Audiência pública discutirá serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) promove, nesta terça-feira (27), uma audiência pública voltada a obter subsídios e informações adicionais a respeito da minuta de resolução que dispõe sobre informações do monitoramento operacional dos serviços de abastecimento de água e de esgotamento sanitário no DF. A audiência pública será realizada às 10h, no Auditório Humberto Ludovico, na sede da Adasa (SAIN, antiga Estação Rodoferroviária, térreo). Os interessados poderão participar presencialmente ou a distância, por meio de transmissão simultânea em videoconferência. As contribuições escritas devem ser enviadas para o e-mail AP-006-2026@adasa.df.gov.br até esta terça. O evento será gravado e ficará disponível na mesma página da audiência. A minuta de resolução e os documentos que a fundamentam estarão disponíveis no site da Adasa. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3961-4900 ou no site www.adasa.df.gov.br. *Com informações da Adasa
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Participe da discussão da proposta sobre alteração do PPCub
Está marcada para 30 de setembro uma audiência pública para apresentar e discutir com a sociedade a proposta de alteração da Lei Complementar nº 1.041, de 12 de agosto de 2024, que aprovou o Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub). A publicação pode ser vista neste link. A reunião será realizada às 19h, no 18º andar do Edifício Number One (Setor Comercial Norte, Quadra 1, Bloco A, Asa Norte). A participação é aberta a toda a população do Distrito Federal. Durante a audiência, será apresentada a minuta do projeto de lei complementar. A proposta busca promover ajustes na legislação que estabelece as regras de preservação, uso e ocupação do conjunto urbanístico de Brasília, mantendo as diretrizes de proteção do patrimônio e adequando a norma às transformações e necessidades atuais do território. Já disponíveis para consulta, a minuta do projeto de lei complementar e seus anexos poderão ser acessados até a data da audiência pública. O material está disponível neste link e no Portal do PPCub, que reúne informações sobre a legislação e um tutorial para facilitar a consulta e a compreensão dos documentos. Após a audiência, serão analisadas as contribuições apresentadas pela sociedade, com vistas a promover os ajustes técnicos necessários na proposta.
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Audiência pública apresenta estudos ambientais de empreendimento do Jardim Botânico
O Instituto Brasília Ambiental promoveu, nesta quarta-feira (17), uma audiência pública para a apresentação do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) do parcelamento de solo urbano Avangarden, localizado no Quinhão 16 da Região Administrativa Jardim Botânico. A apresentação contou com a participação da comunidade local, tanto presencialmente quanto assistindo à transmissão pelo canal do instituto no YouTube. “A audiência pública, conforme previsão legal, compõe o procedimento do licenciamento ambiental de empreendimentos de maior impacto, sendo divulgados, ao público em geral, todos os impactos previstos durante as obras e o funcionamento da atividade”, lembrou o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Uma das deliberações da audiência pública foi a disponibilização de 40% da área do empreendimento para criação de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental A gleba do empreendimento em questão possui 23,92 hectares, dos quais 40% serão destinados à criação de uma Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), ficando 15,22% destinados à área pública e o restante à construção de 478 unidades habitacionais verticais e horizontais. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o engenheiro ambiental João Batista Chaves Neto, que apresentou o Rivi, os estudos foram feitos durante dois anos e meio. “[O parcelamento] exige um projeto parcimonioso, que considere aspectos sociais, econômicos e ambientais”, enfatizou. “A expansão urbana planejada pode suprir a necessidade de moradia e evitar ocupações irregulares, problema que já é grave no DF, pelo crescimento populacional e a consequente carência de habitação, mas isso precisa ser feito com pleno atendimento às normas ambientais e urbanísticas”, concluiu. O Rivi conclui que o empreendimento é justificado pela sua compatibilidade com as diretrizes estabelecidas pelo zoneamento vigente e pelas orientações técnicas vigentes nas Diretrizes Urbanísticas Específicas (Diupe) nº 15/2024. “[Essas orientações estão] inseridas em contexto de expansão urbana planejada, apresentando condições técnicas favoráveis quanto à articulação viária, integração ao sistema urbano existente e compatibilidade com os parâmetros urbanísticos estabelecidos”, diz o texto de conclusão do estudo. “A proposta também está alinhada às macroestratégias de desenvolvimento territorial previstas para a região, contribuindo para a consolidação do tecido urbano de forma regular e estruturada.” Confira o texto do Rivi, disponível durante dez dias e aberto a contribuições. *Com informações do Brasília Ambiental
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Projetos do bicicletário e ciclovia da Rodoviária do Plano Piloto passam por audiência pública
A construção de um bicicletário e da ligação cicloviária na Rodoviária do Plano Piloto entrou em fase decisiva dos projetos, após a audiência pública promovida pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) nesta quarta-feira (3). Os próximos passos serão fazer os ajustes finais na proposta para que a obra possa ser executada. Projeção mostra área com pista demarcada e o percurso delineado na Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Divulgação/Semob-DF Durante a audiência, realizada no auditório do Ministério Público (MPDFT), a secretaria apresentou os projetos e recebeu sugestões da comunidade. Faltam poucos detalhes, como aprimorar a sinalização nas travessias e definir como será a iluminação da ciclovia no interior da rodoviária. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade” Sandra Holanda, secretária de Transporte e Mobilidade De acordo com o projeto, o bicicletário ficará na parte externa do terminal, atrás do local onde fica o Na Hora, próximo da alça oeste da rodoviária. Os ciclistas terão acesso ao equipamento também pela área interna, favorecendo quem chegar de bike pelo metrô. O bicicletário terá o nome de Raul Aragão, em homenagem ao ativista da ciclomobilidade que foi vítima fatal de atropelamento em outubro de 2017. O percurso A ciclovia, que passará por dentro da rodoviária, terá a maior parte do percurso na margem da Via N1 (lado Norte), no sentido de saída da Esplanada em direção à Torre de TV. O objetivo é possibilitar que o ciclista atravesse pedalando em segurança, do sentido leste para o oeste do terminal, sem precisar passar pelas plataformas de embarque e desembarque de passageiros. “Quando a gente prioriza um projeto de ciclomobilidade, a gente contribui de fato para a ordenação de como as pessoas se deslocam na cidade”, avalia a secretária de Transporte e Mobilidade, Sandra Holanda. “E a importância desse projeto se torna ainda maior por se tratar da Rodoviária do Plano Piloto, que é um ponto de integração de diversos modos de transporte. Com a ciclovia e o bicicletário, a rodoviária se consolida como um terminal multimodal, que agora será também um terminal cicloviário.” [LEIA_TAMBEM]No encontro, o promotor Dênio Augusto Moura, da Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística, falou sobre a importância de o debate ocorrer no Dia Mundial da Bicicleta, comemorado em 3 de junho, e enfatizou: “Temos algumas condicionantes pelo fato de a Rodoviária ser parte da área tombada de Brasília, e por isso foi importantíssimo esse trabalho conjunto da Semob, Ministério Público, Iphan e Rede Urbanidade”. A audiência pública foi transmitida ao vivo pela internet e está disponível para consultas no canal da Semob-DF no Youtube. Todas as manifestações serão respondidas em relatório que será elaborado pela equipe técnica e publicado em breve no site da secretaria. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
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Bicicletário e ligação cicloviária na Rodoviária do Plano Piloto são temas de audiência pública
Em 3 de junho, a população do Distrito Federal poderá contribuir com sugestões para dois projetos voltados para a mobilidade ativa na área central de Brasília: a implantação de um bicicletário na Rodoviária do Plano Piloto e a ligação cicloviária entre os lados leste e oeste do terminal. Modelo de bicicletário será discutido para que sistema permita a travessia de ciclistas dentro da Rodoviária do Plano Piloto | Foto: Josiane Canterle/Semob-DF Promovida pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), a audiência pública será realizada no período das 9h às 12h, no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). O objetivo é apresentar os estudos técnicos sobre o modelo do bicicletário e o traçado da conexão cicloviária, que permitirá a travessia de ciclistas por dentro da Rodoviária do Plano Piloto, ampliando a integração da malha cicloviária da região central de Brasília. [LEIA_TAMBEM]Os projetos, já disponíveis para consulta pública no portal da Semob-DF, integram as ações do programa Vai de Bike, lançado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em setembro de 2024, com foco na ampliação da infraestrutura voltada aos ciclistas. Informações Pessoas interessadas podem encaminhar dúvidas, sugestões e contribuições pelo e-mail consultamobativa@semob.df.gov.br, além de participar presencialmente ou de forma virtual durante a audiência. A sessão será transmitida em tempo real pelas redes sociais da secretaria, que, no dia do evento, terão também o link de acesso. Durante a audiência, o público poderá se manifestar oralmente ou por escrito. As contribuições recebidas serão analisadas pela Subsecretaria de Terminais e consolidadas em relatório técnico a ser publicado posteriormente no portal da Semob-DF. Audiência pública ⇒ Data: 3 de junho ⇒ Horário: das 9h às 12h ⇒ Local: Auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ⇒ Endereço: Eixo Monumental, Praça do Buriti, Lote 2 – Brasília, DF *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade
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Audiência pública discute criação da região administrativa da 26 de Setembro
O Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Governo (Segov-DF), realizou, nessa quinta-feira (7), audiência pública para debater a proposta de criação da Região Administrativa 26 de Setembro. O encontro no Espaço Floresta teve caráter consultivo e reuniu membros da comunidade e gestores de órgãos do GDF. “O objetivo dessa audiência é escutar a comunidade, atender seus anseios, ouvir as suas opiniões, para que a gente possa formatar da melhor forma possível a criação da tão sonhada 26 de Setembro”, afirmou o secretário de Governo, Takane Nascimento. “Nós estamos obedecendo a um rito processual e as manifestações são necessárias para que o governo possa fazer um trabalho em conjunto com a comunidade”, completou. “É importante deixar claro o que estamos fazendo aqui hoje. Por determinação da governadora Celina Leão, iniciamos o processo de criação da região administrativa. Esse processo depende do cumprimento de algumas etapas para que possamos encaminhá-lo à Câmara Legislativa”, informou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Uma dessas etapas é a realização da audiência pública para apresentação da poligonal proposta, construída a partir dos estudos técnicos da nossa equipe da Seduh, juntamente com os estudos apresentados por outras áreas de governo. E, principalmente, para ouvir a opinião de vocês sobre a criação da região administrativa. Queremos ouvir sobre a viabilidade, se vocês consideram necessária essa criação, o que a região precisa, o que a administração regional deverá fazer, se essa poligonal está de acordo com o que vocês imaginavam ou se há algum ajuste a ser feito. Este é o momento do debate”. Durante a audiência, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) fez uma apresentação do zoneamento da região e informou que a criação da poligonal foi baseada nas ocupações. O encontro no Espaço Floresta teve caráter consultivo e reuniu membros da comunidade e gestores de órgãos do GDF | Foto: Divulgação/Segov-DF O administrador regional de Vicente Pires, Anchieta Coimbra, destaca que a reivindicação dos moradores é antiga. “É uma luta de mais de 20 anos da comunidade e houve um empenho do governo. O GDF já apoia esse projeto há 7 anos, a comunidade vai ficar feliz porque a gente está fazendo o que a comunidade pediu”, disse. “A comunidade vem buscando mais estrutura, melhor atendimento, melhor qualidade de vida, e a gente compreende que a partir do momento em que oficializam a cidade, essas coisas todas ficam mais tranquilas, e aí o poder público vai poder dar muito mais para a comunidade”, ressalta. O encontro contou com grande adesão da comunidade, que teve oportunidade de apresentar suas reivindicações. A presidente da prefeitura da 26 de Setembro, Gisele Carvalho, comemorou a realização da audiência. “É uma vitória depois de 30 anos de muita guerra, muita luta e muito incentivo de uma comunidade que precisa ver seus sonhos serem realizados, como a moradia. É dignidade por causa do direito à moradia e a 26 de Setembro proporciona esse tipo de política pública que é a habitacional.” “É muito importante esse dia para nós. Primeiramente, agradecer as autoridades do Governo do Distrito Federal que estão dando um olhar e vão olhar mais ainda para a nossa cidade. Essa cidade já tem muitos anos de vida, mas, de fato, ela está nascendo hoje”, disse o morador José Roberto Nogueira. “A gente vive aqui na carência, eu acredito que de hoje para frente vão ser novos dias com a chegada de infraestrutura”. “Sou morador da 26 de Setembro há 13 anos e hoje é um momento muito especial para a nossa cidade, pois, após muitos anos, nós temos penado aqui dentro das estradas, da falta de saneamento, da falta de segurança. Hoje é um grande passo para a nossa cidade, uma grande conquista para todos nós. Acreditamos que daqui para frente será muito melhor com grandes apoios, grande estrutura sendo trazida”, compartilhou Fábio Bastos. *Com informações da Secretaria de Governo do Distrito Federal (Segov-DF)
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Projetos de ciclovia e bicicletário da Rodoviária do Plano Piloto serão debatidos em audiência pública
A população do Distrito Federal poderá participar dos debates e apresentar sugestões sobre os projetos de implantação de bicicletário e da ligação da Rodoviária do Plano Piloto à malha cicloviária de Brasília. O aviso de audiência pública foi publicado pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta terça-feira (5). A audiência será aberta ao público, no dia 3 de junho, a partir das 9 horas, no Auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Serão debatidos os estudos sobre o modelo de bicicletário e o traçado da ligação das ciclovias do lado Leste com o lado Oeste da Rodoviária do Plano Piloto, passando por dentro do terminal. Ao destacar a importância dos dois equipamentos, a titular da Semob, Sandra Holanda, lembrou que os trechos de conexão entre as ciclovias e o aumento de vagas de estacionamento para bicicletas fazem parte das metas do programa Vai de Bike, lançado pelo GDF em setembro de 2024. “São projetos de grande importância para a segurança dos ciclistas, que vão facilitar a travessia das bikes numa área de intenso trânsito de veículos e possibilitar a guarda segura das bicicletas na rodoviária. Os dois projetos estão alinhados com o objetivo do programa Vai de Bike, que conta com 30 projetos de ciclovias aprovados, sendo 17 para ligação e conexão de vias existentes. Além disso, já implantamos metade dos 3 mil paraciclos previstos para todas as regiões administrativas do DF”, disse Sandra Holanda. Serão debatidos os estudos sobre o modelo de bicicletário e o traçado da ligação das ciclovias do lado Leste com o lado Oeste da Rodoviária do Plano Piloto, passando por dentro do terminal | Arte: Semob-DF Como participar Os projetos do bicicletário e da ciclovia já estão disponíveis para consulta pública no site da Semob. Os interessados poderão solicitar esclarecimentos sobre os documentos por meio de mensagem para consultamobativa@semob.df.gov.br. Para participar, é preciso se identificar e tratar somente da matéria em discussão. As mensagens também podem ser enviadas pelos Correios ou protocoladas em horário comercial no Edifício Valec — SAUS Quadra 1, Bloco G, Sobreloja – CEP. 70073-901, Brasília/DF. A audiência presencial será transmitida em tempo real e durante a sessão haverá recebimento de contribuições online. O público presente poderá participar por escrito ou por manifestações orais, devendo assinar a lista de presença e indicar a forma de participação. A Subsecretaria de Terminais da Semob vai consolidar todas as contribuições e publicar o relatório no site www.semob.df.gov.br. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF)
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Seduh convoca audiência pública para debater dinamização da Luos em Taguatinga
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), convida a população a participar de audiência pública para apresentação do estudo de dinamização da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) na região de Taguatinga. A convocação foi publicada na edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (17). O encontro será realizado no dia 20 de maio de 2026 (quarta-feira), a partir das 19h, em formato presencial, no auditório da Administração Regional de Taguatinga, localizado no Setor Central, em frente à Praça do Relógio. Todos poderão acompanhar, ainda, pelo canal da Seduh no YouTube, o "ConexãoSeduh". Durante a audiência, serão apresentados os estudos técnicos que embasam a proposta de atualização da Luos, bem como a minuta do Projeto de Lei Complementar que prevê alterações na Lei Complementar nº 948, atualmente em vigor no Distrito Federal. A iniciativa tem como objetivo aprimorar as regras de uso e ocupação do solo na região, promovendo maior dinamismo urbano, organização territorial e estímulo ao desenvolvimento econômico local, sem perder de vista a qualidade de vida da população. Força popular A participação popular é parte fundamental do processo, permitindo que moradores, comerciantes e demais interessados contribuam com sugestões e considerações sobre as propostas apresentadas. A convocação atende ao disposto na Lei nº 5.081, que regulamenta a realização de audiências públicas para matérias urbanísticas e ambientais no Distrito Federal. Mais informações sobre a audiência pública, incluindo documentos e orientações para participação, estão disponíveis no site oficial da Seduh. Trâmite Após as audiências, as contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da Seduh. Em seguida, a proposta será submetida ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan). Caso seja aprovada pelo colegiado, o texto poderá ser encaminhado pelo Poder Executivo à Câmara Legislativa do DF (CLDF) para avaliação e votação. Serviço Taguatinga Data: 20 de maio de 2026 Horário: 19h Local: Auditório da Administração Regional de Taguatinga *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)
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Audiência pública discute uso e ocupação do solo no Park Way
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), convida a população a participar de audiência pública para apresentação do estudo de dinamização da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos) na região do Park Way. A convocação foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta sexta-feira (17). O encontro será realizado no dia 22 de maio de 2026 (sexta-feira), a partir das 19h, em formato presencial, no auditório da Administração Regional do Park Way, localizado no SIBS Quadra 01, Conjunto B, Lote 14. Todos poderão acompanhar, ainda, pelo canal da Seduh no YouTube, o “Conexão Seduh”. Durante a audiência, serão apresentados os estudos técnicos que embasam a proposta de atualização da Luos, além da minuta do Projeto de Lei Complementar que prevê alterações na Lei Complementar nº 948, atualmente em vigor no Distrito Federal. A iniciativa busca aprimorar o ordenamento urbano da região, acompanhando suas características específicas e promovendo diretrizes que aliem desenvolvimento, organização territorial e qualidade de vida para os moradores. Colaboração da comunidade A participação da comunidade é fundamental nesse processo. Moradores, comerciantes e demais interessados poderão contribuir com sugestões e considerações, colaborando para a construção de soluções mais alinhadas às necessidades locais. Mais informações sobre a audiência pública, incluindo documentos e orientações para participação, estão disponíveis no site oficial da Seduh. Trâmite Após as audiências, as contribuições recebidas serão analisadas pela equipe técnica da Seduh. Em seguida, a proposta será submetida ao Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan). Caso seja aprovada pelo colegiado, o texto poderá ser encaminhado pelo Poder Executivo à Câmara Legislativa do DF (CLDF) para avaliação e votação. Serviço Park Way Data: 22 de maio de 2026 Horário: 19h Local: Auditório da Administração Regional do Park Way *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh)
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População tem até 23 de abril para sugerir como o orçamento do DF será usado em 2027
Moradores do Distrito Federal têm até o dia 23 de abril para enviar sugestões que ajudem a definir as prioridades do orçamento de 2027. O prazo foi aberto após a apresentação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) em audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira (16) pela Secretaria de Economia (Seec-DF). O cidadão conta com diversos canais para colaborar, como o ParticipaDF, as unidades físicas da Ouvidoria (localizadas em secretarias, autarquias ou fundações), e a central telefônica 162, de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h, e, nos fins de semana, das 8h às 18h. O conteúdo da apresentação está disponível no canal da Seec-DF no YouTube. Qualquer morador pode sugerir iniciativas relacionadas à contratação de servidores (ou propostas de reajustes), bem como à aplicação e à destinação de recursos. O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) foi apresentado em audiência pública realizada na tarde desta quinta (16) | Foto: Divulgação/Seec-DF “Todas as questões apresentadas serão devidamente respondidas pelos nossos técnicos”, prometeu o secretário-executivo de Finanças, Orçamento e Planejamento da Secretaria de Economia, Thiago Conde. “Não estamos apenas cumprindo uma obrigação legal: queremos ouvir a população para definir a linha que vai nortear a administração distrital na elaboração do plano de governo.” O chefe da Unidade de Processo e Monitoramento Orçamentários da Seec, Luiz Paulo de Carvalho Moraes, lembrou que o PLDO é uma ferramenta intermediária que reúne informações estratégicas para a construção do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa). “Esta é a lei que define a execução orçamentária e será enviada à Câmara Legislativa do DF”, afirmou. “Assim, quanto mais a sociedade participar, melhor”. [LEIA_TAMBEM]O subsecretário de Orçamento Público da Seec-DF, André Moreira, ressaltou, durante a apresentação, os pontos mais relevantes para o controle social do PLDO, que, segundo ele, é uma importante ferramenta de poder para a população. O documento em discussão detalha metas e prioridades, define metas fiscais e avalia o cumprimento das metas relativas ao exercício do ano anterior. “Nele, também se discute a margem de expansão do orçamento, as receitas e despesas previdenciárias e até a renúncia tributária”, reforçou. Rafaela Corado, coordenadora da elaboração do PLDO, aproveitou a audiência pública para destacar as principais datas até que o documento seja sancionado e apresentado à população. Até o dia 23 de abril, permanece aberto o período para recebimento das demandas da população. “Mesmo quem não está online neste momento pode usar nossos canais e propor”, afirmou. O dia 15 de maio é a data-limite para o encaminhamento do PLDO/2027 à Câmara Legislativa, com a disponibilização de todos os anexos. Para 3 de junho está prevista a realização de audiência pública sobre o tema na CLDF. Em 16 de junho, devem ser divulgados os resultados da audiência pública na internet, com expectativa de aprovação na CLDF em 30 de junho. Em meados de agosto, a LDO/2027 deve ser publicada. *Com informações da Secretaria de Economia (Seec-DF)
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Audiência pública oficializa nomes de espaços culturais do Guará
O Conselho de Cultura e a Administração Regional do Guará promovem nesta quarta-feira (25) a consulta pública que definirá os nomes oficiais da Casa da Cultura, do Teatro de Arena e da Biblioteca Pública. A votação será às 19h30, no Auditório da Administração, e é aberta à comunidade. Os três equipamentos culturais do Guará receberão oficialmente os nomes escolhidos | Foto: Divulgação/Administração Regional do Guará A proposta homenageia personalidades que marcaram a história cultural da cidade. A Casa da Cultura será nomeada Professora Sônia Dourado, idealizadora da primeira Casa da Cultura do Distrito Federal, reconhecida por incentivar atividades artísticas e educativas no Guará. O Teatro de Arena passará a se chamar Ricardo Retz, produtor e pesquisador da cena musical e da memória do rock de Brasília, conhecido pelo acervo de discos e materiais de shows e pela participação em ações culturais de preservação musical. “Essas homenagens registram na paisagem da cidade o legado de quem ajudou a construir a memória cultural do Guará” Arthur Nogueira, administrador do Guará A Biblioteca Pública receberá o nome Maruska Techmeier Morato, bibliotecária e voluntária dedicada a projetos de leitura e incentivo ao acesso ao livro. As biografias completas dos homenageados estão disponíveis na página da Administração Regional do Guará. “Essas homenagens registram na paisagem da cidade o legado de quem ajudou a construir a memória cultural do Guará”, afirma o administrador regional do Guará, Arthur Nogueira. “Mais do que nomes em placas, são histórias que inspiram novas gerações.” Melhorias estruturais [LEIA_TAMBEM]Os equipamentos passaram por reformas significativas recentemente, após longo período sem intervenções. As melhorias garantem mais acessibilidade, conforto e segurança para atividades culturais e educativas. O Conselho Regional de Cultura reforça que a escolha dos nomes seguiu critérios de relevância histórica, contribuição cultural e vínculo com o Guará. A iniciativa busca consolidar a memória cultural da cidade e valorizar artistas, produtores e profissionais que ajudaram a transformar o Guará em polo de produção cultural do Distrito Federal. Consulta pública ⇒ Tema: oficialização dos nomes da Casa da Cultura, do Teatro de Arena e da Biblioteca Pública do Guará ⇒ Data: Quarta-feira (25), às 19h30 ⇒ Local: Auditório da Administração do Guará. Participação aberta à comunidade. *Com informações da Administração Regional do Guará
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Três audiências públicas movimentam a semana nos restaurantes comunitários do DF
Três restaurantes comunitários do Distrito Federal recebem o Papo Social com Você nesta semana. O encontro, em formato de audiência pública, chega a Arniqueira, Recanto das Emas e Paranoá, sempre a partir das 15 horas, aberto a toda a comunidade local. A conversa com a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, tem como objetivo ouvir, responder e encaminhar demandas, sugestões, reclamações e elogios da população. Nesta quarta (25) e na quinta-feira (26), a iniciativa ocorre nas unidades do Recanto das Emas e do Paranoá, respectivamente. Na terça (24), o encontro foi em Arniqueira, um dos quatro equipamentos inaugurados pela atual gestão, em novembro de 2023. Os restaurantes comunitários de Recanto das Emas e Paranoá recebem o Papo Social com Você nesta quarta (25) e na quinta (26), respectivamente | Foto: Divulgação/Sedes-DF Uma das participantes, a cubana Odalis Valerino, elogiou o espaço ao afirmar que, frequentemente, faz as três refeições do dia com o marido no Restaurante Comunitário de Arniqueira. “Em meu país não tem nada parecido. Além da comida, precisamos reconhecer o atendimento dos funcionários. Sou de outro país e eles me tratam como se eu fosse de casa. Isso me emociona”, disse a professora de balé. Outro depoimento que emocionou o público foi o de uma pessoa em situação de rua, de 46 anos, que terá a identidade mantida em sigilo para resguardar sua integridade. “Eu sou ex-policial e bacharel em Direito, mas caí no vício em drogas. Hoje, moro nas ruas. Aqui no Restaurante Comunitário eu me alimento gratuitamente. Além disso, a equipe do Creas e do Centro Pop está me acompanhando. Sei que minha situação é complicada, mas sou grato por isso tudo”, enfatizou o frequentador. [LEIA_TAMBEM]Por fim, o morador de Arniqueira Paulo Henrique da Silva reclamou da demora nas filas e da reposição de alimentos. “Paulo, felizmente esse prazo de espera está abaixo dos 30 minutos, estipulado pela Lei nº 2.529/2000. Ainda assim, estamos implementando novas medidas para reduzir ainda mais esse tempo. Em relação à reposição, ocorre que há dias de muita procura, então precisamos viabilizar o complemento do alimento nas rampas”, explicou Ana Paula Marra. Ao mencionar as novas medidas, a gestora se referia ao aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia. Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já contam com a novidade. Outras unidades vão implantar a medida gradualmente. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Em audiência pública, população do DF poderá avaliar o programa Prato Cheio
A partir das 15h desta terça-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promove audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão. O objetivo da iniciativa é permitir que a população avalie tanto o serviço prestado pelo refeitório quanto a concessão e a utilização do Cartão Prato Cheio. Audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão permitirá que a população avalie tanto o serviço prestado pelo equipamento quanto o Cartão Prato Cheio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Nossa ideia é que os frequentadores façam suas considerações acerca do atendimento, do serviço e da alimentação, além da estrutura do local. Em relação ao Prato Cheio, os beneficiários devem participar para que possam contribuir com opiniões e sugestões para a contínua melhoria do programa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Apesar de o encontro ser no Varjão, pessoas de outras regiões podem e devem participar do encontro, contribuindo com opiniões e observações sobre as duas principais iniciativas voltadas à segurança alimentar e nutricional do Governo do Distrito Federal (GDF). [LEIA_TAMBEM]Sobre os programas Em 2025, o combate à fome foi prioridade deste GDF, com a ampliação para 130 mil famílias beneficiadas pelo Cartão Prato Cheio e o aumento de nove para 18 parcelas. “Mais famílias foram contempladas e terão maior previsibilidade para sair da situação de insegurança alimentar. Neste ano, também ampliamos a oferta de refeições em mais quatro restaurantes comunitários: Gama, Riacho Fundo, Santa Maria e Samambaia”, pontua. Atualmente, 15 dos 18 restaurantes comunitários do DF oferecem café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados, com a oferta gratuita de refeições para a população em situação de rua. Em 2025, foram oferecidas cerca de 17 milhões de refeições. Somente na unidade do Varjão, quase 1 milhão. As iniciativas contribuíram para que o DF terminasse o ano ocupando o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho, voltado para ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)
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Licenciamento de condomínio do Jardim Botânico inaugura calendário de audiências públicas do Brasília Ambiental em 2026
A primeira audiência pública do ano para a discussão de estudos ambientais de empreendimentos do Distrito Federal já tem data marcada para ocorrer: 24 de fevereiro. O aviso foi publicado pelo Instituto Brasília Ambiental no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (23), para parcelamento de solo de residencial no Jardim Botânico. Essa audiência será realizada no formato virtual, com transmissão ao vivo por meio do canal do YouTube do Brasília Ambiental, no próximo mês, e o público em geral já pode consultar, no site da autarquia, os estudos, as documentações e o regulamento do evento. "A participação da população é fundamental para a construção de um futuro sustentável e em harmonia com o meio ambiente. Por este motivo, é tão importante o acompanhamento desses debates, promovidos pelo instituto, que fazem parte da concessão de licenças ambientais“, disse a vice-governadora do DF, Celina Leão. Arte: Brasília Ambiental As instruções relativas aos canais de transmissão e respectivos procedimentos para acesso e participação serão divulgadas previamente, no prazo mínimo de cinco dias de antecedência da data de realização, também no site da autarquia ambiental. “Nas audiências públicas são divulgados à comunidade afetada todos os impactos previstos durante as obras e o funcionamento da atividade”, completa o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. No dia do evento, será disponibilizado um local com ponto de acesso presencial para os interessados que queiram acompanhar a reunião pública, mas que não possuam ou tenham dificuldade em acessar a internet. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública vai debater padronização de raio-X fixo digital nos hospitais do DF
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vai realizar, no dia 20 de janeiro, às 9h, audiência pública com a finalidade de padronizar o equipamento de raio-X fixo digital. O encontro será realizado em formato virtual, por meio da plataforma Zoom. Empresas, profissionais de saúde e a comunidade em geral poderão apresentar opiniões, sugestões e contribuições referentes às características técnicas do aparelho. O objetivo é promover a atualização do parque tecnológico da rede pública de saúde. [LEIA_TAMBEM]Para participar, o interessado deverá realizar inscrição, encaminhando e-mail para saa.assitec@saude.df.gov.br até 16 de janeiro, às 18h. Após a inscrição, serão disponibilizadas a senha de acesso ao ambiente virtual e as propostas de descritivos apresentadas pela SES-DF. O chamamento para a audiência foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 17 de dezembro de 2025. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Audiência pública debate sobre Rivi de parcelamento de solo urbano em Planaltina
O Instituto Brasília Ambiental realizou na noite de terça-feira (9), audiência pública de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi), para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental, do empreendimento Esquilo Empreendimentos, situado no Setor Habitacional de Regularização Mestre D'Armas, na Região Administrativa de Planaltina. O relatório apresentado faz parte do processo da Licença Ambiental Prévia (LP). A audiência ocorreu no Salão de Festas Imperium, localizado na mesma RA. Na avaliação da superintendente de Licenciamento Ambiental do instituto, Nathália Almeida, que coordenou a audiência pública, a importância do evento se traduz na oportunidade que é dada à comunidade de se informar, debater, opinar sobre um empreendimento que pode ter impacto direta ou indiretamente na vida dela. “Quando a comunidade participa — e esse direito de participar é garantido por lei — ela acrescenta muito ao trabalho do órgão ambiental”, destacou. A vice-governadora Celina Leão também ressaltou a importância da participação popular. “As audiências públicas são cruciais para a gestão ambiental porque promovem transparência, participação social e legitimidade em grandes projetos, permitindo que a sociedade fiscalize, questione e sugira alterações aos estudos necessários para as decisões de governo na área ambiental”, lembrou. O relatório apresentado faz parte do processo da Licença Ambiental Prévia (LP) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Já o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, destacou que as decisões após a consulta popular são mais justas e têm mais eficiência. “Quando a sociedade se manifesta nas nossas audiências públicas, nos dá condições de decidirmos sobre os licenciamentos dos empreendimentos livres de conflitos, de forma mais acertada. Essa participação fortalece a democracia, garante decisões mais justas e eficazes para a proteção do meio ambiente”, acrescentou. Durante a audiência, foram recolhidas sugestões da população participante, que serão analisadas pelo Brasília Ambiental e pelas demais entidades relacionadas ao processo de licenciamento. Relatório O Rivi foi elaborado e apresentado por técnicos contratados pela empresa Esquilo Empreendimentos Ltda., interessada no parcelamento e proprietária da gleba onde o mesmo é proposto, que ocupa uma área de 2.0162 hectares. O parcelamento prevê a criação de uma unidade imobiliária destinada ao uso comercial, na modalidade Unidade de Orientação de Uso do Solo (UOS), na subcategoria CSII 3, que abrange, além do uso comercial, a prestação de serviços, e os usos institucional e industrial. Porém, proíbe o uso residencial. Entre os pontos apresentados no relatório, os técnicos destacaram que, do ponto de vista ambiental, a localização do parcelamento justifica-se pelas características ambientais da área. Nela não existe qualquer categoria de Área de Preservação Permanente (APP), bem como não existem canais naturais de escoamento superficial (grota seca), que possam gerar faixas de proteção. Também não há sobreposição da poligonal com Unidades de Conservação de Uso integral, Áreas de Proteção de Mananciais (APM) ou conectores ambientais. [LEIA_TAMBEM]O Rivi deixa claro que a área do parcelamento se encontra sobreposta à Unidade de Conservação de Uso Sustentável, especificamente, à Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, em Zona Urbana (ZU), que tem como objetivo a promoção do uso sustentável da cidade, a partir da melhoria da qualidade ambiental urbana. Essas características, segundo o relatório, definem que a área é compatível com o uso proposto. O estudo destaca ainda que os tipos de solo (latossolo vermelho) e a declividade (de 0% a 8%) são características ambientais da área que reduzem os impactos ambientais negativos do empreendimento. Sobre o impacto ambiental negativo proveniente da supressão vegetal, o documento prevê que ele será compensado por meio da Compensação Florestal, prevista de acordo com o Decreto Distrital nº 39.469. Mas já informa que, devido ao grau de antropização da área, não foram observados remanescentes de vegetação nativa do Cerrado, apenas árvores e arbustos dispersos e isolados. Entre outras informações, o Rivi deixa claro que existem condições técnicas para o atendimento à população flutuante da área de estudo quanto aos resíduos sólidos, energia elétrica, abastecimento de água e esgotamento sanitário. O estudo apresentado conclui que os impactos ambientais negativos identificados e avaliados podem ser controlados por meio da execução de medidas de controle e de programas de monitoramento ambiental, indicados no próprio documento. A equipe técnica, autora do estudo, finalizou externando que o trabalho indicou a viabilidade ambiental do parcelamento. Além de presencial, a audiência também foi acessada de forma virtual pelo YouTube do instituto. O Rivi permanece disponível no site do Brasília Ambiental. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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Audiência pública debate alteração da Base de Ativos Regulatória do saneamento
A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizará, na segunda-feira (8), a audiência pública nº 005/2025, para obter subsídios e informações adicionais sobre a minuta de resolução que altera o Módulo I do Manual de Revisão Tarifária Periódica (MRT) dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário do Distrito Federal, especificamente no que se refere à Base de Ativos Regulatória (BAR). Audiência, no dia 8, debaterá proposta que altera critérios da Base de Ativos usada nas revisões tarifárias de água e esgoto | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A BAR é o conjunto de bens e investimentos utilizados na prestação dos serviços públicos de saneamento e serve de referência para a remuneração da concessionária e para a definição das tarifas. A proposta de alteração do MRT busca aperfeiçoar os critérios de cálculo e atualização dessa base de ativos, a fim de garantir maior transparência, previsibilidade e equilíbrio econômico-financeiro da concessão, preservando a qualidade e a continuidade dos serviços prestados à população. [LEIA_TAMBEM]A audiência pública ocorrerá no auditório Humberto Ludovico, na sede da Adasa (SAIN, antiga Estação Rodoferroviária, térreo), com início às 10h. Os interessados poderão participar presencialmente ou à distância, por meio de transmissão simultânea por videoconferência. Os participantes poderão enviar contribuições por escrito para o e-mail AP-005-2025@adasa.df.gov.br até as 18h do dia 8. A minuta de resolução e os documentos que a fundamentam estarão disponíveis no site da Adasa, na seção “Audiências Públicas 2025”. O evento será gravado, e a gravação ficará disponível na mesma página da audiência. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (61) 3961-4900 ou no site da Adasa. *Com informações da Adasa
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Estudo ambiental de condomínio do Jardim Botânico é tema de encontro
O Instituto Brasília Ambiental realiza na quinta-feira (4), das 19h às 22h, a audiência pública virtual de apresentação e discussão do Relatório de Impacto de Vizinhança (Rivi) para parcelamento de solo urbano, referente ao licenciamento ambiental (licença prévia) do Residencial Villa Bela. O evento será transmitido ao vivo, pelo canal do Brasília Ambiental no YouTube. Na ocasião, será feita a exposição técnica do projeto e aberto um espaço para a participação de interessados. Residencial está localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico | Foto: Arquivo/Agência Brasília O empreendimento está localizado no Setor Santa Bárbara, Rua dos Lírios, Lote 438, na Região Administrativa do Jardim Botânico. Todos os estudos, assim como as instruções de acesso ao canal de transmissão e o formulário para encaminhamento de contribuições, estão disponíveis no site do instituto. [LEIA_TAMBEM]“Nas audiências públicas são colhidas informações visando a aprimorar o processo e os estudos para a concessão de licenciamento de atividades e empreendimentos que empregam recursos naturais ou que possam causar algum tipo de poluição ou degradação ao meio ambiente”, lembra o presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer. “É por meio dessas iniciativas que garantimos o desenvolvimento de nossa cidade pautado pela escuta atenta da sociedade, pelo diálogo e o compromisso com a sustentabilidade e o bem-estar de toda a população”, reforça a vice-governadora Celina Leão. Pessoas interessadas em participar e que não possuam acesso à internet poderão acompanhar presencialmente o evento, por meio do ponto de transmissão disponibilizado no salão de festas do Condomínio Estância Del Rey, no Setor Habitacional Tororó, Jardim Botânico. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental
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IgesDF apresenta avanços, investimentos e transparência em audiência pública
A Comissão de Saúde da Câmara Legislativa do Distrito Federal realizou, nesta quinta-feira (27), audiência pública para apresentação da prestação de contas do segundo quadrimestre de 2025 do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O encontro reuniu parlamentares, gestores, órgãos de controle e representantes da sociedade. Presidente da Comissão de Saúde, a deputada Dayse Amarilio abriu a audiência reforçando a importância da transparência e do acompanhamento permanente da gestão pública. “Este é um espaço de fiscalização, de transparência e de diálogo com a população do Distrito Federal. É aqui que verificamos como os recursos públicos estão sendo aplicados e qual o impacto real para a rede”, afirmou. Dayse Amarilio: "É aqui que verificamos como os recursos públicos estão sendo aplicados e qual o impacto real para a rede" | Foto: Bruno Henrique/IgesDF Logo nas primeiras horas da audiência, duas áreas estratégicas apresentaram resultados detalhados. A superintendente de Administração e Logística, Bárbara Santos, conduziu a exposição sobre suprimentos, abordando consumo, abastecimento e eficiência contratual. Em seguida, a gerente-geral de Engenharia e Infraestrutura, Tatiana Tostes, apresentou as melhorias estruturais em andamento, incluindo reformas, modernizações e novas obras em unidades administradas pelo IgesDF. Os números evidenciados mostram a dimensão operacional da gestão. O instituto administra 615 contratos vigentes e monitora diariamente 4.700 itens padronizados entre materiais, equipamentos e abastecimento regular das unidades. Um dos avanços mais expressivos foi a migração de diversos itens para atas de registro de preços, garantindo previsibilidade e redução significativa da burocracia administrativa. Em 2024, foram necessários 120 processos para contratar seis itens; em 2025, o mesmo volume foi contratado com apenas seis processos, o que permitiu realocação de equipes para atividades estratégicas. Promotora de Justiça do Ministério Público do DF e dos Territórios (MPDFT), Hiza Carpina elogiou a qualidade das informações apresentadas, reforçando a importância de dados confiáveis para a gestão pública. “Quando temos informações claras, compreendemos melhor os rumos da instituição, e isso impacta diretamente na qualidade da gestão”, destacou. Hospital de Base recebe maior volume de investimentos O Hospital de Base recebeu R$ 12,4 milhões em recursos no período avaliado | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Na sequência, o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, apresentou o panorama dos investimentos realizados nas unidades administradas pelo instituto. O Hospital de Base concentrou o maior volume de recursos no período, recebendo R$ 12,4 milhões, valor superior ao aplicado no Hospital Regional de Santa Maria, que somou R$ 8,4 milhões, e nas UPAs e no Hospital Cidade do Sol, que totalizaram R$ 3,6 milhões. O presidente explicou que o investimento robusto no Hospital de Base reflete a complexidade de modernizar uma estrutura antiga e de grande porte. “Metade dos nossos investimentos foi direcionada ao Hospital de Base. Estamos falando de um hospital de 65 anos, e isso significa, muitas vezes, trocar a roda com o carro andando. É uma estrutura antiga, complexa e que exige remodelação completa. Nos centros cirúrgicos, por exemplo, não estamos reformando, estamos construindo tudo novo”, ressalta. Novo centro cirúrgico Ainda na área de infraestrutura, Tatiana Tostes apresentou a obra do novo centro cirúrgico do HBDF, que será entregue em 2026. O espaço está sendo edificado do zero, com equipamentos modernos e um novo conceito de circulação, ampliando segurança, fluxo assistencial e melhores condições tanto para pacientes quanto para colaboradores. O novo centro cirúrgico é considerado um marco na modernização do Hospital de Base e integra o conjunto de intervenções planejadas pela atual gestão. Sete novas UPAs [LEIA_TAMBEM]Outro ponto relevante apresentado foi a ampliação da rede de urgência e emergência. Estão em construção sete novas unidades de pronto atendimento, cada uma com investimento estimado de R$ 19 milhões. As novas estruturas serão implantadas no Sol Nascente, Estrutural/Jóquei, Guará, Águas Claras, Taguatinga Sul, Água Quente e Arapoanga, regiões com crescimento populacional acelerado e demanda crescente por atendimento emergencial. A prestação de contas seguiu com as apresentações das áreas de recursos humanos, gestão financeira e atendimento assistencial. *Com informações do IgesDF
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Audiência pública define próximos passos do programa Cartão Uniforme Escolar
A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, participou, nesta quarta-feira (5), de uma audiência pública na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) sobre os próximos passos do Cartão Uniforme Escolar. O encontro reuniu representantes do governo e do setor produtivo para discutir os impactos sociais e econômicos do programa, que vai facilitar o acesso das famílias de alunos da rede pública à aquisição dos uniformes escolares e fortalecer as malharias locais. Hélvia Paranaguá falou sobre a importância de valorizar as empresas do DF na execução do programa e explicou que, embora algumas tenham sede em outros estados, é fundamental que estejam efetivamente atuando na capital para participar das ações. “Se a empresa abriu unidade aqui e está funcionando no Distrito Federal, ela tem o direito de cadastrar-se e participar. Essa é uma vitória para o setor, porque prioriza quem está sediado e gera emprego local”, afirmou. Ela também ressaltou a parceria com o Banco de Brasília (BRB), responsável pela operacionalização do Cartão Uniforme Escolar. “É o nosso banco parceiro, presente em todos os programas e políticas públicas. É ele quem vai cuidar dos cartões, das maquinetas e de todo o suporte necessário para o funcionamento do programa”, completou. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, falou sobre a importância de valorizar as empresas locais na execução do programa Cartão Uniforme Escolar | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF A deputada Jaqueline Silva, autora da lei que cria o programa, ressaltou que a iniciativa é fruto de um trabalho conjunto entre o Legislativo, o Executivo e o setor produtivo. Ela defendeu a importância do diálogo e da cooperação para que o projeto alcance o mesmo sucesso dos cartões anteriores. “Sabemos que toda nova modalidade traz desafios, mas com responsabilidade e união, governo e empresários podem caminhar juntos para garantir dignidade aos nossos alunos e fortalecer a assistência social no Distrito Federal”, afirmou a parlamentar. Investimento e formação “Estamos falando de um investimento que movimenta a economia e gera emprego aqui no Distrito Federal. Temos capacidade de produzir, só precisamos do incentivo certo para fazer isso acontecer” Valkíria Aires, presidente do Sindiveste-DF Para a presidente do Sindiveste-DF, Valkíria Aires, o Cartão Uniforme Escolar representa uma oportunidade de fortalecimento da indústria local e de estímulo à geração de empregos. Ela destacou o impacto positivo do aporte previsto para o programa, que deve movimentar mais de R$ 100 milhões a partir de 2026. “Estamos falando de um investimento que movimenta a economia e gera emprego aqui no Distrito Federal. Temos capacidade de produzir, só precisamos do incentivo certo para fazer isso acontecer”, afirmou. A representante do Senai, Valéria Luciene de Oliveira Silva, reforçou que a instituição será parceira na formação dos profissionais responsáveis pela confecção dos uniformes. O Senai também deve contribuir com a elaboração de um caderno técnico para garantir qualidade e padronização na produção. “O Senai está pronto para formar profissionais qualificados e garantir que os uniformes sejam produzidos com qualidade e eficiência. Nosso papel é unir educação, tecnologia e inovação para fortalecer as empresas do Distrito Federal”, destacou. *Com informações da Secretaria de Educação
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