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SLU investe em capacidade operacional e em inteligência de dados

A Diretoria de Tecnologia e Inovação do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) passou por um processo de reestruturação que amplia a capacidade operacional da autarquia e fortalece o uso de tecnologia na gestão dos serviços públicos. As melhorias incluem modernização da infraestrutura física, atualização de equipamentos e implantação de soluções digitais voltadas à análise de dados e automação de processos. A unidade recebeu intervenções que abrangem desde a reorganização do espaço até a renovação completa da rede de dados e energia. O ambiente, agora, conta com climatização adequada, cabeamento estruturado e previsão de cobertura Wi-Fi em toda a sede, proporcionando melhores condições de trabalho aos servidores e maior estabilidade nos sistemas. O presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho, destaca que os investimentos têm impacto direto na qualidade dos serviços prestados. “Para modernizar nossos serviços, também é fundamental garantir melhores condições de trabalho aos servidores. Investimos em estrutura, equipamentos e tecnologia para tornar nossas operações mais eficientes e alinhadas às demandas da população”, afirma. Ao investir em tecnologia, o SLU está aumentando a produtividade de seus servidores e melhorando o serviço prestado à população | Fotos: Kelly Santos/SLU  Infraestrutura e conectividade ampliadas Entre os avanços, estão a aquisição de 269 computadores e de 400 monitores com câmeras integradas, além da implantação de ferramentas de business intelligence e soluções baseadas em inteligência artificial para análise de dados. "O coração dessa mudança está onde os olhos não alcançam, por exemplo, na reestruturação completa de cabeamentos, como a realizada na Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que é o que sustenta toda a operação dos sistemas" Percílio Eugênio Júnior, chefe da Unidade Geral de Tecnologia e Inovação do SLU “Tivemos uma evolução tecnológica e de espaço físico muito grande. Ampliamos as salas, ganhamos fôlego, mas o coração dessa mudança está onde os olhos não alcançam, por exemplo, na reestruturação completa de cabeamentos, como a realizada na Unidade de Recebimento de Entulho (URE), que é o que sustenta toda a operação dos sistemas”, explica o chefe da Unidade Geral de Tecnologia e Inovação, Percílio Eugênio Júnior. A capacidade de conexão também foi ampliada na URE, alcançando velocidade de até 1 gigabit por segundo — mais de dez vezes superior à anterior. “Isso impacta diretamente a produtividade. A rede deixou de ser um gargalo e passou a acompanhar a demanda da equipe”, acrescenta Percílio. Tecnologia aplicada à operação A modernização da área de tecnologia impacta diretamente a execução dos serviços. Um dos principais avanços é a automação de processos, como o novo sistema de balanças, que será integrado à inteligência artificial. A solução permitirá a coleta e análise de dados em tempo real, reduzindo erros, aumentando a precisão das informações e aprimorando o controle sobre os resíduos coletados. Outro destaque é a criação do centro de controle de operações, responsável por monitorar, fiscalizar e centralizar informações das atividades do SLU. A unidade possibilitará o acompanhamento em tempo real da coleta e destinação de resíduos, além de ampliar a capacidade de fiscalização e gerar dados estratégicos para o planejamento das ações. O centro de controle de operações possibilitará o acompanhamento em tempo real da coleta e destinação de resíduos O coordenador de Gestão de Tecnologia da Informação, Joaquim de Matos, reforça o impacto direto das soluções digitais na operação. “A tecnologia passa a ser um elemento central na operação, permitindo mais controle e decisões baseadas em dados, o que reflete diretamente na qualidade dos serviços prestados à população”, afirma. Gestão orientada por dados As mudanças representam uma transição de um modelo baseado em inserções manuais para uma gestão orientada por dados e tecnologia. Com isso, o SLU fortalece a tomada de decisões, aumenta o controle operacional e aprimora a qualidade dos serviços prestados. [LEIA_TAMBEM]Os impactos também são percebidos no dia a dia dos servidores e no atendimento à população. Internamente, a modernização proporciona equipamentos mais atualizados, ambiente mais adequado e maior agilidade nos processos. Para os cidadãos, os benefícios incluem serviços mais eficientes, redução de falhas e melhor aplicação dos recursos públicos. Um exemplo é a implantação de sistemas de redundância de internet em unidades como o Aterro Sanitário, em Samambaia, garantindo a continuidade das operações mesmo em situações de instabilidade. A área de tecnologia também tem contribuído para a redução de custos com o desenvolvimento de soluções próprias. O sistema SGI, criado internamente, gerou economia superior a R$ 1,7 milhão em seis meses, evidenciando o potencial da inovação aplicada à gestão pública. *Com informações do SLU  

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Setor do P Sul, em Ceilândia, passa por serviço de limpeza total

As equipes da Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizaram a limpeza total do entorno do Centro de Ensino Fundamental 14, localizado nas quadras 28/32 do P Sul. A ação faz parte do trabalho contínuo de manutenção urbana e cuidado com os espaços públicos da região. Mesmo com a existência de placas educativas e de proibição de descarte de lixo instaladas no local, parte da população insiste em descartar resíduos de forma irregular, o que compromete o ambiente, a saúde pública e o bem-estar da comunidade escolar e dos moradores da região. Apesar das placas, população continua jogando lixo e entulho em áreas irregulares | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia [LEIA_TAMBEM]Durante a ação, foram retirados diversos tipos de resíduos descartados de maneira inadequada, reforçando a necessidade de maior conscientização e responsabilidade coletiva quanto ao uso correto dos espaços públicos. “As equipes da administração, em parceria com o SLU, estão diariamente nas ruas cuidando da cidade. No entanto, mesmo com placas proibindo o descarte, algumas pessoas ainda insistem em jogar lixo em locais inadequados. É fundamental que a comunidade faça a sua parte para manter Ceilândia limpa e saudável”, destaca o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração de Ceilândia  

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Mais de 10 toneladas de massa asfáltica são colocadas nas ruas de Ceilândia

Nesta segunda-feira (2), a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o SLU, a Novacap e equipes do GDF Presente, realizou uma série de ações de manutenção e melhorias em diversas regiões da cidade. Os trabalhos incluem operação tapa-buraco com utilização de caminhão térmico, remoção de lixo e entulho, implantação de calçadas, roçagem, capina e limpeza de espaços públicos, garantindo mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para a população. O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destacou que os trabalhos são contínuos e têm caráter preventivo: “As equipes atuam diariamente para manter a cidade limpa, organizada e com infraestrutura adequada. Essas ações preventivas são fundamentais para melhorar a mobilidade, evitar problemas futuros e garantir mais qualidade de vida à população.” A ação em vários pontos de Ceilândia tem caráter preventivo e é repetida constantemente | Fotos: Divulgação/Administração de Ceilândia [LEIA_TAMBEM]Ao longo da ação, foram utilizadas mais de 10 toneladas de massa asfáltica, com apoio de caminhão térmico, na recuperação de vias como a EQNN 4/6 da Ceilândia Sul, a EQNM 1/3 da Ceilândia Sul e a QNN 26, Conjunto B. Paralelamente, as equipes realizaram serviços de frisagem, capina e roçagem na Via P-4 Sul, além da limpeza de abrigos de ônibus em diferentes pontos da cidade. Também foram executados serviços de remoção de entulho na QNQ 3, QNR 3/4 e QNQ 7, em Ceilândia Norte, totalizando 36 toneladas de entulho recolhidas, além da retirada de resíduos no Quadradão da QNP 28 e no Quadradão da QNP 10, no Setor P Sul. As ações contaram, ainda, com a implantação de calçadas na Via P-4 Sul e na Via N-3 Norte, ampliando a acessibilidade e a segurança para pedestres. Outros serviços incluíram a limpeza de galeria de captação de águas pluviais e roçagem na QNM 30, em Ceilândia Norte, bem como limpeza e capina no Centro Cultural de Ceilândia, localizado na QNN 13 — Área Especial. Ao todo, as ações resultaram na retirada de 39 toneladas de lixo e entulho em toda a cidade. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Mutirão de zeladoria abre a semana com limpeza em diversos pontos de Ceilândia

Na manhã desta segunda-feira (12), a Administração Regional de Ceilândia e equipes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) promoveram uma série de ações de limpeza e zeladoria urbana em diferentes pontos da cidade, atendendo demandas da população e reforçando o trabalho diário de manutenção dos espaços públicos. Aproximadamente 120 toneladas de lixo e entulho foram recolhidas em apenas uma semana | Foto: Administração Regional de Ceilândia Um dos locais contemplados foi a EQNN 6/8, onde moradores relataram o aumento do acúmulo de sujeira. Nesse trecho, houve retirada de lixo e entulho, roçagem do mato e desobstrução da passagem de pedestres, que estava parcialmente impedida. Somente na última semana, em um período de cinco dias, foram retiradas cerca de 120 toneladas de lixo e entulho das vias públicas. Entre os serviços houve limpeza manual na EQNN 204, em Ceilândia Sul, e a remoção de grandes volumes de resíduos na QNN 11 – Área Especial, em Ceilândia Norte. Coleta adequada No Conjunto I da QNM 22, a QNM 14 – Área Especial e na QNN 12 – Área Especial, em Ceilândia Sul, foram removidas aproximadamente 24 toneladas de resíduos. Áreas próximas à linha do metrô, tanto em Ceilândia Sul quanto em Ceilândia Norte, também foram contempladas pelas ações. [LEIA_TAMBEM]“Ceilândia recebe limpeza diariamente”, lembra o administrador regional da cidade, Dilson Resende. “Nossas equipes estão nas ruas todos os dias, atendendo diferentes regiões da cidade, inclusive áreas próximas à linha do metrô, tanto na parte Sul quanto na Norte. É um trabalho contínuo, mas que depende também da colaboração da população para manter a cidade limpa.” A Administração Regional de Ceilândia, em conjunto com os órgãos parceiros, reforça o pedido de colaboração da comunidade para evitar o descarte irregular de resíduos em vias públicas. A orientação é utilizar os locais adequados de coleta e denunciar práticas irregulares. Além de sujeitar o infrator a multas, o descarte inadequado compromete o sistema de drenagem urbana e prejudica o bem-estar coletivo.    *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Ações do GDF na UBS 1 da Asa Sul intensificam limpeza e segurança no local 

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 01 da Asa Sul recebeu serviços de manutenção no local, por meio de um intenso trabalho do GDF Presente, com o objetivo de garantir um ambiente mais seguro, limpo e organizado aos pacientes e profissionais de saúde. Unidade foi alvo de ampla ação executada pelos parceiros do GDF Presente | Fotos: Divulgação/GDF Presente “Esse trabalho de ambiência impacta diretamente a qualidade de vida dos colaboradores da UBS 01 e dos pacientes que frequentam a unidade. Estamos cuidando de quem cuida” Alexandro Cesar, coordenador do Polo Central 3 do GDF Presente Ao todo, foram coletadas 80 toneladas de entulho, inservíveis e lixo verde. O trabalho também incluiu fresagem e pintura de meios-fios nas proximidades do local. Além disso, foram feitas podas das árvores e a reforma da sinalização vertical e horizontal, incluindo a implantação de uma nova faixa de pedestre no local. O serviço é fruto de parceria entre Administração do Plano Piloto, Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Companhia Energética de Brasília (CEB) e Neoenergia.  Área externa da UBS também recebeu serviços De acordo com o coordenador do Polo Central 3 do GDF Presente, Alexandro Cesar, todo o serviço é idealizado e executado após vistorias. “Esse trabalho de ambiência impacta diretamente a qualidade de vida dos colaboradores da UBS 01 e dos pacientes que frequentam a unidade”, ressalta. “Estamos cuidando de quem cuida. Temos trabalhado intensamente para que todas as regiões também sejam contempladas com ações similares”.  Eficiência  Com as melhorias implementadas na unidade, o funcionamento da UBS 01 da Asa Sul, localizada na SGAS 612, garante maior acessibilidade e segurança aos frequentadores. Apenas nos primeiros meses deste ano (janeiro e fevereiro), a unidade ultrapassou, na Atenção Primária, 7 mil atendimentos – total majoritariamente composto por idosos, segundo o Portal de Informações e Transparência da Saúde do DF.  “A UBS bem-cuidada, além de transmitir confiança à população, também contribui diretamente para a prevenção de infecções e outras complicações de saúde” Fernanda Santana, gerente de Serviços da Atenção Primária à Saúde “A ação desempenha um papel fundamental no funcionamento eficiente e seguro da UBS da 01 da Asa Sul, garantindo um ambiente acolhedor, higiênico e organizado para os pacientes e profissionais de saúde”, observa a gerente de Serviços da Atenção Primária à Saúde, Fernanda Santana.  “A UBS bem-cuidada, além de transmitir confiança à população, também contribui diretamente para a prevenção de infecções e outras complicações de saúde”, pontua a gerente. “O serviço também valoriza os profissionais da unidade, proporcionando um ambiente de trabalho seguro e adequado para que possam desempenhar suas funções com mais conforto e produtividade.” GDF Presente Coordenado pela Secretaria de Governo (Segov), o GDF Presente reúne as administrações regionais, as secretarias de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), de Administração Penitenciária (Seape-DF) e de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), bem como Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Fundação de Amparo ao Trabalhador (Funap-DF) e Companhia Energética de Brasília (CEB). Cerca de 200 pessoas participam do programa, incluindo reeducandos da Funap e da Seape. As demandas de cada região administrativa são mapeadas pelos respectivos administradores, com base em registros da Ouvidoria e no relato dos moradores, e reunidas no cronograma de ações do GDF Presente.

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Alunos do CED Agrourbano Ipê voltam às aulas com ação educativa sobre descarte de lixo

O ano letivo da rede pública começa na próxima segunda-feira (10). O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) dará as boas-vindas aos alunos do Centro Educacional (CED) Agrourbano Ipê, localizado no Riacho Fundo II, com uma ação educativa. A atividade será realizada no horário da entrada dos alunos no turno matutino (7h) e no vespertino (13h). No primeiro dia de aula, serão promovidas palestras sobre separação correta de resíduos e conceitos lixo zero. Além disso, o Garizito e sua turma estarão a postos para receber os estudantes com sacochilas com cartilha educativa, lápis, giz de cera e lixitos. Ação no primeiro dia de aula terá palestras, conscientização e distribuição de brindes | Foto: Divulgação/SLU Parceria de sucesso SLU e CED Agrourbano Ipê são parceiros desde 2020, quando começou a ser implementado na escola o projeto de educação ambiental Sensibilização ambiental para separação de resíduos sólidos. A iniciativa foi fruto de parceria entre SLU, a Secretaria de Educação e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica). Desde então, alunos, professores e funcionários da instituição de ensino se engajaram em várias atividades propostas pela equipe técnica do SLU, como gravimetria de resíduos, palestras sobre os 3R da sustentabilidade (reduzir, reutilizar e reciclar), oficinas de reciclagem, compostagem e até uma competição de quadrinhos com a temática do lixo. Na quarta-feira (12) a ação chegará à Escola Classe Paraná, localizada no Setor Residencial Leste – Buritis I. *Com informações do SLU

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Encontro com administrações regionais reforça serviços de coleta de lixo

Na manhã desta quarta-feira (22), a Assessoria de Comunicação do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recebeu os assessores de comunicação das administrações regionais (RAs) do Distrito Federal no evento Café Ascom – SLU com as RAs. O encontro teve como objetivo estreitar parcerias e alinhar estratégias de comunicação relacionadas à gestão de resíduos sólidos. Os participantes foram recebidos com um café da manhã e as boas-vindas do diretor-adjunto do SLU, Cleilson Queiroz. Em sua fala, ele destacou a importância da colaboração entre o SLU e as administrações regionais. “Essa interação é fundamental para desenharmos novas diretrizes e ações de comunicação. Cada administração tem suas particularidades, mas todos nós somos Governo do Distrito Federal. Podem contar com nosso apoio para fortalecer essa parceria”, afirmou. Durante o evento, os assessores conheceram as funcionalidades do aplicativo SLU Coleta DF e discutiram estratégias de comunicação relacionadas à gestão de resíduos sólidos | Foto: Divulgação/SLU O SLU está diretamente envolvido em diversas demandas das RAs, como remoção de descarte irregular, coletas convencional e seletiva, varrição, frisagem e pintura de meio-fio, entre outros serviços. Durante o encontro, a chefe da Ascom do SLU, Paula Nunan, enfatizou a relevância dessa proximidade para a comunicação. “Queremos multiplicar a visibilidade dos nossos serviços em parceria com as administrações regionais, deixando o cidadão mais informado sobre o que está acontecendo na sua região com relação aos resíduos sólidos”, destacou. Mudanças nos horários de coleta A diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, apresentou os equipamentos públicos de limpeza urbana disponíveis para a população e explicou as recentes alterações nos dias e horários das coletas de resíduos, motivadas pela implementação da Norma Regulamentadora 38 (NR-38). A norma estabelece medidas de segurança e saúde para os garis. “Agora, o gari só deve colocar os sacos de lixo no caminhão com ele parado. Além disso, a velocidade do caminhão durante o percurso não pode ultrapassar 10 km/h enquanto os profissionais estiverem no estribo. Essas mudanças aumentaram o tempo de coleta e, consequentemente, alteraram os cronogramas”, explicou. Ferramentas de comunicação Durante o evento, os assessores conheceram as funcionalidades do aplicativo SLU Coleta DF, que permite aos cidadãos acompanhar os horários e rotas das coletas em tempo real. Também foram apresentados o Geoportal, o site oficial do SLU e orientações sobre como divulgar os serviços nas redes sociais de maneira eficaz. O encontro reforça o compromisso do SLU em colaborar com as administrações regionais para garantir que os serviços de limpeza urbana sejam amplamente divulgados e compreendidos pela população. Essa aproximação busca não apenas fortalecer a comunicação institucional, mas também promover um serviço público mais eficiente e transparente. *Com informações do SLU  

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Água Quente recebe ação integrada do GDF de combate à dengue

Dando continuidade às ações de combate à dengue nas regiões administrativas, o Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu em Água Quente, nesta quinta-feira (9), uma ação conjunta entre órgãos do Executivo para conscientizar os moradores da cidade sobre a importância de prevenir a proliferação do Aedes aegypti – mosquito transmissor da doença. Ao longo do dia, equipes da Secretaria de Saúde (SES-DF), da Secretaria de Proteção à Ordem Urbanística do DF (DF Legal), da Administração Regional de Água Quente e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) percorreram as ruas da cidade orientando a população sobre os cuidados com a formação de focos do mosquito e sobre os dias e horários corretos das coletas de lixo e entulhos. Na ocasião, caminhões também recolheram os inservíveis deixados pelos moradores na porta das casas. No início da ação, a população foi orientada sobre os cuidados com a formação de focos do mosquito e sobre os dias e horários corretos das coletas de lixo e entulhos | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “A ação começou ainda na terça-feira (7), quando passamos de casa em casa alertando os moradores para colocarem os inservíveis fora das residências. A partir desta quinta, a equipe do SLU ficará aqui por três dias, junto com a DF Legal, recolhendo esses materiais e reforçando a orientação sobre a importância da limpeza dos lotes e da prevenção contra a dengue”, detalhou a administradora regional de Água Quente, Lúcia Gomes. Segundo a gestora, esta é a quarta ação de combate à dengue executada na cidade nos últimos meses. “No ano passado, foram três mobilizações com resultados muito positivos, uma redução significativa nos casos de dengue. Este ano, estamos reforçando o trabalho para manter os índices baixos e a população tem aderido bem, colocando os materiais fora de casa e recebendo as equipes de maneira muito acolhedora”, prosseguiu. Operação em Água Quente inclui serviços de varrição, catação, recolhimento, coleta manual e mecanizada de lixo e de inservíveis O coordenador do SLU na ação, Antônio Portela, afirma que a expectativa é retirar seis toneladas de inservíveis das ruas da cidade. “Estamos com 20 colaboradores trabalhando na operação, fazendo varrição, catação, recolhimento, coleta manual e mecanizada. Também estamos usando quatro caçambas para recolher materiais como sofás, pneus velhos e outros inservíveis descartados irregularmente. Essa operação é muito importante porque tudo isso pode se tornar um foco do mosquito da dengue, que é extremamente perigoso”, explicou. Dengue em números O ano de 2025 começou com queda dos casos de dengue no Distrito Federal. A primeira semana de janeiro registrou 196 casos prováveis, o que representa uma redução de 97,6% em relação ao ano passado. No mesmo período de 2024, a capital já tinha 8.228, e, no ano anterior, 711 registros. Os dados foram divulgados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em coletiva de imprensa na terça-feira (7), no Palácio do Buriti. Para manter os números em queda e a população segura, o GDF reforçou as contratações e a capacidade de trabalho. O número de agentes de vigilância ambiental (AVAs) passou de 415 para 915, enquanto o de agentes comunitários de saúde (ACSs) saltou de 800 para 1,2 mil. Os auditores na linha de frente também aumentaram, de 81 para 131. A Defesa Civil também ampliou o número de agentes de 70 para 109, com uma dupla destacada para cada uma das regiões administrativas do DF. O investimento em tecnologia também foi ampliado, com o uso de drones e a implementação do aplicativo com georreferenciamento dos focos da doença. Trata-se do app eVisitas, utilizado pelos agentes para fazer o controle vetorial digitalmente com o apoio de 657 smartphones. O número de estações disseminadoras de larvicida (EDLs), as chamadas armadilhas, passou de 2,3 mil para cerca de 4 mil este ano. Após a instalação no Sol Nascente/Pôr do Sol, as armadilhas chegarão à Água Quente e ao Recanto das Emas. Também será ampliado o uso de ovitrampas, com um total de 6 mil em 2025.

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Moradores de Vicente Pires são orientados sobre mudanças nas coletas de lixo

A equipe de mobilização e educação ambiental do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) percorreu, nesta segunda-feira (30), a Rua 4 de Vicente Pires para orientar os moradores sobre as mudanças nos dias e horários das coletas seletiva e convencional na região. A ação contou também com carro de som para ampliar o alcance das informações. Em Vicente Pires, a coleta convencional passou a ser realizada no período noturno, entre 19h e 3h, enquanto a coleta seletiva ocorre no período diurno, entre 7h e 15h, com os dias variando conforme a localidade. Os moradores podem conferir os detalhes atualizados no site do SLU, no aplicativo SLU Coleta DF e no perfil do Instagram @slu.df. O SLU conta com três equipes de mobilização ambiental, formadas por sete mobilizadores cada | Foto: Divulgação/SLU O diretor-adjunto do SLU, Cleilson Gadelha, destacou a importância de utilizar as ferramentas digitais para acompanhar o serviço: “O SLU orienta a população a baixar o aplicativo SLU Coleta DF, pois, além de verificar os dias e horários, é possível acompanhar o caminhão da coleta em tempo real. Também disponibilizamos no site um tutorial explicando o uso do aplicativo”, esclarece. Mobilização e Educação ambiental O SLU conta com três equipes de mobilização ambiental, formadas por sete mobilizadores cada, que atuam nas regiões Norte, Oeste e Sul do Distrito Federal. Além do trabalho presencial, as ações são reforçadas por carros de som, ampliando o alcance das orientações, especialmente em áreas com difícil acesso ou comunicação restrita, como os condomínios de Vicente Pires. Na ação desta segunda, as mobilizadoras encontraram desafios para conversar diretamente com moradores devido à ausência de portarias nos condomínios. No entanto, ainda conseguiram orientar comerciantes e pedestres. Alex Batista, responsável pela limpeza e apoio administrativo do Residencial Sophia, comentou sobre o funcionamento do descarte de resíduos no condomínio. “Aqui cada morador leva o seu lixo para o contêiner. Deixamos tudo organizado para os moradores descartar dentro do contêiner, fazendo a parte deles, conforme a orientação de vocês”, disse. O SLU reforça que cada condomínio deve dispor de dois contêineres, um para resíduos recicláveis e outro para resíduos convencionais. Essa separação é essencial para que os caminhões realizem as coletas de forma eficiente e nos horários corretos. Mudanças em outras regiões Na ação desta segunda, as mobilizadoras encontraram desafios para conversar diretamente com moradores devido à ausência de portarias nos condomínios As mudanças nos horários de coleta começaram na região sul do DF em 16 de dezembro e incluíram diversas regiões, como Águas Claras, Arniqueira, Candangolândia, Gama, Jardim Botânico, Lago Sul, Núcleo Bandeirante, Park Way, Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Santa Maria, SCIA/Estrutural, SIA, Guará e Vicente Pires. Os ajustes nos horários de coleta foram motivados pela implementação da Norma Regulamentadora 38 (NR-38), do Ministério do Trabalho e Emprego, que estabelece regras de segurança e saúde para os profissionais de limpeza urbana. Entre as principais mudanças trazidas pela norma, está a padronização do uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a proibição de que garis coloquem resíduos com o caminhão em movimento. Os trabalhadores só podem se deslocar no estribo traseiro a velocidades de até 10 km/h. Essas mudanças impactaram no tempo de execução dos serviços e exigiu ajustes nas rotas dos caminhões para garantir a eficiência do atendimento e a segurança dos trabalhadores. Participação da população A colaboração da população é fundamental para manter a cidade organizada e limpa. A recomendação é que os resíduos sejam descartados nos dias e horários corretos, até duas horas antes do horário da coleta, para evitar acúmulos. *Com informações do SLU

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Operação dá destinação correta a resíduos verdes no DF; saiba como funciona

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) recolhe os resíduos de origem vegetal provenientes de intervenção arbórea (podas e supressões) em um prazo de até 48 horas após a execução dos serviços. A medida evita o acúmulo desses resíduos em vias públicas, garantindo que o material não permaneça por longos períodos nas ruas. Segundo o diretor das Cidades da Novacap, Raimundo Silva, “essa agilidade é essencial para mantermos as áreas públicas limpas e seguras, além de contribuirmos para o reaproveitamento sustentável dos resíduos vegetais”. Além da coleta dos resíduos verdes, a Novacap realiza diariamente o recolhimento dos resíduos depositados em locais inadequados | Foto: Kiko Paz/Novacap Além da coleta dos resíduos verdes, a Novacap realiza diariamente, por meio de contratos específicos, o recolhimento dos resíduos depositados em locais inadequados, produzidos por terceiros e dos quais não foi possível identificar o gerador, bem como daqueles oriundos de quedas naturais. Somente no primeiro semestre deste ano, foram recolhidas mais de 3,3 mil toneladas de resíduos verdes provenientes destes contratos. Embora o recolhimento de resíduos verdes gerados pela população não faça parte da carta de serviços da Novacap, essa ação foi implementada a fim de dirimir as consequências decorrentes do acúmulo deste resíduo, como a deposição de outros tipos de resíduos, como o lixo doméstico, o lixo orgânico e entulhos juntamente com o resíduo de origem vegetal, favorecendo a proliferação de vetores de diferentes tipos de doenças, prática comum observada no Distrito Federal. Ainda, pensando na correta destinação destes resíduos, a Novacap, após recolhimento, transporta o material para o Viveiro, tratando-o para ser utilizado em diversas atividades. Os resíduos são aproveitados na implantação de novos canteiros ornamentais, são utilizados na manutenção de canteiros ornamentais, são utilizados na produção e preparação de mudas de flor, de arbustos e de árvores, as quais são plantadas posteriormente em todo o Distrito Federal, uma pequena parte é leiloada e, além disso, também doa parte do material para o programa de pequenos produtores rurais, contribuindo para práticas agrícolas sustentáveis. Para quem tiver pequenos volumes de podas e galhadas, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) dispõe de local adequado para o descarte. “O gerador do resíduo é responsável pelo descarte correto. A população pode descartar suas podas e galhadas no papa-entulho mais perto da sua casa, gratuitamente. Temos 23 equipamentos em todo o Distrito Federal para a população evitar o descarte irregular”, disse o diretor-presidente do SLU, Luiz Felipe Carvalho. Para facilitar o atendimento de solicitações de coleta, os cidadãos podem informar sobre resíduos verdes nas ruas pelo Portal Cidadão (portalcidadao.df.gov.br), em que as demandas são avaliadas pela equipe técnica da Novacap. Vale relembrar que os resíduos produzidos pela Neoenergia são recolhidos pela própria empresa e a solicitação de recolhimento neste caso deve ser endereçada diretamente à concessionária de energia. *Com informações da Novacap

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Crianças visitam Museu da Limpeza Urbana e unem aprendizado e diversão

Na tarde desta quarta-feira (13), crianças foram ao Museu da Limpeza Urbana (MLU) para uma visita educativa e cheia de descobertas. Com o objetivo de proporcionar experiências culturais para os pequenos, o grupo explorou objetos inusitados encontrados no lixo, cada um contando uma história sobre o passado. Fernanda Guimarães Rosa, mãe de dois filhos e uma das organizadoras do grupo, comentou sobre a importância da visita: “Nós sempre nos reunimos para atividades culturais com as crianças. Uma amiga conheceu o museu e nos sugeriu vir. Estou encantada”, afirmou. Educação ambiental Guiados pela servidora do SLU, Elizete Baltazar, e pelo colaborador Gabriel Chaib, o grupo conheceu a linha do tempo de objetos históricos, incluindo telefones antigos, televisores de tubo e até um orelhão com ficha telefônica. Elizete explicou como esses itens, tão comuns no passado, hoje despertam a curiosidade das crianças: “Antigamente, as pessoas faziam fila para usar o orelhão, que funcionava com ficha telefônica. Hoje, cada um tem seu celular e fala por mensagem”, disse. Crianças puderam brincar e aprender sobre coleta de lixo e sustentabilidade | Fotos: Vinícius Mendonça/SLU A visita também incluiu uma lição sobre a história do antigo lixão da Estrutural, abordando como o descarte inadequado de resíduos evoluiu para a atual destinação no Aterro Sanitário de Brasília, onde os catadores agora trabalham em galpões de triagem. “A separação de resíduos começa em casa. É um passo importante para um ambiente mais limpo e sustentável”, explicou Elizete, reforçando a importância da responsabilidade ambiental. As crianças também conheceram o minhocário do museu, que demonstra como funciona uma composteira caseira. Curiosas, elas aprenderam como resíduos orgânicos podem ser transformados em adubo natural. O Museu da Limpeza Urbana conta com o acervo de 600 peças Ao final da visita, as crianças receberam kits educativos e participaram de uma conversa com os pais. Fernanda Guimarães usou o momento para inspirar os pequenos: “Um dia, esse meu celular poderá estar ali, como um objeto obsoleto. As coisas mais importantes são as pessoas e os momentos que compartilhamos. Vamos dividir o que temos, isso é o que importa.” O Museu da Limpeza Urbana Fundado em 1996, o Museu da Limpeza Urbana conta com um acervo de mais de 600 peças encontradas no lixo e algumas doadas. Originalmente localizado na Usina de Tratamento Mecânico Biológico de Ceilândia, o MLU foi transferido em 2021 para o térreo do Venâncio Shopping e, desde então, já recebeu mais de 17 mil visitantes. O MLU se consolida como um importante espaço de educação ambiental e cultural, oferecendo aos visitantes uma experiência única sobre o valor da sustentabilidade e a história do descarte de resíduos no Distrito Federal. *Com informações do SLU

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SLU já recolheu mais de 290 mil toneladas de entulho este ano

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) recolheu neste ano, até junho, mais de 290 mil toneladas de resíduos de construção civil, podas e galhadas de árvores. O montante representa 44% do recolhido em todo 2023, quando 651 mil toneladas de entulho foram retiradas de circulação – média de 54,25 mil toneladas ao mês. No Distrito Federal, todo resto de obra recolhido pela autarquia é direcionado à Unidade de Recebimento de Entulho (URE), onde será reciclado com um britador que transforma o material em areia, brita e rachão. Esses subtipos de produtos são utilizados pelo GDF na execução de serviços de infraestrutura urbana, especialmente em pavimentação de vias. Quando chega à URE, o resto de obra é transformado em areia, brita e rachão | Fotos: Tony Oliveira/ Agência Brasília “A URE recebe, em média, cinco mil toneladas de resíduos por dia, sendo 40% desse material produto de descarte irregular, 40% particular de construtoras e o restante de autarquias públicas”, detalha a subdiretora de Gestão e Limpeza Urbana do SLU, Andréa Almeida. Segundo a servidora, apesar dos esforços das equipes da SLU, apenas 20% do entulho recolhido pode ser reciclado. “A maioria do material chega misturado e é extremamente difícil separar, pois esse resíduo chega de tal maneira que a tecnologia da unidade não é capaz de fazer a separação”, explica. O governo investirá R$ 1,7 milhão na construção de uma nova URE, entre a BR-060 e a DF-180 O GDF prepara a abertura de licitação para construção de mais uma URE, que ficará localizada no Recanto das Emas, entre a BR-060 e a DF-180, e com investimento de R$ 1,7 milhão. A fase de planejamento da obra prevê a concepção, a implantação, a operação e a manutenção da nova unidade. Um dos diferenciais do futuro equipamento de reciclagem é o processamento e reaproveitamento dos subtipos de produto sem a necessidade de aterramento de parte dos resíduos inservíveis. “Essa nova URE vai ampliar de 20% para 79% o aproveitamento dos resíduos. Lá, vamos ter equipamentos e tecnologias mais modernas para garantir uma separação mais criteriosa”, completa a subdiretora. Papa-entulho Os contêineres e caçambas são importantes aliados do SLU na destinação adequada dos resíduos no Distrito Federal. Atualmente, a capital conta com 23 papa-entulhos espalhados por 15 regiões administrativas: Águas Claras, Plano Piloto, Brazlândia, Ceilândia, Gama, Guará, Paranoá, Planaltina, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, São Sebastião, Sobradinho, Sobradinho II e Taguatinga. O SLU trabalha para ampliar a cobertura dos papa-entulhos no DF. Quatro unidades estão em construção no Riacho Fundo II, Granja do Torto (Lago Norte), Itapoã e Planaltina, e a meta é chegar a 10 equipamentos instalados neste ano. O investimento na ampliação dos serviços supera R$ 3,8 milhões.

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Recolhimento de resíduos descartados de forma irregular é intensificado

O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) intensificou o trabalho de recolhimento de lixo e entulho descartados de forma irregular nas ruas do Distrito Federal. Nessas duas primeiras semanas de 2024, o SLU já recolheu mais de 16 mil toneladas, uma média de mais de 1.300 toneladas por dia. O descarte irregular em área pública é considerado um crime ambiental e, se identificado, o infrator estará sujeito a penalidades e multas | Foto: Divulgação/SLU As ações têm como objetivo auxiliar no combate à dengue, doença cuja incidência aumenta no período de chuvas. Apenas nos últimos três dias, o SLU esteve presente em cinco regiões administrativas e removeu 118 toneladas de descarte irregular. Em Ceilândia, nas QNN 11 e 12, foram recolhidas 117 toneladas. Já em Santa Maria, na QR 303, a equipe do SLU removeu 200 kg de lixo e entulho. Na Chácara 35 do Setor Habitacional Bernardo Sayão, havia cerca de 300 kg de lixo e entulho descartados irregularmente e removidos pelo SLU. Sobradinho e Arniqueira também foram atendidos. [Olho texto=”“Instalamos 354 papa-lixos desde 2021, que somam o total de 508 papa-lixos espalhados pelas regiões administrativas do DF. A população não tem motivo para fazer o descarte incorreto do seu lixo, especialmente nesse período de maior incidência da dengue”” assinatura=”Silvio Vieira, diretor-presidente do SLU” esquerda_direita_centro=”esquerda”] A prática do descarte irregular segue sendo um desafio, pois parte da população insiste em não utilizar os mais de 880 equipamentos públicos, entre papa-recicláveis, papa-entulhos e papa-lixos, espalhados por todas as regiões administrativas. Nesse sentido, é fundamental que a população esteja atenta e faça a destinação correta do lixo e dos restos de construção civil, especialmente nesse período de chuvas. “Estamos, constantemente, fazendo ações que alertam nossa comunidade sobre a real necessidade de fazermos o descarte correto do lixo, mas não conseguimos entrar nas casas das pessoas e cuidar do lixo de cada um”, alerta o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira. “Dobramos a quantidade de papa-entulhos no DF. Eram 11 em 2021, e hoje temos 23 unidades. Além disso, instalamos 354 papa-lixos desde 2021, que somam o total de 508 papa-lixos espalhados pelas regiões administrativas do DF. A população não tem motivo para fazer o descarte incorreto do seu lixo, especialmente nesse período de maior incidência da dengue”, destaca. O descarte irregular em área pública é considerado um crime ambiental e, se identificado, o infrator estará sujeito a penalidades e multas. Denúncias devem ser encaminhadas para a Ouvidoria Geral, pelo telefone 162. Imagens podem ser anexadas à denúncia por meio do site www.participa.df.gov.br. Conscientização Para coibir o descarte inadequado, o SLU investe na ampliação dos equipamentos públicos para captação dos resíduos, como papa-lixos, recicláveis e entulhos. Os endereços dos equipamentos podem ser consultados no site do SLU. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Além disso, a autarquia promove diversas campanhas de conscientização, entre as quais se destacam projetos como o Mobilização em Ação, iniciativa que percorre as ruas do DF ensinando a acondicionar e descartar o lixo de maneira adequada. Outro exemplo é o Teatro SLU. Nesta ação, os servidores apresentam, de forma lúdica, as informações sobre a correta separação de resíduos. As ações ocorrem em parceria com escolas, instituições e organizações públicas e privadas. Em 2023, foram mais de 70 apresentações do grupo. Há, ainda, outras ferramentas à disposição da população, como o aplicativo SLU Coleta DF. A plataforma permite acessar remotamente informações sobre a coleta de resíduos, como dias e horários, além de acompanhar, em tempo real, a localização do caminhão de lixo, o que ajuda a evitar colocar o material para coleta nos dias e horários errados. *Com informações do SLU  

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Mais de 7 toneladas de lixo recolhidas no desfile das escolas de samba

Após nove anos, as escolas de samba do Distrito Federal voltaram a desfilar em Brasília, no Eixo Cultural Ibero-americano, ao lado da Torre de TV. Durante os três dias de festa, 13 agremiações se apresentaram, mas não foram apenas elas que brilharam na avenida. O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) também colocou o bloco na rua e ganhou nota máxima no quesito limpeza. O SLU recolheu mais de sete toneladas de resíduos nos três dias de folia no Distrito Federal. A força-tarefa de limpeza contou com 75 garis/dia que trabalharam na limpeza dos locais públicos onde houve passagem dos foliões. Os profissionais se revezaram nos turnos da tarde e noite para garantir a continuidade da festa sem sujeira no chão durante todos os dias do Carnaval fora de época. Para a ação, foram utilizados 2.344 sacos de lixo. Nos três dias de eventos, foram utilizados 2.344 sacos de lixo | Foto: Divulgação/SLU Campanha Este ano, com o slogan Folião cidadão não joga lixo no chão, o Carnaval foi o mais limpo da série histórica do Distrito Federal com relação à quantidade de resíduos recolhidos. Foram cerca de 26,6 toneladas de resíduos retirados das ruas pelo SLU entre os dias 17 e 22 de fevereiro no Plano Piloto, Ceilândia, Taguatinga, Águas Claras, Brazlândia e Estrutural. Em 2019, houve a coleta de 49,7 toneladas e, em 2018, 82 toneladas. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] A força-tarefa de limpeza do SLU contou com 1.167 garis, distribuídos nos principais pontos do DF, além de 20 fiscais por dia e 38 veículos para ações de limpeza e fiscalização. O diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, ressaltou a importância do trabalho dos garis e do comprometimento do Governo do Distrito Federal (GDF) em tornar o Carnaval de Brasília ainda mais limpo e organizado. “Estivemos presentes com nossos garis, que fazem esse trabalho essencial e merecem todo o nosso reconhecimento. Nós, juntamente com o GDF, mostramos que é possível conciliar diversão e responsabilidade ambiental”, pontuou Vieira. *Com informações do SLU

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Trabalho formalizado dá vida nova aos catadores do DF

Há cinco anos, o cenário para os catadores de recicláveis no Distrito Federal era muito diferente do visto hoje — para pior. Na época, ainda com o funcionamento do Lixão da Estrutural, esses trabalhadores estavam expostos a doenças, informalidade e jornadas exaustivas, sem qualquer amparo. A partir de 20 de janeiro de 2018, o maior lixão a céu aberto da América Latina, segundo maior do mundo, foi desativado e substituído pelo Aterro Sanitário de Brasília. Desde então, os catadores conquistaram melhores condições de trabalho, dignidade, acesso a direitos e benefícios sociais, redução dos riscos à saúde e ao meio ambiente e participação na gestão compartilhada dos processos de reciclagem. Hoje, grande parte dos catadores que trabalhavam em situação degradante e insalubre no antigo Lixão da Estrutural, atuam de maneira formalizada em cooperativas e associações contratadas pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) para realizar a triagem e a coleta seletiva dos resíduos recicláveis. Em 2022, o SLU recolheu 730.757 toneladas de resíduos, das quais cerca de 42 mil toneladas foram encaminhadas para a reciclagem, representando em média 5,7% do total. No ano passado, o SLU alcançou 42 contratos firmados com 32 cooperativas/associações de catadores. Até 2018, os catadores atuavam em 15 Regiões Administrativas. A partir de 2022, passaram a atuar em 24 RAs. No ano passado, o SLU alcançou 42 contratos firmados com 32 cooperativas/associações de catadores | Fotos: Vinicius Mendonça/Ascom SLU Além do valor da venda dos materiais, as entidades dos catadores recebem por tonelada de material triado e comercializado, além de terem acesso a recursos da logística reversa. O valor médio pago pelo SLU é de R$ 304,14 por tonelada. A média anual dos contratos com as cooperativas é de cerca de R$ 20 milhões, atingindo aproximadamente 1.300 catadores de forma direta. A remuneração das cooperativas e associações de catadores contratadas é feita pelo quantitativo que é desviado do Aterro Sanitário de Brasília, comprovado por notas fiscais de comercialização dos resíduos recicláveis. [Olho texto=”“A população do DF pode ser ainda mais engajada na causa ambiental, ao separar os resíduos, na origem, em duas frações: resíduos recicláveis e não recicláveis. Além disso, é preciso ficar atento aos dias e horários das coletas convencional e seletiva”” assinatura=”Silvio Vieira, diretor-presidente do SLU” esquerda_direita_centro=”direita”] Os resultados obtidos pelas organizações de catadores variam de acordo com a forma e tempo de trabalho, o quantitativo de catadores, as tecnologias incorporadas e a região administrativa em que atuam, que reflete diretamente na produção de cada associado. Em 2022, o GDF aportou para os novos contratos R$ 7,8 milhões, atingindo o total anual de R$ 12.193.049,08. Em relação a 2018, por exemplo, houve aumento de 70% nas quantias pagas às cooperativas e às associações. No primeiro bimestre de 2023, foram pagos às entidades R$ 1.987.254,91 pela realização da coleta seletiva inclusiva. Complexo Integrado de Reciclagem (CIR) Uma das principais ações para melhoria das condições de trabalho dos catadores foi a criação do Complexo Integrado de Reciclagem do Distrito Federal (CIR), um dos mais modernos equipamentos públicos para reciclagem de resíduos do Brasil. O terreno foi cedido por meio de termo de cessão de uso pelo Governo Federal e a construção foi feita com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), envolvendo ainda contrapartida do Governo do Distrito Federal (GDF) para que a construção pudesse ser executada. O SLU mantém 11 unidades para a triagem de materiais recicláveis coletados na capital O CIR foi projetado para ter capacidade de processamento de até 5 mil toneladas de resíduos recicláveis por mês, quando tiver toda a planta projetada construída, com aparelhos de última geração. O complexo é gerido de forma compartilhada entre o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Secretaria de Meio Ambiente (SEMA) e a Central das Cooperativas de Materiais Recicláveis do DF (Centcoop). O Acordo de Cooperação Técnica prevê que o SLU deverá ressarcir o custo com o consumo de água e energia dos dois galpões de triagem, após a Centcoop realizar o fracionamento de consumo e apresentar os comprovantes de pagamento das referidas contas de consumo. Contando com as instalações do CIR, o SLU mantém 11 unidades para a triagem de materiais recicláveis coletados na capital. Essas unidades são destinadas às cooperativas e associações de catadores credenciadas pelo SLU. Nos galpões, os catadores fazem a seleção dos materiais por tipo e cor, e depois os prensam para a comercialização. Diariamente, o SLU encaminha 100% da coleta seletiva para as entidades contratadas realizarem a triagem. Fechamento do lixão O fechamento do antigo Lixão da Estrutural, em 2018, trouxe benefícios para o meio ambiente e para os catadores que trabalhavam no local em condições precárias e insalubres. Eles passaram a integrar o processo produtivo da reciclagem, como prevê a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), por meio da contratação do serviço de triagem das cooperativas e associações formadas de forma exclusivas por catadores. Os avanços conquistados para os catadores devem ser comemorados, principalmente por causa das condições em que eles eram submetidos até 2018 Com o encerramento das atividades no lixão, os catadores puderam ter melhores condições de trabalho, dignidade, acesso a direitos e benefícios sociais, redução dos riscos à saúde e ao meio ambiente e participação mais efetiva e direta na gestão compartilhada dos processos de reciclagem, sendo remunerados por meio de contratos de prestação de serviços junto ao GDF. Segundo Francisco Mendes, chefe da Unidade de Sustentabilidade e Mobilização Social do SLU, os avanços conquistados para os catadores devem ser comemorados, principalmente por causa das condições em que eles eram submetidos até 2018. “No antigo Lixão da Estrutural, a situação dos catadores era degradante, com jornadas extenuantes, convivência com urubus e roedores, risco de vida iminente entre estes pela exposição à criminalidade”, destacou. O SLU ressalta a importância fundamental da população separar corretamente os resíduos recicláveis dos orgânicos. Quanto melhor a separação dos recicláveis, mais material aproveitável chega aos catadores, gerando mais renda para esses profissionais. Engajamento da população Para o diretor-presidente do SLU, Silvio Vieira, é preciso maior engajamento da população quanto à separação e ao correto acondicionamento dos resíduos recicláveis, assim como maior cuidado e identificação de objetos cortantes, que podem machucar os catadores. “A população do DF pode ser ainda mais engajada na causa ambiental, ao separar os resíduos, na origem, em duas frações: resíduos recicláveis e não recicláveis. Além disso, é preciso ficar atento aos dias e horários das coletas convencional e seletiva”, enfatizou. Também é importante que os cidadãos instalem o aplicativo SLU Coleta DF, interagindo com o SLU e se informando sobre os dias e horários corretos das coletas, para que os resíduos não fiquem expostos e para que sejam devidamente encaminhados para a destinação correta. ReciclaDF [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Uma novidade lançada pelo GDF neste mês foi o Certificado de Crédito de Reciclagem (ReciclaDF) [link: https://www.agenciabrasilia.df.gov.br/2023/06/07/sistema-de-logistica-reversa-do-gdf-vai-remunerar-catadores-e-cooperativas/], com o objetivo de restituir as embalagens em geral ao ciclo produtivo, atendendo ao disposto nas Políticas Nacional e Distrital de Resíduos Sólidos. Com o programa, catadores, cooperativas e recicladores são remunerados pelo sistema de logística reversa por meio da comprovação das notas fiscais. Além disso, as empresas poderão remunerar os catadores e as cooperativas que realizarem a reciclagem dos materiais, agregando assim mais renda aos catadores somados a venda propriamente dita e os valores de contratos pelos serviços públicos executados. *Com informações do SLU

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Lago Paranoá recebe ação que concilia atividade física e cuidado ambiental

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Assuntos Internacionais e do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), e a Embaixada da Suécia no Brasil realizaram neste domingo, na orla do Lago Paranoá, o primeiro plogging na capital federal, uma atividade física que concilia caminhada e coleta de lixo. A ação aconteceu próximo à Concha Acústica e reuniu cerca de 50 participantes. Exercício e cuidado ambiental em ação promovida pelo GDF e pela Embaixada da Suécia na orla do Lago Paranoá, neste domingo (12) | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A expressão plogging foi criada na Suécia para definir a mistura de corrida ou caminhada com plocka upp – que significa pegar coisas do chão, em sueco. A iniciativa, que tem se consolidado na cultura sueca e se difunde pelo mundo desde 2018, alia exercício ao cuidado ambiental. Também apoiaram a atividade, em Brasília, a Delegação da União Europeia e a Unesco. “É bom para o meio ambiente e também para o bem-estar de quem pratica”, afirma a embaixadora da Suécia, Karin Wallensteen Dados do SLU destacam os danos do lixo descartado de forma incorreta. De acordo com o presidente da autarquia, Silvio Vieira, 68 mil toneladas de lixo reciclável são recolhidas diariamente no Distrito Federal. Deste total, apenas 35 mil são aproveitadas. As 33 mil restantes vão parar no aterro sanitário por não terem sido dispensadas de forma correta ou por não terem sido retirados restos de alimentos ou outros produtos em embalagens antes do descarte. “Temos que conscientizar as pessoas do Distrito Federal de que os espaços públicos não são do governo, são da população da cidade”, diz o secretário Paco Britto O secretário de Relações Internacionais do DF, Paco Britto, participou do plogging deste domingo e falou da importância da ação. “Essa é uma iniciativa muito louvável da Embaixada da Suécia, que mostra à população a importância de aliar o esporte à catação do lixo, pois o plogging é isso. É catar o lixo, preservar a natureza, o meio ambiente, nessa orla maravilhosa que é a do Lago”, avaliou o secretário. Paco Britto adiantou que o GDF e o SLU querem propor à Câmara Legislativa um dia dedicado à conscientização sobre a importância do descarte correto do lixo. “Temos que conscientizar as pessoas do Distrito Federal de que os espaços públicos não são do governo, são da população da cidade”, frisou o secretário. A rondoniense e moradora de Brasília Mariena Teixeira participou do ‘plogging’ e aplaudiu a iniciativa: “É uma ótima ideia” A rondoniense que mora em Brasília Mariena Teixeira, 36 anos, aproveitou a manhã de domingo para participar da ação. “É uma ótima ideia, uma atividade espontânea na Suécia. Serve para mostrar para as pessoas que quando forem fazer uma atividade física podem praticar o plogging, recolher o lixo e fazer bem ao meio ambiente”, avaliou. Ela acredita que a atividade criada na Suécia pode ser adotada na capital do País, ainda mais considerando o costume dos brasilienses de fazer caminhadas. A embaixadora da Suécia no Brasil, Karin Wallensteen, enquanto participava do plogging, falou um pouco sobre a atividade, criada em seu país. “Esse é um fenômeno sueco, que surgiu em 2016, e é a combinação de atividade física com coleta de lixo. É bom para o meio ambiente e também para o bem-estar de quem pratica”, explicou a embaixadora. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Karin disse que este é o primeiro plogging realizado em Brasília, mas que já levou a atividade a Manaus (AM). “Gostaria de deixar esse hábito em Brasília e em outras partes do Brasil. “Quem joga um papel ou algo de plástico no chão não pensa no mal que está fazendo ao meio ambiente, pois este é um grande problema para os oceanos e lagos”, pontuou. O presidente do SLU disse que é preciso que as pessoas se conscientizem da necessidade de não fazer descarte incorreto de lixo. “Não há necessidade de se jogar garrafas e plástico na orla do Lago. Nós temos aqui, há muito tempo, várias lixeiras instaladas pelo SLU. Essa ação serve para mostrar que o Lago é importante para Brasília e precisa estar limpo. Pedimos à população que mantenha isso aqui limpo, que faça a sua parte”, disse Silvio Vieira.

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Veja como descartar o lixo corretamente

Simples assim. Coleta de lixo é sinônimo de saúde pública e, no DF, cada tipo de sujeira tem um local certo para seu descarte. Por isso que a participação da população é essencial no trabalho realizado pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU), que conta com equipamentos específicos para manter cada uma das regiões administrativas limpas. São ferramentas essenciais na manutenção do meio ambiente, além de gerar renda e emprego. Com os papa-lixos, papa-entulhos e papa-recicláveis, a coleta de lixo é mais segura e inteligente. “O SLU hoje presta serviço de excelência dentro do DF. A gente consegue ter esse retorno até mesmo dentro da nossa Ouvidoria”, destaca o diretor-presidente do SLU, Silvio de Morais Vieira. “É uma questão de saúde e, por isso, temos um resultado positivo. Claro que ainda há muitos sujões, mas o cidadão, cada vez mais, tem tomado consciência da necessidade de se organizar para ser limpo. Limpeza traz saúde”, resume o gestor. O SLU conta com quase 700 equipamentos de coletas específicos para manter cada uma das regiões administrativas limpas | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Ao todo, são mais de 700 equipamentos de coletas à disposição dos moradores e comerciantes, entre papa-lixo, papa-entulho e papa-reciclável, além de mais de 16 mil novas lixeiras instaladas em pontos estratégicos de grande circulação de pessoas. O número de papa-lixos espalhados em todo o Distrito Federal é de 447 e estão previstas novas aquisições para o ano que vem. “Uma nova licitação está em andamento para atender essa demanda”, explica o dirigente do SLU. “Cada uma dessas peças corresponde a cinco caminhões caçambas de entulhos enterradas, ou seja, consegue pegar uma quantidade de resíduos grande”, compara. Usados somente para resíduos domiciliares não recicláveis, os papa-lixos são instalados em pontos estratégicos onde a coleta não é feita na porta da casa do cidadão e, sim, em pontos já utilizados para a coleta. Já o cidadão que conta com a coleta na porta da casa, basta ficar atento aos dias e horários certos. Para facilitar a vida do morador, o SLU criou um aplicativo gratuito com todas as informações necessárias para o serviço ser oferecido com primazia: SLU Coleta DF. “É uma ferramenta autoexplicativa que tem vários itens que auxiliam o cidadão a saber os locais dos papa-lixos e papa-entulhos, acompanhar o trajeto do caminhão, além de ajudar o morador a não descartar os resíduos na hora errada”, observa o diretor-presidente do SLU. “Ele, fazendo o descarte próximo da hora da coleta, evita que o lixo seja rasgado por animais, sujando as vias”, salienta. Como funciona cada um O número de papa-lixos em todo o DF é de 447 | Foto: Renato Araújo/Agência Brasília As regiões administrativas com a maior quantidade de papa-lixos no DF são, na ordem, Sol Nascente/Pôr do Sol, com 66 unidades, seguidos de São Sebastião, 34, Gama, 31, e Recanto das Emas, 28. “O papa-lixo é de suma importância para uma cidade mais limpa, pois serve para atender locais onde o caminhão de coleta não percorre com regularidade”, destaca o administrador do Sol Nascente, Antonio José da Silva. “Assim, evita-se o acúmulo e o descarte irregular de lixo na cidade, minimizando a sujeira e os riscos de proliferação de doenças”, pondera. Idalina Ferreira Damasceno, 46 anos, moradora do Trecho 3 do Sol Nascente, acha que os equipamentos de coleta de lixo disponibilizados pelo SLU são essenciais na manutenção da limpeza da cidade. “Tem rua que, por ser estreita, o caminhão de lixo não passa, então o papa-lixo é uma alternativa para descartarmos nosso lixo”, destaca. “Uma pena que muitas pessoas não fazem direito o dever de casa, se dão ao trabalho de ir até o local e deixam o lixo do lado de fora, não jogam dentro do recipiente”, lamenta. São 14 papa-entulhos espalhados no DF e a previsão é de que outros nove sejam instalados | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Já os 14 papa-entulhos estão espalhados por regiões como Taguatinga, Asa Sul, Guará, Brazlândia, Planaltina, Gama, Ceilândia, Recanto das Emas, Santa Maria e Águas Claras. As obras de construção de outros nove papa-entulhos já estão prontas e serão entregues em breve nas regiões de Santa Maria, Gama, Samambaia, Sobradinho, Sobradinho II, São Sebastião e Paranoá. Há regras para o uso desse equipamento. Cada cidadão só pode descartar até um metro cúbico, o que equivale, por exemplo, a uma caixa d’água de mil litros. A partir desse volume é necessário a contratação de empresa especializada para a retirada dos resíduos. Ao todo, são 241 papa-recicláveis na capital | Foto: Arquivo/Agência Brasília Azulzinhos e descolados, os papa-recicláveis ou os Locais de Entrega Voluntária, os LEVs, são aqueles equipamentos plastificados oferecidos para os moradores que não têm coleta seletiva na porta de casa ou para quem mora em condomínio que não aderiu à separação dos resíduos em contêineres. Ao todo, são 241 desses compartimentos distribuídos pelo DF, 35 deles só em Taguatinga. “Como é uma área central de Taguatinga, com uma quantidade enorme de gente passando por aqui todos os dias, ter um desses na Praça do Relógio é fundamental”, conta o morador de Ceilândia Fabrício Fernandes, 37 anos. “Pelo menos evita que aqueles que são mal educados joguem lixo pela calçada ou rua”, puxa a orelha. Aliás, educação e bom senso são, de fato, fundamentais para que esses serviços oferecidos pelo SLU funcionem. No Gama, para driblar a insistência de um morador que não respeitava as normas de higiene pública, a administração da empresa usou de estratégia simples e eficiente, como conta o diretor-presidente do SLU: “Na entrada de uma rua tinha um buraco onde o sujeito estava acostumado a jogar lixo. Toda semana era mandado um caminhão com trator e retirado tudo. Então foram colocados lá dois papa-lixos e vamos fazer um ajardinamento, aí o cidadão fica com vergonha de colocar o lixo no lugar errado”.

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Recebimento de entulhos será restrito a cadastrados

[Olho texto=”O sistema permite que o transportador possa informar, por meio do portal, os dados da pesagem, como o número do Controle de Transporte de Resíduos (CTR), produto transportado e origem” assinatura=”” esquerda_direita_centro=”direita”] Todos os dias, a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) recebe cerca de 4 mil toneladas de resíduos da construção civil (RCC). São em média 800 caminhões que acessam o local diariamente para depositar esse tipo de material. Para facilitar o processo de pesagem e reduzir as filas de espera na entrada da unidade, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) implantou um novo sistema chamado Destino Rápido. A ferramenta já está disponível para uso e, a partir de 14 de fevereiro, será de acesso obrigatório para todos os transportadores que quiserem utilizar o serviço. O sistema permite que o transportador possa informar, por meio do portal, os dados da pesagem, como o número do controle de transporte de resíduos (CTR), o produto transportado e sua origem. Esses dados ficarão automaticamente disponíveis no momento da pesagem, não sendo mais necessário ao motorista descer do transporte para informar ao balanceiro, como ocorria anteriormente. “Com essa automatização, o motorista vai passar essas informações pelo celular antes do atendimento. Quando o caminhão chegar à balança, a câmera vai ler a placa dele e o sistema terá acesso às informações que o motorista acabou de digitar pelo celular. O balanceiro só vai capturar o peso e registrar a entrada”, explicou o analista de Tecnologia da Informação Lucival Nunes, do SLU. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”esquerda”] Para o uso da funcionalidade, todos os veículos da frota devem ter um Token individual e obrigatório cadastrado que será como uma contrassenha para aquele veículo. Há três formas de fazer o login: por link direto, QR Code ou pela tela inicial do sistema no link no site do SLU. “O SLU está investindo em tecnologia para melhorar a gestão de resíduos, tanto para facilitar o trabalho dos transportadores ou dos servidores quanto para melhorar a fiscalização e atendimento às exigências ambientais que requer esse tipo de serviço”, afirma o diretor-presidente do SLU, Sílvio Vieira. No site do SLU é possível verificar tutorais para os motoristas e transportadoras. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana

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Descarte incorreto de materiais cortantes põe garis em risco

As coletas convencional e seletiva são feitas pelos garis do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e por cooperativas de catadores. Esses profissionais estão na linha de frente da limpeza pública do Distrito Federal e lidam diariamente com vários tipos de resíduos, como recicláveis, orgânicos e rejeitos. Os coletores do SLU utilizam equipamentos de proteção individual (EPI), mas, mesmo assim, acidentes ainda fazem parte da rotina dos profissionais, principalmente com relação ao descarte de vidro quebrado | Fotos: Paulo H. Carvalho Muitas vezes, esse descartes vêm acompanhados por materiais perfurocortantes, a exemplo de vidros, agulhas, pregos e seringas. A consequência disso: só no primeiro semestre deste ano, já foram registrados 62 acidentes com garis na hora da coleta, devido a presença desses materiais no lixo doméstico. O descarte incorreto desse tipo de material aumenta o risco de acidentes de trabalho entre os coletores. Na semana passada, o gari Eduardo de Souza foi recolher um saco de lixo e acabou cortando o dedo em um pedaço de vidro descartado de forma errada. Foi encaminhado ao Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e precisou receber seis pontos no local ferido. [Olho texto=”“Estava de luva e mesmo assim cortei o dedo. Foi a primeira vez que aconteceu comigo, mas tenho amigos que já furaram a mão com seringa e tiveram outros acidentes do tipo”” assinatura=”Eduardo de Souza, gari” esquerda_direita_centro=”esquerda”] “Estava de luva e mesmo assim cortei o dedo. Foi a primeira vez que aconteceu comigo, mas tenho amigos que já furaram a mão com seringa e tiveram outros acidentes do tipo. Boa parte das pessoas coloca o vidro dentro de uma garrafa PET, de um papelão, mas nem todos têm esse cuidado”, explica Eduardo. Os coletores do SLU utilizam equipamentos de proteção individual (EPI), como luvas de proteção, uniformes com camisa de manga comprida e calça, além de calçados fechados tipo bota. Esses cuidados reduzem os riscos, mas acidentes ainda fazem parte da rotina dos profissionais, principalmente com relação ao descarte de vidro quebrado. O engenheiro de Segurança do Trabalho do SLU, Pedro Magalhães, explica que a população deve ter cuidado na hora de descartar materiais cortantes, justamente pelos riscos que oferecem aos garis. “Não se deve descartar o vidro quebrado, por exemplo, diretamente dentro do saco de lixo”, afirma. “O vidro deve ser embrulhado em um papel de jornal ou colocado dentro de uma caixa de leite ou garrafa PET, exatamente para proteger o coletor, para que ele não entre em contato com o vidro quebrado”, ensina. Magalhães pontua, ainda, que, caso isso não seja possível, o cidadão deve identificar o saco de lixo com os dizeres “material cortante”. [Relacionadas esquerda_direita_centro=”direita”] Dicas Estas são as principais dicas do SLU para o descarte correto de materiais perfurocortantes e/ou perigosos: . Embrulhe os pedaços de vidro, espelho, ampolas e outros perfurocortantes em jornais, papelões, caixas de sapato ou de leite e garrafas PET; . Se possível, identifique o tipo de material naquela embalagem, para o gari manusear com cuidado; . Você também pode identificar no saco de lixo que ali há um resíduo cortante, assim o coletor e outras pessoas que manusearão o saco ficarão cientes dos riscos; . Pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes e eletroeletrônicos devem ser entregues em pontos de coleta; e medicamentos vencidos e seringas, em farmácias ou postos de saúde; . Coloque o lixo em sacos resistentes e bem fechados. *Com informações do Serviço de Limpeza Urbana (SLU)

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Horário de coleta noturna na véspera do Natal e Ano-Novo é alterado

Excepcionalmente nas vésperas de Natal e Ano Novo, a coleta (convencional e seletiva) que ocorre no período noturno (geralmente das 19h às 3h) vai iniciar mais cedo, a partir das 14h | Foto: Arquivo/Agência Brasília O Serviço de Limpeza Urbana (SLU) informa que manterá os serviços essenciais de limpeza nos feriados do final de ano. Mas os moradores precisam estar atentos: excepcionalmente nas vésperas de Natal e Ano Novo (24 e 31 de dezembro), a coleta (convencional e seletiva) que ocorre no período noturno (geralmente das 19h às 3h) vai iniciar um pouco mais cedo, a partir das 14h, para permitir que os coletores sejam liberados à noite e possam passar as festas em família. Os moradores devem, portanto, colocar seus resíduos antes do horário convencional. Já nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro, feriados, o horário da coleta convencional será normal, conforme calendário do SLU. Porém, nesses dois dias, não será feita a coleta seletiva. Para a varrição da área central, o SLU vai operar com equipes de plantão nos dias oficiais de feriado, como ocorre aos domingos. Aterro Sanitário de Brasília O Aterro Sanitário de Brasília e as usinas de tratamento funcionarão normalmente nos dias 24 e 25 de dezembro, assim como nos dias 31 de dezembro e 1º de janeiro. Já a Unidade de Recebimento de Entulhos (URE) irá funcionar apenas nos dias 24 e 31 de dezembro, em horário normal, e ficará fechada nos dias 25 de dezembro e 1º de janeiro. *Com informações do SLU

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