Cuidados e orientações auxiliam na prevenção de acidentes durante chuvas intensas no DF
Com a aproximação das chuvas no Distrito Federal, previstas para o período entre o fim de setembro e o início de outubro, a orientação para motoristas e pedestres é a prevenção durante e após tempestades. Alagamentos, quedas de árvores, fios elétricos e danos em imóveis integram os riscos da época. A recomendação para a população é evitar o deslocamento em áreas alagadas, tanto a pé quanto em veículos. A água pode encobrir buracos, bueiros abertos e outros obstáculos, além de apresentar correnteza com força o bastante para arrastar pessoas e automóveis. Tanto quem está a pé quanto pessoas ao volante de veículos devem redobrar a atenção durante percursos sob chuva | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Para condutores, a orientação é não avançar em pontos de alagamento. Com a elevação do nível da água, a instrução é parar o veículo em local seguro, desde que a manobra ocorra sem riscos à vida. Durante tempestades com ventos fortes, a recomendação é manter distância de árvores, postes e estruturas instáveis. Cortes ou podas por conta própria não devem ocorrer, especialmente durante ou logo após o temporal. Eletricidade Outra medida envolve a rede elétrica. Ao identificar fios caídos ou em contato com árvores, água ou estruturas metálicas, a orientação é não se aproximar nem tocar em objetos com risco de energização. O local precisa de isolamento, com o afastamento de terceiros e o acionamento imediato da concessionária de energia ou do atendimento de emergência, pelo telefone 193. Em casos de destelhamento ou danos estruturais em imóveis, recomenda-se a desocupação do imóvel diante de risco à segurança. O retorno ocorre apenas com a área segura. Durante as tempestades, a instrução para a população é evitar a permanência em áreas abertas, perto de árvores isoladas, postes e estruturas metálicas ou em locais sujeitos a alagamentos. Atendimento de emergência O atendimento de ocorrências está disponível pelo telefone 193, com funcionamento 24 horas. Ao acionar o serviço, o cidadão deve fornecer o endereço exato e os riscos identificados no local, para direcionamento da equipe.
Ler mais...
Órgãos do GDF vão atender famílias afetadas pelas chuvas em Arapoanga
Esta matéria foi produzida durante o período de defeso eleitoral (de 4 de julho de 2026 a 25 de outubro de 2026) e, em cumprimento à Lei nº 9.504/1997, está sendo publicada depois da vedação expirada. Após os estragos provocados pelas fortes chuvas que atingiram o Distrito Federal na noite de quarta-feira (16/9), a governadora Celina Leão sobrevoou, nesta quinta-feira (17/9), a região de Arapoanga, em Planaltina, para avaliar os danos e acompanhar as medidas adotadas para atender as famílias afetadas. A área atingida fica no Assentamento Terra Nova. Até o momento, seis famílias estão desabrigadas e foram acolhidas na Administração Regional de Arapoanga. O número, no entanto, pode aumentar, já que outras pessoas podem ter buscado abrigo na casa de familiares ou vizinhos. “Desde ontem, acionamos todos os nossos órgãos e todas as nossas secretarias. Foi uma chuva muito forte, e a área atingida é a mais carente, com algumas estruturas provisórias. Estamos aqui para ajudar na remoção do que precisa ser retirado, dos postes que caíram, no restabelecimento da energia elétrica e na reconstrução das casas atingidas”, afirmou Celina Leão. De acordo com a governadora, materiais para a reconstrução estão sendo encaminhados para um galpão em Arapoanga, onde serão organizados e redistribuídos às famílias. Equipes de reeducandos também serão mobilizadas para auxiliar na reconstrução das casas destelhadas. A área atingida fica no Assentamento Terra Nova; até o momento, seis famílias estão desabrigadas e foram acolhidas na Administração Regional de Arapoanga | Foto: Luh Fiuza/GDF Apesar dos danos, não houve registro de vítimas. Segundo Celina, moradores relataram momentos de medo durante o temporal, principalmente por causa da intensidade da chuva e dos riscos às estruturas das casas. “Não tivemos nenhuma vítima, mas temos pessoas desoladas, com as casas caídas e todo o seu patrimônio no chão. É isso que vamos agora ajudar a reconstruir”, afirmou. Nos casos em que houve perda total do telhado, as famílias poderão receber o auxílio-reconstrução, por meio de cartão disponibilizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A Defesa Civil vistoria casa por casa para identificar as condições das estruturas e definir quais imóveis podem ser recuperados e quais apresentam situação que impede a reconstrução. Também foi emitido pela Defesa Civil um laudo para autorizar o corte de eucaliptos que oferecem risco às casas próximas. Atendimento às famílias A Administração Regional de Arapoanga deve instalar um posto de atendimento dentro da Associação do Assentamento Terra Nova. O espaço será usado para identificar as famílias afetadas, levantar novas demandas e orientar os moradores sobre a assistência disponível. “Aqui vamos identificar se foram mais de seis famílias ou se foram somente as seis. Esse número pode aumentar, porque foi durante a noite”, explicou a governadora. Área em processo de regularização O terreno atingido pelas chuvas ainda não é regularizado. Segundo Celina Leão, o GDF iniciou neste ano o processo de regularização fundiária da área. A região também passou recentemente a contar com serviços básicos. Há cerca de três meses, foi iniciado o processo para regularização do fornecimento de energia elétrica pela Neoenergia. A área também já conta com o programa Água Legal. “É uma área que está em processo de regularização, que carece de infraestrutura, e nós já havíamos iniciado tanto a parte de escritura por parte do GDF quanto essa parte de regularização dos serviços básicos”, afirmou Celina Leão.
Ler mais...
Sem chuva há mais de 50 dias, DF acende alerta para incêndios florestais
O Distrito Federal enfrenta um período de estiagem e está há 54 dias consecutivos sem precipitações. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a última chuva na capital federal ocorreu em 25 de junho, decorrente de uma massa de ar seco que atua sobre a região Centro-Oeste e inibe a formação de nuvens. Diante do cenário, típico desta época do ano, frentes de trabalho atuam para mitigar os riscos de incêndios florestais por meio de prevenção, monitoramento e combate. Região registra índices baixos de umidade relativa do ar, com temperaturas mais altas durante a tarde; condição aumenta risco de incêndios | Imagem: Divulgação As condições climáticas atuais, marcadas por baixa umidade relativa do ar, temperaturas elevadas nas tardes e ventos de fracos a moderados, reduzem a umidade disponível no solo e na vegetação do Cerrado. Essa combinação aumenta o risco de ignição e acelera a propagação do fogo, o que demanda atenção redobrada. Temperatura tende a ser amena de manhã, com calor intenso à tarde Segundo o Inmet, nos próximos dias, a previsão aponta para a persistência das condições dos baixos índices de umidade relativa do ar, com possibilidade de atingir níveis críticos no período da tarde, o que pode motivar a emissão de avisos meteorológicos. Em relação às temperaturas, as tendências apontam para uma estabilidade, com manhãs amenas e tardes de calor intenso, o que mantém elevada a amplitude térmica. No Plano Piloto, as mínimas oscilam entre 14°C e 16°C, enquanto as máximas variam de 30°C a 31°C. Nas demais regiões do DF, especialmente no Paranoá, as temperaturas mínimas devem ficar, em média, 1°C abaixo das previstas para Brasília, e as máximas tendem a ser, também em média, 1°C acima, com destaque para a região do Gama. Os ventos, de modo geral, sopram com intensidade fraca a moderada em todo o território, com possibilidade de rajadas pontuais. Ações de prevenção Para conter o avanço do fogo nas áreas protegidas, ações contínuas buscam a redução de material combustível. Somente em 2026, equipes técnicas executaram cerca de 300 hectares de queima prescrita e estabeleceram 50 quilômetros de aceiros que funcionam como barreiras de proteção dentro das unidades de conservação (UCs). A estruturação do planejamento envolve 150 brigadistas com contratos de dois anos para a manutenção dos trabalhos preventivos ao longo de todo o ano, permitindo que as equipes ajam com antecedência ao período crítico de seca para mitigar o risco de incêndios. Para manter atualizados os registros das áreas das UCs afetadas pelas chamas, o monitoramento utiliza o Programa de Monitoramento de Áreas Queimadas (Promaq), que gera mapas e relatórios periódicos. Entre 2020 e 2024, as áreas que apresentaram maior recorrência de queimadas foram os parques distritais Boca da Mata e Recanto das Emas, a Arie Granja do Ipê, a Floresta Distrital dos Pinheiros e os parques ecológicos Ezechias Heringer, Tororó e Riacho Fundo, além de unidades federais como o Parque Nacional de Brasília, a Floresta Nacional de Brasília e a Reserva Biológica da Contagem. Operação Verde Vivo 3.786 Número de ocorrências de incêndio em vegetação registradas até o dia 16 deste mês no DF A operação Verde Vivo 2026, iniciada em abril com previsão de término em novembro, é estruturada de forma gradual conforme o avanço da estiagem. O foco principal é o monitoramento, a prevenção e o combate aos incêndios. Na fase mais crítica, o planejamento prevê o emprego diário de até 169 combatentes e 35 viaturas, além de equipamentos especializados, aeronaves e drones. Em situações de grandes proporções que demandem reforço de pessoal, estima-se a mobilização de um contingente adicional de até mil profissionais dedicados ao combate de incêndios florestais. No monitoramento de áreas vulneráveis, empregam-se recursos tecnológicos como câmeras, imagens de satélite, aeronaves tripuladas e drones. Até o dia 16 deste mês, o DF contabilizou 3.738 ocorrências de incêndio em vegetação. Desse total, 3.270 chamados ocorreram durante o período da operação Verde Vivo, com picos em julho (1.096 ocorrências) e agosto (1.012 ocorrências até o dia 16). Os números atuais mostram-se inferiores aos do mesmo período de 2025, quando o DF registrou 4.346 ocorrências até 16 de agosto, sendo 3.512 no decorrer da operação daquele ano. Impacto ambiental e legislação Os incêndios descontrolados provocam danos ambientais. O fogo causa a perda de biomassa e a degradação do solo pela queima de matéria orgânica superficial — o que estimula a erosão e o assoreamento de cursos d'água, além de alterar a estrutura da vegetação lenhosa e reduzir a fauna nativa. Multa por provocar queimadas irregulares pode passar de R$ 50 mil A fumaça gerada também compromete a qualidade do ar, provocando desconforto respiratório para a população urbana. Um estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) durante o incêndio no Parque Nacional de Brasília em 2024 registrou alteração na qualidade do ar e na rotina dos moradores da capital. A legislação estabelece sanções para quem provocar queimadas irregulares. O uso do fogo para fins agropastoris sem autorização legal sujeita o responsável a multas de R$ 1.000 por hectare ou fração, conforme o Decreto Federal nº 6.514/2008. Caso o fogo atinja áreas sob proteção legal, como unidades de conservação e áreas de preservação permanente (APPs), a conduta é classificada como infração grave, com penalidades que superam R$ 50 mil, além de embargo da área e a obrigação de recuperação ambiental. Orientações Recomenda-se hidratação constante durante todo esse período de seca | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A colaboração dos cidadãos é fundamental para conter incidentes. Veja abaixo as principais orientações de utilidade pública. ► Evitar o uso do fogo Não utilizar chamas para limpeza de terrenos rurais e não queimar lixo, restos de poda ou folhas secas. ► Descarte seguro Não atirar bitucas de cigarro em áreas de vegetação ou margens de rodovias. ► Cuidados com faíscas Evitar fogueiras e fogos de artifício próximos a áreas verdes. ► Cuidados de saúde Beber água para manter a hidratação, umidificar ambientes internos, evitar desperdícios no uso da água e reduzir a exposição direta ao sol nos períodos mais quentes do dia, entre as 10h e as 16h. ► Ao avistar um foco de incêndio ativo, a orientação é manter distância da área de risco e acionar o telefone de emergência 193, informando o endereço exato ou pontos de referência. Denúncias sobre infrações ambientais e queimadas irregulares podem ser feitas pelos canais telefônicos como o 162.
Ler mais...
Ceilândia mobiliza força-tarefa após chuvas e inicia limpeza de vias no Condomínio Privê e no Setor O
Após o grande volume de chuvas registrado na noite deste domingo (15), em Ceilândia, equipes do Governo do Distrito Federal iniciaram, nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira (16), uma força-tarefa para minimizar os impactos causados pelo temporal em diferentes regiões da cidade. A ação reúne equipes da Administração Regional de Ceilândia, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), GDF Presente, da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que atuam principalmente nas ruas do Condomínio Privê e em áreas do Setor O. Entre os serviços executados estão a retirada de restos de asfalto e detritos trazidos pela enxurrada, limpeza de vias, desobstrução de bocas de lobo e remoção de sedimentos acumulados ao longo das pistas, garantindo mais segurança para motoristas e pedestres. O mutirão mobiliza cerca de 20 trabalhadores e conta com o apoio de tratores, caminhões e maquinário pesado para agilizar os trabalhos. Também foram realizadas intervenções emergenciais em buracos nas vias mais afetadas, com apoio do caminhão térmico da Novacap, garantindo melhores condições de tráfego até a execução definitiva dos reparos. Segundo o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, o monitoramento das áreas mais sensíveis começou ainda durante as chuvas. “Desde as primeiras horas da chuva, nossas equipes já estavam de plantão acompanhando a situação e monitorando os pontos mais sensíveis da cidade. Logo pela manhã mobilizamos essa força-tarefa com diversos órgãos do GDF para atuar rapidamente na limpeza das vias, retirada de detritos e recuperação emergencial das ruas afetadas”, afirmou. O mutirão mobiliza cerca de 20 trabalhadores e conta com o apoio de tratores, caminhões e maquinário pesado para agilizar os trabalhos | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Cratera no Setor O Durante as vistorias realizadas pelas equipes técnicas, foi identificada uma cratera no Setor O, nas proximidades da BR-070. A Defesa Civil do Distrito Federal foi acionada para avaliação técnica da ocorrência. Por questões de segurança, o local foi isolado pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), evitando a circulação de veículos e pedestres na área afetada. A situação está relacionada a uma galeria da rede de águas pluviais. A Novacap foi acionada para realizar a análise da estrutura e executar os reparos necessários com o uso de maquinário adequado. As equipes seguem monitorando o local, e a orientação é para que motoristas e pedestres redobrem a atenção ao trafegar pela região até a conclusão dos trabalhos. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
Após fortes chuvas, Ceilândia inicia força-tarefa emergencial
As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite de sábado (28/2) provocaram alagamentos em diversos pontos da cidade e mobilizaram equipes da administração local, que permaneceram de plantão monitorando as áreas mais afetadas. “Percorremos a cidade para mapear os pontos mais críticos e definir as intervenções necessárias”, relata o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. “Nossas equipes estiveram de plantão e continuarão mobilizadas para dar respostas rápidas à população.” Novacap utilizou um caminhão hidrojato de alta capacidade para limpar a tubulação; equipamento acelera a desobstrução da rede | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Na manhã deste domingo (1º), as equipes constataram acúmulo de lixo nas bocas de lobo. Muito desse material foi arrastado pelas enxurradas após ter sido descartado irregularmente em vias e espaços públicos. Os resíduos acabaram obstruindo a rede de captação de águas pluviais, comprometendo o escoamento da água da chuva e contribuindo para os pontos de alagamento. [LEIA_TAMBEM]Um caminhão hidrojato da Novacap, equipamento de alta potência utilizado para limpeza profunda da tubulação, já começou o serviço. A capacidade operacional do hidrojato equivale ao trabalho manual de aproximadamente 100 homens, o que acelera o processo de desobstrução da rede. “Estamos atuando de forma integrada com os órgãos do Governo do Distrito Federal para desobstruir a rede pluvial, recuperar as vias e minimizar os impactos causados pelas chuvas”, reforça o administrador. “A prioridade é garantir segurança e normalidade o mais rápido possível.” A partir desta segunda-feira (2), em parceria com a Novacap e o SLU, a Administração Regional de Ceilândia atuará em reparos de buracos, retirada de resíduos levados pela enxurrada e desobstrução de bocas de lobo, para restabelecer o funcionamento da rede de águas pluviais. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
GDF atua após chuvas intensas e mobiliza equipes em diversas regiões de Brasília
Após as chuvas intensas registradas em fevereiro, o Governo do Distrito Federal (GDF) mobilizou equipes em diferentes regiões administrativas para conter danos, recuperar vias e reforçar a infraestrutura urbana. A resposta mais imediata ocorreu em Ceilândia, onde o volume de água superou em quatro vezes a previsão meteorológica. Ação conjunta reúne equipes da administração local, Novacap e SLU para consertar estragos causados pela chuva | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “É importante que todo mundo que estiver nas ruas possa nos ajudar no sentido de sinalizar quais são as prioridades e aquilo que a gente tem que atacar para minimizar os efeitos dessas chuvas” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo De acordo com o secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, há um plano de atuação da cidade para o período pós-chuva em todos os pontos principais das cidades que estão sofrendo mais impacto. “Estamos vendo um período de fevereiro com maior intensidade de chuvas em função do que já estava previsto pela meteorologia”, relata. “Nosso objetivo é reforçar os trabalhos, como já está sendo feito, para que equipes estejam nas pontas dando atenção principalmente onde ocorrem os casos mais graves, que precisam de medidas emergenciais e paliativas”, detalha o gestor. O gestor lembra que já está sendo feita uma varredura geral nas cidades junto às equipes de coordenação. “Todos os órgãos de governo estão orientados nesse sentido”, aponta. “É importante que todo mundo que estiver nas ruas possa nos ajudar no sentido de sinalizar quais são as prioridades e aquilo que a gente tem que atacar para minimizar os efeitos dessas chuvas”. Chuva forte Com 60 milímetros de chuva registrados na quarta-feira (18), Ceilândia enfrentou sobrecarga no sistema de drenagem Na noite de quarta-feira (18), Ceilândia registrou cerca de 60 milímetros de chuva, embora a previsão indicasse 15 milímetros. O volume provocou alagamentos e acúmulo de detritos em pontos como Avenida P Sul, P Norte, Setor O e QNN 8, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. O excesso de água sobrecarregou o sistema de drenagem e afetou a mobilidade de motoristas e pedestres. Logo nas primeiras horas de quinta-feira (19), foi montada uma força-tarefa com atuação integrada da Administração Regional de Ceilândia, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Com apoio de máquinas, tratores e caminhões, cerca de 30 trabalhadores limparam e desobstruíram vias, retiraram galhos, restos de asfalto e sedimentos, além de atuar na limpeza de bocas de lobo e sinalização de buracos. Intervenções foram feitas em tempo hábil para poder garantir a segurança da população Também foram executadas intervenções emergenciais com caminhão térmico da Novacap para melhorar a trafegabilidade até a execução definitiva dos serviços. As equipes permaneceram de plantão para mapear os pontos mais críticos, e a Novacap fez vistoria técnica na rodoviária do P Sul para avaliação dos danos. Trabalho diário Antes da chuva mais forte, a Administração Regional de Ceilândia já mantinha uma rotina de retirada diária de mais de 40 toneladas de lixo das ruas e limpeza constante das bocas de lobo, além de monitoramento permanente das áreas mais sensíveis durante o período chuvoso. R$ 14 milhões Investimentos previstos para o projeto de ampliação da rede de drenagem pluvial urbana de Ceilândia Como medida estrutural, a Novacap publicou aviso de licitação para contratação de empresa especializada na elaboração de projeto executivo de engenharia para adequação e ampliação da rede de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões. “O volume de chuvas foi muito grande, e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avalia o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Estamos com monitoramento constante das áreas mais sensíveis, realizando o mapeamento necessário e encaminhando as solicitações aos órgãos competentes para as devidas providências.” Outras regiões No âmbito do programa GDF Presente, a articulação entre as áreas do governo foi reforçada para acelerar as respostas nas regiões mais afetadas pelos eventos climáticos intensos, no intuito amenizar os impactos para a população. “Essa coordenação permite agilizar respostas, otimizar recursos e levar melhorias concretas para quem vive nas regiões atendidas”, explica o coordenador do Polo Oeste II do GDF Presente, Rodrigo Caverna. “A prioridade é garantir que as ações cheguem de forma efetiva à porta de cada morador.” [LEIA_TAMBEM]Em Água Quente, no Residencial Nova Betânia (quadras 12, 16 e 17), as chuvas provocaram erosões, assoreamento de valas e prejuízos à trafegabilidade. Foram aplicadas aproximadamente 80 toneladas de resíduos da construção civil (RCC) e rachão, com nivelamento por motoniveladora, limpeza das vias e recomposição provisória do leito carroçável. Também foi solicitado apoio da Novacap e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para limpeza de valas e consertos de buracos. Na comunidade Santa Luzia, na Estrutural, as ações incluem implantação do canteiro de obras da rede de esgotamento sanitário, mobilização de maquinário pesado e início das escavações. Também começaram os serviços de preparação das vias para pavimentação com bloquetes e a implantação do canteiro da futura rodoviária da região. No Sol Nascente e Pôr do Sol, após as chuvas de quarta-feira, foram executadas ações paliativas e preventivas no Trecho II do Sol Nascente, com aplicação de material fresado e cascalho, nivelamento, compactação e correção de pontos de erosão. O relatório também aponta intervenções no campinho comunitário, vistoria técnica na Chácara 84, ações de contenção com pneus reaproveitados, terraplanagem no Pôr do Sol e ação emergencial na Rua do Monte, com aplicação de RCC e correção do leito carroçável.
Ler mais...
Chuvas fortes atingem Ceilândia e mobilizam equipes da administração regional
As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite desta quarta-feira (18) mobilizaram equipes da administração local, que percorreram os principais pontos críticos da cidade, como a Avenida do P Sul, P Norte, Setor O e a QNN 08, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. Em ação conjunta, equipes da administração local, do SLU e da Novacap saíram às ruas para reparar estragos da chuva | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Em parceria com o SLU e a Novacap, a Administração Regional de Ceilândia entrou em ação. “O volume de chuvas foi muito grande e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avaliou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. [LEIA_TAMBEM]Foi feito um mapeamento das áreas mais afetadas para execução de ações emergenciais, como retirada de galhos, limpeza de vias e sinalização de buracos, garantindo mais segurança aos motoristas até que o serviço definitivo da operação seja executado. Por meio da Novacap, o Governo do Distrito Federal (GDF) já publicou um aviso de licitação que prevê a contratação de empresa especializada para elaboração do projeto executivo de engenharia voltado à adequação e à ampliação do sistema de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
GDF conclui serviço em cratera no Conjunto 6 de Arniqueira
Após a chuva intensa que caiu no DF no dia 25 de janeiro, fazendo desabar o revestimento de uma rede de drenagem do C6 da Colônia Agrícola Vereda da Cruz, a Administração Regional de Arniqueira acionou a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), que vistoriou o local e definiu os serviços necessários. Após a secagem do concreto, calçada será finalizada com bloquetes ou outro material | Foto: Divulgação/Novacap Na manhã do dia 27, os serviços foram iniciados. A equipe técnica do Departamento de Manutenção de Águas Pluviais (Demap) se deslocou ao local para realizar a estabilização do terreno. O serviço passou pela fase de montagem das armações com ferragens para concretagem do piso, recuperação do calçamento, de acordo com os padrões da Novacap — que garantem a segurança e estabilidade do ponto de rede — e a concretagem do local. [LEIA_TAMBEM]Agora, a calçada passa pelo tempo de cura do concreto, que é a secagem do material. Após esta etapa, a equipe definirá qual será o acabamento da calçada, que poderá ser em bloquetes ou outro material mais apropriado para o local. “Esse trabalho conjunto demonstra o quanto o GDF atua de forma integrada e sintonizada para atender às demandas da população”, afirmou a administradora de Arniqueira, Telma Rufino. “Atender às demandas da população é uma prioridade para a Novacap”, ressaltou o presidente da companhia, Fernando Leite. “Quando somos acionados para casos de urgência como este, principalmente por meio da nossa parceria com as administrações regionais, nosso compromisso é com a agilidade e qualidade do serviço, para garantir segurança ao cidadão.” *Com informações da Novacap
Ler mais...
GDF conclui principais obras de drenagem e transforma realidade de Vicente Pires
“Antigamente, o pessoal até brincava chamando aqui de ‘Vicente Pires Buraco’, e não era à toa”, lembra o militar Admilson Teixeira, 58 anos, morador da região há 26 anos. Por décadas, os 100 mil moradores de Vicente Pires conviveram com imagens recorrentes de pessoas levadas pela enxurrada, muros derrubados pela força da água, casas alagadas e carros engolidos por crateras que se abriam no chão. O cenário começou a mudar com o pacote de obras iniciado em 2019, quando o Governo do Distrito Federal (GDF) investiu R$ 420 milhões na construção de mais de 213 quilômetros de galerias de águas pluviais, mais de 1 milhão de metros quadrados de vias pavimentadas e na implantação de 12 lagoas de contenção. “Sabemos que Vicente Pires não foi uma cidade planejada, mas finalmente alcançou aquilo que nós moradores sempre sonhamos”, resume Admilson. Segundo o secretário de Obras e Infraestrutura (SODF), Valter Casimiro, Vicente Pires vive hoje um novo capítulo. “Estamos consolidando um sistema de drenagem robusto, pensado para acabar, de forma definitiva, com os transtornos causados pela chuva e garantir segurança para milhares de famílias. Essa é uma prioridade do GDF. Ao mesmo tempo, avançamos em importantes frentes de infraestrutura e mobilidade em todo o DF, de novas vias e viadutos à requalificação de corredores essenciais”, ressalta. O secretário destaca que o compromisso da pasta é entregar uma cidade mais preparada, mais moderna e capaz de acompanhar o ritmo de crescimento que a população merece. A transformação da cidade começou com um pacote de obras com investimento do GDF de R$ 420 milhões na construção de mais de 213 quilômetros de galerias de águas pluviais, mais de 1 milhão de metros quadrados de vias pavimentadas e na implantação de 12 lagoas de contenção | Foto: Matheus H. Souza/Agência Brasília A SODF executou toda a parte central da cidade: drenagem profunda, pavimentação, redes, contenções e recuperação viária. “Agora estamos nas etapas finais, nos chamados trechos residuais. É o caso da Avenida Misericórdia e da Flor da Índia, que fazem parte da Colônia Agrícola Samambaia. Essa área havia ficado como última fase justamente por ser mais complexa. Já iniciamos a finalização da drenagem nesses pontos e estamos colocando a última camada de pavimentação definitiva, para garantir mais segurança e conforto para os moradores”, explica o secretário-executivo, Erinaldo Sales. As intervenções incluem ainda a construção de uma lagoa de detenção próxima à Rua da Misericórdia. Já concluído, o equipamento foi projetado para reduzir a velocidade da água captada pelas galerias, evitar impactos no Córrego Samambaia e prevenir transtornos para a comunidade. A dinâmica funciona assim: a água da chuva entra pelas bocas de lobo, percorre a tubulação e, ao final do sistema, chega ao dissipador. Ao longo de toda a rede, há poços de visita, essenciais para inspeção e limpeza. Eles também ajudam a diminuir a energia do fluxo pluvial, atuando como pequenos degraus de amortecimento. “É importante frisar que, com todo o sistema de drenagem que foi implantado, a cidade já está preparada e já está recebendo as chuvas. Já estamos vendo a funcionalidade do sistema de drenagem aqui da região. Então, vem uma chuva forte, mas ela vai diretamente para o sistema de drenagem já implantado”, afirma Erinaldo Sales. Benefícios Morador de Vicente Pires há mais de três décadas, o aposentado Gilberto Camargos, de 62 anos, relembra como era a realidade antes das obras de infraestrutura e compara com a situação atual. “Se eu fosse comparar o passado com agora, diria que a cidade está muito boa. A cidade recebeu obras de infraestrutura por todos os lados e melhorou muito, muito mesmo. Antes, tínhamos muita água correndo pelas ruas; hoje existem galerias. Elas livraram a cidade dos alagamentos graves, daqueles casos de veículos caindo em buracos. Teve família aqui que perdeu dois carros. Houve até a morte de um bebê, em um dos alagamentos da cidade. Isso não acontece mais. Estamos no céu”, conta. “Hoje não temos mais aquelas enxurradas que derrubavam cinco, dez muros de uma vez só. Antes, a água acumulava, derrubava um muro, depois outro. Vinha como uma avalanche, igual em Mariana, em Minas Gerais, e destruía tudo. Eu passei por esse desastre. Agora, isso acabou, e é uma maravilha. A cidade está bonita hoje, muito mais agradável de ver”, conclui Gilberto. O militar da reserva Admilson Teixeira também fez esse comparativo e destacou a dificuldade para chegar ou sair de casa era um tormento. “No período chuvoso, era lama demais. Na seca, era poeira o tempo inteiro. E isso gerava muito prejuízo, especialmente com veículos. Eu mesmo tive três carros que praticamente perderam o motor por causa dos buracos. Não há carro que aguente.” Atualmente, com a drenagem e o asfalto vieram também melhorias gerais. “Hoje temos redes de mercado, farmácias, bancos e até a UPA construída aqui. As vias podem ser usadas normalmente até na época da chuva”, afirma. Para ele, quem circula pela cidade não passa mais por esses problemas.
Ler mais...
Ação de limpeza e roçagem começa nesta quarta-feira (14), em Ceilândia
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) iniciou, nesta quarta-feira (14), uma megaoperação de roçagem de mato na Região Administrativa de Ceilândia. O serviço foi iniciado primeiramente na região norte da cidade, e seguirá, posteriormente, para a região sul. A operação deverá abranger também o Sol Nascente e o Pôr do Sol. A previsão é que o trabalho seja 100% executado até o final de semana. “Temos ciência de que, por conta do período chuvoso, o mato cresceu de forma acelerada e acabou gerando problemas para a população. Mas, de maneira rápida e eficiente, a Novacap, junto com todo o GDF, dará uma pronta resposta. Acreditamos que, em menos de 24 horas, toda a Ceilândia Norte estará pronta. Em seguida, avançaremos para as demais regiões, com a previsão de entregar Ceilândia limpa à população até o final da semana”, informou o diretor de Cidades da Novacap, Raimundo Silva. Na ação, serão utilizadas 58 máquinas especiais e quatro tratores, que executarão o corte do mato, a limpeza da área trabalhada e o recolhimento do material retirado | Fotos: Divulgação/Novacap Na ação, serão utilizadas 58 máquinas especiais e quatro tratores, que executarão o corte do mato, a limpeza da área trabalhada e o recolhimento do material retirado. Para a moradora de Ceilândia Norte, Tânia Maria, de 63 anos, o trabalho de roçagem traz muito mais do que sensação de limpeza à cidade. “Como eu moro virada para a pista e em uma esquina, quando o mato está alto, além da sujeira e dos insetos que concentram ali, também tem a sensação de insegurança, porque muitos elementos até se escondem por aqui para usar droga e até assaltar quem passa. Então é muito bem-vindo este serviço!”, declarou. De acordo com o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, a iniciativa reforça o compromisso com a qualidade de vida da população. “Estamos intensificando os serviços de limpeza e roçagem em toda a cidade para manter os espaços públicos mais seguros e organizados, especialmente neste período de chuvas. Nosso objetivo é cuidar de Ceilândia diariamente e atender às demandas da comunidade”, destacou. A previsão é que o trabalho seja 100% executado até o final de semana A Administração Regional também reforça a importância da colaboração da população no descarte correto de resíduos. O lixo jogado irregularmente em vias, becos e áreas públicas, aliado às chuvas, contribui para a proliferação do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, além de favorecer o surgimento de insetos e animais peçonhentos. *Com informações da Novacap
Ler mais...
Parceria intensifica a roçagem de terrenos e garante ações permanentes de cuidado em Ceilândia
Com o objetivo de manter a cidade limpa, segura e bem-cuidada, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, Novacap, SLU e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), vem intensificando os serviços de zeladoria urbana em diversas áreas da região administrativa. Áreas públicas recebem a ação que visa à exterminação de insetos e roedores que transmitem doenças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A roçagem de áreas públicas e becos é feita para minimizar o aparecimento de insetos e roedores transmissores de doenças. Em razão do período chuvoso, que favorece o crescimento acelerado do mato, os servidores seguem percorrendo vários pontos da cidade de forma contínua. Nesta semana, com o auxílio de tratores e outros maquinários, equipes do SLU fizeram a roçagem e retirada de entulho de um beco localizado na QNM 24, em Ceilândia Norte. Na manhã desta quinta-feira (8), equipes da Novacap também roçaram a área verde da QNN 36, em Ceilândia Sul, e a área especial da QNN 12, em Ceilândia Norte. Saúde “O trabalho contínuo de limpeza e roçagem é fundamental para garantir mais saúde, segurança e qualidade de vida para a população”, afirma o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, Luiz Felipe Cardoso. “Em Ceilândia, nossas equipes atuam diariamente para manter os espaços públicos mais limpos e organizados, contribuindo diretamente para o bem-estar da comunidade.” [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Novacap, todas as áreas públicas passarão pelo serviço de roçagem. Já os terrenos particulares cujos proprietários não fizerem a manutenção adequada também serão roçados, com posterior cobrança do serviço ao responsável legal, conforme previsto em lei. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Estamos intensificando a roçagem e a limpeza em toda a cidade, especialmente neste período chuvoso, quando o risco de proliferação de doenças aumenta, mas é fundamental que a população faça a sua parte, cuidando dos seus terrenos e respeitando os espaços públicos”, pontua o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
Mutirão de limpeza reforça combate à dengue em Ceilândia
A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), iniciou nesta quinta-feira (11) um mutirão de limpeza em diversas áreas públicas da cidade. A ação segue até sábado (13) e envolve retirada de entulho, varrição, capina, manutenção de áreas verdes e eliminação de possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Objetivo do trabalho é deixar a cidade preparada para o período de chuvas mais constantes | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia O trabalho, que percorre bairros de Ceilândia Sul, Ceilândia Norte, P Sul, P Norte, QNQ, QNR, Setor O e setores da região administrativa, tem como objetivo acelerar os serviços de limpeza antes do pico do período chuvoso, reduzindo riscos de alagamentos e doenças. Na última edição em setembro, mais de 1,7 mil toneladas de lixo e entulho foram retiradas das ruas, calçadas, terrenos públicos e áreas verdes. “As equipes estão nas ruas todos os dias, mas precisamos da colaboração de cada morador. Quando trabalhamos juntos, a cidade responde melhor e todos ganham” Dilson Resende, administrador de Ceilândia As equipes utilizam caminhões-caçamba, pás mecânicas, retroescavadeiras e caminhões compactadores para reforçar a limpeza urbana. “O mutirão de limpeza é uma ação essencial para garantir que a cidade esteja preparada para o período de chuvas”, explica o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe de Carvalho. “Mobilizamos nossas equipes em força-tarefa para acelerar a retirada de entulhos, a limpeza das bocas de lobo e a desobstrução de áreas críticas. O objetivo é entregar resultados rápidos e efetivos para a população”. [LEIA_TAMBEM] O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, reforça: “Essa é uma ação que beneficia toda a comunidade, porque retira lixo, entulho e qualquer material que possa acumular água. As equipes estão nas ruas todos os dias, mas precisamos da colaboração de cada morador. Não deixem lixo espalhado, não descartem entulho em áreas públicas e denunciem pontos irregulares. Quando trabalhamos juntos, a cidade responde melhor e todos ganham”. O mutirão segue até sábado com equipes distribuídas por diferentes setores da cidade. A administração local orienta que os moradores evitem descartar entulho após a passagem das equipes e, sempre que possível, utilizem os papa-entulhos e pontos de coleta do SLU. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
Chuvas deixam os canteiros ornamentais do DF ainda mais belos
A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) aproveita a chegada das chuvas para iniciar a fase de plantio nos canteiros ornamentais que embelezam o Distrito Federal. A estação do ano determina a facilidade de irrigação, um dos fatores estudados para que os locais estejam sempre exuberantes. Periodicamente, o Departamento de Parques e Jardins da Diretoria das Cidades da Novacap verifica e avalia a situação e as necessidades de cada espaço. Atualmente, a manutenção ocorre nos canteiros da Torre de TV, da Ponte das Garças, da Quadra QI 5 do Lago Sul e do Complexo Brasil 21. De acordo com o diretor das Cidades, Raimundo Silva, para escolha dos locais, além da facilidade de irrigação, são avaliados também a declividade do terreno, o fluxo de pedestres e veículos e a presença de redes aéreas e subterrâneas de água, energia, telefonia e drenagem pluvial. “Para compor a identidade visual da capital, são priorizados lugares que valorizem as áreas públicas”, destacou o gestor. A estação do ano determina a facilidade de irrigação, um dos fatores estudados para que os locais estejam sempre exuberantes | Fotos: Divulgação/Novacap Patrimônio ambiental O primeiro canteiro ornamental foi plantado em 1991, no balão da quadra 308 da Asa Sul, no Plano Piloto, próximo à Igrejinha. Atualmente, são quase 600 dessas estruturas em todo o Distrito Federal. As plantas cultivadas no Viveiro I da Novacap dão origem a mais de 100 mil mudas por semana, das mais variadas espécies, que vão direto para as ruas. A escolha das espécies varia de acordo com cada local, adaptação das plantas ao ambiente e facilidade de manutenção. “As principais mudas de flores utilizadas são cravo (tagete), zinia, dália, camomila, sálvia, que possuem um ciclo de aproximadamente quatro meses, muito utilizadas por terem boa adaptação e florescimento pleno. São utilizadas também mudas perenes (longos ciclos) como, a barba de serpente, agapanthus, hemerocallis, dionela, entre outras", afirma Leticia Gomes, assessora do Departamento de Parques e Jardins. As plantas cultivadas no Viveiro I da Novacap dão origem a mais de 100 mil mudas por semana, das mais variadas espécies, que vão direto para as ruas A manutenção das áreas verdes inclui roçagem da borda da grama, retirada de plantas daninhas, adubação, replantio, irrigação e acompanhamento técnico constante. Furto de mudas é crime A Novacap pede o apoio da população para denunciar casos de furto e garantir a preservação desses espaços. Para reportar alguma situação criminosa, basta ligar para a ouvidoria da companhia, no telefone 3403-2626, ou na Polícia Civil, pelo número 197. *Com informações da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap)
Ler mais...
Chuvas à vista: Saúde reforça cuidados contra a leptospirose
Com a intensificação das chuvas no Distrito Federal, a Secretaria de Saúde (SES-DF) alerta a população para os riscos de leptospirose, doença infecciosa grave que pode levar à morte. A enfermidade é causada pela bactéria Leptospira, presente principalmente na urina de ratos e transmitida por meio do contato direto ou indireto com água e lama contaminadas. De acordo com dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net), do Ministério da Saúde, 19 casos foram confirmados no DF entre janeiro e outubro deste ano. “Ambientes limpos, lixo bem-acondicionado e ralos protegidos são medidas simples, mas que fazem diferença para interromper a circulação da bactéria” Aline Duarte, diretora de Vigilância Epidemiológica A gerente de Vigilância das Doenças Transmissiveis da SES-DF, Aline Duarte, explica que os casos podem ocorrer ao longo de todo o ano, porém, aumentam durante as chuvas contínuas. “Nesta época, é comum o surgimento de poças d’água, acúmulo de lama e extravasamento de esgoto, situações que favorecem o contato das pessoas com a bactéria causadora da doença”, pontua. Sintomas e tratamento O período entre a exposição e o surgimento dos sintomas varia de um a 30 dias, sendo mais comum entre cinco e 14 dias. Os principais sintomas envolvem febre, dor de cabeça e dores pelo corpo — principalmente nas panturrilhas —, podendo também ocorrer vômitos, diarreia e tosse. [LEIA_TAMBEM]Nas formas mais graves, geralmente aparece icterícia (coloração amarelada da pele e dos olhos) e há necessidade de cuidados especiais, com internação hospitalar. O doente também pode apresentar hemorragia, meningite, insuficiência renal, hepática e respiratória. Esse quadro pode levar à morte. O tratamento é baseado no uso de medicamentos e outras medidas de suporte, orientado sempre por um médico, conforme os sintomas apresentados. Os casos leves podem ser tratados em ambulatório, mas os graves precisam de internação. A automedicação não é indicada, pois pode agravar a doença. “A prevenção passa por cuidados individuais e também pelo manejo adequado do ambiente”, orienta Aline Duarte. “Ambientes limpos, lixo bem-acondicionado e ralos protegidos são medidas simples, mas que fazem diferença para interromper a circulação da bactéria.” *Com informações da Secretaria de Saúde
Ler mais...
Após chuvas intensas, Ceilândia reforça ações de manutenção
Com a melhora do tempo, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, a Novacap e o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), reforçou nesta semana as ações de manutenção e zeladoria em diversos pontos da cidade. A equipe da administração trabalhou no desentupimento e na limpeza de 40 bocas de lobo pela EQNP 15/11, Avenida P3 e QNP 15, retirando grande quantidade de resíduos e matéria orgânica acumulada nos bueiros. Limpeza e retirada de lixo das ruas da cidade: medida tem como objetivo proteger a saúde dos cidadãos | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Entre os serviços realizados estão ainda a retirada de mais de 107 toneladas de lixo e entulho nas regiões da EQNM 24/26, QNO 16, Setor O, QNM 12 (Praça dos Eucaliptos) e QNM 14 (Área Especial), medida essencial para evitar o entupimento da rede de águas pluviais e, consequentemente, os alagamentos típicos do período chuvoso. A limpeza também contribui para eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue. Mais segurança Outro destaque foi a operação de recuperação asfáltica e de conserto de buracos, que somaram o uso de 60 toneladas de massa asfáltica. O serviço contemplou EQNP 10/14, EQNP 12/16, QNP 12, QNP 15, Via N1 Norte, QNR 3, QNR 2/3, Via Leste Sul, Via Leste Norte, Via M1 Sul e Via 7 do Setor O. [LEIA_TAMBEM]“Essas ações são fundamentais para manter a cidade limpa, segura e preparada para as próximas chuvas”, avaliou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Nosso foco é cuidar de Ceilândia de forma contínua, com o apoio das equipes e dos órgãos parceiros.” As podas de árvores foram feitas pela Novacap em avenidas movimentadas, a fim de aumentar a visibilidade nas vias e reduzir riscos de quedas de galhos durante chuvas e ventos fortes. “Algumas árvores estavam com galhos muito baixos e ofereciam risco, principalmente pela manhã, quando muita gente vem caminhar ou correr por aqui”, relatou Zenilde Silva, 51 anos, moradora da QNM 23. “Depois da poda, a avenida ficou mais segura e agradável para todos”. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
Ler mais...
Cuidados com trilhas e cachoeiras no período chuvoso garantem segurança a visitantes
Com o início do período chuvoso, o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) reforça o alerta para os cuidados necessários ao visitar trilhas e cachoeiras. Nesta época do ano, o aumento do volume de água nos rios e quedas-d’água eleva o risco de deslizamentos de terra, escorregamentos, quedas e afogamentos. Planejar o passeio, acompanhar as condições climáticas e observar atentamente o comportamento do ambiente natural são algumas dicas | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Segundo a corporação, a principal forma de evitar acidentes é por meio da prevenção. Planejar o passeio, acompanhar as condições climáticas e observar atentamente o comportamento do ambiente natural são algumas atividades que fazem a diferença na segurança de quem busca lazer em áreas abertas. Prepare-se “É importante perceber qualquer alteração no tempo, como nuvens escuras e relâmpagos e observar qualquer mudança no rio ou córrego” Major Walmir Oliveira, do CBMDF De acordo com o major Walmir Oliveira, do CBMDF, as ocorrências envolvendo cabeças-d’água são recorrentes no Distrito Federal, principalmente durante o período de chuvas mais intensas. “Esses acidentes ocorrem por causa de enxurradas fortes e repentinas, e, infelizmente, é comum registrarmos casos de pessoas levadas pela força da correnteza", aponta. “A cabeça-d’água se forma quando a chuva cai na cabeceira do rio e aumenta o volume e a velocidade da água, mesmo a quilômetros de distância do local onde o visitante está; por isso, é importante perceber qualquer alteração no tempo, como nuvens escuras e relâmpagos e observar qualquer mudança no rio ou córrego”, complementa o major. Aqui no Distrito Federal, entre os pontos que já registraram incidentes estão trechos do Rio Paranoá, próximo da barragem, e córregos nas regiões do P Norte e P Sul. O major Walmir Oliveira destaca que, ao chegar em um local de banho, é essencial observar o nível da água, identificar possíveis rotas de fuga e combinar sinais sonoros de emergência, como o uso de apito. [LEIA_TAMBEM]“É importante estudar o local antes de ir, verificar as orientações do próprio atrativo e, se for um espaço pouco conhecido, pesquisar mapas, riscos e a melhor época para a visita — e, claro, se houver qualquer mudança repentina na previsão do tempo, o mais prudente é adiar o passeio e não se colocar em risco”, reforça o militar.
Ler mais...
Governo intensifica ações de limpeza e manutenção em regiões do DF, em preparação para o período chuvoso
O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do programa GDF Presente e em parceria com as administrações regionais, intensificou na última semana ações de manutenção em diversas regiões do DF, com o objetivo de levar mais segurança, bem-estar e qualidade de vida à população, e de reduzir os impactos provocados pelas chuvas quando o período de estiagem chegar ao fim. Na última quarta-feira (13), equipes do Polo Central do GDF Presente, em conjunto com a Administração do SIA, retiraram oito caminhões de entulho, com cerca de 36 toneladas, limparam 14 abrigos de passageiros e reconstruíram cinco bocas de lobo, em especial no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (Saan). “Esse setor do Saan tem muito descarte, porque o pessoal vem de outros lugares e deixa materiais nesta região. É um lugar que fica muito cheio de entulho, então toda semana precisamos estar lá com dois, três caminhões removendo resíduos o dia inteiro. Colocamos placas para conscientizar sobre o descarte correto, porque só assim conseguimos minimizar a situação”, conta a coordenadora do GDF Presente Polo Central, Vânia Gurgel. No Plano Piloto, uma operação de desobstrução das bocas de lobo está em andamento na região da 908 Sul. Todas as oito bocas de lobo inspecionadas apresentavam obstrução total. No Plano Piloto, uma operação de desobstrução das bocas de lobo está em andamento | Foto: Divulgação/GDF Presente Mais regiões Em São Sebastião, para prevenir entupimentos e alagamentos durante as chuvas, o GDF Presente Polo Sudoeste repôs 50 bocas de lobo na Avenida Comercial do Residencial do Bosque. A iniciativa integra um conjunto de ações preventivas voltadas à preparação das cidades para o período chuvoso, com foco na limpeza e desobstrução das redes de águas pluviais. Além disso, as equipes fazem poda de vegetação e higienização das calçadas para manter em dia os serviços de zeladoria e manutenção urbana. [LEIA_TAMBEM]“Essa reposição é um trabalho preventivo, visando o período chuvoso. Estamos fazendo a limpeza das bocas de lobo e a reposição das que estão danificadas, para que haja o mínimo de transtornos possível. É um trabalho conjunto do GDF Presente com a administração regional de São Sebastião”, aponta o coordenador do Polo Sudoeste, Leandro Cardoso. Em Taguatinga, a força-tarefa começou na segunda-feira (11) com a limpeza e manutenção das bocas de lobo. Até o momento, 50 delas já foram limpas, sendo 30 desobstruídas com o auxílio de caminhões de hidrojato, e aproximadamente 30 toneladas de resíduos retiradas. A equipe também atua na reposição de tampas e manutenção das estruturas nas vias da QSC 19 Quadra 26 e ao longo da QNL 02, QNL 11 e QNL 13. De acordo com o coordenador do Polo Oeste do GDF Presente, Rodrigo Caverna, a integração entre diferentes setores do governo é fundamental para melhorar a qualidade de vida da população. “Nosso trabalho é integrar todas as forças do governo para trabalharem juntas. É por meio dessas parcerias que conseguimos dar suporte e melhorar a qualidade de vida das pessoas que vivem nas cidades que atendemos. Nosso objetivo é fazer o governo acontecer na porta da casa de cada morador.”
Ler mais...
Ponte da EPTG terá intervenção preventiva devido ao período chuvoso
O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) está fazendo vistorias em pontes das rodovias com o objetivo de executar manutenções preventivas e corretivas devido ao intenso período chuvoso. Os trabalhos começam nesta terça-feira (21). Neste primeiro momento, foi identificada a necessidade de intervenção corretiva na ponte sobre o Córrego Samambaia, localizada na DF-085 (EPTG), na altura do Km 8,3, marginal sul, sentido Taguatinga-Brasília. Área com as marcações que especificam os pontos de intervenção | Imagem: Divulgação/DER-DF Motoristas que trafegam na marginal sul e que estejam saindo da terceira saída de Águas Claras deverão pegar o desvio que será sinalizado direcionando os condutores diretamente para a EPTG. Já quem trafega na EPTG e quer entrar na marginal sul para acessar a DF-079 (Estrada Parque Vicente Pires/EPVP), a orientação é pegar o novo acesso antes mesmo do Viaduto Israel Pinheiro. Intervenção O serviço é necessário devido à constatação de um início de um processo erosivo identificado na saída da ponte, causado pelas fortes chuvas, que pode comprometer a pavimentação asfáltica. “A água do córrego subiu e foi necessário um reparo no encabeçamento da ponte; o DER, de forma preventiva, resolveu fazer a intervenção para que maiores problemas sejam evitados”, explicou o presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur Júnior. Para a execução dos serviços, será necessária a interdição do trecho no entorno da ponte e a implementação de desvios, que entrarão em funcionamento nesta terça, a partir das 10h. Esses desvios, devidamente sinalizados, foram planejados para garantir a fluidez do trânsito e a segurança dos motoristas. A intervenção será realizada por administração direta, com equipes e equipamentos do próprio DER-DF, e tem a previsão de durar 45 dias. Durante esse período, o órgão recomenda que os condutores reduzam a velocidade ao passar pelo trecho em obras para garantir a segurança no trânsito, bem como dos trabalhadores e máquinas que estarão atuando no local. Recuperação de vias O DER-DF tem intensificado os trabalhos de manutenção e recuperação de rodovias durante o período de chuvas, quando o volume de água aumenta o desgaste das pistas e estruturas viárias. Além de ações emergenciais, como essa intervenção na EPTG, o órgão atua em serviços preventivos para garantir a segurança dos motoristas e minimizar os impactos causados pelas intempéries. O DER-DF reforça a importância da atenção redobrada dos condutores às sinalizações e desvios implantados para minimizar os impactos no tráfego da região. *Com informações do DER-DF
Ler mais...
GDF atende famílias atingidas pelas chuvas em Planaltina
O Governo do Distrito Federal (GDF) tem atuado com prontidão para minimizar os prejuízos e impactos causados pela chuva em uma área de ocupação irregular em Planaltina. Nesta quarta-feira (15), a Agência Brasília visitou o Condomínio Sarandi, na região da Estância Mestre d’Armas, e acompanhou o trabalho da Defesa Civil, da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), da administração regional local e do Corpo de Bombeiros (CBMDF) junto aos moradores. A vice-governadora Celina Leão também esteve no condomínio pela manhã e conversou com a população. “Nós estamos dando todo o apoio necessário para as famílias nesse momento delicado. Todos estão sendo amparados e estamos tomando todas as providências necessárias para não apenas amenizar os problemas causados pelas fortes chuvas dos últimos dias, mas para prevenir e evitar que os moradores passem por isso novamente”, afirmou a vice-governadora. A vice-governadora Celina Leão acompanhou de perto a situação dos moradores de Planaltina | Foto: : Cicero Emidio/Divulgação O administrador de Planaltina, Wesley Fonseca, explicou que “as famílias que moram no Condomínio Sarandi estão instaladas às margens do rio São Bartolomeu e estão em processo de regularização”. “Fizemos o cadastro de todos os afetados, que já estão sendo assistidos pelo GDF. Além disso, criamos um gabinete de crise para centralizar todas as ações do governo, traçar um planejamento para futuras ocorrências relacionadas às condições climáticas e para definir o que podemos fazer daqui em diante para minimizar o impacto a essas famílias.” As equipes atuaram em diversas frentes. Os bombeiros trabalharam para escoar a água das ruas e das casas, enquanto a Defesa Civil fez a avaliação das residências. Já a Sedes-DF e a administração regional concentraram o apoio às famílias afetadas. Nesta quinta-feira (16), as equipes retornam ao local para mais atendimentos e para a entrega de cestas básicas aos moradores. Sob controle Capitão Pedro Paulo Carvalho, da Defesa Civil: “Agora, o trabalho é permanente aqui neste ponto, em constante observação, acompanhando as ações e monitorando em ocorrências chuvosas” | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “A situação já está totalmente controlada”, garantiu o coordenador ambiental do CBMDF, capitão André Gonçalves. “Uma das principais atuações do CBMDF no local foi com o uso de bombas de sucção, que pegavam a água da rua e devolviam para uma região próxima. Utilizamos as mangueiras tentando tirar o máximo de água das casas. Enquanto isso, outra equipe trabalhava na retirada de pessoas das residências, porque corria risco de desabamento. Também trabalhamos na limpeza e desobstrução de bocas de lobo.” Das 45 famílias atingidas pelas chuvas, 30 aceitaram o atendimento da Sedes-DF, que também distribuiu colchões Pela Defesa Civil, o capitão Pedro Paulo Carvalho esclareceu: “A região é considerada uma área de preservação permanente, onde há muitas nascentes por perto, com dois cursos d’água importantes na área. Então, durante a chuva intensa, o leito do córrego não consegue dar vazão e acaba transbordando. Agora, o trabalho é permanente aqui neste ponto, em constante observação, acompanhando as ações e monitorando em ocorrências chuvosas”. O levantamento feito pelo GDF aponta que 45 famílias foram atingidas. Dessas, 30 aceitaram o atendimento da Sedes, que ainda distribuiu 60 colchões aos moradores. O governo também ofertou um abrigo temporário, instalado no Centro de Educação Profissional de Planaltina, no Setor Hospitalar, que segue disponível. Atuação conjunta “Seguimos com o trabalho integrado nas duas regiões para solucionar os problemas decorrentes da chuva que teve volume muito acima da média” Helton Costa, secretário de Governo em exercício “A Sedes lamenta os danos que as enchentes causaram nessa famílias”, manifestou-se a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Prontamente, atendemos ao chamado da Defesa Civil, e nossa unidade de proteção social 24h esteve no local acompanhando as famílias e prestando o auxílio necessário para reduzir os impactos nas vidas dessas pessoas.” O CBMDF atendeu uma ocorrência na terça-feira (14), às 5h26. As equipes prestaram apoio às famílias e fizeram as evacuações necessárias. Atuaram no local dez viaturas. “Estamos em alerta para acompanhar os possíveis transtornos causados pela intensidade das chuvas, e, quando fomos acionados, uma equipe da Secretaria de Governo já foi deslocada para acompanhar a situação nas duas áreas que foram mais atingidas em Planaltina”, reforçou o secretário de Governo em exercício, Helton Costa. “Na Nova Petrópolis, demos início ao trabalho de recuperação das vias não pavimentadas”, prosseguiu o gestor.“ No Núcleo Rural Sarandi, a situação demandou envolvimento de outros órgãos do GDF e já está controlada. Seguimos com o trabalho integrado nas duas regiões para solucionar os problemas decorrentes da chuva que teve volume muito acima da média.” * Colaboraram Ian Ferraz e Adriana Izel
Ler mais...
Após fortes chuvas, GDF atua para recuperar áreas no Pôr do Sol e Sol Nascente
Atento aos impactos da chuva nos últimos dias, o Governo do Distrito Federal (GDF) atua de forma emergencial no Sol Nascente/Pôr do Sol desde a manhã desta quarta-feira (15). O secretário de Obras, Valter Casimiro, fez uma visita técnica à região e acompanhou as intervenções provisórias para restabelecer as condições de mobilidade na região. Equipes do GDF em operação: tão logo a terra seque, novo pavimento será instalado para garantir a segurança de todos | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Nas quadras 108/208 do Pôr do Sol, as equipes do GDF iniciaram a colocação de resíduos da construção civil e a instalação de grelhas de forma paralela nas ruas, para diminuir a força da descida da água. “Na semana passada, a gente retirou todo o pavimento danificado, porque a chuva veio com muita força e saiu levantando as placas de asfalto, e agora estamos com essas medidas paliativas, a fim de facilitar a trafegabilidade da região”, explicou Valter Casimiro. Secretário de Obras supervisiona os serviços: “A ideia é ampliar todo o sistema de drenagem de Brasília para que a gente possa diminuir cada vez mais os impactos da chuva” O novo pavimento será instalado após a redução das chuvas. “Assim que a terra secar, a gente vem com um novo asfalto”, detalhou o secretário. “Nessa rua passa ônibus, então a gente precisa ter um fluxo melhor para possibilitar que veículos pesados trafeguem”. Ele lembrou que o planejamento da urbanização e de sistema de drenagem na região também é uma das prioridades do governo: “O projeto está em elaboração, e a gente acredita que fique pronto em breve”. Bacias de detenção No Trecho 3 do Sol Nascente, o secretário atestou a funcionalidade da bacia de detenção do sistema de drenagem de águas pluviais. A inspeção teve como objetivo verificar o funcionamento do sistema e fazer ajustes necessários para aprimorar a captação das águas da chuva, minimizando os impactos durante o período chuvoso. Com 75% de execução, a obra já está em funcionamento e foi essencial para garantir a segurança dos moradores durante os temporais. O sistema processa o lançamento da água da chuva nas bacias por meio dos vertedouros. “Neste momento, falta a cobertura vegetal, que é colocada no talude na lateral e o cercamento da área”, explicou o secretário. Edvânia da Silva: “Moro há dez anos no Sol Nascente, e, depois que a bacia de detenção foi instalada, a qualidade de vida por aqui melhorou muito” As bacias de detenção são projetadas para armazenar grandes volumes de água pluvial de forma temporária. Após ficar retida, geralmente por um período de 24 horas, a água é liberada de forma controlada, conforme pontuou o titular da SODF: “Essa água vem para a bacia e decanta as impurezas. Depois disso é feita a limpeza, para que não seja jogada água com sujeira ou impurezas no corpo hídrico”. Edvânia da Silva, 46, avalia que, apesar dos impactos da chuva, a região tem passado cada vez mais por melhorias. “Moro há dez anos no Sol Nascente, e, depois que a bacia de detenção foi instalada, a qualidade de vida por aqui melhorou muito”, afirmou. “Além do asfalto, não há mais alagamento. Antes nem o Samu chegava aqui, e havia muitas enxurradas. A gente está vendo que estão se preocupando, que estão olhando pelo povo do Sol Nascente, e sabemos que vai melhorar ainda mais”. Investimento O GDF tem recursos garantidos por meio de empréstimo com o Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (Fonplata) para toda a urbanização do Pôr do Sol. “A empresa que fará o planejamento da drenagem já está contratada, e a gente pediu para que ela entregue os projetos em partes, a fim de adiantarmos, aos poucos, o processo de contratação da empresa que vai executar esse serviço de urbanização”, acrescentou o secretário, que também chamou a atenção para o andamento do sistema de drenagem no Trecho 3 do Sol Nascente. Áreas mais afetadas, como Asa Norte, Arniqueira, Águas Claras, Guará Park, Planaltina e Sol Nascente/Pôr do Sol, recebem atenção especial. O secretário Valter Casimiro ressalta que a infraestrutura de drenagem do DF, apesar dos desafios impostos pela quantidade de chuva, está funcionando adequadamente: “São diversos contratos e obras que estamos fazendo no DF, e a ideia é ampliar todo o sistema de drenagem de Brasília para que a gente possa diminuir cada vez mais os impactos da chuva”.
Ler mais...