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Diagnóstico precoce reduz a gravidade da insuficiência cardíaca e melhora qualidade de vida

Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada.   "Ficava a noite toda com falta de ar, sem conseguir dormir e sem poder nem conversar", conta Antônio Vanderley, de 54 anos, ao relembrar os sintomas da insuficiência cardíaca. O relato ilustra uma doença que pode comprometer significativamente a qualidade de vida. No Dia Nacional de Alerta à Insuficiência Cardíaca, celebrado nesta quinta-feira (9/7), especialistas do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) reforçam que reconhecer os sinais e buscar diagnóstico precoce pode salvar vidas. A insuficiência cardíaca é uma síndrome relativamente comum e não tem cura, mas pode ser controlada com medicação adequada. Ela ocorre quando o coração não consegue bombear o sangue de forma eficiente para todo o organismo, provocando aumento da pressão no órgão e retenção de líquidos. Antônio Vanderley, paciente com insuficiência cardíaca: "Ficava a noite toda com falta de ar, sem conseguir dormir e sem poder nem conversar" | Foto: Divulgação IgesDF O cardiologista do HBDF, Matheus Cunha, explica que a condição provoca sintomas como falta de ar, inchaço nas pernas, mal-estar e sensação de fadiga. "É uma doença extremamente debilitante, que afeta diretamente a qualidade de vida. O objetivo principal do tratamento sempre é aliviar os sintomas e garantir que a pessoa possa voltar a trabalhar, fazer exercícios e continuar a viver normalmente", resume. Segundo o especialista, a doença costuma surgir como consequência de um infarto, em decorrência das lesões deixadas no coração, e apresenta maior risco em pessoas com fatores como diabetes, hipertensão arterial e sedentarismo. Outra causa importante da insuficiência cardíaca é a doença de Chagas, transmitida pelo protozoário Trypanosoma cruzi por meio do inseto conhecido popularmente como barbeiro. Se não tratada, ela pode provocar complicações graves no coração e no sistema digestivo. Necessidade de tratamento A insuficiência cardíaca apresenta elevada mortalidade, podendo superar a de alguns tipos de câncer. O tratamento adequado ajuda a retardar a progressão da doença, tornando o diagnóstico precoce um dos principais aliados para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Antônio reconhece que demorou a procurar atendimento médico, o que pode ter contribuído para o agravamento do quadro. "Eu sempre esperava que a minha condição piorasse mais antes de ir ao médico, então, quando percebia, já estava muito mal", comenta. A chefe da Cardiologia do HBDF, Gabriela Thevenard, destaca que a busca por atendimento médico e a realização de exames simples de rastreio, como o eletrocardiograma, podem fazer toda a diferença. "Existem opções de tratamentos avançados disponíveis para os pacientes em casos mais graves, como o transplante cardíaco. É uma doença extremamente grave e exige atenção, pois não pode ser subestimada" Gabriela Thevenard, chefe da Cardiologia do HBDF "Existem opções de tratamentos avançados disponíveis para os pacientes em casos mais graves, como o transplante cardíaco. É uma doença extremamente grave e exige atenção, pois não pode ser subestimada", completa. O HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), realiza, em média, 50 atendimentos especializados em insuficiência cardíaca por semana. Em caso de sintomas, a recomendação é procurar uma unidade básica de saúde (UBS) quando o quadro for crônico, ou uma unidade de pronto atendimento (UPA), em situações agudas. O paciente será avaliado e, se necessário, encaminhado para atendimento especializado.   *Com informações do IgesDF

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Delegação da Etiópia visita rede pública de saúde do DF

Representantes do Ministério da Saúde da Etiópia e de instituições parceiras estiveram no Distrito Federal para uma visita às unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). O encontro focou a troca experiências entre os dois países e apresentou práticas adotadas no Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o debate sobre estratégias de gestão, financiamento e organização dos serviços de saúde. Nesta quarta-feira (24), a delegação visitou a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul para conhecer de perto o funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF. A programação incluiu a observação das rotinas de atendimento e a apresentação da estrutura responsável por organizar o acesso da população aos serviços da rede pública na capital. “É um privilégio mostrar como funcionam as nossas ações de promoção da saúde e prevenção de doenças. Essa troca é muito rica e pode contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde dos dois países”, afirma o coordenador de APS da SES-DF, Afonso Mendes. A delegação visitou a Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 da Asa Sul para conhecer de perto o funcionamento da Atenção Primária à Saúde (APS) do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF   Em busca de exemplos A missão internacional busca promover o intercâmbio técnico sobre temas essenciais para os sistemas públicos de saúde. Entre os assuntos debatidos estão Estratégia Saúde da Família, governança descentralizada e tripartite do SUS, financiamento baseado em desempenho e qualificação da força de trabalho, entre outros.  A visita ocorre em um momento em que a Etiópia deseja aperfeiçoar seu sistema de saúde por meio de uma reforma sanitária. Nesse contexto, o país tem analisado experiências internacionais consideradas referências na área e identificou no SUS exemplos que podem auxiliar na construção de políticas voltadas à ampliação do acesso e à melhoria do cuidado oferecido à população.  “É um privilégio mostrar como funcionam as nossas ações de promoção da saúde e prevenção de doenças. Essa troca é muito rica e pode contribuir para o fortalecimento dos sistemas de saúde dos dois países” Afonso Mendes, coordenador de Atenção Primária à Saúde Para o assessor técnico da Secretaria de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Danylo Vilaça, o intercâmbio beneficia não apenas a Etiópia, mas também fortalece a cooperação entre os países. “Depois da pandemia, ficou evidente a importância de sistemas universais de saúde capazes de promover vacinação, prevenção e atendimento integral. Compartilhar experiências acumuladas ao longo de mais de 30 anos do SUS contribui para que outros países fortaleçam seus sistemas e para que possamos enfrentar juntos desafios que são globais”, avalia.   * Com informações da SES/DF

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Centro Pop Taguatinga ganha horta medicinal comunitária

O Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro Pop) de Taguatinga vai realizar, na manhã desta sexta-feira (26), das 9h às 15h, a implantação de uma horta agroflorestal de plantas medicinais em parceria com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O objetivo é fortalecer vínculos sociais e comunitários de pessoas em situação de rua, promovendo autonomia, pertencimento e autoestima entre o público. “Já temos um projeto semelhante desenvolvido com sucesso no Centro de Referência de Assistência Social [Creas] de Ceilândia. Agora, sua expansão reflete os esforços do Governo do Distrito Federal para fortalecer direitos básicos à população em situação de rua”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A pasta é a responsável pela gestão dos centros Pop e outras unidades públicas de assistência social do DF. “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social   “A assistência social vai além da concessão de benefícios. Nosso intuito é promover, também, a segurança alimentar e nutricional, além de promover o sentimento de pertencimento familiar e comunitário para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social”, acrescentou. A Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos integra as Práticas Integrativas em Saúde da Secretaria de Saúde do DF, promovendo saúde, agroecologia e agricultura comunitária. O projeto é implementado em unidades básicas de saúde e outros órgãos do GDF. [LEIA_TAMBEM] Serviço Implantação da Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos no Centro Pop de Taguatinga Horário: 9h às 15h Endereço: QNF 24 A/E nº 02 Mód. A – Taguatinga Norte   *Com informações da Sedes/DF

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Controle da asma vai além da medicação e começa dentro de casa

Assim que as temperaturas começam a cair, e o ar fica mais seco, Adelma Pereira da Silva já sabe que precisa redobrar os cuidados. Asmática desde a infância, ela convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada. A experiência da paciente reflete a realidade de milhões de brasileiros e reforça o alerta do Dia Nacional de Controle da Asma, celebrado neste domingo (21). A asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no mundo e afeta cerca de 10% da população. Embora não tenha cura, pode ser controlada com tratamento adequado, permitindo que os pacientes tenham qualidade de vida e mantenham suas atividades normalmente. A pneumologista Nancilene Melo, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), explica que o acompanhamento correto faz toda a diferença. Adelma Pereira da Silva é asmática desde a infância e convive com falta de ar, crises respiratórias e noites difíceis quando a doença não está controlada | Foto:  Divulgação IgesDF “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte”, alerta. Entre os sintomas mais comuns da doença estão falta de ar, chiado no peito, sensação de aperto no tórax e respiração curta e acelerada. Segundo a especialista, fatores como mudanças climáticas, poeira, mofo, ácaros, fumaça e odores fortes podem desencadear ou agravar as crises. “Assim que esfria, a respiração piora muito. Quando estou usando a medicação corretamente, o impacto é menor, mas mesmo assim procuro evitar sair de casa nessas épocas”, relata Adelma. “Quando tratada corretamente, a asma costuma ser uma doença tranquila e a pessoa pode levar uma vida completamente normal. Sem acompanhamento, porém, o processo inflamatório pode evoluir para quadros graves e até levar à morte” Nancilene Melo, pneumologista Como evitar as crises De acordo com Nancilene Melo, o tratamento inclui o uso regular de medicamentos inalatórios à base de corticoides, muitas vezes associados a broncodilatadores, que atuam diretamente no controle da inflamação e ajudam a prevenir agravamentos. Além da adesão ao tratamento medicamentoso, a médica destaca que o controle do ambiente é fundamental para evitar crises. “Não adianta tomar todos os medicamentos corretamente e conviver diariamente com mofo ou outras fontes de irritação respiratória. O tratamento e os cuidados com o ambiente precisam caminhar juntos”, afirma. Na rotina de Adelma, a limpeza da casa é uma das principais estratégias para reduzir os sintomas. “Preciso tirar a poeira e limpar as superfícies todos os dias. Troco a roupa de cama a cada três dias, mesmo quando não está suja, e ainda assim as crises costumam ser mais intensas durante a noite. Eu preciso dormir usando oxigênio”, conta. Entre as orientações dos especialistas para manter a doença sob controle estão: Utilizar a medicação conforme prescrição médica; Evitar contato com poeira, mofo e ácaros; Manter os ambientes limpos e ventilados; Não fumar e evitar exposição à fumaça; Realizar acompanhamento médico regular; Evitar o contato com produtos e odores que provoquem irritação respiratória. [LEIA_TAMBEM]Referência para casos de difícil controle O Hospital de Base oferece atendimento especializado para pacientes com asma de difícil controle. Essa classificação é destinada aos casos em que a doença permanece sem controle mesmo após o uso correto das medicações e a adoção das medidas recomendadas para reduzir os fatores de risco ambientais. “São situações em que, mesmo com ajustes no tratamento e aumento das doses dos medicamentos, ainda não se obtém um controle satisfatório da doença”, explica a pneumologista. Adelma está entre os pacientes acompanhados pelo serviço especializado do HBDF. Além dos medicamentos utilizados diariamente em casa, ela recebe mensalmente aplicações de medicamentos específicos para auxiliar no controle da doença. Atualmente, o Distrito Federal conta com cerca de 27 centros de referência para atendimento de pessoas com asma, distribuídos entre hospitais regionais e unidades de saúde. Esses serviços oferecem diagnóstico, acompanhamento especializado e acesso à medicação. Para ingressar na rede de atendimento, a porta de entrada é a Unidade Básica de Saúde (UBS), responsável pela avaliação inicial e pelo encaminhamento dos pacientes quando necessário. Para Adelma, o tratamento adequado representa muito mais do que o controle dos sintomas: significa qualidade de vida. “Sem os remédios é um sofrimento muito grande, fica difícil viver. Quando consigo seguir o tratamento completo, até o som da minha respiração melhora”, comemora. *Com informações do IgesDF

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Copa do Mundo leva futebol e integração a pacientes da orientação médico-psicopedagógica

Bola rolando, torcida animada e muita diversão. Nesta quinta-feira (18), o Centro de Orientação Médico-psicopedagógica (Compp) promoveu uma atividade lúdica, acolhedora e significativa para os pacientes e familiares: a Copa do Mundo do Compp.  Durante todo o dia, crianças, profissionais e familiares participaram de partidas de futebol, pintura de rosto, troca de figurinhas, entre outras atividades recreativas. Além de fortalecer o vínculo entre os participantes, o evento teve como objetivo promover a prática de atividades físicas; estimular a interação social; fortalecer a autoestima, autonomia e confiança das crianças; proporcionar experiências positivas; favorecer a participação das famílias em atividades de integração; e celebrar as conquistas individuais e coletivas dos participantes. Durante todo dia, crianças, profissionais e familiares participaram de partidas de futebol, pintura de rosto, troca de figurinhas, entre outras atividades recreativas | Fotos: Divulgação SES/DF Para tornar o momento ainda mais memorável, o evento contou com a presença do ex-atleta da Seleção Brasileira de Futebol, Washington "Coração Valente", que participou das atividades e interagiu com as crianças. “Esse evento é importante, principalmente, para a socialização. Atendemos crianças com transtornos mentais com sofrimento psíquico moderado que precisam deste momento para interação" Simone Achwartz, gerente do Compp   Habilidades sociais Segundo a gerente do Compp, Simone Schwartz, ações como essa contribuem diretamente para o desenvolvimento das habilidades sociais dos pacientes atendidos na unidade.“Esse evento é importante, principalmente, para a socialização. Atendemos crianças com transtornos mentais com sofrimento psíquico moderado que precisam deste momento para interação. Há muitas crianças que jamais brincam em conjunto e, com essa atividade, eles podem sair um pouco, além de promover a integração entre a família e os pacientes”, destacou. Além do aspecto recreativo, a atividade favorece o desenvolvimento de habilidades motoras e socioemocionais, os laços familiares, a ampliação do sentimento de pertencimento e valorização pessoal, além de contribuir para a promoção da saúde e da qualidade de vida das crianças. Leudimar Salazar, 43 anos, viu no filho, Luis Eduardo Salazar, 8 anos, os benefícios da atividade coletiva. “É um evento muito importante para crianças. Meu filho gostou muito e isso agrega muito na vida dele, porque ele nunca teve contato com futebol com outras crianças, não conseguia chutar nem nada”, declarou. Além do aspecto recreativo, a atividade favorece o desenvolvimento de habilidades motoras e socioemocionais, os laços familiares, a ampliação do sentimento de pertencimento e valorização pessoal [LEIA_TAMBEM] Serviço O Compp oferece atendimento ambulatorial a crianças de 0 a 10 anos com transtornos mentais com sofrimento psíquico moderado de todo o DF. O acesso ao serviço ocorre por meio de encaminhamento da Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do usuário, via Sistema de Regulação. A equipe da unidade é formada por profissionais de diversas áreas que atuam de forma integrada no cuidado dos pequenos, como médico psiquiatra, pediatra, enfermeiro, técnico de enfermagem, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, nutricionista, psicólogos e assistente social.   *Com informações da SES/DF

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Vacina pneumocócica 20 está disponível em todas as UBSs do DF

A partir desta quarta-feira (17), famílias do Distrito Federal já podem encontrar a vacina pneumocócica 20 (VPC20) em todas as unidades básicas de saúde (UBSs). O novo imunizante amplia a proteção contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, sendo mais abrangente do que as formulações anteriores. Crianças menores de 4 anos de idade constituem o grupo prioritário da vacinação de rotina; meta é imunizar 95% dessa população. Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF "Estamos saindo de uma vacina que protege contra dez sorotipos e indo para outra que dobra esse número" Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde "Estamos saindo de uma vacina que protege contra dez sorotipos e indo para outra que dobra esse número", destaca a gerente da Rede de Frio Central da Secretaria de Saúde (SES-DF), Tereza Luiza Pereira. Na rede privada, o custo desse imunobiológico ultrapassa R$ 500. Para garantir uma transição gradual, a VCP20 será administrada em conjunto com os imunizantes atualmente utilizados, enquanto houver estoque, de acordo com esquema vacinal específico. Crianças que já receberam a pneumocócica 10 (duas doses e mais outra de reforço) não deverão tomar vacinas adicionais.   No DF, as 66,5 mil crianças menores de 4 anos constituem o grupo prioritário da vacinação de rotina. A meta é imunizar 95% dessa população.  Ocorrências relacionadas a doenças pneumocócicas figuram entre as principais causas de internação e óbito infantil evitáveis por vacinação | Foto: Arquivo/ Agência Saúde DF Grave problema de saúde pública  [LEIA_TAMBEM]As doenças pneumocócicas representam um grave problema de saúde pública, sendo responsáveis por pneumonias, meningites e otites de alta mortalidade em crianças pequenas. Essas ocorrências figuram entre as principais causas de internação e óbito infantil evitáveis por imunização. "Nesse cenário, a novidade no Programa Nacional de Imunizações (PNI) aparece como um grande avanço para a proteção da população, especialmente, das crianças", afirma Pereira.  Durante o atendimento nas UBSs, é importante apresentar a caderneta de vacinação e um documento de identidade válido e com foto. A lista dos locais de atendimento está disponível no site da SES-DF. *Com informações da SES-DF 

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GDF participa de trabalho integrado para aumentar índice de vacinação

Em evento sobre a recuperação das coberturas vacinais no Brasil, realizado nesta terça-feira (16), o secretário de Saúde do Distrito Federal, Juracy Lacerda, destacou a importância da atuação conjunta e tripartite (União, estados e municípios) para impedir a volta de doenças aos territórios.  "Quando temos a diminuição da cobertura vacinal, temos também a quebra de diversas barreiras protetivas que foram construídas há décadas. Assim, precisamos voltar a nos preocupar com enfermidades que deixaram de representar riscos à saúde populacional", afirmou o titular da pasta.  A II Mostra de Experiências Exitosas da Gestão Estadual do SUS para Recuperação das Coberturas Vacinais ocorreu na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). O encontro reuniu gestores, especialistas e representantes de instituições ligadas ao setor para discutir estratégias de fortalecimento da imunização no país. II Mostra de Experiências Exitosas da Gestão Estadual do SUS para Recuperação das Coberturas Vacinais ocorreu na sede da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) | Foto: Divulgação SES/DF   A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (MS), Mariângela Galvão, endossou o trabalho coletivo. “O fortalecimento da imunização só pode ser fruto de uma atuação integrada, feita por todo o Sistema Único de Saúde (SUS), que tem trabalhado continuamente." Troca de experiências Organizada pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), a mostra buscou propiciar debates e troca de soluções entre as secretarias estaduais. As experiências bem-sucedidas abordaram pontos como: apoio técnico aos municípios e ações de educação permanente; ações para facilitar o acesso às vacinas; campanhas de comunicação e ações de enfrentamento da desinformação; e integração de dados. Tema central do encontro, a atuação da Atenção Primária à Saúde (APS) mostrou-se indispensável para o alcance da cobertura vacinal. “Falar de recuperação da imunização é, também, falar do fortalecimento da APS, de acolher e oferecer acesso", afirmou o diretor de Saúde da Família do MS, José Eudes Barroso. Representada principalmente pelas unidades básicas de saúde (UBSs), a APS foi apontada como fundamental para garantir acesso à vacinação e estreitar o vínculo com as comunidades.  “Esse evento é importante para destacar o papel essencial que o SUS tem no programa de imunização, principalmente pela capilaridade da atenção primária. As experiências comprovam essa capacidade de atuação”, argumentou a representante-adjunta da Opas, Elisa Prieto. [LEIA_TAMBEM] Desafios Embora mostre avanços, as ações de proteção ainda enfrentam desafios. Especialistas alertaram sobre a desinformação e as dificuldades de acesso aos serviços de saúde.  Para a representante do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Kandice Falcão, presenciar o que tem sido feito pelo Brasil permite pensar em estratégias para enfrentar os desafios. “Quanto compartilhamos experiências, multiplicamos os resultados. Vivenciamos a capacidade de mobilização que o SUS tem.”   *Com informações da SES/DF

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Gripe ou covid-19? Saiba quando procurar atendimento ao identificar sintomas

O clima muda, as noites ficam mais frias e a frequência de espirros, tosses e narizes escorrendo aumenta. Esse período de sazonalidade de doenças respiratórias facilita a transmissão de vírus, especialmente os da gripe e da covid-19. As duas condições apresentam sintomas bem semelhantes. Então, quando buscar ajuda médica?  Idosos podem tomar as vacinas contra a gripe e a covid-19 em uma Unidade Básica de Saúde (UBS) | Fotos: Divulgação/SES-DF “Se a pessoa estiver com sinais respiratórios leves — como dor de cabeça, coriza, tosse, dor na garganta, moleza —, o ponto de atendimento são as unidades básicas de saúde” Camila Damasceno, referência técnica distrital de Família e Comunidade da Secretaria de Saúde “Não é possível, apenas pelos sintomas, diferenciar essas enfermidades, pois podem apresentar, igualmente, quadros de tosse, coriza, febre, dor de cabeça e dor no corpo. O distúrbio olfativo [não sentir cheiros], por exemplo, não é exclusivo da covid-19, apesar de levantar um pouco mais de suspeita”, explica a referência técnica distrital (RTD) de Família e Comunidade da Secretaria de Saúde (SES-DF), Camila Damasceno. Na busca pela assistência, a orientação é procurar os locais conforme a gravidade dos casos. “Se a pessoa estiver com sinais respiratórios leves — como dor de cabeça, coriza, tosse, dor na garganta, moleza —, o ponto de atendimento são as unidades básicas de saúde (UBSs)”, orienta Camila. Casos graves, por sua vez, exigem assistência imediata em unidades de urgência e emergência. Os sintomas que merecem maior atenção são: febre por mais de 72 horas seguidas ou mesmo febre alta, acima de 39,5 graus ou 40 graus, que não diminui com remédio; dificuldade para respirar ou respiração acelerada; sensação de desmaio; e pressão no peito.  Uso de máscara protege a pessoa de infecção pelos vírus da gripe e da covid-19 e também evita a transmissão  Medidas que ajudam na prevenção Enquanto a gripe é causada pelo vírus influenza, a covid-19 provém do coronavírus SARS-CoV-2. Embora tenham vetores distintos, ambas têm alto potencial de contágio e mutação, podendo causar quadros leves ou evoluir para formas graves, especialmente em pessoas mais vulneráveis, como crianças e idosos. Por serem doenças virais, o tratamento de ambas é voltado para o alívio dos sintomas até que o organismo elimine o vírus. Entre os medicamentos mais utilizados estão antitérmicos, analgésicos e anti-inflamatórios, sempre com orientação profissional. Nos casos leves, a recomendação é manter repouso, hidratação adequada e alimentação equilibrada. O isolamento também é importante para evitar a transmissão. Outras medidas que ajudam na prevenção incluem ventilar os ambientes, higienizar frequentemente as mãos, evitar aglomerações e manter a vacinação em dia.  Por que é tão importante tomar a vacina [LEIA_TAMBEM]Não importa se é gripe ou covid-19, a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção nos dois casos. "A dose contra a influenza é atualizada anualmente. Isso porque as cepas da doença também sofrem alterações de um ano para o outro", detalha Damasceno. “Vale lembrar que a vacina da gripe protege a pessoa dos casos graves, hospitalizações e óbitos”. Segundo ela, os imunizantes não impedem que o indivíduo contraia o vírus; mas são essenciais para evitar o agravamento dos casos, hospitalizações e óbitos. Essa proteção vale, especialmente, para grupos de risco, como idosos, doentes crônicos, crianças menores de cinco anos, gestantes, puérperas, profissionais de saúde e educação. A médica também destaca que a covid-19 segue circulando entre a população. “O coronavírus não foi embora nem vai, infelizmente. É uma infecção que vai continuar presente, como já acontece com a influenza e o VSR [vírus sincicial respiratório] — virose respiratória que pode acometer pessoas de todas as faixas etárias”, avalia.  *Com informações da SES-DF 

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GDF autoriza construção da primeira UBS de Arniqueira, orçada em R$ 12 milhões

A comunidade de Arniqueira está prestes a receber um dos equipamentos públicos mais esperados desde a criação da 33ª Região Administrativa: a sua primeira Unidade Básica de Saúde (UBS). O Governo do Distrito Federal anunciou oficialmente a construção da UBS Tipo II, um modelo mais completo e estruturado, capaz de ampliar o atendimento à população e fortalecer a atenção primária em saúde — porta de entrada de milhares de famílias no Sistema Único de Saúde (SUS). A obra será executada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com investimento de aproximadamente R$ 12 milhões, valor disponibilizado por meio de recursos da Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). O convênio que autoriza o início das etapas de contratação foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta segunda-feira (1º), selando o compromisso do GDF com a expansão dos serviços públicos em Arniqueira. Telma Rufino, administradora regional da cidade, destacou que a construção da UBS representa uma das maiores conquistas de sua gestão. “O Papai Noel chegou mais cedo este ano e trouxe um presente gigantesco para toda a nossa comunidade. Esta Unidade Básica de Saúde vai atender a todos, sem distinção, e melhorar profundamente a vida das famílias de Arniqueira. Investir em saúde é investir no dia a dia do cidadão. Iniciamos o mês natalino com um presente de grandeza ímpar. Agradeço imensamente ao governador Ibaneis Rocha por tornar esse sonho possível”, ressaltou. Arniqueira ganhará sua primeira Unidade Básica de Saúde, no valor de aproximadamente R$ 12 milhões | Imagens: SES-DF Mais estrutura e serviços A futura UBS de Arniqueira será do tipo II, considerada uma categoria intermediária e adequada a regiões com grande densidade populacional. Essa tipologia oferece estrutura mais ampla, permitindo abrigar duas ou mais equipes de Saúde da Família, além de equipes multiprofissionais com atuação nas áreas de enfermagem, assistência social, odontologia, nutrição, psicologia, farmácia e outras especialidades ligadas à atenção primária. [LEIA_TAMBEM]O presidente da Novacap, Fernando Leite, destacou a importância da nova unidade de saúde para Arniqueira e o valor histórico dessa entrega para a cidade. “A implantação da UBS Tipo II em Arniqueira representa um avanço significativo para a região e conta com a participação da Novacap, em convênio com a Terracap e a Secretaria de Saúde. Por ser uma unidade de porte Tipo II, poderá operar com duas equipes de Atenção Básica, ampliando a capacidade de atendimento à população. Ficamos muito felizes em contribuir com esse projeto, que aproxima os serviços de saúde da comunidade e fortalece uma rede mais eficiente e humanizada no Distrito Federal.” A nova unidade contará com dezenas de consultórios, salas de procedimentos, sala de observação, farmácia, espaços administrativos, área de acolhimento e salas destinadas ao atendimento continuado. Trata-se de uma estrutura pensada para atender de maneira integral às necessidades dos moradores, garantindo qualidade, resolutividade e prevenção. Localização e início das obras A UBS terá cerca de 1,4 mil m² de área coberta e ficará instalada em parte do terreno onde funcionava a antiga sede da Administração Regional de Arniqueira, com área total de 5,8 mil m². A escolha do local se deu pela acessibilidade e pela capacidade de atender, com eficiência, a população distribuída entre o Areal, ADE, SHA e condomínios adjacentes. A nova UBS ficará instalada em parte do terreno onde funcionava a antiga sede da Administração Regional de Arniqueira O próximo passo será a abertura do processo licitatório conduzido pela Novacap, que definirá a empresa responsável pela construção. A previsão é que as obras tenham início no primeiro semestre de 2026. O prazo estimado para conclusão é de 24 meses, permitindo que a unidade seja inaugurada no início de 2028, caso não haja imprevistos. Um avanço histórico para a região A construção da UBS representa um marco histórico para Arniqueira, que há anos demanda uma estrutura pública de saúde adequada ao seu crescimento populacional. Atualmente, grande parte dos moradores precisa se deslocar para outras regiões administrativas para receber atendimento básico, o que sobrecarrega outras unidades e aumenta o tempo de espera por serviços essenciais. Com a chegada da UBS Tipo II, Arniqueira passará a contar com um equipamento moderno, confortável e acessível — oferecendo condições dignas para o atendimento de crianças, adultos, idosos e famílias que dependem diretamente da rede pública. A nova unidade também será fundamental para ações preventivas, vacinação, acompanhamento de gestantes, vários tipos de programas, além de cuidados continuados e atividades de promoção da saúde. A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal com o fortalecimento da atenção primária e com a melhoria contínua da infraestrutura pública, garantindo que Arniqueira avance em qualidade de vida com saúde, proteção social e mais dignidade e conforto para seus moradores. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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UBS, UPA ou hospital: Saiba quando procurar cada uma dessas unidades

No Distrito Federal, a rede pública de saúde é organizada para garantir que cada pessoa receba o atendimento certo, no lugar certo e na hora certa. Por isso, é muito importante que a população saiba a diferença entre as unidades básicas de saúde (UBSs), as unidades de pronto atendimento (UPAs) e os hospitais. Para celebrar o Dia Nacional da Saúde, em 5 de agosto, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF) e a Secretaria de Saúde (SES-DF) se juntaram para esclarecer esse caminho e ajudar as pessoas a usarem melhor os serviços disponíveis. As 176 UBSs do DF são a porta de entrada do cidadão no sistema público de saúde, com prevenção e atendimentos sem urgência | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Atualmente, na rede de saúde pública do DF, existem 16 hospitais no âmbito do SUS: são 11 hospitais regionais e cinco unidades de referência distrital. Há 176 UBSs e o número de UPAs subiu para 13 unidades, atendendo 24 horas, com infraestrutura para urgências e emergências — outras sete estão em construção. Segundo o coordenador da Atenção Primária da SES-DF, Fernando Erick, as UBSs são a porta de entrada do sistema. É nelas que o cuidado começa, com ações de prevenção, promoção da saúde, controle de doenças crônicas e atendimento a casos que não são urgentes. Esse é o nível que organiza toda a rede de atendimento. As UBSs funcionam com equipes da Estratégia Saúde da Família, que atuam em áreas específicas. Pelo portal InfoSaúde DF, dá para saber qual UBS atende sua região e acessar serviços como pré-natal, vacinação, controle de pressão alta e diabetes, entre outros cuidados que acompanham a pessoa ao longo da vida. “Investir na atenção primária é essencial para que o SUS funcione melhor e responda ao que a população realmente precisa”, destaca Fernando Erick. Quando procurar a UPA As UPAs atendem urgências e emergências de média gravidade e oferecem exames laboratoriais, raio-x, remédios e acompanhamento clínico | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Se a situação precisa de atenção rápida, como febre alta que não passa, dor forte ou dificuldade para respirar, o melhor é ir a uma UPA 24 horas, explica a superintendente substituta das UPAs no DF, Marina Santos. As unidades atendem urgências e emergências de média gravidade. Elas têm exames laboratoriais, raio-x, remédios e acompanhamento clínico. Quando preciso, estabilizam o paciente e encaminham para algum hospital com segurança. Marina lembra que ainda há dúvida sobre o que é emergência. A UPA não substitui o hospital, mas ajuda a evitar que o hospital fique cheio de casos que podem ser resolvidos ali. Casos de cortes leves, infecções e picos de pressão alta podem ser tratados na Unidade de Pronto Atendimento. “Ao chegar, o paciente passa pela classificação de risco. Assim, os mais graves são atendidos primeiro”, afirma. Hospitais: casos graves e tratamentos complexos Hospitais cuidam de casos de alta complexidade, como infarto, AVC, traumas graves, cirurgias, internações e exames avançados | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Quando a situação é mais séria, entram os hospitais. O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, explica que eles cuidam de casos de alta complexidade, como infarto, AVC, traumas graves, cirurgias, internações e exames avançados. Se o problema não for grave, a pessoa pode ser encaminhada a outro serviço da rede. O encaminhamento entre os níveis é organizado pelo Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde, que usa critérios clínicos para garantir que os leitos dos hospitais sejam usados por quem realmente precisa, otimizando os recursos e melhorando o atendimento. [LEIA_TAMBEM]Os hospitais contam com tecnologia moderna e equipes multidisciplinares. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), são feitos procedimentos de alta complexidade, como cirurgias especializadas, incluindo cirurgias bucomaxilofaciais, atendimento a vítimas de acidentes graves, além de exames avançados, como tomografia e endoscopia. O HBDF é referência em transplantes de rim e córnea, e está implantando o transplante de medula óssea. Já o HRSM é destaque no atendimento a partos de alto risco. Fazer a escolha certa faz toda a diferença Allan Montalvão, 27 anos, usa a rede pública do DF e já passou por todas as etapas do sistema. Ele conta que, uma vez, foi direto ao hospital por uma dor no estômago, mas descobriu que poderia ter resolvido o problema na UPA. “A gente fica com medo e acaba indo direto para o hospital, mas lá me explicaram que é melhor procurar a UPA primeiro e só ir ao hospital se for algo realmente grave”, diz. Casos como o de Allan mostram como é importante a população entender como funciona a rede pública. Usar o serviço certo evita que os hospitais fiquem lotados, garantindo que quem está mais grave receba atendimento rápido. Também ajuda a aproveitar melhor os recursos públicos e a melhorar a qualidade do atendimento. Neste Dia Nacional da Saúde, IgesDF e SES-DF reafirmam o compromisso com a educação em saúde e o fortalecimento do SUS no DF. Uma população bem informada ajuda a tornar o sistema mais rápido, eficiente e humano. “Cada um de nós tem um papel nessa construção”, finaliza o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. *Com informações do IgesDF e da SES-DF

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Construção de paradas de ônibus e calçadas reforça infraestrutura para mais qualidade de vida em Água Quente

“Agora está tudo se encaminhando, temos um belo futuro aqui.” Essas são as palavras do empresário Naldo Pereira, morador de Água Quente, uma das mais novas regiões administrativas do DF, junto ao Arapoanga, ambas criadas em dezembro de 2022. Naldo se diz satisfeito com as obras que este Governo do Distrito Federal (GDF) vem realizando para melhorar a qualidade de vida na região. Novas paradas de ônibus oferecem mais conforto a usuários de transporte coletivo na região de Água Quente | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Às margens da DF-280, o governo implantou 2,8 km de calçadas compartilhadas com meios-fios. Os novos passeios receberam investimento de R$ 1 milhão, fruto de emenda parlamentar do deputado distrital Jorge Vianna. A obra foi executada pela Administração Regional de Água Quente em parceria com o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF). Os órgãos também atuaram juntos na aplicação de uma camada de material asfáltico para facilitar a locomoção e a segurança de pedestres e ciclistas na área comercial. Segundo a Administração Regional de Água Quente, a ação demandou 15 dias de trabalho intenso, tempo durante o qual foram utilizados 11 caminhões de fresado (pavimento asfáltico) e 14 toneladas de areia para garantir mais segurança e melhores condições para quem passa e trabalha no local. Além disso, a região ganhou 20 novas paradas de ônibus, instaladas pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF). O serviço visa a dar mais conforto aos usuários do transporte público. ‘Uma cidade de verdade’ "A gente tem se beneficiado dessa transformação", afirma Gilvan Oliveira da Silva O serralheiro Gilvan Oliveira da Silva diz que tem se beneficiado das obras de várias maneiras. “Sou motorista e uso o asfalto, sou ciclista e pedestre e uso essas calçadas. Tem ficado muito bom. [Água Quente] virou realmente uma cidade. Uma cidade de verdade. Antigamente a gente percebia um pouco de abandono, né? Mas logo após a administração ter chegado, eu já percebi de imediato que começaram as melhorias. E a gente tem se beneficiado dessa transformação”, comenta. Silva também afirma que o transporte público melhorou na cidade. “Agora tem bastante ônibus. Eu mesmo vou agora para a parada e pegar meu ônibus. Antes, o que que acontecia? A gente teria aqui duas opções, ou pedir um carro de aplicativo ou ir até a BR para pegar um ônibus”, exemplifica. Uma das mais novas regiões administrativas do DF recebe obras de infraestrutura O motorista de aplicativo Damião Alexandre de Araújo comemora as melhorias. Ele lembra que a população ficava debaixo de sol ou de chuva esperando o transporte público. “Hoje em dia já estão conseguindo ficar no abrigo”, observa. [LEIA_TAMBEM]Para ele, a chegada de equipamentos públicos também vai ajudar as famílias mais necessitadas. Araújo cita, por exemplo, o Restaurante Comunitário, um dos espaços previstos para serem construídos na região administrativa. “Vai ter alimentação próxima, um custo-benefício bem mais em conta, do que muitas vezes até o de fazer a comida dentro de casa. É mais fácil comprar ali do que fazer. E também tem a questão do posto policial que está chegando. Com os postos policiais vamos ter mais segurança e atendimento mais rápido”, prevê. Equipamentos públicos Além das melhorias em infraestrutura, o GDF está investindo R$ 60 milhões na construção de um centro administrativo que contará com equipamentos públicos, como uma unidade de pronto atendimento (UPA), uma unidade básica de saúde (UBS), três escolas, um batalhão da Polícia Militar, um Restaurante Comunitário, um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) e uma rodoviária. “Antes, tudo que precisávamos resolver, tínhamos que ir até o Recanto das Emas. Eram muito difíceis as coisas aqui. A questão da saúde, por exemplo: a gente tinha que se deslocar para Brasília, para outros cantos”, relata o empresário Naldo Pereira. A área onde será construída a UPA já foi cercada com início da fixação das estruturas para a base do prédio. A região também recebeu investimentos em outras áreas, como em iluminação pública, com a troca de lâmpadas de vapor de sódio por luminárias de LED. De olho no público do novo centro de saúde, Pereira está construindo uma farmácia ao lado da obra. “Acho que é uma boa oportunidade. A hora de investir é agora. Minha dica é investir aqui, porque vai valer a pena”, afirma.

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Dia Mundial sem Tabaco destaca vitórias de quem superou o vício

"Nunca é tarde para deixar de fumar". A dica é do aposentado Jalvo da Silva, 69 anos, que, em 2022, interrompeu o hábito que cultivou por 51 anos. Atualmente é frequentador do grupo de antitabagismo da Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Sobradinho, onde serve de inspiração para quem está no início do desafio. "Sempre que posso, participo das reuniões aqui, porque tenho uma ligação emocional", conta. Seu sucesso é um exemplo a ser destacado neste dia 31 de maio, Dia Mundial sem Tabaco. Secretaria de Saúde tem mais de 80 unidades com grupos de acolhimento a pessoas que tentam largar o cigarro, como a UBS 2 de Sobradinho | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Professor por anos, Jalvo fala como quem prepara alunos para uma grande prova. Felizmente, nesta turma, todos os colegas prestam atenção. Carlos Lessa, 68 anos, absorve cada conselho com a certeza de que enfrenta uma verdadeira batalha. "Para mim tem sido muito difícil. A vontade está sempre lá, pois a dependência química é muito grave", destaca.  Já José Albuquerque, 73 anos, comemora quatro meses longe do cigarro, mesmo período em que começou a frequentar as atividades coletivas na UBS 2 de Sobradinho. "Ajuda muito estar aqui, porque você escuta um falar, escuta o outro, vai observando e põe na sua cabeça que tem que parar", explica.  O professor aposentado Jalvo da Silva parou de fumar há três anos, mas continua a participar dos encontros na UBS 2 de Sobradinho para dar força aos colegas A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) presta os atendimentos em 84 unidades. O Programa de Controle do Tabagismo na capital segue orientação da coordenação nacional do Ministério da Saúde com foco em ações educativas. Os pacientes são avaliados por equipes multiprofissionais, podendo ser encaminhados a tratamentos de condições específicas e convidados a participarem dos grupos.  "A participação nas atividades é a parte cognitivo-comportamental do tratamento. Um espaço coletivo e seguro, onde cada um fala de suas dificuldades, derrotas e sucessos", diz a facilitadora do grupo de tabagismo da UBS 2 de Sobradinho, Fabrícia Paola Ribeiro.  Desafio é conscientizar os jovens No DF, dados de 2023 apontam que 8,4% dos adultos eram fumantes. Desse total, o hábito é maior entre os homens Um dos principais desafios do Programa de Controle de Tabagismo da SES-DF é alcançar o público jovem. "Estamos tentando prevenir o uso precoce, para que crianças e adolescentes nem cheguem a ter a primeira experiência. O cigarro eletrônico e o narguilé, por exemplo, são muito comuns nesses círculos", afirma Ribeiro. [LEIA_TAMBEM]No Brasil, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas e Agravos Não Transmissíveis 2022-2030 informa que o percentual de fumantes no País em 2019 era de 9,8% da população. Quatro anos depois, esse índice figurava em 9,3%. A expectativa é reduzir para 5,9% até 2030. No DF, dados de 2023 apontam que 8,4% dos adultos eram fumantes. Desse total, o hábito é maior entre os homens (10,7%); entre as mulheres o percentual é de 6,4%.  O coordenador do Programa Nacional de Controle do Tabagismo em Brasília, Saulo Viana, lembra que, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o tabaco é uma das maiores ameaças à saúde pública global e a principal causa de morte evitável no mundo.  "O tabagismo e a exposição passiva são importantes fatores de risco para o desenvolvimento de uma série de doenças crônicas, tais como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares", elenca Saulo. *Com informações da SES-DF 

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Influenza: vacinação contra gripe começa no DF

Esta semana marca o início da vacinação contra a gripe no Distrito Federal. São mais de 100 salas abastecidas com o imunizante em diversas unidades básicas de saúde (UBSs). Ao todo, mais de 1,2 milhão de pessoas estão aptas para tomar a dose. Idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes públicas e privadas estão entre os grupos prioritários para a vacinação contra a influenza | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “A vacinação é a nossa principal ferramenta para diminuir complicações graves e internações causadas pela influenza. É fundamental que pessoas dos grupos prioritários busquem uma UBS. A imunização é um ato de cuidado consigo mesmo e com o outro”, reforça o secretário de Saúde, Juracy Lacerda Cavalcante Júnior. Dentre os grupos prioritários, estão idosos com 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos e 11 meses, gestantes e professores das redes públicas e privadas (veja no quadro ao final da matéria). Para atender a todos os públicos estabelecidos pelo Ministério da Saúde, o DF já recebeu o primeiro lote com cerca de 80 mil doses contra a influenza. Por que se vacinar A vacina contra a gripe é atualizada anualmente, por isso pessoas que se vacinaram em anos anteriores devem garantir a nova dose | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Um estudo realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos aponta que, no Brasil, a vacinação contra a influenza reduz em 35% o risco de hospitalização associada ao vírus entre grupos de alto risco. Para pessoas com comorbidades, a redução foi de 58,7%; para crianças pequenas e idosos a contenção foi de 39% e 31,2%, respectivamente. A dose contra a gripe é atualizada anualmente e, na deste ano, a proteção é garantida contra os vírus H1N1, H3N2 e B. Mesmo quem se vacinou em anos anteriores, é importante comparecer e garantir a nova dose. A aplicação pode ser feita em conjunto com outras vacinas do calendário de rotina. O que levar Para se vacinar, é preciso levar documentação e caderneta de vacinas, se possível. Dependendo do grupo prioritário, pode ser necessário apresentar comprovante da situação médica ou profissional, como crachá ou contracheque. Quem pode se vacinar Além do grupo prioritário que já faz parte do Calendário Nacional de Vacinação, o público-alvo também engloba outros perfis. Confira abaixo. Arte: Divulgação/SES-DF *Com informações da SES-DF  

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Campanha Janeiro Roxo alerta para importância do diagnóstico precoce de hanseníase

Dados da Secretaria de Saúde (SES-DF) indicam que os casos de hanseníase diminuíram nos últimos três anos no Distrito Federal. Foram registradas 108 ocorrências em 2024. O número é 29,4% menor que os 153 casos registrados em 2022. Em 2023 foram 130 registros da doença. Apesar da diminuição, o Brasil é o segundo país do mundo com a maior ocorrência de casos, segundo o Ministério da Saúde (MS). Com o objetivo de conscientizar a população e os profissionais de saúde, o mês de janeiro levanta atenção para o diagnóstico precoce da doença, fundamental para uma boa recuperação. Sintomas mais comuns da hanseníase incluem manchas com sensibilidade, caroços vermelhos e diminuição do suor e dos pelos do corpo | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Atualmente, a Estratégia Global de Hanseníase 2021-2030, da Organização Mundial da Saúde (OMS), visa interromper a transmissão e alcançar a meta de zero casos. A subnotificação e o atraso do diagnóstico podem levar a sequelas a longo prazo. “O Janeiro Roxo coloca a doença em evidência e desperta a atenção da população para eventuais sintomas e lesões para os quais não haviam procurado assistência, geralmente por não achar que fosse algo importante”, enfatizou a Referência Técnica Distrital em dermatologia da SES-DF, Ana Carolina Igreja. “Também desperta nos próprios profissionais um alerta para a doença”, completou. A principal forma de transmissão é por via aérea – como gotas de saliva – provenientes de um contato prolongado com algum portador não diagnosticado e não tratado Sintomas A hanseníase, causada pelo bacilo Mycobacterium leprae, é uma doença que atinge pessoas de ambos os sexos e de todas as faixas etárias. Ela pode apresentar evolução lenta e progressiva e, quando não tratada, pode causar sequelas como deformidades e incapacidade físicas, e comprometer os nervos periféricos, extremidades e a pele. A principal forma de transmissão é por via aérea – como gotas de saliva – provenientes de um contato prolongado com algum portador não diagnosticado e não tratado. A especialista da SES-DF explica que o diagnóstico tardio decorre, muitas vezes, da negligência aos sintomas, que podem ser confundidos com outras doenças. “Os sinais mais comuns são manchas com sensibilidade alterada. Mas nódulos eritematosos [caroços vermelhos, dolorosos e inchados], áreas com alteração de sensibilidade, áreas com diminuição sudorese [suor] e pilificação [pelos no corpo] também são sintomas frequentes”, detalhou. Tratamento A doença tem cura e o tratamento, padronizado pelo MS, é realizado por meio da associação de três antimicrobianos, denominada de Poliquimioterapia Única (PQT). O tempo pode variar de seis a 12 meses, de acordo com a forma clínica da doença. No DF, o atendimento às suspeitas é feito pelas unidades básicas de saúde (UBSs), que encaminham os casos em que haja necessidade aos serviços de referência – no Centro Especializado de Doenças Infecciosas (Cedin), no Hospital Regional da Asa Norte (Hran) e no Hospital Universitário de Brasília (HUB). *Com informações da SES-DF

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Casos de síndrome respiratória aguda grave diminuem no Distrito Federal

O número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) caiu em 2024 no Distrito Federal (DF), registrando uma redução de 11% nos casos e 43% nos óbitos em comparação ao mesmo período de 2023. Os dados fazem parte da nova edição do Monitoramento da Síndrome Gripal e SRAG, divulgado pela Secretaria de Saúde (SES-DF) na última quinta-feira (9). Número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) caiu 11% em 2024 no DF em comparação ao mesmo período de 2023 | Foto: Arquivo/Agência Saúde-DF No acumulado de 2024, foram registrados 6.388 casos da síndrome em residentes do DF e 158 óbitos, enquanto em 2023 o total foi de 7.173 casos e 275 mortes. Embora o número geral tenha caído, a diretora de Vigilância Epidemiológica, Renata Brandão, destacou que o ano de 2023 foi atípico devido à alta circulação do vírus sincicial respiratório (VSR), que afetou, especialmente, crianças. Para acompanhar a circulação dos vírus respiratórios, o DF conta com dez unidades sentinelas: hospitais, unidades de pronto atendimento (UPAs) e unidades básicas de saúde (UBSs) que monitoram indivíduos com síndrome gripal – caracterizada por febre, tosse ou dor de garganta. O trabalho dessas unidades permite identificar surtos de vírus respiratórios e orientar políticas públicas de saúde. “As sentinelas funcionam como um termômetro, indicando os vírus em maior circulação e suas implicações, além de serem fundamentais para o desenvolvimento anual da vacina contra a gripe”, frisa Renata Brandão. A especialista destaca ainda que os dados de 2024 dessas unidades mostram o comportamento sazonal dos vírus respiratórios identificados, tais como: rinovírus, influenza A e B e o VSR. “Nos casos graves, o VSR teve alta em fevereiro, com pico em abril, e voltou a crescer em outubro, associado a outros vírus como influenza e rinovírus”, detalha Brandão. A covid-19 apresentou aumento em dois períodos: de janeiro a fevereiro e de julho a setembro, reforçando a importância da vacinação e da adoção de medidas preventivas. Prevenção Diante do comportamento sazonal dos vírus respiratórios, a Secretaria de Saúde reforça as medidas de prevenção, confira abaixo: Arte: Agência Saúde *Com informações da SES-DF  

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Investimentos de R$ 94 milhões garantiram obras e equipamentos para a saúde pública do DF

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Saúde (SES-DF), investiu fortemente em reformas, obras e aquisições de equipamentos em 2024. Ao todo, foram empregados cerca de R$ 94 milhões. Um dos destaques de 2024 foi a modernização da subestação e do pronto-socorro do Hospital Regional de Brazlândia (HRBz) e da Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais do Hospital Materno-Infantil de Brasília (Hmib). Entre os equipamentos, foram obtidos mais de mil ares-condicionados, somando quase R$ 2,5 milhões. Além disso, os contratos de manutenção predial garantiram reparos e adequações em quase 300 unidades, como unidades básicas de saúde (UBSs), hospitais, policlínicas, laboratórios, centros de Atenção Psicossocial (Caps), entre outros. A construção de novos hospitais também foi anunciada pelo governador Ibaneis Rocha neste ano, como em São Sebastião e Recanto das Emas | Foto: Jhonatan Cantarelli/ Agência Saúde-DF Para a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, o investimento traz melhorias significativas à assistência, facilitando acesso aos serviços públicos. “Também cumprimos um papel importante no atendimento das normas vigentes sobre adequação dos locais, além de considerar a demanda atual, tendo em vista o crescimento da população do DF e do Entorno”, diz. Reformas As reformas marcaram o ano com melhorias nas cozinhas dos hospitais regionais de Sobradinho (HRS), Ceilândia (HRC), Taguatinga (HRT) e da Região Leste (HRL). Só no HRT, por exemplo, as mudanças são visíveis também no setor de oncologia e no pronto-socorro (PS) pediátrico – locais onde os leitos foram ampliados – salas de acolhimento adaptadas, manutenções realizadas na parede, piso e teto. No primeiro semestre de 2024, os ambulatórios de oftalmologia e endocrinologia da unidade também receberam atenção. Somente em reformas, a SES-DF investiu mais de R$ 5 milhões, como no hospital de Brazlândia, na UBS da Penitenciária Feminina e na Unidade de Cuidados Neonatais do Hmib | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Já no Gama, o setor de nefrologia do hospital regional passou por otimizações, com o número de consultórios ampliado, novos equipamentos instalados e móveis substituídos. Em outubro, o processo de construção de um novo Centro de Atenção Psicossocial (Caps) tipo III na região foi iniciado. A obra está orçada em quase R$ 3,7 milhões. O centro obstétrico do Hospital Regional de Planaltina (HRPl) e o Caps da região receberam novos pisos, paredes, tetos e portas, além de uma melhora na climatização. As UBSs 12 e 13 de Planaltina, localizadas na Bica do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e no Núcleo Rural São José, respectivamente, passaram por readequações. No HRL, além da cozinha, o Centro de Atenção Materno-Infantil e a Policlínica foram otimizados. Em São Sebastião, o laboratório da região foi renovado, com troca do telhado, instalação de manta asfáltica, adequação do almoxarifado, manutenção hidráulica e elétrica. No início do ano, em maio, o Hospital Regional do Guará (HRGu) foi beneficiado por meio de melhorias da Unidade de Pediatria e da brinquedoteca. Por meio de contratos de manutenções prediais, houve serviços para renovação nas cozinhas do HRL, HRS, HRC e HRT | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF Diversas unidades da Secretaria de Saúde tiveram suas estruturas totalmente refeitas e ampliadas. No Hmib, a Unidade de Cuidados Intermediários Neonatais Canguru ganhou novos revestimentos, sistemas de climatização e energia, esquadrias, impermeabilização da laje e recuperação da fachada. No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), estão em curso as obras na unidade de queimados, no setor odontológico e no centro cirúrgico ambulatorial. Com investimento de R$ 20 milhões, o Hospital Regional de Brazlândia (HRBz) não só foi renovado, como também irá passar por ampliações. O projeto prevê o aumento de 26 para 60 leitos do pronto-socorro, além de intervenções em uma área de 2,4 mil metros quadrados. A construção do anexo no HRPl, iniciada em 2022, avança. O novo bloco contará com uma estrutura de 30 leitos de enfermaria, 13 de internação pediátrica, nove dedicados à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e mais nove cadeiras para diálise. No final deste ano, em novembro, a população da Penitenciária Feminina, localizada no Gama, passou a contar com uma UBS remodelada. O investimento de quase R$ 4 milhões permitiu expandir consultórios, realizar nova pintura, revisar as partes elétrica e hidráulica e trocar grades, telhados, portas e janelas. Além dos hospitais regionais e UBSs, outras unidades passaram por melhorias, como o Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin). O terceiro andar do prédio, localizado na Asa Sul, foi renovado para trazer um ambiente de acolhimento mais discreto, com fácil acesso aos 30 consultórios, além de melhorias na farmácia e no laboratório. Equipamentos Secretaria de Saúde também fez aquisições de equipamentos ao longo do ano para ampliar a qualidade dos atendimentos e dar mais conforto à população | Foto: Ualisson Noronha/Agência Saúde-DF A SES-DF também adquiriu diversos equipamentos ao longo do ano. Em outubro, 73 novas ambulâncias brancas e vermelhas foram integradas à frota da pasta. As brancas auxiliam no deslocamento de pacientes internados; enquanto as vermelhas são utilizadas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os hospitais e as unidades de saúde também receberam equipamentos para aperfeiçoar a realização de exames: oito bombas injetoras que ampliam os diagnósticos de imagem, 28 cardiotocógrafos para monitoramento fetal, mais de 4,5 mil equipamentos odontológicos, aparelhos de anestesia, cerca de 2,5 mil computadores novos e um cicloergômetro, aparelho que auxilia na reabilitação de pacientes ortopédicos. Em novembro, o Hospital da Criança de Brasília José de Alencar (HCB) inaugurou dois equipamentos que ampliam a capacidade de diagnóstico e pesquisa de doenças raras: o Biobanco e a Unidade de Sequenciamento de Nova Geração. O novo Biobanco, por exemplo, poderá receber mais de 500 mil amostras de materiais biológicos, que vão auxiliar na investigação clínica de inúmeras enfermidades. “As obras e melhorias demonstram que o bem-estar da população permanece sendo uma prioridade para o GDF”, diz a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Obter novos aparelhos garante o bom funcionamento da saúde pública no DF. Por meio de transporte adequado e oferta de mais exames, conseguimos otimizar e ampliar o acesso aos serviços”, reforça a secretária Lucilene Florêncio. “Além disso, damos melhores condições de trabalho aos servidores que se dedicam na linha de frente”, acrescenta. Obras em 2025 Para o próximo ano, a rede de saúde pública no Distrito Federal (DF) tem perspectiva de grandes investimentos. Um novo hospital regional, desta vez no Recanto das Emas, foi anunciado em abril pelo governador Ibaneis Rocha. Serão empregados quase R$ 134 milhões na construção de uma unidade com 100 leitos, sendo 60 de clínica médica, 30 de clínica pediátrica e dez UTIs pediátricas. A área terá 17 mil metros quadrados. O novo Hospital Regional de São Sebastião também está na previsão da pasta. O aviso licitatório já foi publicado em junho de 2024. Com investimento de R$ 180 milhões, a unidade contará com 100 leitos. Nessa lista, entram ainda as reformas da Unidade de Fissurados do Hran, anunciada no final deste ano, e da subestação do Hospital de Apoio de Brasília (HAB). As obras nas subestações do HRG, Samambaia (HRSam), HRGu, São Vicente de Paula (HRSVP) e no sistema de climatização do Hran já estão com as documentações técnicas prontas. Há ainda a estimativa de melhorias em projetos de acessibilidade e de prevenção e combate a incêndios do HRPl, HRBz, HSVP, HRC e Hran. Outras obras que também já possuem documentação finalizada são as reformas e ampliações na ala de queimados do Hran, no pronto-socorro do HRC, na Unidade de Atenção Especializada em Doenças Raras do HAB e na Casa de Parto de São Sebastião. “Em 2025, a saúde no DF irá avançar significativamente. As obras e melhorias demonstram que o bem-estar da população permanece sendo uma prioridade para o GDF”, conclui a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio. *Com informações da SES-DF  

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UBSs urbanas do Gama passam a dispensar medicamentos de controle especial

A partir deste mês, no Gama, todas as farmácias das unidades básicas de saúde (UBSs) localizadas em áreas urbanas passam a dispensar medicamentos de controle especial – os psicotrópicos. A UBS 7 da região já iniciou a liberação, completando o quadro de locais que oferecem o serviço. A UBS 7 do Gama, que dispensa uma média de mais de 170 mil medicamentos por mês, já iniciou a liberação de medicamentos de controle especial | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Considerando o novo ponto, Gama e Santa Maria totalizam 13 farmácias com estoques de medicação de controle especial. Esses remédios são destinados a tratamentos para depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos. “Garantir a entrega desses remédios à população é uma estratégia essencial de justiça social e de fortalecimento do cuidado, além de ampliar o acesso aos usuários” Regiane Martins, diretora de Atenção Primária do Gama Segundo a secretária de Saúde, Lucilene Florêncio, ampliar a dispensação de medicamentos nas farmácias da rede pública, é oferecer um atendimento mais próximo da comunidade. “Essa iniciativa veio a partir da extensão de carga horária dos farmacêuticos. Com isso, conseguimos dispensar os remédios controlados, como psicotrópicos. É nossa função como gestores garantir um atendimento integral e contínuo”, aponta. A diretora de Atenção Primária do Gama, Regiane Martins, concorda e diz que foi um esforço conjunto. “Garantir a entrega desses remédios à população é uma estratégia essencial de justiça social e de fortalecimento do cuidado, além de ampliar o acesso aos usuários. O sentimento é de dever cumprido”, diz. Por mês, a UBS 7 do Gama dispensa, em média, mais de 170 mil medicamentos. Com o aumento da liberação, a expectativa é que o número cresça em pelo menos 15%. A ideia é que, a partir do próximo ano, as farmácias em UBSs de áreas rurais também forneçam o serviço. A supervisora da UBS 7, Elizangela Gama Dourado, explica que a retomada da dispensação permite que os pacientes recebam os fármacos de maneira rápida, segura e sem grandes deslocamentos. “A distribuição local garante que o tratamento continue, previne interrupções que podem agravar os sintomas e comprometer a evolução clínica”, detalha. A retirada dos medicamentos de controle especial ocorre mediante a apresentação do documento pessoal, o cartão do SUS e a receita de controle especial | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Segundo a gestora, a dispensação organizada de psicotrópicos é uma estratégia de redução de danos, ajudando a evitar a automedicação e o uso indevido de substâncias. Controle especial A retirada dos medicamentos de controle especial ocorre mediante a apresentação do documento pessoal, o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) e a receita de controle especial. Esta última precisa ser preenchida em duas vias, apresentando, obrigatoriamente, em cada uma das vias, os dizeres: “1ª via – Retenção da Farmácia ou Drogaria” e “2ª via – Orientação ao Paciente”. A data também deve estar indicada. Farmácias Atualmente, das 176 UBSs do DF, 143 possuem farmácias que dispensam medicamentos, sendo que 90 liberam psicotrópicos. Todos os remédios dispensados na SES-DF estão contemplados na Relação de Medicamentos do Distrito Federal (REME-DF) – disponível neste link. Na lista, é possível encontrar os fármacos dispostos em ordem alfabética, o local de dispensação, o nível de atenção e o componente da assistência farmacêutica. No momento, o elenco do DF conta com 1.024 códigos de medicamentos disponíveis, incluindo os de uso hospitalar. Além das UBSs, há farmácias nas cinco policlínicas – Taguatinga, Gama, Ceilândia, Lago e Planaltina; nos dois centros especializados – Centro Especializado de Saúde da Mulher (Cesmu) e Centro Especializado em Doenças Infecciosas (Cedin); e ainda na Farmácia Escola, do Hospital Universitário de Brasília (HUB) e na farmácia ambulatorial do Hospital de Base do DF (HBDF). Dos nove centros de Atenção Psicossocial (Caps), sete possuem farmácia ambulatorial. O DF conta ainda com três núcleos de Farmácia do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica localizados na Asa Sul, Ceilândia e Gama. *Com informações da SES-DF  

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Festa dos Bebês celebra conquistas do serviço de Reprodução Humana do Hmib

Risos, abraços e histórias emocionantes preencheram o auditório do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), na quarta-feira (4), durante a Festa Anual dos Bebês da Reprodução Humana Assistida. O evento celebrou histórias de superação e conquistas alcançadas pelas famílias atendidas pelo programa de reprodução do hospital. Há 26 anos, o serviço é oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Centro de Ensino e Pesquisa em Reprodução Assistida (Cepra) do Hmib. O tradicional evento celebrou histórias de superação e conquistas alcançadas pelas famílias atendidas pelo serviço de Reprodução Humana Assistida do Hmib | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Entre os depoimentos emocionados, Fabiana de Pádua, 39 anos, contou como o programa mudou sua vida. “Eu já estava há muito tempo casada e não conseguia engravidar de forma natural. Após um período aguardando, fui chamada e começamos os procedimentos. Fertilizamos um embrião, e deu certo. O Matheus nasceu com 26 semanas e enfrentou 97 dias na UTI neonatal. Hoje, ele está aqui como nosso milagre, nos ensinando a confiar e a sermos fortes”. “Fertilizamos um embrião e deu certo. O Matheus nasceu com 26 semanas e enfrentou 97 dias na UTI neonatal. Hoje, ele está aqui como nosso milagre, nos ensinando a confiar e a sermos fortes”, relatou Fabiana de Pádua Diagnosticada com trompa esquerda obstruída, Sabriny Freitas, 35 anos, iniciou o tratamento em 2020 e enfrentou duas tentativas de inseminação intrauterina (IIU) e uma fertilização in vitro (FIV) que deram negativo. “Fiz minha segunda fertilização in vitro e deu certo. Hoje, estou grávida de seis meses da Maya Vitória. É um sonho que está sendo realizado. Ano que vem, com fé em Deus, estarei aqui com ela nos braços”, comemorou. Os profissionais do Hmib também expressaram a emoção de participar dessa jornada. “Nos sentimos privilegiados de fazer parte de uma etapa tão importante na vida das famílias. Ver um embrião, que era menor que um grão de areia, crescer e se tornar uma criança saudável é uma realização indescritível”, afirmou o biólogo Victor Sousa. “Fiz minha segunda fertilização in vitro e deu certo. Hoje, estou grávida de seis meses da Maya Vitória. Ano que vem, com fé em Deus, estarei aqui com ela nos braços”, comemorou Sabriny Freitas Fundadora do serviço, a médica aposentada Rosali Rulli compartilhou sua gratidão. “Não somos curadores, mas realizadores de sonhos. Nosso compromisso é acolher com carinho os casais que chegam fragilizados e ajudá-los a reconstruir suas esperanças. Agradeço à Secretaria de Saúde por manter vivo esse serviço que faz tanto pelas famílias”. Acesso ao tratamento Ao longo deste ano, foram realizadas 140 fertilizações in vitro, 24 inseminações intrauterinas e 120 transferências de embrião congelado. A porta de entrada para o serviço é a rede de Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Os pacientes são encaminhados para atendimento com ginecologistas e, em seguida, com profissionais de outras especialidades. Após essas etapas, há indicação à unidade de Reprodução Humana do Hmib. “Após o resultado dos exames realizados no Hmib, os pacientes são inseridos na lista de espera, com tempo médio de 18 meses, e podem tentar até duas inseminações intrauterinas e duas fertilizações in vitro, conforme os critérios estabelecidos pelo programa”, explica a referência técnica administrativa (RTA) do serviço, Mariana Roller. As regras estão disponíveis no site da Secretaria de Saúde (SES-DF). *Com informações da SES-DF  

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UBS da Penitenciária Feminina do DF é reinaugurada e ganha mais consultórios

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 15 da Penitenciária Feminina do Distrito Federal foi reinaugurada nesta sexta-feira (29), reformada e ampliada para atender as mulheres custodiadas. Foram investidos R$ 3,9 milhões pelo GDF, por meio das secretarias de Administração Penitenciária (Seape) e de Saúde (SES) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Obras de reforma e de ampliação asseguram melhor infraestrutura para atendimento na UBS da Penitenciária Feminina, que ganhou uma nova área de psicologia e banheiros com acessibilidade | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília A principal mudança foi a criação de mais consultórios, com o aumento da extensão da área de atendimento, um total de 640 m², sendo 274 m² de área reformada e 366 m² de área ampliada. Também foram feitas as revisões elétricas e hidráulicas, a pintura, a troca de grades, telhados, portas e janelas, a remoção de mofo e a substituição de louças sanitárias, além de outras melhorias estruturais. A unidade atenderá mulheres privadas de liberdade em regime provisório, fechado e semiaberto, além de puérperas, lactantes e pessoas trans, com consultas médicas, odontológicas e psicológicas, práticas integrativas e exames como raio-X odontológico e ecografia. A unidade também conta com o serviço de telemedicina e uma equipe multiprofissional, reforçando o compromisso com a saúde e dignidade das custodiadas. O diretor de Edificações da Novacap, Carlos Alberto Spies, destacou a modernização na estrutura, que ganhou desde uma nova área de psicologia até banheiros com acessibilidade. “É um investimento com bastante retorno para o sistema prisional. Hoje eles conseguem atender todas as presidiárias e com folga”, observou. Qualidade nos atendimentos “Essas assistências são fundamentais, facilitam a ressocialização e deixam a população carcerária mais estabilizada, então é um ganho de todos os lados”, destacou o secretário Wenderson Teles, na inauguração da UBS nesta sexta (29) O secretário de Administração Penitenciária do DF, Wenderson Teles, frisou que apenas na penitenciária feminina, onde há 702 presidiárias, foram realizados mais de 8 mil atendimentos em saúde em um ano. “É uma entrega muito importante porque vai melhorar a qualidade do ambiente de trabalho dos policiais, dos profissionais de saúde e das internas que estão sendo atendidas. O aumento do espaço também possibilitará a melhora nos atendimentos com os novos equipamentos. Essas assistências são fundamentais, facilitam a ressocialização e deixam a população carcerária mais estabilizada, então é um ganho de todos os lados”, declarou. Para o chefe da Assessoria de Gestão Estratégica e Projetos da Secretaria de Saúde, Vinícius Lopes de Lima, a entrega é um marco histórico. “Ampliamos os consultórios, a área de atendimento e, com certeza, vamos poder oferecer um conforto maior – tanto para os usuários quanto para quem trabalha no local. O princípio constitucional da dignidade humana exige que devemos oferecer o melhor do serviço público para a população. Então essa entrega representa o compromisso da Secretaria de Saúde e do GDF com a dignidade humana das pessoas que buscam atendimento aqui”. A juíza Titular da Vara de Execuções Penais do DF, Leila Cury, reforçou a importância de um espaço mais acolhedor para os serviços, especialmente na nova área de psicologia: “De fato foi um ganho para o sistema que abriga as mulheres. Quando você fala em atendimento psicológico, o espaço precisa ser convidativo. Então, sendo um local amplo, claro, ventilado e que por si só já gera um conforto na pessoa que será assistida e também na profissional que prestará o atendimento, forma um conjunto ideal”.

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Centro Olímpico e Paralímpico do Paranoá vai atender gratuitamente 5 mil alunos

O Paranoá vai ser a próxima cidade do Distrito Federal a ganhar um importante equipamento público de esporte e lazer: o Centro Olímpico e Paralímpico (COP). Essa será a 13ª unidade da capital. Até cinco mil crianças, jovens e adultos serão atendidos de forma gratuita, por dia, em diversas modalidades esportivas. A autorização para o início das obras foi dada nesta sexta-feira (18) pelo governador Ibaneis Rocha. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico”, disse o governador Ibaneis Rocha, nesta sexta (18), ao autorizar o início das obras do COP do Paranoá | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O COP será construído na Quadra 25 e terá investimento de R$ 2.534.223,86, o que vai permitir a geração de 40 empregos nesta primeira etapa. A estrutura do Paranoá se junta a outras importantes iniciativas feitas por este Governo do Distrito Federal (GDF) na região. No Paranoá Parque, o Executivo local construiu e entregou uma unidade básica de saúde (UBS 3) e um campo de grama sintética. “Quando assumimos em 2019 faltava muita coisa nesta região. Fizeram uma expansão aqui na cidade, com o Paranoá Parque, e não havia equipamentos públicos. Não tinha escola, nem posto de saúde que pudesse atender a comunidade. Ao longo desse período, temos proporcionado toda a infraestrutura à cidade e vamos prosseguir agora nesse terreno com a construção do centro olímpico. E iremos construir também, nessa mesma área, a nova Feira do Paranoá”, defendeu o governador Ibaneis Rocha. Com investimento de mais de R$ 2,5 milhões, o COP do Paranoá será construído na Quadra 25 e contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários A primeira fase da obra do COP Paranoá será conduzida pela Secretaria de Esporte e Lazer do DF (SEL-DF) e contempla a construção de guarita, estacionamento, administração e campo sintético. “Os tratores e a retroescavadeira já estão aqui. A licitação foi feita e temos o contrato assinado para dar início à construção dessa primeira etapa. O COP será erguido em um ponto estratégico onde temos crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade. Sabemos o quanto o centro olímpico agrega valor na vida das pessoas”, afirmou o secretário da SEL-DF, Renato Junqueira. “Assim, ajudamos a Secretaria de Segurança Pública na redução do índice de violência e também a Secretaria de Saúde, porque diminuímos as filas nas unidades de saúde, tendo em vista que esses alunos serão mais ativos com práticas esportivas”, destacou Renato Junqueira. Centros olímpicos A dona de casa Eva Conceição faz hidroginástica no COP de São Sebastião, mas comemora que vai poder praticar esportes ao lado de casa, com o COP do Paranoá: “Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus” O DF possui 12 unidades de centros olímpicos e paralímpicos, onde são atendidos 16.557 alunos, distribuídos em 32 modalidades. A dona de casa Eva Conceição Cavalcante, de 56 anos, será uma das beneficiadas com o COP do Paranoá. Hoje, ela precisa se deslocar duas vezes por semana até a unidade de São Sebastião para praticar hidroginástica — uma realidade que está prestes a mudar com o novo COP ao lado de casa. “Eu tenho que ir para lá porque aqui não tem. Fica muito longe para mim, tenho que ir e voltar de ônibus. Esse centro olímpico aqui vai ser uma bênção. É tudo o que pedi a Deus. Quantas vezes chorei e pedi uma vaga na hidroginástica. Eu ganhei, mas em São Sebastião. Com o novo COP, vai ficar perfeito, bem pertinho de casa”, disse a dona de casa. Essa facilidade foi lembrada pelo governador Ibaneis Rocha. “Hoje os alunos do Paranoá são matriculados em São Sebastião. Queremos encerrar esse problema para que todos sejam atendidos aqui na sua própria cidade, ao lado das suas casas, e todos possam continuar cada vez mais saudáveis. Além disso, esperamos que o centro olímpico e o trabalho que é feito pela Secretaria de Esporte e Lazer incentivem aqueles potenciais atletas para identificarmos novas lideranças que certamente vão nascer nesse COP”, concluiu. Presente na cerimônia, o grupo de alunos atendidos pelo projeto social BSBJJ comemorou o início das obras. “Somos um projeto social que leva aulas de jiu-jítsu gratuitas no Paranoá e Itapoã. Nós temos um espaço, mas estamos em busca de um ponto fixo. Com o COP talvez a gente consiga algo definitivo para impactar a vida de mais pessoas que contam com o esporte para serem transformadas”, revelou o instrutor do projeto, Israel Costa. “Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também”, diz a copeira Marcia Oliveira O Centro Olímpico do Paranoá contará com pista de atletismo, quadras de tênis, poliesportiva e de areia, espaço multiúso, piscinas semiolímpicas e infantis e vestiários. A copeira Marcia Oliveira, 51, acompanhou o início das obras nesta sexta-feira (18) e projetou o bom uso do espaço. “Vai ser muito bem-vindo. Aqui tem muitas crianças e jovens que não têm nada para fazer, e até nós que estamos quase na terceira idade seremos beneficiados também. Eu mesma estou precisando. Tenho encaminhamento para fazer hidroginástica e aqui não tem. Então vai ser ótimo”, elogiou Marcia. * Colaborou Ian Ferraz

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