empregados em processos complexos, que podem se estender por cerca de três anos. Quando conseguimos tornar essa jornada mais eficiente, ganhamos agilidade na assistência", explica. A iniciativa beneficia pacientes acompanhados pelo Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial da unidade | Foto: Divulgação/IgesDF Para a governadora do Rotary no período 2020/2021, Vera Ávila, apoiar instituições públicas faz parte da missão da organização e busca atender às necessidades identificadas pela própria comunidade. "Nosso trabalho é ouvir as demandas que chegam de hospitais, escolas, creches e outras instituições públicas. A partir delas, mobilizamos recursos para gerar benefícios concretos para a população e contribuir com serviços que façam a diferença na vida das pessoas", afirma. As doações são viabilizadas por uma rede internacional de colaboração. Segundo o presidente do Rotary Club de Brasília Leste, José Humberto Ávila, as contribuições vêm de diversos países. "É uma rede global de solidariedade trabalhando para fortalecer serviços essenciais." Ao agradecer a parceria, Erika Maurienn destacou o impacto da doação na qualidade do atendimento oferecido aos pacientes. "Cada recurso recebido representa uma oportunidade de aprimoramento. Conseguimos oferecer mais resolutividade, segurança e melhores perspectivas para quem aguarda a correção de uma deformidade facial", conclui. *Com informações do IgesDF

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População está convidada a opinar sobre saúde pública no DF 

Começou nesta terça-feira (16), no campus da UDF na Asa Sul, o ciclo de conferências regionais de saúde do Distrito Federal. Até o dia 1º de julho, serão sete encontros para reunir usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), trabalhadores da área e gestores da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), com foco em debater prioridades e propostas a serem apresentadas na 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorre em 2027. A participação nesses encontros regionais é livre para toda a população.  Ciclo das conferências de saúde reúne gestores do Sistema Único de Saúde, trabalhadores e usuários | Fotos: Foto: Divulgação/SES-DF "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública" Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto que participa dos debates desde os anos 1990 É o caso de Jaíra Ramos, moradora da Vila Planalto, de 67 anos, que participa desde a primeira Conferência Distrital de Saúde, no início dos anos 1990. "É um espaço extremamente importante e cada vez mais necessário. É um dos raros momentos em que usuários, trabalhadores e gestores se reúnem para refletir, para dialogar e para construir coletivamente os caminhos da saúde pública", afirma. Esta primeira conferência regional teve mais de 200 inscritos, dos três segmentos de participantes, da Região Central de Saúde, hoje formada por Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste, Lago Norte, Lago Sul e Varjão. Cada conferência regional debate a realidade de sua região, elabora propostas específicas e elege as pessoas delegadas que irão representá-la na etapa distrital. Principal gestor da SES-DF na área, o superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto da Silva Júnior, destaca a relevância do diálogo proposto no encontro. "É muito importante debater ideias e trazer as melhores propostas para o fortalecimento do SUS. Os usuários estão cada vez mais precisando de atendimento e precisamos expandir, por exemplo, a área de saúde mental", observa.   Etapas regionais da Conferência Distrital de Saúde discutem realidades locais no DF para elaboração de propostas "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde" Ab-Diel Andrade, chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF Representante do segmento de trabalhadores, e atualmente membro do Conselho de Saúde do Distrito Federal e coordenadora da 12ª Conferência do DF, a técnica em enfermagem Fátima Rôla sublinha a participação da sociedade civil organizada. "Nas conferências, é possível achar caminhos para até mesmo formular políticas públicas que melhorem os nossos serviços e a qualidade do atendimento", acrescenta.   Da opinião à política pública O chefe da Assessoria de Transparência e Controle Social da SES-DF, Ab-Diel Andrade, ressalta o papel da Secretaria para apoiar a realização dos eventos. "Quando a SES-DF apoia esse processo de conferências, apoia a participação social, está apoiando que os cidadãos efetivamente participem das decisões. É a materialização do compromisso previsto na Constituição, em que a população é parte integrante das decisões do planejamento de saúde", explica. [LEIA_TAMBEM]Essas etapas regionais representam o primeiro passo no processo de participação social do SUS, que pode resultar em medidas com efeitos em todo o país. Em cada uma das sete etapas regionais haverá discussão de propostas que vão compor um único documento e serão levadas à 12ª Conferência Distrital de Saúde, que ocorrerá em 2027. Essas diretrizes e propostas já vão servir como subsídios para instrumentos orçamentários e de gestão, como o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Distrital de Saúde (PDS). Em seguida, as contribuições do Distrito Federal estarão presentes no Relatório Consolidado Nacional, que também contará com as propostas e diretrizes de todos os estados. Este documento será levado para a 18ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para ocorrer daqui a pouco mais de um ano, em julho de 2027.   Confira a agenda das próximas etapas regionais ♦ Região Norte • Planaltina, Arapoanga, Sobradinho I, Sobradinho II e Fercal • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Teatro de Sobradinho • Inscrições: https://forms.gle/TSHsGGbmHXa29ego6 ♦ Região Oeste • Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol • Data: 25/06/2026 (quinta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) Ceilândia • Inscrições: https://forms.gle/D6LDZDtJmCnCjznP8 ♦ Região Centro-Sul • Candangolândia, Estrutural, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) e Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA) • Data: 26/06/2026 (sexta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Clube da Saúde • Inscrições: https://forms.gle/GrQ87aHjzp786ZjZ9 ♦ Região Leste • Paranoá, Itapoã, São Sebastião e Jardim Botânico • Data: 27/06/2026 (sábado) • Horário: 8h às 18h • Local: Escola Técnica do Paranoá • Inscrições: https://forms.gle/SdCgUJFiVBJ3GfZm7 ♦ Região Sul • Gama e Santa Maria • Data: 30/06/2026 (terça-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria • Inscrições: https://forms.gle/XRJG5xGS6su8HNsMA ♦ Região Sudoeste • Águas Claras, Recanto das Emas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires e Água Quente • Data: 01/07/2026 (quarta-feira) • Horário: 8h às 18h • Local: Faculdade Estácio de Taguatinga • Inscrições: https://forms.gle/Fmn3frorKUnmkZR27  *Com informações da SES-DF  

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Carreta do programa Agora Tem Especialistas chega a Ceilândia

Os atendimentos oferecidos pela carreta do programa Agora Tem Especialistas, instalada no Hospital Regional de Ceilândia (HRC), começaram nesta semana. Com foco no diagnóstico precoce de doenças e a definição de tratamentos, a ação é uma iniciativa do Ministério da Saúde (MS) com o apoio da Secretaria de Saúde (SES-DF). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha (de camiseta amarela), visitou as instalações do serviço móvel neste sábado | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”   Raquel Mesquita, subsecretária de Atenção Integral à Saúde  Neste sábado (13), a estrutura recebeu a visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e de gestores da SES-DF.  Totalmente estruturada com insumos, equipamentos e equipe multiprofissional, a unidade móvel de saúde oferta exames de tomografia e ultrassonografia para pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) previamente agendados e encaminhados pela SES-DF. Somadas, a cada semana, serão oferecidas quase 600 vagas. Os exames de ultrassonografia são exclusivos para pacientes da Região de Saúde Oeste, que compreende Brazlândia, Ceilândia e Sol Nascente/Pôr do Sol. “Essa parceria vem para somar com todos os esforços que nós já estamos fazendo para reduzir as filas de exames eletivos”, afirma a subsecretária de Atenção Integral à Saúde, Raquel Mesquita.  Agendamentos [LEIA_TAMBEM]Os atendimentos do programa Agora Tem Especialistas no HRC tiveram início na segunda-feira (8). A previsão é que continue no local por 60 dias. O serviço funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h. Neste sábado, foram agendados 15 pacientes. Esta é a sexta unidade móvel em operação no Distrito Federal. Nas primeiras quatro, mais de 5,7 mil pessoas foram atendidas. Outra carreta do programa, voltada para a saúde da mulher, está atualmente instalada no estacionamento do Hospital Regional do Gama (HRG).   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Mutirão amplia acesso a métodos contraceptivos e serviços de saúde na Estrutural

Moradoras da Cidade Estrutural tiveram acesso, neste sábado (13), a uma ação integrada de saúde promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa, que segue ao longo deste final de semana, reúne diversos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), no estacionamento da UBS 1 da região, para ampliar o acesso ao planejamento reprodutivo e aos cuidados preventivos. O destaque foi a disponibilização do método contraceptivo de longa duração Implanon, voltado a mulheres de 14 a 49 anos de idade. Ao lado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a governadora Celina Leão declarou: “É uma oportunidade para a saúde das nossas mulheres e mostra a importância dessa parceria com a União em prol de quem mais precisa” | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília    12 mil Total de unidades de Implanon que o Ministério da Saúde vai doar ao DF Durante o evento, a governadora Celina Leão ressaltou a importância do serviço para facilitar o planejamento familiar, especialmente entre mulheres em situação de vulnerabilidade social. “O Implanon é um sucesso”, lembrou. “Existe muita demanda, e hoje o ministro já anunciou que vai nos doar mais 12 mil unidades”, prosseguiu a chefe do Executivo. "É uma oportunidade para a saúde das nossas mulheres e mostra a importância dessa parceria com a União em prol de quem mais precisa.” O secretário da Saúde, Juracy Lacerda, enfatizou que a iniciativa integra os esforços do GDF para ampliar o acesso da população aos serviços públicos de saúde e fortalecer as ações de prevenção e promoção da saúde em diferentes regiões administrativas: “Essa ação perpassa uma iniciativa de saúde simples, pois está trazendo dignidade, autonomia e fortalecimento para muitas mulheres. A população da Estrutural tem o maior índice de gravidez na adolescência, e temos um público muito jovem, então é uma certeza que a ação hoje desenvolvida vai refletir bons números para a população”.   Dignidade e independência Geovanna Marinho (E), que engravidou aos 16 anos, fez o implante:  “O Implanon vai me dar três anos de tranquilidade, e eu não teria condições de pagar, porque é muito caro. Agora eu posso investir esse dinheiro em outras coisas, na minha área da beleza, e continuar correndo atrás dos meus sonhos” Mãe desde cedo, a designer de sobrancelhas Geovanna Marinho buscava um método contraceptivo de longa duração para dar continuidade ao planejamento familiar. Como o custo do Implanon na rede privada lhe seria um obstáculo, ela comemorou a oportunidade de poder se submeter ao procedimento de graça pelo SUS. “Eu engravidei com 16 anos e tive trauma da minha gravidez”, relatou. “Eu me esquecia da injeção todo mês, então isso aqui é o melhor para mim. O Implanon vai me dar três anos de tranquilidade, e eu não teria condições de pagar, porque é muito caro. Agora eu posso investir esse dinheiro em outras coisas, na minha área da beleza, e continuar correndo atrás dos meus sonhos.” “Essa ação é algo que a gente está fazendo no SUS para ampliar a dignidade e a autonomia das mulheres”  Alexandre Padilha, ministro da Saúde  Além da oferta do método contraceptivo, a população teve acesso a atendimentos e orientações em saúde. A operadora de caixa Kaethlen Mayara Rodrigues foi uma das mulheres que aproveitaram todos os serviços no local. “Eu achei muito legal porque faltava isso aqui na nossa cidade”, elogiou. “Além do Implanon, também fiz testes, tomei vacina e vou passar pelo dentista. Ter tudo isso perto da nossa casa ajuda muito quem precisa e nem sempre consegue se deslocar para outros lugares.” Método eficaz A rede pública de saúde do DF começou a utilizar o novo método contraceptivo no início deste ano. Foram quase 15,5 mil unidades oferecidas pelo Ministério da Saúde ao DF. De janeiro a maio de 2026, foram inseridos 6,6 mil desses implantes subdérmicos.  Assim como o DIU (dispositivo intrauterino), o Implanon é classificado como contraceptivo reversível de longa duração (LARC, na sigla em inglês). [LEIA_TAMBEM]Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo. Além disso, a inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local, aplicada na parte interna do braço.  “Essa ação é algo que a gente está fazendo no SUS para ampliar a dignidade e a autonomia das mulheres”, declarou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “O dispositivo protege pelo menos durante três anos para o risco da gravidez, ou seja, garante o planejamento familiar e a prevenção da gravidez durante três anos. É um método muito importante, sobretudo para as mulheres mais jovens. Graças a essa decisão de incorporar ao SUS, agora a mulher pode implantar e ficar três anos segura”. População elegível Toda a população em idade fértil tem acesso aos métodos contraceptivos a partir dos atendimentos nas unidades básicas de saúde (UBSs). A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) oferece preservativos, pílulas e injeções anticoncepcionais, além de procedimento cirúrgico de esterilização permanente. Apenas os preservativos proporcionam proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Arte: Agência Saúde-DF      

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Junho abre as etapas da 12ª Conferência Distrital de Saúde

As etapas regionais da 12ª Conferência Distrital de Saúde (12ª CDS) já têm data marcada: entre este mês e julho. Além de profissionais da saúde, o encontro reúne representantes da sociedade em geral para discutir formulação, avaliação e aprimoramento das políticas públicas de saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Inscrições devem ser feitas de acordo com as datas disponibilizadas em cada região | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF A 12ª CDS é organizada em etapas regional e distrital. Primeiramente, há sete conferências— uma em cada região de Saúde do Distrito Federal. Posteriormente, os relatórios das etapas regionais são consolidados em um documento único, cujas propostas de impacto para todo o DF são discutidas e votadas na etapa distrital. Processo ascendente Relatório Consolidado Nacional servirá de base para a Conferência Nacional de Saúde do próximo ano “As diretrizes e propostas aprovadas e compiladas no relatório final da conferência servem como referência política e técnica essencial para a elaboração dos planos de saúde para os quatro anos seguintes”, explica Douglas Oliveira, presidente da Comissão Permanente do Controle Social (CPCS) da Assessoria de Transparência e Controle Social da Secretaria de Saúde (SES-DF). “Elas subsidiam os principais instrumentos orçamentários e de gestão, como o PPA [Plano Plurianual] e o PNS [Plano Nacional de Saúde], garantindo que o dinheiro público seja investido nas prioridades apontadas pela população”, complementa.  Após aprovado, o relatório final é oficialmente enviado à comissão organizadora nacional, na qual as diretrizes aprovadas no DF são juntadas aos relatórios dos demais estados, compondo o Relatório Consolidado Nacional. Esse instrumento serve de base para as deliberações e votações da 18ª Conferência Nacional de Saúde (18ª CNS), prevista para julho de 2027.  Participação social Para participar das etapas regionais, usuários, trabalhadores e gestores da saúde devem inscrever-se por meio dos formulários (veja abaixo), de acordo com a região de saúde escolhida. A inscrição é individual e pode ser feita para mais de uma etapa. Nesta primeira etapa, a comunidade local debate a realidade de sua região, elabora propostas específicas e elege as pessoas delegadas que irão representá-la na etapa distrital. O funcionamento das conferências baseia-se numa representação paritária, permitindo que cada segmento contribua com uma visão única e complementar. [LEIA_TAMBEM]Veja, abaixo, como se inscrever em cada região de saúde. Região Central • Data: dia 16, das 8h às 18h • Local: Centro Universitário UDF • Inscrições: https://forms.gle/38WebxzthP8KkuVYA Região Norte • Data: dia 25, das 8h às 18h • Local: Teatro de Sobradinho • Inscrições: https://forms.gle/TSHsGGbmHXa29ego6 Região Oeste • Data: dia 25, das 8h às 18h • Local: Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF) Ceilândia • Inscrições: https://forms.gle/D6LDZDtJmCnCjznP8 Região Centro-Sul • Data: dia 26, das 8h às 18h • Local: Clube da Saúde • Inscrições: https://forms.gle/GrQ87aHjzp786ZjZ9 Região Leste • Data: dia 27, das 8h às 18h • Local: Escola Técnica do Paranoá • Inscrições: https://forms.gle/SdCgUJFiVBJ3GfZm7 Região Sul • Data: dia 30, das 8h às 18h • Local: Auditório do Hospital Regional de Santa Maria • Inscrições: https://forms.gle/XRJG5xGS6su8HNsMA Região Sudoeste • Data: 1º de julho, das 8h às 18h • Local: Faculdade Estácio de Taguatinga • Inscrições: https://forms.gle/Fmn3frorKUnmkZR27.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Maio Laranja: Hospital da Criança fortalece rede de proteção contra o abuso e a exploração sexual 

Durante o Maio Laranja — campanha nacional de conscientização e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, instituída pela Lei nº 14.432/2022 — o debate em torno da saúde pediátrica ganha ainda mais visibilidade. Inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) consolida sua atuação institucional como estratégica para a proteção da infância e da adolescência. Hospital da Criança de Brasília atua com protocolos que priorizam segurança, escuta protegida e responsabilização adequada dos casos | Foto: Divulgação/HCB  Isso se dá por meio da estruturação de fluxos assistenciais e de governança voltados à identificação, acolhimento e encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual de pacientes. O HCB compõe a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) e opera com protocolos técnicos que priorizam a segurança, a escuta protegida e a responsabilização adequada dos casos. A identificação dessas situações ocorre, em grande medida, a partir da sensibilidade clínica e social das equipes assistenciais, que estão capacitadas para reconhecer sinais físicos, comportamentais e contextuais compatíveis com situações de violência. O atendimento desses casos no HCB é conduzido de forma multiprofissional, com o protagonismo das áreas assistenciais — como o serviço social e a psicologia hospitalar — e administrativa, por meio do Departamento Jurídico, que desempenham papel central na avaliação, acolhimento e encaminhamento. Identificação de violência Para que esse ecossistema de cuidado e proteção das crianças e adolescentes atendidos funcione com eficácia, a premissa reside na agilidade da identificação de violência por qualquer profissional de saúde, atuando em conjunto e considerando que não é preciso ter certezas ou comprovações jurídicas para se dar início à notificação. O fluxo institucional do HCB foi desenhado a partir do princípio de proteção integral de pessoas menores de idade previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A supervisora do serviço social do HCB, Damares Santos, lembra que a suspeita, por si só, é o gatilho necessário para a ação. “A gente não precisa comprovar ou confirmar que realmente a violência aconteceu”, explica. “A partir de uma suspeita, a gente já dá início ao processo de notificação”. O primeiro profissional a receber o relato ou notar a evidência preenche a ficha de notificação compulsória,  um documento que preserva a identidade do notificador e exige o preenchimento detalhado de todos os campos para alimentar o sistema de proteção. A psicologia hospitalar também desempenha um papel fundamental no acolhimento e na escuta qualificada das possíveis vítimas e de suas famílias. “A escuta deve ser cuidadosa, sem induções, respeitando o tempo e a condição emocional da criança”, pontua o psicólogo João Lucas Assunção, do HCB. “A prioridade é preservar sua integridade psíquica e contribuir com informações técnicas que subsidiem a rede de proteção”. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica” Damares Santos, supervisora do serviço social do HCB No cotidiano hospitalar, explica ele, os sinais de alerta e de risco podem surgir de diferentes formas. Algumas situações são identificadas por exames físicos; outras, por mudanças de comportamento, desenhos, brincadeiras ou relatos feitos por crianças e adolescentes durante o vínculo com as equipes da unidade de saúde.  “Às vezes, o paciente consegue estabelecer uma relação de confiança com um profissional e verbaliza o que está acontecendo; em outros casos, o comportamento já desperta atenção da equipe”, relata o psicólogo. “A gente vai fortalecendo esse vínculo e trabalhando com a criança ou adolescente, ou mesmo com o familiar, para que eles consigam compreender o que estão vivendo e possam acessar apoio.” Atuação coordenada O HCB possui fluxos próprios para lidar com quaisquer suspeitas de violência e violações de direitos que possam causar impactos e sequelas à saúde dos pacientes atendidos. “A violência também precisa ser notificada, da mesma forma que outras doenças e agravos à saúde”, lembra Damares Santos. “O hospital não atua apenas no atendimento clínico”, detalha a gestora. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica.” A produção de informações qualificadas é o que permite ao poder público mapear o crescimento das demandas e estruturar políticas públicas direcionadas e eficientes para o combate e tratamento dessas situações. “Se a gente não notificar, o Estado não sabe que precisa cuidar disso”, pontua Damares. Assim, a notificação interna cumpre um papel estratégico na saúde coletiva, servindo de base para o planejamento de ações de prevenção e assistência em larga escala. A notificação compulsória de violência do HCB não tem a atribuição de ser um registro de ocorrência policial: seu objetivo é o monitoramento epidemiológico e geração de dados quantitativos e qualitativos; além de configurar uma evidência importante para o acionamento dos equipamentos públicos de proteção da infância. Conforme dados do serviço social da unidade de saúde, de 2024 a 2025, houve a redução de aproximadamente 35,8% no número de notificações de violência a pacientes atendidos no HCB; no entanto, de janeiro a março deste ano, 35% das notificações de violência contra os pacientes se referem a situações de abandono e negligência; e outros 30% de ordem psicológica e moral. “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família” Priscila Lima, gerente jurídica do Hospital da Criança  A partir da formalização da suspeita de violência, o hospital adota dois caminhos simultâneos e complementares para garantir a segurança da criança ou do adolescente. No primeiro, o serviço social e a psicologia hospitalar encaminham ​a​ ficha de notificação compulsória ao Serviço de Vigilância Epidemiológica do HCB, que se encarrega de encaminhá-la ao​ Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan)​, responsável pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória.  O segundo caminho foca a proteção imediata e direta do paciente​, mobilizando ​o departamento jurídico do hospital para acionar os órgãos ​externos​ competentes.  “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família”, explica a gerente jurídica do hospital, Priscila Lima. A articulação com a rede de proteção externa é o que viabiliza a interrupção do ciclo de ​violação de direitos, pois  o ambiente hospitalar não possui o escopo para conduzir investigações ou acompanhamentos sociais de longo prazo. “Quando acontece a situação de violência, a gente não tem nem braço, nem expertise para poder atender o caso em toda sua complexidade e especificidade; por isso é que a gente precisa fazer esse contato com a rede de proteção da infância, porque ela tem ​i​nstituições que são específic​as para tratar de violência”, enfatiza Damares Santos. Esse acionamento ocorre de maneira territorializada, ou seja, o caso é direcionado para equipamentos públicos próximos à residência da família, como o Conselho Tutelar e as unidades dos centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav),  de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado. Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde” João Lucas Assunção, psicólogo do HCB O hospital mantém um canal de comunicação imediato com órgãos essenciais,​ por meio do qual aciona instituições como a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente​ (DPCA) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde 2022, o HCB possui um Termo de Colaboração com a ​1ª Vara da Infância e Juventude​ (VIJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que visa dar celeridade na comunicação de casos suspeitos e à criação de mecanismos de proteção dos pacientes e famílias. ​Para Priscila Lima, a interlocução​ que o HCB conduz, de forma estruturada​ e contínua com outras instituições, assegura que as autoridades competentes disponham das informações necessárias ​para a defesa dos direitos dos pacientes atendidos, incluindo o afastamento do possível agressor, o acompanhamento familiar e a responsabilização criminal, quando necessário. Conscientização e vigilância coletiva A educação em saúde é outro foco do HCB, que busca orientar pais, mães, responsáveis e cuidadores sobre a importância da prevenção. Para João Lucas Assunção, é fundamental que as famílias estejam atentas a mudanças bruscas no comportamento das crianças, como isolamento excessivo, regressão de marcos do desenvolvimento, medo inexplicável de pessoas específicas ou alterações no padrão de sono, comunicação e alimentação. [LEIA_TAMBEM]O olhar atento para essas situações faz parte da compreensão de que saúde infantil envolve aspectos físicos, emocionais e sociais. Violências e violações de direitos impactam diretamente a adesão ao tratamento, a recuperação clínica e a qualidade de vida dos pacientes. “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado”, ressalta o psicólogo. “Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde”. Os especialistas do hospital recomendam que, diante de qualquer suspeita de abusos contra crianças e adolescentes, é importante não silenciar.  A atuação responsável da sociedade, aliada ao trabalho técnico das instituições, é determinante para interromper situações de violência e garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento infantil. Os profissionais lembram ainda que o Disque 100 é um serviço nacional gratuito e anônimo, disponível para qualquer pessoa que presencie ou suspeite de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de qualquer telefone fixo ou móvel (celular).   *Com informações do Hospital da Criança de Brasília  

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Unidade pioneira de cirurgia bariátrica no DF completa 1 ano de funcionamento

Em evento realizado neste sábado (23), no Hospital Regional da Asa Norte (Hran), servidores e pacientes comemoraram um ano de atividade da Unidade de Cirurgia Bariátrica do hospital. O local é pioneiro no Sistema Único de Saúde (SUS) do Distrito Federal e oferece atendimento humanizado e estrutura dedicada a pacientes com obesidade. O espaço conta com seis consultórios, utilizados por uma equipe multiprofissional composta por cirurgiões, psicólogos, endocrinologistas, profissionais de enfermagem e nutricionistas. A unidade é equipada com 16 cadeiras especiais para pessoas com obesidade, além de armários e ar-condicionado em cada sala, proporcionando mais conforto e acessibilidade aos usuários do SUS. “A nova estrutura trouxe mais dignidade para o paciente. Ele agora possui uma unidade específica, um espaço mais amplo e confortável, em que todo o atendimento bariátrico é feito no mesmo ambiente. Aqui há várias especialidades voltadas unicamente para o seu quadro”, ressalta o diretor do Hran, Bruno Bacelar. “As profissionais do Hran são pessoas maravilhosas, que enchem de esperança a minha vida”, conta Sandra Regina Ramos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A referência técnica administrativa (RTA) do Hran e cirurgiã bariátrica responsável pela unidade, Ana Carolina Fernandes, afirma que o espaço representa a humanização do atendimento ao usuário. “O serviço de cirurgia bariátrica já existe há 18 anos no Hran, mas esse novo espaço reforça a importância e o comprometimento com pacientes obesos ou que tenham doenças metabólicas que necessitam do tratamento cirúrgico para melhora das comorbidades”, avalia. À frente da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), o médico Juracy Lacerda prestigiou o evento e aproveitou para advertir sobre a importância de monitorar as taxas de obesidade. A condição está associada a doenças metabólicas graves como diabetes, hipertensão e doenças neurológicas. “Nós sabemos que a obesidade está em amplo crescimento no Brasil e no mundo. Quando analisamos os dados, nós vemos um aumento dos casos não só na população adulta, mas também na população infantil. Esse crescimento reforça a necessidade de trabalharmos com afinco em políticas de controle do sobrepeso na população”, afirma o secretário de Saúde. Esperança Próxima de ser chamada pelo complexo regulador (CRDF) para realizar a cirurgia bariátrica no Hran, Sandra Regina Ramos, 60, elogia o atendimento recebido na unidade e a atenção que os profissionais do hospital vêm dando ao seu caso. Ela conta esperar ansiosamente por ter de volta sua autonomia e qualidade de vida após o procedimento. “A bariátrica, para mim, é uma coisa muito importante, porque eu vou poder voltar a trabalhar, a cuidar de mim mesma. As profissionais do Hran são pessoas maravilhosas, que enchem de esperança a minha vida”, conclui. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Valorização da formação profissional marca cerimônias do Dia do Técnico em Enfermagem

Compromisso coletivo e emoção marcaram as cerimônias institucionais realizadas com os estudantes do curso técnico profissionalizante em enfermagem da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). As solenidades ocorreram nesta quarta-feira (20), em comemoração ao Dia do Técnico em Enfermagem, e reuniram as turmas matutina e noturna. Entrega dos jalecos marcou, na solenidade, o foco no reconhecimento da importância da profissão | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF  “Não se trata apenas da formação técnica, mas da capacidade de enxergar o ser humano em sua integralidade” Fernanda Monteiro, diretora da ESP/DF “Esta solenidade representa muito mais do que a apresentação dos símbolos da profissão”, declarou a diretora-executiva da Fepecs, Inocência Rocha. “Ela marca o início de uma trajetória construída com ética, responsabilidade e dedicação à vida. A Fepecs e a Escola de Saúde Pública do Distrito Federal têm orgulho de contribuir para a formação de profissionais tecnicamente preparados e comprometidos com o cuidado e com os princípios do SUS.” Por sua vez, a diretora da ESP/DF, Fernanda Monteiro, enfatizou: “A entrega desse jaleco é um marco na vida de vocês, mas também é um marco para a Escola de Saúde Pública. Um dos objetivos da instituição é justamente a formação de técnicos comprometidos com o cuidado em saúde. Não se trata apenas da formação técnica, mas da capacidade de enxergar o ser humano em sua integralidade”.  Ritual da Luz representou a transmissão dos conhecimentos de enfermagem Representando o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-DF), Tila Viana reforçou: “A enfermagem é uma profissão que nos dá a honra de acompanhar o nascimento de uma vida e também de amparar o ser humano em seus momentos mais frágeis, que é o adoecimento. Mas o trabalho vai além disso, e vocês também atuarão na prevenção e na orientação da população. O técnico de enfermagem é essencial dentro do território quando falamos de saúde pública. Não existe saúde sem o técnico de enfermagem”. Rituais [LEIA_TAMBEM]Um dos momentos importantes foi a entrega dos jalecos aos quase 60 estudantes do curso. Os futuros técnicos em enfermagem receberam a vestimenta das mãos de docentes, preceptores, familiares e representantes da Coordenação de Ensino Técnico da ESP/DF. As cerimônias também contaram com homenagens às professoras Maria Ivone Levay e Maria Laudelina Marques, reconhecidas pela contribuição à formação em enfermagem e pela dedicação  ao longo de suas trajetórias profissionais. Durante a programação, os estudantes acompanharam, ainda, a apresentação dos símbolos da enfermagem e participaram do Ritual da Luz — com a passagem da lâmpada e o acendimento de velas, representando a transmissão da missão da enfermagem e do conhecimento. Posteriormente, os estudantes participaram de uma caminhada pelas dependências da Fepecs e cantaram o Hino da Enfermagem. Ao final, os futuros profissionais firmaram um compromisso coletivo com os princípios éticos e sociais que orientam a atuação na área da saúde. *Com informações da Fepecs

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Aberto processo para modernizar sistemas de atendimento nas unidades de saúde

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu processo para aquisição de aparelhos de TV, terminais de autoatendimento e computadores compactos que serão utilizados nas unidades administradas pelo instituto. A iniciativa busca modernizar os sistemas de chamada de pacientes, melhorar a organização do atendimento e oferecer mais agilidade e conforto à população atendida pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Novos terminais vão dar mais agilidade ao processo de autoatendimento nas unidades de saúde | Foto: Divulgação/IgesDF Os equipamentos serão distribuídos entre hospitais e unidades de pronto atendimento (UPAs) geridos pelo IgesDF, incluindo unidades em fase de construção. Os aparelhos de TV serão utilizados como painéis de chamada, auxiliando na comunicação visual e na organização do fluxo de pacientes dentro das unidades. Já os terminais de autoatendimento devem contribuir para melhorar etapas do atendimento e reforçar a modernização dos serviços prestados à população. Os computadores compactos serão utilizados para dar suporte ao funcionamento dos sistemas tecnológicos das unidades. Melhora no fluxo Os novos equipamentos vão substituir aparelhos atualmente utilizados nos serviços de saúde, alguns desses recebidos anteriormente por meio de doações. A atualização tecnológica busca assegurar maior estabilidade operacional e reforçar o funcionamento dos serviços assistenciais. [LEIA_TAMBEM]O registro de preços será feito por meio do Edital nº 033/2026. O critério de julgamento será o menor preço por item, em modo de disputa fechado, entre as propostas que atenderem às exigências previstas no processo.  “Os painéis e terminais ajudam a organizar o fluxo de atendimento, melhoram a comunicação com os pacientes e oferecem mais suporte às equipes assistenciais”, enfatiza o coordenador de Telecomunicações do IgesDF, Hirlei Nascimento. “Por isso, é fundamental manter esses equipamentos atualizados e em pleno funcionamento.” Os fornecedores interessados devem fazer a leitura completa do edital para verificar os requisitos técnicos e as condições estabelecidas no processo seletivo. As propostas devem ser enviadas por meio da plataforma Apoio Cotações. Serviço ♦ Aquisição de TVs, terminais de autoatendimento e computadores compactos → Edital de Seleção de Fornecedores nº 033/2026 → Identificação SEI: 04016-00153572/2025-39 → Número da cotação: 1537411 → Período para envio de propostas: de 18 a 29 deste mês, até as 23h55 → Plataforma: www.apoiocotacoes.com.br. *Com informações do IgesDF 

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UBS 6 Ceilândia promove encontro sobre autismo

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 6 de Ceilândia, no P Sul, promoveu nesta segunda-feira (27) o Dia D de conscientização sobre o autismo, parte da campanha Abril Azul. O encontro buscou promover maior conhecimento, combater preconceitos e detalhar a rede de atendimento da Secretaria de Saúde (SES-DF).  Heloísa Arcosi, mãe de um jovem autista, publicou um livro no qual fala sobre sua experiência: “É fundamental ter paciência, entender o autismo do seu filho, porque cada um é diferente” | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF  “Estamos sempre de portas abertas para acolher esse público e suas famílias”, afirmou a gerente da unidade, Isabela Lopes. “Além disso, também fazemos ações para qualificar a assistência dos servidores. É importante dar voz aos pacientes e seus familiares, de forma a promover a troca de experiências e ouvir a respeito das principais dúvidas e expectativas da população.”  “O paciente com autismo não consegue ficar muito tempo dentro da unidade, então procuramos sempre acolher o mais rápido possível” Ângela Rocha, técnica de enfermagem da UBS 6 de Ceilândia Uma das familiares presentes foi a cuidadora de idosos Heloísa Arcosi. Mãe de um rapaz de 25 anos diagnosticado com autismo, ela compartilhou a experiência no livro Meu Asperger Favorito, no qual relata a jornada do filho desde a descoberta do diagnóstico até a saída de casa após tornar-se profissional em tecnologia da informação. “É fundamental ter paciência, entender o autismo do seu filho, porque cada um é diferente”, pontuou ela. “É muito bom poder falar sobre o assunto e compartilhar as vivências.” Servidores também participaram do encontro e apresentaram o fluxo de atendimento da SES-DF. “O paciente com autismo não consegue ficar muito tempo dentro da unidade, então procuramos sempre acolher o mais rápido possível”, relatou a técnica de enfermagem Ângela Rocha.  Atendimento especializado Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o DF possui cerca de 34,5 mil pessoas diagnosticadas com transtorno do espectro autista (TEA). A rede de 183 UBSs da SES-DF é a principal porta de entrada para acessar os serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo os programas na área de saúde mental. Essas unidades promovem o rastreio a longo prazo de diversas condições.  Os pacientes também são acompanhados pelas unidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), incluindo os voltados à população infantojuvenil (Capsi), e os especializados em reabilitação (CERs). [LEIA_TAMBEM]Em dezembro de 2025, o Governo do Distrito Federal (GDF) inaugurou o Centro de Referência Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cretea), com foco em diagnóstico precoce e acompanhamento multidisciplinar. Localizada na Estação 108 Sul do Metrô, a unidade recebe pacientes encaminhados pela Central de Regulação, após passarem pelas UBSs. Somente em 2025, a rede pública de saúde do DF registrou mais de 8,2 mil atendimentos individuais na Atenção Primária à Saúde (APS) e quase 135 mil procedimentos na Atenção Especializada e na rede contratada.  Abril Azul O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, comemorado em 2 de abril, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007. Ao longo de todo o mês, ações da campanha são dedicadas à ampliação do conhecimento sobre o transtorno, ao enfrentamento do preconceito e à promoção da inclusão das pessoas com TEA na sociedade. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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OperaDF já registrou mais de 400 cirurgias oftalmológicas neste ano

De fevereiro a abril deste ano, mais de 400 cirurgias oftalmológicas foram feitas no âmbito do OperaDF, programa do Governo do Distrito Federal (GDF) criado para reduzir a fila de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). Com investimento de R$ 22 milhões originários de emenda parlamentar do deputado Rafael Prudente, mais de 6,5 mil procedimentos nos olhos devem ser realizados pelo programa. Lucídia Marinho: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo” | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Até o momento, já foram autorizadas cerca de 1,5 mil cirurgias oftalmológicas. Os procedimentos eletivos incluem o implante de lente artificial, técnica utilizada na cirurgia de catarata, e a vitrectomia, indicada para quadros como descolamento de retina, hemorragia intraocular e corpos estranhos dentro do olho. Entre setembro de 2025 e março deste ano, o OperaDF já ultrapassou 23 mil cirurgias realizadas em toda a rede pública e por meio da contratação de hospitais particulares e anestesistas da rede privada. A iniciativa reorganiza a fila e amplia a capacidade de fazer intervenções vasculares, gerais, de cabeça e pescoço, urológicas e oftalmológicas pelo SUS. [LEIA_TAMBEM]Dentro do OperaDF, foram feitas 20 cirurgias de catarata em apenas um dia no Hospital de Olhos do DF. Uma das pacientes foi a aposentada Maria de Lourdes Souza, de 70 anos, que tinha dificuldades em ler letras muito pequenas ou em identificar de longe os ônibus que costumava pegar. “Eu já tinha feito cirurgia no olho esquerdo há uns 20 anos”, relatou. “Não tem muito tempo, eu fui fazer um tratamento médico, e a doutora me mandou ao oftalmologista. Lá descobri que eu estava com a catarata bem acentuada no olho direito — isso foi em janeiro. Dali, já me botaram na regulação.” Lucídia Marinho, 80, também elogiou o serviço: “Estou muito feliz de estar aqui, de ter recebido essa graça, de terem me chamado. Ontem mesmo fui avisada para vir. Por onde passei, fui bem-recebida. Estou muito esperançosa de que agora vou enxergar tudo”.   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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UTI do Hospital da Região Leste é reconhecida entre as mais eficientes do país

Entre as melhores do país e única da rede pública do Distrito Federal a alcançar esse reconhecimento, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital da Região Leste (HRL) conquistou no mês passado a certificação de UTI Eficiente, categoria que atesta boas práticas assistenciais aliadas ao uso adequado de recursos. UTI do Hospital da Região Leste é destaque na avaliação da Associação de Medicina Intensiva Brasileira | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A certificação foi concedida pelo programa UTIs Brasileiras, uma iniciativa da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) em parceria com a Epimed Solutions criada para reconhecer e premiar as UTIs que demonstraram excelência em desempenho e qualidade no atendimento a pacientes críticos ao longo de cada ano. Em 2025, cerca de 800 hospitais foram monitorados pelo programa. Desses, 332 alcançaram os melhores resultados e receberam o reconhecimento, sendo 115 na categoria UTI eficiente. Em comparação ao ciclo anterior, houve crescimento de 29,3% na participação de unidades públicas, passando de 58 para 75 unidades vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS) entre os reconhecidos. Trabalho coletivo A conquista reflete uma combinação de fatores como equipe altamente dedicada, gestão participativa com o envolvimento de múltiplos profissionais e protocolos bem-definidos. Na prática, isso se traduz em mais segurança, decisões clínicas mais assertivas e melhores resultados para os pacientes. Sidney Sotero, chefe da UTI do HRL, comemora a distinção: “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores”  “É o reconhecimento de uma equipe que se dedica a oferecer o melhor atendimento ao usuário do SUS, com foco na excelência da assistência”, afirma a superintendente da Região de Saúde Leste, Maria de Lourdes Castelo Branco. “O principal fator que contribuiu para essa certificação foi o espírito de coletividade e colaboração da equipe”, reforça o chefe da UTI do hospital, Sidney Sotero. “Os profissionais estão constantemente engajados em processos de melhoria contínua, o que demonstra o comprometimento com resultados cada vez melhores.” [LEIA_TAMBEM]A UTI do HRL conta com uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, psicólogos, nutricionistas, fonoaudiólogos e odontólogos intensivistas, entre outros. O setor possui dez leitos, sendo quatro destinados ao pós-operatório de cirurgias eletivas, incluindo procedimentos complexos, como cirurgias de coluna — área em que o hospital é referência na região Centro-Oeste. Entre os indicadores avaliados, um dos principais é a mortalidade ajustada, que analisa o risco de óbito dos pacientes internados. “A taxa de mortalidade ajustada na UTI do HRL é de aproximadamente 0,5, indicando que, a cada dois pacientes com expectativa de óbito, apenas um falece”, detalha Sotero. “Esse resultado reflete a qualidade da assistência, o cuidado e o empenho da equipe”. O programa Criado em 2015, o programa UTIs Brasileiras é considerado o maior banco de dados epidemiológicos de leitos de terapia intensiva do mundo. O monitoramento contínuo permite reunir informações sobre taxas de ocupação, número de leitos, desfechos clínicos e evolução na recuperação de pacientes, caracterizando o perfil epidemiológico das UTIs no Brasil. *Com informações da Secretaria de Saúde    

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IgesDF prorroga inscrições para bolsas de iniciação científica com auxílio mensal de R$ 500

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) prorrogou o prazo de inscrições para o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic) 2026–2027. Ao todo, são ofertadas 10 bolsas, com auxílio mensal de R$ 500, destinadas a estudantes de graduação interessados em desenvolver projetos na área da saúde. Confira o edital. As bolsas terão duração de até 12 meses e são voltadas a alunos regularmente matriculados em cursos da área da saúde ou de tecnologia e inovação, desde que os projetos estejam vinculados a temas relacionados à assistência e ao sistema de saúde. No programa, os jovens terão contato com métodos, produção de conhecimento e aplicação prática no contexto do SUS | Foto: Divulgação/IgesDF Mais do que o apoio financeiro, o programa funciona como porta de entrada para a pesquisa científica, permitindo que os estudantes tenham contato direto com métodos, produção de conhecimento e aplicação prática no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS). “A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde. É uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS" Emanuela Dourado, diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF A iniciativa também aproxima os participantes dos grupos de pesquisa do IgesDF e fortalece a integração entre graduação, pós-graduação e instituições de ensino parceiras. Para a diretora de Inovação, Ensino e Pesquisa do IgesDF, Emanuela Dourado, a experiência pode marcar o início da trajetória profissional dos estudantes na área científica. "A iniciação científica é, muitas vezes, o primeiro contato do estudante com a pesquisa aplicada à saúde. É uma oportunidade concreta de aprender, testar e produzir conhecimento que pode, de fato, melhorar os serviços de saúde e o SUS”, ressalta. Podem participar estudantes da Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) e de instituições públicas e privadas conveniadas ao IgesDF para estágio curricular obrigatório. Entre elas estão Uniceplac, Ceub, UCB, UnB, Unieuro, UDF, Anhanguera Educacional, Estácio Brasília, Faculdade LS, Icesp, Upis, Unidesc, Senac-DF, Unyleya e outras instituições parceiras. *Com informações do IgesDF  

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Aberto processo seletivo para preceptoria em programas de residência médica

Entre os dias 16 e 20 deste mês, servidores efetivos da Secretaria de Saúde (SES-DF) interessados em atuar como preceptores nos programas de residência médica da rede pública poderão se inscrever no processo seletivo aberto pela pasta. O edital publicado prevê 65 vagas, distribuídas entre diferentes especialidades e unidades de saúde da rede pública do Distrito Federal. Profissionais selecionados vão acompanhar e orientais médicos residentes durantea formação | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A seleção é destinada exclusivamente a servidores efetivos do quadro da SES-DF, que vão desenvolver atividades de ensino em serviço nos cenários de prática da rede pública de saúde. Os profissionais selecionados terão como principal função acompanhar e orientar médicos residentes durante o processo de formação, contribuindo diretamente para o aprimoramento da qualificação profissional e para o fortalecimento da assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). As vagas para preceptoria de ensino em residência médica estão detalhadas no Anexo I do edital, com indicação do número da vaga, programa de residência, especialidade médica, Comissão de Residência Médica (Coreme), unidade de saúde, local de execução das atividades e período de atuação. Os profissionais selecionados receberão a Gratificação pela Atividade de Preceptoria (GAP), conforme a função exercida dentro do programa de residência. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), Vanessa Campos, lembra que que a novidade para essa seleção é a disponibilização de vagas para preceptores dos novos programas de cardiologia integrada, neurologia integrada, medicina de família e comunidade na atenção domiciliar. “Também teremos vagas em aberto de programas antigos”, anuncia. Como se inscrever As inscrições serão feitas exclusivamente de forma eletrônica, por meio de link que estará disponível no endereço eletrônico ESP em Andamento, no site da Fundação de Ensino e Pesquisa e Ciências da Saúde (Fepecs). Toda a documentação necessária deverá ser digitalizada e reunida em um único arquivo, que deverá ser anexado no campo indicado do formulário de inscrição online, devidamente preenchido e assinado. O processo seletivo será realizado por meio de prova de títulos, de caráter classificatório e eliminatório, conforme os critérios de pontuação estabelecidos no formulário disponível no Anexo II do edital. A avaliação dos candidatos ficará a cargo de banca examinadora designada pela Direção-Geral da Esp/DF. De acordo com o cronograma, o resultado final está previsto para 2 de abril. Já a designação dos preceptores começa em 3 de abril.   *Com informações da Fepcs  

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